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1 de julho de 2015

Un bâtiment, combien de vies ?

La transformation comme acte de création

Quando:
mercredi 17 décembre 2014 - lundi 28 septembre 2015

Onde:
Paris - Cité de l'architecture & du patrimoine

Le propos de cette exposition à dimension éthique, fuyant toute idée nostalgique, est de recentrer le débat sur la métamorphose du patrimoine moderne (de la mi-XIXe à la fin du XXe siècle), et notamment celui des Trente glorieuses , le moins considéré et le plus en danger, car souvent jugé plus facilement renouvelable, pour ne pas dire plus aisément «jetable»

L’exposition fait le point sur ce sujet indissociable de la question urbaine : la réutilisation pour ouvrir la voie à une renaissance, le recyclage pour stimuler de nouveaux usages.

Ce type de « transgression » – se distinguant de la restauration et de la réhabilitation – est appelé à se banaliser dans le processus de la réversibilité de la ville contemporaine. Réutiliser, recycler, c’est la logique de l’époque, une démarche qui s’apprécie à l’aune des stratégies à déployer dans une optique durable. «Le durable, c’est le transformable», affirme Christian de Portzamparc. Réversibilité rime alors avec mutabilité. Il s’agit de donner une 2e vie (voire une 3e) à des architectures de qualité comme à des constructions bien plus banales. Longtemps, ce type d’opération de rénovation a été considéré comme relevant de la technique et d’une simple mise aux normes ou en conformité, l’enjeu est ici de démontrer qu’il s’agit d’un acte de création à part entière.

À travers huit thèmes – de l’évidence patrimoniale à la reconquête du banal en passant par le recyclage au profit de l’habitat et l’infrastructure, source d’architecture –, 72 projets et réalisations en France et en Europe sont présentés. Chaque thème est traité à travers trois projets, le plus souvent deux en France, un à l’étranger. Les projets présentés au fil des neuf mois d’exposition sont actualisés tous les trois mois.

Une timeline (1960-2014) résume les étapes de la démarche de transformation dans le monde sur cinquante ans. Six entretiens avec des architectes qui ont opéré plusieurs transformations nourrissent des approches diversifiées.






Ver mais:
http://www.citechaillot.fr/fr/expositions/expositions_temporaires/25628-un_batiment_combien_de_vies.html

Exposição "Paisagem como arquitetura"

A partir das obras de João Gomes da Silva e Paulo David

Quando:
5 maio a 19 julho - de terça a domingo

Onde:
Lisboa - CCB - Garagem Sul

Paisagem como Arquitetura é uma exposição que parte das colaborações entre os arquitetos Paulo David (n. Funchal, 1959) e João Gomes da Silva (n. Lisboa, 1962) e pretende explorar as diferentes formas como a paisagem se desenvolve enquanto lugar construído pela arquitetura.
Ao lugar espontâneo, criado pelo tempo e pelas forças terrenas imprevisíveis, contrapõe-se uma outra espécie de lugar cuja origem é o engenho humano e a sua capacidade de fazer paisagem, fabricar o tempo e dar origem ao novo.
Trata-se de, através de um conjunto significativo de gestos arquitetónicos, explorar o modo como a paisagem é palco do confronto humano com a história e com a natureza (lugar da nossa biografia) e como expressa a necessidade humana de ordenar o mundo e, simultaneamente, o desejo de construir o futuro (condição humana da natalidade).

Esta exposição desenvolve-se a dois tempos: por um lado propõe, pela primeira vez, a apresentação e reflexão sobre a obra de dois arquitetos fundamentais para a compreensão da cultura arquitetónica portuguesa. Não se trata de exaustiva e cronologicamente apresentar os seus trabalhos, mas a partir da singularidade e pertinência (material, formal, reflexiva, processual) de alguns dos seus projetos caracterizar as linhas de força e o pensamento gerado por aquelas práticas arquitetónicas.
Por outro lado, pretende assumir-se esta exposição como plataforma de reflexão e debate de importantes conceitos como paisagem, construção, história, biografia, desejo na sua relação com as diferentes modalidades do exercício contemporâneo da arquitetura.

Ver mais:
- https://www.ccb.pt/Default/pt/GaragemSul/Exposicoes/Exposicao?A=168
- http://www.arquitectos.pt/?no=2020495545,153

4ª edição da Trienal de Arquitectura de Lisboa

“Constelações, Uma Pausa para a Utopia” é o leitmotiv da 4ª edição da Trienal de Arquitectura de Lisboa (TAL), que vai decorrer entre Outubro e Dezembro de 2016.

... uma programação que pretende “delinear um 'estado de arte' da cultura arquitectónica e comunicar a um público alargado as raízes profundas que a arquitectura tem na organização da nossa sociedade”.

A estrutura programática da 4ª edição da TAL organiza-se em torno de três exposições nucleares:

- A Forma da Forma, no Museu da Electricidade que vai “explorar a natureza da forma arquitectónica. Três arquitectos , cujo trabalho é marcado por uma intensa investigação formal, são convidados a construir uma reflexão a partir da selecção de exemplos históricos, sublinhando a permanência da forma e a sua capacidade para condensar um conjunto de valores em qualquer coisa visível. A exposição deverá funcionar como uma 'conversa' entre os 3 arquitectos que seleccionarão exemplos de uma base de dados online com casos de estudo”, refere o dossier de imprensa;

- Na Obra, a exposição que estará patente na Fundação Calouste Gulbenkian, baseia-se na ideia de que os “estaleiros de obra são como performances públicas”. “Com as mudanças recentes nas práticas da construção e na organização do estaleiro de obra, até que ponto a prática da arquitectura se transformou? Esta exposição irá tratar esta questão através de exemplos históricos”;

- Na Garagem Sul do CCB, a Exposição intitular-se-à “O Mundo nos Nossos Olhos”. “Os arquitectos sempre contribuíram para o conhecimento e debate da realidade urbana. Fazem-no através do Projecto, mas também através do estudo da transformação das cidades tendo em vista a geração de novas possibilidades de entendimento e criação do espaço fisico. Esta exposição foca dois aspectos desse olhar”, refere a organização.

