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21 de junho de 2015

Comparer la prise en compte des usages dans le projet d’espace public, entre régularités et constructions ad hoc des problèmes et des solutions

Comparer la prise en compte des usages dans le projet d’espace public, entre régularités et constructions ad hoc des problèmes et des solutions : une réflexion à partir de Lyon12

Pedro Gomes
doctorant, Lab’Urba
- Université Paris-Est, France

ATELIER DOCTORAL
Recherche en urbanisme : Moyen Orient – Europe

Cet atelier a le double objectif de mettre au premier plan des questions qui intéressent particulièrement les villes et l’urbanisme du Moyen-Orient et de constituer un atelier international entre jeunes chercheurs et chercheurs confirmés pour aider à la préparation des thèses liées à l’urbanisme dans différents pays.

Lors de cet atelier, trois thèmes de recherche sont privilégiés:
  • Le planning stratégique et ses acteurs : il s’agit de réfléchir sur les définitions actuelles de la planification stratégique, ses outils et ses acteurs ;
  • Les usages de la ville : il s’agit de privilégier les approches qui interrogent les usages, qui posent de nouvelles questions à l’urbanisme ou qui sont induites par les caractéristiques de la production urbaine contemporaine;
  • Les centralités métropolitaines : Il s’agit d’identifier les différentes approches permettant de réfléchir sur l’évolution des centralités.
Quando:
21-22-23 mai 2015

Onde:
Beyrouth

Ver mais:
http://alba.edu.lb/french/iua-atelier-doctoral http://alba.edu.lb/Library/Files/IUA/Programme%20Atelier%20Doctoral%202.pdf

”Prendre en compte les usages sans prendre en compte les usagers : la mise en œuvre de la trame verte de Lisbonne (2007-2013)”

Comunicação apresentada por:
Pedro Gomes

Rencontres APERAU 2015 - Journée des doctorants 2015
Atelier 5 : La ville en vert et l’envers de la ville


Quando:
3 juin

Onde:
Rennes




Ver mais:
http://www.aperau.org/images/rennes2015/Programme_Rencontres_Doctorales_Rennes2015.pdf

20 de junho de 2015

Modelo para Ordenar a atual Cidade Alargada

Jorge Carvalho
2015

Apresentação

Esta comunicação, organizada em tópicos, dá nota de um Modelo para Ordenar a Cidade Alargada, em aplicação (em planos e processos executórios a decorrer em vários municípios), mas ainda em desenvolvimento (nomeadamente em várias investigações/ doutoramentos em curso).

Tal Modelo integra um quadro conceptual:
- Adotando um referencial que articula um conceito de Matriz Estruturante (que inclui rede de mobilidade, rede ecológica, unidades territoriais e polos vivenciais) com o assumir de todos os Espaços Constitutivos que integram a cidade atual (urbano; urbano-rural e agro-florestal).
- Formulando os grandes desafios atuais, no essencial o de substituir o paradigma do crescimento pelo de Aproveitamento e Qualificação do Existente (aposta na reabilitação urbana e identificação da “colmatação admissível”) e o de Estruturar a Cidade Alargada (conforme Modelo atrás referido, que nos conduz ao conceito de “colmatação necessária”).

O Modelo integra também um consequente quadro operativo:
- Distinguindo Rotinas (para enquadramento de operações urbanísticas assistemáticas, exigindo uma Administração transparente, rigorosa, eficaz e eficiente) de Intervenções Estratégicas e Estruturantes (que exigem iniciativa publica programada e dinamização de parcerias).
- Identificando os diversos Instrumentos Urbanísticos disponíveis e a forma como cada um pode/deve ser utlizado, em articulação com os demais, para uma resposta eficaz aos desafios de ordenamento que se colocam à atual Cidade Alargada.

Ver a apresentação:
http://ordenaracidade.pt/site-jcarvalho/assets/files/2584/2015ord_cidade_4fev2015.pdf
Jorge Carvalho | Ana Blanco | Carina Pais | Frederico Moura e Sá

26 de maio de 2015

Ordenar a Cidade - Newsletter 14


http://www.ordenaracidade.pt/


Newsletter 14 | 26 de Maio de 2015

Caríssimos,

Voltamos a escrever-vos para vos dar conta de algumas novidades.

Em primeiro lugar, disponibilizámos no site dois textos novos de Jorge Carvalho:
  • A apresentação, por tópicos, de um Modelo para Ordenar a actual Cidade Alargada, em aplicação e desenvolvimento (que integra, dando coerência, a muitas das ideias já antes publicadas);
  • Uma visão para uma desejável avaliação do solo urbano, assente em interpretação da nova Lei de Bases.

E aproveitamos para divulgar a apresentação das seguintes comunicações :
  • ”La prise en comptes des usages dans la production de l’espace public à Lyon, entre régularités et constructions ad hoc”, por Pedro Gomes no ateliê doutoral Recherche en urbanisme: Moyen Orient – Europe, na Académie Libanaise des Beaux-Arts;
  • ”Prendre en compte les usages sans prendre en compte les usagers : la mise en œuvre de la trame verte de Lisbonne (2007-2013)”, por Pedro Gomes na Journée des Doctorants dos Rencontres APERAU 2015, em Rennes.

Até breve!

