22 de outubro de 2012

Top 10 best and worst cities to live


By:
Tyler Falk
July 5, 2012

The Economist Intelligence Unit — the city rankings specialists — has a new list claiming the best cities to live. And they have an interesting new livability metrics to judge the world’s cities.

The rankings combined EIU’s popular “Liveability Index” with a new measure that focuses on spatial characteristics. The “Spatially Adjusted Livability Index” takes into account seven characteristics:

Sprawl: using the ”estimated relation between the metropolitan region’s surface and its total population, the overall coherence of the metropolitan form and an estimate of the extent of low density urban fabric.”

Green space: based on ”the distribution of green spaces within the metropolitan region, the number of local green spaces and the number of metropolitan scale green spaces.”

Natural assets: using “Google Earth satellite imagery and information from Open Street Map to assign points to cities based on the natural features” and the number of protected areas around a city center.

Cultural assets: counting the number of UNESCO World Heritage Sites in the vicinity of the cities.

Connectivity: calculating how many cities can be reached by plane from a city and the average number of flights from that city.

Isolation: based on the number of large cities near a city.

Pollution: using World Health Organisation (WHO)’s Air Pollution in Cities database to calculate air quality with a concentration of particulate matter of over 10 micrometres.

Using these criteria here are:

the 10 best cities to live in

Hong Kong; Amsterdam; Osaka; Paris; Sydney; Stockholm; Berlin; Toronto; Munich; Tokyo

And:

the 10 worst

Tehran; Nairobi; Lusaka; Phnom Penh; Karachi; Dakar; Abidjan; Dhaka; Lagos; Harare

In:
SmartPlanet

Ver mais:
http://www.smartplanet.com/blog/cities/top-10-best-and-worst-cities-to-live/3788?tag=content;siu-container

21 de outubro de 2012

NOW AND WHEN: AUSTRALIAN URBANISM

Quando:
13 – 21 October 2012 - Opening times: 10am – 8pm

Onde:
Exhibition Gallery 5, Hong Kong Central Library

Free entry

How well do you really know the city where you live? How do you imagine this city in the future? This innovative Australian 3D film exhibition focuses on ‘possible futures for urban spaces’. NOW and WHEN presents a visual feast of ground-breaking stereoscopic aerial views of Australian cities and landscapes today, juxtaposed with spectacular architectural visions of Australia’s potential urban future in 2050 and beyond.

- Presented by the Australian Institute of Architects and Australian Consulate-General Hong Kong
- Supported by the Australian Government through the Australia International Cultural Council, an initiative of the Department of Foreign Affairs and Trade, as well as the Leisure and Cultural Services Department, Hong Kong Government

NOW and WHEN: Australian Urbanism exhibition was the Australian Exhibition at the 12th International Architecture Exhibition, Venice Biennale 2010.



Multiplicity
© All rights reserved FloodSlicer 2011 Australia





Mais informação:
http://www.architecture.com.au/nowandwhen/
http://www.hongkong.china.embassy.gov.au/files/hkng/HOME_Now_and_When_flyer.pdf

Ver também:
http://www.youtube.com/watch?v=ArDYRUBI0LM


20 de outubro de 2012

EL RAVAL. La ciudad cosmopolita

Barcelona - Itinerario a pie
Quando:
Del 20 octubre 2012 al 20 abril 2013
Datas:
20 octubre 2012, 20 enero 2013, 20 abril 2013
Horario:
10:00h

Onde:
Barcelona - CCCB - Itinerario a pie. Duración aproximada: 3-4 h

Programa:

Una aproximación a la realidad plural del barrio del Raval, en la Ciutat Vella de Barcelona, que intenta alejarse de los tópicos y los estereotipos que muy a menudo la han marcado negativamente. Hoy el barrio del Raval es una realidad compleja en la que seguimos encontrando viejos y nuevos museos, comercios tradicionales y de última generación, talleres y galerías, gente de todo el mundo, un concentrado de multilingüismo, propuestas arquitectónicas innovadoras y vestigios del pasado, espacios públicos de calidad... El Raval es un barrio en permanente transformación que refleja con intensidad las inquietudes y las contradicciones que sufren las sociedades urbanas contemporáneas, pero es también, a nivel local, un espejo del dinamismo, la heterogeneidad y la creatividad de nuestro presente. Pasear por sus calles es una lección práctica de convivencia, vitalidad y cosmopolitismo.

Mais informação:
http://www.cccb.org/es/itinerari-el_raval_la_ciudad_cosmopolita-35266

19 de outubro de 2012

3.º Seminário de Reabilitação Urbana e Desenvolvimento Sustentável

Quando: 19 de Outubro (6ª feira) de 2012

Onde: Faro

Quem organiza: Faro 1540 - Associação de Defesa e Promoção do Património Ambiental e Cultural de Faro

Áreas Temáticas:
- Arquitectura Bioclimática e Construção Sustentável
- Mobilidade e Transportes Sustentáveis
- Reabilitação Urbana e Cidades Inteligentes
- Identidade e Marketing de Cidades
- Hortas Urbanas e Jardins Verticais
- Eficiência e Energias Alternativas
Mais informação:
http://www.faro1540.org/

"Ruinas modernas, una topografía de lucro"

Presentación de libro
de Julia Schulz-Dornburg
Quando:
19 octubre 2012 - 19:30h

Onde:
Barcelona - CCCB - C/ Montalegre 5, 08001


Organiza:
Centre de Cultura Contemporània de Barcelona


Participantes Invitados:
Pedro Azara, Francesc Muñoz, Julia Schulz-Dornburg, Josep Maria Benach

Programa:

El CCCB y la editorial Àmbit presentan el libro de Júlia Schulz-Dornburg Ruinas modernas, una topografía de lucro, segunda publicación de la coleccióin «Paraula i Paisatge». La obra es el resultado de más de dos años de investigación y trabajo fotográfico acerca de la destrucción del paisaje causada por la urbanización abusiva del territorio. Prologado por Francesc Muñoz, el libro cuenta con la colaboración de autores como Pedro Azara, Rafael Argullol, Oriol Nel·lo y Jordi Puntí.

Ruinas modernas, una topografía de lucro es un inventario fotográfico de la construcción especulativa en España. En él se presentan paisajes ocupados por urbanizaciones abandonadas que muestran la herencia en el territorio del estallido de la burbuja inmobiliaria. La reciente implantación masiva de enclaves de ocio, complejos turísticos y residenciales de todo tipo ha transformado vastas regiones no solo en la costa, sino también en puntos del interior. El prematuro ocaso de estos asentamientos se nos presenta con imágenes de inquietante belleza, testigos de la incongruencia entre la breve vida de la especulación inmobiliaria y sus perdurables secuelas físicas.

El acto contarà con la presencia de la autora, Julia Schulz-Dornburg, el editor Josep Maria Benach, el arquitecte Pedro Azara y el geógrafo Francesc Muñoz.

Mais informação:
http://www.cccb.org/es/curs_o_conferencia-ruinas_modernas_una_topografia_del_lucro_de_julia_schulz_dornburg-41821

18 de outubro de 2012

Reabilitação Urbana: Os centros históricos

Quando:
18, 19 e 20 de Outubro de 2012 - 09h00-19h00

Onde:
Coimbra - Mosteiro de Santa Clara-a-Velha; Museu da Ciência da UC

Enquadramento

Durante muito tempo parece ter caído em esquecimento que o núcleo histórico de uma cidade foi, num passado mais ou menos distante, o seu centro vital político-económico. Desse centro pulsou a vida que sustentou e fez crescer a cidade. O paradoxo reside no facto desse crescimento ter frequentemente levado ao quase abandono do centro, votando ao desprezo um valiosíssimo património urbano, não apenas económico, mas também estrutural, social, humano, cultural, artístico e arquitectónico. Ora, é justamente o atual reconhecimento desse valor que levou à recuperação do chamado Centro Histórico como símbolo da cidade, funcionando como o seu cartão-de-visita.