Em várias localizações em Lisboa e na cintura urbana, a Trienal pretende reproduzir o efeito de Constelação, que dá mote à edição, através de um “conjunto de várias exposições que, sem estabelecer diálogo com as exposições centrais, vão ensaiar formas alternativas de enunciar questões e expor conteúdos. Trata-se de exposições com menor dimensão física mas de grande intensidade temática”. Duas destas exposições serão resultado de um concurso público que será anunciado em Março de 2015.

Nesta 4ª edição, repete-se o Concurso Universidades que se destina aos estudantes de arquitectura e se realiza em colaboração com universidades portuguesas, com o objectivo de “fazer um ponto da situação das competências e qualidades do ensino de arquitectura em Portugal”. Este concurso vai decorrer no Palácio Sinel de Cordes, sede da TAL.

Não uma, como foi norma nas edições anteriores, mas três conferências terão lugar na semana de 15 a 19 de Novembro, associadas às três exposições centrais. Serão debates que “trarão a palco arquitectos, investigadores e actores destacados do panorama internacional da arquitectura”. Nomes de oradores só serão conhecidos no primeiro semestre de 2015.

A programação de Constelações será concentrada em três momentos:
- na semana de abertura, que decorre de 6 a 8 de Outubro;
- num momento intermédio a ter lugar entre 15 e 19 de Novembro;
- e no encerramento das Exposições que decorrerá de 9 a 11 de Dezembro.

À imagem de edições anteriores, também os curadores desta pretendem “constituir uma cartografia mais ampla das dinâmicas que existem em Lisboa em torno da arquitectura”, pelo que estão a “instigar-se agentes culturais e arquitectos da cidade a produzirem eventos paralelos à programação central” da Trienal 2016 e que constituirão os Projectos Associados.
...

“A Trienal Constelações não se foca num tema específico e abarca um longo espectro de posições contemporâneas sobre a prática da arquitectura. Essas posições serão apresentadas segundo várias frentes, nomeadamente através dos seus aspectos estéticos, técnicos, sociais e políticos”, refere a organização.

Ver mais:
http://www.arquitectos.pt/?no=2020495338,155

18 de junho de 2015

Exposición "Piso Piloto"

Quando:
Barcelona - del 4 junio 2015 al 25 octubre
Medellín - del 24 de junio al 24 de octubre

Onde:
Barcelona | Espanha - CCCB
Medellín, Colombia - Museo de Antioquia

En las últimas décadas, tanto Medellín como Barcelona se han distinguido ante el mundo por haber impulsado un urbanismo inclusivo que ha puesto muchos espacios públicos al servicio de la redistribución social. Aun así, como tantas otras ciudades del mundo, ambas tienen todavía pendiente la asignatura urgente de garantizar el derecho a la vivienda.
Más que una exposición, Piso Piloto es una convocatoria coral de Barcelona y Medellín para hacer surgir el debate y presentar un conjunto de propuestas que respondan a las problemáticas o a los retos más importantes que tienen que afrontar estas dos ciudades en torno al tema de la vivienda.

La exposición se estructura en tres partes:
- La primera, El problema de la vivienda,muestra las problemáticas actuales en torno a esta cuestión: desde el fenómeno de los pisos vacíos hasta las paradojas de la gentrificación, y despliega los datos más significativos en cada caso.
- El siguiente apartado, La vivienda como solución, recoge una multitud de propuestas elaboradas por parte de diferentes agentes –grupos de investigación universitaria, administraciones, organizaciones sociales, etc.– para responder a los problemas planteados.
- El tercer y último espacio es conclusivo y, en forma de tres conceptos básicos –Reformar, Cohabitar y Cooperar–,sintetiza las posibles soluciones (retos), argumentadas por especialistas de distintos ámbitos.

Ver mais:
http://cccb.org/es/exposicio-piso_piloto-128989

11 de abril de 2015

Exposição “Duas visões do Montijo: o contributo da iconografia para o conhecimento da evolução do centro histórico da cidade”

Quando:
a partir de 11 de abril | 15h30

Onde:
Montijo - Galeria Municipal

Exposição no âmbito do ciclo de conferências “Os centros históricos e as oportunidades da reabilitação urbana”

A partir dos trabalhos de reabilitação que conduziram à recente delimitação de uma Área de Reabilitação Urbana (ARU) na cidade do Montijo, serão dados a conhecer dois documentos iconográficos fundamentais que retratam dois momentos da formação da urbe montijense:
a aguarela do pintor e arquiteto florentino Pier Maria Baldi de 1669;
. a planta topográfica da sede do Município, à escala de 1:1000, de 1938.

A apresentação destes documentos originais é complementada com fotos e outras ilustrações que contribuem para a compreensão da evolução urbana da localidade de Aldeia Gallega à atual cidade do Montijo.
 
Ver mais:
- http://www.mun-montijo.pt/NR/rdonlyres/7608110F-FD0E-4814-A23D-446EFC0FB81C/0/Conferências_Programa_2.pdf
http://www.metronews.com.pt/2015/04/07/ciclo-de-conferencias-sobre-centros-historicos-no-montijo/

4 de fevereiro de 2015

Exposición "Ciudades compartidas"

Quando:
Del 4 febrero 2015 al 15 marzo 2015

Onde:
Museum of Finnish Architecture

Programa:
"Ciudades compartidas", la exposición de las obras que han sido reconocidas como ganadoras, menciones especiales y finalistas en la octava edición del Premio Europeo del Espacio Público Urbano 2014, continúa su periplo europeo en Helsinki (Finlandia) y aterriza en el Museum of Finnish Architecture.

Ver mais:
http://www.cccb.org/es/exposicio_itinerant-ciudades_compartidas-70036

Ver também:
http://www.mfa.fi/exhibition?nid=118432383

SHARED CITIES
(4.2.2015 - 15.3.2015)

Since early history, marketplaces, parks, roads and piazzas have played an important social role as gathering places. How is public urban life expressed in Finland and abroad?

The Shared Cities exhibition examines public urban spaces in Europe.

