5 de julho de 2013
2ª CONFERÊNCIA DE PLANEAMENTO REGIONAL E URBANO
Quando:
5 e 6 de Julho de 2013
Onde:
DCSPT - Universidade de Aveiro
Temas::
T1- As lições do QREN (balanço, dificuldades do presente, efeitos territorializados, etc.);
T2- Desafios da Agenda Europa 2020: Políticas Públicas / Instrumentos de Apoio à Decisão
T3- Desafios da Agenda Europa 2020: Desenvolvimento Rural / Ambiente e Recursos Naturais
T4- Desafios da Agenda Europa 2020: Desenvolvimento Económico / Inovação, Ciência e Tecnologia / TICE
T5- Desafios da Agenda Europa 2020: Demografia / Saúde / Educação
T6- Desafios da Agenda Europa 2020: Regeneração Urbana / Habitação / Mobilidade / Urbanização extensiva
Mais informação:
https://www.facebook.com/PlaneamentoRegionaleUrbano
A emergência da dimensão existencial nas cidades - Uma proposta a partir do Centro Histórico de Évora
Autora:
Susana Mourão
Infohabitar, Ano IX, n.º 446
Resumo
O Centro Histórico de Évora é Património Mundial desde 1986, pelo seu conjunto de valor patrimonial que é um elemento primordial de estruturação, caracterização, e identificação da cidade de Évora. Para a Salvaguarda e Valorização Patrimonial do Centro Histórico de Évora foi desenvolvida uma política de preservação do seu carácter patrimonial e dos elementos que constituem a sua imagem adaptando-os à vida contemporânea, e todas as intervenções são condicionadas ao seu valor patrimonial e ao seu espaço envolvente. Neste sentido, com a Classificação de Património Mundial e a sua respectiva política de Salvaguarda e Valorização Patrimonial, podemos afirmar, que o Centro Histórico de Évora de um lugar de vocação Patrimonial.
Mas, o carácter do Centro Histórico de Évora vai além da sua “imagem” patrimonial ou dos elementos patrimoniais que o constituem, ele é um lugar do dia-a-dia da vida humana, sendo o seu espaço preenchido pelo sentido humano de habitar. Por isso, o carácter deste lugar é significativo e não apenas uma imagem para quem o habita. Assim, sendo o Centro Histórico de Évora um lugar habitado, a sua política de Salvaguarda e Valorização Patrimonial está distante de quem o habita, sendo emergente a sua dimensão existencial.
...
Conclusão
Após a análise, da política de Salvaguarda e Valorização do Centro Histórico de Évora, e a sua implementação através do rigor de um projecto de reabilitação de um edifício, condicionado às questões patrimoniais, podemos afirmar, que esta competência de reabilitação apoia-se num planeamento prospectivo que parte do seu património físico e projecta a preservação da sua imagem para o futuro, e esquece a sua dimensão existencial, isto é, o modo como se vive e como se sente no Centro Histórico de Évora.
Assim, é necessário que esta política de salvaguarda e valorização patrimonial ultrapasse este impasse de “culto patrimonial” que está distante do fenómeno do dia a dia da vida humana: o Centro Histórico de Évora é um lugar habitado.
Enquanto lugar habitado, o Centro Histórico de Évora não é um espaço “vazio” e com um carácter meramente visual, mas sim um espaço preenchido pelo sentido humano e revela um carácter significativo por quem o habita. Para tentar sair deste “culto”, temos que tentar olhar o corpo patrimonial do Centro Histórico de Évora como equivalente simbólico ao corpo humano, e reabilitar este corpo patrimonial é sinónimo de reabilitar o corpo de quem o habita. Assim, a partir desta experiência no Centro Histórico de Évora propõe-se a emergência da dimensão existencial nas cidades, porque “as cidades actuais vivem em função de um passado, presente e futuro através do seu planeamento prospectivo. Este planeamento prospectivo é fruto de uma cultura tecnológica, que valoriza o tempo futuro e operatório das mudanças nas cidades, e esquece o tempo existencial de como as cidades vivem e sentem o seu tempo.”
Link para o artigo completo:
http://infohabitar.blogspot.pt/
Susana Mourão
Infohabitar, Ano IX, n.º 446
Resumo
O Centro Histórico de Évora é Património Mundial desde 1986, pelo seu conjunto de valor patrimonial que é um elemento primordial de estruturação, caracterização, e identificação da cidade de Évora. Para a Salvaguarda e Valorização Patrimonial do Centro Histórico de Évora foi desenvolvida uma política de preservação do seu carácter patrimonial e dos elementos que constituem a sua imagem adaptando-os à vida contemporânea, e todas as intervenções são condicionadas ao seu valor patrimonial e ao seu espaço envolvente. Neste sentido, com a Classificação de Património Mundial e a sua respectiva política de Salvaguarda e Valorização Patrimonial, podemos afirmar, que o Centro Histórico de Évora de um lugar de vocação Patrimonial.
Mas, o carácter do Centro Histórico de Évora vai além da sua “imagem” patrimonial ou dos elementos patrimoniais que o constituem, ele é um lugar do dia-a-dia da vida humana, sendo o seu espaço preenchido pelo sentido humano de habitar. Por isso, o carácter deste lugar é significativo e não apenas uma imagem para quem o habita. Assim, sendo o Centro Histórico de Évora um lugar habitado, a sua política de Salvaguarda e Valorização Patrimonial está distante de quem o habita, sendo emergente a sua dimensão existencial.
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Conclusão
Após a análise, da política de Salvaguarda e Valorização do Centro Histórico de Évora, e a sua implementação através do rigor de um projecto de reabilitação de um edifício, condicionado às questões patrimoniais, podemos afirmar, que esta competência de reabilitação apoia-se num planeamento prospectivo que parte do seu património físico e projecta a preservação da sua imagem para o futuro, e esquece a sua dimensão existencial, isto é, o modo como se vive e como se sente no Centro Histórico de Évora.
Assim, é necessário que esta política de salvaguarda e valorização patrimonial ultrapasse este impasse de “culto patrimonial” que está distante do fenómeno do dia a dia da vida humana: o Centro Histórico de Évora é um lugar habitado.
Enquanto lugar habitado, o Centro Histórico de Évora não é um espaço “vazio” e com um carácter meramente visual, mas sim um espaço preenchido pelo sentido humano e revela um carácter significativo por quem o habita. Para tentar sair deste “culto”, temos que tentar olhar o corpo patrimonial do Centro Histórico de Évora como equivalente simbólico ao corpo humano, e reabilitar este corpo patrimonial é sinónimo de reabilitar o corpo de quem o habita. Assim, a partir desta experiência no Centro Histórico de Évora propõe-se a emergência da dimensão existencial nas cidades, porque “as cidades actuais vivem em função de um passado, presente e futuro através do seu planeamento prospectivo. Este planeamento prospectivo é fruto de uma cultura tecnológica, que valoriza o tempo futuro e operatório das mudanças nas cidades, e esquece o tempo existencial de como as cidades vivem e sentem o seu tempo.”
http://infohabitar.blogspot.pt/
4 de julho de 2013
Conferência Horizontes: AML 2020 uma área metropolitana de Lisboa inteligente, sustentável e inclusiva
Quando:
4 e 5 de Julho de 2013
Onde:
Auditório Alto do Moinhos | Lisboa
Programa e mais informação: http://www.apgeo.pt/files/docs/Newsletter/ProgramaProvisorioconferencia_4_5_julho.pdf
Post-Crash City: Environments & Ecologies
The Post-Crash City
A high-profile conference series, spanning 2012 through 2013, which covers the contemporary crisis and changes in urban systems.
The global financial crisis has provoked re-analysis of the limits and social harms associated with our economic systems and its relationship to urban life. The move to conditions of an economic reverse, a crash of arguably unprecedented scale, has been met with wavering commitments to expand and draw-back from the public financing of both private and state institutions. Proposals in many western and other countries globally for massive public cuts raise the prospect of economic stagnation and indeed social pain generated by the withdrawal of state supports for the most marginal members of society. This context presents important challenges to critical social analysis.
What will this crisis, and its unwinding in different social spheres and spatial contexts, mean for cities globally and nationally? How can we effectively monitor, critique and add to public debates, community action and institutional ways of thinking that might encourage more genuinely progressive and incisive diagnoses of the collapse of urban conditions? This conference series has been created to address these issues by creating a space for dialogue and the dis- semination of research and ideas around how urban life has and will continue to be transformed by this most recent and dramatic set of transformations in economic systems globally.
Post-Crash City: Environments & Ecologies
Quando:
Março de 2012 a julho de 2013
Onde:
University of York’s new Heslington East Campus
Quem organiza:
Centre for Urban Research at York (CURB)
The argument that environmental issues are deprioritised by policymakers and the public during times of economic decline has once again emerged. There is evidence to support these claims, some argue that urban green spaces are being neglected as a result of budget cuts, equally, others highlight challenges to urban regeneration, with funding sources more limited and projects harder to negotiate, especially with less desirable spaces such as polluted brownfield sites. Ironically some argue that environmental problems may have actually lessened during the recession, for example, Castellanos and Boersma (2012) attribute a 20 per cent drop in NO2 levels in 2010 in Europe at least in part to the global recession. However, despite the cuts, in the UK some environmental agendas clearly remain in place and are becoming a more standard part of policy rhetoric, especially those relating to low carbon initiatives. It is also becoming increasingly more unusual to find low carbon strategies that do not take into consideration (at least on the surface) broader social concerns such as poverty and social inclusion.
These issues raise a number of questions: how are urban environments changing as a result of this altering terrain? Are new networks forming in order to continue environmental or social goals that were previously supported through the public purse? Are social and environmental goals being balanced differently since the recession?
Ver também:
http://www.york.ac.uk/media/sociology/curb/publications/Post%20Crash%20City%20Schedule.pdf
http://www.york.ac.uk/sociology/research/groups/curb/events/#tab-2
Enviado por:
Dan Donoghue
A high-profile conference series, spanning 2012 through 2013, which covers the contemporary crisis and changes in urban systems.
The global financial crisis has provoked re-analysis of the limits and social harms associated with our economic systems and its relationship to urban life. The move to conditions of an economic reverse, a crash of arguably unprecedented scale, has been met with wavering commitments to expand and draw-back from the public financing of both private and state institutions. Proposals in many western and other countries globally for massive public cuts raise the prospect of economic stagnation and indeed social pain generated by the withdrawal of state supports for the most marginal members of society. This context presents important challenges to critical social analysis.
What will this crisis, and its unwinding in different social spheres and spatial contexts, mean for cities globally and nationally? How can we effectively monitor, critique and add to public debates, community action and institutional ways of thinking that might encourage more genuinely progressive and incisive diagnoses of the collapse of urban conditions? This conference series has been created to address these issues by creating a space for dialogue and the dis- semination of research and ideas around how urban life has and will continue to be transformed by this most recent and dramatic set of transformations in economic systems globally.
Post-Crash City: Environments & Ecologies
Quando:
Março de 2012 a julho de 2013
Onde:
University of York’s new Heslington East Campus
Quem organiza:
Centre for Urban Research at York (CURB)
The argument that environmental issues are deprioritised by policymakers and the public during times of economic decline has once again emerged. There is evidence to support these claims, some argue that urban green spaces are being neglected as a result of budget cuts, equally, others highlight challenges to urban regeneration, with funding sources more limited and projects harder to negotiate, especially with less desirable spaces such as polluted brownfield sites. Ironically some argue that environmental problems may have actually lessened during the recession, for example, Castellanos and Boersma (2012) attribute a 20 per cent drop in NO2 levels in 2010 in Europe at least in part to the global recession. However, despite the cuts, in the UK some environmental agendas clearly remain in place and are becoming a more standard part of policy rhetoric, especially those relating to low carbon initiatives. It is also becoming increasingly more unusual to find low carbon strategies that do not take into consideration (at least on the surface) broader social concerns such as poverty and social inclusion.
These issues raise a number of questions: how are urban environments changing as a result of this altering terrain? Are new networks forming in order to continue environmental or social goals that were previously supported through the public purse? Are social and environmental goals being balanced differently since the recession?
