Mostrar mensagens com a etiqueta ordenamento do território. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta ordenamento do território. Mostrar todas as mensagens

1 de julho de 2015

Viaje a Medellín. Una ciudad en transformación

Quando:
del 11 al 19 de julio

Organiza:
CCCB- Barcelona

Con motivo de la exposición «Pis(o) Pilot(o). Medellín – Barcelona», que se presentará en ambas ciudades, el Centro de Cultura Contemporánea de Barcelona organiza para los Amigos del CCCB un viaje a Medellín con el objetivo de conocer las grandes transformaciones de la ciudad. Medellín, antes una ciudad dominada por la violencia, es hoy en día un modelo de éxito y de referencia gracias a sus grandes logros urbanos, sociales, educativos y culturales.

Vamos a recorrer todo tipo de barrios, antes impenetrables, visitaremos proyectos públicos de urbanismo, de hábitat, de educación, culturales, etc., con una agenda de reuniones y espacios para las conversaciones, para poder entender cuáles han sido las claves principales para los grandes cambios de Medellín. Y visitaremos la exposición «Pis(o) Pilot(o). Medellín – Barcelona» en el Museo de Antioquia con los organizadores de la exposición en la ciudad.

«Pis(o) Pilot(o). Medellín – Barcelona» es una exposición/plataforma que explora los beneficios de la construcción simultánea del espacio público y el espacio doméstico a través del talento creativo de Barcelona y Medellín para realizar propuestas piloto sobre posibles soluciones para garantizar el derecho a la vivienda y el derecho a la cuidad. Esta muestra quiere usar el conocimiento acumulado de dos ciudades de dimensiones comparables como Barcelona y Medellín, con una larga relación de cooperación mutua. Ambas se han significado internacionalmente por haber impulsado un urbanismo inclusivo y, como tantas otras ciudades del mundo, se enfrentan al reto de dar cabida a todos los que tienen necesidad de un techo.

Nos acompañará Jorge Melguizo. Fue Secretario de Cultura Ciudadana (2004 - 2009) y Secretario de Desarrollo Social (2009 - 2010)., años en los que el Ayuntamiento de Medellín impulsó las grandes transformaciones de la ciudad. Comunicador social, periodista y profesor en varias universidades... Además de miembro del Comité Directivo de RESURBE, programa mundial de resiliencia urbana y ambiental y coordinador de la Cátedra UNESCO de Sostenibilidad.

Ver mais:
http://cccb.org/es/activitats_amics_del_cccb-viaje_a_medelln_una_ciudad_en_transformacin_del_11_al_19_de_julio-212932

25 de junho de 2015

'A equidade e eficiência no processo de urbanização. Proposta para um novo modelo'

Conferência sobre modelos de perequação

Quando:
25 de Junho

Onde:
Lisboa - Centro de Congressos do Instituto Superior Técnico

Organiza:
Projeto PERCOM

A conferência final do projecto PERCOM no IST tem como objectivo apresentar ao público as 'propostas do projeto no que concerne aos modelos de gestão e financiamento para a execução de operações urbanísticas com vários proprietários, a um novo modelo de avaliação imobiliária (aplicável a estas operações), e às alterações legislativas necessárias para permitir a operacionalização desta proposta de modelo.'

Programa:
10:00
   Experiences & conditions for success in land readjustment
   Rachelle Alterman
10:40
   A equidade e eficiência no processo de urbanização: a perspetiva do PERCOM
   Beatriz Condessa
11:30
   Propostas de modelos de gestão e financiamento
   José Antunes Ferreira, Joana Castro e Almeida, Ana Morais de Sá
   Comentário
   Paulo V. D. Correia
12:20
   Debate
   Moderador
   Fernando Nunes da Silva
14:30
   Proposta para um novo modelo de avaliação imobiliária
   José Antunes Ferreira
   Comentário
   Fernando Santo
15:15
   Alterações legislativas necessárias
   Beatriz Condessa
   Comentário
   Carlos Lobo
16:00
   Debate
   Moderador
   Jorge Carvalho
16:45
   Conclusões
   Beatriz Condessa

Ver mais:
http://www.fcsh.unl.pt/e-geo/sites/default/files/NL_CICS.NOVA/newsletter_07.pdf

21 de junho de 2015

Avaliação do solo urbano no quadro da nova Lei de Bases

Jorge Carvalho
maio/2015

Partindo do facto do mercado fundiário ser por natureza muito imperfeito, afirma a necessidade de uma política pública fundiária que torne o valor do solo mais transparente e menos dependente da discricionariedade da Administração e dos Tribunais.
Afirma que da política praticada em Portugal resulta exatamente o contrário.
E afirma, explicitando, que a recente Lei de Bases da Política Pública de Solos, Ordenamento e Urbanismo (Lei 31/2014) poderia, se cumprida de forma coerente e eficaz, ser ponto de partida para alterar significativamente esta realidade

AVALIAÇÃO DO SOLO URBANO NO QUADRO DA NOVA LEI DE BASES
(publicado no âmbito da investigação PERCON, newsletter 7, CESUR)

É sabido que o mercado fundiário é por natureza especulativo, porque objeto de entesouramento, por ser muito pouco transparente e por o seu uso potencial, nomeadamente o edificatório, estar inevitavelmente dependente de decisões da Administração.

Assim sendo, a melhoria do funcionamento mercado fundiário exige uma política pública forte, clara e eficaz, que consiga tornar o valor do solo mais estável, justo e transparente.

O que tem acontecido em Portugal relativamente ao solo urbano é exatamente o contrário:
- A avaliação oficial dos imóveis é diferente para efeitos fiscais e para efeitos de expropriação.
- Os planos não se têm preocupado com o cálculo e distribuição das mais-valias que criam, deixando que sejam apropriadas na totalidade e de forma desigual pelos proprietários.
- Os valores praticados em expropriações são, para situações similares, muito variáveis.

A recente Lei de Bases da Política Pública de Solos, Ordenamento e Urbanismo (Lei 31/2014), se devidamente cumprida, pode alterar significativamente esta realidade.

Desde logo, no seu art.º 67.º 2, refere uma mesma avaliação pública para todas as finalidades legais, para a “execução dos planos”, para “expropriação por utilidade pública” e para “efeitos fiscais”.

O Art.º 71.º, relativo à “avaliação do solo urbano”, confunde a exceção (existência de edificabilidade concreta, o que só acontece em caso de direito adquirido, ou perante plano de pormenor com efeitos registais) com a situação que de acordo com a Lei se deverá tornar corrente (solo enquadrado em plano zonamento com regras perequativas).
Mas, para esta situação corrente, o Art.º é claro: estabelece que a avaliação deve ser feita com base na “edificabilidade média definida no plano”, deduzidos os valores de cedências perequativas e os custos necessários à “realização da edificabilidade concreta”.

Para uma leitura mais precisa desta norma há que considerar:
- O princípio da equidade, estabelecido no Art.º 3.º 1.f), o de uma “justa repartição dos benefícios e encargos decorrentes da aplicação” dos planos e da política de solos.
- As orientações relativas às “mais-valias originadas pela edificabilidade”, as quais devem ser “calculadas e distribuídas entre os proprietários e o Fundo Municipal de Sustentabilidade Ambiental e Urbanística” (Art.º 68.º 2).

Estamos, pois, perante orientações claras para a avaliação do solo urbano:
1.ª - Elaboração de planos municipais que, para cada unidade operativa para o efeito delimitada: calcule e fixe a edificabilidade média; estabeleça a distribuição dessa edificabilidade média ente proprietários e Fundo Municipal.
2.ª – Avaliação do solo urbano de acordo com a seguinte fórmula:
Valor do Solo/ m2 = % de Edificabilidade média afeta à propriedade × Valor unitário do m2 de edificabilidade − Encargos Urbanísticos correspondentes.

A adoção de mecanismos perequativos das mais-valias e dos encargos urbanísticos - entre a propriedade e a função social do solo (Fundo Municipal) e para os proprietários entre si - é elemento fundamental para tornar o valor do solo mais transparente e menos dependente da discricionariedade da Administração e dos Tribunais.