It features the winners, four honorary mentions and eleven shortlisted projects in the European Prize for Urban Public Space 2014. Presented by Barcelona’s Centre de Cultura Contemporània every second year, the award is intended to raise awareness of the meaningful role played by public spaces in urban democracy.

The local part of the exhibition takes an in-depth look at Finland and the achievements of urban activists in Helsinki.

The exhibition was produced by the Centre de Cultura Contemporània de Barcelona (CCCB) in collaboration with the Architekturzentrum Wien (Vienna), Cité de l’Architecture et du Patrimoine (Paris), the Museum of Finnish Architecture (Helsinki), the Museum of Architecture and Design (Ljubljana) and the Deutsches Architekturmuseum (Frankfurt). The exhibition received funding from the European Union as part of the pan-European Europe City project.

http://www.publicspace.org

26 de janeiro de 2015

Exposição: O PROCESSO SAAL: ARQUITETURA E PARTICIPAÇÃO, 1974-1976

Imagem:
Artur Rosa, SAAL, 1976, pormenor de instalação, dimensões variáveis, coleção do artista, Cortesia do artista





Quando:
DE 31 OUT 2014 A 01 FEV 2015

Comissariado:
Delfim Sardo

Produção:
Fundação de Serralves

Exposição dedicada ao SAAL – Serviço Ambulatório de Apoio Local, programa arquitetónico que marcou o Portugal do pós 25 de Abril (foi iniciado em Agosto de 1974 e durou até Outubro de 1976) e que tentou, segundo um processo participativo, envolver arquitetos e populações carenciadas.
Esta foi uma aventura coletiva arrojada, que transformou a perceção de muitos arquitetos em relação à função social da sua profissão.
Coincidindo com a comemoração dos 40 anos da revolução dos cravos, esta mostra apresentará uma seleção de aproximadamente 10 projetos, com especial enfoque no Porto, em Lisboa e no Algarve, através de maquetas, documentários, filmes e testemunhos áudio. A exposição incluirá, também, obras de artistas portugueses que estiveram próximos das movimentações neste período, muitos dos quais estão representados na Coleção de Serralves ou que incorporaram no seu trabalho desta altura questões declaradamente políticas.
Obras recentes de fotógrafos contemporâneos apresentarão uma nova abordagem a este momento visionário da história recente de Portugal.

Serviço Ambulatório de Apoio Local (SAAL)
O programa SAAL foi iniciado em agosto de 1974 e extinto em outubro de 1976. Constituindo, na sua essência, a cultura arquitetónica da Revolução de 1974, o SAAL procurou resolver problemas habitacionais candentes de populações muito carenciadas numa estratégia orgânica e participada. As suas consequências para o pensamento sobre a cidade e, sobretudo, para uma visão da arquitetura como processo ativo de produção de cidadania foram marcantes, não só no contexto das rápidas transformações do Portugal dos anos 1970, mas também como momento de afirmação da arquitetura portuguesa no panorama internacional.
No entanto, podemos ainda entender o SAAL de uma forma mais abrangente: como um momento de equacionamento da cidade e das suas estratégias habitacionais e de solo; como uma possibilidade de desenvolvimento, a um tempo desburocratizado e descentralizado, mas também oriundo de uma estratégia que privilegiou o financiamento à construção através dos seus promotores e mediante projetos – numa estrutura que deveria ter constituído matéria para uma séria reflexão posterior.
Em termos teóricos, o SAAL foi também um momento de questionamento do modernismo planificador, uma centelha de abertura relativamente ao problema da relação entre a funcionalidade, a urgência e a maturação de questões arquitetónicas que se vinham a desenhar em Portugal desde a década de 1950 e que aqui conheceram o seu momento experimental.





Ver mais:
http://www.serralves.pt/pt/actividades/simposio-saal-em-retroprospetiva/#tabs1-html
http://www.serralves.pt/pt/actividades/o-processo-saal-arquitetura-e-participacao-1974-1976/?menu=249#sthash.h69xzskK.dpuf

25 de janeiro de 2015

MUSEU SAAL – MEMÓRIAS DOS MORADORES

Quando:
25 Jan 2015

Onde:
Porto - Bairro do Leal



Esta visita guiada percorre memórias não só do processo SAAL, como de uma cidade anterior, marcada pela pobreza e pela precariedade da habitação, mas também por uma aura de nostalgia que transparece hoje nos discursos sobre essa época. Memória de um tempo em que andar descalço dava direito a multa, em que se ouviam os carros de bois a passar junto à janela, em que o jornal ‘Avante’ surgia misteriosamente nas caixas de correio de quem se queria incriminar junto da PIDE-DGS, aliados às memórias de espaços que já não existem, mas cujo esqueleto ainda persiste, permitindo a reconstituição de lugares e de afectos, que nos foram sendo contados pelos moradores do Bairro do Leal.

Esta visita guiada parte da ideia de uma cartografia feita de camadas de um lugar onde, sobre as ruínas de uma antiga ilha demolida, se construiu aquilo que se pensava ser a primeira parte de um bairro novo, parte da operação SAAL/Norte. Ditou o tempo e a história que a primeira parte construída se tornasse na única parte e que o Bairro de Leal fosse hoje uma ilha – não no sentido das outras ilhas – mas uma espécie de ilha de resistência, entre ruínas e descampados, onde a comissão de moradores ainda reúne, ainda decide em assembleia, e ainda se orgulha do seu impecável livro de actas, onde se registam actos de verdadeira democracia participativa.

Ver mais:
http://www.serralves.pt/pt/actividades/museu-saal-memorias-dos-moradores/?menu=252

23 de janeiro de 2015

VISITA GUIADA À EXPOSIÇÃO PELOS REPRESENTANTES DOS MORADORES DOS BAIROS SAAL

Quando:
23 Jan 2015 - 19h30 - 20h30

Onde:
Porto - Museu de Serralves - Galerias do museu


O SAAL promoveu a participação direta de habitantes de bairros desfavorecidos em todo o país, envolvendo-os no processo de melhoria das suas próprias condições de vida.

