Mostrar mensagens com a etiqueta notícias. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta notícias. Mostrar todas as mensagens

1 de julho de 2015

O último meio século da arquitectura portuguesa em Paris

Num programa que se vai estender por ano e meio de actividades, o cinquentenário da Fundação Gulbenkian de Paris vai contar com uma mostra sobre o último meio século da arquitectura portuguesa, a apresentar entre Abril e Julho de 2016, na Cité de l’Architecture et du Patrimoine, no edifício junto à Torre Eiffel que durante décadas acolheu a Cinemateca Francesa.

Os dois prémios Pritzker portugueses, Álvaro Siza e Eduardo Souto de Moura, mas também Pancho Guedes, os irmãos Aires Mateus, Gonçalo Byrne, Ruy Athouguia, Nuno Portas e Nuno Teotónio Pereira, entre outros, vão estar representados nesta exposição, que será comissariada pelo arquitecto e professor Nuno Grande.

Ver mais:
http://www.arquitectos.pt/?no=2020495405,153

4ª edição da Trienal de Arquitectura de Lisboa

“Constelações, Uma Pausa para a Utopia” é o leitmotiv da 4ª edição da Trienal de Arquitectura de Lisboa (TAL), que vai decorrer entre Outubro e Dezembro de 2016.

... uma programação que pretende “delinear um 'estado de arte' da cultura arquitectónica e comunicar a um público alargado as raízes profundas que a arquitectura tem na organização da nossa sociedade”.

A estrutura programática da 4ª edição da TAL organiza-se em torno de três exposições nucleares:

- A Forma da Forma, no Museu da Electricidade que vai “explorar a natureza da forma arquitectónica. Três arquitectos , cujo trabalho é marcado por uma intensa investigação formal, são convidados a construir uma reflexão a partir da selecção de exemplos históricos, sublinhando a permanência da forma e a sua capacidade para condensar um conjunto de valores em qualquer coisa visível. A exposição deverá funcionar como uma 'conversa' entre os 3 arquitectos que seleccionarão exemplos de uma base de dados online com casos de estudo”, refere o dossier de imprensa;

- Na Obra, a exposição que estará patente na Fundação Calouste Gulbenkian, baseia-se na ideia de que os “estaleiros de obra são como performances públicas”. “Com as mudanças recentes nas práticas da construção e na organização do estaleiro de obra, até que ponto a prática da arquitectura se transformou? Esta exposição irá tratar esta questão através de exemplos históricos”;

- Na Garagem Sul do CCB, a Exposição intitular-se-à “O Mundo nos Nossos Olhos”. “Os arquitectos sempre contribuíram para o conhecimento e debate da realidade urbana. Fazem-no através do Projecto, mas também através do estudo da transformação das cidades tendo em vista a geração de novas possibilidades de entendimento e criação do espaço fisico. Esta exposição foca dois aspectos desse olhar”, refere a organização.

Em várias localizações em Lisboa e na cintura urbana, a Trienal pretende reproduzir o efeito de Constelação, que dá mote à edição, através de um “conjunto de várias exposições que, sem estabelecer diálogo com as exposições centrais, vão ensaiar formas alternativas de enunciar questões e expor conteúdos. Trata-se de exposições com menor dimensão física mas de grande intensidade temática”. Duas destas exposições serão resultado de um concurso público que será anunciado em Março de 2015.

Nesta 4ª edição, repete-se o Concurso Universidades que se destina aos estudantes de arquitectura e se realiza em colaboração com universidades portuguesas, com o objectivo de “fazer um ponto da situação das competências e qualidades do ensino de arquitectura em Portugal”. Este concurso vai decorrer no Palácio Sinel de Cordes, sede da TAL.

Não uma, como foi norma nas edições anteriores, mas três conferências terão lugar na semana de 15 a 19 de Novembro, associadas às três exposições centrais. Serão debates que “trarão a palco arquitectos, investigadores e actores destacados do panorama internacional da arquitectura”. Nomes de oradores só serão conhecidos no primeiro semestre de 2015.