As orientações da Lei de Bases (já em parte constantes no quadro legal anterior) necessitam agora, para se concretizarem, de muitas outras alterações:
- Novos planos e, sobretudo, novas práticas de administração urbanística municipal, havendo que contar com muitas resistências à indispensável inovação.
- Legislação complementar, nomeadamente Código de Expropriações, compaginada com esta Lei.

Seria óbvio que tal deveria acontecer; mas, do que se conhece, ....
Veremos o que o futuro nos reserva. Mas o que há a fazer, desde já, é realçar e prosseguir o caminho apontado.

Ver em:
http://ordenaracidade.pt/site-jcarvalho/assets/files/2576/2015_av_solo.pdf

Comparer la prise en compte des usages dans le projet d’espace public, entre régularités et constructions ad hoc des problèmes et des solutions

Comparer la prise en compte des usages dans le projet d’espace public, entre régularités et constructions ad hoc des problèmes et des solutions : une réflexion à partir de Lyon12

Pedro Gomes
doctorant, Lab’Urba
- Université Paris-Est, France

ATELIER DOCTORAL
Recherche en urbanisme : Moyen Orient – Europe

Cet atelier a le double objectif de mettre au premier plan des questions qui intéressent particulièrement les villes et l’urbanisme du Moyen-Orient et de constituer un atelier international entre jeunes chercheurs et chercheurs confirmés pour aider à la préparation des thèses liées à l’urbanisme dans différents pays.

Lors de cet atelier, trois thèmes de recherche sont privilégiés:
  • Le planning stratégique et ses acteurs : il s’agit de réfléchir sur les définitions actuelles de la planification stratégique, ses outils et ses acteurs ;
  • Les usages de la ville : il s’agit de privilégier les approches qui interrogent les usages, qui posent de nouvelles questions à l’urbanisme ou qui sont induites par les caractéristiques de la production urbaine contemporaine;
  • Les centralités métropolitaines : Il s’agit d’identifier les différentes approches permettant de réfléchir sur l’évolution des centralités.
Quando:
21-22-23 mai 2015

Onde:
Beyrouth

Ver mais:
http://alba.edu.lb/french/iua-atelier-doctoral http://alba.edu.lb/Library/Files/IUA/Programme%20Atelier%20Doctoral%202.pdf

17 de junho de 2015

Seminário "O caso de Abrantes - Plano de Urbanização no quadro da nova Lei de Bases"

Quando:
17 de Junho

Onde:
Abrantes, Edifício Pirâmide

Promove:
Câmara Municipal de Abrantes



Programa:

- 09:30
Sessão de Abertura
Presidente da Câmara Municipal de Abrantes
Representante da DGT (a confirmar)

- 10:00
Estruturação da Cidade Alargada

Desafios atuais e estruturação da Cidade
Fernando Nunes da Silva
Estrutura/Modelo do PU Abrantes
Jorge Carvalho
A colmatação necessária no PU Abrantes
Carina Pais

Debate

- 11:45
Classes e categorias de solo

Classes e categorias de solo na Lei de Bases
António José Lameiras
Infraestruturas versus edificabilidade
Frederico Sá

- 14:15
Classes e categorias de solo (continuação)

Estrutura ecológica e áreas agrícolas e florestais da Cidade
Ana Blanco
Categorias de solo e ocupação dispersa no PU Abrantes
Jorge Carvalho

Debate

- 15:30
Orientações executóriase perequativas no quadro de planos Orientações executóriase perequativas na Lei de Bases
João Miranda

Orientações executórias e programaçãono PU Abrantes
Ricardo Brás
Perequação e avaliaçãodo solo urbano no PU Abrantes
Jorge Carvalho

Debate

- 17:30
Ver Abrantes do Castelo
Degustação de produtos locais
Ver mais:
http://cm-abrantes.pt/index.php/pt/agenda/145-o-caso-de-abrantes-plano-de-urbanizacao-no-quadro-da-nova-lei-de-bases

9 de junho de 2015

Ordenar a Cidade - Newsletter 15


http://www.ordenaracidade.pt/


Newsletter 15 | 9 de Junho de 2015

PLANO DE URBANIZAÇÃO NO QUADRO DA NOVA LEI DE BASES (o caso PU de Abrantes)

SEMINÁRIO 17 JUNHO, EM ABRANTES


O Seminário incidirá em 3 temas:
  • Estruturação da Cidade Alargada
  • Classes e categorias de solo
  • Orientações executórias e perequativas

O Plano de Urbanização de Abrantes tem conteúdo conforme o novo quadro legal.

O Seminário, sendo sobre o plano, é também sobre o novo quadro legal (Lei de Bases e novo RJIGT), constituindo oportunidade para sobre ele refletir.

Programa e inscrição gratuita aqui.

5 de junho de 2015

17è Rencontres internationales en urbanisme APERAU

Association pour la Promotion de l'Enseignement et de la Recherche en Aménagement et Urbanisme

Ces Rencontres, intitulées «La Fabrique de la ville», sont consacrées «aux modes de penser et de faire la ville».
Thème du colloque principal:
«Concevoir et fabriquer la ville»

Quando:
du 1er au 5 juin 2015

Onde:
Rennes

Le colloque scientifique s'articule autour de six figures interagissantes, déclinées en autant de thèmes.
Ces thèmes serve de guide à la réflexion scientifique.
  • Objets et espaces de la ville contemporaine
  • Le projet et ses méthodes : conception, aménagement, construction
  • Aménager et urbaniser : à quel prix ?
  • Acteurs, métiers et formations
  • Les référentiels de la fabrique urbaine
  • Pouvoirs, mobilisations et régulations dans la fabrique urbaine
Ver mais:
http://www.aperau.org/programme-des-journees-2014.html

2 de junho de 2015

COLLOQUE «Concevoir et fabriquer la ville »

17e Rencontres internationales en urbanisme


Quando:
2-4 juin 2015

Onde:
Rennes


Les 17e Rencontres internationales en urbanisme de l’Association pour la Promotion de l'Enseignement et de la Recherche en Aménagement et Urbanisme (APERAU), organisées par l’Institut d’aménagement et urbanisme de Rennes (IAUR) et les laboratoires de recherche rennais associés (ESO, CIAHPS, CRAPE, LGCGM), feront porter la réflexion scientifique sur la conception et la fabrication de la ville. L’objectif sera de faire à nouveau dialoguer les différents acteurs de la ville contemporaine : universitaires, urbanistes, techniciens, élus, entreprises, habitants et grand public.

Pour nous guider, six figures interagissantes – déclinées en autant de thèmes – seront convoquées : les lieux, les méthodes, les coûts, les métiers, les référentiels et les pouvoirs.

Il s’agit d’abord (thème 1) d’identifier les espaces abordés préférentiellement par la fabrique urbaine –les centres sont-ils par exemple privilégiés au détriment des quartiers périphériques ?– et les objets privilégiés par la fabrication de l’urbain contemporain : équipements, écoquartiers, friches ?

Il convient ensuite d’interroger les façons de faire la ville, à commencer par la démarche de projet dans ses enjeux de sa réalisation : c’est la question centrale des méthodes qui renvoie aussi bien aux techniques et outils qu’aux modes de production, en termes de gouvernance, de temporalité, d’échelle ou de périmètre (thème 2).

Plus que jamais, logiques économiques et contraintes financières semblent guider la construction de l’urbain : urbaniser, soit, mais à quel prix (thème 3) ?

Les transformations des façons de faire la ville obligent aussi à interpeller ses acteurs et à réinterroger les métiers de l’urbain, en mettant en perspective la formation des urbanistes de demain (thème 4).

Ce réexamen concerne également les référentiels véhiculés par l’urbanisme actuel, qu’il s’agisse des objectifs poursuivis ou des normes qui leur donnent corps, avec leurs logiques de circulation (thème 5).

Enfin, le politique a évidemment droit de cité mais chacun ne participe pas avec la même force ni de la même manière : c’est tout l’enjeu des pouvoirs sur l’urbain et des formes de régulation des conflits surgissant dans l’espace public (thème 6).