A poucos dias do fecho da exposição, e depois de um extenso programa de atividades que a acompanhou e que promoveu vários momentos de encontro e reflexão em torno deste processo, daremos mais uma vez a palavra aos moradores, numa visita que contará com os testemunhos de António Manuel, da Associação de Moradores do Bairro das Antas, no Porto, e de Jorge Vilas, da Associação de Moradores do Bairro das Relvinhas, em Coimbra, conduzida com o apoio da Arq. Ana Vieira (arquiteta do Serviço Educativo do Museu de Serralves, assistente de curadoria do programa Ambulatório: Conversas Abertas nos Bairros SAAL Norte).

Ver mais:
http://www.serralves.pt/pt/actividades/visita-guiada-a-exposicao-pelos-representantes-dos-moradores-dos-bairos-saal/?menu=794

14 de novembro de 2014

COLÓQUIO INTERNACIONAL 74 14 SAAL # ARQUITECTURA

Quando:
14, 15 e 16 de novembro de 2014

Onde:
Universidade de Coimbra

Quem organiza:
O Centro de Estudos Sociais, em parceria com a Fundação de Serralves.



O protocolo com a Fundação de Serralves realiza-se no âmbito da exposição O PROCESSO SAAL: ARQUITETURA E PARTICIPAÇÃO, 1974-1976, patente no Museu de Serralves,de 31 outubro 2014 a 01 fevereiro 2015 e do SIMPÓSIO SAAL: EM RETROPROSPECTIVA (Auditório da Fundação de Serralves, 10 de maio de 2014).

O objetivo do do colóquio é debater o SAAL, Serviço de Apoio Ambulatório Local, enquanto modelo histórico, à luz da circunstância contemporânea. O SAAL serve, ainda hoje, para questionar e debater os temas e desafios que nos põem a questão da habitação, bem como a sua relação de proximidade com a arquitetura.

Em 1974-76, o SAAL surgiu como um serviço descentralizado e desburocratizado, inserindo-se nos processos complexos da relação tripartida entre o Estado, os moradores pobres e os arquitetos. E produziu habitações. E produziu reflexão séria e consciente sobre a cidade e os seus processos de planeamento. E produziu arquitetura.

Os colóquios propõem-se reflectir e debater sobre as possibilidades contemporâneas de recurso aos ensinamentos contidos nesse processo histórico, redefinindo os contornos contextuais da atualidade e observar todos os condicionalismos das diferenças. Desdobrará essa reflexão sobre quatro planos convergentes e indissociáveis esperando que a ampliação de pontos de vista contidos em cada um desses desdobramentos contribua para uma síntese mais completa.

74 14 SAAL ARQUITECTURA # PORTUGUESA
A importância do SAAL para o devir, e para o momento contemporâneo, da arquitetura portuguesa. De facto, a produção arquitetónica em Portugal internacionaliza-se com o SAAL, chegando mesmo, em momentos específicos, a hegemonizar as atenções da crítica europeia. No entanto, não deixou nunca de ter uma importância relativa, e residual, no contexto político-administrativo da governação local.

74 14 SAAL ARQUITECTURA # AUTÓNOMA
Outra das secções incidirá sobre a complexa teia de relações e de interdependências entre a arquitetura e a encomenda, no caso mais relevante, entre arquitetura e poder. Dada a sua complexa e imbricada interacção entre pólos — comitente, arquiteto, utilizador — o SAAL é um ótimo pretexto para reflectir sobre a subsistência de uma ideia autonómica para a arquitetura em face de preponderância extrema de qualquer desses pólos.

74 14 SAAL ARQUITECTURA # INCLUSIVA
A terceira das secções refletirá sobre o modo como o SAAL veio a incidir nas possibilidades de enraizamento social da ideia de habitação em meio urbano, sobre o direito à cidade. O processo do movimento de moradores nos anos 1970 em Portugal, particularmente o que envolveu o processo SAAL, correspondeu a um momento histórico riquíssimo na construção de uma ideia de cidade mais inclusiva, a partir do envolvimento dos habitantes mais pobres, por um lado, e do acesso dessas comunidades à edificação da sua própria ideia de cidade, por outro. Como se podem estabelecer paralelos com a realidade global contemporânea?

74 14 SAAL ARQUITECTURA # TRANSRELACIONAL
Por fim, há a considerar o significado acrescido que o SAAL veio trazer à amplitude das interacções disciplinares que, desde sempre, animaram as tensões metodológicas das práticas arquitectónicas. Hoje, mais do que nunca, há que reflectir sobre essas tensões históricas.

Atividade no âmbito do Núcleo de Estudos sobre Cidades, Cultura e Arquitectura (CCArq)

Ver mais:
http://www.ces.uc.pt/eventos/saal/index.php?id=9686&id_lingua=1&pag=9687

29 de outubro de 2014

CONFERENCIA - SMART TICKETING: Inteligência na Mobilidade + BUGA

Quando:
29 de Outubro

Onde:
Aveiro - (Edifício Antiga Capitania) Assembleia Municipal

Aproveitando o encontro de trabalho final do projeto europeu SITE que se realiza em Aveiro, esta sessão aberta à participação pública, pretende discutir o papel da bilhética inteligente como forma de ligar os vários modos de mobilidade e transportes, integrando-os e dando-lhes continuidade. No âmbito do projeto de regeneração da BUGA, pretendemos ainda avaliar como um sistema de bicicletas públicas partilhadas pode integrar o Transporte Público, preenchendo hiatos na continuidade das viagens. Apresentamos os cenários em que a regeneração da BUGA poderá ser efetivada, bem como os outros parceiros do SITE apresentarão os resultados nas cidades de Gijón e San Sebastian, em Espanha, de Nantes, em França, de Liverpool, em Inglaterra e de Dublin, na Irlanda.































EXPOSIÇÃO Bicicletas & Sistemas de Bicicletas Partilhadas

Simultaneamente realiza-se uma exposição  organizada pela Plataforma Tecnológica da Bicicleta e Mobilidade Suave da Universidade de Aveiro, centrada no universo da Bicicleta, com enfoque particular em Sistemas de Bicicletas Partilhadas.

