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4 de fevereiro de 2015

Exposición "Ciudades compartidas"

Quando:
Del 4 febrero 2015 al 15 marzo 2015

Onde:
Museum of Finnish Architecture

Programa:
"Ciudades compartidas", la exposición de las obras que han sido reconocidas como ganadoras, menciones especiales y finalistas en la octava edición del Premio Europeo del Espacio Público Urbano 2014, continúa su periplo europeo en Helsinki (Finlandia) y aterriza en el Museum of Finnish Architecture.

Ver mais:
http://www.cccb.org/es/exposicio_itinerant-ciudades_compartidas-70036

Ver também:
http://www.mfa.fi/exhibition?nid=118432383

SHARED CITIES
(4.2.2015 - 15.3.2015)

Since early history, marketplaces, parks, roads and piazzas have played an important social role as gathering places. How is public urban life expressed in Finland and abroad?

The Shared Cities exhibition examines public urban spaces in Europe.

It features the winners, four honorary mentions and eleven shortlisted projects in the European Prize for Urban Public Space 2014. Presented by Barcelona’s Centre de Cultura Contemporània every second year, the award is intended to raise awareness of the meaningful role played by public spaces in urban democracy.

The local part of the exhibition takes an in-depth look at Finland and the achievements of urban activists in Helsinki.

The exhibition was produced by the Centre de Cultura Contemporània de Barcelona (CCCB) in collaboration with the Architekturzentrum Wien (Vienna), Cité de l’Architecture et du Patrimoine (Paris), the Museum of Finnish Architecture (Helsinki), the Museum of Architecture and Design (Ljubljana) and the Deutsches Architekturmuseum (Frankfurt). The exhibition received funding from the European Union as part of the pan-European Europe City project.

http://www.publicspace.org

26 de janeiro de 2015

Exposição: O PROCESSO SAAL: ARQUITETURA E PARTICIPAÇÃO, 1974-1976

Imagem:
Artur Rosa, SAAL, 1976, pormenor de instalação, dimensões variáveis, coleção do artista, Cortesia do artista





Quando:
DE 31 OUT 2014 A 01 FEV 2015

Comissariado:
Delfim Sardo

Produção:
Fundação de Serralves

Exposição dedicada ao SAAL – Serviço Ambulatório de Apoio Local, programa arquitetónico que marcou o Portugal do pós 25 de Abril (foi iniciado em Agosto de 1974 e durou até Outubro de 1976) e que tentou, segundo um processo participativo, envolver arquitetos e populações carenciadas.
Esta foi uma aventura coletiva arrojada, que transformou a perceção de muitos arquitetos em relação à função social da sua profissão.
Coincidindo com a comemoração dos 40 anos da revolução dos cravos, esta mostra apresentará uma seleção de aproximadamente 10 projetos, com especial enfoque no Porto, em Lisboa e no Algarve, através de maquetas, documentários, filmes e testemunhos áudio. A exposição incluirá, também, obras de artistas portugueses que estiveram próximos das movimentações neste período, muitos dos quais estão representados na Coleção de Serralves ou que incorporaram no seu trabalho desta altura questões declaradamente políticas.
Obras recentes de fotógrafos contemporâneos apresentarão uma nova abordagem a este momento visionário da história recente de Portugal.

Serviço Ambulatório de Apoio Local (SAAL)
O programa SAAL foi iniciado em agosto de 1974 e extinto em outubro de 1976. Constituindo, na sua essência, a cultura arquitetónica da Revolução de 1974, o SAAL procurou resolver problemas habitacionais candentes de populações muito carenciadas numa estratégia orgânica e participada. As suas consequências para o pensamento sobre a cidade e, sobretudo, para uma visão da arquitetura como processo ativo de produção de cidadania foram marcantes, não só no contexto das rápidas transformações do Portugal dos anos 1970, mas também como momento de afirmação da arquitetura portuguesa no panorama internacional.
No entanto, podemos ainda entender o SAAL de uma forma mais abrangente: como um momento de equacionamento da cidade e das suas estratégias habitacionais e de solo; como uma possibilidade de desenvolvimento, a um tempo desburocratizado e descentralizado, mas também oriundo de uma estratégia que privilegiou o financiamento à construção através dos seus promotores e mediante projetos – numa estrutura que deveria ter constituído matéria para uma séria reflexão posterior.
Em termos teóricos, o SAAL foi também um momento de questionamento do modernismo planificador, uma centelha de abertura relativamente ao problema da relação entre a funcionalidade, a urgência e a maturação de questões arquitetónicas que se vinham a desenhar em Portugal desde a década de 1950 e que aqui conheceram o seu momento experimental.





