15 de março de 2012

Exposition "Vers de nouveaux logements sociaux 2"

Quando:
15 mars 2012 - 13 avril 2013

Onde:
Paris - Cité de l'architecture et du patrimoine - Palais de Chaillot - dans l’espace dédié aux accrochages temporaires dans la galerie moderne et contemporaine du musée

Le logement reste la question fondamentale de l’aménagement des villes aujourd’hui. Comment réussir à inventer encore dans un secteur si contraint par la norme et les réglementations de tous ordres, à transcender la logique économique et la banalité qu’elle engendre pour faire émerger des solutions et ouvrir la voie à de nouvelles expérimentations ? Créer ou recréer de l’urbanité, recoudre les tissus déchirés, modifier le regard porté sur les ensembles construits au cours des trente glorieuses, tels sont les défis auxquels se confrontent les architectes et les maîtres d’ouvrage qui aspirent encore à faire du logement social un laboratoire d’architecture.

L’exposition s’articule en deux parties.

La première présente seize opérations de différentes échelles, sélectionnées dans l’Hexagone, de Saint-Nazaire à Mérignac, Paris ou Lyon, pour l’intérêt de leur démarche, qu’elle se définisse de manière constructive, urbaine, ou en termes d’usage. De nouvelles typologies de l’habitat s’affirment ainsi dans le champ de la mixité sociale et programmatique, en centre ville, en périphérie, mais aussi en milieu rural.

La seconde partie élargit le cadre et met en perspective. Différents éléments de comparaison, présentés pour la plupart sur écrans, se développent en cinq sections : les jalons de l’histoire du logement social en France au xxe siècle ; les projets présentés dans la précédente édition de l’exposition (2009-2011) qui sont aujourd’hui construits, comme la transformation de la tour Bois-le-Prêtre à Paris ; d’autres démarches intéressantes repérées en France dans différents contextes ; le programme spécifique du « logement étudiant » dans l’Hexagone ; et, finalement, un panorama européen faisant état de la vitalité de la production dans le domaine de l’habitat social, des Pays-Bas à l’Espagne en passant par la Belgique et la Croatie…

Mais informação:
http://www.citechaillot.fr/fr/expositions/expositions_temporaires/24412-vers_de_nouveaux_logements_sociaux_2.html

Debates APG: A Reforma da Administração Local em Portugal

Debates APG: A Reforma da Administração Local em Portugal

A propósito da Reforma Administração Local a APG organiza um conjunto de debates: A Reforma da Administração Local em Portugal. Os Geógrafos promovem assim a discussão pública sobra a proposta de reforma administrativa envolvendo os políticos e a sociedade civil.

Quando: 14 de Março

Onde: Universidade de Lisboa - Auditório III da Faculdade de Letras



Quando: 15 de Março

Onde: Porto, Faculdade de Letras da Universidade do Porto (FLUP) - Sala de Reuniões (piso 2)

10 de março de 2012

O papel dos cidadãos na revitalização dos Centros Históricos

CICLO DE DEBATES - 2012 PATRIMÓNIO DE TORRES VEDRAS: MAIS VIDA NO CENTRO HISTÓRICO

Quando: 10 de Março - Sábado - 16 h

Onde: Torres Vedras - Auditório Municipal - Av 5 outubro

Nesta que é a sessão inaugural do ciclo de debates, contaremos com a presença da Eng. Carmen Quaresma (Coordenação da Estrutura de Gestão e Implementação do Torres ao Centro - Unidade de Apoio Técnico) que fará o ponto de situação relativo ao programa, bem como nos dará conta dos resultados do 2º Fórum de Participação Pública do Torres ao Centro.
Serão também convidados a participar no debate movimentos cívicos e cidadãos empenhados na revitalização do Centro Histórico.

Mais informação:
http://patrimoniodetorresvedras.blogspot.com/p/mais-vida-no-centro-historico.html

Enviado por:
Rui Matoso

CICLO DE DEBATES - 2012 PATRIMÓNIO DE TORRES VEDRAS: MAIS VIDA NO CENTRO HISTÓRICO



Um ciclo de debates que procura responder às inquietações de todos os que se preocupam com a crescente desertificação da zona histórica da cidade de Torres Vedras.
Propostas concretas e realizáveis! É isso que procuramos.

Quando: Sábados 16 h - 10 e 24 de Março; 14 e 28 Abril; 12 de Maio

Onde: Torres Vedras - Auditório Municipal - Av 5 outubro

PROGRAMA:
10 Março - O papel dos cidadãos na revitalização dos Centros Históricos
24 Março - Espaços devolutos, novos usos culturais e criativos
14 Abril - Memórias do Centro Histórico
28 Abril - Arquitetura e Urbanismo
12 Maio - Economia e inovação social


Mais informação:
http://patrimoniodetorresvedras.blogspot.com/p/mais-vida-no-centro-historico.html

Enviado por:
Rui Matoso

9 de março de 2012

A Reforma da Administração Local em Portugal

In:
Notícias APG 09/03/2012
Associação Portuguesa de Geógrafos

Aceda à Proposta de Lei n.º 44/XII - Reorganização Administrativa Territorial Autárquica.

Informação relacionada | in Portal no Governo:
REFORMA DA ADMINISTRAÇÃO LOCAL
DOCUMENTOS OFICIAIS

O Governo propõe uma mudança estrutural e estratégica da administração local autárquica através de:
· reforma da gestão,
· reforma do território, e
· reforma política, criando uma administração mais eficaz e eficiente e racionalizando os recursos públicos:

Documento Verde da Reforma da Administração Local Tipo: PDF, Peso: 1,51Mb

Documento Verde da Reforma da Administração Local - Anexos Tipo: PDF, Peso: 2,49Mb

Resolução sobre a Reforma Administracao Local

8 de março de 2012

"Vida no Campo" de Álvaro Domingues

Vida no Campo faz parte de uma trilogia.
A rua da Estrada foi dos livros mais interessantes sobre a paisagem à beira estrada e seguramente dos mais originais. Suponho que este também o poderá ser na sua versão rural. No website indicado conseguem espreitar o interior da obra.
www.alvarodomingues.net
Jorge Gonçalves

Vida no Campo não é uma, são muitas janelas abertas em simultâneo. Perdidos os nexos estáveis que desvendavam o filme-narrativa da realidade do rural, o actual contexto de mudança acelerada está a desmultiplicar até ao infinito as representações sobre a ruralidade: a pos-, a neo-, a des-ruralizacão.
A leitura do rural redistribui-se e dissipa-se em múltiplas esferas, ou, então, é condensada e fantasiada numa só. É impossível manter todas estas janelas abertas em simultâneo e daí nasce uma crise de sentido. É difícil reaprender o rural e sobre ele construir novas identidades.