A conservação do núcleo urbano histórico da Cidade de Coimbra, como caso de estudo, é importante na medida em que, sendo esta uma cidade milenar - com vestígios arqueológicos de uma ocupação que remonta ao período romano e onde alguns dos edifícios existentes correspondem a habitações medievais -, não se encontra ainda excessivamente descaracterizada.

Contudo, a imagem urbana da Coimbra antiga, tal como a de muitos outros centros históricos, tem vindo a degradar-se acentuadamente nas últimas décadas, devido, entre outras razões, à ausência de manutenção, aos efeitos de atmosferas urbanas cada vez mais poluídas e, ainda, a uma crescente e preocupante perda de conhecimento das técnicas tradicionais de construção e acabamentos, favorecida pela inexistência de uma política de salvaguarda do património construído e da ocupação de solos.
...

PROGRAMA de algumas sessões

Sessão Plenária I: Imagem Urbana

Quando:
18 de Outubro - 9h30
Onde:
Museu da Ciência da Universidade de Coimbra
Moderador:
- Artur Corte-Real

Coimbra transfigurada
- Jorge Alarcão (FLUC)
A paisagem (urbana) enquanto valor patrimonial
- Álvaro Domingues (FAUP)
Ver artificialmente: como interpretar uma imagem?
- Hélder Araújo (FCTUC)

Discussão

A cor na reabilitação urbana
- João Pernão (FAUTL)
Conservação de revestimentos históricos
Martha Tavares
Estudo de Caso: O projecto da baixinha de Coimbra
Dryas Arqueologia, Lda.
Novas oportunidades nos cruzamentos interdisciplinares
- Paulo Pereira (FCT)

Discussão
...

Homem, Cidade e Ciência I: Politicas Urbanas

Quando:
18 de Outubro - 17h00
Onde:
Mosteiro de Santa Clara-a-Velha
Moderador:
- Carlota Simões (UC)

- Álvaro Domingues (FAUP)
- Walter Rossa (DARQ)
- Paulo Peixoto (UC)
- António José de Magalhães Cardoso (CMC)

Discussão
...

Homem, Cidade e Ciência II: Técnicas para a Reabilitação Urbana

Quando:
19 de Outubro - 17h00
Onde:
Mosteiro de Santa Clara-a-Velha
Moderador:
- António Tadeu (ITECONS)

- José António Bandeirinha (DARQ)
- Paulo Leitão (CMC)
- Rosário Veiga (LNEC)
- Santos Silva (LNEC)

Discussão
...

Homem, Cidade e Ciência III: Reabilitação Urbana - o Centro Histórico de Coimbra

Quando:
20 de Outubro - 17h00
Onde:
Mosteiro de Santa Clara-a-Velha
Moderador:
- José Fernando (Ordem dos Arquitectos)

- José Aguiar (ICOMOS)
- Alexandre Ramires
- Luís Ferreira Alves
- Adília Alarcão

Discussão

Mais informação:
http://www.ces.uc.pt/eventos/patrimonio/index.php?id=5950&id_lingua=1

17 de outubro de 2012

Conferência: Transformação urbana II

ARQ OUT 2012 | Mês da Arquitectura - 2ª Edição

Com quem:
Álvaro Domingues

Quando:
17 de Outubro de 2012 - 19:00/ 20:30

Onde:
Porto - OLGA SANTOS GALERIA

Mais informação:
http://www.facebook.com/olgasantos.galeria
http://www.oasrn.org/pdf_upload/ARQOUT.pdf

13 de outubro de 2012

A Avenida da Boavista: Lugar Urbano, Cruzamento de Arquiteturas

PERCURSOS PELA ARQUITECTURA CONTEMPORÂNEA
Visita integrada na 2ª edição do ARQ OUT – Mês da Arquitetura 2012

O geógrafo Álvaro Domingues,
acompanhado pela
arquiteta Clara Vale,
ajudará à leitura e à compreensão do percurso.

Quando:
13 OUT (SÁB), 10H00-14H00

Onde:
Porto - Rotunda da Boavista


Organização: Casa da Arquitectura e CULTOUR

Visita guiada feita a partir de um percurso de bicicleta cujos conteúdos pretendem aproximar a arquitetura dos cidadãos comuns. A Avenida da Boavista (1854) cumpre o objetivo de ligação da cidade com o mar. Esta ligação é o suporte de algumas das mais singulares obras arquitetónicas do século XX: Arménio Losa, Álvaro Siza, Souto de Moura, Rem Koolhaas e Sidónio Pardal, são alguns dos arquitetos que iremos encontrar.
Através desta visita abre-se a possibilidade de: explorar o tema da regeneração urbana acentuando o papel da mobilidade sustentável na cidade; proporcionar ao cidadão comum uma aproximação do entendimento do organismo urbano; fomentar a utilização da bicicleta como modo de locomoção sustentável.

Programa:
Início do percurso em bicicleta na Rotunda da Boavista.
Referências e paragens na Casa da Música, nos edifícios projetados por Arménio Losa, Eduardo Souto de Moura, Álvaro Siza, João Pedro Guimarães e António Barbosa, e Sidónio Pardal pontuam a visita que terminará na frente de mar em Matosinhos.

Entrada paga; inscrição prévia.

Mais informação:

http://www.casadaarquitectura.pt/a-avenida-da-boavista-lugar-urbano-cruzamento-de-arquiteturas_visita-guiada_13-outubro-2012/
http://www.cultour.com.pt/index2.php?co=0&mop=40&tp=10&cop=0&it=evtprog_lst&LG=0&SID=cf7749a1db30629b53b2e3df9aea8878
http://www.oasrn.org/pdf_upload/ARQOUT.pdf

10 de outubro de 2012

8º CONGRESSO INTERNACIONAL CIDADE VIRTUAL E TERRITORIO



PRODUZIR UMA NOVA UTOPIA URBANA
Virtualidades, possibilidades e experiências


Quando: 10 a 12 de outubro de 2012

Onde: Rio de Janeiro

As transformações que a sociedade vive atualmente abrem as portas para pensar e (re) inventar o futuro. A crise contemporânea desperta o sentido histórico da transformação e abre novos horizontes para a construção e representação das nossas cidades. Mundos virtuais, mundos utópicos, mundos-territorios que convidam a ousadia de refletir sobre a cidade que desejamos viver e legar ao futuro.
O despertar da historia rompe com os paradigmas do pensamento e representações únicas sobre as cidades e convida a discutir novas utopias urbanas, novas virtualidades e potencias territoriais.
O 8º Congresso Internacional Cidade Virtual e Território pretende ser um espaço de interlocução e debate sobre as novas leituras, representações e projetos de cidade onde as novas tecnologias de comunicação (NTC) tem um papel instrumental e funcional importante.

Serão 6 eixos temáticos:

1. (Re) definir a cidade virtual e utópica: novos horizontes críticos para pensar a ação e representação.
2. Direitos sociais, políticas publicas e participação no mundo das NTC.
3. A produção material das cidades: modelos de uso do solo e estrutura socio-espacial.
4. Meio ambiente e utopia urbana.
5. A produção popular da cidade e políticas públicas redistributivas.
6. Usos e possibilidades das NTC no planejamento e na participação popular.