Ver mais:
http://www.serralves.pt/pt/actividades/simposio-saal-em-retroprospetiva/#tabs1-html
http://www.serralves.pt/pt/actividades/o-processo-saal-arquitetura-e-participacao-1974-1976/?menu=249#sthash.h69xzskK.dpuf

25 de janeiro de 2015

MUSEU SAAL – MEMÓRIAS DOS MORADORES

Quando:
25 Jan 2015

Onde:
Porto - Bairro do Leal



Esta visita guiada percorre memórias não só do processo SAAL, como de uma cidade anterior, marcada pela pobreza e pela precariedade da habitação, mas também por uma aura de nostalgia que transparece hoje nos discursos sobre essa época. Memória de um tempo em que andar descalço dava direito a multa, em que se ouviam os carros de bois a passar junto à janela, em que o jornal ‘Avante’ surgia misteriosamente nas caixas de correio de quem se queria incriminar junto da PIDE-DGS, aliados às memórias de espaços que já não existem, mas cujo esqueleto ainda persiste, permitindo a reconstituição de lugares e de afectos, que nos foram sendo contados pelos moradores do Bairro do Leal.

Esta visita guiada parte da ideia de uma cartografia feita de camadas de um lugar onde, sobre as ruínas de uma antiga ilha demolida, se construiu aquilo que se pensava ser a primeira parte de um bairro novo, parte da operação SAAL/Norte. Ditou o tempo e a história que a primeira parte construída se tornasse na única parte e que o Bairro de Leal fosse hoje uma ilha – não no sentido das outras ilhas – mas uma espécie de ilha de resistência, entre ruínas e descampados, onde a comissão de moradores ainda reúne, ainda decide em assembleia, e ainda se orgulha do seu impecável livro de actas, onde se registam actos de verdadeira democracia participativa.

Ver mais:
http://www.serralves.pt/pt/actividades/museu-saal-memorias-dos-moradores/?menu=252

23 de janeiro de 2015

VISITA GUIADA À EXPOSIÇÃO PELOS REPRESENTANTES DOS MORADORES DOS BAIROS SAAL

Quando:
23 Jan 2015 - 19h30 - 20h30

Onde:
Porto - Museu de Serralves - Galerias do museu


O SAAL promoveu a participação direta de habitantes de bairros desfavorecidos em todo o país, envolvendo-os no processo de melhoria das suas próprias condições de vida.

A poucos dias do fecho da exposição, e depois de um extenso programa de atividades que a acompanhou e que promoveu vários momentos de encontro e reflexão em torno deste processo, daremos mais uma vez a palavra aos moradores, numa visita que contará com os testemunhos de António Manuel, da Associação de Moradores do Bairro das Antas, no Porto, e de Jorge Vilas, da Associação de Moradores do Bairro das Relvinhas, em Coimbra, conduzida com o apoio da Arq. Ana Vieira (arquiteta do Serviço Educativo do Museu de Serralves, assistente de curadoria do programa Ambulatório: Conversas Abertas nos Bairros SAAL Norte).

Ver mais:
http://www.serralves.pt/pt/actividades/visita-guiada-a-exposicao-pelos-representantes-dos-moradores-dos-bairos-saal/?menu=794

22 de janeiro de 2015

"Isto é Cidade" - Lançamento da 4ª edição da Revista XXI

XXI Ter Opinião nº4, Isto é Cidade

Quando:
22 Janeiro 2015 | 18h30

Onde:
Mercado da Ribeira, Av. 24 Julho nº 49, 1200-481 Lisboa

António Costa e Rui Moreira, presidentes da Câmaras Municipais de Lisboa e Porto vão debater questões relacionadas com as cidades, desde o urbanismo, novas tendências aos desafios das grandes metrópoles.
Com moderação de António José Teixeira.



Ver mais:
http://www.ffms.pt/agenda

18 de janeiro de 2015

EL RAVAL. Territorio cosmopolita

Itinerario a pie

Quando:
18 enero 2015 - 10.00h

Onde:
Barcelona - CCCB

Programa

¿Cómo favorecer la mezcla de usos, culturas y clases sin excluir a nadie?
El que había sido el sector más desfavorecido de la Barcelona enmurallada, tapiz de huertas puntuado por hospitales y conventos, es hoy el barrio más densamente poblado de la ciudad. En la evolución entre estos dos extremos, el Raval ha devenido un territorio cosmopolita a base de mezclas y contrastes, pero nunca ha conseguido librarse de los efectos de la marginalidad.

El Raval ha sido siempre un territorio al margen. Ya lo indica su propio nombre, proveniente del árabe rabad, que designa- ba a la población de las afueras de las murallas en las medinas medievales. Con el mismo nombre se estigmatizaba el barrio de los leprosos, las prostitutas u otros colectivos excluidos de la ciudad intramuros. Ni siquiera una vez incluido dentro del recinto amurallado, el Raval dejó de estar relegado a una posición retirada y tributaria. En lugar de consolidarse y fundirse con el resto de la trama urbana, el entonces Barrio de las Tapias permaneció tapizado de huertas y campos que, durante tres siglos de crisis, asedios y epidemias, constituirían una valiosa despensa para Barcelona.

