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6 de fevereiro de 2013

Vive-se melhor nas cidades? - Encontro "Presente no Futuro"

O ENCONTRO DE REFLEXÃO SOBRE OS PORTUGUESES QUE QUEREMOS SER EM 2030.
Como chegámos aqui? O que queremos ser amanhã?



DISPONÍVEL O VÍDEO RELATIVO AO TEMA:

Vive-se melhor nas cidades?


ENCONTROS INESPERADOS
- O encontro de diferentes olhares sobre como somos, as mudanças em curso e as perspectivas de futuro da população de Portugal.





- Vive-se melhor nas cidades?

Oradores:
Álvaro Domingues, António Mega Ferreira, Rui Horta

Moderador:
António José Teixeira

link:
http://www.presentenofuturo.pt/sessoes/17

O crescimento da população é uma tendência indelével e a vida urbana estende-se cada vez mais para fora dos limites físicos das cidades. A vida nas cidades é sempre igual? Por que se escolhe ir viver para a cidade ou para próximo dela? Interrogações milenares e actualíssimas.

4 de fevereiro de 2013

O interior está em risco de desaparecer? - Encontro "Presente no Futuro"

O ENCONTRO DE REFLEXÃO SOBRE OS PORTUGUESES QUE QUEREMOS SER EM 2030.
Como chegámos aqui? O que queremos ser amanhã?



DISPONÍVEL O VÍDEO RELATIVO AO TEMA:

O interior está em risco de desaparecer?


ENCONTROS INESPERADOS
- O encontro de diferentes olhares sobre como somos, as mudanças em curso e as perspectivas de futuro da população de Portugal.
- O interior está em risco de desaparecer?


Oradores:
João Ferrão, Álvaro Domingues, Augusto Mateus

Moderador:
António José Teixeira

link:
http://www.presentenofuturo.pt/sessoes/26


O despovoamento do Portugal rural em favor das áreas urbanas e do litoral é uma tendência prevalecente. Por outro lado, há muitos citadinos que tomam a iniciativa de regressar a uma vida no campo, eventualmente mais calma e em contacto com a natureza, mas com a nova tecnologia e os acessos fáceis a esbater distâncias.

31 de janeiro de 2013

Lançamento do livro "A Nova Vida do Velho Centro nas cidades portugueses e brasileiras"

Editado por:
Maria Encarnação Sposito e
José Rio Fernandes

Quando:
31 de Janeiro - 16h

Onde:
Porto, Café Guarany, Av. dos Aliados


Apresentação de:
Rui Moreira (ACP) e
Teresa Marques (DG/CEGOT)

À apresentação segue-se debate.

In:
http://www.cegot.pt/pt/Utilidades/Noticias.aspx?idnews=273

30 de janeiro de 2013

Livros de Arquitectura na 5.ª edição dos Prémios de Edição LER/BOOKTAILORS

É objectivo dos PE reconhecer, valorizar e comunicar as boas práticas, a qualidade e o profissionalismo existentes nos sectores editorial e livreiro portugueses.
Os PE abrangem variados elos da cadeia de valor, sendo compostos por Prémios de Design e Prémios Especiais, para indivíduos, entidades ou livros.

Estão a concurso vários livros de Arquitectura:

- "Vida no Campo", de Álvaro Domingues, seleccionado para a categoria Melhor Fotografia Original.

- "Reescrever o pós-moderno", da autoria de Jorge Figueira, seleccionado para a categoria Design de Capa: Não-ficção.

- "Eduardo Souto de Moura: Atlas de Parede. Imagens de Método", da autoria de André Tavares e Pedro Bandeira, seleccionado para a categoria Design de Obra: Arte e Fotografia.

Votação até 31 de janeiro de 2013 em:
http://premiosdeedicao.blogs.sapo.pt/

24 de janeiro de 2013

EXPOSIÇÃO LISBON GROUND - REPRESENTAÇÃO OFICIAL PORTUGUESA NA 13ªMOSTRA INTERNACIONAL DE ARQUITECTURA, LA BIENNALE DI VENEZIA

13ª Mostra Internacional de Arquitectura, La Biennale di Venezia, entre 29 de Agosto e 25 de Novembro de 2012.