A programação de Constelações será concentrada em três momentos:
- na semana de abertura, que decorre de 6 a 8 de Outubro;
- num momento intermédio a ter lugar entre 15 e 19 de Novembro;
- e no encerramento das Exposições que decorrerá de 9 a 11 de Dezembro.

À imagem de edições anteriores, também os curadores desta pretendem “constituir uma cartografia mais ampla das dinâmicas que existem em Lisboa em torno da arquitectura”, pelo que estão a “instigar-se agentes culturais e arquitectos da cidade a produzirem eventos paralelos à programação central” da Trienal 2016 e que constituirão os Projectos Associados.
...

“A Trienal Constelações não se foca num tema específico e abarca um longo espectro de posições contemporâneas sobre a prática da arquitectura. Essas posições serão apresentadas segundo várias frentes, nomeadamente através dos seus aspectos estéticos, técnicos, sociais e políticos”, refere a organização.

Ver mais:
http://www.arquitectos.pt/?no=2020495338,155

21 de junho de 2015

”Prendre en compte les usages sans prendre en compte les usagers : la mise en œuvre de la trame verte de Lisbonne (2007-2013)”

Comunicação apresentada por:
Pedro Gomes

Rencontres APERAU 2015 - Journée des doctorants 2015
Atelier 5 : La ville en vert et l’envers de la ville


Quando:
3 juin

Onde:
Rennes




Ver mais:
http://www.aperau.org/images/rennes2015/Programme_Rencontres_Doctorales_Rennes2015.pdf

9 de junho de 2015

Ordenar a Cidade - Newsletter 15


http://www.ordenaracidade.pt/


Newsletter 15 | 9 de Junho de 2015

PLANO DE URBANIZAÇÃO NO QUADRO DA NOVA LEI DE BASES (o caso PU de Abrantes)

SEMINÁRIO 17 JUNHO, EM ABRANTES


O Seminário incidirá em 3 temas:
  • Estruturação da Cidade Alargada
  • Classes e categorias de solo
  • Orientações executórias e perequativas

O Plano de Urbanização de Abrantes tem conteúdo conforme o novo quadro legal.

O Seminário, sendo sobre o plano, é também sobre o novo quadro legal (Lei de Bases e novo RJIGT), constituindo oportunidade para sobre ele refletir.

Programa e inscrição gratuita aqui.

2 de junho de 2015

Projecto «Community Participation in Planning»

É uma iniciativa colaborativa que irá decorrer nos próximos dois anos envolvendo a Ulster University​ (Belfast - UK), a Community Places​ (UK), o Politecnico di Milano​ (Itália) e a Universidade de Aveiro​ (Portugal).

Trata-se de um projecto financiado pelo Programa Erasmus+ (2014-2020) que visa estimular e capacitar a participação das comunidades locais no planeamento do território.

A cidade de Aveiro será com Milão e Belfast um dos territórios de trabalho!


Ver mais:
https://www.facebook.com/CommunityParticipationinPlanning

13 de abril de 2015

Semana da Reabilitação Urbana de Lisboa

Quando:
13 - 19 Abril

Onde:
Sociedade de Geografia de Lisboa

A Reabilitação Urbana constitui um desígnio nacional na revitalização da actividade económica e da sustentação da fileira da indústria da construção. Eixo essencial para manter o equilíbrio económico e social, preservando a memória do centro histórico das cidades, que se assumem como locais de animação e atracção turística.

No espírito e desígnio de promoção e sensibilização da sociedade, surge a iniciativa da Semana da Reabilitação Urbana de Lisboa. A Vida Imobiliária e a Promevi, com o apoio da Câmara Municipal de Lisboa, propõem uma semana plena de eventos que procura dinamizar a discussão no seio da fileira da construção, mas ao mesmo tempo promover um amplo debate de ideias com a sociedade em geral, num evento aberto a todos os públicos.

Uma Semana da Reabilitação Urbana de Lisboa na agenda mediática do país, com uma forte comunicação e uma imagem unificada e marcante, que sensibiliza a população e atrai investidores à cidade.

A Semana da Reabilitação Urbana integra o esforço de reabilitação urbana da autarquia, com uma estratégia de longo prazo que apresenta sinais da renovação urbana e social.