É difícil encontrar continuidades entre as memórias mais ou menos ficcionadas do passado e o que lhes está a acontecer. É difícil entender a simultaneidade e a contradição dos acontecimentos e o modo como se sucedem. É difícil, sobretudo, controlar as emoções acerca do que acontece. Estamos a um passo de uma crise total de sentido. Esta conjuntura produz-se numa hiper-abundância de imagens e elas organizam-se em múltiplas narrativas. Serão listas infinitas de imagens, sensações e emoções, uma Vida no Campo et cetera, isto é, uma vida que tende a conter uma infinidade de coisas e relações entre coisas.
Dafne Editora

Em curso a subscrição do livro...
Preço:vinte e um euros
Participe na página:
www.alvarodomingues.net

Congresso Internacional Paisagem e Comunidade: Desenho, Gestão e Participação Pública


Quando: 8 e 9 de Março de 2012

Onde: Faro - Universidade do Algarve

Quem organiza: em parceria - a Câmara Municipal de Faro, a UAlg - Universidade do Algarve e a Associação Faro 1540
 
A Universidade do Algarve vai receber o primeiro grande encontro entre a Sociedade e a Paisagem.
De carácter internacional, este encontro tem como objectivo optimizar a relação entre a paisagem e os seus recursos, o seu desenho, a sua gestão e as comunidades que a vivenciam, numa perspectiva de sustentabilidade.
Aqui estarão reunidos os interessados e especialistas nas questões de ordenamento do território, de criação de novas paisagens produtivas integradas em meio urbano e no correcto desenvolvimento e valorização de paisagens protegidas.
A manhã do segundo dia do Congresso Internacional Paisagem e Comunidade: Desenho, Gestão e Participação Pública será dedicado a Workshops, que decorrerão em três sessões paralelas. Nestas sessões serão apresentados, de um modo prático e inédito, os caminhos e os casos de sucesso nacionais e internacionais para o uso do Património Paisagístico como ferramenta de competitividade. A tarde fica reservada para Visitas Temáticas orientadas pelos formadores..

PROGRAMA

8 de Março – Conferência
 
9h15 – Recepção dos Participantes
 
9h30 – Sessão de Abertura
o    José Macário Correia, Presidente, CM Faro
o    João Guerreiro, Reitor, UALG – Universidade do Algarve
o    João Pedro Costa, Director, Jornal Arquitecturas
o    Inês Pereira de Lima, Directora, Grupo About Media
 
10h15 – Novas Visões e Novos Desafios para a Paisagem
Moderador: Fernando Pessoa, Presidente, APAP – Secção Regional do Algarve
o    New Synergies Between the City and Nature
Jeoffroy de Caslelbajac and Henri de Dreuzy, Landscape Architects and Partners, Agence Babylone
o    PAYSMED URBAN – Abordagens à Paisagem Mediterrânica
 José Brito e Gonçalo Mártires, Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional do Algarve, CCDR Algarve
o    A Paisagem como Recurso: Empreender no Mundo Rural
João Ministro, Coordenador, Projecto Querença
o    Debate
 
11h30 – Pausa para Café

11h50 – O Turismo como Dinamizador da Paisagem e das Comunidades
Moderadora: Carla Almeida, Professora, Escola Superior de Gestão, Hotelaria e Turismo, UALG
o    A Paisagem Vinhateira como factor de diferenciação: Wine Resort L’AND Vineyards
José Sendim Cunhal, Presidente, Grupo Sousa Cunhal
o    O Turismo em Sintonia com o Património Paisagístico: Pousada de Estoi
João Ceregeiro e Alexandre Berardo, Arquitectos Responsáveis, Pousada de Estoi
o    El Paisage en el Desarrollo de Productos Turísticos: La Estrategia del Plan Territorial Insular de Menorca – Renovación de las Zonas Turísticas
Jose María Ezquiaga, Professor, Escuela Técnica Superior de Madrid, Universidad Politécnica de Madrid
o    Debate
 
13h15 – Almoço Livre
 
14h30 – Gestão Participada da Paisagem
Moderador: Gonçalo Gomes, Gestor de Projecto, Polis Litoral da Ria Formosa
o    Gestão de Áreas Protegidas
o    Planning for People
Michael Calder, Land Use Planning Adviser, National Trust
o    Engage with a Future Community
Kathryn Anderson, Director, Barton Willmore
o    Debate
 
16h00 – Pausa para Café
 
16h20 – Mesa Redonda: A Paisagem como Valor Competitivo
Moderador: António Covas, Professor, Faculdade Economia – UALG
o    Henrique Cabeleira, Chefe de Divisão de Ordenamento do Território, Conservação da Natureza e Valorização da Paisagem, CCDR- Algarve
o    Luís Pedro Carmo Costa, Partner, Neoturis
o    Margarida Santos, Professora, Escola Superior de Gestão, Hotelaria e Turismo – UALG
o    Pedro George, Professor, Faculdade Arquitectura - UTL
 
18h15 – Sessão de Encerramento:
Pedro Afonso Paulo, Secretário de Estado do Ambiente e do Ordenamento do Território
 
18h45 – Cocktail de Encerramento

9 de Março
 
09h30 – 12h30 - Workshops
 
Workshop 1 – Boosting Public Participation: How to involve the community in the design, construction and experience of the public spaces
Kathryn Anderson, Director, Barton Willmore
 
Workshop 2 – Active Nature: How to develop productive landscapes, of great biological richness and low environmental impact
Jeoffroy de Caslelbajac and Henri de Dreuzy, Landscape Architects and Partners, Agence Babylone
 
Workshop 3 – Rentabilizar o montado de sobro: Como uma espécie protegida nos coloca na liderança mundial das exportações
Orador em Confirmação
 
Workshop 4 – Soil Bioengineering: Working Naturally in Protected Areas and Out
Carlo Bifulco, Soil Bioengineering Adviser, Centro Ecologia Aplicada Baeta Neves, Instituto Superior de Agronomia UTL
 
Workshop 5 – Recuperação da Paisagem Cultural
Orador em Confirmação
 
Workshop 6 – Integração do Golfe na Paisagem Local: A Responsabilidade Ecológica como Trunfo Turístico
Orador em Confirmação
  
12h30 – 14h00 - Almoço Livre
 
14h00 – 17h00 - Visitas de Campo

A - Percurso Água Estói
Orientadora: Teresa Valente, Arquitecta, CM de Faro
Acompanhamento: Sónia Azambuja,  Arqt.ª Paisagista - Professora, UAlg 

B - Parque Natural da Ria Formosa
Orientador: Nuno Lecoq, Técnico Superior, Direcção Regional de Florestas do Alentejo
Acompanhamento: Henrique Cabeleira,  Arqt. Paisagista - Professor, UAlg

C - Zona Ribeirinha de Faro
Orientador: Miguel Marques Pereira, Director, Land Design
Acompanhamento: Amélia Santos, Arqt.ª Paisagista - Professora, UAlg
 
mais informação:
http://www.jornalarquitecturas.com/Conferências/CongressoInternacionalPaisagemeComunidade.aspx
 

15 de fevereiro de 2012

Álvaro Domingues em Évora


Palestra/ Encontro em Évora com Álvaro Domingues, nos Ciclos de S. Vicente

Quando: Na próxima 4ª feira, dia 15, 18h

Onde: Em Évora, na Igreja de S. Vicente

Quem organiza: a Colecção B Associação Cultural

CICLOS DE SÃO VICENTE - RURALIDADES
«O binário cidade-campo constitui uma das dicotomias mais significativas da nossa perceção da espacialidade e das construções culturais que pela espacialidade se representam.
Ao lado das cidades ideais (e idealizadas), lugares de urbanidade e civilidade exemplares, as ruralidades representam muitas vezes o estranho, o selvático, tantas vezes o impróprio e o desconhecido. Mas também, paradoxalmente, o alimentar, o paradisíaco ou o autêntico.
Apesar da longa duração destas (des)continuidades, há que reconhecer que aquilo a que continuamos a chamar campo, a vida no campo, não é já o que era.
O mundo rural globalizou-se, é hoje palco de contaminações várias, hibridou-se e redesenhou os seus limites. O espaço e os seus modos de vida impõe-nos hoje respostas e perguntas renovadas, abrem-se a inquietações e inquirições outras, espelhando talvez o estatuto transgenérico de que fala Álvaro Domingues na sua irreverente leitura da vida no campo.
A completar a viagem que fizemos ao tema cidades, iniciamos agora esta incursão nas ruralidades olhando para o passado distante e próximo, sim, mas sobretudo para os dias de hoje, para a cidade que temos e para os seus passados, limites, intervalos, patrimónios, modos e tempos de celebração e participação.»