Comissária/ Curadora:
Arquitecta Inês Lobo
que respondeu assim ao tema base lançado por David Chipperfield, o comissário geral desta edição de La Biennale di Venezia - "Common Ground"


Quando:
24-01-2013 a 24-02-2013
de terça-feira a domingo | encerra à segunda-feira - das 10:00 às 18:00

Onde:
Lisboa - CCB - Garagem Sul - Exposições de Arquitectura (Entrada junto ao Jardim das Oliveiras)

Nas palavras de Inês Lobo, "o conceito desta exposição tem Lisboa como foco principal, sob uma perspectiva da cidade como território comum numa das possíveis traduções do tema base 'Common Ground'", "território de saberes, território comum a um grupo de pensadores onde se incluem pessoas da Arquitectura, do Cinema, da Fotografia, da Literatura…".

Assim, em Lisbon Ground a Cidade apresenta-se declinada em três temas - Lisbon Downtown, Lisbon River, Lisbon Connections.

Os três temas nascem de discussões e reflexões sobre um conjunto de projectos e obras concretas que partilham um território e tema comuns - Lisboa - os quais tiveram a participação de um grupo de arquitectos de referência como
Álvaro Siza Vieira, Bárbara Rangel, Eduardo Souto Moura, Francisco Mateus, Gonçalo Byrne, Joana Vilhena, João Carrilho da Graça, João Favila Menezes, João Gomes da Silva, João Nunes, João Pedro Falcão de Campos, João Simões, José Adrião, Manuel Graça Dias, Manuel Mateus, Manuel Salgado, Paulo Mendes da Rocha, Pedro Domingos, Ricardo Bak Gordon, Ricardo Carvalho, Rui Furtado e Rui Mendes.

As obras em análise reflectem vinte e quatro anos de intervenção na cidade, pelo que esse é o tempo sobre o qual se debruçaram estas reflexões (1988-2012), que são a matéria-prima das diferentes peças que constituem a exposição:
- Vídeo de Catarina Mourão, projecção do registo das conversas de três mesas redondas onde se discute a cidade a partir dos temas propostos, bem como dos desenhos produzidos pelos oradores durante esses debates;
- Mapa de Lisboa sobre "os espaços entre" registo síntese da cidade em 2012;
- Fotografias de Duarte Belo, que representam e sintetizam a complexidade envolvida do desenho da cidade e, simultaneamente, afirmam Lisboa como uma metrópole plurissignificante no contexto de uma cultura urbana europeia;
- Testemunho sobre a cidade através de uma selecção de textos de Antonio Tabucchi ditos pelo actor italiano Marco Baliani.

Para a Comissária Inês Lobo "se pensarmos nas cidades como sistemas complexos e hoje disfuncionais, mas que continuam sem dúvida a ser uma das maiores invenções do homem, urge devolvê-las a quem as inventou. Repor esses sistemas em funcionamento obriga a reflectir sobre: espaço público, espaço privado, acessibilidade/mobilidade, programas, proximidade conforto. Este exercício implica o reconhecimento/entendimento da cidade, a invenção de um modo de a habitar que seja o deste tempo".

Mais informação;
http://www.ccb.pt/sites/ccb/pt-PT/Programacao/Exposiçoes/Pages/LisbonGroundjan2013.aspx

23 de janeiro de 2013

Conferência Future Cities 2013 - Shake UP your city

Quando:
23 de janeiro

Onde:
Faculdade de Engenharia da Universidade do Porto (FEUP)

Entrada livre.

Esta conferência destina-se a lançar o novo Centro de Competências para as Cidades do Futuro da Universidade do Porto e leverá à FEUP não apenas investigadores de renome internacional, mas também numerosas instituições, empresas e organizações, que já manifestaram interesse em colaborar com o novo centro.