Ver também:
http://www.york.ac.uk/media/sociology/curb/publications/Post%20Crash%20City%20Schedule.pdf
http://www.york.ac.uk/sociology/research/groups/curb/events/#tab-2
Enviado por:
Dan Donoghue
3 de julho de 2013
Tempos de mudança nos territórios de baixa densidade: as dinâmicas em Trás-os-Montes e Alto Douro
Autor:
Nuno Azevedo
Esta tese reflecte os processos territoriais, sociais e económicos que atravessam as áreas de baixa densidade, procurando percepcionar a diversidade dos territórios rurais e os processos de transformação e recomposição territorial. A abordagem empírica é efectuada sobre Trás-os-Montes e Alto Douro. O trabalho encontra-se em três capítulos: "Tipologias e Dinâmicas nos Territórios de Baixa Densidade"; "Dinâmicas e Tipologias Territoriais em Trás-os-Montes e Alto Douro"; "Memórias, reinvenções e instituições em Trás-os-Montes e Alto Douro"
Ver mais:
- http://www.cegot.pt/pt/Utilidades/Noticias.aspx?idnews=335
- http://pt.scribd.com/doc/49097074/Apresentacao-tese-doutoramento-Tempos-de-mudanca-nos-territorios-de-baixa-densidade-As-dinamicas-em-Tras-os-Montes-e-Alto-Douro
Nuno Azevedo
Esta tese reflecte os processos territoriais, sociais e económicos que atravessam as áreas de baixa densidade, procurando percepcionar a diversidade dos territórios rurais e os processos de transformação e recomposição territorial. A abordagem empírica é efectuada sobre Trás-os-Montes e Alto Douro. O trabalho encontra-se em três capítulos: "Tipologias e Dinâmicas nos Territórios de Baixa Densidade"; "Dinâmicas e Tipologias Territoriais em Trás-os-Montes e Alto Douro"; "Memórias, reinvenções e instituições em Trás-os-Montes e Alto Douro"
Ver mais:
- http://www.cegot.pt/pt/Utilidades/Noticias.aspx?idnews=335
- http://pt.scribd.com/doc/49097074/Apresentacao-tese-doutoramento-Tempos-de-mudanca-nos-territorios-de-baixa-densidade-As-dinamicas-em-Tras-os-Montes-e-Alto-Douro
Methods for Multilevel Analysis and Visualisation of Geographical Networks
Céline Rozenblat (Editor),
Guy Melancon (Editor)
This leading-edge study focuses on the latest techniques in analysing and representing the complex, multi-layered data now available to geographers studying urban zones and their populations. The volume tracks the successful results of the SPANGEO Project, which was set up in 2005 to standardize, and share, the syncretic, multinational mapping techniques already developed by geographers and computer scientists. SPANGEO sought new and responsive ways of visualising urban geographical and social data that reflected the fine-grained detail of the inputs. It allowed for visual representation of the large and complex networks and flows which are such an integral feature of the dynamism of urban geography. SPANGEO developed through the ‘visual analytics loop’ in which geographers collaborated with computer scientists by feeding data into the design of visualisations that in turn spawned the urge to incorporate more varied data into the visualisation. This volume covers all the relevant aspects, from conceptual principles to the tools of network analysis and the actual results flowing from their deployment. Detailed case studies set out in this volume include spatial multi-level analyses of flows in airports and sea ports, as well as the fascinating scientific networks in European cities. The volume shows how the primary concern of geography—the interaction of society with physical space—has been revivified by the complexities of new cartographical and statistical methodologies, which allow for highly detailed mapping and far more powerful computer analysis of spatial relationships.
Contents
1 Introduction ... Céline Rozenblat and Guy Melançon
Part I Concepts and Visualizations of Multilevel Spatial Networks
2 A Small World Perspective on Urban Systems ... Céline Rozenblat and Guy Melançon
3 Topological Clustering for Geographical Networks ... Jean-François Gleyze
4 Theoretical Models of Time-Space: The Role of Transport Networks in the Shrinking and Shrivelling of Geographical Space ... Alain L’Hostis
Part II Tools for Networks Analysis
5 Structural Analysis of Networks ... Guy Melançon and Céline Rozenblat
6 Graph Visualization For Geography ... Antoine Lambert, Romain Bourqui, and David Auber
7 Exploring Hierarchies Using the DAGMap ... Pierre-Yves Koenig
Part III Empirical Studies of Spatial Multilevel Networks
8 Ports in a World Maritime System: A Multilevel Analysis ... César Ducruet
9 Comparing Multilevel Clustering Methods on Weighted Graphs: The Case of Worldwide Air Passenger Traffic 2000–2004 ... Céline Rozenblat, Guy Melançon, Romain Bourqui, and David Auber
10 Multilevel Analysis of Corporations Networks: A Comparison Between Agro-Food and Automobile Strategies for Urban Development ... Charles Bohan and Bérengère Gautier
11 The Capture and Diffusion of Knowledge Spillovers: The Influence of the Position of Cities in a Network ... Marie-Noëlle Comin
12 Defining Polycentric Urban Areas Through Commuting Cohesion in France ... Patrice Tissandier, Trung Tien Phan Quang, and Daniel Archambault
Conclusion ... Céline Rozenblat and Guy Melançon
Authors
Terms
Preface
During the last decade, research on networks has developed rapidly in most scientific disciplines. Several factors explain this sudden interest, which has led to an exponential growth in the dedicated literature from the natural to the social sciences. Technical advancements have certainly facilitated this exceptional development. Although graph theory and analytic concepts about graph structure and dynamics did exist before the 1960s (Berge, 1958), the processing of large connectivity matrices remained limited for a long time by the insufficient power of computers. On the empirical side, relational data were scarce or were very expensive to construct. Indeed, the significant increase in the speed of computing that has occurred recently as well as the proliferation of new types of empirical relational data that have been made viable because of the Internet have boosted the creation of powerful tools for network analysis. In parallel, many important modern societal trends have emphasized the need for developing adapted concepts and theories to help understanding these trends, which include the globalization processes that mainly operate through networking relationships; the trend toward decentralized management, the trend toward more participative or cooperative organization than the classical hierarchies; and the unfolding of individual connections through increasing mobility and educational level of population accompanied by various communication tools, to the extent that social networks are now considered to be a major source of “big data”.
Among all of the social sciences, geography is well advanced in analyzing and modeling networks. Physical networks, such as the hydrographic, transportation or infrastructure networks, are part of the structuring of the geographical space. The descriptions of these networks were formalized decades ago, for instance, by models such as Horton’s laws or accessibility and connectivity indices (Garrison, Berry, Marble, Nystuen, & Morrill, 1959). Thereafter, exchanges of goods, people and information between places were considered to be a possible fundamental explanation of geographical diversity leading to a conception of geography as a science of “spatial interaction” (Ullmann, 1954). Theoretical and operational models of spatial interaction were already well established in the 1970s (Wilson, 1970). The gravity model representing trip distribution was even considered to be “the first law of geography” (Tobler, 1970).
However, until recently, there were few methods for fully exploiting the vision of geographical space as a relational space, defined according to the many possible configurations by the interactions between georeferenced entities. Introducing that vision is the most salient aspect of this book. This book develops an integrated set of theoretical interpretations and adapted methods for exploring a variety of networks. These original and reproducible methods were elaborate, due to a long and involved interdisciplinary collaboration, between a laboratory of data processing and a network of geography researchers. A geographer, Céline Rozenblat, and a computer scientist, Guy Melançon, together developed a theoretical conception of geographical networks produced by dynamic processes in complex systems. They also conceived and adapted methods and software for visualizing the specific configurations of relational spaces that are operating at different scales of analysis within these networks. These scholars both succeeded at stimulating interest and animating a group of scientists from Canada, France and Switzerland, who worked together since 2005 when the SPANGEO program was initiated.
A major achievement of this project is the continuous development of the TULIP software, which is dedicated to the visualization of large networks according to the measurements of centralities and proximities in a variety of ways. As the networks analyzed by the geographers connect located objects, they are often rather strongly structured by the constraints that the distance exerts on the practices of communication or displacement. Explaining their structure implies combining the identification of topological organization (for example, small world configuration) and measurement of metrics on weighted interaction flows (representing, for instance, group cohesion). Moreover, as urban centers are the places where social interaction organizes in networks on many scales, from daily commuting patterns to worldwide air transportation system, there was a specific need for integrating within the measurement procedure—the hierarchical structure of urban systems that guides the many patterns of socio-spatial interaction. In addition to the usual methods for detecting communities within the network through various clustering methods, the TULIP software allows for a multi-level analysis of connections that are considered both at the intra-urban and the inter-urban level. This component is especially useful, for instance, in applications to urban economy when exploring the diversity of linkages among firms or among scientific researchers inside—as well as between—cities. This type of tool opens the door to a more specific appraisal of the so-called agglomeration economies, which may in fact represent “network effects”.
Thanks to the efforts of the SPANGEO interdisciplinary group, we warmly welcome the novel feasibility of approaching the geographical space as a relational space. In the contemporary expansion of methods for network analysis, too many workers are satisfied with implementing standard algorithms or measurements on data files that are collected quickly, which yields results that are trivial or are difficult to interpret. This type of data appraisal was not followed in this work. Instead, this work proposes a method that fully integrates geographical theory with topological analysis, providing relevant measurements of centralities and proximities inside a method of visualization. Historically, geographers have used the integrative power of eyesight to envision the peculiarities of landscapes and places, constructing maps for encoding the accumulated knowledge from this process. It is now time to integrate sophisticated visualization tools in the cognitive elaboration of models and theories of spatial interaction that are occurring within the complex geographical systems and, in the process, continuously reshaping them.
Paris, France
Denise Pumain
December 2012
See more:
http://link.springer.com/content/pdf/bfm%3A978-94-007-6677-8%2F1.pdf
Guy Melancon (Editor)
This leading-edge study focuses on the latest techniques in analysing and representing the complex, multi-layered data now available to geographers studying urban zones and their populations. The volume tracks the successful results of the SPANGEO Project, which was set up in 2005 to standardize, and share, the syncretic, multinational mapping techniques already developed by geographers and computer scientists. SPANGEO sought new and responsive ways of visualising urban geographical and social data that reflected the fine-grained detail of the inputs. It allowed for visual representation of the large and complex networks and flows which are such an integral feature of the dynamism of urban geography. SPANGEO developed through the ‘visual analytics loop’ in which geographers collaborated with computer scientists by feeding data into the design of visualisations that in turn spawned the urge to incorporate more varied data into the visualisation. This volume covers all the relevant aspects, from conceptual principles to the tools of network analysis and the actual results flowing from their deployment. Detailed case studies set out in this volume include spatial multi-level analyses of flows in airports and sea ports, as well as the fascinating scientific networks in European cities. The volume shows how the primary concern of geography—the interaction of society with physical space—has been revivified by the complexities of new cartographical and statistical methodologies, which allow for highly detailed mapping and far more powerful computer analysis of spatial relationships.Contents
1 Introduction ... Céline Rozenblat and Guy Melançon
Part I Concepts and Visualizations of Multilevel Spatial Networks
2 A Small World Perspective on Urban Systems ... Céline Rozenblat and Guy Melançon
3 Topological Clustering for Geographical Networks ... Jean-François Gleyze
4 Theoretical Models of Time-Space: The Role of Transport Networks in the Shrinking and Shrivelling of Geographical Space ... Alain L’Hostis
Part II Tools for Networks Analysis
5 Structural Analysis of Networks ... Guy Melançon and Céline Rozenblat
6 Graph Visualization For Geography ... Antoine Lambert, Romain Bourqui, and David Auber
7 Exploring Hierarchies Using the DAGMap ... Pierre-Yves Koenig
Part III Empirical Studies of Spatial Multilevel Networks
8 Ports in a World Maritime System: A Multilevel Analysis ... César Ducruet
9 Comparing Multilevel Clustering Methods on Weighted Graphs: The Case of Worldwide Air Passenger Traffic 2000–2004 ... Céline Rozenblat, Guy Melançon, Romain Bourqui, and David Auber
10 Multilevel Analysis of Corporations Networks: A Comparison Between Agro-Food and Automobile Strategies for Urban Development ... Charles Bohan and Bérengère Gautier
11 The Capture and Diffusion of Knowledge Spillovers: The Influence of the Position of Cities in a Network ... Marie-Noëlle Comin
12 Defining Polycentric Urban Areas Through Commuting Cohesion in France ... Patrice Tissandier, Trung Tien Phan Quang, and Daniel Archambault
Conclusion ... Céline Rozenblat and Guy Melançon
Authors
Terms
Preface
During the last decade, research on networks has developed rapidly in most scientific disciplines. Several factors explain this sudden interest, which has led to an exponential growth in the dedicated literature from the natural to the social sciences. Technical advancements have certainly facilitated this exceptional development. Although graph theory and analytic concepts about graph structure and dynamics did exist before the 1960s (Berge, 1958), the processing of large connectivity matrices remained limited for a long time by the insufficient power of computers. On the empirical side, relational data were scarce or were very expensive to construct. Indeed, the significant increase in the speed of computing that has occurred recently as well as the proliferation of new types of empirical relational data that have been made viable because of the Internet have boosted the creation of powerful tools for network analysis. In parallel, many important modern societal trends have emphasized the need for developing adapted concepts and theories to help understanding these trends, which include the globalization processes that mainly operate through networking relationships; the trend toward decentralized management, the trend toward more participative or cooperative organization than the classical hierarchies; and the unfolding of individual connections through increasing mobility and educational level of population accompanied by various communication tools, to the extent that social networks are now considered to be a major source of “big data”.