In: Agenda Câmara Clara - Diversos
http://camaraclara.rtp.pt/#/agenda/7/1329267661/

27 de janeiro de 2012

Beja vai disponibilizar 138 talhões para hortas urbanas. E os agricultores podem vender o excedente.


A exemplo de muitas outros habitantes de cidades e vilas portuguesas, também os cidadãos de Beja vão ter acesso a terrenos para criarem as suas próprias hortas urbanas, de acordo com o presidente da câmara, Jorge Pulido Valente.
De acordo com o autarca, o município avançou para este projecto para “regularizar as situações de cultivo desordenado” existentes no perímetro urbano da cidade, “incentivar a agricultura urbana” e apoiar as famílias carenciadas.
“Ao permitir a produção própria” de produtos agrícolas, o projeto é também uma “resposta social” para “apoiar famílias carenciadas”, frisou Pulido Valente, explicando que, no processo de atribuição de terrenos para criação das hortas, o município vai ter “em consideração” a situação económica dos agregados familiares dos interessados e “privilegiar” os mais carenciados.
As hortas serão cultivadas num terreno situado entre a Urbanização Quinta d’El Rei e o Bairro de Palame, com 1,25 hectares divididos por 138 talhões. Cada talhão tem entre 40 e 80 metros quadrados e será regado através de uma nora tradicional.
Se está interessado em ser agricultor urbano terá de se inscrever no Gabinete de Planeamento e Desenvolvimento da Câmara de Beja. Terá também de pagar uma tarifa mensal, que constituirá um fundo comum de reservas e visa, essencialmente, a manutenção e conservação do espaço e equipamentos.
A atribuição dos talhões vai privilegiar as primeiras inscrições, os residentes das freguesias urbanas da cidade e as situações de carência económica do agregado familiar dos candidatos.
Além do abastecimento de água, os hortelões terão acesso a um ponto de luz, a um abrigo comum para depósito de utensílios agrícolas, a um espaço comum para compostagem ou depósito de resíduos orgânicos, instalações sanitárias, zona de primeiros socorros e um painel informativo para divulgação de informação sobre modos de produção e práticas culturais ambientalmente correctas.
Finalmente, e como o projecto tem a preocupação de aliviar os orçamentos familiares, no caso de haver excedentes, estes podem ser comercializados. “Isso irá permitir obter um complemento ao orçamento familiar”, concluiu Jorge Pulido Valente.

in:
GREEN SAVERS

enviado por:
Maria Albina Martinho

PPP's: A polis, o planeamento e os projetos 2‏

Ciclo de debates sobre cidades e ordenamento do território

Quando? 13, 20 e 27 de Janeiro de 2012 - 16 horas

Onde? Porto - FLUP

Iniciativa conjunta:
- Departamento de Geografia da FLUP
- CEGOT (Centro de Estudos de Geografia e Ordenamento do Território)
- Mestrado em Riscos, Cidades e Ordenamento do Território

PROGRAMA

13 de Janeiro (Sala de reuniões, piso 2) - A POLIS
João Teixeira Lopes e Manuel Correia Fernandes

20 de Janeiro (Sala de reuniões, piso 2) - OS PLANOS
Manuel Miranda, Manuela Juncal e Joaquim Flores

27 de Janeiro (Sala 308, piso 3) - OS PROJETOS
Fernando Gomes, Carlos Martins e Pedro Chamusca

Cartaz
Entrada Livre
Entrega de certificado de presença

in:
http://www.apgeo.pt/files/docs/Newsletter/Noticias_APG_05_01_2011.htm

20 de janeiro de 2012

Conferência Internacional: Governância e sustentabilidade metropolitana - Desafios, ambições e perspectivas


O evento tem como objectivo analisar o modelo de governação, de governância e sustentabilidade das áreas metropolitanas do país, pois é nestes territórios que se concentram problemas estruturalmente complexos e fragilidades estratégicas, a par de oportunidades alavancadoras dos processos de desenvolvimento.

Quando? 20 Janeiro

Onde? Reitoria da Universidade Nova de Lisboa - Auditório - Campus de Campolide

No âmbito da Comemoração dos 20 anos da instituição das Áreas Metropolitanas em Portugal, a conferência é organizada pela Área Metropolitana de Lisboa e pela Faculdade de Ciências e Tecnologia da Universidade Nova de Lisboa.

Participação gratuita mediante inscrição no site www.aml.pt

in: http://www.apgeo.pt/files/docs/Newsletter/Noticias_APG_02_01_2012.htm#Quatro

11 de janeiro de 2012

Seminário "Territórios Resilientes - Que Perspectivas, para que Realidades?"


Seminário Temático da Escola Doutoral

Enquadramento da Temática
Teresa Barata Salgueiro

Quando? 11 de Janeiro de 2011 - 14h30 / 18h30
Onde? Lisboa (Av. Prof. Gama Pinto) - Edifício IGOT - Auditório Orlando Ribeiro

Programa

- Quadro Conceptual da Investigação sobre o Prisma da Resiliência: Dificuldades e Desafios
Helena Farrall, Herculano Cachinho, Margarida Queirós
Moderadora: Maria Lucinda Fonseca

- Território e Resiliência: Operacionalização do Quadro Conceptual
Maria do Rosário Partidário, Mário Vale, Fernando Teigão dos Santos
Moderadora: Eduarda Marques da Costa

9 de janeiro de 2012

21 de novembro de 2011

Encontro Anual da Ad Urbem

Encontro Anual da Ad Urbem

Quando? 25 e 26 de Novembro

Onde? Oeiras - Carnaxide - Auditório Ruy de Carvalho

O Encontro Anual da Ad Urbem de 2011, sobre Políticas de Solos no Direito do Urbanismo e da Construção, tem início na próxima sexta-feira, dia 25 de Novembro, em Oeiras. 

Este ano a Ad Urbem propõe-se debater as questões suscitadas pela prevista revisão da Lei dos Solos, iniciada pelo anterior governo e retomada pelo actual. 

Os painéis temáticos, em que são conferencistas convidados Claudio Monteiro, Fernanda Paula Oliveira, Pedro Bingre do Amaral e Sidónio Costa Pardal, irão como habitualmente ser enriquecidos com a apresentação das várias comunicações já recebidas pela Ad Urbem e com um debate geral entre todos os participantes.
A conferência de encerramento, no dia 26, será proferida por Demetrio Muñoz Gielen, investigador da Universidade de Radboud Nijmegen, na Holanda, que se tem dedicado ao estudo do problema da retenção das mais-valias geradas nos processos de reabilitação e recomposição urbana. 