Ver mais:
http://files.cm-aveiro.pt/XPQ5FaAXX44607aGdb9zMjjeZKU.pdf
http://www.cm-aveiro.pt/www/Templates/TONewDetail.aspx?id_object=43008&indexnew=1
http://www.ua.pt/ptbicicleta/

20 de junho de 2014

Inauguração da exposição CCB - Cidade Aberta e Daniel Malhão Fotografias



Quando:
20 de Junho, às 18h00

Onde:
Lisboa - CCB - Centro de Reuniões


1 de junho de 2014

Des architectes inspirés par un monde meilleur

SABINE GRANDADAM

COURRIER INTERNATIONAL
21 MAI 2014

CITÉ DE L'ARCHITECTURE

Une exposition organisée par la Cité de l'architecture à Paris fait la part belle à des architectes du monde entier dont le travail s'inscrit dans une démarche plus écologique et plus centrée sur les besoins futurs de 9 milliards d'humains. Quelques exemples.

Le Parque Biblioteca España, bâtiment culturel abritant une bibliothèque, de l'architecte colombien Giancarlo Mazzanti (Diana Moreno)

"Qu'est-ce qui différencie les bâtiments durables des autres ?" s'interroge l'architecture suisse Bob Gysin dans la Neue Zürcher Zeitung.

Ils sont davantage qu'une simple construction répondant à des normes à la fois écologiques, économiques et sociales. Incontournables, ces critères ne se suffisent pas toutefois pas à eux-mêmes. La vraie différence qui caractérise une construction durable, estime la Neue Zürcher Zeitung, c'est l'identité culturelle et sociale qu'elle véhicule et qui permettra d'enraciner la dimension écologique dans l'avenir de nos sociétés.

C'est précisément la démarche qui caractérise les lauréats du Global Award for Sustainable Architecture exposés à la Cité de l'architecture et du patrimoine à Paris (21 mai au 6 octobre 2014). Chacun à sa façon, ils illustrent un engagement professionnel fort au service d'une architecture plus humaine et tout aussi inventive. De Medellín en Colombie à Hangzhou en Chine, en passant par le Burkina Faso, ces architectes ont choisi de s'écarter des projets d'image et de centrer leur travail sur le devenir de l'homme dans la spirale des problématiques actuelles de démographie, d'espace, d'inégalités et d'urbanisation.

Transformation sociale

En témoigne Giancarlo Mazzanti, un architecte colombien originaire de Barranquilla qui a choisi de consacrer son œuvre à "la transformation sociale". Il a participé, à Medellín, à l'ambitieuse refondation sociale que s'est fixée l'équipe munipicale depuis plus de dix ans pour en finir avec une ville fragmentée et violente. Giancarlo Mazzanti a notamment imaginé le Parque Biblioteca España, une infrastructure devenue emblématique du projet municipal. Construit au pied d'un bidonville, où rien n'existait auparavant que la pente séparant la ville prospère des quartiers de misère, le "parc-bibliothèque" est un ensemble architectural et d'aménagement urbain dédié aux services publics et aux loisirs pédagogiques.

"Je suis ému quand quelqu'un du quartier vient me dire que c'est exactement cela dont sa communauté avait besoin, confiait Giancarlo Mazzanti au quotidien de Medellín El Heraldo. "Rien n'est plus beau que de constater que les gens s'approprient le bâtiment, en font usage et de voir que cela induit un changement favorable". Autre continent, même approche dans un tout autre contexte, rural et sahélien. Au Burkina Faso, Diébédo Francis Kéré a concilié nécessité, impératifs économiques et climat. Natif de Gando, dans le centre-est du pays, il vit aujourd'hui à Berlin et "s'investit pour la réalisation de multipes œuvres à caractère social au Burkina et ailleurs", écrit le site burkinabé Lefaso.net.

Après avoir créé en Allemagne une association, "Des briques pour l'école de Gando" [Schulbausteine für Gando], l'architecte a mené à bien la construction d'une école s'inspirant de "la construction traditionnelle en terre, par nature provisoire, mais en [...] utilisant de nouveaux principes pour un faire une construction durable ayant de bonnes qualités techniques", expliquait-il au journal. Ce projet reçoit en 2004 le prix d'architecture Aga Khan Award. De l'école au gymnase et aux logements des enseignants, le projet Gando est devenu pour Francis Kéré le symbole d'une architecture durable parfaitement adaptée aux conditions locales. "Dans son travail, commente le magazine allemand d'architecture Baumeister, Kéré ne se met pas le climat à dos, il avance de concert avec lui, intègre des ventilations transversales pour inviter le vent dans son bâtiment."

Renouer avec une tradition éprouvée

Trop longtemps, "l'architecture durable a été l'objet des visions et des utopies de quelques-uns", poursuit la Neue Zürcher Zeitung.
Mais l'époque pousse aujourd'hui les architectes à prendre pleinement possession du sujet. Comme Wang Shu, premier lauréat chinois du prix d'architecture Pritzker, qui a voulu "s'éloigner de la clinquante architecture commerciale de marbre et de verre qui a accompagné le boom urbain de la Chine", écrit le New York Times.
Avec le campus de la China Academy of Arts de Huangzhou, qu'il a réalisé, M. Shu a démontré que même des projets de grande envergure pouvaient tout à la fois renouer avec des matériaux et un style de construction traditionnels, répondre à des impératifs de coûts modestes, notamment grâce au recyclage, et faire œuvre contemporaine.

L'architecte de Huangzhou revendique avec audace des choix plus mesurés et plus proches des besoins de la population, dans une Chine à l'urbanisation galopante dont il regrette le mimétisme à l'égard de l'Occident. "La Chine a-t-elle vraiment besoin de recourir à des constructions géantes qui lui servent d'icônes ? Ne pourrait-elle pas trouver des moyens plus intelligents de relever les défis écologiques et environnementaux ?" cite le New York Times. Une question à laquelle M. Shu ne cesse de répondre en développant un choix alternatif, une "reconstruction contemporaine de l'architecture locale chinoise".