1. Objets et espaces de la ville contemporaine
La fabrique de la ville se focalise aujourd’hui sur certains objets dominants : pôles d’échange, écoquartiers, espaces publics... L’art et la culture, vecteurs d’identité et de distinction symbolique, sont aussi de plus en plus mobilisés.
Les objets urbanistiques de demain seront-ils pour autant ceux d’aujourd’hui ?
Les tendances interrogent le devenir de mégaprojets et des grandes infrastructures. Elles questionnent le futur de l’urbanisme de signature, les gestes architecturaux, la grande hauteur. Le mimétisme observé n’exclut nullement des variations, les objets urbanistiques pouvant différer d’une ville à l’autre, notamment entre les pays développés et les pays émergents.
Quels sont en outre les territoires concernés ?
Les espaces investis par l’urbain se focalisent habituellement sur les centres mais de plus en plus en renouvellement urbain, sur les friches et des sols pollués. Il n’empêche que les périphéries soulèvent d’autres enjeux, questionnant la façon dont sont désormais traitées les (dernières) opérations en extension.

2. Le projet et ses méthodes : conception, aménagement, construction
Selon quelles méthodes conçoit-on aujourd’hui des projets ouverts et partenariaux ?
La montée en puissance d’une démocratie environnementale (convention d’Aarhus), les processus de collaborative planning, de planification ouverte et d’expérimentation remanient la pratique du projet et ses contours. Les changements concernent d’abord la conception :
Quels sont les processus émergents ?
Quels sont les changements introduits par la technique et l’image (systèmes d’information, modélisations, images 3D, modèles urbains techniques) ?
Plus largement, quelle place accorder aux études externes et à l’expertise ?
Les méthodes d’aménagement se transforment aussi avec les maîtrises d’ouvrage, qu’elles soient partenariales, directes ou dédiées.
Quelles relations public/privé ?
Quelle articulation entre planification et stratégies urbaines, quel lien avec les politiques sectorielles (environnement, habitat...) ?
Quel rapport entre court terme et temps long ?
Entre échelle métropolitaine et logique opérationnelle des périmètres ?
Enfin la construction elle-même se trouve bouleversée par de nouveaux impératifs économiques et écologiques invitant à la durabilité :
Quel cycle de vie pour le bâtiment ?
Quels matériaux favoriser ?
Une économie circulaire est- elle envisageable à grande échelle ?

3. Aménager et urbaniser : à quel prix ?
Fabriquer la ville « coûte ». On distingue les coûts directs (pour l’habitant) des coûts indirects (pour la collectivité). Ainsi les formes urbaines impactent aussi bien les coûts de déplacement des habitants et des entreprises que les coûts externes (pollution, CO2, disparition de terres agricoles, perte de biodiversité, dégradation des paysages). Les coûts directs concernent d’abord la construction.
L’habitat individuel est-il moins cher au m2 que le collectif, le développement en extension plus économique que le renouvellement urbain ?
Quel est l’impact de la densification ?
Les nouvelles méthodes de production et les normes techniques sont-elles inflationnistes ? L’économie circulaire, le recyclage sont-ils moins coûteux ?
Quelles filières immobilières, quels matériaux encourager ?
Les coûts collectifs, encore appelés coûts d’urbanisation, renvoient notamment aux effets de l’urbanisation sur les budgets des collectivités locales. Comment évaluer les charges de centralité ?
Peut-on comparer des coûts publics à gamme comparable de services publics ?
Les coûts publics sont-ils uniquement des coûts d’investissement ?
A quelle hauteur et comment les couvrir (tarification, endettement, sectorisation de la taxe d’aménagement, versement pour sous densité...) ?
La place croissante des opérateurs privés conduit-elle à une « financiarisation » de la ville et sous quelle forme ?

4. Acteurs, métiers et formations
Les trois grands acteurs de la fabrique des projets urbains – maîtres d’ouvrage, maîtres d’œuvre et maîtres d’usage : les destinataires – coopèrent davantage avec des méthodes renouvelées exigeant des compétences multiples : savoirs techniques spécialisés sanctionnés par des diplômes spécifiques d’architecte, d’ingénieur ou de géomaticien ; mais aussi aptitudes plus transversales de coordinateur ou d’ « ensemblier » sachant manier les outils (SIG...) et capables d’assurer l’interface entre les acteurs, notamment dans le cadre de la médiation avec les habitants qui exige une professionnalisation. Le design thinking est ainsi un enjeu de premier ordre.
Comment les formations universitaires seront-elles capables d’offrir des dispositifs pédagogiques propices à ces différents apprentissages, mixant principes théoriques disciplinaires, exercices pratiques et mises en situation ?
Comment pourront-elles articuler formations initiale et continuée ?
Comment et selon quels critères les employeurs sauront-ils repérer le potentiel des personnes formées dans les établissements mais aussi qualifiées par leur expérience professionnelle ?

5. Les référentiels de la fabrique urbaine
A différentes époques, ingénieurs et édiles ont développé des référentiels relatifs à la forme urbaine, à la qualité des espaces et aux fonctions attendues tels que l’hygiénisme ou la fluidité. Pour l’époque actuelle, on peut identifier des entrées récurrentes comme la densité, la végétalisation, la connexion, mais aussi la cohésion, la mixité, la centralité, la mutabilité. Portés par des lois et par des innovations technologiques, ces référentiels tendent à édicter des normes relativement consensuelles promues par l’ensemble des acteurs. Ces visions dominantes méritent d’être interrogées pour en démêler les processus de construction et de validation.
Comment se créent ces référentiels ?
Sont-ils partagés ?
Donnent-ils lieu à des prescriptions d’aménagement ?
De quelle latitude disposent les acteurs pour l’innovation et l’expérimentation ?
Quelles contradictions éventuelles entre référentiels, en fonction des exigences propres à chaque échelle ?
La mondialisation accélère la circulation des référentiels mais sans empêcher l’émergence et la diffusion de manières de « faire et penser la ville » propres à certaines aires culturelles, au Nord comme au Sud.

6. Pouvoirs, mobilisations et régulations dans la fabrique urbaine
Concevoir et fabriquer le cadre urbain dépasse les seules considérations techniques et architecturales. Il s’agit avant tout d’une opération politique relevant de la vie de la Cité et qui va imprimer sa marque sur les pratiques sociales. Les acteurs ne sont pas tous à égalité devant le projet urbain du fait des multiples asymétries d’information et différentiels de compétences : au sein des acteurs publics, entre acteurs publics et économique), entre les décideurs, les associations et les citoyens.
Quels sont les rapports de pouvoir et les modes de régulation de la fabrique urbaine ?
Quelles sont les mutations introduites par les dispositifs de partenariat, de contractualisation et de concertation?
La multiplication des acteurs conduit-elle à une démocratisation réelle ?
Quelle est la place des savoirs et des actions des citoyens dans la production des villes, entre exclusion et participation ?
L’irruption citoyenne et/ou artistique ouvre-t-elle sur de nouvelles manières de penser l’urbain ?
Si la contingence des rapports sociaux ne préside pas seule à la fabrique de l’urbain, quelles formes d’action collective et d’institutionnalisation peut-on discerner?
A quelles conditions au fond peuvent émerger des processus de co-création, de co-fabrication ou de fabrication parallèle de la ville ?

Ver mais:
http://www.aperau.org/images/rennes2015/Appel_a_communications_colloque_ouvert_concevoiretfabriquerlaville_APERAU-Rennes2015.pdf

1 de junho de 2015

3º CIHEL - “HABITAÇÃO: Urbanismo, Cultura e Ecologia dos Lugares”

3.º Congresso Internacional da Habitação no Espaço Lusófono


Quando:
8 a 11 de setembro de 2015

Onde:
São Paulo

O 3.º CIHEL pretende desenvolver uma abordagem ampla e multifacetada da temática HABITAÇÃO: Urbanismo, Cultura e Ecologia dos Lugares, no momento em que se desenvolvem planos para produção habitacional em larga escala e para a reurbanização de extensas áreas em vários dos países da lusofonia, tendo presente a influência da construção/reabilitação habitacional e do crescimento urbano. Paralelamente, começam a se consolidar novas formas de intervenção urbanística em assentamentos precários, resultado da vontade social e política da aplicação de novos instrumentos urbanísticos.

Este 3.º CIHEL visa incluir, também, as novas temáticas para o III ONU-HABITAT (Third United Nations conference on housing and sustainable urban development), definidas durante o 7º Fórum Urbano Mundial, em abril de 2014, que teve lugar em Medellín, Colômbia, proporcionando o melhor conhecimento da grande amplitude temática, e das problemáticas, potencialidades e especificidades das matérias tratadas.