As inscrições on line estão abertas até às 24H00 do dia 23 de Novembro. Podem ainda inscrever-se no próprio dia 25 Novembro, junto do secretariado do Encontro. 

Enviado por:
AD URBEM 
Associação para o Desenvolvimento do Direito do Urbanismo e da Construção

16 de novembro de 2011

The Urbanism Awards 2012

The Academy of Urbanism, um grupo independente que reúne especialistas de áreas ligadas ao urbanismo na Grã-Bretanha e Irlanda, declarou Lisboa a Cidade Europeia do Ano 2012, prémio votado por cerca de 500 académicos e que distingue um conjunto de boas práticas urbanísticas. A capital portuguesa concorria com Oslo (Noruega) e Gotemburgo (Suécia) e conseguiu levar o troféu para casa: conquistou o prémio The European City of the Year 2012 da Academy of Urbanism, recebido numa gala realizada na sexta-feira em Londres e na qual a Câmara Municipal de Lisboa (CML) se fez representar pelo seu vice-presidente, Manuel Salgado.

A maioria dos cerca de 500 membros da academia – uma organização “autónoma e politicamente independente”, constituída por um grupo multidisciplinar de pensadores e decisores da Grã-Bretanha e Irlanda dedicado ao urbanismo – deu o voto a Lisboa após, em Agosto, informa a CML, uma delegação daquele organismo ter estado na cidade a analisar e a observar in loco projectos urbanísticos autárquicos.

O programa de visita incluiu a “apresentação dos projectos referentes ao orçamento participativo, Programa BIP/ZIP [Bairros e Zonas de Intervenção prioritária de Lisboa], requalificação e reabilitação da Mouraria, bem como os projectos urbanísticos da frente ribeirinha”.

Os critérios de nomeação da cidade passam por quatro pilares, relacionados com a “cumulatividade das políticas públicas”, Lisboa como “capital da República e da cidadania aberta ao mundo”, como “cidade de bairros, cosmopolita e eficiente”, como “cidade da descoberta”.

Além do prémio para Lisboa, houve ainda outras distinções:

“Grande Cidade 2012″ (grande área metropolitana) – Derry-Londonderry (Irlanda do Norte)
“Grande Bairro 2012″ – o centro histórico e porto de Margate (Inglaterra)
“Grande Rua 2012″ – Steep Hill (Lincoln, Inglaterra)
“Grande Lugar 2012″ – Victoria Quarter (Leeds, Inglaterra)

In:
http://hoffice.wordpress.com/2011/11/15/the-urbanism-awards-2012/

15 de novembro de 2011

Technologies in urban and spatial planning: Virtual cities and territories

IGI Global, a leading international publisher of books and highly ranked scientific journals on technology and all its applications to the various fields of human activities, is publishing a new edited book “Technologies in urban and spatial planning: Virtual cities and territories”.
This book aims to present the state-of-the-art of the development and application of all kinds of new virtual technologies based on the use of hardware and software developed to represent and simulate virtual environments, built spaces, and buildings, and the interactions of these new technological solutions with policy making and design.
Four main editorial objectives were drawn for the project:
▪ To publish a high quality handbook that presents a comprehensive and detailed overview about the use of new technologies in urban and spatial planning and architecture;
▪ To provide solid information that supports the use of these new technologies for assisting design and decision making;
▪ To formulate a rationale that grounds the theory already devised on these topics;
▪ To present, through case study applications, the use of these new technologies and innovative methods based on them.

The Editors
Nuno Norte Pinto, José António Tenedório, António Pais Antunes and Josep Roca

link:
http://www.vctbook.dec.uc.pt/

4th annual conference of the European Urban Knowledge Network (EUKN)

The 4th annual EUKN conference brings together stakeholders for an interactive exchange of strategies, experiences and hands-on knowledge on practical aspects of the urban dimension of Cohesion Policy. Cohesion Policy is the major instrument of the European Union to strengthen economic, social and territorial cohesion. It is also one of the instruments to achieve the Europe 2020 Strategy, aimed at sustainable, smart and inclusive growth. But what does this mean in practice? How are cities involved in this European wide strategy? What programmes and instruments are aimed at supporting cities to contribute to the realisation of EU2020?  How can Europe assist cities in better addressing local challenges? With the new EU programming period (2014-2020) in sight, EUKN and the Polish Presidency would like to stimulate a dialogue on the role of cities.

Opening Conference
Deputy Mayor City of Warsaw (to be confirmed)

Word of Welcome
Mr.Piotr Zuber - Director Ministry of Regional Development Poland

Introduction by Conference Chair
Prof.Dr. Michael Parkinson -  Director of the European Institute for Urban Affairs

Outlook: the urban dimension of the new EU programming period
Representative unit - “conception, forward studies, impact assessment”, European Commission, Directorate General for Regional Policy (to be confirmed)

Identification of local instruments for a successful integrated urban development
Mr Martin zur Nedden, Deputy Mayor of Leipzig

Lessons learnt from urban regeneration
Jan Maarten de Vet, managing director at Ecorys in Brussels


But even more than looking towards future urban policies, this joint conference will focus on what can be learnt from current integral urban projects. All over Europe, cities have gained experience with integrated urban development. The following topics play a prominent role in the conference:

How to construct a successful integrated urban approach at local level?
What financial mechanisms are available to cities and are new innovative financial instruments needed?
What lessons can be drawn for future European programmes?

Other related topics such as “lessons to be learnt from urban regeneration” and “how multi-level governance arrangements can stimulate sustainable, smart and inclusive growth” will be addressed by means of tangible projects. By focussing on concrete local practices, the added value of a strong urban dimension of Cohesion Policy will be discussed.

This two-day conference brings together policy, practice and research. The relation between strategic EU objectives and daily urban practice will be the core focus of this conference. Experts from European, national and local level will share their views on how Cohesion Policy programmes touch upon urban policies and what a possible future might look like. You are invited to share your view and take part in this debate via interactive discussions and workshops.

On-site visits to projects in Warsaw and presentations of good practices from all over Europe will give you a deeper insight in concrete instruments which might further strengthen the effectiveness of your own policy initiatives. The conference will also offer many informal opportunities for knowledge exchange and networking.

Practical information
Location: Ministry of Regional Development, Warsaw, Poland
Fee: No fee
Link:
http://www.eukn.org/Meetings/Register_for_the_EUKN_Annual_Conference_2011

13 de novembro de 2011

Sugestões de Leitura

A Cidade-Providência

Álvaro Domingues

Resumo:
Reflexões sobre o papel do Estado, numa conjuntura de desmantelamento do Estado-Providência, nos processos de urbanização e planeamento urbano.