O investimento na reabilitação urbana é uma das prioridades do executivo para Lisboa. Alguns programas e ações municipais têm incentivado a reabilitação urbana na cidade, designadamente o RE9 e Uma Praça em Cada Bairro. Nos últimos anos, 90 por cento das obras foram efetuadas em reabilitação e apenas cinco em novo edificado.

O objetivo é apostar numa reabilitação urbana que possa tornar Lisboa numa cidade com novas prioridades, como a mobilidade suave, mais sustentável e com melhor qualidade de vida para os seus habitantes.

Ver mais:
http://www.arquitectos.pt/?no=2020495424,153
http://www.cm-lisboa.pt/noticias/detalhe/article/semana-da-reabilitacao-urbana-em-abril

26 de março de 2015

QUINTAS DE LEITURA - TROPICAL (Recital)

Quando:
26 de Março - 22:00

Onde:
Porto - TEATRO DO CAMPO ALEGRE - Auditório

SINOPSE
Álvaro Domingues é o convidado central desta sessão onde se procura dar resposta a uma pergunta: o que é o “tropical” explicado por imagens?
Se recorrermos ao Google, esse instrumento que tem sempre uma resposta para (quase) tudo, surgem atmosferas verde-azul de céus e mares, palmeiras tortas, animais vistosos, poentes sanguíneos, comidas e flores. Ou seja, um paraíso! Mas será isso o verdadeiro “tropical”?
Álvaro Domingues diz que é quase tudo mentira e é isso que irá explicar numa conferência-esquisita.
A sessão contará ainda com a companhia de dança Afrolatin Connection e com a participação musical do trompetista Gileno Santana. De Londres chega Chullage, um dos mais importante rappers da atualidade.

Ver mais:
http://www.bilheteiraonline.pt/Comprar/Bilhetes/23903-quintas_de_leitura_tropical-teatro_do_campo_alegre/

25 de março de 2015

3 “Cidades” portuguesas, Europan13, pela adaptabilidade

Sessão nacional de apresentação Europan 13

Quando:
25 de Março, às 17:00h

Onde:
Sede da OA - Lisboa

Em Portugal são 3 “cidades”: em Santo Tirso, com a adaptação de um antigo mercado e área envolvente), no Barreiro, com a adaptação do interface ferro-rodo-fluvial, em Azenha do Mar-Odemira - que não é cidade nem vila - com a adaptação de toda a aldeia a um novo turismo sustentável. Todas aceitaram o desafio e oferecem as melhores oportunidades de projecto urbano em Portugal (entre 50 em 15 países europeus), num concurso que explora o tema da Adaptabilidade e é aberto apenas a profissionais com menos de 40 anos.

Na sessão haverá a apresentação do tema e dos locais a concurso nas 3 cidades portuguesas, que assinarão o protocolo de participação (e onde a “adaptabilidade urbana” se complementa com a temática energética no meio urbano, com o patrocínio da ADENE).
...

Os prémios no Europan incluem um compromisso: dão ainda a oportunidade ao vencedor de implementar as suas soluções, desenvolver o trabalho, ou aprofundar o estudo. Em Portugal a Associação Europan participa desde a 5ª edição tendo já participado 25 cidades e quase um milhar de equipas (muitas pluridisciplinares, algumas estrangeiras e plurinacionais).
...

Programa


- Boas vindas – Nuno Portas (Presidente da Europan Portugal)
- Testemunho de uma equipa vencedora (Europan 9, Santo Tirso)
- Tema – Pedro Brandão (Secretário-Geral da Europan Portugal)
- 3 Sítios em Portugal (apresentados pelas Câmaras Municipais de Barreiro, Odemira e Santo Tirso)
- 3 Sítios em Espanha
- Esclarecimento de dúvidas
- Intervenção do Ministro do Ambiente e Energia

Ver mais:
http://www.arquitectos.pt/?no=2020495468,153

E13 Topic - The Adaptable City 2

THE EUROPAN 13 TOPIC CONTINUES WITH THE THEME OF "THE ADAPTABLE CITY" FROM 3 POINTS OF VIEW : SELF-ORGANIZATION – SHARING – PROJECT (PROCESS)

It is proposed for Europan 13 to continue with the generic theme of "the adaptable city": adaption to the need for more sustainable development but adaption also to the context of an economic crisis that the majority of European cities are currently undergoing. Three generic concepts structure this overall theme:

Resilience as a challenge: to be able to extend or find again the identity of the city’s structural elements (built or landscaped) in a context of significant changes.