El insólito hueco amurallado atraería tres tipos de instituciones que determinarían su estructura urbana. Por un lado, las órdenes religiosas, con la voluntad de alejarse del alboroto mundano sin exponerse a los peligros del campo abierto, construirían numerosas iglesias y conventos. Por el otro, se levantarían grandes centros sanitarios y de beneficencia donde los enfermos y los desvalidos pudieran disfrutar del sol y el aire libre. Más tarde, las primeras industrias barcelonesas encontrarían terrenos amplios y apartados donde poder emitir humos y ruidos sin molestar a nadie. Pero las fábricas trajeron consigo a las masas obreras y sus alrededores se poblaron de forma apresurada y precaria. Así es como las sedes religiosas y sanitarias que habían flotado en un mar de huertas y campos quedaron atrapadas dentro del espesor de un barrio que, todavía hoy, es el más densamente poblado de Barcelona.

La inversión topológica que había converti- do lo vacío en lleno se completaría con el vaciado de muchos de los grandes edificios que, como huesos de fruta, puntuaban la pulpa residencial del barrio. Algunos de ellos, desamortizados y derrocados, darían paso a nuevas plazas; otros, reconvertidos y abiertos al público, ofrecerían al barrio la diafanidad de sus patios y salones. A pesar de la fuerza estructuradora de estos huecos excepcionales, la precariedad de las vivien- das y la adyacencia del Puerto y el Paralelo atrajeron a una población tan cosmopolita como marginal. Proletarios, recién llegados sin oportunidades, artistas bohemios y forasteros de paso convertirían el barrio en un enjambre de contrastes donde burdeles y tascas convivían con tiendas y talleres. Hasta hoy, la lógica del vaciado ha intentado desenredar ese mundo subterráneo con eventraciones higienistas como la Rambla del Raval. Algunas de estas operaciones han aportado mezcla de usos y nuevas centrali- dades; otros, han gentrificado un barrio que, todavía hoy, presenta muestras alarmantes de exclusión y marginalidad.

Ver mais:
- http://www.cccb.org/es/itinerari-el_raval_territorio_cosmopolita-44608?utm_source=destacats_15012015&utm_medium=email&utm_campaign=newsletter
- http://www.cccb.org/rcs_gene/dossier_itineraris_raval.pdf

17 de janeiro de 2015

EDUARDO SOUTO DE MOURA CONVERSA COM A ASSOCIAÇÃO DE MORADORES DE S. VÍTOR

Programa "Ambulatório: Conversas abertas nos bairros do SAAL-Norte" 

Quando:
17 JAN 2015

Onde:
Auditório da Faculdade de Belas Artes do Porto, Avenida Rodrigues de Freitas, nº 265, Porto

Moderação:
José António Bandeirinha

O Bairro de São Vítor tornou-se, paradoxalmente, numa das operações SAAL mais difundidas a nível nacional e internacional, mas também, num exemplo expressivo da interrupção e do desvirtuamento desse processo nos anos sequentes a 1976. Com início em Outubro de 1975, o projeto foi coordenado pelo arquiteto Álvaro Siza, encabeçando uma brigada formada por alunos do Curso de Arquitetura da ESBAP, então envolvidos no inquérito às condições de habitação locais. A conversa, que junta um desses alunos mais entusiastas, Eduardo Souto de Moura, a um representante da Associação de Moradores de São Vítor, decorrerá no Auditório da Escola de Belas Artes do Porto, palco de acesos debates públicos durante o SAAL, entre políticos, arquitetos e alunos das Brigadas SAAL, mas sobretudo destes com os moradores em permanente reivindicação: "Casas Sim, Barracas Não”.

Ver mais:
http://www.serralves.pt/pt/actividades/eduardo-souto-de-moura-conversa-com-a-associacao-de-moradores-de-s-vitor/

16 de janeiro de 2015

Ordenar a Cidade - Newsletter 13 - Homenagem a JORGE CARVALHO


http://www.ordenaracidade.pt/


Newsletter 13 | 16 de Janeiro de 2015

Antes de tudo o mais, votos de BOM ANO!

Nesta primeira newsletter de 2015, temos o prazer de vos convidar para a homenagem preparada pelo Departamento de Ciências Sociais, Políticas e do Território (DCSPT) da Universidade de Aveiro a Jorge Carvalho.

Na sessão de abertura do segundo semestre do ano lectivo, Jorge Carvalho abordará o "Planeamento Urbanístico: uma visão diacrónica de 40 anos de profissão".