1. Introdução
2. O estado da arte
3. Ultrapassar dificuldades: a via estreita

Link para o texto integral:
http://ler.letras.up.pt/uploads/ficheiros/artigo8481.pdf

09) 16ª Conferência Europeia sobre Gestão da Mobilidade - ECOMM 2012

Quando? 12 a 15 de Junho

Onde? Frankfurt

Mobility Management – key factor for European development

New challenges for our cities

E-mobility, re-urbanisation, metropolization, cultural and socio-demographic change, economic crisis and constraints

Electric Mobility is one of the main themes at this Conference


Following EU politics and national mainstreams we have to consider that Electric Mobility is one of the most important challenges of changing mobility. We are all aware that there are a lot of challenges for our cities: the central role in a metropolitan region, cultural and demographic change, , the economic crisis which severely strains many city budgets, and to this come the requirements from the EU White Paper, EU targets for climate protection and cleaner vehicles, national contributions to these themes etc. The re-urbanisation brings higher density of land use in cities while at the same time there is still the movement of people to suburban regions in ever larger metropolitan areas. There also seems to be a change of core values, for example there are indications that in many countries, most young people now prefer other status symbols than cars.

How can we use these changes for Mobility Management (MM)? What can MM contribute to (re-)establish living city districts and city centres that offer an attractive lifestyle for all inhabitants?

We cite the EU White Paper 2011: "In cities switching to cleaner transport is facilitated by lower requirements for vehicle range and higher population density. Public transport choices are more widely available, as well as the option of walking and cycling. Cities suffer most from congestion, poor air quality and noise exposure. Urban transport is responsible for about a quarter of CO2 emissions from transport, and 69% of road accidents occur in cities. The gradual phasing out of 'conventionally-fuelled' vehicles from the urban environment is a major contribution to significant reduction of oil dependence, greenhouse gas emissions and local air and noise pollution. It will have to be complemented by the development of appropriate fuelling/charging infrastructure for new vehicles. A higher share of travel by collective transport, combined with minimum service obligations, will allow increasing the density and frequency of service, thereby generating a virtuous circle for public transport modes. Demand management and land-use planning can lower traffic volumes. Facilitating walking and cycling should become an integral part of urban mobility and infrastructure design."

Central topics of the conference
1.   E-mobility – New opportunities for Mobility Management!?
2.   Mobility management as a regional factor
3.   Experiences from Cooperation in European Projects
4.   Awareness and Lifestyle – Considerable inputs for Mobility Management?
5.   The challenge of socio demographic changes – migrants and an aging population
6.   Regeneration of Cities – Contributions of Mobility Management
7.   DECOMM 2012 – German mobility management network goes Europe

27 de outubro de 2011

El urbanismo de la crisis

EL IMPACTO DEL DETERIORO ECONÓMICO

elPeriódico.com
Miércoles, 19 de octubre del 2011

Quien viaja estos días por las grandes ciudades europeas extrae una sensación paradójica. Por una parte, la vida parece fluir inalterada...
...
... Por otra parte, en cambio, la situación de pesimismo respecto de la situación económica y el futuro inmediato es abrumadora, tanto en la Administración pública como en los círculos profesionales y en sectores cada vez más mayoritarios de la ciudadanía.

En el campo del urbanismo -en la Bienal de Urbanistas Europeos celebrada en Génova, en el congreso de la Royal Geographical Society en Inglaterra, entre los colegas universitarios- reina a menudo una impresión extraña de redundancia e impotencia. La disciplina, tan vibrante y polémica en los últimos años, parece ahora agotada e inútil. Quienes habían visto el crecimiento y la remodelación urbana sobre todo como un instrumento de enriquecimiento económico privado han perdido interés, escarmentados por la falta de perspectivas del sector inmobiliario y por las restricciones al crédito. Y quienes, desde la Administración o los movimientos ciudadanos, habían querido hacer del urbanismo una herramienta para la creación de espacio público, la dotación de servicios, la provisión de vivienda asequible y la mejora de las condiciones de vida se encuentran ahora atenazados por la falta de recursos públicos y las exigencias de contención del gasto.

En efecto, los urbanistas no pueden pretender ser ajenos al proceso que engendró la crisis: en España, en el 2006, en el punto más alto del ciclo inmobiliario que tanto ha influido en la situación económica actual, se iniciaron más de 800.000 unidades de vivienda. Cada una de ellas había sido diseñada por un arquitecto y colocada en el territorio por un urbanista. En el campo del urbanismo, todos tenemos responsabilidades: sea por haber contribuido activamente a generar las circunstancias en las que nos encontramos, sea por no haber sabido oponernos con suficiente fuerza a la deriva que nos llevaba a ellas.
Del mismo modo, quienes se dedican al urbanismo no pueden asistir impávidos e inactivos a la tormenta. El 70% de la población europea vive en ciudades y la situación actual puede tener efectos notabilísimos -de hecho los está teniendo ya- sobre la evolución de nuestras áreas urbanas: en la degradación de los barrios, en el empeoramiento de los servicios, en la financiación del transporte público, en la marginación de quienes menos tienen. Para ello es necesario, de manera urgente, debatir la manera de afrontar estos retos desde el planeamiento y la práctica urbanística. Hay que diseñar un urbanismo para la crisis que tenga como preocupación principal evitar la degradación de la ciudad, asegurar la vivienda, hacer frente a los efectos de la segregación, proveer servicios, contribuir a generar empleo.

Se trata, de hecho, de poner las bases de un New Deal para la ciudad europea. Una visión renovada que, en el marco de una estrategia económica de alcance europeo, permita el impulso de otra política urbana: la defensa y mejora de la calidad de la ciudad como medio de atemperar los efectos devastadores de la crisis y de romper con la retórica y la práctica de la austeridad. Solo así nuestras ciudades evitarán la profundización de las fracturas sociales y serán motores de la recuperación.

Oriol Nel·lo
Profesor de Geografía Urbana (UAB)

link para o texto integral:
http://www.elperiodico.com/es/noticias/opinion/urbanismo-crisis-1187727

Convocatoria del Premio Europeo del Espacio Público Urbano 2012


Vinculada desde sus orígenes a la idea de igualdad, pluralidad y progreso, la ciudad contemporánea se enfrenta a nuevos retos derivados de su crecimiento exponencial y de una mayor complejidad social y cultural. En sus espacios públicos se concentran y se expresan de manera radical algunos de los principales problemas de la sociedad actual: segregación, urbanización sin control, homogenización y privatización del espacio urbano son algunos de los fenómenos que ponen en peligro el ideal de comunidad abierta, plural y democrática que es propio de la ciudad europea.

El Premio Europeo del Espacio Público Urbano es un certamen bienal que pretende reconocer y fomentar creación, recuperación y mejora del espacio público, entendiendo su estado como un claro indicador de la salud cívica y colectiva de nuestras ciudades.

El CCCB, la Cité de l'Architecture et du Patrimoine,The Architecture Foundation, el Nederlands Architectuurinstituut, el Architekturzentrum Wien, el Museum of Finnish Architecture y el Deutsches Architekturmuseum convocan la séptima edición del Premio Europeo del Espacio Público Urbano que se concederá el 29 de junio de 2012 en Barcelona.


Hasta el 19 de enero



Más información:
Public Space. http://www.publicspace.org/

EXPOSIÇÃO - Post-it city. Ciudades ocasionales


Quando? a partir del 22 de Septiembre hasta el 20 de febrero de 2012

Onde? Centro Palacio de Cibeles en Madrid

La exposición Post-it city. Ciudades ocasionales, tras haber estado itinerando durante más de tres años por varias entidades latinoamericanas: MAC - Museo de Arte Contemporáneo (Santiago de Chile), EAC - Espacio de Arte Contemporáneo (Montevideo, Uruguay), Espacio Casa de Cultura-La Prensa (Buenos Aires, Argentina) y el Centro Cultural Sao Paulo (Brasil).