Social adaptability as a goal: reconciling the coherence of these structures with the evolving uses and practices.

Economy as a method: managing urban transformations in different contexts of actors and means, yet with limited resources and in the era of the “post-oil city”


Taking these three themes into account induces changes in the urban and architectural order:

in the logics of actors – Welfare State Vs. Self-Organization
The essence of the European city is a certain sense of the community. A change is currently taking place from less “welfare state” to more “self organization”. What will the new relation between the public and private domains be? Who will take care of the public domain if the state is less involved? And what does it mean for the practice as architects or urban planners?

in the contents – Segregation Vs. Sharing
Sharing at the urban scale can stimulate the "empowerment" of coexistences between different cultures: preserving the collective while inventing a more appropriate organization of the society. How could sharing be a way to develop cheaper and lighter solutions to build an ecological and sustainable city? How could it be a way to regenerate the co-inhabited environments?

in the design processes – Object Vs. Project (Process)
With communication tools and social networks in the rising, our culture grows less object-based; and this phenomena affects architecture and urbanism. Many young architects are emerging though the implementation of projects presenting less physical objects, yet where the scope of the projects is as important as the objects involved. The objects can already partly exist and the project is about managing the existing, dealing with social constructions, developing a context and raising the question of “urbanism with less or without growth”.

Europan therefore wishes that the sites be confronted to the major challenges concerning the adaptability of European cities and also propose concrete innovations in the order given by the site representatives, arousing new project approaches by young competitors.

Ver mais:
http://www.europan-europe.eu/en/session/europan-12/topic/next
http://www.europan-europe.eu/media/default/0001/10/e13_topicbrochure_en_ld_pdf.pdf

4 de março de 2015

Data visualization: Science on the map

Easy-to-use mapping tools give researchers the power to create beautiful visualizations of geographic data.

Mark Zastrow
04 March 2015
NATURE | TOOLBOX

...

TileMill is just one tool in the emerging field of customized mapping, where a bevy of open-source technologies and start-ups have given rise to an abundance of offerings for researchers and enthusiasts (see ‘Get on the map’). These tools are more approachable for novices than the conventional geographic information systems (GISs) that geographers have long used for analysis of geospatial data sets. They allow non-specialists to easily visualize, manipulate and share their data in formats that are as slickly browsable as Google Maps but with greater power and flexibility.
...

Duncan A Smith, CASA UCL
House prices around London, from Duncan Smith's 'LuminoCity' maps.
Click for interactive version.







Ver mais:
http://www.nature.com/news/data-visualization-science-on-the-map-1.17024?WT.ec_id=NATURE-20150305

3 de março de 2015

Disponibilização da COS 2007 no portal iGEO

A Direção-Geral do Território (DGT) tem como missão, em matéria de atividades no domínio da cartografia, promover a cobertura cartográfica nacional através da criação e manutenção de bancos de dados de informação geográfica, assegurando ainda a sua publicação e distribuição.

Sendo detentora de uma importante ferramenta para o conhecimento do território, a DGT vai disponibilizar gratuitamente, no âmbito da iniciativa de dados abertos, a Carta de Uso e Ocupação do Solo 2007 (COS 2007) à administração pública e às instituições de ensino e de investigação, visando fomentar a utilização e divulgação da informação geográfica produzida, bem como estimular o conhecimento, dinamizar o emprego e a partilha de dados.