Mais informação:
http://sigarra.up.pt/fpceup/pt/noticias_geral.ver_noticia?p_nr=7076

8 de janeiro de 2013

Eduardo Souto de Moura Honored with Israel’s Prestigious Wolf Prize

Portuguese architect and 2011 Pritzker Prize winner Eduardo Souto de Moura was announced today as one of this year's laureates of Israel’s prestigious Wolf Prize. Souto de Moura is being honored for his achievements in architecture while other prizes are given to scientists in the fields of physics, mathematics, chemistry, and agriculture.

The Wolf Prize has been awarded annually since 1978 by the Israel-based Wolf Foundation. Scientists winning the Wolf Prize are often hot contenders for the Nobel Prize.
The list of previous prize winners in the field of architecture includes David Chipperfield (2010), Peter Eisenman (2010), Jean Nouvel (2005), Alvaro Siza (2001), and Frank Gehry (1992) among others.
...

In:
BUSTLER
http://www.bustler.net/index.php/article/pritzker_winner_eduardo_souto_de_moura_honored_with_israels_prestigious_wol/

6 de janeiro de 2013

Revista GOT - Geografia e Ordenamento do Território - nº 2



A Revista GOT - Geografia e Ordenamento do Território foi criada pelo Centro de Estudos em Geografia e Ordenamento do Território e lançou o seu primeiro número em 2012.



A revista publica artigos associados à investigação fundamental e aplicada, notícias, comentários e resenhas bibliográficas de atualidade editorial.


N. 2 (2012)


SUMÁRIO

Editorial
José Alberto Rio Fernandes

ARTIGOS

- As dunas litorais entre Quiaios e Aveiro
  António Campar Almeida
- Natura 2000 Areas between Conservation and Opportunities of Local Development. The Case
  of Friuli Venezia Giulia Region (Italy)
  Sara Ariano, Andrea Guaran, Nadia Carestiato
- A Tridimensionalidade do Espaço Social e a Ação dos Empresários Urbanos na Configuração
  Residencial: O caso dos “Condomínios-Clube” em Natal/RN
  Felipe Fernandes de Araújo
- A Mediação Ambiental e Sócio-Territorial - Um Campo de Intervenção por Excelência para
  Geógrafos!
  Ursula Sabine Caser, Lia Vasconcelos
- Compartimentação geoecológica e propostas de planejamento ambiental em escala municipal
  no semiárido brasileiro
  Juliana Felipe Farias, Felipe da Rocha Borges, Edson Vicente da Silva, José Manuel Mateo
  Rodriguez
- Pequenas cidades e dinâmicas de inserções no processo de globalização: uma leitura a partir
  da realidade brasileira
  Rita de Cássia da Conceição Gomes
- Trabalho, Lazer e Turismo de Negócios
  Jorge Marques
- The effects of farmland abandonment and plant succession on soil properties and erosion
  processes: a study case in centre of Portugal
  Adélia Nobre Nunes, Albano Figueiredo, António Almeida
- Bombeiros do século XXI - "A Prevenção é connosco": Novo paradigma na Proteção
  Civil/Bombeiros.
  António Oliveira Pena
- A integração do princípio de Coesão Territorial na agenda política: o caso português
  Gonçalo Santinha, Teresa Sá Marques
- Podemos ambicionar um ‘megacentro de biociências’? Uma análise comparativa centrada no
  Health Cluster Portugal
  Hélder Fernando Santos, Teresa Sá Marques
- O Planejamento Estratégico sem plano: uma análise do empreendedorismo urbano no Brasil
  Eugênio Ribeiro Silva
- O estudo das formas da cidade no âmbito da Geografia Urbana. Apontamentos metodológicos
  Arthur Magon Whitacker

Link para a revista online:
http://cegot.org/ojs/index.php/GOT/issue/current

5 de janeiro de 2013

O CAID faz hoje 4 anos

O Clube dos Amigos e dos Inimigos da Dispersão, criado com o propósito de dinamizar uma rede informal de pessoas interessadas na reflexão sobre a Ocupação Dispersa, tem neste momento 150 sócios oriundos de diversas áreas do conhecimento e de vários países.