«Ciudades ocasionales» es un ambicioso proyecto que investiga los distintos usos temporales que se solapan sobre el territorio urbano. Giovanni La Varra ha propuesto el concepto de post-it city para rastrear esta proliferación de situaciones fugaces, ajenas a las previsiones de la planificación convencional y de las «correcciones» políticas preestablecidas. En su planteamiento, las post-it cities son un tipo de ciudad efímera que infecta a la ciudad ordinaria, a partir de unos usos no codificados, temporales, anónimos y con implícito talante crítico. La propuesta es ampliar esta base hasta el concepto de ciudad ocasional para explorar el fenómeno priorizando las perspectivas ofrecidas desde la arquitectura, el urbanismo y las artes visuales en todas sus posibles variantes para documentarlo y pensarlo. El objetivo de la muestra es provocar la reflexión sobre la pertenencia de la arquitectura, el urbanismo y el arte en el uso del espacio de la ciudad y, especialmente, las conflictivas relaciones del arte entre documentar o estimular este uso.

in:
http://www.cccb.org/es/exposicio_itinerant-post_it_city-39431

24 de outubro de 2011

VIII Congresso da Geografia Portuguesa











“Repensar a Geografia para novos desafios: Competências, Investigação e Acção”

Quando?
26 e 29 de Outubro

Onde? Lisboa - Cidade Universitária

Quem organiza? Associação Portuguesa de Geógrafos e Instituto de Geografia e Ordenamento do Território da Universidade de Lisboa

TEMAS DO CONGRESSO
. Avaliação de programas e planos territoriais
. Crises e respostas sócio-espaciais inovadoras
. Desenvolvimento regional e local
. Dinâmicas dos ambientes físicos e biofísicos
. Geografia, educação e futuro
. Lugares, cultura e identidades
. Mobilidades sociais e geográficas
. Mudanças ambientais e novos paradigmas no uso do território
. Planeamento territorial e governança
. Resiliência e sustentabilidade urbana num mundo em mudança
. Riscos, protecção civil e ordenamento do território
. Sistemas de Informação Geográfica, Detecção Remota e Modelação Territorial
. Turismo, lazeres e viagens

Programa definitivo:
http://www.8congressoapg.igot.ul.pt/admin/wp-content/uploads/2011/10/programa8CGP.pdf

Arquitectura e Planeamento Urbano em Hamburgo


conferência de Jörn Walter

Quando? 26 de Outubro 2011 . 14h30

Onde? Porto . auditório Fernando Távora . FAUP

in:
http://hoffice.wordpress.com/

23 de outubro de 2011

1ª CONFERÊNCIA DE PLANEAMENTO REGIONAL E URBANO & 11º WORKSHOP DA APDR



'TERRITÓRIO, MERCADO IMOBILIÁRIO E A HABITAÇÃO'

Quando? 11 NOVEMBRO 2011
Onde? UA
Tema: 'TERRITÓRIO, MERCADO IMOBILIÁRIO E A HABITAÇÃO'

O tema «Território, Mercado Imobiliário e Habitação» dominará a 1ª Conferência de Planeamento Regional e Urbano e o 11º Workshop APDR (Associação Portuguesa de Desenvolvimento Regional), evento duplo que decorrerá na Universidade de Aveiro a 11 de Novembro. Profissionais, investigadores e estudantes estão convidados para a discussão ou apresentação de trabalhos de investigação científica ou relacionados com a prática profissional, que abarquem questões relativas ao mercado imobiliário e da habitação.

PROGRAMA PROVISÓRIO

09H00 – 10H00: RECEPÇÃO DOS PARTICIPANTES

10H00 – 10H30: Sessão de Abertura
Coordenação: João Marques
Reitor da Universidade de Aveiro; Presidente da Associação Portuguesa para o Desenvolvimento Regional; Director do Departamento de Ciências Sociais, Políticas e do Território; Director do curso de Planeamento Regional e Urbano

10H30 – 12H30: Sessão Plenária: Territory and Housing Market
Coordenação: Eduardo Anselmo Castro
Duncan Maclennan (St. Andrews University); George Galster (Wayne State University); Tapabrata Maiti (Michigan State University)

12H30 – 14H00: INTERVALO PARA ALMOÇO

14H00 – 17H00: Sessões paralelas

17H00 – 17H30: PAUSA PARA CAFÉ

17H30 – 19H30: Mesa Redonda: A habitação em 2030: uma visão prospectiva
Coordenação: Jorge Carvalho
António Fonseca Ferreira; António Manzoni (AECOPS); Isabel Guerra (ISCTE); João Ferrão (ICS); Ricardo Guimarães (Confidencial Imobiliário)

19H30 - Sessão de Encerramento
Coordenação: Eduardo Anselmo Castro
Representante do governo para as questões do planeamento/ habitação; Representante da reitoria; Presidente da unidade de investigação em Governança, Competitividade e Políticas
Públicas GOVCOPP; Presidente da Associação Portuguesa para o Desenvolvimento Regional

20H00 – JANTAR DE ENCERRAMENTO

mais informação em:
http://uaonline.ua.pt/upload/med/med_1918.pdf
http://www.ua.pt/getin_ua/PageText.aspx?id=13403
http://www.apdr.pt/evento_11/

IV SEMINÁRIO INTERNACIONAL DE TURISMO E PLANEAMENTO DO TERRITÓRIO


TURISMO E CIDADE planear o turismo para a cidade; planear a cidade para o turismo

Quando?
11/11/2011
Onde? Lisboa, Ed. Faculdade de Letras - Anf. III
Quem organiza? Núcleo de Investigação em Turismo, Cultura e Território (TERRiTUR), do Instituto de Geografia e Ordenamento do Território, da Universidade de Lisbo

mais informação:
http://www.apgeo.pt/files/docs/Newsletter/TPT11_info.pdf

Esta edição terá como tema “Turismo e cidade: planear o turismo para a cidade; planear a cidade para o turismo”, e irá reunir especialistas, nacionais e estrangeiros, em tendências do turismo, planeamento e desenvolvimento regional e urbano, marketing territorial e turístico, cultura e património, tratando-se de um encontro científico para profissionais do sector, investigadores, docentes e alunos.
Associando-se à comemoração do Centenário da Institucionalização do Turismo em Portugal, esta edição do Seminário Internacional de Turismo e Planeamento do Território, enquadra-se na rede de conhecimento que se congregou em torno da Comissão Nacional do Centenário do Turismo em Portugal (1911-2011) e na qual o Instituto de Geografia e Ordenamento do Território da Universidade de Lisboa está, desde a primeira hora, representado.