O encontro visa a discussao e aprofundamento do debate entre Europa e latino-america, por isso um ano ele ocorre num pais eurupeu e no outro num latinoamericano. Este ano o evento ocorrera no Brasil, o pais da America Latina que mais apresenta trabalhos e sempre se destaca por causa da qualidade dos trabalhos e a presenca marcante nos foruns de discussão, por isso espera-se que este seja um dos maiores encontros CVTs ja apresentado. Nesta edicao estao previstas mesas redondas na parte da manha, apresentacao de trabalhos na parte da tarde e 2 cursos diarios sobre o tema das TIC e do territorio, Alem disso, teremos ao final do dia reunioes de trabalho e sessoes livres (propostas por diferentes grupos de pesquisa e pela municipalidade). Durante estes congressos foram apresentados varios trabalhos ineditos por parte de investigadores, estudantes, profissionais, empresas especializadas, administraçoes locais e instituiçoes de prestigio, que tem incidencia nas atualizacoes urbano-territoriais e que incorporam indicies qualitativos para encontrar soluções efetivas a problemas reais, fazendo uso e incorporando novas teconogias e recursos tecnologicos na realizacao de estudos, projetos e na busca de novas alternativas futuras para nossas cidades. Nesta ultima linha de questionamentos, voltamos para a importancia do territorio, mas nao como ponto de partida e sim avancando em novos conhecimentos, interaçao e desenvolvendo vinculos de trabalho e colaboracao entre as diversas esferas da sociedade.

Mais informação:
http://www.wix.com/8cvtrio/8cvtrio#!inicio|mainPage

enviado por:
Nuno Norte Pinto

4 de outubro de 2012

“What is an 8-80 City? Creating Healthy & Vibrant Communities. Now!”

Sessão /Debate com a orientação de Gil Peñalosa

Quando:
4 de Outubro - 21:00

Onde:
Águeda - Salão Nobre da Câmara Municipal

Com Gil Peñalosa, um especialista internacional na área da mobilidade e desenho de espaços públicos urbanos, diretor executivo da 8-80cities Organization (organização sem fins lucrativos canadiana dedicada à transformação das cidades em lugares com espaços para passear, andar de bicicleta e usufruir de espaços públicos vibrantes), os participantes terão oportunidade de observar, refletir e debater a cidade de hoje e a cidade que queremos ter, identificando aspetos a trabalhar para gerar os melhores resultados.

The 8-80 Philosophy
8-80 Cities is based on a simple philosophy:
If you create a city that’s good for an 8 year old and good for an 80 year old, you will create a successful city for everyone. This is an 8-80 City.

What are the elements of an 8-80 City?
- 8-80 Cities are communities built for people. They reflect social equality in the public realm and promote sustainable happiness.
- They nurture our need to be physically active by providing safe, accessible and enjoyable places for everyone walk, bike and be active as part of our daily routine.
- They recognize that people are social creatures and prioritize human interaction by fostering vibrant streets and great public places where people can rest, relax and play.
- 8-80 Cities encourage sustainable and healthy lifestyles for everyone regardless of age, gender, ability, ethnicity or economic background.


Mais informação:

http://www.cm-agueda.pt/PageGen.aspx?WMCM_PaginaId=27652&noticiaId=58758&pastaNoticiasReqId=27662

http://www.8-80cities.org/about-us/the-8-80-philosophy.html

2 de outubro de 2012

From Renaissance to Shrinkage: What future for the European city?

em trânsito #042 - Battle of Ideas | Debate

Quando:
2 de Outubro de 2012 - 21h30

Onde:
Porto - Plano B

Em Trânsito recebe, pela primeira vez no Porto, uma edição satélite do programa internacional ’Battle of Ideas’, organizado pelo ‘Institute of Ideas’ (UK). Esta sessão pretende debater o futuro da cidade europeia, focando a cidade do Porto em particular.

Na actual ‘Idade Urbana’, um milhão de migrantes por semana alimentam o crescimento dinâmico dos centros urbanos na Ásia e em África. Por contraste, a discussão numa Europa largamente pós-industrial deslocou-se do tema do ‘Renascimento Urbano’ para o tema da própria sobrevivência das cidades. Contra um pano de fundo de abrandamento económico, o relatório sobre o estado das cidades europeias que monitorizou 258 cidades na União Europeia, mostra um terço em estagnação e outro terço com um declínio populacional significativo. Nas cidades em retrocesso, a probabilidade de partir é maior na população mais jovem. No Porto, numa única década, mais de 30% da população abandonou a cidade. A par desta realidade demográfica e económica, receios de prejuízo ambiental, bem-estar e fragmentação social, alimentam uma ambivalência cultural sobre as cidades. A revista de arquitectura A10 anuncia que a cidade europeia ‘atingiu o seu limite superior’, e sugere substituir o paradigma de ‘crescimento equivale a progresso’ por uma aproximação assente na identificação ‘das vantagens do encolhimento e imutabilidade’.

O programa da London School of Economics (LSE) promove a ‘sustentabilidade social’, acentuando o investimento responsável e as responsabilidades empresariais dos promotores. Arrebita! Porto também enfatiza o papel da iniciativa social. A World Future Council Foundation argumenta que a desindustrialização, as infra-estruturas envelhecidas e propriedades em ruína ou decadência requerem uma mudança de atitude de regeneração urbana – que dá resposta ao bem-estar social, económico e físico/patrimonial – para eco-regeneração – por exemplo, através de programas financiados pela UE de água e saneamento, transportes de baixa emissão de carbono e energia renováveis. Mas a ideia da ‘cidade sustentável’ que dominou as iniciativas de regeneração nos últimos 20 anos será, de facto, a resposta?

Como é que os centros urbanos podem recuperar um sentido de dinamismo? Dada a realidade dos ciclos económicos e dos movimentos populacionais, não será tempo de admitir que planear o encolhimento pode ser tão criativo como planear o crescimento? Com cidades a emergir a Oriente a assumir o manto do dinamismo económico, devem as cidades Europeias seguir o ‘modelo’ alternativo, baseado na identidade cultural e na memória urbana? Ou o enfoque na preservação e no património arrisca fossilizar as cidades e torná-las peças de museu? O papel da arquitectura e do design, como ponto de partida para a inovação e regeneração, terá sido exagerado de alguma maneira? Resumindo, como é que se pode maximizar as novas oportunidades e concretizar o progresso social?

Participam:

Alastair Donald, Future Cities Project (UK)
Nuno Grande, Pelouro da Cultura OASRN
José Paixão, ArrebitaPorto
Will Hunter, Architecture Review (UK)
Luís Tavares Pereira, comissário do ciclo ‘em trânsito’

Moderadora/Chair:
∙ Claire Fox, Institute of Ideas (UK)

Mais informações:
http://www.oasrn.org/cultura.php?id=297

http://www.battleofideas.org.uk

1 de outubro de 2012

ARQ OUT 2012 | Mês da Arquitectura 2ª Edição

O Pelouro da Cultura da Secção Regional Norte da Ordem dos Arquitectos decidiu, ao longo do presente triénio, alargar as comemorações do Dia Mundial da Arquitectura (primeira segunda-feira de Outubro), a todo o restante mês, numa iniciativa designada ARQ OUT, por referência ao período de realização, mas também à ideia de incentivar a produção cultural da arquitectura “fora” do seu universo corporativo.

Esta iniciativa, criada em 2011 – edição que ultrapassou aos 10 mil participantes -, tem como objectivo reunir, num único suporte cartográfico, as actividades relacionadas com a Arquitectura e a Cidade a decorrerem na região do Porto durante o mês de Outubro. Inclui também actividades de outras áreas geográficas cuja programação se revele de interesse regional, sendo estas devidamente referenciadas neste suporte cartográfico.