Among all of the social sciences, geography is well advanced in analyzing and modeling networks. Physical networks, such as the hydrographic, transportation or infrastructure networks, are part of the structuring of the geographical space. The descriptions of these networks were formalized decades ago, for instance, by models such as Horton’s laws or accessibility and connectivity indices (Garrison, Berry, Marble, Nystuen, & Morrill, 1959). Thereafter, exchanges of goods, people and information between places were considered to be a possible fundamental explanation of geographical diversity leading to a conception of geography as a science of “spatial interaction” (Ullmann, 1954). Theoretical and operational models of spatial interaction were already well established in the 1970s (Wilson, 1970). The gravity model representing trip distribution was even considered to be “the first law of geography” (Tobler, 1970).
However, until recently, there were few methods for fully exploiting the vision of geographical space as a relational space, defined according to the many possible configurations by the interactions between georeferenced entities. Introducing that vision is the most salient aspect of this book. This book develops an integrated set of theoretical interpretations and adapted methods for exploring a variety of networks. These original and reproducible methods were elaborate, due to a long and involved interdisciplinary collaboration, between a laboratory of data processing and a network of geography researchers. A geographer, Céline Rozenblat, and a computer scientist, Guy Melançon, together developed a theoretical conception of geographical networks produced by dynamic processes in complex systems. They also conceived and adapted methods and software for visualizing the specific configurations of relational spaces that are operating at different scales of analysis within these networks. These scholars both succeeded at stimulating interest and animating a group of scientists from Canada, France and Switzerland, who worked together since 2005 when the SPANGEO program was initiated.
A major achievement of this project is the continuous development of the TULIP software, which is dedicated to the visualization of large networks according to the measurements of centralities and proximities in a variety of ways. As the networks analyzed by the geographers connect located objects, they are often rather strongly structured by the constraints that the distance exerts on the practices of communication or displacement. Explaining their structure implies combining the identification of topological organization (for example, small world configuration) and measurement of metrics on weighted interaction flows (representing, for instance, group cohesion). Moreover, as urban centers are the places where social interaction organizes in networks on many scales, from daily commuting patterns to worldwide air transportation system, there was a specific need for integrating within the measurement procedure—the hierarchical structure of urban systems that guides the many patterns of socio-spatial interaction. In addition to the usual methods for detecting communities within the network through various clustering methods, the TULIP software allows for a multi-level analysis of connections that are considered both at the intra-urban and the inter-urban level. This component is especially useful, for instance, in applications to urban economy when exploring the diversity of linkages among firms or among scientific researchers inside—as well as between—cities. This type of tool opens the door to a more specific appraisal of the so-called agglomeration economies, which may in fact represent “network effects”.
Thanks to the efforts of the SPANGEO interdisciplinary group, we warmly welcome the novel feasibility of approaching the geographical space as a relational space. In the contemporary expansion of methods for network analysis, too many workers are satisfied with implementing standard algorithms or measurements on data files that are collected quickly, which yields results that are trivial or are difficult to interpret. This type of data appraisal was not followed in this work. Instead, this work proposes a method that fully integrates geographical theory with topological analysis, providing relevant measurements of centralities and proximities inside a method of visualization. Historically, geographers have used the integrative power of eyesight to envision the peculiarities of landscapes and places, constructing maps for encoding the accumulated knowledge from this process. It is now time to integrate sophisticated visualization tools in the cognitive elaboration of models and theories of spatial interaction that are occurring within the complex geographical systems and, in the process, continuously reshaping them.
Paris, France
Denise Pumain
December 2012
See more:
http://link.springer.com/content/pdf/bfm%3A978-94-007-6677-8%2F1.pdf
27 de junho de 2013
Conferência Anual da Rede Portuguesa de Morfologia Urbana
[PNUM 2013]
“Forma Urbana nos Territórios de Influência Portuguesa: Análise, Desenho, Quantificação”
Quando:
Junho 27-28, 2013
Onde:
Portugal, Universidade de Coimbra
No seguimento dos encontros que ocorreram na Faculdade de Letras da Universidade do Porto em 2011 e no Instituto Universitário de Lisboa ISCTE-IUL em 2012, o encontro de 2013 focará os temas da análise, do desenho e da quantificação da forma urbana em geral, sendo dada particular atenção ao estudo da forma urbana nos territórios onde existe património urbano português.
O encontro tem por finalidade reunir os diversos especialistas nacionais e estrangeiros que investigam a forma urbana em geral, e a vasta e rica herança urbana que a expansão portuguesa deixou em todos os continentes durante mais de cinco séculos.
O PNUM 2013 é organizado pelo Departamento de Engenharia Civil da Universidade de Coimbra, em colaboração com o Centro de Investigação do Território, Transportes e Ambiente da Faculdade de Engenharia da Universidade do Porto, com a participação da ACIV, Associação para o Desenvolvimento da Engenharia Civil.
Informações actualizadas:
www.pnum2013.dec.uc.pt
Enviado por:
Nuno Norte Pinto e Vitor Oliveira
“Forma Urbana nos Territórios de Influência Portuguesa: Análise, Desenho, Quantificação”
Quando:
Junho 27-28, 2013
Onde:
Portugal, Universidade de Coimbra
No seguimento dos encontros que ocorreram na Faculdade de Letras da Universidade do Porto em 2011 e no Instituto Universitário de Lisboa ISCTE-IUL em 2012, o encontro de 2013 focará os temas da análise, do desenho e da quantificação da forma urbana em geral, sendo dada particular atenção ao estudo da forma urbana nos territórios onde existe património urbano português.
O encontro tem por finalidade reunir os diversos especialistas nacionais e estrangeiros que investigam a forma urbana em geral, e a vasta e rica herança urbana que a expansão portuguesa deixou em todos os continentes durante mais de cinco séculos.
O PNUM 2013 é organizado pelo Departamento de Engenharia Civil da Universidade de Coimbra, em colaboração com o Centro de Investigação do Território, Transportes e Ambiente da Faculdade de Engenharia da Universidade do Porto, com a participação da ACIV, Associação para o Desenvolvimento da Engenharia Civil.
Informações actualizadas:
www.pnum2013.dec.uc.pt
Enviado por:
Nuno Norte Pinto e Vitor Oliveira
Lisboa Um projeto urbano em tempo de crise
Atelier Projet Urbain
Quando:
27 e 28 de Junho 2013
Onde:
Lisboa
O Atelier Projet Urbain, que decorre em Lisboa nos dias 27 e 28 de junho, propõe visitar as obras contemporâneas em desenvolvimento na cidade. Autores e responsáveis pela intervenção no território estarão em debate sobre as políticas, os instrumentos e os projetos, em prol de uma cidade renovada que aprende a fazer muito com pouco.
Mais informação:
http://www.projeturbain44lisbonne.com
Quando:
27 e 28 de Junho 2013
Onde:
Lisboa
O Atelier Projet Urbain, que decorre em Lisboa nos dias 27 e 28 de junho, propõe visitar as obras contemporâneas em desenvolvimento na cidade. Autores e responsáveis pela intervenção no território estarão em debate sobre as políticas, os instrumentos e os projetos, em prol de uma cidade renovada que aprende a fazer muito com pouco.
Mais informação:
http://www.projeturbain44lisbonne.com
23 de junho de 2013
Premio Europeo del Espacio Público Urbano
El Premio Europeo del Espacio Público Urbano es una iniciativa del Centro de Cultura Contemporánea de Barcelona (CCCB) que, a raíz de su exposición “La Reconquista de Europa” (1999), decidió ser testigo del proceso de rehabilitación de los espacios públicos que tiene lugar en muchas ciudades europeas.
El Premio nació con el fin de reconocer y promover el carácter público de los espacios urbanos así como su capacidad de cohesión social. Asumiendo las ambigüedades inherentes a la noción de espacio público, el Premio es el único en Europa que reconoce y promueve un espacio a la vez público (abierto y de acceso universal) y urbano. El Premio se distingue así de otras iniciativas centradas en la figura del arquitecto y de los premios consagrados al paisaje, para poner de relieve el carácter relacional y cívico del espacio típicamente urbano.
Con el tiempo, varias instituciones europeas se han unido al proyecto, que actualmente ya es co-organizado por The Architecture Foundation (Londres), el Architekturzentrum Wien (Viena), la Cité de l’Architecture et du Patrimoine (París), el Nederlands Architectuurinstituut (Rotterdam) el Museum of Finnish Architecture (Helsinki) y el Deutsches Architekturmuseum (Frankfurt). A lo largo de las cinco ediciones anteriores, pues, el Premio se ha consolidado institucionalmente, factor que ha permitido también ampliar su alcance geográfico. En efecto, en la edición del 2010, el Premio recibió 303 proyectos de 32 países europeos (frente a los 81 de 14 países en el 2000), constituyéndose así en una ventana de la transformación de los espacios públicos en Europa y en un termómetro de las principales preocupaciones de las ciudades europeas.
El Premio tiene muchas singularidades. La primera es que se concede a la vez al arquitecto y a la administración pública (Ayuntamiento o representante político) que ha tomado la decisión política de realizar la intervención y a menudo también garantiza su financiación. El carácter honorífico del Premio es su segunda singularidad. La tercera es que el Premio no apunta, o, en todo caso no únicamente ni de manera prioritaria, a las grandes actuaciones urbanísticas, sino a las intervenciones de cirugía urbana –grandes o pequeñas-- que pretenden ante todo mejorar las condiciones de vida de los ciudadanos. La prioridad se asigna pues a la arquitectura con vocación social antes que a las intervenciones con un acento estético o espectacular. La cuarta singularidad del Premio es su vocación claramente europea. En efecto, aunque preserva las particularidades locales, el Premio procura exaltar los rasgos comunes de las intervenciones urbanísticas a lo largo de la geografía europea, intentando así promover y difundir una cierta identidad europea en el ámbito de la arquitectura.
Una selección de los proyectos presentados históricamente al Premio se conservan en el Archivo Europeo del Espacio Público Urbano y se complementan con la Biblioteca Urbana, que publica los textos de les conferencias de temática urbana más significativas que se han pronunciado en el CCCB. El Premio se inscribe en el marco de la reflexión multidisciplinar y permanente del CCCB sobre ciudad y espacio público.
Ver mais: http://www.publicspace.org/es
22 de junho de 2013
Reabilitação Urbana, tem que ser e que seja agora
CRÓNICA
blogue do Mestrado em Planeamento Regional e Urbano da Universidade de Aveiro
Segunda-feira, 17.06.13
artigo de opinião de Jorge Carvalho, docente do DCSPT
Quando confrontado com uma qualquer perspetiva coletiva de desenvolvimento, o crescimento edificatório ocorrido nos últimos 30 anos em Portugal revela-se absurdo.
O número de alojamentos cresceu 2,5 milhões, enquanto o aumento do número de famílias pouco ultrapassou 1 milhão. Investiu-se quase apenas em edifícios novos, enquanto na média europeia o investimento em reabilitação e renovação representou 60%.
Desbaratou-se uma enorme fatia das nossas poupanças em bens que geraram emprego, mas não riqueza, e que agora se revelam excessivos e até, em parte, inúteis. Entretanto, deixou-se ao abandono património localizado em áreas bem servidas por infraestruturas e equipamentos, numa exibição de enorme desperdício, prejudicando fortemente a qualidade do ambiente urbano de vizinhança.
Tudo isto demonstra a falta de racionalidade do mercado imobiliário, mas também a falta de eficácia da Administração Pública, a quem cabe o dever de ordenamento do território. Este caminho não poderia continuar indefinidamente. Já quase todos vão compreendendo que o futuro tem que passar pela reabilitação urbana.
A atual crise económica e financeira põe essa necessidade ainda mais em evidência mas, por outro lado, cria dificuldades à sua concretização. Hoje os recursos são muito escassos, pelo que a reabilitação só irá acontecer se forem desenvolvidas políticas públicas que mobilizem e articulem capitais privados e públicos, na lógica do “muitos poucos fazem muito”. Para tal há que adotar políticas convergentes e complementares, de âmbitos nacional e local, mobilizando um leque de instrumentos de incentivo e de pressão sobre proprietários, promotores e utilizadores. Não basta “pregar” a reabilitação, é necessário que a reabilitação se torne de facto vantajosa para todos, ao contrário do que aconteceu nas últimas décadas.