TEMA E ÂMBITO
No mundo contemporâneo, uma parcela cada vez mais significativa da população mundial vive em cidades. Fenómenos territoriais complexos, é nas grandes urbes que se concentram actividades económicas e serviços, bens culturais, inovação e criatividade, simultaneamente polarizando e irradiando dinâmicas em seu redor, numa escala geográfica, por vezes, de âmbito mundial. As cidades são também, desde a génese do turismo enquanto fenómeno de massas, destinos de eleição e nós ancoradores dos fluxos turísticos internacionais e domésticos.
A compasso de uma crescente competitividade territorial e urbana, as cidades – das grandes megapolis aos pequenos núcleos de escala local – procuram, também através do turismo, obter um posicionamento destacado entre as suas congéneres e, nomeadamente, entre aquelas que por factores geográficos ou de mercado, competem mais directamente entre si. O turismo ganhou, por isso, um estatuto relevante nas lógicas e estratégias de desenvolvimento e de marketing territorial, em especial nas grandes cidades, que competem num contexto global.
Entre outros temas, os participantes serão convidados a reflectir sobre: i) a cidade: facto urbano-turístico; ii) quadro de referência do turismo urbano; iii) cultura e eventos: dimensões e estratégias; iv) tendências do alojamento turístico em contexto urbano; v) planeamento urb

Encontro Anual da Ad Urbem de 2011








O papel de uma lei de solos nas políticas de ordenamento do território e de urbanismo

Quando? 25 e 26 de Novembro
Onde? Oeiras

A revisão da Lei dos Solos foi iniciada na anterior legislatura e consta do programa do actual governo, enquadrando-se na reforma das condições de competitividade nacional, na medida em que o solo é um recurso e uma infra-estrutura fundamental para o bom funcionamento da economia.
Entre os conferencistas convidados estará Demétrio Muñoz Gielen, investigador da Universidade de Radboud Nijmegen, na Holanda, que se tem dedicado ao estudo do problema da retenção das mais-valias geradas nos processos de reabilitação e recomposição urbana.

Mais informação:
http://adurbem.pt/index.php?option=com_content&task=section&id=20&Itemid=526


TEMAS EM DEBATE

Em cada painel serão bem-vindas as análises críticas centradas na prática dos actuais instrumentos legislativos, ou orientadas para a sua redefinição e nas propostas avançadas pelo anterior Ministério do Ambiente e Ordenamento do Território com vista à preparação da Lei do Solo. O contributo dos trabalhos realizados nesse âmbito poderá naturalmente ser tido em conta.  
O encontro servirá ainda para debater eventuais documentos preparatórios da nova lei, entretanto produzidos e divulgados pelo Ministério da Agricultura, do Mar, do Ambiente e do Ordenamento do Território.
Entre os temas que poderão ser objecto de comunicações a submeter ao Encontro incluem-se, a titulo exemplificativo:

Painel I - A lei dos solos numa nova politica de solos
- Concretização do dever de ordenamento do território
- Estatuto jurídico do solo
- Propriedade e sua função social
- Associação de proprietários entre si ou com a Administração

Painel II - O regime do uso do solo e a transformação do solo
- Ordenamento do mosaico de usos e segmentação dos usos do solo
- Delimitação de perímetros urbanos
- Salvaguarda de usos especiais
- Alterações do uso do solo
- Divisão da propriedade

Painel III - Economia do solo e instrumentos financeiros e fiscais de politicas de solos
- Mercado do solo e mercado imobiliário
- Dinâmicas do investimento imobiliário e sua repercussão
- Valor do solo, avaliação, valor de expropriação
- Instrumentos fiscais, tributação do património imobiliário
- Encargo de mais-valia e contribuições especiais
- Perequação compensatória

Painel IV - Instrumentos de execução de politicas de solos
- Direito de preferência
- Direito de superfície
- Programas de acção territorial
- Planos de pormenor, contratos para planeamento e projectos de loteamento
- Iniciativa da execução, programação, unidades de execução
- Perequação compensatória
- Regime especial da reabilitação urbana
- Simplificação procedimental dos licenciamentos


PROGRAMA *

25 NOVEMBRO, sexta-feira

9:00
   Recepção dos participantes
09:30    Abertura
             Luciano Parejo Afonso**, Professor Catedrático da Universidade Carlos III, Madrid
10:15    Debate
10:30    Pausa para café
10:45    PAINEL I - Objecto e conteúdo de uma nova lei de solos 
             Cláudio Monteiro, Faculdade de Direito da Universidade de Lisboa
11:15    Comunicações
             Debate
13:00    Almoço
14:30   PAINEL II - Instrumentos de execução de políticas de solos
           Fernanda Paula Oliveira, Faculdade de Direito da Universidade de Coimbra
15:00    Comunicações
             Debate
15:30    Pausa para café
15:45   PAINEL III - Economia do solo e instrumentos financeiros e fiscais de políticas de solos 
             Pedro Bingre do Amaral, Instituto Politécnico de Coimbra
16:15    Comunicações
             Debate

26 NOVEMBRO, sábado

10:00
   PAINEL IV - O regime do uso do solo e a transformação do solo
            Sidónio Costa Pardal, Instituto Superior de Agronomia da Universidade Técnica de Lisboa
10:30    Comunicações
             Debate
11:15    Encerramento
            Demetrio Muñoz Gielen, Investigador da Universidade de Radbound Nijmegen
12:00    Debate
13:00    Conclusão dos trabalhos

* Programa preliminar
** A confirmar

"Cidade em Transição"



Debate em torno do livro "Cidade em Transição"
autoria:Walter Rodrigues

Quando? 24 de Outubro - 18h00
Onde? Lisboa - ISCTE-IUL - GRANDE AUDITÓRIO

Com:
João Ferrão (ICS); Rita Raposo (ISEG); Pedro Costa (ISCTE-IUL e DINÂMIA CET IUL); Walter Rodrigues (ISCTE-IUL e DINÂMIA CET IUL)

Moderação de:
Isabel Guerra (DINÂMIA CET IUL)

1º Forum “Couros: Passado, presente e futuro”

Quando? 29 de Outubro, às 14.30
Onde? Auditório da Fraterna, em Couros.

Trata-se de um projeto de envolvimento e participação da população que a Setepés está a iniciar em Guimarães e que vai ser apresentado neste Forum.

EXPOSIÇÃO - Orlando Ribeiro : Ponto de partida, lugar de encontro


Orlando Ribeiro : Ponto de partida, lugar de encontro

Quando? 26 Outubro 2011 - 16 Fevereiro 2012

Onde? Biblioteca Nacional de Portugal - Sala de Exposições - Piso 1 (Entrada livre)

A Biblioteca Nacional de Portugal celebra o  centenário do nascimento de Orlando Ribeiro (1911-1997) com uma Exposição evocativa da sua vida e obra, promovida conjuntamente com o Centro de Estudos Geográficos (IGOT, Universidade de Lisboa).

A inauguração da Exposição será precedida de um Colóquio sobre Orlando Ribeiro, sendo o Programa o seguinte:

Programa
17h00 - Testemunhos sobre Orlando Ribeiro
18h00 - Entrega do Prémio Nacional de Geografia Orlando Ribeiro, atribuído pela Associação Portuguesa de Geógrafos
18h30 - Inauguração da Exposição

Figura multifacetada e incontornável da cultura portuguesa do século XX, Orlando Ribeiro é reconhecido como o renovador da Geografia em Portugal  e o geógrafo português que maior projecção alcançou a nível internacional.

sua renovação da Geografia – em que coloca o factor humano como elemento central à compreensão geográfica entendida como síntese de muitas realidades – não é alheio o seu espírito humanista, a amplitude dos seus interesses e a sua diversificada produção não só como intelectual mas também como fotógrafo.