SESSÕES TEMÁTICAS

I. Programas e Políticas Públicas em Habitação
Apresentar e discutir políticas públicas e programas na área habitacional e urbana, de escala nacional, regional ou local. Considerando-se também as experiências em áreas rurais. Serão bem vindos estudos de produção, urbanização e reabilitação do habitat. É desejável a análise de políticas e programas que incorporam mecanismos participativos em sua concepção.

II. Projetos Habitacionais
Apresentar e analisar projetos e intervenções habitacionais. Um dos focos desejados é a análise da influência dos novos arranjos familiares e das comunidades nas decisões de projeto. E também estudos relativos à provisão pública e privada, urbanização e reabilitação, inclusive com enfoque no desenho universal ena discussão sobre habitabilidade mínima. Estimula-se a análise de experiências que envolvam processos participativos.

III. Informalidade e Precariedade do Habitat
Análise da informalidade e da precariedade habitacional, urbana e rural, nos países lusófonos, com enfoque especial nas estratégias de enfrentamento dessas realidades.

IV. Tecnologia e Custos
Análise de aspectos tecnológicos e construtivos do habitat e sua adequação às especificidades regionais. Estimula-se trabalhos que estudem os custos da produção habitacional em seus vários aspectos e sua adequação à economia social.

V. Habitat, Paisagem e Ambiente
Aprofundar as relações entre a produção do Habitat, a paisagem e meio ambiente, à luz das discussões sobre sustentabilidade.

Ver mais:
http://labhab.fau.usp.br/3cihel/

Enviado por:
António Baptista Coelho

‘BECOMING LOCAL – Generative places, smart approaches, happy people’

CITTA 8th ANNUAL CONFERENCE ON PLANNING RESEARCH / AESOP TG Public Spaces & Urban Cultures



Quando:
24th - 25th September 2015

Onde:
Porto University - Faculty of Engineering

Theme of the conference

Along the decades, planning has been evolving from expert-led or top-down approaches to more community-led, interactive and participatory approaches, valuing the social capital of local communities and putting citizens at the centre of planning processes. Research has been emphasizing the importance of local contexts to set goals and establish priorities through adaptive learning processes. Additionally, it is relevant to identify places here understood as ‘generative places’, where the emergence of local initiatives based on knowledge-based creativity and interactive learning occur. In other words, places should demonstrate the capacity to flourish and reinvent themselves - hopefully revealing their true genius loci, meaning the location’s unique character - most of the times through spontaneous processes based on community action and groups of individuals' initiatives.

BECOMING LOCAL means that the contemporary rationale should zoom in to ‘local’ spaces and places, policies and practices, and everyday life; this way, the human capital (citizens and their social and cultural background) play an important role as key agents of urban change and, in particular, of defining what is meaningful within the city. The understanding and the production of these meaningful places is, nowadays, increasingly confronted with diversified real (material) and virtual (immaterial) spheres of urban spaces, either private or public. Planning has to be prepared to embrace both these spheres of the city, as they both contribute to the construction of meaningful places.

Moreover, the idea that the use of technological or smart driven approaches in planning processes can, firstly, facilitate political discourse and participation by strengthening the link between citizens and governors, and secondly, better respond to people needs and improve the quality of life of citizens, has been around in different contexts and dimensions. Several projects, applications and approaches are making evident that we are forced to live and use technology in our daily activities and inevitably in the city arena. Technology affects our behaviours and the way we move and live in urban areas at various levels. However, regarding the access to (new) technologies (transports, communication/ICT networks, etc.), a certain asymmetry still exists due to the vulnerability of some communities and deprived families. Also, the operative structures of public institutions and private representative bodies of local people interests are often different. Additional, in some regions, physical distance is not yet counterbalanced with technological proximity. Thus, participatory planning processes may be less efficient and even threatened. Though, it is imperative to investigate and discuss how these technological tools can lead to the idea of what is usually designated as e-inclusion and most importantly how it can promote, ultimately, social cohesion and integration.

Intensifying the role of citizens by, either community-led, interactive, or participatory approaches, is consensually argued as responding more directly to people’s needs and aspirations. Nonetheless, the level of quality of life, and even the level of happiness, is far from being truly and completely achieved. Urban planning has been concerned in creating better places, but nowadays is also focusing in increasing the levels of happiness, following the wider trend in discussing what makes people happier.

In the Conference some raising questions are expected to be discussed:
  • What are the processes that make some places flourish, and others not? What initiatives are at the bottom of the process?
  • What are the roles of planning and design in those spontaneous processes of urban transformation? How is the articulation and mediation of the different agents/stakeholders in the making and along the process?
  • How can the concept of ‘generative place’ be further defined and explored (based on the variety of real cases)?
  • Do these generative places contribute more to the meaningful of the city?
  • What are the emerging research methodologies and positions in the studies of generative places? What are the problems of being at the cutting edges?
  • What are the main technological tools that are being used in urban spaces (mainly, public open spaces, transports and mobility)?
  • Do they have been contributing to increase social equality, creativity, cohesion and integration? If not, what are the main problems? Is e-inclusion a determinant key in reaching more equitable and liveable places?
Ver mais:
http://citta-conference.fe.up.pt

26 de maio de 2015

Ordenar a Cidade - Newsletter 14


http://www.ordenaracidade.pt/


Newsletter 14 | 26 de Maio de 2015

Caríssimos,

Voltamos a escrever-vos para vos dar conta de algumas novidades.

Em primeiro lugar, disponibilizámos no site dois textos novos de Jorge Carvalho:
  • A apresentação, por tópicos, de um Modelo para Ordenar a actual Cidade Alargada, em aplicação e desenvolvimento (que integra, dando coerência, a muitas das ideias já antes publicadas);
  • Uma visão para uma desejável avaliação do solo urbano, assente em interpretação da nova Lei de Bases.

E aproveitamos para divulgar a apresentação das seguintes comunicações :
  • ”La prise en comptes des usages dans la production de l’espace public à Lyon, entre régularités et constructions ad hoc”, por Pedro Gomes no ateliê doutoral Recherche en urbanisme: Moyen Orient – Europe, na Académie Libanaise des Beaux-Arts;
  • ”Prendre en compte les usages sans prendre en compte les usagers : la mise en œuvre de la trame verte de Lisbonne (2007-2013)”, por Pedro Gomes na Journée des Doctorants dos Rencontres APERAU 2015, em Rennes.

Até breve!

21 de maio de 2015

Debate sobre a 'cidade continuada'' no Ciclo 'Territórios (in)comuns'

Ciclo 'Tertúlias territoriais: conversas sobre território, cidadania e (in)disciplinaridade'


Este ciclo de conversas, organizado pelo grupo de investigação Morfologias e Dinâmicas do Território do CEAU-FAUP, a AEFAUP e o Perfil C do Programa de Doutoramento em Arquitectura reúne, em cada sessão, "um conjunto de três convidados e um 'provocador' em diálogo com o público. 
Tendo em conta que o território constitui não só campo de trabalho e de reflexão da Arquitectura e do Urbanismo, como também espaço de contacto transdisciplinar e componente importante do exercício da cidadania, o seu debate alargado será plataforma de cruzamento de ideias e de reflexão sobre desafios transversais".

A terceira sessão irá discutir a 'cidade continuada' e será dedicada aos desafios patentes no reconhecimento, compreensão e gestão dos territórios de urbanização difusa.

Quando:
21 de Maio (Quinta-feira), 18:30

Onde:
piso superior do Bar da FAUP

Esta sessão contará com a presença de:
Álvaro Domingues (geógrafo, docente da FAUP)
- Alexandre Alves Costa (arquitecto, docente da FAUP),
- Francisca Pinto Magalhães (arquitecta, Directora do Departamento de Ordenamento e Gestão Urbanística do Município de Vila Nova de Famalicão).

moderados po:
- Sara Sucena (arquitecta, docente da UFP).

Ver mais:
http://sigarra.up.pt/faup/pt/noticias_geral.ver_noticia?P_NR=15739

17 de maio de 2015

Avaliação do solo urbano no quadro da nova Lei de Bases

Testemunho

Jorge Carvalho (Consultor do PERCOM)
Universidade de Aveiro, 30/04/201

É sabido que o mercado fundiário é por natureza especulativo, porque objeto de entesouramento, por ser muito pouco transparente e por o seu uso potencial, nomeadamente o edificatório, estar inevitavelmente dependente de decisões da Administração.
Assim sendo, a melhoria do funcionamento do mercado fundiário exige uma política pública forte, clara e eficaz, que consiga tornar o valor do solo mais estável, justo e transparente.