Para criar este mapa a OASRN desafiou cidadãos, instituições e membros da OA – através dos seus órgãos de comunicação –, a apresentarem ideias, projectos e eventos, da sua iniciativa, que gravitassem em torno da Arquitectura e da Cidade, ou que fossem relevantes para a formação profissional e cultural dos arquitectos. Após uma apreciação inicial, por parte da OASRN, esses eventos estão agora inscritos neste roteiro cultural, o qual tem o espaço urbano do Porto como epicentro.
...

Esta iniciativa integra a programação das Comemorações do Dia Mundial da Arquitectura 2012.

Mais informação:
http://www.oasrn.org/cultura.php?id=296
http://www.oasrn.org/pdf_upload/ARQOUT.pdf

30 de setembro de 2012

Study Shows Urban Sprawl Continues To Gobble Up Land

by Staff Writers
Columbus OH (SPX) Dec 18, 2007

The study also found a link between sprawl and the building of roads and zoning regulations that require larger lot sizes. However, it was not possible to distinguish whether large-lot zoning and roads cause sprawl, or vice versa.

Despite reports to the contrary, urban sprawl has continued to grow significantly for the past several decades, new research suggests. A study of changing land use patterns in the state of Maryland found substantial and significant increases in sprawl between 1973 and 2000.
...

"We found that the areas where sprawl increased the most were in the exurban areas - out beyond even the suburbs," said Elena Irwin, co-author of the study and associate professor of environmental economics at Ohio State University.

The study looked for evidence of fragmented land use - areas where housing was juxtaposed with agriculture or forested areas, for example. That's one of the basic hallmarks of sprawl.

Results showed the level of peak land-use fragmentation was 60 percent greater in 2000 as it was in 1973, and shifted outward from the central cities to a distance of 55 miles in 2000, up from about 40 miles in 1973.

Fragmented land use increased the most in non-urban areas located about 80 miles from the nearest city, the researchers found.

"People are moving further and further away from the center of cities and increasingly more people are living on larger lots," she said. "That's increasing the level of sprawl."
...
link para o texto integral:
http://www.spacemart.com/reports/Study_Shows_Urban_Sprawl_Continues_To_Gobble_Up_Land_999.html

29 de setembro de 2012

Colóquio Cinema e Arquitetura

CINECOA - Festival Internacional de Cinema de Foz Côa


Quando:
28 e 29 de Setembro


Onde:
Auditório do Museu do Côa - Vila Nova de Foz Côa


dia 28
- Álvaro Domingues
- Luís Urbano
- Alexandre Alves Costa
- Miguel Tavares



dia 29
- Elizabeth de Portzamparc
- Christian Patey
- Camilo Rebelo
- Tiago Pimentel
- Luís S. Baptista


Moderadora:
Paula Araújo da Silva

Filmes:
- “O Meu Tio” (1958) de Jacques Tati
- “O Eclipse” (1962) de Michelangelo Antonioni
- “O Desprezo” (1963) de Jean Luc Godard
- “Model Shop” (1968) de Jacques Demy
e ainda a recente curta metragem:
“Sizígia, a Casa do Lado” (2012) de Luís Urbano,
realizada no âmbito do conjunto de curtas da investigação da Faculdade de Arquitectura da Universidade do Porto “Ruptura Silenciosa”: Intersecções entre a Arquitectura e o Cinema. Portugal 1960-74”.
Filmada na Piscina das Marés (Álvaro Siza ,1959-65), SIZÍGIA procura usar as imagens em movimento, não apenas como um método de representação da arquitectura, mas como um processo de investigação do espaço que explora as suas qualidades narrativas e o sentido de lugar criado pelo uso, os materiais, a luz e o som.

A relação do cinema com a arquitetura é tão antiga quanto o próprio cinema. Logo a seguir à primeira projeção pública do que ainda se chamava cinematógrafo, em dezembro de 1895, os irmãos Lumière enviaram operadores de câmara às principais cidades europeias e americanas, onde foram captadas inúmeras vistas (era este o termo usado em francês: vues) das ruas e praças, muitas vezes com a câmara em movimento, a partir de um comboio, um elétrico ou um barco. Quando o cinema se transformou num grande espetáculo nos anos 10, foram construídos cenários cada vez maiores, que reproduziam cidades e monumentos da Antiguidade. Paralelamente, as ruas e edificações autênticas continuaram a ser utilizadas como cenários para filmes de ficção (é o que os americanos chamam locations e os franceses décors naturels).
Os cenários de estúdio transformaram-se num verdadeiro ramo da arquitetura, uma arquitetura feita só de fachadas e sempre idealizada (daí a expressão coisa de cinema). Muitos cenógrafos de cinema eram arquitetos de formação e alguns arquitetos profissionais de prestígio colaboraram esporadicamente em filmes. E se o cinema reproduziu em estúdio a arquitetura já existente, de diversos séculos, a arquitetura propriamente dita também foi influenciada pelos cenários de cinema
...

Mais informação:
http://cinecoa.com/?page_id=1768

28 de setembro de 2012

CONFERÊNCIA INTERNACIONAL "TERRITÓRIO, CRIATIVIDADE E REGENERAÇÃO URBANA"

Quando:
28 Setembro 2012 - 10h00-19h00

Onde:
Centro Cultural de Ílhavo

A Conferência Internacional “Território, Criatividade e Regeneração Urbana” reflectirá sobre as questões que relacionam o planeamento cultural, a criatividade, a regeneração urbana e o desenvolvimento económico dos territórios. Com esta conferência pretende-se gerar espaços de debate, reflexão e conhecimento sobre o papel que a criatividade e a cultura têm tido no desenvolvimento económico e urbano das cidades e de que forma se relaciona a área da cultura com outros domínios das políticas públicas como o planeamento urbano, a educação, o turismo e o emprego.

PROGRAMA

10:00 - SESSÃO DE ABERTURA
José Ribau Esteves; Paulo Júlio

10:30 - Políticas Públicas para a Cultura e para a Criatividade
Samuel Rego; José Manuel Amaral Lopes
- Moderação: Artur Rosa Pires

11:45 - Políticas Culturais na Cidade
Miguel Lobo Antunes; Pedro Abrunhosa
- Moderação: David Pontes

14:30 - Criatividade e Regeneração Urbana
Tom Fleming; Ana Carla Fonseca Reis
- Moderação: Carlos Martins

16:15 - Criatividade, Inovação e Desenvolvimento
Paulo Varela; Gonçalo Cruz; José Vieira
- Moderação: Joaquim Borges Gouveia

18:00 SESSÃO DE ENCERRAMENTO
Luís Braga da Cruz; José Ribau Esteves

Mais informação:
http://www.centrocultural.cm-ilhavo.pt/pages/3?event_id=717

Seminário "Território – A Memória do Futuro"

Integrado nas Jornadas Europeias do Património


Quando:
28 de Setembro de 2012


Onde:
Lisboa - Direção‐Geral do Território


Este Seminário pretende debater a ideia de património como construção social permanente e dinâmica, legitimado pela sua utilização, propondo-se uma reflexão sobre a importância da intervenção na cidade e no território herdados, como contributo para a construção de uma memória coletiva futura.