A aula terá lugar no próximo dia 11 de Fevereiro, pelas 17h, no anfiteatro 12.2.1 do DCSPT.

Até breve.

13 de dezembro de 2014

PEDRO RAMALHO CONVERSA COM A ASSOCIAÇÃO DE MORADORES DAS ANTAS

Programa "Ambulatório: Conversas abertas nos bairros do SAAL-Norte"

Quando:
13 DEZ 2014

Onde:
Associação Recreativa e Cultural "Os Fluminenses”, Praça das Flores, nº 168, Porto

Moderação:
Margarida Coelho

O Bairro das Antas resulta de uma operação SAAL com início em Outubro de 1975. O coordenador da Brigada Técnica, o arquiteto Pedro Ramalho, procurou inserir o seu projeto no tecido urbano que circunda a Rua das Antas, fortemente marcado por diferentes tipos de "ilhas” – construções do período de industrialização do Porto, tendo como base uma série de ruas interiores aos lotes, marginadas por correntezas de casas. A conversa entre o arquiteto e a Associação de Moradores das Antas decorrerá nas instalações de uma associação cultural de referência para a população local, "Os Fluminenses”, tendo como temas, não apenas o processo SAAL, mas também a progressiva (des)integração deste bairro no seio das transformações recentes operadas na zona oriental da cidade.

Ver mais:
http://www.serralves.pt/pt/actividades/pedro-ramalho-conversa-com-a-associacao-de-moradores-das-antas/#sthash.Bzb3XqHV.dpuf

2 de dezembro de 2014

2ª Conferência "Cidades Inteligentes - Cidades do Futuro"

Quando:
2 de Dezembro de 2014

Onde:
Fórum Picoas - Lisboa

Enquadramento:
Construir uma cidade inteligente é fazer despontar uma estratégia para mitigar os problemas provocados pelo crescimento urbano da população e pela rápida urbanização.
A generalização do conceito cidade inteligente obriga à sua compreensão e à análise dos diversos factores que com ele se relacionam: as infra-estruturas, a economia, a gestão e organização, a tecnologia, a governança, etc.. Estes factores formam a base de uma estrutura integrada, que ajudam a perceber a forma como as entidades públicas, em estreita cooperação com as entidades privadas, universidades e centros I & D, associações e agências locais, vão prevendo as diversas iniciativas para uma cidade inteligente.
... num momento em que vários municípios portugueses estão já a aplicar soluções inteligentes nas mais diversas áreas, desde a mobilidade, passando pela gestão de água, pela eficiência energética ou até pelos resíduos, é necessário criar um espaço de partilha de soluções e de integração, indo ao encontro do defendido pela Parceria Europeia de Inovação, na iniciativa Smart Cities and Communities, onde “é necessário juntar as cidades, a indústria e o cidadão, para melhorar a qualidade da vida urbana, através de soluções sustentáveis e integradas. Este processo inclui inovação, melhor planeamento, maior participação, maior eficiência energética, melhores soluções de transporte ou utilização inteligente das tecnologias de informação e comunicação.”
A 2ª edição desta conferência irá debruçar-se sobre as políticas, estratégias e iniciativas feitas a nível nacional e europeu, passando pelos casos concretos de municípios portugueses, mostrando os casos práticos e as aplicações que estão a ser usadas, a possibilidade da sua integração e a questão da segurança e confidencialidade dos dados.

Ver mais:
http://lisboaenova.org/pt/conferencias/2014/item/2995-conferencia-cidades-inteligentes-cidades-do-futuro-02-12-2014

28 de novembro de 2014

I Seminário Exclusão Urbana versus Direito à Cidade

Experiências de construção da inclusão em Porto, Lisboa, Braga e Coimbra

Data:
28 e 29 de Novembro

Local:
28 de Novembro – 1ª Sessão – Auditório da Junta de Freguesia do Bonfim
29 de Novembro – 2ª Sessão – Auditório da Biblioteca Municipal Publica do Porto

Organização:
Laboratório de Habitação Básica e Social / Pelouro de Habitação e Apoio Social

Co-organização:
CES-UC / CESNOVA-UNL / CISC-UM / ISSSP

Resumo

O Laboratório de Habitação Básica e Social em parceria com o Pelouro de Habitação e Apoio Social da Câmara Municipal do Porto organizam o Seminário Exclusão Urbana versus Direito à Cidade, de forma a problematizar e aprofundar o campo de reflexão nas áreas da conceptualização arquitectónica, na programação social e nas políticas de direito à cidade. Este seminário vem na continuidade do seminário de Coimbra (2014) no qual se considerou oportuno e fundamental dar continuidade à reflexão aí iniciada de forma a contribuir para uma abordagem mais sistemática, mais transversal e acima de tudo mais operacional.