12 de maio de 2015

Conferência Internacional "Flâneur – Novas Narrativas Urbanas"

Quando:
12 e 13 de Maio


Onde:
Lisboa - Teatro São Luiz


Organizam:
Procur.arte, CIAC/UAlg, DINÂMIA’CET-IUL / ISCTE – IUL e IHA/FSCH-UNL


Esta conferência será um momento chave da programação do projecto “Flanêur” - projecto de arte no espaço público que tem por base a fotografia contemporânea, o território urbano e o trabalho em rede - que, a partir de Lisboa, se disseminará internacionalmente.

Descrição

Descrito por Baudelaire como um transeunte na cidade, um observador imparcial da vida urbana, um homem cuja “paixão e profissão” é “desposar a multidão”, o flâneur é uma figura chave da modernidade ocidental. Independente e anónimo, imerso na multidão, o flâneur sente-se em casa em qualquer parte da cidade. Retira prazer da contemplação do efémero e da natureza cambiante da vida moderna, no fluxo da qual participa com distanciamento. Acima de tudo, o artista como flâneur tem, na perspectiva de Baudelaire, “a faculdade de observar” e “o poder de expressar” a volátil beleza da modernidade.

Enquanto, na década de 1930, os escritos produzidos por Walter Benjamin sobre Baudelaire propõem uma pertinente reflexão sobre o mito do flâneur – problematizando em particular a sua relação face ao desenvolvimento do capitalismo urbano moderno –, formulações mais recentes sobre a prática de caminhar pela cidade, tais como a deriva situacionista, tendem simultaneamente a convocar a genealogia do flâneur e, conscientemente, a desviá-la. Em 1956, Guy Debord descreveu a deriva como uma “técnica de passagem transitória através de variados ambientes”, uma experiência de percorrer a cidade na qual o caminhante abandona hábitos prévios de circulação, de forma a descobrir a cidade e atravessar as suas articulações “psicogeográficas”. Outras explorações da noção de deambulação urbana incluem, por exemplo, a perspectiva de Henri Lefebvre sobre a produção social do espaço (1974), ou as retóricas da caminhada pedestre de Michel de Certeau (1984), nas quais práticas como caminhar na cidade são tomadas, entre outros aspectos, como uma forma de apropriação ou “manipulação” de construções espaciais existentes.

Inicialmente definida como masculina, a figura do flâneur na modernidade reflecte, de acordo com autores como Griselda Pollock (1988), uma divisão do espaço e das actividades significativamente baseadas no género e na classe social. Neste sentido, e mais recentemente, a historiadora de arte Marsha Meskimmon (1997) propôs uma alteração conceptual, do flâneur para o pedestre, de modo a explorar a relação entre o espaço urbana e as “subjectividades encarnadas”.

De facto, tal como a psicanalista Maria Kehl observou, a cidade é o berço do homem comum – anónimo, parte da multidão. A cidade consiste num lugar ideal de relação com o necessário esquecimento quotidiano sobre a natureza efémera da nossa experiência num espaço que está em constante transformação. De forma a resolver o puzzle urbano, somos guiados por partes fundamentais que separamos do restante. E todo o resto permanece nas margens. Tal como nos filmes, aquilo que não nos interessa fica fora do enquadramento. Nesta medida, a “minha cidade” não é apenas minha; não consigo partilhá-la porque ela existe apenas em mim. A outra cidade, ou a “cidade real”, é sempre um outro espaço, que atravesso, mas o qual nem sempre me reflecte. A cidade real é o espaço de alteridade, onde não reconhecemos aqueles com os quais quotidianamente nos cruzamos. São invisíveis para nós, como o somos para eles.

Nesse sentido, e na perspectiva da cidade, o espaço urbano é, na sua própria natureza, o território do flâneur. Simultaneamente, certos espaços, entre os territórios urbanos, são tradicionalmente mais marcados pela experiência da flânerie. Os centros históricos, incluído os bairros culturais, são particularmente relevantes nestas dinâmicas, pois que se afirmam como espaços de socialização e de boémia, mas também de transgressão artística e cosmopolitismo e conduzem o nosso olhar para as relações entre cidade, criatividade e liminaridade.

Partindo do flâneur tal como construído pelos discursos do e sobre o modernismo, esta conferência pretende repensar as genealogias desta figura, considerando as suas múltiplas inscrições, negociações e transformações na prática e na teoria ao longo do século XX.

Programa (resumo):

Sessão de abertura – Apresentação Projecto Flâneur
Francesco Careri
Caminhar como prática arquitectónica

Painel 1: A deriva urbana na Arte Moderna e Contemporânea
Basia Sliwinska
A ‘estética do pedestrianismo” e as políticas de pertença na arte contemporânea de mulheres

Painel 2: Cidade, Fotografia e Cinema – A representação do flâneur no audiovisual
João Soares
Medir com a memória, olhar com os pés

Painel 3: Os territórios da flânerie: a experiência actual dos espaços públicos urbanos
Álvaro Domingues
Os territórios da flânerie: a experiência actual dos espaços públicos urbanos

Ver mais:
http://sigarra.up.pt/faup/pt/noticias_geral.ver_noticia?p_nr=14616
http://www.procurarte.org/acao/flaneur-novas-narrativas-urbanas-conferencia-internacional/

13 de abril de 2015

Montijo debate reabilitação urbana

13-04-2015 14:45

A Câmara Municipal do Montijo está a debater os centros históricos e a reabilitação urbana. As primeiras conferências decorreram no dia 11 de abril, na Galeria Municipal, e tiveram como convidados dois especialistas em ordenamento do território: Jorge Carvalho e João Ferrão.