O que tem acontecido em Portugal relativamente ao solo urbano é exatamente o contrário:
      -  A avaliação oficial dos imóveis é diferente para efeitos fiscais e para efeitos de expropriação.
      -  Os planos não se têm preocupado com o cálculo e distribuição das mais-valias que criam, deixando que sejam apropriadas na totalidade e de forma desigual pelos proprietários.
      -  Os valores praticados em expropriações são, para situações similares, muito variáveis.

A recente Lei de Bases da Política Pública de Solos, Ordenamento e Urbanismo (Lei 31/2014), se devidamente cumprida, pode alterar significativamente esta realidade.
Desde logo, no seu art.o 67.º 2, refere uma mesma avaliação pública para todas as finalidades legais, para a “execução dos planos”, para “expropriação por utilidade pública” e para “efeitos fiscais”.
O Art.º 71.º, relativo à “avaliação do solo urbano”, confunde a exceção (existência de edificabilidade concreta, o que só acontece em caso de direito adquirido, ou perante plano de pormenor com efeitos registais) com a situação que de acordo com a Lei se deverá tornar corrente (solo enquadrado em plano zonamento com regras perequativas). Mas, para esta situação corrente, o Art.º é claro: estabelece que a avaliação deve ser feita com base na “edificabilidade média definida no plano”, deduzidos os valores de cedências perequativas e os custos necessários à “realização da edificabilidade concreta”.

Para uma leitura mais precisa desta norma há que considerar:
      - O princípio da equidade, estabelecido no Art.º 3.º 1.f), o de uma “justa repartição dos benefícios e encargos decorrentes da aplicação” dos planos e da política de solos.
      - As orientações relativas às “mais-valias originadas pela edificabilidade”, as quais devem ser “calculadas e distribuídas entre os proprietários e o Fundo Municipal de Sustentabilidade Ambiental e Urbanística” (Art.º 68.º 2).

Estamos, pois, perante orientações claras para a avaliação do solo urbano:
      1º) Elaboração de planos municipais que, para cada unidade operativa para o efeito delimitada: calcule e fixe a edificabilidade média; estabeleça a distribuição dessa edificabilidade média ente proprietários e Fundo Municipal.
      2º) Avaliação do solo urbano de acordo com a seguinte fórmula: Valor do Solo / m2 = % de Edificabilidade média afeta à propriedade × Valor unitário do m2 de edificabilidade − Encargos Urbanísticos correspondentes.

A adoção de mecanismos perequativos das mais-valias e dos encargos urbanísticos - entre a propriedade e a função social do solo (Fundo Municipal) e para os proprietários entre si - é elemento fundamental para tornar o valor do solo mais transparente e menos dependente da discricionariedade da Administração e dos Tribunais.

As orientações da Lei de Bases (já em parte constantes no quadro legal anterior) necessitam agora, para se concretizarem, de muitas outras alterações:
      - Novos planos e, sobretudo, novas práticas de administração urbanística municipal, havendo que contar com muitas resistências à indispensável inovação.
      - Legislação complementar, nomeadamente Código de Expropriações, compaginada com esta Lei. Seria óbvio que tal deveria acontecer; mas, do que se conhece, ....

Veremos o que o futuro nos reserva. Mas o que há a fazer, desde já, é realçar e prosseguir o caminho apontado.

Ver mais:
http://www.fcsh.unl.pt/e-geo/sites/default/files/NL_CICS.NOVA/newsletter_07.pdf

17 de abril de 2015

A política de ordenamento do território em Portugal: um exemplo de europeização de políticas públicas nacionais

Ciclo de Conferências Experiências de Governança

Por João Ferrão

Quando:
17 de Abril | 18h00-20h00

Onde:
Auditório Afonso de Barros | ISCTE-IUL | Lisboa

Ver mais:
http://us7.campaign-archive2.com/?u=7261b82607989aaa8b3f09feb&id=899ac7fdaf&e=

16 de abril de 2015

'Cidades e poderes: polis, civitas e urbis'

Ciclo 'Tertúlias territoriais: conversas sobre território, cidadania e (in)disciplinaridade'

Quando:
16 de Abril, 18:00

Onde:
Porto - FAUP - Piso superior do bar

A 2ª sessão do ciclo 'Tertúlias territoriais: conversas sobre território, cidadania e (in)disciplinaridade' é dedicada ao tema 'Cidades e poderes: polis, civitas e urbis'.

Esta sessão, onde se discutirão as ideias de polis, urbis e civitas, em torno das esferas, poderes e conflitos no espaço urbano, contará com a presença de José António Pinto, Nuno Grande e Virgílio Borges Pereira, moderados por Pedro Bismarck.

Este Ciclo de Tertúlias é organizado pelo Grupo de investigação Morfologias e Dinâmicas do Território do CEAU-FAUP, a AEFAUP e o Perfil C do Programa de Doutoramento em Arquitectura.






Ver mais:
http://sigarra.up.pt/faup/pt/noticias_geral.ver_noticia?P_NR=13917

13 de março de 2015

A infraestrutura e a qualificação da urbanização extensiva – a valorização dos suportes

Frederico Moura e Sá

Comunicação apresentada no Encontro Ad Urbem 2012

Resumo

A presente comunicação pretende apresentar um projeto de investigação que procura estudar e aprofundar a ação das infraestruturas enquanto elementos geradores e organizadores da ocupação do território. O objetivo do projeto de investigação passa por contribuir para a construção de instrumento metodológico capaz de responder aos desafios dos novos processos de urbanização, tendo como base a relação e a adequação da infraestrutura relativamente à edificabilidade existente ou programada.

Esta abordagem metodológica, sugerida pelo intenso “espalhamento” das infraestruturas parece oportuna, sobretudo no atual quadro de crise económica e de escassez de recursos à escala municipal. Além do mais, o custo tendencialmente crescente da energia e a limitação da ação dos proprietários, nomeadamente pela dificuldade no acesso ao crédito, parece centrar o desafio da qualificação da urbanização extensiva sobretudo ao nível das estratégias de provisão e gestão da infraestruturação.

Trata-se de recuperar a Infraestrutura enquanto sistema de referência fundamental (nunca único ou exclusivo) para o exercício de ordenamento do território. Esta perspetiva, que informou e orientou a ação dos diversos instrumentos de ordenamento durante muito tempo, foi progressiva e genericamente abandonada (contribuindo para a fragilidade dos recentes processos de ocupação), apesar do período ímpar de densificação e complexificação das infraestruturas e do alargado consenso em torno do seu potencial estruturante.

Para o efeito, assume-se como necessário, ultrapassar a lógica sectorial que marca o projeto e a provisão de infraestruturas, e propor a adoção de níveis integrados de infraestruturação, que devem variar de acordo com a relação com a carga urbana instalada ou expectável.




Ver mais:
http://ordenaracidade.pt/site-jcarvalho/assets/files/1439/comunicacao_adurbem_2012_frederico_moura_sa.pdf
- http://www.adurbem.pt/images/stories/ficheiros/encontro_2012/programa_a4_final.pdf

12 de março de 2015

'Que ideia(s) de cidade?'

Ciclo 'Territórios (in)comuns: tertúlias sobre território, cidadania e (in)disciplinaridade'

"O território constitui não só campo de trabalho e de reflexão da Arquitectura e do Urbanismo como também espaço de contacto transdisciplinar e componente importante do exercício da cidadania. O seu debate alargado será, portanto, plataforma de cruzamento de ideias e de reflexão sobre desafios transversais.
Este ciclo de conversas reúne, em cada sessão, um conjunto de três convidados e um 'provocador' em diálogo com o público."



Sessão 'Que ideia(s) de cidade?'