Foi unanimemente considerado relevante dar continuidade à discussão e à partilha de experiências na área da habitação, da inclusão social e na reafirmação dos valores da coesão no direito à cidade.

No seminário do Porto pretende-se trazer a debate e à consideração dos pares outras experiências, outros programas, outras visões de incluir e de fazer cidade. Valorizando todas as iniciativas que se enquadram nesta perspetiva, inclusivê os programas da cidade e da cultura como instrumentos de participação, de mediação entre a cidade, os cidadãos e as instituições de programação cultural.

Procura-se, também, que este seminário promova reflexões que se possam transformar em programas operacionais na valorização do direito à habitação, a partir das ilhas e dos bairros populares, onde a memória, a morfologia, a escala, o lugar, o simbólico se transforma em instrumentos de apoio à renovação da cidade na sua dimensão física, social, ambiental e cultural.

A apresentação no 1º dia do seminário do projeto “Operação Ilha da Bela Vista” tem como objetivo dar a conhecer todo um complexo programa de intervenção arquitectónica, de renovação e de inclusão social. Onde os instrumentos de mediação entre Pelouro de Habitação e Apoio Social da Câmara Municipal do Porto, LAHB Social, Associação de Moradores foram sendo construídos e aprofundados numa lógica de empowerment social. Neste seminário temos oportunidade de lançar o Álbum Fotográfico sobre a Ilha da Bela Vista.

Ver mais:
http://cics.uminho.pt/pt/2014/11/03/ii-seminario-exclusao-urbana-versus-direito-a-cidade-experiencias-de-construcao-da-inclusao-em-porto-lisboa-braga-e-coimbra/

27 de novembro de 2014

Conferência Anual Polis 2014

Quando:
27 a 28 de Novembro

Onde:
Madrid

A reunião marca os 25 anos desta rede europeia de cidades e regiões no âmbito dos transportes.

Na conferência anual Polis 2014, os representantes de cidades, áreas metropolitanas e regiões vão poder trocar conhecimento e possíveis soluções para os respetivos desafios em matéria de transportes.

As sessões plenárias da conferência serão complementadas por sessões técnicas nas quais vão ser apresentadas as principais inovações no que diz respeito a políticas e práticas em todo o setor dos transportes.
A rede Polis (European Cities and Regions Networking for Innovative Transport Solutions) tem vindo, desde 1989, a trabalhar em conjunto com autoridades locais e regionais de vários países, no sentido de promover a mobilidade sustentável em toda a Europa.
O principal objetivo da rede é melhorar o transporte local, através de estratégias integradas que abordem as dimensões económica, social e ambiental do transporte. Para este fim, a Polis apoia o intercâmbio de experiências e a transferência de conhecimentos entre as autoridades locais e regionais europeias. Além disso, facilita o diálogo entre essas autoridades e outros atores do setor, como a indústria, centros de pesquisa e universidades, bem como organizações não governamentais.

Ver mais:
http://www.polisnetwork.eu/2014conference

24 de novembro de 2014

Conferencia "Planeta urbano: la movilidad en las ciudades del futuro"

© Imagen de Freaktography, 2012



Quando:
24 noviembre 2014 - 19.00h


Onde:
Barcelona - CCCB


Ponente:
John Urry
Moderador:
Mark Nieuwenhuijsen
Participante:
Salvador Rueda

Programa
El crecimiento urbano parece imparable. Se estima que en el año 2050 el 70% de la población vivirá en entornos urbanos y, ya hoy, algunas ciudades del mundo cuentan con una población de más de veinte millones de habitantes. Al mismo tiempo, la sociedad contemporánea se caracteriza por un estilo de vida marcado por una movilidad intensiva: megalópolis, dispersión creciente del territorio urbanizado, turismo y flujos migratorios movilizan diariamente a millones de personas. De este modo, el acceso al transporte es clave para determinar nuestra calidad de vida. Hoy, sin embargo, el uso masivo de sistemas de movilidad basados en combustibles fósiles tiene un impacto inmenso en términos medioambientales y de salud, y pone encima de la mesa retos fundamentales en un mundo cada día más urbanizado.
¿Es posible reconducir el crecimiento y la movilidad urbana hacia un futuro más saludable, sostenible y socialmente justo?