PROGRAMA (algumas sessões)

10:30 - IDENTIDADE & TERRITÓRIO

12:00 - CIDADE & PATRIMÓNIO
- Uma abordagem ao Futuro do Património Urbano
  Carlos Dias Coelho
- Património e Urbanismo Sustentável: Os Desafios da Cidade Compacta
  Eduardo Brito Henriques
- O Sentido da Memória na Cidade Herdada
  António Costa

14:30 - TERRITÓRIO & PAISAGEM

Mais informação:
http://www.dgotdu.pt/detail.aspx?channelID=CC32434A-4A2C-480E-9641-DD808C273B10&contentId=4D684089-19FA-4677-98F3-CD569ACE2F3F

27 de setembro de 2012

2º Ciclo D.T.W. "Guimarães e o Vale do Rio Ave"

O intuito deste 2º Ciclo D.T.W.
"Guimarães e o Vale do Rio Ave"
é promover um conjunto de conferências, mesas redondas e visitas guiadas capazes de levar os participantes a consciencializar, explorar e problematizar o potencial da fotografia como forma de representar e questionar a realidade urbana da Região de Guimarães e Vale do Ave, debruçando-se por exemplo sobre questões de relação entre Centro Histórico e território industrial, e as suas transformações no âmbito de Cidade Capital Europeia da Cultura.

PROGRAMA

26 de Setembro

09:00 | 10:45
Apresentação: D.T.W. / Concurso Internacional de Narrativa Fotográfica / Grupo CCRE
- Pedro Leão Neto

11:00 | 13:00
Reconhecimento da zona de estudo / Reflexão Crítica sobre o Espaço do Centro Histórico de Guimarães. : Arquitectura E Projecto Urbano - visita guiada (pedonal)
- Rui Tavares

14:30 | 17:30
Introdução à Cidade de Guimarães Região do Vale do Ave - visita guiada (em autocarro)
- Álvaro Domingues

21:00 | 23:00
Tertúlia / Debate: “Transformações no Vale do Ave – De Berço da Nação e Território Industrial à Capital Europeia da Cultura”
- Álvaro Domingues
- Gabriela Vaz-Pinheiro
- Ricardo Bastos Areias
moderadora:
- Andreia Garcia


27 de Setembro

21:00 | 23:00
Scopio Roundtable
moderador:
- Pedro Leão Neto
"Há que Voltar Sempre."
- Eduardo Brito
"Processos de Criação: Concepção da Ideia, Construção de um Projecto."
- João Margalha
"Narrativas Visuais: Construção de um Projecto Fotográfico sobre Cidade e Arquitectura – Projectos pessoais sobre Guimarães e autores de referência."
- Carlos Lobo

Mais informação:
http://www.nasuperficie.ccre-online.com/dtw/#

Debate Europa Ciudad

Quando:
27 setiembre 2012 - 19:30h

Onde: Barcelona - CCCB

Quem organiza:
Centre de Cultura Contemporània de Barcelona

Entrada libre

Debate … que reflexiona acerca de la vigencia del modelo europeo de ciudad a partir de las obras ganadoras del Premio Europeo del Espacio Público Urbano y de las opiniones de destacados arquitectos, sociólogos y escritores.

Mais informação:
http://www.cccb.org/es/curs_o_conferencia-debate_europa_ciudad-41526

26 de setembro de 2012

Que Modelo de Governância? – A Dimensão Metropolitana numa visão Estratégica Sustentável

Fórum Metropolitano

Quando: 26 de Setembro - 14h00

Onde: Fundação Cidade de Lisboa

OBJETIVOS
O objetivo principal desta sessão (a primeira de três) visa explorar conjuntamente visões diversificadas para as diferentes dimensões metropolitanas, identificar os grandes desafios que se colocam e gerar as vocações/painéis temáticos a desenvolver para a Área Metropolitana

In:
http://www.apgeo.pt/files/docs/Newsletter/PlanoForum.pdf

Política de cidades, economia e território

Paulo Neto

Em 1400, Portugal olhou para o seu território, considerou-o demasiado pequeno para a dimensão das suas ambições e procurou expandi-lo pelo mundo. Ao fazê-lo, não só criou um império demasiado grande para ser possível governar, como essa opção o levou, várias vezes, a questionar a própria localização do seu epicentro territorial. No período de migração da corte para o Brasil no século XIX, e nos anos 50 do século passado, em outros exemplos, Portugal equacionou transferir, respectivamente, a sua capital para o Brasil e para Angola, sendo que, se o tivesse feito, Portugal seria hoje provavelmente um país da América Latina ou de África.

Nenhum outro país, de entre aqueles que tiveram experiências coloniais semelhantes à nossa, alguma vez questionou qual era o seu território-base. Portugal, sim. E talvez por isso mesmo, este país que empreendeu um projecto de expansão ultramarina que o levou a construir grandes cidades e infra-estruturas pelo mundo secundarizou, e muitas vezes pôs em causa, o seu próprio território de origem, e as suas necessidades de desenvolvimento, em virtude de não o tomar como prioritário. Esta realidade explica, em muito, o que é hoje o modelo de estruturação e organização espacial de Portugal e a forma como este evoluiu.

A partir do final dos anos 70 do século XX, Portugal voltou-se de novo para o seu território. E com o apoio do financiamento decorrente do processo de integração europeia que então iniciava, desenvolveu um conjunto de vagas de infra-estruturação ao nível do saneamento básico, da saúde, da ciência e da educação, da administração, e das acessibilidades e transportes. Mas, muita da rede urbana e do modelo de organização espacial do país já estava formatado por séculos de orientação ultramarina e de dúvidas sobre onde seria o futuro de Portugal. E a sua economia e as suas cidades resultaram pequenas e frágeis, sem escala, quando comparadas com muito do que Portugal realizou em vários continentes.

Nos últimos 30 anos, Portugal tentou recuperar do seu processo histórico. Reorientou-se para a Europa e quis ser europeu. E num contexto de abundância orçamental possível pelo apoio da Política de Coesão da União Europeia, foi sistemática a preocupação nacional com a requalificação dos espaços urbanos, com a revitalização dos centros históricos, com a regeneração de espaços desqualificados, e com a infra-estruturação física, económica, cultural e tecnológica, generalizada, das cidades.

Uma aposta na crescente e rápida urbanização do país, sem ter por base opções claras relativamente ao lugar, e ao papel, que se ambicionava para cada centro urbano no conjunto da rede urbana nacional, e sem salvaguardar mínimos de articulação entre as estratégias para a economia e as estratégias para o território. Uma abordagem assente na ausência de coordenação nacional, regional e inter-regional, em matéria de política de cidades e, por isso mesmo, geradora de novos mecanismos e dinâmicas acrescidas de concorrência e disputa de natureza intermunicipal, obstaculizando a afirmação de soluções alternativas de complementaridade e especialização. E também muito permissiva à sistemática opção pela reprodução mimética das mesmas soluções, um pouco por todo o território, com importantes consequências no que diz respeito à degeneração da especificidade e identidade de muitas cidades e lugares.

As cidades portuguesas, ou pelo menos partes importantes dos seus territórios, estão, por isso, a ficar cada vez mais iguais. Mais iguais quanto ao conjunto e tipologia de infra-estruturas e equipamentos que têm e que ambicionam ainda vir a ter; ao referencial de ideal de cidade pelo qual orientam os seus processos de decisão; às abordagens de requalificação dos espaços urbanos que vão adoptando e que contribuem para a uniformização das paisagens urbanas, quer do ponto de vista estético e arquitectónico, quer quanto ao modo de definir as funcionalidades para os lugares e os modos de vivência que procuram assegurar; aos sectores económicos em que procuram assentar as suas estratégias; e à aposta em modelos de desenvolvimento quase exclusivamente centrados em actividades económicas associadas ao imobiliário, ao turismo ou à cultura e património, frequentemente ancoradas em iniciativas de durabilidade e sustentabilidade não- garantida, e que reforçam o processo de indiferenciação das condições de atractividade e especialização de muitas cidades portuguesas.