Esperamos ter a oportunidade de divulgar, em breve, uma proposta concreta neste sentido, que elaborámos para a Avenida Lourenço Peixinho e que poderá ser estendida a toda a Área Central de Aveiro. É conhecido, tendo sido amplamente discutido, o projeto base que elaborámos para o espaço público da Avenida, visando sobretudo o reforço da sua função pedonal. Em seu complemento, apresentámos recentemente uma proposta com vista à reabilitação dos edifícios, que passa pela delimitação de uma “Área de Reabilitação Urbana” e pela consequente utilização de todos os instrumentos para tal previstos no quadro legalem vigor. Dedestacar, entre as propostas apresentadas, uma fiscalidade sobre o imobiliário que incentive a reabilitação e penalize a degradação e o abandono e a adoção de mecanismos perequativos (edifícios que possam crescer a compensar e subsidiar a reabilitação dos que deverão ser conservados). Esperamos, então, voltar a este assunto num futuro próximo, no quadro da discussão púbica de uma proposta de intervenção municipal de Reabilitação Urbana, neste caso com incidência em Aveiro, mas cuja filosofia pode ser aplicada em muitos outros locais.
In:
Planeamento Regional e Urbano
blogue do Mestrado em Planeamento Regional e Urbano da Universidade de Aveiro
blogue do Mestrado em Planeamento Regional e Urbano da Universidade de Aveiro
Segunda-feira, 17.06.13
artigo de opinião de Jorge Carvalho, docente do DCSPT
Quando confrontado com uma qualquer perspetiva coletiva de desenvolvimento, o crescimento edificatório ocorrido nos últimos 30 anos em Portugal revela-se absurdo.
O número de alojamentos cresceu 2,5 milhões, enquanto o aumento do número de famílias pouco ultrapassou 1 milhão. Investiu-se quase apenas em edifícios novos, enquanto na média europeia o investimento em reabilitação e renovação representou 60%.
Desbaratou-se uma enorme fatia das nossas poupanças em bens que geraram emprego, mas não riqueza, e que agora se revelam excessivos e até, em parte, inúteis. Entretanto, deixou-se ao abandono património localizado em áreas bem servidas por infraestruturas e equipamentos, numa exibição de enorme desperdício, prejudicando fortemente a qualidade do ambiente urbano de vizinhança.
Tudo isto demonstra a falta de racionalidade do mercado imobiliário, mas também a falta de eficácia da Administração Pública, a quem cabe o dever de ordenamento do território. Este caminho não poderia continuar indefinidamente. Já quase todos vão compreendendo que o futuro tem que passar pela reabilitação urbana.
A atual crise económica e financeira põe essa necessidade ainda mais em evidência mas, por outro lado, cria dificuldades à sua concretização. Hoje os recursos são muito escassos, pelo que a reabilitação só irá acontecer se forem desenvolvidas políticas públicas que mobilizem e articulem capitais privados e públicos, na lógica do “muitos poucos fazem muito”. Para tal há que adotar políticas convergentes e complementares, de âmbitos nacional e local, mobilizando um leque de instrumentos de incentivo e de pressão sobre proprietários, promotores e utilizadores. Não basta “pregar” a reabilitação, é necessário que a reabilitação se torne de facto vantajosa para todos, ao contrário do que aconteceu nas últimas décadas.
Esperamos ter a oportunidade de divulgar, em breve, uma proposta concreta neste sentido, que elaborámos para a Avenida Lourenço Peixinho e que poderá ser estendida a toda a Área Central de Aveiro. É conhecido, tendo sido amplamente discutido, o projeto base que elaborámos para o espaço público da Avenida, visando sobretudo o reforço da sua função pedonal. Em seu complemento, apresentámos recentemente uma proposta com vista à reabilitação dos edifícios, que passa pela delimitação de uma “Área de Reabilitação Urbana” e pela consequente utilização de todos os instrumentos para tal previstos no quadro legalem vigor. Dedestacar, entre as propostas apresentadas, uma fiscalidade sobre o imobiliário que incentive a reabilitação e penalize a degradação e o abandono e a adoção de mecanismos perequativos (edifícios que possam crescer a compensar e subsidiar a reabilitação dos que deverão ser conservados). Esperamos, então, voltar a este assunto num futuro próximo, no quadro da discussão púbica de uma proposta de intervenção municipal de Reabilitação Urbana, neste caso com incidência em Aveiro, mas cuja filosofia pode ser aplicada em muitos outros locais.
In:
Planeamento Regional e Urbano
blogue do Mestrado em Planeamento Regional e Urbano da Universidade de Aveiro
20 de junho de 2013
Workshop "Equidade e uso do solo: a perequação nos Planos de Pormenor"
Quando:20 Junho 2013
Onde:
Lisboa | IST | Complexo Interdisciplinar
No âmbito do projecto de investigação PERCOM - A equidade e eficiência no processo de urbanização: modelo de execução perequativa, o Centro de Sistemas Urbanos e Regionais (CESUR) do Instituto Superior Técnico (IST) está a organizar o workshop Equidade e uso do solo: a perequação nos Planos de Pormenor.
link do projecto:
http://projectopercom.ist.utl.pt/novo/inquerito.html
Exhibition - IN FAVOUR OF PUBLIC SPACE - EUROPEAN PRIZE FOR URBAN PUBLIC SPACE 2012
Quando:
20/06/13 - 01/09/13
Onde:
Praga - Jaroslav Fragner Gallery
The European Prize for Urban Public Space was established with the objective of highlighting the importance of architecture and urban planning in the creation of more accessible and democratic cities. At the present time, it is the only European award which seeks, protects and supports essentially public urban areas which can revitalise a city’s collective lifestyle. The Award is an initiative of the CCCB – Centre for Contemporary Culture of Barcelona – with the collaboration of The Architecture Foundation (London), the Architekturzentrum Wien (Vienna), the Cité de l’Architecture et du Patrimoine (Paris), the Nederlands Architectuurinstituut (Rotterdam), The Museum of Finnish Architecture (Helsinki) and the Deutsches Architekturmuseum (Frankfurt).
Mais informação:
http://www.gjf.cz/aktualne/evropska-cena-za-mestsky-verejny-prostor-2012/
"Volta a Portugal” - Álvaro Domingues - Quintas de Leitura
Quando:20 de Junho
Onde:
Porto - Teatro do Campo Alegre
Este ano, mais cedo do que é habitual, chega até nós a “Volta a Portugal”, pela mão das “Quintas de Leitura”, ciclo poético organizado pelo Teatro do Campo Alegre/Câmara Municipal do Porto. O espetáculo, que junta no mesmo palco o geógrafo Álvaro Domingues e o poeta Rui Lage, realiza-se no dia 20 de Junho, às 22h00, no Auditório do Teatro do Campo Alegre.
Álvaro Domingues faz a sua quinta aparição neste ciclo poético e desafia-nos com mais uma das suas inclassificáveis conferências esquisitas, desta feita, intitulada “Volta a Portugal”. Explica assim o teor da sua intervenção:
“Entre lírios, campos e toxicidade, Volta a Portugal será um manual para viajar pelos lugares comuns do chão da pátria lusa. Agora que a Volta a Portugal em Bicicleta já não tem o mesmo poder de revisitar e produzir as mitologias heroicas que culminavam na subida à Serra da Estrela, e que o Guia de Portugal saltou para o GPS ou para a superabundância da propaganda turística que povoa a internet…, vamos percorrer outros caminhos e encruzilhadas em busca de um Portugal entalado entre a crise, a Europa, a globalização, o passado mítico e o presente contingente.”
Ver mais:
http://www.gazetadosartistas.pt/?p=22684
http://quintasdeleitura.blogspot.pt/
19 de junho de 2013
A Cidade Resgatada
Ciclo de Conferências e Conversas Públicas sobre Regeneração Urbana
Quando:
19 de Junho - 18h
Onde:
Porto - Fundação de Serralves - Biblioteca
Com quem:
Francisco Barata
Teresa Andersen
David Pontes (moderador)
Ver mais:
http://www.oasrn.org/comunicacao.php?pag=noticias&id=2942&ano=2013
19 de Junho - 18h
Onde:
Porto - Fundação de Serralves - Biblioteca
Com quem:
Francisco Barata
Teresa Andersen
David Pontes (moderador)
Ver mais:
http://www.oasrn.org/comunicacao.php?pag=noticias&id=2942&ano=2013
17 de junho de 2013
Conferência Internacional: “Human Mobility and Urban Growth in CoastalAreas: conflict mitigation and spatial resilience”
Quando:
17 e 18 de Junho
Onde:
Reitoria da Universidade de Lisboa
Organização:
Project SECOA – “Solutions for Environmental Contrasts in Coastal Areas“
Ver mais:
http://secoameetinglisbon.wix.com/mobilityurbangrowth
17 e 18 de Junho
Onde:
Reitoria da Universidade de Lisboa
Organização:
Project SECOA – “Solutions for Environmental Contrasts in Coastal Areas“
Ver mais:
http://secoameetinglisbon.wix.com/mobilityurbangrowth
10 de junho de 2013
PROJETO URBANO E NOVAS TERRITORIALIDADES: O caso de Itá - Santa Catarina - Brasil
Autores:
Niara Clara Palma
Graziela Dal'Lago Hendges
Publicado em:
Infohabitar, Ano IX, n.º 440 e 441
Sumário
PROJETO URBANO E NOVAS TERRITORIALIDADES: O caso de Itá - Santa Catarina - Brasil
1 Introdução
2 Abordagem
3 Caracterização dos marcos históricos utilizados como base de pesquisa
5 Referências
...
NOTA EXPLICATIVA
Esse trabalho é a primeira parte da pesquisa desenvolvida sobre a cidade de Itá Santa Catarina/ Brasil e traz inicialmente, indicadores socioeconômicos como a mudança de padrão salarial e de idade dos moradores, bem como a transformação radical da sua base socioeconômica ocorrida após implantação da Hidroelétrica de Itá e o deslocamento da cidade inteira para um sítio mais alto fora da área alagada onde ficava a cidade original.
Nessa primeira parte também será apresentado a base teórica um dos indicadores espaciais a serem utilizados para a análise da estrutura urbana nos três marcos históricos avaliados, sendo essa a teoria de redes complexas.
A teoria sobre redes complexas será aplicada nos casos reais na segunda parte do artigo que trata mais objetivamente das propriedades espaciais relacionadas ao caso. Por isso será apresentados à evolução do comportamento da forma urbana através da Geometria Fractal e Estatística Espacial.
RESUMO
O desenvolvimento da cidade de Itá constitui um processo inusitado, pois 16 mil pessoas foram deslocadas de onde viviam e relocadas em outra área definida por um projeto urbano desenvolvido pela equipe da Hidroelétrica de Itá que teve sua construção iniciada em 1967 e gerou um lago artificial inundando a cidade original em 2000.
Essa pesquisa foca a antiga cidade Itá, o projeto implementado em 1989 e sua configuração urbana atual. Indicadores já existentes e testados em diversos casos reais serão utilizados para obter um quadro seguro dos dados levantados e permitirão comparar as três fases do sistema urbano elencadas para o estudo. Além da questão da evolução da configuração espacial e forma urbana, também serão estudados quais os impactos socioeconômicos causados pela implementação da hidrelétrica sobre a população da cidade de Itá e Região, e o desenvolvimento urbano posterior.
...
4. COMENTÁRIOS FINAIS
Um processo urbano dinâmico pode ser descrito como o crescimento do número de firmas e residências localizadas em uma cidade. Em qualquer período as firmas localizadas em uma cidade são “seguidas” por novas residências em resposta ao aumento de demanda por trabalhadores.
O território, nesse caso, tem efeito sobre as diferentes redes onde as atividades urbanas participam e também é afetado por esse processo. Esse conceito é apropriado nesta pesquisa para que seja possível a construção de uma nova representação do processo de transformação espacial e de uso do solo urbano levando-se em conta as relações espaciais, estruturais, demográficas e socioeconômicas.
O perfil de uma cidade, ainda mais no caso de Itá, onde essa transformação se deu de forma tão contundente, dificilmente pode ser avaliado com apenas um método de estudo. A avaliação nesse caso é construída por um conjunto de instrumentos de análises onde cada uma pratica diferentes abordagens sobre o objeto a ser medido e testado. Esse processo leva a uma compreensão mais completa sobre as variáveis que estão sendo avaliadas já que procura explicitar as propriedades urbanas através de diferentes conteúdos.
A organização de um sistema urbano evolui de acordo com as necessidades da sociedade. Essas modificações são identificadas em suas características físicas como intensidade de ocupação urbana e desenvolvimento de seu tecido. Cada decisão de alocação de atividades é tomada considerando a estrutura urbana existente que limita a capacidade de decisão de outras atividades pelo uso do espaço ou das relações estabelecidas assumindo um comportamento sistêmico.
Em um Sistema Urbano ocorre uma relação funcional entre os agentes gerando propriedades coletivas complexas. Dessa forma foram aplicadas técnicas de avaliação diferenciadas que pudessem trazer à tona elementos considerados fundamentais para identificação das propriedades urbanas como sua organização e formação de estruturas.