Ler artigo completo:
http://www.courrierinternational.com/revue-de-presse/2014/05/21/des-architectes-inspires-par-un-monde-meilleur?page=all

21 de maio de 2014

Exposition "Réenchanter le monde" - Architecture, ville, transitions

Quando:
21 mai 2014 - 06 octobre 2014

Onde:
Paris - Cité de l'architecture et du patrimoine

Cette exposition conçue avec les 40 lauréats (2007-2014) du Global Award for Sustainable Architecture interroge la mission de l’architecte à l’ère des Grandes transitions : démographique, urbaine, écologique, énergétique, industrielle...

Ces architectes viennent du monde entier et rien n’est plus divers que leurs univers respectifs mais ils ont construit une démarche commune sur une façon d’aborder l’avenir et cet engagement leur confère une autorité dans le débat sur le devenir du monde habité.

Plus de 200 projets inédits exposent comment réenchanter la condition humaine, en affrontant transitions et ruptures sur leur propre terrain. Il s’agit moins de montrer des bâtiments que de raconter leur histoire, particulière : une appropriation active par les hommes, des programmes qu’on invente, des modèles usés qu’on casse, une matière qu’on transforme, des savoirs qui s’échangent à travers le monde, des chantiers qui sont des laboratoires ou des leviers d’émancipation.

Ils illustrent ainsi un Manifeste en faveur d’une architecture de résistance et de transformation du réel, dans ses enjeux les plus cruciaux : construire une civilisation urbaine, loger 9 milliards d’humains, protéger la nature et ses ressources, accomplir l’équité dans l’accès au développement…

Certains projets de plus grande dimension, laboratoires ou contre-modèles, forment aujourd’hui des Fragments de monde qui tutoient l’utopie et sont présentés par des films. Alors même qu’en ces endroits le pire était sûr, le village de Gando de Francis Kéré, l’Université de Hangzhou de Wang Shu et Lu Wenyu ou les Maisons de Sophie de Patrick Bouchain et Construire sont devenus des lieux de civilisation du nouveau siècle.

Les Cabinets de curiosités dévoilent, eux, le laboratoire de certains architectes; chacun d’eux contient une collection d’objets qui raconte un univers et un engagement, le dialogue qu’un homme de l’art du XXIe engage avec les sciences, toutes les sciences, avec les sociétés, les éléments, avec l’expérimentation ou encore la matière.

Ver mais:
http://www.citechaillot.fr/fr/expositions/expositions_temporaires/25473-reenchanter_le_monde.html

2 de maio de 2014

Exposition "Proximité(s)"

Quando:
02 mai 2014 - 29 juin 2014

Onde:
Paris - Cité de l'architecture et du patrimoine

À quoi ressembleront nos villes demain ? Un premier volet Mix(cité), Villes en partage, présenté en 2012, montrait sous toutes ses formes, le panorama analytique et prospectif de la mixité urbaine. Ce second volet aborde le thème des Proximité(s) en scrutant les tendances et les pratiques liées à l’extension des villes de plus en plus déconnectées du tissu urbain.

Nombreux sont ceux qui prônent la ville « compacte » dans un souci d’attractivité, de rentabilisation et de limitation de l’espace. La proximité et la continuité de la ville seront certainement à l’avenir les facteurs essentiels pour répondre au profond désir des urbains de réhumanisation de la cité.

Autour de trois axes émergents des travaux menés par l’Observatoire de la Ville – commerces et services ; distance, temps et accessibilité ; cultures du numérique –, règne une diversité d’approches sur les usages et les attentes des usagers de la ville.

L’exposition montrera à partir de reportages filmés et de photographies, les nouvelles définitions de la proximité et des actions qui peuvent permettre de la développer.

Ver mais:
http://www.citechaillot.fr/fr/expositions/expositions_temporaires/25415-proximites.html

27 de abril de 2014

«Reforma del puerto viejo», Marsella (Francia)


PREMIO EX-AEQUO 2014

La renovación del Vieux-Port libera los muelles de obstáculos y vehículos, haciendo compatible la presencia de embarcaciones de recreo con el acceso y el disfrute de cualquier ciudadano.

FICHA TÉCNICA

Promotor: MPM Communauté urbaine Marseille Provence Métropole, Direction des Infrastructures
Autores: Michel Desvigne Paysagiste MDP, Foster + Partners, Tangram, INGEROP, AIK




País: Francia
Superficie: 12.000 m2
Coste: 45.000.000 €
Proyecto: 2011
Obras: 2012
Finalización: 2013




DESCRIPCIÓN

El Puerto Viejo de Marsella es el mayor dentro de un núcleo urbano de toda Europa. Sitio fundacional de la capital provenzal, fue su centro económico hasta mediados del siglo xix, cuando el transporte de mercancías y pasajeros fue desplazado al Gran Puerto Marítimo. Tiene una bocana estrecha, flanqueada por dos viejas fortificaciones, y ocupa una bahía natural en la que confluyen los distritos más céntricos. Pero, a pesar de su centralidad y belleza, el puerto terminó el siglo xx desordenado y decadente. Las instalaciones de los clubes náuticos, que lo abarrotaban de barreras arquitectónicas y visuales, privaban al público del acceso al 80% de los muelles, donde, además, la hegemonía del coche ahuyentaba a los peatones.

En 2009, el Ayuntamiento y el ente Marseille Provence Métropole (MPM) convocaron un concurso para enderezar la situación. La primera fase de la reforma ha liberado de obstáculos y vehículos los tres muelles del puerto, revestidos ahora con un pavimento unitario de granito pálido que recuerda los adoquines originales de piedra caliza. El Quai des Belges, muelle central, dedica el 60% de su superficie a los peatones y los protege del sol bajo la Grande Ombrière, un palio rectangular de 1.000 m2 que también puede acoger grandes eventos. En el agua, se han dispuesto nuevos embarcaderos flotantes capaces de acoger todas las actividades náuticas sin interferir en el paso ni las vistas de los paseantes.