O blogue, onde foram publicadas mais de 480 postagens, registou cerca de 24.000 visualizações de página, abrangendo um público distribuído maioritariamente pelos seguintes países: Portugal (11.548), Estados Unidos (3.094), Brasil (2.073), Rússia (1.250), Alemanha (1.199), França, Holanda, Ucrânia, Suíça, Espanha...


Recordem-se as duas primeiras mensagens publicadas

























  sócios e seguidores do blogue















  que seja um ano ímpar para todos

3 de janeiro de 2013

Young Scholar Competition (Johannesburg 2013)

Participation is open to all Young Scholars (those under 35 years of age on July 1) participating in the IGU Urban Commission meeting in Johannesburg, South Africa in July 2013.

Ver mais:
http://www.unil.ch/igu-urban/page94780.html

1 de janeiro de 2013

Temas do 2.º CIHEL - comunicações sobre: habitação, cidade, territórioe desenvolvimento

António Baptista Coelho e Anabela Manteigas


Apresentação dos conteúdos específicos a abordar no 2.º Congresso Internacional da Habitação no Espaço lusófono - 2.º CIHEL - que abordará a temática integrada da "habitação, cidade, território e desenvolvimento", Congresso ao qual se associou o 1.º Congresso CRSEEL - Construção e Reabilitação Sustentável de Edifícios no Espaço Lusófono

O "desenvolvimento do território, da cidade e da promoção habitacional", no âmbito da lusofonia, são os grandes temas a discutir no 2.º CIHEL, congresso internacional da iniciativa do Grupo Habitar - Associação Portuguesa para a Promoção da Qualidade Habitacional, organizado pelo Laboratório Nacional de Engenharia Civil (LNEC), em Lisboa, de 13 a 15 de março de 2013.

Divulgação pormenoizada dos temas e das subtemáticas a tratar no 2.º CIHEL, que se distribuem pelas seguintes secções:

a) programas e políticas urbanas e habitacionais;
b) cidade habitada, território e ambiente;
c) da urbanidade no espaço público à cidade informal;
d) o habitar nas comunidades rurais;
e) da habitação de interesse social à diversificação tipológica;
f) integrar a reabilitação urbana e habitacional;
g) sistemas, processos, tecnologias e materiais de construção;
h) práticas de investigação e intervenção urbana e habitacional.

Para cada secção temática, listagem das comunicações completas já entregues e atualmente em fase de preparação editorial (livro de resumos e outras intervenções, mais CD com comunicações completas.

Link para a publicação integral:
http://infohabitar.blogspot.pt/2012/12/temas-do-2-cihel-as-135-comunicacoes-ja.html?m=1

19 de dezembro de 2012

Índice de Cidades Inteligentes - Portugal

INTELI lança Site da rede RENER - Living Lab para a Inovação Urbana, integrada por 25 cidades portuguesas


O Índice de Cidades Inteligentes 2020 foi aplicado, nesta primeira edição, às cidades que constituem o Living Lab RENER – Rede de Inovação Urbana, liderado pela INTELI e membro da Rede Europeia de Living Labs.

Trata-se de um laboratório vivo que integra 25 cidades portuguesas, funcionando como espaço de teste e experimentação de soluções urbanas inteligentes em contexto real. Privilegia-se uma filosofia de inovação aberta e de co-criação com forte envolvimento dos utilizadores e cidadãos. O RENER é também um palco de partilha de experiências e boas práticas com capacidade de replicação noutras cidades e regiões, quer a nível nacional quer internacional.

A origem do living lab encontra-se associada ao Programa Nacional de Mobilidade Eléctrica, tendo as cidades envolvidas funcionado como test-bed para a introdução do veículo eléctrico em Portugal, ao nível da infra-estrutura de carregamento e da respectiva rede de gestão e informação.

Pretende-se agora alargar a intervenção do RENER a outras áreas de inteligência urbana, como a eficiência energética, energias renováveis, gestão da água e resíduos, governação, inovação social, etc., criando uma rede de cidades inteligentes em Portugal.