Através das técnicas de análise aqui utilizadas, foram captadas características como, por exemplo, formação de comunidades, geração de centralidades relacionadas à proximidade, grau de intermediação e detecção de centros. Identificou-se a fragmentação das formas nas três fases analisadas, em função disso os valores de Geometria Fractal acabaram crescendo à medida que os sistemas foram de desenvolvendo e as interações internas e externas (crescimento econômico) se tornaram mais contundentes. Por outro lado, em função da necessidade de adaptação ao sítio o crescimento trouxe consigo a reduzida dependência espacial que aparece também no baixo índice de Moran, quando aplicada estatística espacial nos dados primários do Censo IBGE 2010.
As análises aqui utilizadas se mostraram complementares trazendo à tona características variadas como a organização interna, dependência espacial, comportamento dos sistemas, estrutura espacial, agrupamento e forma, abrindo especulações sobre futuras aplicações em diferentes estudos, principalmente aqueles que considerarem a estrutura urbana como parte de um processo evolutivo com características emergentes ao longo do tempo.
...
link para o artigo completo:
http://infohabitar.blogspot.pt
Niara Clara Palma
Graziela Dal'Lago Hendges
Publicado em:
Infohabitar, Ano IX, n.º 440 e 441
Sumário
PROJETO URBANO E NOVAS TERRITORIALIDADES: O caso de Itá - Santa Catarina - Brasil
1 Introdução
2 Abordagem
3 Caracterização dos marcos históricos utilizados como base de pesquisa
- 3.1 Caracterização do Projeto Original
- 3.2 Identificação Geral da Cidade de Itá Atualmente
- 3.3 Análise socioeconômica
- 3.4 Análise Configuracional: Análise de Redes Complexas
- 3.4.1 Teoria dos Grafos
- 3.4.2 Centralidade por Proximidade
- 3.4.3 Grau de Intermediação
- 3.4.4 Detecção de Centros
- 3.4.5 Vértices com Vizinhança Máxima
- 3.4.6 Cidade Original
- 3.4.7 Projeto Original
- 3.4.8 Cidade Atual
- 3.5 Análise Morfológica: Geometria Fractal
- 3.6 Densidade Populacional
5 Referências
...
NOTA EXPLICATIVA
Esse trabalho é a primeira parte da pesquisa desenvolvida sobre a cidade de Itá Santa Catarina/ Brasil e traz inicialmente, indicadores socioeconômicos como a mudança de padrão salarial e de idade dos moradores, bem como a transformação radical da sua base socioeconômica ocorrida após implantação da Hidroelétrica de Itá e o deslocamento da cidade inteira para um sítio mais alto fora da área alagada onde ficava a cidade original.
Nessa primeira parte também será apresentado a base teórica um dos indicadores espaciais a serem utilizados para a análise da estrutura urbana nos três marcos históricos avaliados, sendo essa a teoria de redes complexas.
A teoria sobre redes complexas será aplicada nos casos reais na segunda parte do artigo que trata mais objetivamente das propriedades espaciais relacionadas ao caso. Por isso será apresentados à evolução do comportamento da forma urbana através da Geometria Fractal e Estatística Espacial.
RESUMO
O desenvolvimento da cidade de Itá constitui um processo inusitado, pois 16 mil pessoas foram deslocadas de onde viviam e relocadas em outra área definida por um projeto urbano desenvolvido pela equipe da Hidroelétrica de Itá que teve sua construção iniciada em 1967 e gerou um lago artificial inundando a cidade original em 2000.
Essa pesquisa foca a antiga cidade Itá, o projeto implementado em 1989 e sua configuração urbana atual. Indicadores já existentes e testados em diversos casos reais serão utilizados para obter um quadro seguro dos dados levantados e permitirão comparar as três fases do sistema urbano elencadas para o estudo. Além da questão da evolução da configuração espacial e forma urbana, também serão estudados quais os impactos socioeconômicos causados pela implementação da hidrelétrica sobre a população da cidade de Itá e Região, e o desenvolvimento urbano posterior.
...
4. COMENTÁRIOS FINAIS
Um processo urbano dinâmico pode ser descrito como o crescimento do número de firmas e residências localizadas em uma cidade. Em qualquer período as firmas localizadas em uma cidade são “seguidas” por novas residências em resposta ao aumento de demanda por trabalhadores.
O território, nesse caso, tem efeito sobre as diferentes redes onde as atividades urbanas participam e também é afetado por esse processo. Esse conceito é apropriado nesta pesquisa para que seja possível a construção de uma nova representação do processo de transformação espacial e de uso do solo urbano levando-se em conta as relações espaciais, estruturais, demográficas e socioeconômicas.
O perfil de uma cidade, ainda mais no caso de Itá, onde essa transformação se deu de forma tão contundente, dificilmente pode ser avaliado com apenas um método de estudo. A avaliação nesse caso é construída por um conjunto de instrumentos de análises onde cada uma pratica diferentes abordagens sobre o objeto a ser medido e testado. Esse processo leva a uma compreensão mais completa sobre as variáveis que estão sendo avaliadas já que procura explicitar as propriedades urbanas através de diferentes conteúdos.
A organização de um sistema urbano evolui de acordo com as necessidades da sociedade. Essas modificações são identificadas em suas características físicas como intensidade de ocupação urbana e desenvolvimento de seu tecido. Cada decisão de alocação de atividades é tomada considerando a estrutura urbana existente que limita a capacidade de decisão de outras atividades pelo uso do espaço ou das relações estabelecidas assumindo um comportamento sistêmico.
Em um Sistema Urbano ocorre uma relação funcional entre os agentes gerando propriedades coletivas complexas. Dessa forma foram aplicadas técnicas de avaliação diferenciadas que pudessem trazer à tona elementos considerados fundamentais para identificação das propriedades urbanas como sua organização e formação de estruturas.
Através das técnicas de análise aqui utilizadas, foram captadas características como, por exemplo, formação de comunidades, geração de centralidades relacionadas à proximidade, grau de intermediação e detecção de centros. Identificou-se a fragmentação das formas nas três fases analisadas, em função disso os valores de Geometria Fractal acabaram crescendo à medida que os sistemas foram de desenvolvendo e as interações internas e externas (crescimento econômico) se tornaram mais contundentes. Por outro lado, em função da necessidade de adaptação ao sítio o crescimento trouxe consigo a reduzida dependência espacial que aparece também no baixo índice de Moran, quando aplicada estatística espacial nos dados primários do Censo IBGE 2010.
As análises aqui utilizadas se mostraram complementares trazendo à tona características variadas como a organização interna, dependência espacial, comportamento dos sistemas, estrutura espacial, agrupamento e forma, abrindo especulações sobre futuras aplicações em diferentes estudos, principalmente aqueles que considerarem a estrutura urbana como parte de um processo evolutivo com características emergentes ao longo do tempo.
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link para o artigo completo:
http://infohabitar.blogspot.pt
6 de junho de 2013
O Urbanismo e as Novas Territorialidades
XIV Jornadas da AUPQuando:
06 e 07 de junho de 2013
Onde:
Montijo
Os quatro temas propostos para reflexão e debate cobrem um amplo espetro de desafios na relação da sociedade com o território.
A diversidade dos temas é intencional atendendo à necessidade que o urbanista enfrenta na sua prática quotidiana de tratar em simultâneo, e de forma integrada, questões locais e globais, preocupações estéticas e financeiras, problemas de coesão social e de composição urbana, estratégias de conservação e de renovação, harmonizar o crescimento com o desenvolvimento, fazer respeitar princípios e cultivar a procura de consensos, proceder a análises informadas e elaborar propostas com ousadia visionária e criativa, mas tendo consciência dos limites.
Programa (resumido):
06 de junho
10h00
Conferência de Abertura “A Cidade vista pelo olhar do historiador”
Professor Doutor Rui Ramos
11h15
Primeira Sessão - Economia do território face à qualidade e conforto dos centros urbanos.
Os planos devem recuperar a sua razão de ser económica e financeira, observando os seus efeitos no mercado fundiário e imobiliário numa perspetiva construtiva do ordenamento do território.
Moderador:
Arq.º João Carlos Antunes
Apresentação de comunicações e debate aberto aos participantes
15h00
Segunda Sessão - O ordenamento do meio rústico em contraponto com o meio urbano.
A salvaguarda das áreas classificadas e a correta condução dos usos silvestre e agrí- cola requerem uma clara demarcação entre o meio rústico e o meio urbano.
Moderadora:
Arq.ª Paisagista Fátima Bacharel
Apresentação de comunicações e debate aberto aos participantes.
17h30
Terceira Sessão - Portugal face às novas territorialidades e desterritorializações.
A perspetivação da economia do território na era da globalização. A diluição das fronteiras, a livre circulação de pessoas, de bens, de informação e os crescentes poderes associados às redes de infraestruturas públicas, sujeitam as famílias e as empresas a um novo quadro de dependências e de ló- gicas territoriais.
Moderador:
Dr. José Almeida Henriques
Apresentação de comunicações e debate aberto aos participantes.
07 de junho
10h00
Quarta Sessão - O processo de planeamento. A falta do Plano Geral de Urbanização como instrumento para a boa gestão urbanística.
A prática do urbanismo não prescinde do plano geral do aglomerado como instrumen- to de análise, de conceção e da gestão urbanística corrente.
Moderador:
Mestre Arq.º Luís Pedro Cerqueira
Apresentação de comunicações e debate aberto aos participantes.
11h45
Apresentação de conclusões pelo Professor Manuel da Costa Lobo
Interpelações e debate com os membros da comissão de ambiente, ordenamento do território e poder local da Assembleia da República e Parceiros Económico e Sociais.
Moderador:
Eng.º Nuno Canta, Vice-Presidente da C. M. Montijo
Mais informação:
http://jornadas-aup-montijo.weebly.com/uploads/1/8/7/6/18768074/xiv_jornadas_da_aup.pdf
31 de maio de 2013
VIII Jornadas Internacionais "Grandes Problemáticas do Espaço Europeu"
Quando:
31 de Maio e 1 de Junho
Onde:
Porto - Faculdade de Letras - Anfiteatro Nobre
Num espaço europeu muito heterogéneo, mas também polifacetado e cheio de potencialidades, tem-se assistido ao acentuar das desigualdades e ao agravar dos problemas, institucionalizando-se uma crise generalizada, transversal a todos os setores. Para a dinamização do território europeu, num quadro onde a mudança construtiva esteja presente, urge analisar as dinâmicas propiciadoras dessa revitalização, implementando estratégias estruturantes, conjunturais, inovadoras e sustentáveis, que mitiguem os problemas e valorizem este espaço.
Neste evento internacional em que as pluralidades territoriais e culturais estão patentes, privilegia-se uma abordagem multidisciplinar e interuniversitária, apostando-se em territórios bem diferenciados, mas, sobretudo, em estratégias de desenvolvimento em que a inovação, o empreendedorismo, a complementaridade e a sustentabilidade estão patentes. Assim se potenciam os recursos endógenos e o património distintivo, repensando as políticas territoriais numa perspetiva em que se conjugam as sinergias tendentes à preservação do ambiente, ao ordenamento do território, à coesão social e à recuperação económica.
Temas:
1 - Sociedade e desenvolvimento
2 - Territórios da ruralidade: potencialidades e novas oportunidades
3 - Periferias e dinâmicas territoriais
4 - Turismo, cultura e património - uma estratégia inclusiva
5 - O reordenamento territorial em contexto urbano
6 - Ambiente e sustentabilidade(s)
7 - Ensino e multidisciplinaridade
Ver mais:
http://sigarra.up.pt/flup/pt/noticias_geral.ver_noticia?p_nr=10884
http://www.cegot.pt/pt/Menu/Atividades/Atividades-Futuras.aspx?idevent=43
31 de Maio e 1 de Junho
Onde:
Porto - Faculdade de Letras - Anfiteatro Nobre
Num espaço europeu muito heterogéneo, mas também polifacetado e cheio de potencialidades, tem-se assistido ao acentuar das desigualdades e ao agravar dos problemas, institucionalizando-se uma crise generalizada, transversal a todos os setores. Para a dinamização do território europeu, num quadro onde a mudança construtiva esteja presente, urge analisar as dinâmicas propiciadoras dessa revitalização, implementando estratégias estruturantes, conjunturais, inovadoras e sustentáveis, que mitiguem os problemas e valorizem este espaço.
Neste evento internacional em que as pluralidades territoriais e culturais estão patentes, privilegia-se uma abordagem multidisciplinar e interuniversitária, apostando-se em territórios bem diferenciados, mas, sobretudo, em estratégias de desenvolvimento em que a inovação, o empreendedorismo, a complementaridade e a sustentabilidade estão patentes. Assim se potenciam os recursos endógenos e o património distintivo, repensando as políticas territoriais numa perspetiva em que se conjugam as sinergias tendentes à preservação do ambiente, ao ordenamento do território, à coesão social e à recuperação económica.