Previamente às conferências foi inaugurada a Exposição “Duas visões do Montijo: o contributo da iconografia para o conhecimento da evolução do centro histórico da cidade”
...

As Conferências propriamente ditas iniciaram com a intervenção do presidente da câmara, Nuno Canta, que sublinhou o papel central das políticas públicas na resposta aos problemas urbanos, relembrando o esforço da autarquia no incentivo à regeneração urbana através da delimitação da Área de Reabilitação Urbana da cidade e do “investimento municipal centrado na recuperação de espaços públicos que pretende valorizar o centro histórico, o património imobiliário privado e incentivar à reabilitação urbana”.
Nuno Canta afirmou, ainda, que “a cidade do Montijo cresceu até aos limites do seu PDM. Hoje estamos perante um novo paradigma de desenvolvimento urbanístico: intervir no centro histórico da cidade e consolidar os novos bairros”.

O primeiro orador foi Jorge Carvalho, professor de urbanismo da Universidade de Aveiro, que realizou uma interessante intervenção sobre a cidade alargada, afirmando que “a fase de crescimento das cidades acabou e agora é necessário aproveitar e qualificar o espaço existente, assim como estruturar a cidade alargada”.
Cidade alargada que, na perspetiva deste urbanista, é constituída por “espaços urbanos, espaços rurais e espaços agro-florestais que coexistem simultaneamente, sendo necessário aceitar esta realidade e começar a cerzir a malha urbana”.

João Ferrão, geógrafo e investigador da Universidade de Lisboa, abordou detalhadamente a questão da reabilitação e da regeneração urbana, esclareceu as diferenças entre os dois conceitos e afirmou que a “reabilitação é o meio para a regeneração e que só regeneramos as nossas cidades quando a reabilitação convergir para a valorização do património existente, para a modernização das infraestruturas, para a qualificação e animação do espaço público e para a criação de emprego”.
O geógrafo salientou, ainda, que nos processos de regeneração urbana as autarquias devem atribuir um papel especial ao desenvolvimento de parcerias e ao envolvimento dos diversos stakeholders que compõe a cidade.





Ver mais:
http://www.mun-montijo.pt/pt/conteudos/noticias+e+eventos/noticias/montijo+debate+reabilitação+urbana.htm

27 de fevereiro de 2015

Sprawl: ¿crecimiento o metástasis?

Sprawl: ¿crecimiento o metástasis?

The End of Suburbia: Oil Depletion and the Collapse of the American Dream │ Gregory Greene │ The Electric Wallpaper │ Canadá, 2004 │ 00:51:43 │ Inglés

Los suburbios dispersos basados en la vivienda unifamiliar y el vehículo privado fueron el escenario principal del sueño americano. Surgidos en una época en la que el combustible era abundante y barato, han dado cabida a un estilo de vida que se revela cada vez más insostenible. ¿Qué ocurrirá con ellos cuando escaseen los combustibles fósiles?

Video:
https://www.youtube.com/watch?v=Q3uvzcY2Xug&noredirect=1
...

Tras la Segunda Guerra Mundial, el fenómeno del «suburbanismo», espoleado por la popularización del vehículo privado, se convirtió en paradigma del sueño americano extendiendo un monocultivo residencial sin ninguna relación con las estructuras urbanas tradicionales. The End of Suburbia retrata un modelo de crecimiento urbano basado en la dependencia del automóvil y, por lo tanto, del petróleo, apuntando a las implicaciones políticas subyacentes. El documental sostiene que este modelo está abocado al fracaso, ya que el agotamiento del petróleo es inminente si se confirma la ampliamente consensuada teoría del pico de Hubbert (Peak oil), que predice el agotamiento de las reservas de crudo extraíble para antes de 2020.

El film no ahonda en las cuestiones espaciales, arquitectónicas o sociales del modelo, como lo haría el documental canadiense Radiant City (Jim Brown y Gary Burns, 2006),aunque sí ofrece una breve pincelada del origen histórico del sprawl mediante imágenes de archivo cuidadosamente seleccionadas. Y es que, ya fuera por una mala interpretación de los componentes sociales de la ciudad jardín de Ebenezer Howard, por los excesos del patriotismo estadounidense en su apuesta por potenciar la inversión y el empleo a través de la Federal Housing Administration y los programas de ayuda a los veteranos de la Segunda Guerra Mundial, por la presión de las corporaciones automovilísticas y petroleras, o bien por la existencia de un plan deliberado para alienar a las clases medias de su ciudadanía mediante la implantación de un tipo de urbanización individualizadora que propiciaba un deseo bucólico, la casita con jardín, el caso es que un modelo que surgió y se multiplicó en Estados Unidos acabó exportándose a todo el planeta, incluida Europa. Desde Ontario hasta Shangai, pasando por Dubai, México o Madrid, la vivienda unifamiliar aislada cubre el territorio con una alfombra de espacio privado en la que el espacio público queda reducido al mínimo ancho necesario para el paso de los vehículos y a una acera que es, en la mayoría de los casos, testimonial. Resulta difícil entender cómo en contextos climáticos, orográficos y culturales tan diferentes se puede reproducir una idéntica tipología.