As 25 Cidades são: Almada, Aveiro, Beja, Braga, Bragança, Cascais, Castelo Branco, Coimbra, Évora, Faro, Guarda, Guimarães, Leiria, Lisboa, Loures, Portalegre, Porto, Santarém, Setúbal, Sintra, Torres Vedras, Viana do Castelo, Vila Nova de Gaia, Vila Real, Viseu

in:
http://www.rener.pt

Publicado por:
Catarina Selada

em:
Cidades pela Retoma e Transição


Link para o texto:
"Índice de Cidades Inteligentes - Portugal":
http://media.wix.com/ugd//55d170_b72609b772d106353c2e6a5690b77a8e.pdf

14 de dezembro de 2012

Prémios Cidade Perfeita

as cidades portuguesas mais inteligentes



Lisboa, Almada, Cascais, Aveiro e Vila Nova de Gaia destacam-se pelo seu comportamento "inteligente" num índice que vai além das soluções tecnológicas utilizadas e integra também sustentabilidade ou inclusão social.




O Índice de Cidades Inteligentes 2012, elaborado pela Inteli e hoje apresentado em livro, contempla 20 dos 25 municípios da rede Living Lab RENER para a renovação urbana, de todo o país, e analisa as áreas da governação, inovação, sustentabilidade, inclusão e conetividade, com cerca de 80 indicadores cada uma.

Ver mais:
http://www.tvi24.iol.pt/503/sociedade/cascais-cidades-turismo-inteligentes-estudo-ambiente/1401898-4071.html

13 de dezembro de 2012

"Dos Planos à Execução Urbanística" de Jorge Carvalho

Jorge Carvalho

Editora:
Almedina

Coleção:
Fora de Coleção

Tema:
Arquitectura

Ano:
2012

SINOPSE
Não obstante o esforço de Ordenamento do Território, em Portugal, nas últimas décadas é consensual a opinião de que tem sido pouco eficaz, de que muitas das transformações ocorridas desaproveitam, numa prespectiva colectiva, recursos ambientais e financeiros.

Partindo desta constatação, o Autor considera que as razões dessa ineficácia residem sobretudo em componentes perversas de política fundiária e numa praxis urbanística desadequada.
É sobre essa Prática Urbanística Municipal que incide este Livro, apresentando—de forma concreta, pormenorizada e exemplificada—propostas para a sua progressiva alteração:
- Programação e Orientações Executórias, adicionadas aos Planos.
- Dinamização municipal de Parcerias Urbanísticas para cumprimento da Programação.
- Licenciamento assistemático e individualizado mais criterioso e limitado.

De há muito que as alterações que aqui se preconizam são necessárias. A legislação—desde o DL380/99, já lá vão 13 anos—aponta este caminho.

A actual crise económica/financeira exige, ainda mais, uma utilização racional dos parcos recursos disponíveis, público e privados. Há que os adicionar e que os estimular, orientando-os para operações urbanísticas que, pagando-se a si prórpias. Contribuem para o bem comum.

Mais informação:
http://www.almedina.net/catalog/product_info.php?products_id=20559
https://www.facebook.com/PlaneamentoRegionaleUrbano

9 de dezembro de 2012

Oscar Niemeyer


"(...) gosto do meu país; das suas grandezas e misérias; do Rio, das suas praias e montanhas; dos cariocas, tranqüilos e desinibidos, como se a vida fosse justa e eles a desfrutavam sem discriminação. Como gosto deste país imenso! Do Norte ao Sul. Dos mais abandonados a fugirem da seca, sem casa nem comida, marcados pelo desespero; dos meus irmãos favelados, a ocuparem os morros com suas revoltas. Como tento desculpá-los quando a vida os transforma e a justiça dos homens os cerca implacável."

Oscar Niemeyer





‎"Não é o ângulo reto que me atrai. Nem a linha reta, dura, inflexível criada pelo homem. O que me atrai é a curva livre e sensual. A curva que encontro nas montanhas do meu país. No curso sinuoso dos sentidos, nas nuvens do céu. No corpo da mulher preferida. De curvas é feito todo o universo”.