Temas:
1 - Sociedade e desenvolvimento
2 - Territórios da ruralidade: potencialidades e novas oportunidades
3 - Periferias e dinâmicas territoriais
4 - Turismo, cultura e património - uma estratégia inclusiva
5 - O reordenamento territorial em contexto urbano
6 - Ambiente e sustentabilidade(s)
7 - Ensino e multidisciplinaridade
Ver mais:
http://sigarra.up.pt/flup/pt/noticias_geral.ver_noticia?p_nr=10884
http://www.cegot.pt/pt/Menu/Atividades/Atividades-Futuras.aspx?idevent=43
27 de maio de 2013
Sustainable Development and Planning 2013
6th International Conference on Sustainable Development and Planning
Quando:
27 - 29 May, 2013
Onde:
Kos, Greece
Sustainable Development and Planning 2013 aims to bring together scientists and other stakeholders from across the globe to discuss the latest scientific advances in the field, as well as to seek and highlight developments in managerial strategies and assessment tools for policy and decision makers.
The conference addresses the subjects of regional development in an integrated way as well as in accordance with the principles of sustainability. It has become apparent that planners, environmentalists, architects, engineers, policy makers and economists have to work together in order to ensure that planning and development can meet our present needs without compromising the ability of future generations.
In many countries there has been an increase in spatial problems that has lead to planning crises. Planning problems are often connected with uneven development, deterioration of the quality of urban life and destruction of the environment. The increasing urbanisation of the world coupled with the global issues of environmental pollution, resources shortage and economic restructuring are leading to major crises.
Problems of environmental management and planning are not restricted to urban areas. Environments such as rural areas, forests, coastal regions and mountains face their own problems that require urgent solutions in order to avoid irreversible damage. The use of modern technologies in planning gives us new potential to monitor and prevent environmental degradation.
Conference Topics
- Regional planning
- City planning
- Sustainability and the built environment
- Cultural heritage
- Environmental management
- Resources management
- Social and political issues
- Rural developments
- Sustainable solutions in developing countries
- Transportation
- Energy resources
- Environmental economics
Mais informação:
http://www.wessex.ac.uk/13-conferences/sustainable-development-and-planning-2013.html
http://www.wessex.ac.uk/images/stories/pdf_cfps/2013/sustainabledevelopmentandplanning2013cfp.pdf
Quando:
27 - 29 May, 2013
Onde:
Kos, Greece
Sustainable Development and Planning 2013 aims to bring together scientists and other stakeholders from across the globe to discuss the latest scientific advances in the field, as well as to seek and highlight developments in managerial strategies and assessment tools for policy and decision makers.
The conference addresses the subjects of regional development in an integrated way as well as in accordance with the principles of sustainability. It has become apparent that planners, environmentalists, architects, engineers, policy makers and economists have to work together in order to ensure that planning and development can meet our present needs without compromising the ability of future generations.
In many countries there has been an increase in spatial problems that has lead to planning crises. Planning problems are often connected with uneven development, deterioration of the quality of urban life and destruction of the environment. The increasing urbanisation of the world coupled with the global issues of environmental pollution, resources shortage and economic restructuring are leading to major crises.
Problems of environmental management and planning are not restricted to urban areas. Environments such as rural areas, forests, coastal regions and mountains face their own problems that require urgent solutions in order to avoid irreversible damage. The use of modern technologies in planning gives us new potential to monitor and prevent environmental degradation.
Conference Topics
- Regional planning
- City planning
- Sustainability and the built environment
- Cultural heritage
- Environmental management
- Resources management
- Social and political issues
- Rural developments
- Sustainable solutions in developing countries
- Transportation
- Energy resources
- Environmental economics
Mais informação:
http://www.wessex.ac.uk/13-conferences/sustainable-development-and-planning-2013.html
http://www.wessex.ac.uk/images/stories/pdf_cfps/2013/sustainabledevelopmentandplanning2013cfp.pdf
26 de maio de 2013
De Montgat a la Barceloneta. Frentes marítimos diversos
Quando:
26 mayo 2013
Onde:
Barcelona - CCCB
Programa
El paseo se inicia con el traslado al punto de salida desde el centro de Barcelona con el tren de cercanías RENFE hasta bajar en la estación de Montgat (barrio de Les Mallorquines).
Desde Montgat hasta el río Besòs es muy relevante la alternancia entre frentes urbanos consolidados y sectores industriales situados en primera línea de mar. De los primeros, destaca la rambla de Badalona, que es la calle de la fachada marítima del casco antiguo de la ciudad. Y de los segundos, el complejo de generación eléctrica en Sant Adrià de Besòs con las tres chimeneas. Una vez cruzado el Besòs, dos operaciones urbanísticas sirven para fechar la transformación urbanística del frente urbano barcelonés: el Fòrum (2004) y la Vila Olímpica (1992). El Poble Nou, situado en medio de los dos anteriores, se ha ido acercando también hacia el mar. El recorrido finaliza en el barrio de la Barceloneta. Este ha sido desde su fundación, en el siglo XVIII, el barrio marinero y portuario de la ciudad. En la actualidad se está adaptando al nuevo reto que supone la llegada del ocio y del turismo masivos.
Distancia aproximada recorrida en bicicleta: 12 km.
Ver mais:
http://www.cccb.org/es/itinerari-de_montgat_a_la_barceloneta_frentes_martimos_diversos-40363
26 mayo 2013
Onde:
Barcelona - CCCB
Programa
El paseo se inicia con el traslado al punto de salida desde el centro de Barcelona con el tren de cercanías RENFE hasta bajar en la estación de Montgat (barrio de Les Mallorquines).
Desde Montgat hasta el río Besòs es muy relevante la alternancia entre frentes urbanos consolidados y sectores industriales situados en primera línea de mar. De los primeros, destaca la rambla de Badalona, que es la calle de la fachada marítima del casco antiguo de la ciudad. Y de los segundos, el complejo de generación eléctrica en Sant Adrià de Besòs con las tres chimeneas. Una vez cruzado el Besòs, dos operaciones urbanísticas sirven para fechar la transformación urbanística del frente urbano barcelonés: el Fòrum (2004) y la Vila Olímpica (1992). El Poble Nou, situado en medio de los dos anteriores, se ha ido acercando también hacia el mar. El recorrido finaliza en el barrio de la Barceloneta. Este ha sido desde su fundación, en el siglo XVIII, el barrio marinero y portuario de la ciudad. En la actualidad se está adaptando al nuevo reto que supone la llegada del ocio y del turismo masivos.
Distancia aproximada recorrida en bicicleta: 12 km.
Ver mais:
http://www.cccb.org/es/itinerari-de_montgat_a_la_barceloneta_frentes_martimos_diversos-40363
25 de maio de 2013
Cities and the economic recession since 2008
Lessons from previous crisis - Case studies from Barcelona, Munich, Turin and policy lessons from EU and Asien cities
The combination of the 1970s oil crisis and the opening up of regional markets to global trade in the 1980s and 1990s led to a profound restructuring of local production systems that had previously driven European industrial and economic expansion for almost a century. As a result, cities that were once the economic and political hubs of their respective regions and the drivers of their nation’s development faced a period of steep economic and social decline. These cities were faced with a new set of challenges. The legacy of cities ‘old economy’, the economic niche they occupied within the global division of labour and the unfolding of the ‘new economy’ were challenged by rapid technological change, globalisation and the emergence of high-tech, service and knowledge industries.
It is within this context that in 2010 LSE Cities carried out research to examine comparative patterns of decline, adaptation and recovery of a range of EU Metropolitan Regions that have successfully managed to transform their economies during the last major economic crisis to befall Europe since the 1970s and 1980s.
Conducted in collaboration with the Brookings Institution, the main objective of the research project is to illustrate successful examples of economic transformation that can be used by city leaders, policy makers and practitioners to stimulate debate about the transfer of innovative ideas and approaches needed to rebalance post-recession economies.
Three cities have been identified for the study as exemplar models of transformation. These include Munich (Germany), Torino (Italy) and Barcelona (Spain). The findings of our research will be presented in the forthcoming publication entitled ‘Transforming Urban Economies. Policy lessons from European and Asian cities’ to be published by Routledge in 2013.
Munich, Torino and Barcelona each tell a distinct story about the next urban economy; none have been perfectly successful, but each has made decisive progress, out-performed their peers and created opportunities for future growth, trade and job creation. The experience of many metropolitan areas underpins and reinforces what US cities and many other cities elsewhere already know and have taken a lead on: economic growth stems from primary importance being placed on a good business climate and environment for investment; the need for connectivity and productive infrastructure; an essential entrepreneurial spirit and corporate presence that provides the backbone of a dynamic economy; and a depth and range of anchor institutions.
In addition to these lessons, now we have key insight into what makes EU cities economically dynamic that, in turn, builds on our prior knowledge of the policy platform that allowed EU cities to overcome previous periods of crisis. These are:
Active, aligned and intentional partnership with government, private sector and institutions; Internationalisation, global positioning and trade; Knowledge economy, innovation-based entrepreneurship and modernisation of manufacturing; Strong link between human capital and attractive, distinctive cities; and Green economy, resource efficiency and decarbonisation. An in-depth analysis coupled with empirical examples of these policy lessons from previous crisis, which was presented at the 2010 Global Metro Summit in Chicago can be downloaded here.
Ver mais:
http://labs.lsecities.net/eumm/home/
The combination of the 1970s oil crisis and the opening up of regional markets to global trade in the 1980s and 1990s led to a profound restructuring of local production systems that had previously driven European industrial and economic expansion for almost a century. As a result, cities that were once the economic and political hubs of their respective regions and the drivers of their nation’s development faced a period of steep economic and social decline. These cities were faced with a new set of challenges. The legacy of cities ‘old economy’, the economic niche they occupied within the global division of labour and the unfolding of the ‘new economy’ were challenged by rapid technological change, globalisation and the emergence of high-tech, service and knowledge industries.
It is within this context that in 2010 LSE Cities carried out research to examine comparative patterns of decline, adaptation and recovery of a range of EU Metropolitan Regions that have successfully managed to transform their economies during the last major economic crisis to befall Europe since the 1970s and 1980s.
Conducted in collaboration with the Brookings Institution, the main objective of the research project is to illustrate successful examples of economic transformation that can be used by city leaders, policy makers and practitioners to stimulate debate about the transfer of innovative ideas and approaches needed to rebalance post-recession economies.
Three cities have been identified for the study as exemplar models of transformation. These include Munich (Germany), Torino (Italy) and Barcelona (Spain). The findings of our research will be presented in the forthcoming publication entitled ‘Transforming Urban Economies. Policy lessons from European and Asian cities’ to be published by Routledge in 2013.
Munich, Torino and Barcelona each tell a distinct story about the next urban economy; none have been perfectly successful, but each has made decisive progress, out-performed their peers and created opportunities for future growth, trade and job creation. The experience of many metropolitan areas underpins and reinforces what US cities and many other cities elsewhere already know and have taken a lead on: economic growth stems from primary importance being placed on a good business climate and environment for investment; the need for connectivity and productive infrastructure; an essential entrepreneurial spirit and corporate presence that provides the backbone of a dynamic economy; and a depth and range of anchor institutions.
In addition to these lessons, now we have key insight into what makes EU cities economically dynamic that, in turn, builds on our prior knowledge of the policy platform that allowed EU cities to overcome previous periods of crisis. These are:
Active, aligned and intentional partnership with government, private sector and institutions; Internationalisation, global positioning and trade; Knowledge economy, innovation-based entrepreneurship and modernisation of manufacturing; Strong link between human capital and attractive, distinctive cities; and Green economy, resource efficiency and decarbonisation. An in-depth analysis coupled with empirical examples of these policy lessons from previous crisis, which was presented at the 2010 Global Metro Summit in Chicago can be downloaded here.
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http://labs.lsecities.net/eumm/home/
European Metromonitor
The European Metromonitor project draws on LSE Cities' current research on the economic resilience of European Cities in order to establish an interactive exchange platform for the dissemination of key findings and case studies relating to metro-level responses to the economic crisis.
The platform aims to engage EU city leaders, policy makers, practitioners, researchers, the third sector and the public through an interactive dialogue that synergistically explores best responses and adaptation strategies of cities to the crisis.
Ver mais:
http://labs.lsecities.net/eumm/home/
The platform aims to engage EU city leaders, policy makers, practitioners, researchers, the third sector and the public through an interactive dialogue that synergistically explores best responses and adaptation strategies of cities to the crisis.
Ver mais:
http://labs.lsecities.net/eumm/home/
ÍNDIA - Why small towns are lagging behind?