Ver mais:
http://www.cccb.org/es/curs_o_conferencia-planeta_urbano_la_movilidad_en_las_ciudades_del_futuro-47184?utm_source=destacats_20112014&utm_medium=email&utm_campaign=newsletter

JOHN URRY Y EL FIN DE LA CULTURA DEL COCHE

En un futuro distópico, el protagonista de la saga cinematográfica Mad Max vive en un mundo donde la escasez de recursos energéticos ha provocado un colapso y es la base de continuos enfrentamientos entre regiones y comunidades. El mundo que se presenta en esta serie de películas podría ser uno de los futuros posibles, quizás el más pesimista, que el sociólogo John Urry plantea en sus análisis sobre las transformaciones en el siglo XXI de una sociedad que en la última centuria se ha construido alrededor de las energías fósiles y el transporte en automóvil. Porque según John Urry, el coche en el siglo XX, no ha sido solo un fenómeno cultural sino un elemento central que ha articulado nuestra forma de vida. Sin coche, las ciudades tendrían otro mapa, otros ritmos de vida, de trabajo y el ocio sería diferente, y nuestra propia manera de concebir el individuo y su autonomía sería también otra.

Aún así, para John Urry este modelo de vida y de sociedad se encuentra en su punto y final. En las próximas décadas esta “cultura del coche” cambiará forzosamente de arriba hacia abajo y, en función de cómo la sociedad decida enfrentarse a este reto, el mundo de nuestros nietos podrá ser muy diferente. Las razones de Urry para augurar este final del coche, tal y como lo entendemos hoy, son: en primer lugar, la certeza científica de que las reservas de recursos combustibles fósiles se están acabando (y tenemos que pensar que un 98% del transporte mundial depende de ello); en segundo lugar, el impacto medioambiental del uso de estas energías sobre nuestra salud y la del planeta; y finalmente, el crecimiento de la población mundial, que hace insostenible un crecimiento proporcional del mercado automovilístico.

De hecho, esta última cuestión seguramente es la pieza fundamental de su análisis. El crecimiento de la población mundial no es un reto por si mismo sino, sobre todo, por el hecho de que todos los pronósticos sostienen que este crecimiento se producirá de manera exponencial en las ciudades. Se calcula que en el año 2050, el 70% de la población mundial vivirá en grandes ciudades y las megalópolis, aquellas ciudades con más de 10 millones de habitantes, se multiplicarán. Es decir, el futuro de nuestro planeta es un futuro urbano; y eso hace que el actual modelo social centrado en la cultura del coche tenga fecha de caducidad. Especialmente, porque hoy las ciudades ya son responsables de tres cuartas partes del consumo energético y generan tres cuartas partes de la contaminación mundial. De cómo se resuelva el crecimiento urbano de las próximas décadas depende nuestro futuro más inmediato.

Plantear una vida urbana con una calidad de vida y justicia social para todos sus habitantes pasa, por lo tanto, por repensar no solo como nos desplazamos, sino también las nociones de individualidad y de autonomía, de ocio, de vivienda y de trabajo. Las implicaciones de esta nueva forma de pensar tendrán un gran impacto en el diseño mismo de las ciudades y en la forma de vivir en ellas, y lo más probable es que es los grandes avances en el campo de las tecnologías de la información tengan un papel clave en estos nuevos modelos urbanos.

De este modo, en algún momento, la imagen tan propia del siglo XX de un hombre cogiendo el coche en un barrio suburbial para dirigirse a trabajar al centro de la ciudad no será nada más que eso: una imagen del pasado. Además, si no somos capaces de hacer esta transición de la cultura del coche y nos aferramos hasta el último momento, quizás el futuro que nos espera en unas décadas no sea muy diferente a la distopia de Mad Max.

Conferencia de John Urry el 24 de noviembre en el CCCB

Ver mais:
http://blogs.cccb.org/veus/debats/john-urry-i-la-fi-de-la-cultura-del-cotxe/?lang=es#sthash.8WTeEamY.dpuf

22 de novembro de 2014

La Sagrera - Sant Andreu - Sant Martí. Tres barrios en transformación

Itinerario en bicicleta
Visita a cargo de Bici Cultura BCN, especialistas en arquitectura y urbanismo 

Quando:
22 noviembre 2014 - 10.00h

Onde:
Barcelona - CCCB

Programa
El entorno de la Sagrera es el lugar en el que se está ejecutando la transformación urbanística de mayores dimensiones de la ciudad de Barcelona, con la construcción de la nueva gran estación ferroviaria de Barcelona para el tren de alta velocidad y la incorporación de un gran parque lineal desde el puente de Bac de Roda hasta el nudo de la Trinitat. El recorrido rodea el sector primero por encima y después por debajo. Se inicia en el barrio del Clot para ir hacia la Sagrera y Sant Andreu. Al llegar al barrio de Sant Andreu visitaremos dos operaciones destacables: la Casa Bloc, pensada como modelo de la vivienda obrera de la Generalitat Republicana, y el nuevo barrio en construcción, donde estaban los cuarteles militares de Sant Andreu. Al llegar al paseo de Santa Coloma y al nudo de la Trinitat, se regresa al punto de origen por el Bon Pastor, la Verneda y Sant Martí.