Oscar Niemeyer




























































































imagem in:
http://g1.globo.com/rio-de-janeiro/noticia/2012/12/morre-no-rio-o-arquiteto-oscar-niemeyer.html

Ver mais:
http://www.niemeyer.org.br/

4 de dezembro de 2012

"Valongo, entre o ser e o não querer ser um cemitério de prédios inacabados"

por Abel Coentrão

2 de Dezembro de 2012
jornal Público

























O prédio inacabado na Avenida do Dr. Fernando Melo é, ele próprio, um mote. Com o seu cartaz - retirado este ano, já depois de feita a fotografia ao lado - a anunciar uma "Nova Valongo", a imagem condensa o resultado do choque entre a vontade política de atrair a este concelho milhares de novos moradores, abrindo para isso o terreno à explosão urbanística e à habitação barata, e o arrefecimento provocado pelo excesso da oferta e a crise no mercado imobiliário.

Em Valongo, como noutros espaços suburbanos das áreas metropolitanas de Lisboa e Porto, a cidade moderna convive com a sua própria ruína, a dos esqueletos inacabados à espera de uma solução. Vizinho desta realidade, o fotógrafo Helder Sousa fez do levantamento destas promessas por cumprir a sua tese de mestrado. E a Câmara de Valongo aceitou expor estes retratos de um problema que anda a tentar resolver.

Entre os Censos de 1981 e 2011, a população de Valongo cresceu quase 46 %, passando de 64.234 habitantes para os actuais 93.753. O fluxo, facilitado pela melhoria das acessibilidades ao concelho, por um lado, e ao crédito bancário por parte da classe média, por outro, foi alimentado, no destino, com novas urbanizações a prometer qualidade de vida, proximidade ao Porto e preços bastante inferiores aos praticados na área central da região.
...

Link para o texto integral:
http://www.publico.pt/local/noticia/valongo-entre-o-ser-e-o-nao-querer-ser-um-cemiterio-de-predios-inacabados-1575826#/1

2 de dezembro de 2012

De Montgat a la Barceloneta. Frentes marítimos diversos


Quando:
2 de diciembre - de 10 a 14 h

Onde:
Barcelona

Itinerario:
Distancia aproximada recorrida en bicicleta: 12 km.
Para participar en el itinerario hay que llevar la bicicleta.


Programa:
El paseo se inicia con el traslado al punto de salida desde el centro de Barcelona con el tren de cercanías RENFE hasta bajar en la estación de Montgat (barrio de Les Mallorquines).

Desde Montgat hasta el río Besòs es muy relevante la alternancia entre frentes urbanos consolidados y sectores industriales situados en primera línea de mar. De los primeros, destaca la rambla de Badalona, que es la calle de la fachada marítima del casco antiguo de la ciudad. Y de los segundos, el complejo de generación eléctrica en Sant Adrià de Besòs con las tres chimeneas. Una vez cruzado el Besòs, dos operaciones urbanísticas sirven para fechar la transformación urbanística del frente urbano barcelonés: el Fòrum (2004) y la Vila Olímpica (1992). El Poble Nou, situado en medio de los dos anteriores, se ha ido acercando también hacia el mar. El recorrido finaliza en el barrio de la Barceloneta. Este ha sido desde su fundación, en el siglo XVIII, el barrio marinero y portuario de la ciudad. En la actualidad se está adaptando al nuevo reto que supone la llegada del ocio y del turismo masivos.

Mais informação:
http://www.cccb.org/es/itinerari-de_montgat_a_la_barceloneta_fronts_maritims_diversos-40363

1 de dezembro de 2012

“Fractal Cartography of Urban Areas”

Sara Encarnação
Marcos Gaudiano, Francisco C. Santos, José A. Tenedório & Jorge M. Pacheco

No estudo “Fractal cartography of urban areas” é desenvolvido um modelo que identifica e classifica, de acordo com a dimensão fractal, qualquer área do território em função do tipo de crescimento das áreas edificadas. Teve como base de partida dados estruturados em Sistemas de Informação Geográfica relativos à Área Metropolitana de Lisboa Norte (AML Norte), para os anos de 1960, 1990 e 2004.