Gracias a un proceso consultivo que tuvo en cuenta las sugerencias de residentes, comerciantes y asociaciones locales antes de convocar el concurso, el puerto ha recuperado su vitalidad atendiendo al interés general. La presencia de embarcaciones de recreo, que nutre la actividad económica y asociativa, se ha hecho compatible con el acceso y el disfrute de cualquier ciudadano. Así, mientras otros puertos urbanos combaten la decadencia económica cediendo a privatizaciones que comprometen su rol de espacio público, el Vieux-Port ha sabido renovarse ampliando su condición de lugar compartido y abierto a todos.

David Bravo, arquitecto

Ver Fotos e Video:
http://www.publicspace.org/es/post/premio-ex-aequo-2014-reforma-del-puerto-viejo-marsella-francia

25 de abril de 2014

Exposición «Ciudades compartidas»

Proyectos finalistas del Premio Europeo del Espacio Público Urbano 2014

«Ciudades compartidas» es la exposición de las obras premiadas en la octava edición del Premio, un certamen que reconoce y promueve las mejores intervenciones de rehabilitación del espacio público en todo el continente.
Es la exposición de las obras que han sido reconocidas como ganadoras, menciones especiales y finalistas en la octava edición del certamen.

Quando:
Del 25 abril 2014 al 4 junio 2014
Inauguración 25 abr. 2014 19.00h

Onde:
Barcelona - CCCB

La forma de la ciudad está íntimamente relacionada con la democracia. Esta es la tesis del Premio Europeo del Espacio Público Urbano, que, desde el año 2000, reconoce y difunde los procesos de transformación y mejora de los espacios públicos en Europa.

Las ciudades están lejos de ser un paraíso idílico. Ahora que más de la mitad de la población mundial vive en entornos urbanos, las ciudades se enfrentan a algunas amenazas que plantean serias dudas sobre su futuro. Europa, que históricamente había generado ciudades ejemplares por su densidad, escala humana y complejidad, no está exenta de estos riesgos. El crecimiento desorbitado, la segregación social y espacial, la desatención de los márgenes o la prioridad respecto al vehículo privado son algunos de los problemas que hoy hacen peligrar los ideales de igualdad y libertad asociados a la ciudad europea desde sus orígenes.

Sin embargo, por suerte, Europa también ofrece muchos casos ejemplares de mejora de sus espacios públicos. Son obras que, sensibles a su contexto, ponen en valor la dimensión política y social de los espacios urbanos. Proyectan una mirada respetuosa hacia el pasado y, al mismo tiempo, ofrecen soluciones sostenibles que tienen en cuenta a las generaciones futuras. Son buenas prácticas que cuidan los límites de la ciudad, sabiendo que las periferias son parte central de su identidad y que el contacto con la naturaleza, como con el agua, es un bien que hay que preservar e integrar a favor del interés general. Son propuestas que entienden el espacio público como un lugar para la igualdad, la redistribución de los recursos y el reconocimiento de las minorías. Son intervenciones que privilegian el acceso por encima de barreras de todo tipo y que promueven la apropiación de la ciudad por parte de los ciudadanos. De Glasgow a Estambul, de Lisboa a Bucarest, el Premio Europeo del Espacio Público Urbano se ha convertido en un observatorio privilegiado de los problemas y las soluciones que en estos momentos caracterizan las ciudades europeas.

Un proyecto europeo
Con el tiempo, varias instituciones europeas se han unido al proyecto, que actualmente ya es co-organizado por The Architecture Foundation (Londres), el Architekturzentrum Wien (Viena), la Cité de l’Architecture et du Patrimoine (París), el Museum of Finnish Architecture (Helsinki), el Deutsches Architekturmuseum (Frankfurt) y el Museum of Architecture and Design (Liubliana). A lo largo de las siete ediciones anteriores, pues, el Premio se ha consolidado institucionalmente, factor que ha permitido también ampliar su alcance geográfico. En efecto, en la edición del 2014, el Premio ha recibido 274 proyectos de 30 países europeos (frente a los 81 de 14 países en el 2000), constituyéndose así en una ventana de la transformación de los espacios públicos en Europa y en un termómetro de las principales preocupaciones de las ciudades europeas.

Ver mais:
http://cccb.org/es/exposicio-ciutats_compartides-46033

15 de março de 2014

Exposição - Think Global, Build Social!

Architectures for a Better World

Quando:
15.03.2014 – 30.06.2014

Onde:
Áustria - Viena

With the jointly conceived exhibition “Think Global, Build Social! Architectures for a Better World” the Architekturzentrum Wien (Az W) and the Deutsches Architekturmuseum (DAM) direct their attention to the question of contemporary architecture’s social responsibility.

Currently, architecture finds itself in something of a crisis. On the one hand there is what is known as “star architecture” that functions as an image-bearer for a few wealthy, politically influential clients. On the other hand as part of the rampant expansion of mega-cities of Asia, Latin America and Africa an amazing amount of building projects are being undertaken – most of them without the involvement of architects. In addition to which throughout the world increasing numbers of people are living in slums. The pressing question is: what kind of solutions can architecture offer the sector of the world’s population that presently has no access to a well-designed environment?

For more than 10 years now the Architekturzentrum Wien has been looking for answers to these questions. Following the Az W exhibitions “Just build it! The Buildings of the Rural Studio” (2003), “Jo'burg Now! Construction Site South Africa” (2004), and “Bottom up. Building for a Better World” (2006), "Think Global, Build Social!" represents the highpoint so far of a series of exhibitions on this theme. “Think Global, Build Social! Building for a Better World” shows current examples of an alternative, socially committed architecture which, with minimum financial expenditure but a great deal of initiative and creativity, attempts to improve the living conditions of people in less privileged areas of the world. Frequently these exemplary projects, which include schools, public spaces and housing, are created through close collaboration with the future users and incorporate local building traditions. They do not deny the needs of those for whom and with whom the buildings are erected and ensure a mutual transfer of knowledge. Linked to early, pioneering examples of a not-for-profit oriented architecture – as represented, for example, by the Rural Studio (USA) since the early 1990s – these works are an expression of the desire for social change and a responsible architecture.

ON THE EXHIBITION
Curator Andres Lepik was responsible for choosing 22 positions in which the long called-for connection of ethics with aesthetics is made in an exemplary fashion. The focus is on buildings that were erected during the last 10 years and whose concrete impact on their location has already become evident. The many aspects shared in common that can be identified in the different approaches and projects indicate that, far beyond “star architecture”, a very different kind of movement has emerged in contemporary architecture that is directing its attention to the social questions of global community.