Quando:
12 de Março (Quinta-feira), 18:30

Onde:
Porto - FAUP - Piso superior do bar

O Grupo de investigação Morfologias e Dinâmicas do Território do CEAU-FAUP, a AEFAUP e o Perfil C do Programa de Doutoramento em Arquitectura organizam a primeira sessão do ciclo 'Tertúlias territoriais: conversas sobre território, cidadania e (in)disciplinaridade', que terá como tema 'Que ideia(s) de cidade?', onde se discutirão as diferentes visões e polémicas em torno das noções de 'cidade', 'urbano' e 'urbanidade'.

Esta sessão contará com a presença de Madalena Pinto da Silva, Rui Mealha e José Madureira Pinto, moderados por Teresa Cálix.






Ver mais:
http://sigarra.up.pt/faup/pt/noticias_geral.ver_noticia?P_NR=13756

7 de março de 2015

Ciudades menguantes

miércoles, 4 de febrero de 2015




También podía haber titulado el artículo “Shrinking Cities”, o “Decrecimiento urbano”, o incluso más humorísticamente “Cariño, he encogido la ciudad”. Y es que ocurre lo mismo que con la palabra “sprawl”, la traducción del término “shrinking” cuando se refiere a ciudades no es sencilla, ya que se trata más bien de un conjunto de procesos con múltiples aristas que de un concepto claro y bien delimitado. Hace algunos años, cuando estábamos en plena orgía de la construcción inmobiliaria, si alguien hubiera hablado de la necesidad de redactar planes de “decrecimiento urbano” le hubieran tomado por loco. Sin embargo, en algunos sitios ya existen experiencias al respecto.
...

Shrinking Cities
Autora: Marcela Riva

¿Qué hacer: demoler, abandonar, renaturalizar? urbansplatter

Según los estudios realizados por U.N. Settlements Program para UN-HABITAT, las zonas urbanas siguen aumentando, pero con patrones de urbanización diferentes. Las grandes masas de nuevos urbanitas no llegan, como en el siglo pasado, a Europa y los Estados Unidos de América. Se están configurando una nueva clase de ciudades y las personas están migrando hacia esos nuevos “hubs” ubicados en los países periféricos o en desarrollo. De las treinta ciudades que se prevén con mayor crecimiento entre 1990 y 2030, 20 se localizan en China, 8 en África y 2 en Oriente Próximo (Sanaá y Kabul). Estos nuevos flujos migratorios, sumados a los cambios en la producción, el decrecimiento demográfico y las situaciones de conflicto político o bélico, forjan dinámicas que se evidencian en un achicamiento de las áreas urbanas, con infraestructuras infrautilizadas y zonas residenciales vacías o abandonadas. Son las “Shrinking Cities”.
...

De lo expuesto en el desarrollo de este trabajo se hace evidente que no hay un único acercamiento al fenómeno de las “Shrinking Cities”, sino un conjunto de interpretaciones que se caracterizan por:
  • Su homogeneidad.
  • Manifestarse mediante patrones desiguales.
  • Presentar características locales.
  • Ser multidimensional.
  • Ser muy sensible a las decisiones e intervenciones políticas.
Se aprecia también que la manifestación del fenómeno muestra patrones muy diferentes en relación al área geográfica. Desde la perspectiva americana, el proceso es percibido en escenarios que presentan crecimiento demográfico pero con fuerte incidencias negativas debidas a los cambios en la producción de bienes originados por la deslocalización industrial y la globalización. En el contexto europeo el proceso está fuertemente ligado a los cambios demográficos, y aunque es más evidente en la región oriental no puede definirse como afectando a un área determinada. Cuando se analiza el fenómeno desde otra perspectiva (por ejemplo, la australiana), entonces los cambios demográficos dejan de ser un factor preponderante, poniendo de manifiesto las características multi-dimensionales de este fenómeno. A pesar de las características netamente locales que presentan las “Shrinking Cities”, un debate que incluya un mayor número de ejemplos localizados en regiones diversas del planeta posibilitará una comprensión profunda del fenómeno.

Autora: Marcela Riva

Hasta aquí el trabajo de Marcela. Probablemente a algunos les parecerá sorprendente que se dedique tanto esfuerzo, tiempo y dinero (personal e institucionalmente) al estudio del decrecimiento urbano, cuando resulta que la población mundial sigue creciendo de forma imparable, la concentración en las zonas urbanas no hace más que aumentar y el número de hectáreas urbanizadas por habitante es cada vez mayor. Sin embargo, tenemos ya bastante experiencia acumulada, tanto en planeamiento como en diseño urbano, de cómo “construir ciudad”, pero muy poca de cómo “desmontarla”. Y, al fin y al cabo, la metodología de análisis del ciclo de vida de un producto se está revelando como fundamental a la hora de hacer más sostenible esta sociedad. Y si aplicamos este análisis a multitud de productos (desde envases hasta edificios) ¿por qué no hacerlo con las áreas urbanizadas, con las ciudades? A algunos les sonará casi como una utopía, pero deberíamos intentar incluir en los planes de nuestras ciudades y en los proyectos de urbanización, la forma de deshacer lo que se propone construir y sus costes ecológicos, ambientales y sociales. El problema es que no sabemos cómo. De ahí el interés de este tipo de trabajos que, cuando adquieran un peso suficiente y se contrasten, serán la base de otra forma de urbanizar más respetuosa con el planeta.

Ler artigo completo:
http://elblogdefarina.blogspot.com.es/2015/02/ciudades-menguantes.html

2 de março de 2015

Urban Transformations: Centres, Peripheries and Systems

Edited by
Daniel P. O'Donoghue

Definitions of urban entities and urban typologies are changing constantly to reflect the growing physical extent of cities and their hinterlands. These include suburbs, sprawl, edge cities, gated communities, conurbations and networks of places and such transformations cause conflict between central and peripheral areas at a range of spatial scales. This book explores the role of cities, their influence and the transformations they have undertaken in the recent past. Ways in which cities regenerate, how plans change, how they are governed and how they react to the economic realities of the day are all explored. Concepts such as polycentricity are explored to highlight the fact that cities are part of wider regions and the study of urban geography in the future needs to be cognisant of changing relationships within and between cities.

Bringing together studies from around the world at different scales, from small town to megacity, this volume captures a snapshot of some of the changes in city centres, suburbs, and the wider urban region. In doing so, it provides a deeper understanding of the evolving form and function of cities and their associated peripheral regions as well as their impact on modern twenty-first century landscapes.

Contents

- Introduction: Urban Transformations: Centres, Peripheries and Systems
Daniel P. O’Donoghue
- 1.  The anatomy of urban sprawl in the Mediterranean region: case of the Girona districts, 1979-2006
Juli Valdunciel-Coll
- 2.  Urban regeneration in Porto: reflections on a fragmented sub-regional space, without institutional powers and ‘lost’ between central government and local authorities
Pedro Chamusca
- 3.  Consumption of advanced internet services in urban areas: a case study of Madrid
Rubén Camilo Lois-González, Francisco José Armas-Quinta and José Carlos Macía-Arce
- 4.   Housing market dynamics in a peripheral region: the Atlantic Urban Axis in Galicia, Spain: 2001-2010
Alejandro López-González and Maria-José Piñeira-Mantiñán
- 5.  Viability of flagship projects as models of urban regeneration: the representation of space through the discourse of the actors
Jose Ignacio Vila Vazquez
- 6.  Creativity beyond large metropolitan areas: challenges for intermediate cities in a globalized economy
Joan Ganau-Casas
- 7.  Is Pennine England becoming more polycentric or more centripetal? An analysis of commuting flows in a transforming industrial region, 1981-2001
Tony Champion and Mike Coombes
- 8.  Riots by a growing social periphery? Interpreting the 2011 urban riots in England
Wayne K.D. Davies
- 9.  In the shadow of a giant: core-peripheral contrasts in South East England
Daniel P. O’Donoghue
- 10.  The Fehmarnbelt Tunnel: regional development perspectives
Christian Wichmann Matthiessen
- 11.  Vertical extension processes and urban restructuring in Sydney, Australia
Jun Tsutsumi
- 12.  Inner-city social gentrification in Tokyo: the problem of childcare
Mikoto Kukimoto, Ryo Koizumi, Tomoko Kubo, Hiroyasu Nishiyama and Taro Kawaguchi
- 13.  Power nodes: downtowns in the periphery? A case study, Toronto, Canada
Jim Simmons
- 14.  Just ‘dumb and boring’ or ‘over’? Lifecycle-trajectories, the credit crunch and the challenge of suburban regeneration in the US
Markus Hesse
- 15.  Urban transformation for sustainability and social justice in urban peripheries: new forms of urban segregation in post-apartheid cities
Simphiwe Mini
- 16.  Recent morphological trends in metropolitan South Africa
H.S. Geyer, H.S. Geyer Jr, D.J. du Plessis and A. van Eeden
- 17.  Metropolitan transformation and polycentric structure in Mexico City: identification of urban sub-centres, 1989-2005
Adrián Guillermo Aguilar and Josefina Hernández-Lozano
- 18.  Delhi and its peripheral región: perspectives on settlement growth
Debnath Mookherjee, H.S. Geyer and Eugene Hoerauf