BY NEHA VERMA
MARCH 31, 2013
POSTED IN: ARCHITECTURE & PLANNING
There are 4,378 urban centres that have the 285 million urban citizens of the country. Of these there are 35 cities that have more than 1 million people and together account for 107.88 million people. That means the remaining 177.12 million or more than half of the total urban population of the country lives in small-sized towns or urban agglomerations. Even half of the population lives in small-sized town, the bigger cities become the magnet for populations that emerge from impoverished and infrastructure deficient rural and urban areas.
The reason for the skewed population distribution and its consequent burden on existing urban infrastructures is caused by lack of investment in the smaller towns. As we know that there is considerably large population living in rural areas, the development of smaller towns that are closer to these habitats would allow for a more balanced economic growth. Generally, there has been a bias within urban studies against small towns, where the idea of the ‘urban’ has always been seen to be ideally manifested in the big city. Large investments in big cities have often been justified as they are perceived to be ‘engines’ of development and growth. Even in cultural terms, the big city has always been glorified, as a space where conditions of modernity come together to develop art and a more sophisticated form of living. Yet, many scholars of cities still glamorize big cities and tend to influence the shape of imaging urban futures. While in reality, not only are smaller towns more manageable, they also have a more intimate relationship with their surrounding regions and more often than not, these contiguities are what sustains their economies. A country such as India with a significantly high rural population would do well to shift the focus of urban investments to these smaller townships. With new communication and transport technologies, there is no reason to believe that those spaces cannot also become important centres of art, culture and commerce and help us transform our notions of emerging India.
link para o artigo:
http://www.theurbanvision.com/blogs/?p=1094
MARCH 31, 2013
POSTED IN: ARCHITECTURE & PLANNING
There are 4,378 urban centres that have the 285 million urban citizens of the country. Of these there are 35 cities that have more than 1 million people and together account for 107.88 million people. That means the remaining 177.12 million or more than half of the total urban population of the country lives in small-sized towns or urban agglomerations. Even half of the population lives in small-sized town, the bigger cities become the magnet for populations that emerge from impoverished and infrastructure deficient rural and urban areas.
The reason for the skewed population distribution and its consequent burden on existing urban infrastructures is caused by lack of investment in the smaller towns. As we know that there is considerably large population living in rural areas, the development of smaller towns that are closer to these habitats would allow for a more balanced economic growth. Generally, there has been a bias within urban studies against small towns, where the idea of the ‘urban’ has always been seen to be ideally manifested in the big city. Large investments in big cities have often been justified as they are perceived to be ‘engines’ of development and growth. Even in cultural terms, the big city has always been glorified, as a space where conditions of modernity come together to develop art and a more sophisticated form of living. Yet, many scholars of cities still glamorize big cities and tend to influence the shape of imaging urban futures. While in reality, not only are smaller towns more manageable, they also have a more intimate relationship with their surrounding regions and more often than not, these contiguities are what sustains their economies. A country such as India with a significantly high rural population would do well to shift the focus of urban investments to these smaller townships. With new communication and transport technologies, there is no reason to believe that those spaces cannot also become important centres of art, culture and commerce and help us transform our notions of emerging India.
link para o artigo:
http://www.theurbanvision.com/blogs/?p=1094
23 de maio de 2013
Iº Encontro de Urbanismo | Eixo da Av. da Liberdade
Iº Encontro de Urbanismo, Regenerar, Reabilitar, Requalificar
Quando:
23 de Maio | 18h
Onde:
CIUL | Centro de Informação Urbana de Lisboa | Picoas Plaza
Quando:
23 de Maio | 18h
Onde:
CIUL | Centro de Informação Urbana de Lisboa | Picoas Plaza
Gestão do Território: Da visão à operacionalização
8as Jornadas de Gestão do Território
Quando:
23 Maio
Onde:
Campus do Instituto Politécnico de Tomar | Auditório Dr. Júlio das Neves
Mais informação:
http://portal.ipt.pt/portal/portal/jornadasGT/apresentacao
Quando:
23 Maio
Onde:
Campus do Instituto Politécnico de Tomar | Auditório Dr. Júlio das Neves
Mais informação:
http://portal.ipt.pt/portal/portal/jornadasGT/apresentacao
22 de maio de 2013
Ciclo de Conferências e de Conversas Públicas, 'A Cidade Resgatada'
Próxima conversa:
- Geógrafo Álvaro Domingues
- Arquitecto Alexandre Alves Costa
moderação do Jornalista Manuel Carvalho
Quando:
22 de Maio, 4ª feira, às 18h00
Onde:
Biblioteca da Fundação de Serralves
Quem promove:
Ordem dos Arquitectos - Secção Regional Norte, OASRN
O Ciclo de Conferências e de Conversas Públicas 'A Cidade Resgatada' aprofunda o debate, iniciado em 2012, sobre os processos de Regeneração Urbana, à escala nacional e internacional. Com este debate não se pretende apenas “resgatar” o protagonismo dos centros consolidados; deseja-se abarcar a cidade mais alargada, sobretudo as franjas e os vazios pós-industriais, procurando perceber o seu papel estratégico nessa regeneração. Deseja-se, enfim, que esses processos sejam participados e debatidos interdisciplinarmente, englobando os contributos do Urbanismo, da Arquitectura, do Paisagismo, da Geografia, da Sociologia e da Antropologia.
Este ciclo acompanhará outras iniciativas concretas, como a realização de um Concurso Público e de um Seminário Internacional, os quais concentrarão o debate em áreas urbanas concretas, tendo o tecido do Porto como caso-de-estudo.
Ver mais:
http://www.oasrn.org/comunicacao.php?pag=mensageiro&idmen=147&idnot=2849
- Geógrafo Álvaro Domingues
- Arquitecto Alexandre Alves Costa
moderação do Jornalista Manuel Carvalho
Quando:
22 de Maio, 4ª feira, às 18h00
Onde:
Biblioteca da Fundação de Serralves
Quem promove:
Ordem dos Arquitectos - Secção Regional Norte, OASRN
O Ciclo de Conferências e de Conversas Públicas 'A Cidade Resgatada' aprofunda o debate, iniciado em 2012, sobre os processos de Regeneração Urbana, à escala nacional e internacional. Com este debate não se pretende apenas “resgatar” o protagonismo dos centros consolidados; deseja-se abarcar a cidade mais alargada, sobretudo as franjas e os vazios pós-industriais, procurando perceber o seu papel estratégico nessa regeneração. Deseja-se, enfim, que esses processos sejam participados e debatidos interdisciplinarmente, englobando os contributos do Urbanismo, da Arquitectura, do Paisagismo, da Geografia, da Sociologia e da Antropologia.
Este ciclo acompanhará outras iniciativas concretas, como a realização de um Concurso Público e de um Seminário Internacional, os quais concentrarão o debate em áreas urbanas concretas, tendo o tecido do Porto como caso-de-estudo.
Ver mais:
http://www.oasrn.org/comunicacao.php?pag=mensageiro&idmen=147&idnot=2849
Arte E Transformação Urbana: Novas Perspectivas De Intervenção Na Cidade
Seminários Cidades e Territórios
Quando:
22 De Maio | 14h30
Onde:
ISCTE-IUL | Sala C301
Programa
- A Arte, a Cidade e o Urbano: Introdução às relações entre a Arte e o Urbano
CLÁUDIA ANTUNES
- Contextos urbanos informais: Análise fotográfica de cinco “bairros criativos”: Bairro Alto e Cais do Sodré, Gràcia, Vila Madalena, Brick Lane e Kreuzberg SO36
RICARDO LOPES
- Movimentos Urbanos: O Graffiti como Arte de Rua na Cidade do Rio de Janeiro
RAQUEL MONTEIRO
- Entre Usos: O caso de Berlim
MARIANNA MONTE
Moderador | Comentador:
Pedro Costa
Quando:
22 De Maio | 14h30
Onde:
ISCTE-IUL | Sala C301
Programa
- A Arte, a Cidade e o Urbano: Introdução às relações entre a Arte e o Urbano
CLÁUDIA ANTUNES
- Contextos urbanos informais: Análise fotográfica de cinco “bairros criativos”: Bairro Alto e Cais do Sodré, Gràcia, Vila Madalena, Brick Lane e Kreuzberg SO36
RICARDO LOPES
- Movimentos Urbanos: O Graffiti como Arte de Rua na Cidade do Rio de Janeiro
RAQUEL MONTEIRO
- Entre Usos: O caso de Berlim
MARIANNA MONTE
Moderador | Comentador:
Pedro Costa
16 de maio de 2013
Conferência "Unfinished Projects"
Ciclo de Conferências C.F.M. + D.T.W.
Quando:
16 de Maio de 2013, das 18:30 às 20h
Onde:
Faculdade de Arquitectura da Universidade do Porto
Quem organiza:
O CCRE – Centro de Comunicação e Representação Espacial da Faculdade de Arquitectura da Universidade do Porto, em parceria com o grupo de investigação Espaço F-FAUP e CITYSCOPIO Associação Cultural
Participantes:
Helder Sousa, Álvaro Domingues e Pedro Bandeira.
Moderador:
Pedro Neto
Helder Sousa apresentará o projecto fotográfico "Unfinished Projects".
"Valongo é um concelho periférico da Área Metropolitana do Porto. O seu rápido desenvolvimento ocorrido nos últimos 20 anos deu origem a um fenómeno que se encontra um pouco por todo o concelho. Assim como em tantos outros concelhos periféricos foram construídos edifícios de habitação que visavam acolher novos moradores e os trabalhadores da grande cidade. Publicitava-se uma melhor qualidade de vida, com espaços verdes e maior tranquilidade a preços convidativos e com boas acessibilidades. Tinha-se construído uma autoestrada e modernizado a linha de caminho-de-ferro. Neste clima de expectativas positivas, a planificação urbana do concelho correspondeu com a classificação de elevadas quantidades de solo a urbanizar.
O ciclo imobiliário rapidamente se inverteu, deixando sem procura a “sobre construção” do período da euforia. Em várias freguesias do Concelho encontram-se diferentes edifícios de habitação que nunca foram acabados. Neste contexto, Unfinished Projects é um projeto de fotografia documental que pretende documentar esta realidade que faz parte da paisagem urbana deste concelho há mais de 10 anos. Existem e coabitam no mesmo espaço, edifícios habitados e inacabados, compondo uma paisagem entre a disfunção e a “predação”; uma espécie de ecossistema do abandono onde a natureza rapidamente se insinua com espécies infestantes na linha da frente. Unfinished Projects opera como uma metáfora da crise económica contemporânea."
enviado por:
Helder Sousa
Quando:
16 de Maio de 2013, das 18:30 às 20h
Onde:
Faculdade de Arquitectura da Universidade do Porto
Quem organiza:
O CCRE – Centro de Comunicação e Representação Espacial da Faculdade de Arquitectura da Universidade do Porto, em parceria com o grupo de investigação Espaço F-FAUP e CITYSCOPIO Associação Cultural
Participantes:
Helder Sousa, Álvaro Domingues e Pedro Bandeira.
Moderador:
Pedro Neto
Helder Sousa apresentará o projecto fotográfico "Unfinished Projects".
"Valongo é um concelho periférico da Área Metropolitana do Porto. O seu rápido desenvolvimento ocorrido nos últimos 20 anos deu origem a um fenómeno que se encontra um pouco por todo o concelho. Assim como em tantos outros concelhos periféricos foram construídos edifícios de habitação que visavam acolher novos moradores e os trabalhadores da grande cidade. Publicitava-se uma melhor qualidade de vida, com espaços verdes e maior tranquilidade a preços convidativos e com boas acessibilidades. Tinha-se construído uma autoestrada e modernizado a linha de caminho-de-ferro. Neste clima de expectativas positivas, a planificação urbana do concelho correspondeu com a classificação de elevadas quantidades de solo a urbanizar.