Tal vez, como ocurre con la telebasura, la ciudad suburbial no sea tanto lo que «la gente» pide como lo que a «la gente» se le ofrece. Quizás esa oferta se reduzca a un planteamiento de rentabilidad económica según el cual sería más provechoso construir viviendas seriadas en parcelas sin valor urbano que adentrarse en la complejidad del núcleo consolidado. En cualquier caso, su imaginario causa al mismo tiempo repulsa y fascinación entre muchos cineastas. No son pocos los filmes en los que el suburbio aparece como telón de fondo o incluso como protagonista de la narración. El documental The End of Suburbia se nutre de los Prelinger Archives, que contienen multitud de piezas audiovisuales relacionadas con el suburbio y el automóvil. En grandes éxitos de taquilla como American Beauty (Sam Mendes, 1999) o Eduardo Manostijeras(Tim Burton, 1990), el desorden interior de los protagonistas contrasta con el aspecto apacible y aparentemente perfecto de los barrios suburbiales. En el mismo escenario están confinadas las vidas de las protagonistas de series como «Mujeres desesperadas» (Marc Cherry, 2004) o «Mad Men» (Matthew Weiner, 2007). Es destacable el caso de El show de Truman (Peter Weir, 1998), rodada en Seaside (Florida), que, a pesar de parecer un decorado, es una población real, ejemplo de «New Urbanism» y diseñada según criterios de perfección similares a los del plató de televisión donde vive el protagonista. Incluso hay casos inversos donde la urbanización real parece estar inspirada en un decorado. Es el caso de la ciudad de Celebration, la versión más edulcorada del suburbio americano, creada por Disney, que bien podría haber sido el decorado donde transcurre Las mujeres perfectas (Bryan Forbes, 1975), donde las esposas son suplantadas por robots que mantienen la armonía vecinal y familiar.

Sin embargo, al igual que la realidad dinamitó la ensoñación de Celebration cuando proliferaron robos, crímenes sexuales, asesinatos o los intercambios de pareja, parece ser que la actualidad contradice de alguna manera la tesis de The End of Suburbia. Hay quien mantiene que el mundo no se está volviendo cada vez más urbano, sino cada vez más suburbano. Por ello, resultaría razonable buscar formas de densificar los tejidos urbanos, fomentar el transporte colectivo, hibridar usos o reforzar el espacio público para recuperar la urbanidad de la ciudad. Es lo que se plantea en el documental Aprendiendo del New Urbanism, que acompaña la publicación Postsuburbia, coordinada por Zaída Muxí, o también Ellen Dunham-Jones en la conferencia «Retrofitting suburbia», de manera ciertamente optimista. En contraposición a estas actitudes, encontramos lo que podría ser la evolución darwiniana del suburbio hacia el más polémico y quizás siniestro barrio cerrado. Este no es ya un barrio «ideal», sino toda una «ciudad cerrada» que ofrece a sus habitantes lo que necesiten y les libra de tener que preocuparse por la violencia de extramuros. Paradójicamente, incluso los responsables de generar esa violencia exterior escogen este recinto tan idílico como escenario de su apacible vida familiar. Tal y como haría Tony Soprano al acabar su jornada laboral.

Martín Garber, arquitecto.

Ver mais:
http://publicspace.org/es/post/sprawl-crecimiento-o-metastasis

4 de fevereiro de 2015

Exposición "Ciudades compartidas"

Quando:
Del 4 febrero 2015 al 15 marzo 2015

Onde:
Museum of Finnish Architecture

Programa:
"Ciudades compartidas", la exposición de las obras que han sido reconocidas como ganadoras, menciones especiales y finalistas en la octava edición del Premio Europeo del Espacio Público Urbano 2014, continúa su periplo europeo en Helsinki (Finlandia) y aterriza en el Museum of Finnish Architecture.

Ver mais:
http://www.cccb.org/es/exposicio_itinerant-ciudades_compartidas-70036

Ver também:
http://www.mfa.fi/exhibition?nid=118432383

SHARED CITIES
(4.2.2015 - 15.3.2015)

Since early history, marketplaces, parks, roads and piazzas have played an important social role as gathering places. How is public urban life expressed in Finland and abroad?

The Shared Cities exhibition examines public urban spaces in Europe.

It features the winners, four honorary mentions and eleven shortlisted projects in the European Prize for Urban Public Space 2014. Presented by Barcelona’s Centre de Cultura Contemporània every second year, the award is intended to raise awareness of the meaningful role played by public spaces in urban democracy.

The local part of the exhibition takes an in-depth look at Finland and the achievements of urban activists in Helsinki.

The exhibition was produced by the Centre de Cultura Contemporània de Barcelona (CCCB) in collaboration with the Architekturzentrum Wien (Vienna), Cité de l’Architecture et du Patrimoine (Paris), the Museum of Finnish Architecture (Helsinki), the Museum of Architecture and Design (Ljubljana) and the Deutsches Architekturmuseum (Frankfurt). The exhibition received funding from the European Union as part of the pan-European Europe City project.

http://www.publicspace.org

28 de janeiro de 2015

«En las ciudades hay costes y problemas, pero también espacios experimentales para encontrar soluciones»

Entrevista a
Ulrich Beck

Espacios Compartidos charla con Ulrich Beck, profesor de Sociología en la London School of Economics y catedrático emérito de la Universidad Ludwig Maximilian de Múnich.