Introduction

This book contains a number of discrete chapters based on ongoing research by members of the International Geographical Union (IGU) Urban Commission. One of the key aims of the IGU Urban Commission is to draw together urban researchers from around the world to share their experiences, knowledge and expertise from particular world regions. The authors in the book reflect the diverse international membership of the Urban Commission as does the range of countries and regions which are the focus of the research. This book not only reflects the important role of cities around the world but also identifies a huge variety of urban issues with which researchers engage. every four years the Commissions of the igU are requested to submit applications to continue their mandate. These applications are then considered by the igU every four years at the international geographical Congress. at the 2008 Congress in Tunis the Urban Commission was given a mandate to explore “emerging Urban Transformations” following on from their previous mandate to “Monitor the Cities of Tomorrow”. Each Urban Commission meeting has its own identity and a specific focus or theme. The theme of the Canterbury meeting of 2011 was “cores and peripheries”, which could be interpreted in a very wide sense – thus the diversity of chapters included in this volume. during the meetings there were a number of field excursions that explored the nearby global city of London as well as some more remote smaller peripheral centres within the south east region. The mandate given by the igU to the Urban Commission for 2008–2012, the long term history of the Urban Commission, and its focus on urban systems that date back to its inaugural meeting in 1976 in Leningrad, each contributed to the conception of the book.
The title reflects the conflicts within urban geography between central and peripheral areas at a range of spatial scales. As we discover within the book definitions and interpretations of what constitutes “urban” are constantly evolving. Urban entities and urban typologies are changing constantly to reflect the growing physical extent of cities and their hinterlands, which may or may not include suburbs, sprawl, ex-urbia, edge cities, gated communities, conurbations and networks of places. There is much debate over the precise nature of places and the terminology used, and this is reflected throughout the book in different spatial, historical and conceptual contexts. internally, cities are regenerating physically, socially and economically each of which has related impacts at various distances from the city and across regional, national and global spaces and networks. This book hopes to capture a snapshot of some of the changes in central cities, suburbs, and the wider urban regions around the world so that students of the subject get a real exposure to, and understanding of, the evolving form and function of cities and their associated peripheral regions as well as their impact on modern twenty-first century landscapes. Chapters explore case studies from a range of countries including Spain, Portugal, France, UK, Denmark, Australia, Japan, USA, Canada, South Africa, Mexico and India.
When the mandate for the 2008–2012 Commission was being adopted and prepared in 2007 few of us envisaged the far reaching consequences of the “credit crunch” or the “global economic crisis” that were almost upon us. One would like to think we were a rather prescient group of urbanists when we decided upon “emerging Urban Transformations” as our mantra for the forthcoming years, but while very appropriate i can assure you we did not have a crystal ball. Despite the lack of a crystal ball we knew, as all geographers do, that the world is in constant flux. As most of the world’s population now live in cities we also knew that there would be continuous and incremental changes in those cities. Changes in their form, changes in their functions, and changes in their relationships with each other were all to be expected. however, we did not foresee either the spatial extent or depth of the changes that would follow the events of late 2007 and early 2008. We were not just entering a period of economic uncertainty, but one of the deepest and most prolonged and turbulent periods of economic uncertainty the modern world has ever known. In some senses, we were like accidental tourists who had suddenly arrived in a new place or paradigm, but like all good tourists we had our cameras at the ready to record the changes taking place. Urban geographers face a series of challenges with new and surprising opportunities for research into topics and places that only a year or two before were unthinkable. There was now the chance to explore cities and urban change in a period of rapid economic and social change with changes that could no longer be described as incremental. The Urban Commission’s mandate to explore “emerging Urban Transformations” retrospectively seems not just timely and appropriate, but ideal. The book is divided into four sections each with a strong link to a particular world region, but also with links to particular aspects of the changes taking place in our cities on a global scale.
One theme that seems to emerge in a number of chapters is that of “resilience”. While only one chapter (Chapter 14) makes explicit reference to this term, many other chapters explore this concept more implicitly. The idea of resilience is particularly relevant when one considers the way in which urban places respond to external shocks. In many senses all of the chapter are concerned with the way in which various cities, regions and systems perform in the face of problems they have experienced during the current economic meltdown. In a sense, the individual chapters taken as a collective, highlight the resilience of cities. The processes of urban change are a response to the pressures placed on cities and their systems. it is clear not all places respond similarly to external stimuli. due to different circumstances different locations perform differently, each depending upon the complex interaction of global, national and local forces for change. a key component of these variances is the level of development found in particular locations. Both absolute and relative differences in development between places at both continental and global scales helps structure the book into four sections.
It is not the purpose of this book to come up with all the answers. However, a likely reason for most urban geographers conducting their research is that it may help improve “urban areas” for their populations. To do so authors hope that some of their material holds policy relevance and that lessons may be learned from various models of governance. it is impossible to say without more detailed research on each of these topics what policies should be put in place or how they should be implemented. Therefore the chapters of the book should be seen as beacons whose intent is to highlight specific problems in specific places thus raising awareness of urban change, problems, processes and the potential for policy intervention. in that light the book explores urban problems whose policy response needs to be made across the spectrum of spatial constructs. Issues, problems and processes are identified for particular neighbourhoods (Chapter 12), particular cities (Chapters 2, 4, 8, 11, 13), particular city-regions (Chapters 9, 14, 17, 18), particular regions (Chapters 1, 3, 7), particular countries (15, 16), and across more than one country (5, 6, 10). In each case there will be no global solutions, but the concept of subsidiarity should certainly be applied, whereby the appropriate policy responses are made at the appropriate scale.
The very fact that one might organize the chapters according to scale, as in the previous paragraph, raises questions surrounding the organization of this book. A number of reviewers have suggested a variety of approaches, all valid. This is always going to be a problem for a book of this nature. What is the best way to organize a series of individually written case studies into a coherent collective? Should one organize the book according to the scale of analysis or sets of distinctive processes or themes? i believe the answer is one of preference rather than correctness, one of interpretation rather than precision, and one of outlook rather than of result. given the nature of the varied chapters, each exploring differing locations, utilizing differing scales and methods of analysis, identifying differing processes, with differing and often distinctive outcomes, based upon differing policies and forms of governance, across differing levels of development to try and utilize any one of these dimensions as an organizing principle seems rather odd to me. While some might see the choice as arbitrary and recognizing that whatever organizing principle i utilize will leave me open to criticism, i am happy to pin my colours to the regional mast. The book is therefore organized according to the geographical location from which the case studies are derived. in doing so i argue there can be no other way to organize the book, otherwise one might falsely fall under the impression that this book had some other intention than that of providing a range of case studies to highlight the variety and diversity of urban research around the world today. It really does not make a difference in what order you read these chapters, each stands on its own and tells an interesting story about a particular city, or network of cities.
The first section explores urban change on the Iberian Peninsula. This reflects both the strong representation within the Urban Commission from this region but also the great changes that have been taking place in this region in the recent past. since accession to the european Union in 1986 spain and Portugal have undergone profound changes. as these countries consolidated their democracies and opened up to the rest of europe there was a rapid inflow of funding from Europe as well as an inflow of people; both as tourists and migrants. The rapid economic advancement upon joining the eU, particularly in the spanish case, led to rapid urban investment and growth. Urban sprawl literally exploded as did property markets. Both the urban centres and peripheries were transforming at an amazing pace as these countries sought to “catch up” with the rest of europe. older centres were rejuvenated and massive projects ensued to regenerate older city centres. The new urban fabric and associated infrastructural change, both physical and technical, meant that cities in this region could now compete with other european centres for investment. however, much of this very rapid revitalization and growth was based on borrowing that often ignored underlying structural problems with their economies. Portugal and spain have been propelled into the group of southern european nations referred to as PIGS (an acronym for the countries of Portugal, Italy, Greece and Spain) with shared economic problems. The investment has dried up, many projects have been halted and potential economic collapse appeared imminent. by 2013 the worst case scenarios seem to have been avoided. it is within this context that this section explores some examples of how recent economic changes have transformed the urban spaces of the iberian peninsula.
Chapters 1 and 4 highlight the huge urban growth that took place in Spain. Chapter 1 highlights the weaknesses in the planning regime that permitted such growth to occur in the Girona districts of Catalunya, while Chapter 4 highlights how Galician housing markets behaved before and after the economic crisis. Chapters 2 and 5 explore regeneration in cities, the former with a particular emphasis on the role of governance in Porto while the latter focuses on the role of flagships projects, actors and the discourse of regeneration. Chapter 3 focuses on the differential engagement with internet technologies in madrid while Chapter 6 explores the potential of intermediate sized cities for the creative industries. it is not just the more peripheral regions of europe that have suffered since 2008. This economic crisis has struck right at the heart of the core regions of Europe. This next section examines examples from Northwest Europe with three chapters based on the UK (Chapters 7, 8 and 9) and one on Denmark (Chapter 10). Even within the core, regional inequalities have always been a topic of interest, but these have often been explored at a macro-scale, e.g. the north-south divide in the UK. it is important as geographers that we can recognize and explore inequalities and change at a variety of scales. The three chapters dealing with the UK each explore spatial variations at different scales. Chapter 7 explores the way in which large cities in northern england are connected and evolving in such a way as to question whether they are merging into one large polycentric mega-city region. This concept of polycentricity, whose definition is somewhat fluid, crops up and is debated in a number of other chapters. Chapter 9 explores the lopsided relationship between london as a global city and its surrounding urban system, or Polycentric Urban Region (PUR). Chapter 8 explores the events of August 2011 in London. It is suggested that growing inequalities and financial hardships faced by many, as austerity programmes introduced by governments to combat debt take hold, means that sometimes critical thresholds are reached and cities may tip over into violence. The london riots of 2011 are the focus of this chapter. Chapter 10 explores how regional inequalities and peripherality might be overcome in Denmark through supranational cooperation and the development of huge infrastructural mega-projects. large scale projects of this nature can have profound and almost immediate effects on cities and their residents.
The third section of the book explores a range of urban issues in other core economies outside Europe. The physical appearance of the built environment of our cities and suburbs across the world has been transformed in recent years with the advent of ever taller and denser downtown areas, ever bigger and more specialized retail developments, ever more sprawling suburbia and ever more busy workers. Drawing on examples from australia, Japan, Canada and the United states it is possible to see the transformation of downtown districts in cities such as Sydney, Tokyo and Toronto as well as the suburbs of North America. The impact of particular economic sectors such as finance and its role in the reproduction of urban space is explored in Chapter 11. The work-life balance of people, and families in particular, and the provision of social spaces and services is explored in the context of Tokyo in Chapter 12. The out of town shopping expansion begun in the United states in the 1950s seems to be reaching its culmination in the early 21st Century and this phenomena and its spatial impacts are explored in Canada’s most populous city, Toronto (Chapter 13). Chapter 14 highlights the social and economic costs of a suburban financial crisis as the issue of property foreclosure is explored in the suburban California setting of Stockton. The direct consequence of the credit crunch and global economic crisis can be clearly seen and the resilience concept is explicitly explored.
The final section of the book visits places that are considered normally to be part of the global periphery. While no longer necessarily considered to be developing countries (due to their economic growth and increasing importance) they are still not seen as core countries, and thus offer a glimpse of very different problems, pressures and processes of change. Examples are drawn from South Africa (Chapters 15, 16), Mexico (Chapter 17) and India (Chapter18). In the case of the latter two examples the cities researched are far larger than most of the examples used from the core countries (Tokyo being the exception in this instance). As such these cities are representative of urban transformations at a global scale as the cities of the developing/peripheral economies overtake those of the developed world in population and scale. The cities of the global periphery share many of the same problems that cities face everywhere. however, the uncontrolled nature and speed of growth in many of these cities has meant the scope and range of problems they face are often quite specific but would challenge even the most advanced countries in the world. In addition, some of the changes are also quite unintended (Chapter 15). In very large cities such as Mexico City and Delhi whole new networks are emerging that require further exploration. Issues of migration are very important and understanding how the whole system of places functions is important if one is to recognize and act on specific problems in specific locations. Questions over inequality and justice in cities are paramount, not just in places with particular historical circumstances, but throughout the urbanized world, especially at a time when there seems to be a widening gap between the “haves” and “have nots” which calls into question the sustainability of cities globally.
The diversity of urban research should be apparent upon reading this book, but more importantly for students of urban geography is the appreciation of how similar processes operating at a range of spatial scales can have both similar and varied outcomes based on the particular characteristics of place. different policy responses will have different outcomes around the world but ultimately all of our cities face similar sets of problems, be they social, economic or institutional. I hope you find something that interests you.
Daniel P. O'Donoghue