A COS2007 é uma cartografia temática que pretende caracterizar com grande detalhe a ocupação/uso do solo no território de Portugal Continental. Foi produzida com base na interpretação visual de imagens aéreas ortorrectificadas, de grande resolução espacial (50 cm) e quatro bandas espectrais (azul, verde, vermelho e infravermelho próximo). No processo de produção, bem como no controlo de qualidade, fez-se uso de bases de dados auxiliares provenientes de fontes diversas, incluindo séries multi-temporais intra-anuais de imagens de satélite. A informação cartográfica da COS2007 encontra-se em formato vetorial e possui uma unidade mínima cartográfica de 1ha. A nomenclatura é constituída por um sistema hierárquico de classes de ocupação/uso do solo, com cinco níveis, e possui 193 classes ao nível mais detalhado. Como resultado do controlo de qualidade realizado pode afirmar-se que a COS2007 possui uma exatidão posicional melhor ou igual a 5,5 m e uma exatidão temática global de 85.13% com um erro de 2.00% para um nível de confiança de 95%.

Ver mais:
http://www.dgterritorio.pt/noticias/disponibilizacao_da_cos_2007_no_portal_igeo/

11 de fevereiro de 2015

“Planeamento Urbanístico: uma visão diacrónica de 40 anos de profissão” por Jorge Carvalho

Homenagem a JORGE CARVALHO


O Departamento de Ciências Sociais, Políticas e do Território (DCSPT) da Universidade de Aveiro (UA) vai organizar a sessão de abertura do 2º Semestre com uma aula magistral, a cargo do Professor Jorge Carvalho, intitulada “Planeamento Urbanístico: uma visão diacrónica de 40 anos de profissão”.



Quando:
11 de Fevereiro, 4ªfeira, às 17h00

Onde:
Universidade de Aveiro - DCSPT - anfiteatro 12.2.1.

Ver mais:
http://www.ua.pt/dcspt/
https://www.facebook.com/OrdenarACidade

27 de janeiro de 2015

Comment la population des mégalopoles se répartit

COURRIER INTERNATIONAL
INFOGRAPHIE
27 JANVIER 2015

Dans le centre-ville ou en banlieue, dans des tours ou des batiments moins élevés : à Londres, Istanbul ou Bombay, les citadins n'ont pas la même façon d'occuper l'espace.

 
London School of Economics (LSE). Cette datavisualisation a été élaborée par la prestigieuse école londonienne en 2011. L’école a de nouveau utilisé ce concept dans le rapport “Governing urban future”, publié en novembre 2014. Il est le fruit de recherches menées par LSE Cities, centre de recherche qui étudie comment la population et la ville interagissent. Il s’intéresse à l’impact de la forme des villes sur la société, la culture et l’environnement. Cette infographie a été reprise sur le site américain Vox.


Ler o artigo completo:
http://www.courrierinternational.com/article/2015/01/27/comment-la-population-des-megalopoles-se-repartit?utm_campaign=&utm_medium=email&utm_source=Courrier+international+au+quotidien

25 de janeiro de 2015

MUSEU SAAL – MEMÓRIAS DOS MORADORES

Quando:
25 Jan 2015

Onde:
Porto - Bairro do Leal



Esta visita guiada percorre memórias não só do processo SAAL, como de uma cidade anterior, marcada pela pobreza e pela precariedade da habitação, mas também por uma aura de nostalgia que transparece hoje nos discursos sobre essa época. Memória de um tempo em que andar descalço dava direito a multa, em que se ouviam os carros de bois a passar junto à janela, em que o jornal ‘Avante’ surgia misteriosamente nas caixas de correio de quem se queria incriminar junto da PIDE-DGS, aliados às memórias de espaços que já não existem, mas cujo esqueleto ainda persiste, permitindo a reconstituição de lugares e de afectos, que nos foram sendo contados pelos moradores do Bairro do Leal.

Esta visita guiada parte da ideia de uma cartografia feita de camadas de um lugar onde, sobre as ruínas de uma antiga ilha demolida, se construiu aquilo que se pensava ser a primeira parte de um bairro novo, parte da operação SAAL/Norte. Ditou o tempo e a história que a primeira parte construída se tornasse na única parte e que o Bairro de Leal fosse hoje uma ilha – não no sentido das outras ilhas – mas uma espécie de ilha de resistência, entre ruínas e descampados, onde a comissão de moradores ainda reúne, ainda decide em assembleia, e ainda se orgulha do seu impecável livro de actas, onde se registam actos de verdadeira democracia participativa.