Ver vídeo:
http://www.publicspace.org/es/post/en-las-ciudades-hay-costes-y-problemas-pero-tambien-espacios-experimentales-para-encontrar-soluciones

Espacios Compartidos grabó esta charla con Ulrich Beck en enero de 2013, cuando el sociólogo visitó el Centro de Cultura Contemporánea de Barcelona (CCCB) para impartir una conferencia titulada «Europa», enmarcada dentro del ciclo «En común». Beck reivindica, en esta entrevista, el papel de las ciudades y el cosmopolitismo.

Para el sociólogo alemán, las ciudades están teniendo más importancia, por un lado, «porque hay costes y problemas, pero al mismo tiempo, también espacios experimentales para encontrar soluciones». Por otra parte, «porque están más cerca del día a día de la gente y son, por lo tanto, un espacio muy importante para la democracia, el cambio climático, las nuevas políticas y las nuevas visiones». Por este motivo, el sociólogo alemán destaca que hay que observar «cómo las ciudades, y no solo los países, se interconectan y pueden generar incluso nuevas visiones políticas». De este modo, cree que veremos reforzada la idea de ciudadanía y su papel en la construcción de un futuro común.

A la vista de su apuesta por una visión del espacio público a nivel global, no es de extrañar, pues, que sus espacios públicos preferidos sean aquellos más cosmopolitas. Concretamente, Bech encuentra interesante observar cómo cambian los espacios públicos encarcelados, como por ejemplo los de los Estados o los de las ciudades, debido a los elementos cosmopolitas con que interaccionan.

Así pues, toma como ejemplo los medios de comunicación que tienen publicaciones en Internet en diferentes idiomas, como el Der Spiegel alemán, El País español o el The Guardian inglés. Estos permiten acceder a discusiones de Alemania desde España y viceversa, aunque no se conozca la lengua del Estado en cuestión; del mismo modo que «permiten que la ciudadanía tenga una oportunidad para verse a sí misma con los ojos de otro».

Para él, pues, la actual presencia de elementos cosmopolitas en el espacio público supone una gran mejora, ya que aporta un trasfondo que puede servir para la construcción de un espacio público común, refuerza la interconectividad del mundo y nos facilita una propia comprensión, así como de las diferentes prácticas de los individuos.

Ver mais:
http://www.publicspace.org/es/post/en-las-ciudades-hay-costes-y-problemas-pero-tambien-espacios-experimentales-para-encontrar-soluciones

19 de novembro de 2014

Public space and private lives in contemporary city

Mid-term Conference
ESA – European Sociological Association, Research Network 37 " Urban Sociology"

Quando:
19, 20, 21, 22 de Novembro de 2014


Onde:
Lisboa

Today, there is a renewed interest in urban issues and urban questions have gained a new focus in public policies and public debate. Themes such as public spaces, suburbs, urban security, urban violence, ways of inhabiting, transitions from rural to urban, neighborhood and proximity, urban inequalities, etc.; returned to the sociological debate with an unexpected force in globalization times. Research is also debating the impact of current economic crisis on urban life, and how to re-think cities on the aftermath. Being an area with a cumulative critical thought, Urban Sociology’s contribution is key for the development of the discipline as a whole, and for the understanding of our multiple and unachieved modernities.

Ver mais:
http://esaurbansociology2014.wordpress.com

16 de outubro de 2014

Planeamento e Gestão Sustentável do Espaço Público

2º Encontro de Urbanismo
PLANEAR E INTERVIR PARA UMA CIDADE SUSTENTÁVEL

Quando:
16 de Outubro - 18h

Onde:
CIUL

Ver mais:
http://www.cm-lisboa.pt/viver/urbanismo/ciul/2o-encontro-de-urbanismo

18 de setembro de 2014

24th Biennial of Design, Ljubljana

24th Biennial of Design Ljubljana

Quando:
18. 9.—7. 12. 2014

Onde:
Ljubljana, Slovenia

Since its founding in 1964, the Biennial of Design (BIO) in Ljubljana has surveyed the state of contemporary design from the heart of Central Europe. Witnessing the many shifts and changes the discipline has undergone in the last 50 years, BIO has seen design transition from its birth at the crossroads of industrialization and modernism towards a discipline that permeates all layers of everyday life.

Ultimately, the many steps in this transition have illustrated the fragility of the discipline’s initial framework. The contemporary world is no longer a place of and for mass production and distribution; instead, design has migrated through the multi-layered networks of today towards local, specific, customizable scenarios where the designer is no longer an all-powerful creator, but an element in a network of collaboration and influence. Similarly, in a world over-saturated with products and projects, the fundamental goal of design ceases to become the production of yet another chair.

Today, design has become a form of enquiry, of power, and of agency. With it, the role of any event that seeks to represent and disseminate design has also fundamentally changed. On its 50th anniversary, BIO embraces this opportunity to build upon its own tradition and history, advancing into an experimental, collaborative territory where design is employed and implemented as a tool to question and transform ideas about industrial production, public and private space, and pre-established systems and networks.

Engaging designers and multidisciplinary agents from Slovenia and abroad, BIO 50 will create twelve teams to work on a wide and comprehensive range of topics that resonate with local and global demands. Team mentors will elaborate a brief for each category, guiding participants in the creation of one or more projects to be developed and implemented during the Biennial.