Ver mais:
http://www.cccb.org/es/itinerari-la_sagrera_sant_andreu_sant_mart_tres_barrios_en_transformacin-44614?utm_source=destacats_20112014&utm_medium=email&utm_campaign=newsletter

SÉRGIO FERNANDEZ CONVERSA COM A ASSOCIAÇÃO DE MORADORES DO LEAL

PROGRAMA "AMBULATÓRIO: CONVERSAS ABERTAS NOS BAIRROS DO SAAL-NORTE"

Quando:
22 de Novembro

Onde:
Escola Básica da Fontinha, Rua Raúl Dória, Porto

Moderação:
Alexandre Alves Costa

O Bairro do Leal resulta de uma operação SAAL com início em Outubro de 1974. O projeto assinado pelo arquiteto Sèrgio Fernandez procurava inserir pequenos conjuntos habitacionais, de modo cirúrgico, no compacto tecido urbano que medeia a Rua Faria de Guimarães e o Largo da Fontinha. No entanto, e uma vez interrompido o processo SAAL, apenas uma pequena parte foi realmente edificada, evidenciando, ainda assim, os princípios estruturadores do projeto. A conversa que juntará o arquiteto à Associação de Moradores do Leal decorrerá na Escola Básica da Fontinha, bairro no qual se ensaiaram e debateram, recentemente, novos processos de participação dos cidadãos nos destinos da cidade.

Ver mais:
http://www.serralves.pt/pt/actividades/sergio-fernandez-conversa-com-a-associacao-de-moradores-do-leal/

21 de novembro de 2014

‘A política de ordenamento do território e urbanismo e a nova arquitectura da nossa administração territorial’

Encontro Anual da Ad Urbem 2014

Quando:
21 de Novembro

Onde:
Braga

O objectivo é suscitar o debate sobre as consequências para o ordenamento do território e o desenvolvimento urbano da nova arquitectura da nossa administração territorial, nomeadamente à luz da reforma do quadro legal e regulamentar do ordenamento do território e urbanismo e dos instrumentos de intervenção territorial inscritos no Acordo de Parceria Comissão Europeia/Portugal 2014-2020, que irá servir de base ao novo ciclo de investimento com apoio comunitário.

TEMA 1 – A Política de Ordenamento do Território e Urbanismo
A Lei n.º 31/2014, de 30 de maio, que veio estabelecer novas bases da política de solos, de ordenamento do território e de urbanismo, desenvolve os programas e planos intermunicipais, ao mesmo tempo que mantém o anterior sistema de três planos municipais de ordenamento do território. Assiste-se desse modo a uma significativa ampliação dos instrumentos disponíveis para regular as transformações territoriais nos âmbitos sub-regional e local. Que consequências e que vantagens e inconvenientes terá esta opção para a prática da gestão territorial nos âmbitos municipal e intermunicipal no próximo futuro?

TEMA 2 – A Arquitectura da Organização Territorial do Estado
A política de ordenamento do território e de urbanismo deve ter um devido suporte na organização e funcionamento da administração territorial do Estado. A Lei n.º 75/2013, de 12 de Setembro, que aprova o regime jurídico das autarquias locais, dá ênfase às entidades intermunicipais, criadas no âmbito NUTS III. Que consequências terá esta opção para a prática da gestão territorial e em que medida é que essas consequências se poderão traduzir em benefícios para a sustentabilidade do território e para a melhoria do quadro de vida dos cidadãos?

TEMA 3 – O Acordo de Parceria Portugal 2020
O Acordo de Parceria, em negociação entre o Governo Português e a Comissão Europeia, tem uma forte dimensão territorial, na linha das orientações estabelecidas pela Comissão no Quadro Estratégico Comum para a elaboração dos instrumentos nacionais de programação de investimentos para o período 2014-2020. O Acordo, designado Portugal 2020, prevê um investimento significativo em “abordagens integradas de desenvolvimento territorial”, a realizar no âmbito NUTS III através da celebração de “pactos para o desenvolvimento e coesão territorial” e a concretizar através de instrumentos específicos: os ITI (investimentos territoriais integrados) e as AIDUS (acções integradas de desenvolvimento urbano sustentável). Que consequências terão estas opções para a prática da gestão territorial nos âmbitos municipal e intermunicipal no próximo futuro? Que aspectos importa salvaguardar para que o investimento previsto seja efectivamente reprodutivo na resolução dos nossos problemas de desenvolvimento territorial e urbano?