Assim foi o passado. E o futuro? Como queremos que seja?

Links para o texto:

http://jornal.publico.pt/noticia/25-09-2012/politica-de-cidades-economia-e-territorio-25305862.htm
e
http://noeconomicrecoverywithoutcities.blogs.sapo.pt

Analysis of urban sprawl in mega cities synergistically using Landsatand TerraSAR-X data

H. Taubenböck & A. Roth

I. Introduction

Over the last 50 years, the world has faced dramatic growth of its urban population. In 2007 the amount of urban residents has outnumbered the rural population for the first time in history and by the year 2030 already two-thirds of the world’s population is expected to live in cities [1]. The number of so-called mega cities –cities with more than 10 million inhabitants– increased in the period from 1975 until today from 4 to 22, mostly in less developed regions [2]. Furthermore, a United Nations report [1] projects that almost all global population growth in the next 30 years will be concentrated in urban areas. This dynamic phenomenon will necessitate advanced methodologies such as space technologies, which will help city planners, economists, environmentalists, ecologists and resource managers solve the problems which accompany such growth [3]. In this uncontrolled situation, city planners lack tools to measure, monitor, and understand urban sprawl processes.

Multitemporal remote sensing has become an important data-gathering tool for analysing these changes [4]. In our study we use multi-sensoral time-series of Landsat MSS, Landsat TM and Landsat ETM data as well as TerraSAR-X stripmap data to continuously classify urban footprints from the 1970s to 2008. We use hierarchical, object-oriented classification methodologies for automatic detection of urbanized areas. This lets us detect temporal and spatial urban sprawl, densification processes and urban development on city level in our test sites: the European mega cities of Moscow, Russia and Istanbul, Turkey.

II. Data

III. Methodology



IV. Results

The analysis reveals dichotomies in spatiotemporal urban development for the two study sites. While the urban footprint of Istanbul is determined by the coastal and hilly orography, the urban footprint of Moscow is not subject to orographic restrictions. Differences include absolute urbanized area (Moscow by far larger), different temporal evolution (extensive urban sprawl in Moscow began post 2000, while in Istanbul extensive urban sprawl until 2000 has now been replaced by densification and flattening spatial gain), dispersed axial growth (Moscow) versus laminar growth (Istanbul). The comparison of complete urbanized area to official absolute population –Moscow 10.9 million and Istanbul 11.1 million – reveals different living characteristics for the two mega cities. In addition, we compared urban patterns using six concentric ring zones around the main urban centre (Figure 3). We use gradient analysis to identify location- and time dependent areal growth effects comparing the urban core to the periphery in the two mega cities. We see a clear shift of spatial growth to peripheral areas and more or less stagnant urban centres.

Due to a large amount of mixed spectral information in such a coarse ground resolution of the Landsat imageries the accuracy is limited. But for the requirement of mapping the city footprint, its spatial dimension and the spatial developments over the years, the Landsat images provide enough information for an assessment of urban change. An accuracy assessment has been performed by a randomization of 150 checkpoints and a visual verification process. The accuracy assessment for the various scenes resulted in 89 to 92 %. Using the presented approach urban footprints can be derived from TSX images with a total accuracy of 91 to 95%.

V. Conclusion

The study shows the capabilities of TerraSAR-X data to continue monitoring of urban sprawl processes to date. Although the capabilities of the two data types –Landsat and TerraSAR-X– vary in geometric and radiometric details, the individual classifications of urban footprints achieve comparable results for change detection. With classification accuracies around 90 % for the individual images the multi-sensoral data sets enable to assess the correct dimensions of urban growth, its directions and the large-area patterns. Especially in the highly dynamic urban environments the possibility of continuative monitoring of urbanization is essential for substantial decision-making.

Acknowledgements

References

link para o texto integral:
http://sss.terrasar-x.dlr.de/papers_sci_meet_3/poster/LAN002_taubenboeck.pdf

25 de setembro de 2012

Debate: Smart City Branding

Quando:
Del 25 setiembre 2012 al 26 setiembre 2012 - mañana y tarde

Onde:
Barcelona - CCCB

Quem organiza:
Consorcio de la Universidad Internacional Menéndez y Pelayo de Barcelona

"Las tendencias mundiales y sus impactos en las grandes metrópolis": de Smart cities a Smart citizens. El concepto Smart se vinculará fuertemente a la economía del conocimiento para no caer en la paradoja de generar "ciudadanos estúpidos" en lugar de "ciudadanos inteligentes". El entorno es muy Smart; LAS CIUDADES también son Smart; BARCELONA también es Smart, el city branding también es Smart.
Mais informação:
http://www.cccb.org/es/curs_o_conferencia-smart_city_branding-41550

23 de setembro de 2012

NOW and WHEN Australian Urbanism

Quando:
From the 16 June - 23 September

Onde:
Taiwan - Kaohsiung Museum of Fine Arts - Galleries 104

Quem organiza:
Australian Institute of Architects and Kaohsiung Museum of Fine Arts

NOW and WHEN: Australian Urbanism exhibition is a major project of the Australian Institute of Architects. It was the Australian Exhibition at the 12th International Architecture Exhibition, Venice Biennale 2010.

“Though outback and bush myths remain seminal to our culture, there is no doubt that the Australian collective consciousness is now urban.” Said Ivan Rijavec, Co-creative Director of the NOW and WHEN Australian Urbanism exhibition.

This exhibition features images of some Australia’s most thought provoking urban and non-urban regions as they are “NOW”, before dramatically representing futuristic urban environments as they may be “WHEN” we reach 2050 and beyond.

Using ground-breaking 3D stereoscopic technology of which Australia is now the forefront, this exhibition showcases the Australian architectural imagination, allowing visitors to move around a range of existing and hypothetical urban environments. In the exhibition, architecture is used as a medium to express the psychological and emotional reactions to the present and the future, and the urban visions are presented in terms of spirit rather than practical solutions to problems.

The teams two-part NOW and WHEN Australian Urbanism exhibition will highlight three of Australias most interesting urban regions as they are now, before dramatically representing futuristic urban environments as they may be when we reach 2100.

NOW will feature current urban environments in Sydney, Melbourne and Surfers Paradise. Stereoscopic visuals will show contrasting views of these cities from macro-scapes at 20,000 feet to helicoptering views of urban and architectural icons at close range. All three cities will be filmed at dusk, when the Australian urban spectacle becomes luminous and articulate in conveying the way our cities work.

WHEN will dare to imagine Australian urban spaces in 91 years time, with the intent of catapulting urban debate into eye-popping visceral entertainment set in a soundscape. Australian architects will be asked to submit 3D entries for inclusion by entering an Ideas for Australian Cities 2100 national competition. A range of entries will then be chosen focusing on the creative potential of architecture.

Two stereo screens mounted back to back at the rear of the upper and lower exhibition spaces will be the focus of the installation. An urban themed black and white geometric matrix will be projected on the walls, floors and ceilings of both levels leading to two stereo screens, which will feature the urban environments in continuous three minute loop cycles.

Mais informação:
http://www.architecture.com.au/nowandwhen/

http://www.kcg.gov.tw/EN/NewsArt_Detail.aspx?n=D025BFDE98126962&ss=7725EB10C88E5D2C&parent=DD2A3343D78E64EB

Ver também:
http://www.youtube.com/watch?v=ArDYRUBI0LM

¿Que son los Premios Pretzel?