A equipa de investigação verificou que o crescimento urbano tem seguido um padrão bem definido, quer no tempo, quer no espaço: as áreas construídas evoluem tipicamente de áreas dispersas de pequena dimensão para áreas muito compactas. Este processo de evolução exibe uma dimensão fractal bem definida, o que revela a presença de processos de auto-organização na evolução do território edificado.

A comparação entre as dimensões fractais estimadas pelo modelo teórico e as obtidas através dos dados empíricos permitiu a classificação automática das áreas edificadas da AML Norte. Esta categorização permite não só elaborar de forma automática a cartografia da expressão fractal urbana de qualquer metrópole, como também identificar as áreas que necessitam de uma intervenção atempada em matéria de planeamento, a qual deverá ser simultaneamente focada e flexível.


Publicado na revista Scientific Reports, do grupo Nature

Links para o artigo completo:
http://www.nature.com/srep/2012/120724/srep00527/full/srep00527.html
http://fcsh.unl.pt/media/clipping/publico-julho-de-2012-estudo-do-e-geo/at_download/filePressClip

Link para vídeo:
http://fcsh.unl.pt/media/noticias/copy_of_e-geo-em-destaque-na-nature-scientific-reports

In:
http://fcsh.unl.pt/media/noticias/copy_of_e-geo-em-destaque-na-nature-scientific-reports

Valongo 2012

Por Paulo Catrica

Publicado em:
Le Monde Diplomatique (Edição Portuguesa)
mês de Dezembro

"A arquitectura e a paisagem, como enunciado cultural, atestam o modo como vivemos, projectamos o futuro ou nos relacionamos com o passado. Construindo uma possibilidade de ver o espaço num determinado tempo, as fotografias podem ser uma ferramenta para ver e pensar criticamente as paisagens e a arquitectura.
Mas raras vezes as fotografias tratam a realidade presente de modo tão persuasivo como o projecto que Helder Sousa realizou no concelho de Valongo, na periferia do Porto. Tendo por objecto a arquitectura de habitação, as fotografias registam um conjunto de projectos arquitectónicos inacabados, vivendas unifamiliares, prédios de habitação ou condomínios com escalas e em frases de construção diferentes – em esqueleto, em tijolo ou já perto dos acabamentos finais. A série de vivendas opera como a demonstração tipológica deste trabalho. Mostrando diversas fases da ruína estas imagens constroem uma convincente alegoria visual sobre o impacto da presente crise económica e social num «certo» tipo de arquitectura. São vivendas destinadas a classes médias emergentes, para as quais o subúrbio tem representado a utopia da paisagem moderna, disciplinada, arejada e modelar, bem como a possibilidade de ascensão social.
A ruína emerge como evidência de um estado de coisas – a falência de um modelo social. Só a natureza parece retomar o seu papel regenerador."

in:
https://www.facebook.com/helder.sousa.7777?ref=ts&fref=ts&__req=1y

30 de novembro de 2012

A CAMINHO DA 2.a RURALIDADE. Uma Introdução à Temática dos SistemasTerritoriais

Sessão de apresentação do livro de
António Covas e Maria das Mercês Covas
(Universidade do Algarve)
Quando:
30 de Novembro de 2012 – 18.00 h

Onde:
Universidade de Lisboa – Instituto de LOCAL Geografia e Ordenamento do Território
(IGOT)*
Auditório Orlando Ribeiro


A apresentação do livro contará com a presença do Arq. Paisagista Gonçalo Ribeiro Telles e estará a cargo da Prof. Doutora Carminda Cavaco (UL – CEG)

A caminho da 2a ruralidade, uma introdução à temática dos sistemas territoriais, é um texto de reflexão sobre o futuro próximo e longínquo... sobre a pluralidade e diversidade dos modos de fazer agricultura e agrocultura.
...
é, também, um pretexto para prestar uma singela homenagem ao Arquitecto Gonçalo Ribeiro Telles...

Mais informação:
http://www.ceg.ul.pt/descarga/Congressos_Seminarios/ConviteA4_Caminho2aRuralidade_30Nov.pdf