Ver mais:
http://www.serralves.pt/pt/actividades/museu-saal-memorias-dos-moradores/?menu=252

23 de janeiro de 2015

VISITA GUIADA À EXPOSIÇÃO PELOS REPRESENTANTES DOS MORADORES DOS BAIROS SAAL

Quando:
23 Jan 2015 - 19h30 - 20h30

Onde:
Porto - Museu de Serralves - Galerias do museu


O SAAL promoveu a participação direta de habitantes de bairros desfavorecidos em todo o país, envolvendo-os no processo de melhoria das suas próprias condições de vida.

A poucos dias do fecho da exposição, e depois de um extenso programa de atividades que a acompanhou e que promoveu vários momentos de encontro e reflexão em torno deste processo, daremos mais uma vez a palavra aos moradores, numa visita que contará com os testemunhos de António Manuel, da Associação de Moradores do Bairro das Antas, no Porto, e de Jorge Vilas, da Associação de Moradores do Bairro das Relvinhas, em Coimbra, conduzida com o apoio da Arq. Ana Vieira (arquiteta do Serviço Educativo do Museu de Serralves, assistente de curadoria do programa Ambulatório: Conversas Abertas nos Bairros SAAL Norte).

Ver mais:
http://www.serralves.pt/pt/actividades/visita-guiada-a-exposicao-pelos-representantes-dos-moradores-dos-bairos-saal/?menu=794

6 de novembro de 2014

Le téléphérique, une bonne alternative à la voiture

URBANISME

Après Dubaï et Londres, les métropoles du Sud s’équipent de téléphériques. Sur fond d’urbanisation galopante, le transport câblé présente de multiples avantages.

NEW STATESMAN
JESSICA HATCHER
5 NOVEMBRE 2014

De Nairobi.

Ici, les automobilistes passent plusieurs heures par jour dans leur voiture. Un simple trajet de 10 kilomètres pour aller au travail peut prendre jusqu’à deux heures. Je connais quelqu’un qui, lorsqu’il est bloqué dans les embouteillages, en profite pour se couper les ongles des pieds. Le vice-gouverneur de la capitale kényane estime que les embouteillages coûtent presque 600 000 dollars [473 000 euros] par jour au pays.

Le même phénomène se retrouve dans presque toutes les villes en expansion des pays en voie de développement : la construction est en plein boom, la population augmente, mais les réseaux de transport ont du mal à suivre. Nous connaissons actuellement la croissance urbaine la plus rapide de l’Histoire. Plus de la moitié de la population mondiale vit dans des villes, et cette proportion ne cesse d’augmenter. Selon les estimations du Fonds des Nations unies pour la population, la plus forte hausse aura lieu en Asie et en Afrique, principalement dans les petites villes et les agglomérations qui ont peu de ressources pour s’adapter aux changements.

Elles n’auront pas de place pour un réseau routier et ferroviaire terrestre de grande taille, et pas d’argent pour construire des voies ferrées souterraines. Considérez maintenant les téléphériques, ces symboles de l’opulence alpine, et imaginez-les s’élevant au-dessus d’une ville comme Nairobi ou Johannesburg. Ils pourraient servir non seulement aux touristes, mais à tout le monde, des banquiers aux femmes de ménage, en passant par les jardiniers et les chômeurs des taudis qui s’aventurent dans les quartiers riches.

Dix fois moins cher que le métro

Le plus grand constructeur de ces engins au monde, l’entreprise autrichienne Doppelmayr, pourrait bientôt révolutionner le transport dans les villes des pays en développement. Selon son directeur du marketing, Ekkehard Assmann, l’idée des téléphériques urbains a fait beaucoup de chemin au cours des sept dernières années. “Beaucoup de grandes métropoles pensent sérieusement à les utiliser pour résoudre leurs problèmes de circulation”, affirme-t-il. Après le succès du transport par câble à Caracas, Rio de Janeiro et Medellín, presque toutes les grandes métropoles d’Amérique du Sud ont ainsi exprimé leur intérêt pour ce système, poursuit-il. En Afrique subsaharienne, l’installation d’un téléphérique à Lagos, au Nigeria, est presque terminée.