Ver mais:
http://www.adurbem.pt/content/view/1064/690/
http://www.adurbem.pt/content/view/1056/686/

19 de novembro de 2014

Public space and private lives in contemporary city

Mid-term Conference
ESA – European Sociological Association, Research Network 37 " Urban Sociology"

Quando:
19, 20, 21, 22 de Novembro de 2014


Onde:
Lisboa

Today, there is a renewed interest in urban issues and urban questions have gained a new focus in public policies and public debate. Themes such as public spaces, suburbs, urban security, urban violence, ways of inhabiting, transitions from rural to urban, neighborhood and proximity, urban inequalities, etc.; returned to the sociological debate with an unexpected force in globalization times. Research is also debating the impact of current economic crisis on urban life, and how to re-think cities on the aftermath. Being an area with a cumulative critical thought, Urban Sociology’s contribution is key for the development of the discipline as a whole, and for the understanding of our multiple and unachieved modernities.

Ver mais:
http://esaurbansociology2014.wordpress.com

14 de novembro de 2014

COLÓQUIO INTERNACIONAL 74 14 SAAL # ARQUITECTURA

Quando:
14, 15 e 16 de novembro de 2014

Onde:
Universidade de Coimbra

Quem organiza:
O Centro de Estudos Sociais, em parceria com a Fundação de Serralves.



O protocolo com a Fundação de Serralves realiza-se no âmbito da exposição O PROCESSO SAAL: ARQUITETURA E PARTICIPAÇÃO, 1974-1976, patente no Museu de Serralves,de 31 outubro 2014 a 01 fevereiro 2015 e do SIMPÓSIO SAAL: EM RETROPROSPECTIVA (Auditório da Fundação de Serralves, 10 de maio de 2014).

O objetivo do do colóquio é debater o SAAL, Serviço de Apoio Ambulatório Local, enquanto modelo histórico, à luz da circunstância contemporânea. O SAAL serve, ainda hoje, para questionar e debater os temas e desafios que nos põem a questão da habitação, bem como a sua relação de proximidade com a arquitetura.

Em 1974-76, o SAAL surgiu como um serviço descentralizado e desburocratizado, inserindo-se nos processos complexos da relação tripartida entre o Estado, os moradores pobres e os arquitetos. E produziu habitações. E produziu reflexão séria e consciente sobre a cidade e os seus processos de planeamento. E produziu arquitetura.

Os colóquios propõem-se reflectir e debater sobre as possibilidades contemporâneas de recurso aos ensinamentos contidos nesse processo histórico, redefinindo os contornos contextuais da atualidade e observar todos os condicionalismos das diferenças. Desdobrará essa reflexão sobre quatro planos convergentes e indissociáveis esperando que a ampliação de pontos de vista contidos em cada um desses desdobramentos contribua para uma síntese mais completa.

74 14 SAAL ARQUITECTURA # PORTUGUESA
A importância do SAAL para o devir, e para o momento contemporâneo, da arquitetura portuguesa. De facto, a produção arquitetónica em Portugal internacionaliza-se com o SAAL, chegando mesmo, em momentos específicos, a hegemonizar as atenções da crítica europeia. No entanto, não deixou nunca de ter uma importância relativa, e residual, no contexto político-administrativo da governação local.

74 14 SAAL ARQUITECTURA # AUTÓNOMA
Outra das secções incidirá sobre a complexa teia de relações e de interdependências entre a arquitetura e a encomenda, no caso mais relevante, entre arquitetura e poder. Dada a sua complexa e imbricada interacção entre pólos — comitente, arquiteto, utilizador — o SAAL é um ótimo pretexto para reflectir sobre a subsistência de uma ideia autonómica para a arquitetura em face de preponderância extrema de qualquer desses pólos.

74 14 SAAL ARQUITECTURA # INCLUSIVA
A terceira das secções refletirá sobre o modo como o SAAL veio a incidir nas possibilidades de enraizamento social da ideia de habitação em meio urbano, sobre o direito à cidade. O processo do movimento de moradores nos anos 1970 em Portugal, particularmente o que envolveu o processo SAAL, correspondeu a um momento histórico riquíssimo na construção de uma ideia de cidade mais inclusiva, a partir do envolvimento dos habitantes mais pobres, por um lado, e do acesso dessas comunidades à edificação da sua própria ideia de cidade, por outro. Como se podem estabelecer paralelos com a realidade global contemporânea?

74 14 SAAL ARQUITECTURA # TRANSRELACIONAL
Por fim, há a considerar o significado acrescido que o SAAL veio trazer à amplitude das interacções disciplinares que, desde sempre, animaram as tensões metodológicas das práticas arquitectónicas. Hoje, mais do que nunca, há que reflectir sobre essas tensões históricas.

Atividade no âmbito do Núcleo de Estudos sobre Cidades, Cultura e Arquitectura (CCArq)

Ver mais:
http://www.ces.uc.pt/eventos/saal/index.php?id=9686&id_lingua=1&pag=9687