Ler mais:
- http://www.ashgate.com/isbn/9781409468516
- http://www.ashgate.com/pdf/SamplePages/Urban-Transformations-Centres-Peripheries-and-Systems-Cont.pdf
- http://www.ashgate.com/pdf/SamplePages/Urban-Transformations-Centres-Peripheries-and-Systems-Intro.pdf

1 de março de 2015

LA BARCELONETA. Ciudad marítima

Itinerario a pie

Quando:
1 marzo 2015 - 10.00h

Onde:
Barcelona - CCCB


Programa:
¿Cómo deben abrirse las ciudades al mar?

La acción municipal convirtió un puerto reservado a actividades mercantiles y unas playas llenas de chabolas en los espacios públicos más celebrados de la ciudad. La apertura de la ciudad al mar, sin embargo, puso en juego intereses poderosos que hacen peligrar los efectos democratizadores de esta transformación.

En cualquier ciudad del mundo, un sector situado entre la playa y el puerto histórico sería de los más caros y exclusivos. La Barceloneta, sin embargo, conserva aún el carácter popular de un barrio de clase trabajadora. Esta frágil excepcionalidad es fruto de una doble paradoja. Por un lado, la Barceloneta sufre unas presiones inmobiliarias y del turismo masivo que son fruto de la apuesta de la administración para convertir el espacio público en una herramienta democratizadora capaz de «abrir la ciudad al mar». Por el otro, lo que más ha frenado los procesos de gentrificación es la precariedad del espacio doméstico, ya que buena parte de las viviendas del barrio son cuartos de casa pequeños y sin ascensor.
En el lado de la playa, la intervención municipal retiró las barracas insalubres del Somorrostro para abrir uno de los espacios lúdicos más celebrados de la ciudad. La mejora que esta transformación ha traído a la calidad de vida del barrio se hace patente en el Hospital del Mar o en la Escuela Mediterránea, equipamientos públicos que gozan de una posición privilegiada en este frente marítimo regenerado. Sin embargo, promociones como el Hotel W - rascacielos de lujo edificado como infraestructura portuaria en suelo público ganado al mar - o la previsión de incrementar la edificabilidad de la primera línea de mar, hacen peligrar el efecto democratizador de la apertura.
En el lado del Port Vell, la administración promovió una transición en la que los muelles dejarían de estar reservados a actividades como la pesca o el tráfico de mercancías para constituir un espacio cívico abierto a todos. Pero esta operación, que alejaría el trabajo de los estibadores y pescadores de la Barceloneta, atraería también a grandes operadores comerciales e inmobiliarios que pondrían en entredicho el carácter público y abierto del puerto. Hoy todavía más, cuando la creación de una marina cerrada para grandes yates de lujo hace temer la pérdida definitiva del lugar. Al fin y al cabo, la apertura de una ciudad al mar pone en juego intereses muy poderosos. Por ello, no basta con proponerse abrirla si no nos preguntamos quién saldrá beneficiado.

Ver mais:
- http://www.cccb.org/es/itinerari-la_barceloneta_ciudad_martima-46828
- http://www.cccb.org/rcs_gene/dossier_itineraris_barceloneta.pdf