BIO 50 will be a complex, transformative effort that seeks to strengthen local and international design networks, search for alternatives to implemented systems where design can play a role, and create bases for resilient structures that can develop through time, beyond the duration of the Biennial.

Jan Boelen/Z33 

Thema 4: Walking the City

Walking in an urban environment is an essential component of contemporary life. From the mundane – the stroll of the flâneur or a functional shopping walk – to the ritual – a religious procession or a political protest march – the pedestrian has rights and agency, and yet seems to neglect or have forgotten them. Returning to a pedestrian scale, this team will devise new ways of urban action and reclaim public space as a privileged platform for walking.

Ver mais:
http://bio.si/en/

22 de agosto de 2014

Radiografía (desde el cielo) de 15 años de urbanismo descontrolado

Daniel Sánchez Caballero
21/06/2014 - 20:15h
eldiario.es

  • Una web recoge la evolución urbanística de los municipios españoles a lo largo de 15 años
  • Pueblos que triplican su tamaño, barrios fantasma, autopistas a ninguna parte o extrañas rotondas han cambiado el paisaje de España
  • "Casi cada vez que sale un caso nuevo de corrupción en un pueblo nosotros ya lo teníamos en la web", asegura uno de los creadores de Nacionrotonda

En España, dentro de una rotonda cabe de todo. Cabe una iglesia de tamaño medio, cabe un bar de carretera con su aparcamiento para camiones o el objeto más inesperado a modo de escultura, desde excavadoras hasta paelleras gigantes. Y hay muchas rotondas por todo el país.

Estas y otras "perlas" se han encontrado los creadores de la web nacionrotonda.com durante horas y horas de rastreo por todo el territorio español en busca de los cientos –o miles– de actuaciones urbanísticas que han transformado el paisaje del país en las últimas dos décadas.

Pese al nombre de la web y las curiosidades encontradas en las omnipresentes rotondas, ese elemento común que aparece por toda la geografía y le hace sentir a uno que está siempre en el mismo barrio, el objetivo no es enseñar glorietas extrañas. Esto es la anécdota. Los impulsores de Nacionrotonda pretenden crear un " inventario visual del cambio de uso en el territorio durante los últimos 15 años", según explica Esteban García, uno de los tres amigos ingenieros de Caminos creadores del proyecto junto a Miguel Álvarez y Rafael Trapiello, a los que se unirían después el arquitecto Guillermo Trapiello, hermano del anterior, y la correctora Melina Grinberg. Los años del urbanismo desaforado, podría añadirse. "Antes todo esto era campo", reza la web. De momento han creado 480 entradas desde que empezaron hace aproximadamente un año, a mediados de 2013. Y sumando.

Ofrecen exactamente lo que prometen: un recorrido visual desde el cielo por España en el que se aprecia mediante una sencilla técnica de superposición de fotografías (el antes y después de un determinado lugar) cómo ha evolucionado el urbanismo de pueblos, polígonos industriales, puertos o autovías desde el año 2000. Una web sin mensaje –sólo hay fotografías– que sin embargo deja una idea muy evidente en el visitante. Si una imagen vale más que mil palabras, dos y combinadas multiplican su efecto.

El resultado de la burbuja de la construcción es impactante cuando se mira desde arriba. Barrios enteros urbanizados sin una sola casa construida, municipios que triplican su tamaño (o lo intentan), autopistas a ninguna parte, rotondas gigantes sin salidas o polígonos industriales descomunales que nunca llegaron a funcionar pintan un panorama "de Mad Max", describe Miguel Álvarez.

El mundo desde arriba

La web nace con idea de convertirse en un inventario "para consultar dentro de unos años y que se pueda ver qué hemos hecho", explica García. En una siguiente fase se podría "seleccionar de entre todos los ejemplos aquellos en los que de una manera realista se pueda pensar en acciones para recuperarlos" ante la perspectiva de que los terrenos queden sin uso "hasta la siguiente burbuja", tercia Álvarez. O como base de datos para periodistas, proponen.

Álvarez destaca que "existe una alta correlación entre los pueblos en los que se descubre un caso de corrupción, sea urbanística o no, y las entradas de Nacionrotonda. Casi cada vez que sale un caso nuevo en un pueblo nosotros ya lo teníamos en la web". Y no porque los busquen. La selección tiene mucho de aleatoria, basta con abrir Google Earth y ponerse a mirar, los grandes desarrollos saltan a la vista.

Para García y Álvarez el problema que subyace tras este urbanismo desaforado (y la corrupción que trajo con él, aunque no todo fuera corrupción) es la financiación de los ayuntamientos. "La única manera que tenían de financiarse era estos desarrollos", explica García. La capacidad de recaudar de las corporaciones municipales se limita a unos pocos impuestos (basuras, IBI, etc.). Sin embargo, por cada desarrollo urbanístico nuevo al Ayuntamiento de turno le corresponde, además de los terrenos considerados dotaciones públicas, el 10% de los terrenos con aprovechamiento lucrativo (aproximadamente, según la región), más los correspondientes impuestos, puestos de trabajo, etc. Una mina.

"Si además hay una legislación urbanística sobredesarrollada se abren las puertas a la corrupción", remata Álvarez. Cuántas más leyes hay más huecos se abren a la trampa, a la posibilidad de inflar partidas o desviar presupuestos. Si, según dice el refrán, "hecha la ley, hecha la trampa", con 50 leyes habrá 50 trampas.