Todos somos usuarios de la Arquitectura. Disfrutamos de ella a diario, nos rodea y conforma nuestro hábitat. La arquitectura nos hace mas fácil la realización de actividades que sin ella nos serian más dificultosas. Pero esto no siempre es así. En ocasiones somos sus víctimas. Y seamos Arquitectos o no, todos nosotros tenemos el derecho -y pensamos también que el deber- de ser críticos con ella.

"Cada fracaso enseña al hombre algo que necesitaba aprender." dijo Charles Dickens. Y efectivamente, el crecimiento se basa en eso. De meter la pata aprende el hombre. Y el arquitecto también. Solo que la Arquitectura perdura.

... Pero el mal gesto arquitectónico se queda y hace torpe y ridículo al conjunto. Pero mas allá de irritarnos, proponemos aprovechar esta suerte para identificar el error, recordarlo y salvarnos de repetirlo.
...

Esta es la filosofía de estos premios. Compartir la experiencia colectiva y aprender de ella. Siempre con espíritu constructivo y, claro está, con un poco de morbo y otro poco de disfrute.

Para ello, el premio Pretzel quiere dar el reconocimiento que se merece a los fiascos arquitectónicos más relevantes desde el prisma de la ÉTICA, la ESTÉTICA y la TÉCNICA desde la crítica constructiva, con ánimo de aprender y con buen humor.
...

Ver mais:
http://www.prtzl.org/es/about.html

20 de setembro de 2012

"Territórios peri-urbanos na Área Metropolitana de Lisboa: identidades e tipologias"

Workshop PERIURBAN
O projecto PERIURBAN pretende com a colaboração activa dos agentes envolvidos na transformação dos territórios peri-urbanos da AML, desenvolver cenários como forma de identificar os principais constrangimentos e potencialidades, de definir um quadro para a avaliação de objectivos de sustentabilidade, e ainda, de identificar oportunidades de adaptação das políticas e instrumentos de planeamento.

Quando: 20 Setembro 2012

Onde: Grande Auditório do Centro de Congressos - Instituto Superior Técnico - Campus da Alameda - Lisboa

Entrada gratuita sujeita a inscrição

in:
https://dspace.ist.utl.pt/bitstream/2295/1109007/1/PERIURBAN_WORKSHOPCARTAZ.pdf

Debate "Turismo global, ciudades souvenir"


Quando:
20 setiembre 2012 - 19:00h


Onde:
Barcelona - Centre de Cultura Contemporània de Barcelona




Copyright Martin Parr

Turismo global, ciudades souvenir

El turismo que habíamos conocido, ocasional en el tiempo y puntual en el territorio, ya ha alcanzado una dimensión permanente y continua en las ciudades. La multiplicación y la absoluta ubicuidad de los diferentes tipos de turismo hacen que hoy en día cualquier uso turístico pueda aparecer en cualquier ciudad y, en consecuencia, que cualquier ciudad pueda ser un destino turístico. Del turismo de museos al de cruceros, pasando por el turismo religioso, los usos y hábitos del turismo cultural no paran de crecer. Así, ningún rincón o momento de la vida urbana parecen permanecer al margen de los impactos diversos y variados de un turismo que ya se ha convertido quizá en el rasgo más significativo de la globalización cultural.

El turismo se ha convertido en una de las industrias potentes para muchas ciudades. El uso de los espacios públicos, los tejidos comerciales, las pautas de movilidad o consumo urbano, e incluso la identidad local de las ciudades se ven afectados por la economía del turismo y constituyen los laboratorios de una sociología urbana nueva y efervescente, necesariamente construida pero mal compartida entre visitantes y habitantes, la que se deriva del éxito definitivo del turismo.

Barcelona es hoy un campo de pruebas urbano privilegiado, en el que todas estas cuestiones se dan la mano y explican el fuerte arraigo del nuevo imaginario turístico global en la ciudad. A raíz de la exposición «Souvenir. Martin Parr, fotografía y coleccionismo», la mesa redonda «Turismo global, ciudades souvenir» propone una discusión cruzada sobre los riesgos y los retos que el nuevo turismo global supone para las ciudades y, en concreto, para la ciudad de Barcelona.

Dirección:
Francesc Muñoz, director del Observatorio de la Urbanización de la UAB

In:
http://www.cccb.org/es/curs_o_conferencia-turisme_global_ciutat_souvenir-41572

19 de setembro de 2012

Workshop internacional MOBILIDADE URBANA E TURISMO

SEMANA EUROPEIA DA MOBILIDADE

Quando:
19 a 21/09/2012

Onde:
Lisboa - Hotel Altis Castilho

Aujourd'hui, la demande de mobilité est en plein essor et le contexte mondial de crise économique semble faire appel au développement efficient des systèmes de transport public. La Table Ronde de Lisbonne du 19 au 21 Septembre abordera la problématique de la mobilité, en particulier sa liaison avec la création d'une dynamique de relance économique en favorisant une offre de services touristiques ou résidentiels par une mobilité augmentée.



La ville de Lisbonne est le lieu idéal pour cette rencontre car, malgré la crise économique, la municipalité dispose l'excellence technique dans ce domaine et la capacité à être un foyer d'expertise, source d'inspiration au plan national et international. La mission a aussi l'objectif d'amener de l'innovation dans le secteur de la mobilité au travers de projets expérimentaux et mieux programmer les interventions publiques et privées dans l'espace public lisboète.



Le débat se centrera sur trois thèmes et se complémentera par une demi-journée de parcours techniques. La première discussion sera sur le partage de l'espace de mobilité, la financiarisation de l'espace public, et les effets sur le quotidien et sur le tourisme. En suite, la table ronde parlera de l'organisation de la mobilité touristique, quels sont les choix des modes de déplacement et de stationnement, l'intégration de ses modes dans un système cohérent, et le seuil de tolérance aux flux touristiques. Finalement, les sujets de la mobilité augmentée et des parcours touristiques seront abordés. Les parcours techniques seront trois parcours distincts déterminés par les différents modes de transport choisis.
Mais informação:

http://www.inta-aivn.org/fr/actualites/actualites-inta/1532-ouvertes-les-inscriptions-pour-la-tableronde-le-lisbonne-sur-mobilite-et-tourisme

http://lisbon2012.inta-aivn.org/en/pages/lisbon2012-home

18 de setembro de 2012

World Green Roof Congress

URBAN GREY TO URBAN GREEN

Quando:
18-21 September 2012

Onde:
Copenhagen

The 2012 World Green Roof Congress, Copenhagen, will bring together the leading practitioners – policy makers, architects, designers, urban planners, manufacturers, engineering, environmental and ecological consultants – from around the world to highlight the need to transform urban grey to urban green.

Hosted by the city of Copenhagen – supported by the Danish Ministry for Climate, Energy and Building and the Lord Mayor of Copenhagen – the scene is set for a congress that has sustainability at its core. Copenhagen’s ambitious goal of being carbon neutral by 2025 means that Green Roofs are embedded as an integral part of political policy.

World Green Roof Congress 2012 will be a unique opportunity for all congress attendees to realise the opportunities and challenges of greening cities through the utilisation of Green Roof technologies.