Une étude de faisabilité est en cours à Kampala, en Ouganda, et la Banque mondiale a approuvé un emprunt de 175 millions de dollars [138 millions d’euros] pour financer le projet. Caracas, la capitale du Venezuela, a construit son premier téléphérique en 1952. Quatre ans plus tard, Alger, la capitale de l’Algérie, en faisait autant. L’Algérie est aujourd’hui considérée comme un leader mondial dans le domaine du transport urbain par câble : quatre grandes villes du pays sont équipées de ce système, et le réseau d’Alger compte déjà quatre lignes. Les arguments économiques en faveur des téléphériques urbains sont incontestables. Ils peuvent transporter 5 000 passagers à l’heure dans chaque sens, moins que les rames de métro, qui peuvent prendre en charge plus de 20 000 passagers à l’heure, mais qui coûtent dix fois plus cher.

15 centimes d'euros par trajet

S’ils sont correctement utilisés, ils consomment moins d’énergie que la plupart des systèmes de transport, parce que les moteurs tournent à une vitesse constante. Les coûts d’installation sont également plus bas. Ce moyen de transport peut être bon marché pour les usagers, et les dépenses d’investissement peuvent être rapidement remboursées. A Constantine, en Algérie, un téléphérique a transporté 4,5 millions de passagers la première année [en 2008], pour 15 centimes d’euro par trajet. Même à ce tarif, les frais de fonctionnement et de maintenance étaient couverts.

Cerise sur le gâteau, les téléphériques sont un mode de déplacement attrayant. Faith Kangai Njeru est vendeuse de vêtements d’occasion, femme de ménage et mère de deux enfants. Elle vit à Nairobi et passe au minimum deux heures par jour dans les transports. A cause de cela, elle a elle-même dû engager une femme de ménage et une nounou, alors qu’elle ne gagne que 5,40 euros par jour. Je lui ai montré une vidéo sur les téléphériques dans les Alpes.

Faith, qui n’a jamais vu de neige ailleurs qu’à la télévision, a regardé attentivement les images. Puis je lui ai montré une autre vidéo sur Tlemcen, en Algérie, où les téléphériques pendent comme des décorations en verre bleu au-dessus des rues. Elle s’est calée dans son fauteuil en souriant. Je lui ai demandé combien elle payait pour ses trajets en autobus et lui ai exposé les arguments en faveur des téléphériques, mais les questions d’argent étaient visiblement passées au second plan. “Ça a l’air amusant !” s’est-elle exclamée, mettant fin à la discussion.

Ler artigo completo:
http://www.courrierinternational.com/article/2014/10/30/transport-la-ville-ne-tient-qu-a-un-fil?page=all

22 de outubro de 2014

Ordenar a Cidade - Newsletter 11


http://www.ordenaracidade.pt/


Newsletter 11 | 22 de Outubro de 2014

Caríssimos,

Temos o prazer de vos anunciar a organização de:

- seminário final do projeto europeu SITE (Smart Integrated Ticketing for Europe) no próximo dia 29 de Outubro. José Carlos Mota, Frederico Moura e Sá e Gil Ribeiro participam no encontro, que terá lugar em Aveiro;
- paralelamente, nos dias 28 e 29, poderão visitar uma exposição sobre Sistemas de Bicicletas Partilhadas, também em Aveiro. A iniciativa é da Plataforma Tecnológica da Bicicleta e Mobilidade Suave da Universidade de Aveiro.


Registam-se ainda as seguintes apresentações públicas recentes ou a ter lugar proximamente:
- José Carlos Mota falou sobre Cidades, participação e futuro em Mangualde em Setembro passado e em Viseu no passado dia 17, para tentar responder à pergunta como planear cidades saudáveis que não sejam só no papel ou no discurso?;
- Dulce Lopes participou no passado dia 7 no ciclo de conferências da RSA/Coimbra Editores, com uma apresentação sobre A operatividade dos instrumentos de reabilitação urbana. Este será igualmente o tema da sua participação num evento promovido pela Vida Imobiliária e a CM de Braga no próximo dia 25, em Braga.