Some of the roots of this movement are to be found in Vienna: as part of the preparations for the exhibition “Just build it! The Buildings oft he Rural Studio”, which was shown in the Architekturzentrum Wien in spring 2003, the Az W invited Austrian architecture faculties to consider undertaking similar projects. This signalled the start of a series of projects in South African townships. The first project, mediated by the Viennese NGO s2arch–social sustainable architecture, was implemented under the direction of Peter Fattinger with the studio design.build of the TU Vienna in the township of Orange Farm near Johannesburg. Since then the design-build movement has developed dynamically further and in the future it will have a permanent position in architects’ university education. Consequently, the exhibition “Think Global. Build Social” in the Architekturzentrum Wien is enriched by the presentation of projects involving Austrian participation. Through Peter Fattinger the TU Vienna is a pioneer in the area of university design-build studios, while Baerbel Mueller heads a laboratory at the University of Applied Arts in Vienna in which the spatial, infrastructural, ecological and cultural phenomena of sub-Saharan Africa are examined. With its project studio BASEhabitat the Kunstuniversität Linz focuses on the utilization of alternative energies in regions with limited access to a public infrastructure. The architecture firm of gaupenraub +/- is developing a series of remarkable projects for homeless people in Vienna, and in the course of the last ten years the association s2arch, founded by Green Party politician Christoph Chorherr, has carried out more than 40 social projects in South Africa.

Ver mais:
http://www.azw.at/page.php?node_id=3&page_id=836&lang_id=en

28 de fevereiro de 2014

Exposição "ÁFRICA – VISÕES DO GABINETE DE URBANIZAÇÃO COLONIAL"

Quando:
07-12-2013 a 28-02-2014

Onde:
Lisboa - CCB - GARAGEM SUL – EXPOSIÇÕES DE ARQUITECTURA

África – Visões do Gabinete de Urbanização Colonial propõe um percurso por uma paisagem africana desenhada (e inventada) a partir do coração da metrópole, em Lisboa, no período final da colonização portuguesa (1944-1974).
É também a narrativa visual de uma aprendizagem arquitectónica. Inicia-se com imagens de edifícios públicos fortemente marcados pela tradição portuguesa do sul, fixa-se numa arquitectura oficial do Estado Novo, e abre a possibilidade de ensaiar uma primeira expressão de “nativismo africano”, através do conhecimento progressivo que os arquitectos portugueses vão adquirindo das diferentes culturas locais, antecipando visões de autonomia e de independência.
Um conjunto de desenhos, relatórios, fotografias, actualmente à guarda do Instituto de Investigação Científica Tropical, serão aqui pela primeira vez mostrados.

Ver mais:
http://www.ccb.pt/sites/ccb/pt-PT/Programacao/Exposicoes/Pages/africavisoesdogabinetedeurbanizacaodezembro2013.aspx?month=12

8 de fevereiro de 2014

Exposição "Território comum - Imagens do Inquérito à Arquitectura Regional Portuguesa, 1955-1957"



Quando:
entre 8 de Fevereiro e 25 de Maio de 2014

Onde:
Escola Ciência Viva de Vila Nova da Barquinha

Esta é a primeira mostra da colecção que reúne 100 revelações do espólio da Ordem dos Arquitectos, cujo levantamento fotográfico foi coordenado por Francisco Keil do Amaral, dando origem em 1961 à publicação “Arquitectura Popular em Portugal”.

Trata-se de mais uma iniciativa no âmbito do Parque de Escultura Contemporânea Almourol.

Entre 1955 e 1957 o então Sindicato Nacional dos Arquitectos levou a cabo um levantamento denominado “Inquérito à Arquitectura Regional Portuguesa”. Sob a coordenação do arquitecto Francisco Keil do Amaral 18 arquitectos realizaram cerca de dez mil fotografias. Contudo, apenas uma pequena parcela foi reproduzida na já célebre publicação A Arquitectura Popular em Portugal, de 1961, uma obra fundamental na sedimentação de um certo imaginário do território português.

Em 2011, a Ordem dos Arquitectos (OA) assinalou os 50 anos da primeira edição através duma iniciativa que possibilitou uma maior e melhor divulgação desta sua colecção. Foram classificadas, tratadas e digitalizadas as imagens pertencentes ao espólio original e colocadas on-line (www.oapix.org.pt), dando visibilidade pública a muitas fotografias que nunca foram incluídas nas quatro edições do livro.

Sem as limitações conceptuais e funcionais que orientaram a organização do livro A Arquitectura Popular em Portugal, esta exposição, composta por uma selecção de 100 novas impressões fotográficas, propõe uma nova e mais abrangente incursão por esse imenso e extraordinário espólio fotográfico. Propomos uma exposição de fotografia que vai muito para além de uma exposição de fotografias de arquitectura, com a plena convicção de que o valor inestimável deste espólio reside precisamente na riqueza temática e estética de uma colecção de imagens que se distingue por uma articulação produtiva e inovadora entre o esforço de documentação das feições vernaculares de um país e as possibilidades estéticas e plásticas inerentes à representação fotográfica.

Se o IARP colocou a ênfase na análise da arquitectura, esta exposição coloca a ênfase no olhar sobre a arquitectura que desponta e que é legitimado neste projecto, com a convicção de que a motivação por uma nova abordagem da arquitectura implicou necessariamente uma renovada atitude perceptiva, que explorou as oportunidades de um território comum entre a arquitectura e a fotografia, em que a espontaneidade e intuição da arquitectura popular encontram a justa correspondência na espontaneidade e intuição da representação fotográfica. E o resultado não poderia ter sido mais arrebatador: uma visão que aglutina e cruza tempos e origens históricas, que procura as marcas e os gestos que moldaram a face identitária deste território singular, a agreste finisterra atlântica da mais ocidental das penínsulas mediterrânicas da Europa.

Ler mais:
http://www.arquitectos.pt/?no=2020494762,153