Un ejemplo de esta práctica puede ser en la obra pública, explican Álvarez y García. Cuando se gana un contrato, el contratista tiene que dedicar el 1,5% a trabajos de conservación o enriquecimiento del Patrimonio Histórico Español o al fomento de la creatividad artística. Y cada administración decide a qué dedica ese 1,5%. "Puede ser restaurar una iglesia románica cercana. O puede ser levantar una escultura en medio de una rotonda, seguramente a cargo de un artista local. Y ahí está el problema, no puedes fiscalizar el valor de una escultura", ilustran.

Otro se da en el desarrollo urbano. Si se lo puede permitir, el contratista puede esperar a que se construya el siguiente desarrollo, más alejado de la ciudad. De esa manera cuando construyan sus viviendas ya estará rodeado de ciudad, no será el último barrio. Un ejemplo de esto puede verse en Telde, Gran Canaria.

Quitar un camping para nada

Detrás de los grandes desarrollos los miembros de Nacionrotonda también se han encontrado dramas personales. Como el del desaparecido camping Sertorium de Villajoyosa que se vio devorado por el fenómeno de Terra Mítica. En el camping, en primera línea de playa, vivían unas 200 personas empadronas, según cuenta uno de los miembros de la familia que poseía el lugar. La fiebre de Terra Mítica llevó al Ayuntamiento a aprobar la construcción de viviendas la familia se vio obligada a vender el terreno en 2003 bajo al amenaza de la expropiación. Pero para cuando el promotor logró el último permiso que necesitaba ya era tarde para la vivienda. La empresa cerró por la crisis y dejó un barrio fantasma con aceras y calles pero no casas. Así sigue.

García destaca que a lo largo y ancho de todo el territorio ha proliferado el mismo tipo de desarrollo urbano, independientemente de las características de cada lugar. Barrios con manzanas grandes y edificios retranqueados se encuentran desde Murcia a Galicia. "Se proponen soluciones iguales para diferentes entornos. Supone una ruptura con el urbanismo, no se adaptan al desarrollo de la ciudad", lamenta.

Bajo estos grandes desarrollos los dos ingenieros observan una falta absoluta de coordinación por parte de las Comunidades Autónomas, a las que correspondía haber puesto un cierto orden pero no lo hicieron. Un desarrollo urbano no tiene por qué ser negativo per se, admiten. Los que han tenido éxito -a nivel de ocupación- como el de Paracuellos del Jarama (aunque cabría preguntarse en qué beneficia a los vecinos del casco antiguo el modelo de desarrollo elegido) y los hay que no.

Detrás de esta idea asoma otro de los proyectos, o una ampliación de este, que los miembros de Nacionrotonda realizarán cuando tengan tiempo: cruzar los datos de quién gobernaba en los municipios y las Comunidades cuando se realizaron los desarrollos urbanos para observar si existe alguna correlación en este sentido. Otro proyecto paralelo a Nacionrotonda, este ya en marcha, hace más justicia a su nombre. Un Tumblr que muestra, a través de Google Streetview, las rotondas más exóticas que han ido encontrando en sus búsquedas. "Las rotondas chorras gustan mucho", sonríe Álvarez.

Ler artigo completo:
http://www.eldiario.es/sociedad/Radiografia-anos-urbanismo-descontrolado_0_272973168.html

Ver também:
http://www.nacionrotonda.com
https://www.facebook.com/urbangea

25 de junho de 2014

Past Present and Future of Public Space

INTERNATIONAL CONFERENCE ON ART, ARCHITECTURE AND URBAN DESIGN



Quando:
25 - 27 June 2014

Onde:
Bologna, Italy





























"Past present and future of public space" is an Italian project, promoted by "City Space Architecture" cultural association in Bologna (Italy). It aims to explore new dimensions of public realm and to discuss results of research activities, through a multidisciplinary approach, on public space and related topics, comparing theories and projects with advisors and correspondents from different contexts.

Ver mais:
http://www.cityspacearchitecture.org/?p=past-present-future-of-public-space

18 de junho de 2014

CONFERÊNCIA - Áreas Agrícolas e Florestais da Cidade

Conferência "O Valor Económico dos Serviços prestados pelos Espaços Verdes: a integração das perspetivas económica, social e ambiental"



Quando:
18 de junho de 2014


Onde:
Vila Nova de Famalicão - Casa das Artes


Quem promove:
ADRAVE e Câmara Municipal de V. N. de Famalicão





Programa (destaque)
11h30
CONFERÊNCIA 2 | O VALOR ECONÓMICO DA INFRAESTRUTURA VERDE
O Valor Económico dos serviços ecossistemáticos do Parque da Devesa - Estudo de Caso
- Gonçalo Nunes de Andrade
Áreas Agrícolas e Florestais da Cidade
- Jorge Carvalho

Ver mais:
- http://www.adrave.pt/uploads/writer_file/document/508/Programa_digital.pdf
- http://www.adrave.pt/pages/12?news_id=135

30 de maio de 2014

El futuro de la ciudad europea

Conversación entre Hans Ibelings i Eugeni Bach

Quando:
30 mayo 2014 - 19.00h

Onde:
Barcelona - CCCB

Programa:
El crítico de arquitectura Hans Ibelings, antiguo editor de A10 new European architecture y autor de European architecture since 1890 reflexionará sobre cuál es la esencia, a su juicio, de la ciudad europea. Por un lado, defensará porqué cree que el concepto de espacio público y de dominio público, que a veces asumimos como universal, se basa en nociones muy europeas que no son necesariamente compartidas en el resto del mundo. Por otro lado, analizará el estado actual de la arquitectura europea así como sus perspectivas de futuro, donde prevee cambios importantes a causa de la crisis económica y sobretodo de la evolución demográfica de Europa.