E, enfim, a introdução de quatro novos textos no nosso repositório sobre:
unidades de execução;
o ordenamento da ocupação dispersa;
a Lei de Bases;
mais-valias e indemnizações por expropriação.

13 de outubro de 2014

BIAU - Bienal Iberoamericana de Arquitectura y Urbanismo

Quando:
13 a 18 de Outubro 2014

Onde:
Cidade Rosário | Argentina

La Bienal Iberoamericana de Arquitectura y Urbanismo (BIAU) es una iniciativa del Gobierno de España, consolidada tras la realización de ocho ediciones anteriores, como una de las referencias fundamentales para conocer la situación actual y prospectiva de la arquitectura y del urbanismo en la comunidad iberoamericana.

Las actividades básicas de la Bienal giran en torno al reconocimiento de trayectorias profesionales y de obras significativas de arquitectura; a resaltar las mejores publicaciones del sector; a premiar los trabajos de investigación más sobresalientes o las mejores ideas de arquitectos y estudiantes de arquitectura a través de concursos en la red.

La IX BIAU ROSARIO 2014 espera contribuir a la construcción de una línea de pensamiento crítica y de una política cultural integradora, en el marco de la arquitectura y el urbanismo, difundiendo las obras/experiencias más destacadas de dicha comunidad iberoamericana. Pretende además coordinar un área permanente de diálogo y reflexión, estimulando la participación y el interés de segmentos sociales diferentes para, por ejemplo, la construcción de la ciudad o la defensa de un territorio.

Ver mais:
http://www.bienalesdearquitectura.es/index.php/es/inicio-biau/

10 de outubro de 2014

Conferência Nacional "0 25 DE ABRIL E O PODER LOCAL DEMOCRÁTICO"

Quando:
10 de Outubro de 2014


Onde:
Évora - Palácio de D. Manuel


Quem promove:
CIMAC, Comunidade Intermunicipal do Alentejo Central

O Tema
Pretende analisar as quatro décadas de poder local em Portugal, promovendo a reflexão e discussão sobre as estratégias e caminhos de interesse no atual contexto social e económico para autarquias e cidadãos.

A quem se destina
Dada a natureza dos temas a abordar consideramos ser de especial interesse para todos os membros de órgãos do poder local, funcionários de autarquias, juntas de freguesias, associações de municípios, professores, estudantes, membros de associações, coletividades entre outros profissionais de setores de atividade variados.

Participa:
Jorge Carvalho
- 15h15 - Os Municípios e o Planeamento

Ver mais:
http://www.cimac.pt/convida/
http://ordenaracidade.pt

4 de outubro de 2014

Habitat III - Third United Nations Conference on Housing and Sustainable Urban Development

Habitat III is the United Nations Conference on Housing and Sustainable Urban Development to take place in 2016. In resolution 66/207 and in line with the bi-decennial cycle (1976, 1996 and 2016), the United Nations General Assembly decided to convene, the Habitat III Conference to reinvigorate the global commitment to sustainable urbanization, to focus on the implementation of a “New Urban Agenda”, building on the Habitat Agenda of Istanbul in 1996.

Member States of the GA, in resolution 67/216, decided that the objective of the Conference are to secure renewed political commitment for sustainable urban development, assess accomplishments to date, address poverty and identify and address new and emerging challenges. The conference will result in a concise, focused, forward-looking and action-oriented outcome document.

The Conference welcomes the participation and contributions of all Member States and relevant stakeholders, including parliamentarians, civil society organizations, regional and local government and municipality representatives, professionals and researchers, academia, foundations, women and youth groups, trade unions, and the private sector, as well as organizations of the United Nations system and intergovernmental organizations.

Habitat III will be the first UN global summit after the adoption of the Post-2015 Sustainable Development Agenda and, hopefully, a new climate change agreement. It offers a unique opportunity to discuss the important challenge of how cities, towns and villages are planned and managed, in order to fulfill their role as drivers of sustainable development, and hence shape the implementation of new global development and climate change goals.

Ver mais:
http://unhabitat.org/habitat-iii/