O ciclo imobiliário rapidamente se inverteu, deixando sem procura a “sobre construção” do período da euforia. Em várias freguesias do Concelho encontram-se diferentes edifícios de habitação que nunca foram acabados. Neste contexto, Unfinished Projects é um projeto de fotografia documental que pretende documentar esta realidade que faz parte da paisagem urbana deste concelho há mais de 10 anos. Existem e coabitam no mesmo espaço, edifícios habitados e inacabados, compondo uma paisagem entre a disfunção e a “predação”; uma espécie de ecossistema do abandono onde a natureza rapidamente se insinua com espécies infestantes na linha da frente. Unfinished Projects opera como uma metáfora da crise económica contemporânea."
enviado por:
Helder Sousa
15 de maio de 2013
Boas Práticas Autárquicas
Ciclo de Conferências Temáticas no âmbito das comemorações dos 25 anos da Associação "In Loco"
Quando:
15 de Maio, entre as 14h30 e as 17h30
Onde:
Auditório da Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional do Algarve
Com quem:
Paula Cabral (Câmara Municipal de Cascais)
Amândio Pinto (Presidente da JF Linhares, Paredes de Coura)
Organiza:
Associação "In Loco" | CCDR Algarve
Ver mais:
http://www.in-loco.pt/
Quando:
15 de Maio, entre as 14h30 e as 17h30
Onde:
Auditório da Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional do Algarve
Com quem:
Paula Cabral (Câmara Municipal de Cascais)
Amândio Pinto (Presidente da JF Linhares, Paredes de Coura)
Organiza:
Associação "In Loco" | CCDR Algarve
Ver mais:
http://www.in-loco.pt/
14 de maio de 2013
"Cidades em Miniaturas - a Revitalização Urbana do Meatpacking District, em Nova York, e da Região da Luz, em São Paulo"
Lançamento do livro

Quando:
14 de Maio | 19:00 até 21:00
Onde:
S. Paulo | UTC-03
Lançamento do livro da designer e cientista social Janaina Maquiaveli, seguido de debate da autora e membros do Coletivo BijaRi, com mediação do designer Gustavo Santos para discussão e tentativa de entender as transformações urbanas que as grandes cidades estão sofrendo e como isso afeta a vida das pessoas e a imagem dessas regiões.
Mais informação:
https://www.facebook.com/events/158623387647626/?ref=3

Quando:
14 de Maio | 19:00 até 21:00
Onde:
S. Paulo | UTC-03
Lançamento do livro da designer e cientista social Janaina Maquiaveli, seguido de debate da autora e membros do Coletivo BijaRi, com mediação do designer Gustavo Santos para discussão e tentativa de entender as transformações urbanas que as grandes cidades estão sofrendo e como isso afeta a vida das pessoas e a imagem dessas regiões.
Mais informação:
https://www.facebook.com/events/158623387647626/?ref=3
13 de maio de 2013
Cidadania, Paisagem Urbana e Espaço Público
Workshop
Quando:
13 de Maio | 10h00 às 16h30
Onde:
FCSH/NOVA | Edifício I&D, Piso 4 |Sala Multiusos 3
Organização no âmbito da Pós-Graduação em Jardins e Paisagem
Quando:
13 de Maio | 10h00 às 16h30
Onde:
FCSH/NOVA | Edifício I&D, Piso 4 |Sala Multiusos 3
Organização no âmbito da Pós-Graduação em Jardins e Paisagem
12 de maio de 2013
La Sagrera – Sant Andreu – Sant Martí. Tres barrios en transformación
Itinerario La Sagrera
Quando:
12 de mayo, a las 10 h
Onde:
Barcelona - CCCB
Programa:
El entorno de la Sagrera es el lugar en el que se está ejecutando la transformación urbanística de mayores dimensiones de la ciudad de Barcelona, con la construcción de la nueva gran estación ferroviaria de Barcelona para el tren de alta velocidad y la incorporación de un gran parque lineal desde el puente de Bac de Roda hasta el nudo de la Trinitat. El recorrido rodea el sector primero por encima y después por debajo. Se inicia en el barrio del Clot para ir hacia la Sagrera y Sant Andreu. Al llegar al barrio de Sant Andreu visitaremos dos operaciones destacables: la Casa Bloc, pensada como modelo de la vivienda obrera de la Generalitat Republicana, y el nuevo barrio en construcción, donde estaban los cuarteles militares de Sant Andreu. Al llegar al paseo de Santa Coloma y al nudo de la Trinitat, se regresa al punto de origen por el Bon Pastor, la Verneda y Sant Martí.
Para participar en el itinerario hay que llevar la bicicleta.
Distancia aproximada: 12 km
Mais informação:
http://www.cccb.org/es/itinerari-la_sagrera_sant_andreu_sant_mart_tres_barrios_en_transformacin-40364
Quando:12 de mayo, a las 10 h
Onde:
Barcelona - CCCB
Programa:
El entorno de la Sagrera es el lugar en el que se está ejecutando la transformación urbanística de mayores dimensiones de la ciudad de Barcelona, con la construcción de la nueva gran estación ferroviaria de Barcelona para el tren de alta velocidad y la incorporación de un gran parque lineal desde el puente de Bac de Roda hasta el nudo de la Trinitat. El recorrido rodea el sector primero por encima y después por debajo. Se inicia en el barrio del Clot para ir hacia la Sagrera y Sant Andreu. Al llegar al barrio de Sant Andreu visitaremos dos operaciones destacables: la Casa Bloc, pensada como modelo de la vivienda obrera de la Generalitat Republicana, y el nuevo barrio en construcción, donde estaban los cuarteles militares de Sant Andreu. Al llegar al paseo de Santa Coloma y al nudo de la Trinitat, se regresa al punto de origen por el Bon Pastor, la Verneda y Sant Martí.
Para participar en el itinerario hay que llevar la bicicleta.
Distancia aproximada: 12 km
Mais informação:
http://www.cccb.org/es/itinerari-la_sagrera_sant_andreu_sant_mart_tres_barrios_en_transformacin-40364
9 de maio de 2013
EUROGEO Conference 2013: Geography: linking tradition and future
The 2013 European Association of Geographers conference
Quando:
from 9-11 May 2013
Onde:
Belgium, Bruges, at Sint-Lodewijkscollege, in collaboration with Ghent University.
Temas:
Geography and internationalisation: Geography (geo earth) deals with places, people and cultures. It explores international issues ranging from physical, urban and rural environments, and their evolution, to climate, pollution, development and political-economy.
Key issues are how these features are interconnected, forming patterns and processes impacting on present and future generations. By its nature Geography continues to connect the physical, human and technological sciences.
Mais informação:
http://www.eurogeography.eu/conference/2013-bruges/bruges2013.html
Quando:
from 9-11 May 2013
Onde:
Belgium, Bruges, at Sint-Lodewijkscollege, in collaboration with Ghent University.
Temas:
Geography and internationalisation: Geography (geo earth) deals with places, people and cultures. It explores international issues ranging from physical, urban and rural environments, and their evolution, to climate, pollution, development and political-economy.
Key issues are how these features are interconnected, forming patterns and processes impacting on present and future generations. By its nature Geography continues to connect the physical, human and technological sciences.
Mais informação:
http://www.eurogeography.eu/conference/2013-bruges/bruges2013.html
8 de maio de 2013
Oeiras Internacional Conferência das Paisagens Urbanas: Paradigmas e Utopias
Integrada na 9.ª UrbaVerde – Fórum das Cidades Sustentáveis, Oeiras Internacional, a Conferência das Paisagens Urbanas: Paradigmas e Utopias, vem trazer a debate a Paisagem Urbana e o Património Paisagístico.
Quando:
8 de Maio de 2013
Onde:
Lagoas Park Hotel - Oeiras
A iniciativa acompanha a Europa na actual discussão sobre a Paisagem, que se enquadra na Convenção Europeia da Paisagem, pelo despertar da atenção para o mundo paisagístico que nos rodeia, o espelho construído de todas as nossas atitudes sociais económicas e políticas.
Programa
9h30
Sessão de Abertura
10h15
Inspirational Speech: Urban Landscapes Towards a New Quality of Life
Norman Foster
10h45
Keynote Speech: Paradigmas e Utopias na Transformação da Paisagem Urbana
José Pacheco Pereira
11h30
1.º Painel – Paisagens Paradigmáticas
Moderador: Paulo Correia
- A Arquitectura na Paisagem Urbana
Nuno Mateus
- A Paisagem como Veículo de Planeamento Estratégico
Ana Palha e Nuno David
- A intervenção e a Gestão em Paisagens Notáveis
Luís Paulo Ribeiro
- Paisagens e Infra-Estruturas da Contemporaneidade
Álvaro Domingues
Debate
14h30
2.º Painel – da Utopia à Realidade das Paisagens Urbanas
Moderador: Sidónio Pardal
- A Cidade Habitada
Gonçalo M. Tavares
- A Paisagem Protegida e a Vivência Urbana
António José Correia
- Water as an instrument of urban Landscape and architectonic design
Clemens Steenbergen
- Os equipamentos Coletivos na Construção da Paisagem Urbana
Tomás Taveira
Debate
16h25
Mesa Redonda Internacional – Tendências e Realidades da Paisagem do séc. XXI
Moderador: João M. Teixeira
Margarida Caldeira, Clemens Steenbergen, Cecilia Gorsky, Katharina Erne, Miguel Braula Reis, António Magalhães
Debate
Ver mais:
http://www.jornalarquitecturas.com/UrbaVerde/9ªUrbaverde2013/Apresentação.aspx
Quando:
8 de Maio de 2013
Onde:
Lagoas Park Hotel - Oeiras
A iniciativa acompanha a Europa na actual discussão sobre a Paisagem, que se enquadra na Convenção Europeia da Paisagem, pelo despertar da atenção para o mundo paisagístico que nos rodeia, o espelho construído de todas as nossas atitudes sociais económicas e políticas.
Programa
9h30
Sessão de Abertura
10h15
Inspirational Speech: Urban Landscapes Towards a New Quality of Life
Norman Foster
10h45
Keynote Speech: Paradigmas e Utopias na Transformação da Paisagem Urbana
José Pacheco Pereira
11h30
1.º Painel – Paisagens Paradigmáticas
Moderador: Paulo Correia
- A Arquitectura na Paisagem Urbana
Nuno Mateus
- A Paisagem como Veículo de Planeamento Estratégico
Ana Palha e Nuno David
- A intervenção e a Gestão em Paisagens Notáveis
Luís Paulo Ribeiro
- Paisagens e Infra-Estruturas da Contemporaneidade
Álvaro Domingues
Debate
14h30
2.º Painel – da Utopia à Realidade das Paisagens Urbanas
Moderador: Sidónio Pardal
- A Cidade Habitada
Gonçalo M. Tavares
- A Paisagem Protegida e a Vivência Urbana
António José Correia
- Water as an instrument of urban Landscape and architectonic design
Clemens Steenbergen
- Os equipamentos Coletivos na Construção da Paisagem Urbana
Tomás Taveira
Debate
16h25
Mesa Redonda Internacional – Tendências e Realidades da Paisagem do séc. XXI
Moderador: João M. Teixeira
Margarida Caldeira, Clemens Steenbergen, Cecilia Gorsky, Katharina Erne, Miguel Braula Reis, António Magalhães
Debate
Ver mais:
http://www.jornalarquitecturas.com/UrbaVerde/9ªUrbaverde2013/Apresentação.aspx
7 de maio de 2013
Debate "O interior está em risco de desaparecer?"
Debate incluído no ciclo Presente no Futuro - "Os portugueses em 2030"
Quando:
7 Maio - 17h00
Onde:
Universidade de Évora, Grande Auditório da Reitoria
Portugal é um país muito diverso. O povoamento do território é uma dessas marcas. Os últimos anos mantiveram a tendência de despovoamento do país rural a favor das áreas urbanas e do litoral. Em contraste com esta tendência antiga, registam-se novos movimentos de população. Enquanto as Áreas Metropolitanas de Lisboa e Porto continuam a acolher jovens em busca de um futuro diferente, há muitos citadinos que tomam a iniciativa de regressar a uma vida diferente, eventualmente mais calma e em contacto com a natureza, mas com a nova tecnologia e os acessos fáceis a esbater distâncias.
Será que o interior está em risco de ficar totalmente despovoado? E será que o despovoamento significa necessariamente abandono? Haverá um interior diverso do que nos mostram as reportagens de rostos envelhecidos e de aldeias vazias? As cidades de pequena e de média dimensão têm futuro? No futuro, a vida nas cidades será diferente? E nos campos?
Ver mais:
http://www.presentenofuturo.pt/encontros/home
Quando:
7 Maio - 17h00
Onde:
Universidade de Évora, Grande Auditório da Reitoria
Portugal é um país muito diverso. O povoamento do território é uma dessas marcas. Os últimos anos mantiveram a tendência de despovoamento do país rural a favor das áreas urbanas e do litoral. Em contraste com esta tendência antiga, registam-se novos movimentos de população. Enquanto as Áreas Metropolitanas de Lisboa e Porto continuam a acolher jovens em busca de um futuro diferente, há muitos citadinos que tomam a iniciativa de regressar a uma vida diferente, eventualmente mais calma e em contacto com a natureza, mas com a nova tecnologia e os acessos fáceis a esbater distâncias.
Será que o interior está em risco de ficar totalmente despovoado? E será que o despovoamento significa necessariamente abandono? Haverá um interior diverso do que nos mostram as reportagens de rostos envelhecidos e de aldeias vazias? As cidades de pequena e de média dimensão têm futuro? No futuro, a vida nas cidades será diferente? E nos campos?
Ver mais:
http://www.presentenofuturo.pt/encontros/home
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