Destacando que la arquitectura es siempre un reflejo de la cultura del lugar, Ibelings nos hablará de la ciudad europea en diálogo con el arquitecto Eugeni Bach y en el marco de la exposición Ciudades compartidas, sobre el Premio Europeo del Espacio Público Urbano 2014.

Ver mais:
http://www.cccb.org/es/curs_o_conferencia-qu_fa_lespai_pblic_europeu_tan_europeu-46153
http://www.cccb.org/es/exposicio-ciudades_compartidas-46033

12 de maio de 2014

Espaço público e identidade urbana - Qualificação do espaço público como fator de identidade e apropriação coletiva do espaço construído

António Baptista Coelho

Infohabitar
Ano X
n.º 482

Construir no construído
Requalificamos o espaço público para que este seja mais e melhor habitado e pensamos num re-habitar da cidade no sentido de a podermos ter mais viva e estimulante.
Há que privilegiar “o construir no construído”, na excelente e ampla perspectiva defendida por Francisco de Gracia (1), que se baseia numa reconstrução da coesão urbana marcada pela escala e uso humanos, pelo desenvolvimento de adequados estímulos visuais e funcionais e por uma cuidadosa e vitalizada densificação; estando todos estes aspetos integrados num objetivo de verdadeira reabilitação da paisagem urbana local, que há que preservar e reconstruir, designadamente, nos seus aspetos orgânicos e ligados ao respetivo caráter do lugar.
Isto obriga a um projecto arquitectonicamente bem fundamentado em cada lugar, e bem qualificado, numa metodologia que foi já praticada, entre nós, em ações de referência que é essencial divulgar e visitar/viver local e demoradamente.

Sobre a cidade do pormenor e do vagar
...

Cidade passeada, cidade habitada
...

Vizinhanças amigáveis, vizinhanças amáveis
...

Cultura e urbanidade
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Aliança entre intervenções no exterior urbano e nos edifícios
...

Do estímulo e da surpresa na cidade
...

Ler artigo completo:
http://infohabitar.blogspot.pt/2014/04/espaco-publico-e-identidade-urbana.html

29 de abril de 2014

«Teatro La Lira», Ripoll (España)

MENCIÓN ESPECIAL 2014

Un porche y una pasarela llenan el vacío dejado por el derribo de un antiguo teatro, convirtiéndose en una ventana que enmarca las vistas hacia las montañas y una puerta de acceso al casco antiguo.

FICHA TÉCNICA

Promotor: Ajuntament de Ripoll
Autores: RCR Aranda Pigem Vilalta Arquitectes SLP | Joan Puigcorbé


País: España
Superficie: 599 m2
Coste: 761.219 €
Inicio del proyecto: 2004
Inicio de las obras: 2005
Finalización de las obras: 2012



DESCRIPCIÓN

El derribo del teatro «La Lira» desocupó durante años un solar del centro de Ripoll, ciudad pequeña y lluviosa que yace al pie de los Pirineos. Flanqueado por dos medianeras ciegas, el hueco daba un respiro a la estrecha calle Verdaguer, pero hería la continuidad de la fachada urbana que se asoma sobre el río Ter. La herida quedaba a la vista de los numerosos forasteros que, desde la estación o por carretera, llegaban a la localidad para visitar su monasterio románico. También afeaba el encuentro con un curso fluvial que, desde la edad media y hasta bien entrado el siglo xx, abasteció de agua la industria metalúrgica de Ripoll, reconocida en toda Europa por el uso de la «fragua catalana».

En 2003, el Ayuntamiento convocó un concurso para convertir el solar en un espacio público. Ahora lo ocupa otro teatro que mantiene el nombre de su predecesor mientras saca partido de su desaparición. El nuevo teatro «La Lira» es un porche alto que cobija un espacio abierto y versátil bajo el que hay una sala polivalente subterránea. El techo es impermeable, pero deja pasar la luz a través de lamas paralelas que se pliegan a ambos laterales para tapar las medianeras vecinas. El conjunto forma una ventana que restituye la cornisa de la fachada fluvial y encuadra las vistas de la calle Verdaguer hacia las montañas. También es una puerta de acceso al casco antiguo, ya que consta de una pasarela que salva el cauce del Ter.

Tanto el porche como el puente están hechos de acero corten. La rudeza de este metal entona con la pátina de los edificios adyacentes, mientras que la diversidad de sus tratamientos entronca con la tradición metalúrgica del lugar. Pero la tradición más pertinente que retoma «La Lira» es la de las estaciones y los mercados decimonónicos que sabían quedarse a medio camino entre el edificio cerrado y el espacio abierto. Como aquellos porches cívicos, el nuevo teatro de Ripoll evita el despilfarro en cristales y climatizaciones, mientras gana versatilidad en los modos de dejarse usar y solidaridad con el contexto urbano que lo rodea.

David Bravo, arquitecto

Ver Fotos e Vídeo:
http://www.publicspace.org/es/post/mencion-especial-2014-teatro-la-lira-ripoll-espana