WGRC 2012 Congress Highlights

Learn from respected international experts including, Architect Emilio Ambasz; Michael Berkshire – Green Projects Administrator, City of Chicago; Shirley Ling – Skyrise Greenery, Singapore; Martin Lidegaard – Danish Minister for Climate, Energy & Building; Tina Saaby – City Architect for Copenhagen; Bruce Hemstock, PWL Partnerships; Paul Kephart, Principal, Rana Creek

Over 45 presentations from world thought leaders on the challenges and opportunities for Green Roofs

Practical information on the cost, savings and benefits of Green Roofs

Mayoral Panel discussion – Mayors from Europe, North America, Asia, the Middle East and Australasia have been invited to share their city vision as it relates to sustainability and city greening

Green Roof Tours – see the best exemplars of Scandinavian design and practical application on our two tours

Choose from parallel sessions that focus on key themes – Water, Architecture, Plants & Biodiversity, Landscapes & Master Planning, Hot & Arid, Food Finance and Contracts, and Energy

Time to network with colleagues, old and new

As cities in the 21st century transform into megacities, the challenge for Green Roof practitioners will be to integrate Green Roofs into policy and practice, design, planning and construction in a cohesive way to ensure cities are equipped to withstand the challenges of the fast changing environment.

Many cities such as Copenhagen, Chicago and Singapore are recognising this need for integration and are preparing their cities for the future. Make sure you join us and play your part in the transformation of cities from urban grey to urban green.


Mais informação:
http://www.worldgreenroofcongress.com/

inhoffice
http://hoffice.wordpress.com/

3.ª Conferencia de Mobilidade Urbana: Das Novas Tecnologias à Eficiência dos Sistemas

Quando:
18 de Setembro de 2012

Onde:
Lisboa

Depois de duas edições, a primeira dedicada aos “Desafios e Soluções para a Mobilidade Sustentável” em 2010 e a segunda à “Gestão Inteligente e Competitividade” em 2011, o Jornal Arquitecturas promove a 3.ª CONFERÊNCIA DE MOBILIDADE URBANA subordinada ao tema “Das Novas Tecnologias à Eficiência dos Sistemas”.

A 3.ª CONFERÊNCIA DE MOBILIDADE URBANA será, uma vez mais, o ponto de encontro privilegiado para a apresentação de novas ideias, novas tecnologias, novas soluções de planeamento e gestão para garantir sistemas de transportes mais inteligentes e mais sustentáveis ambiental e economicamente.

Na sua terceira edição, a 3.ª CONFERÊNCIA DE MOBILIDADE URBANA apresenta um novo formato, que procura tornar a participação mais prática e interactiva, começando pelas três SESSÕES ESTRATÉGICAS que consistem em três Mesas Redondas que se iniciam com a intervenção de um Inspiration Speech, seguida de perguntas-respostas colocadas pelo Chair que abre o debate à plateia.

Após o ALMOÇO NETWORK, os principais DESAFIOS & SOLUÇÕES serão apresentados por oradores de relevo, do panorama nacional e internacional.

O dia termina com as CONCLUSÕES E ORIENTAÇÕES POLÍTICAS, que contarão com uma perspectiva do governo sobre os assuntos que foram debatidos ao longo do dia.

Haverá ainda espaço para ESPAÇO MOBILIDADE - EMPRESAS & MUNICÍPIOS que decorrerá durante toda a Conferência.

Mais informações:
http://www.ambienteonline.pt/adm/newsletter/ver_html.php?id_newsletter=930&ver=1

17 de setembro de 2012

Fundamentos em Planeamento dos Transportes e Gestão da Mobilidade

Geo Summer School ULHT 2012

Quando:
- 17 a 22 de setembro (de segunda-feira a sábado, 4:00 horas por sessão)

Onde:
Universidade Lusófona de Humanidades e Tecnologias

Quem organiza:
Departamento de Geografia

O curso Fundamentos em Planeamento dos Transportes e Gestão da Mobilidade, desenvolve uma abordagem introdutória sobre os principais aspetos relacionados com o universo da gestão da mobilidade, politicas e planeamento de transportes, tendo por objetivo a compreensão de conceitos e conteúdos, para destinatários que não estejam familiarizados com eles, mas para os quais, o conhecimento dos mesmos é importante no desempenho das suas atividades.

Programa resumido
1. Ordenamento do Território e Transportes [4 horas]
2. Energia, Ambiente, Sustentabilidade e Transportes [4horas]
3. Transporte rodoviário [4 horas]
4. Transporte ferroviário [4 horas]
5. Mobilidade urbana sustentável [4 horas]
6. Política pública de mobilidade e transportes [4 horas]

Destinatários:
- Técnicos de empresas de consultoria e prestação de serviços
- Técnicos e decisores da administração pública
- Estudantes em licenciaturas e mestrados afins
- Académicos e investigadores
- Sociedade civil

Mais informação:
http://tercud.ulusofona.pt/index.php/pt/documentos-on-line/category/21-geo-summer-school-2012?download=137:geo-summer-school-ulht-2012-fundamentos-em-planeamento-dos-transportes-e-gestao-da-mobilidade

16 de setembro de 2012

Semana Europeia da Mobilidade/ Dia Europeu Sem Carros

Semana Europeia da Mobilidade/ Dia Europeu Sem Carros

Foi lançada em 2002 a Semana Europeia da Mobilidade (SEM )

Assim, anualmente de 16 a 22 de Setembro, os cidadãos europeus têm a oportunidade de gozar uma semana inteira de atividades dedicadas à mobilidade sustentável, com o objetivo de se facilitar um debate alargado sobre a necessidade da mudança de comportamentos relativamente à mobilidade, em particular no que toca à utilização do automóvel particular.

Mais informação:
http://www.apambiente.pt/index.php?ref=19&subref=138&sub2ref=168Semana Europeia da Mobilidade/ Dia Europeu Sem Carros

A SEM é uma campanha de sensibilização que pretende dar a conhecer soluções de mobilidade mais amigas do ambiente e sensibilizar os cidadãos para a importância do papel de cada um na adopção de novos padrões de mobilidade.

É também uma oportunidade única de debater e concretizar medidas que contribuam para a redução dos impactos do tráfego nas nossas cidades e para as tornar mais humanas e conviviais.

15 de setembro de 2012

Encontro "Presente no Futuro" - Os portugueses em 2030

O ENCONTRO DE REFLEXÃO SOBRE OS PORTUGUESES QUE QUEREMOS SER EM 2030.
Como chegámos aqui? O que queremos ser amanhã?



Quando:
14 e 15 de Setembro


Onde:
Lisboa - CCB



ENCONTROS INESPERADOS
Desigualdades: Povoamento e Recursos

O encontro de diferentes olhares sobre como somos, as mudanças em curso e as perspectivas de futuro da população de Portugal.

60 min. debate
3 oradores
1 moderador
10 min. perguntas/respostas público
nº encontros inesperados: 12



VIVE-SE MELHOR NAS CIDADES?
DIA 15 / 11H20 - 12H20 / sala 1
O crescimento da população é uma tendência indelével e a vida urbana estende-se cada vez mais para fora dos limites físicos das cidades. A vida nas cidades é sempre igual? Por que se escolhe ir viver para a cidade ou para próximo dela? Interrogações milenares e actualíssimas.
- ORADORES
  Nuno Portas; António Mega Ferreira; Rui Horta
- MODERADOR
  António José Teixeira

O INTERIOR ESTÁ EM RISCO DE DESAPARECER?
DIA 15 / 16H50 - 17H50 / Pequeno Auditório
O despovoamento do Portugal rural em favor das áreas urbanas e do litoral é uma tendência prevalecente. Por outro lado, há muitos citadinos que tomam a iniciativa de regressar a uma vida no campo, eventualmente mais calma e em contacto com a natureza, mas com a nova tecnologia e os acessos fáceis a esbater distâncias.
- ORADORES
  João Ferrão; Álvaro Domingues; Augusto Mateus
- MODERADOR
  António José Teixeira

Mais informação:
http://www.presentenofuturo.pt/home/