Ligado durante mais de trinta anos à Universidade de Lisboa, onde se jubilou em 1981, Orlando Ribeiro foi o fundador do Centro de Estudos Geográficos, instituição a que deixou o seu legado científico e a sua biblioteca pessoal, cujo catálogo já se encontra totalmente disponível em linha.

Do seu Espólio, integrado em 2010, por acordo de depósito, no Arquivo de Cultura Portuguesa Contemporânea da BNP, destacam-se valiosos testemunhos, muitos ainda inéditos, resultantes das suas numerosas viagens, especialmente através de Portugal e do ultramar português.

Da sua extensa obra publicada destacam-se Portugal, o Mediterrâneo e o Atlântico (1945),  A Ilha de Fogo e as Suas Erupções (1954), Portugal (1955), Mediterrâneo. Ambiente e Tradição (1968), Variações sobre Temas de Ciência (1970), Introduções Geográficas à História de Portugal (1977), A Colonização de Angola e o Seu Fracasso (1981), Iniciação em Geografia Humana (1986), Geografia de Portugal (1987-91) e Opúsculos Geográficos (1984).

mais informação:
http://www.bnportugal.pt/index.php?option=com_content&view=article&id=661%3Aexposicao-orlando-ribeiro-ponto-de-partida-lugar-de-encontro-26-out&catid=157%3A2011&Itemid=697&lang=pt

OPENWALLS CONFERENCE


Quando? 20, 21 i 22 d’octubre de 2011

Onde? Barcelona

Openwalls Conference (OWC) és una trobada internacional que aborda la gestió d’intervencions urbanes autònomes a l’espai públic a partir de dos eixos principals: un seminari internacional i intervencions murals a l’espai públic.

OWC es realitzarà els dies 20, 21 i 22 d’octubre de 2011 a diferents espais de la ciutat de Barcelona (CCCB, Espai Jove La Fontana, Espai Jove Bocanord) i en murs de diferents districtes de la ciutat.

OWC neix de les experiències de Difusor en al gestió d’aquest tipus d’intervencions, i pretén visibilitzar, alhora que conectar experiències similars, tant de Barcelona com d’altres ciutats amb polítiques comparables en relació a l’espai públic.

Aquests objectius es materialitzaràn en un seminari internacional que exposi projectes existents i alhora perspectives que il·lustrin les múltiples vertents del fenòmen.

Pretén, a més, elaborar col·lectivament un document final a través de l’establiment d’un grup de treball. Aquest grup treballarà en base a les comunicacions presenteades per establir pautes d’actuació per a entitats i administracions interessades en abordar el tema de manera integral.

Per reforçar la seva vocació pràctica, les intervencions murals, a realitzar en murs públics de diversos districtes de la ciutat, preténen ser una mostra del que poden aportar aquest tipus de projectes a les ciutats contemporànies: vinculació amb el territori en el que s’emmarquen, a través de murs habilitats de manera permanent, intervencions murals puntuals de gran format, i tallers que fomentin la reflexió i la creativitat ciutadana a través de les arts visuals.

mais informação:
http://conference.openwalls.org/about/

Norma Técnica sobre o Modelo de Dados para o Plano Director Municipal


A presente "Norma Técnica sobre o Modelo de Dados para o Plano Director Municipal"  é publicada pela DGOTDU em cumprimento do nº 7 do artigo 6º do Decreto Regulamentar nº 10/2009, de 29 de Maio, com o objectivo de assegurar um nível básico de uniformização da informação geográfica associada aos planos directores municipais, que permita a sua integração em sistemas de informação de âmbito regional e nacional  e a sua utilização para finalidades de análise territorial a níveis de agregação supra-concelhios. O projecto de Norma Técnica esteve disponível para consulta pública nesta página Web.  Seguiu-se a ponderação das observações e sugestões recebidas e consultas a especialistas do meio académico e empresarial, da qual resultou a versão final da Norma que agora se publica.

Normas técnicas DGOTDU | Norma 01/ 2011

mais informação:
http://www.dgotdu.pt/detail.aspx?channelID=DA3E4280-CE46-4850-84AD-AE9FDC067797&contentId=FD4565E1-7D54-4990-A1FF-AEB96759833F

21 de outubro de 2011

"A atractividade na arquitectura do habitar"

Infohabitar, Ano VII, n.º 365

artigo de António Baptista Coelho

… uma adequada capacidade de atracção de um dado espaço ou elemento urbano e residencial é condição importante para a sua fruição e para a criação de laços positivos com os seus habitantes, podendo mesmo contribuir para uma certa predisposição positiva relativamente a esse espaço ou elemento, o que se constitui numa valiosa ferramenta em termos de dinamização da satisfação urbana e residencial.

Este artigo constitui a 14ª edição da série editorial intitulada "Novos comentários sobre a qualidade arquitectónica residencial - Melhor Habitação com Melhor Arquitectura", uma série cujos artigos e temáticas (15 no final da edição: ex., acessibilidade, funcionalidade, segurança, convívialidade, etc.), estão sempre facilmente acessíveis no Infohabitar

http://infohabitar.blogspot.com/

13 de outubro de 2011

O que eu preciso de saber sobre… AS CIDADES

texto de João Seixas, publicado na VISÃO

O QUE É UMA CIDADE? A cidade é, provavelmente, seja ela Roma ou Tóquio, Tombouctou ou Lisboa, a mais complexa e colectiva realização humana alguma vez concebida na história. A cidade é uma construção contínua de habitats, de agrupamentos de populações num determinado espaço geográfico, onde ocorrem relações e intercâmbios da natureza mais diversa: bens, serviços, conhecimentos, simbolismos, afectos, política. Para tal, a cidade sustenta-se em estruturas físicas (de habitação, de circulação, de comunicação) e em redes de distribuição (de bens essenciais, de energia, de informação). Para tudo isto funcionar, a cidade exige valores e normas de habitabilidade, de relacionamento, de produção e de reprodução, de mobilidade.
As cidades são notáveis acumuladores de energia humana. Por isso provocam enormes externalidades, quer positivas, quer negativas. Daí o seu enorme fascínio, com suas luzes e sombras, e serem vistas e sentidas, em simultâneo, como horrendos infernos ou fabulosos édens. Daí serem chave das civilizações, de Atenas a Roma e de Nova Iorque a Xangai. Daí serem a chave da humanidade. As cidades são os grandes pólos vertebradores do planeta, os focos de irradiação cultural, os centros de inovação tecnológica, os motores da economia mundial, os leit-motivs de ficção e de utopia, os esteios da transformação social.

CIDADE, SOCIEDADE E POLÍTICA. Desde Platão que sabemos que a Polis – a cidade e a política – é, antes de tudo, a cidadania. E desde Aristóteles que sabemos que só nos tornamos verdadeiramente humanos através da participação e da acção na comunidade. A governação, a regulação e o exercício do urbanismo na cidade envolvem poder, território, organização e cidadania. Em democracia, a cidade exige uma governação sustentada em normas, valores e processos colectivos, não podendo deixar-se cair no simples favorecimento de interesses e de comunidades parciais.
De forma simples, poder-se-ão colocar por quatro grandes ordens de pensamento e de acção, os compromissos de desenvolvimento urbano: na forma da cidade, e nos dilemas entre compacidade e dispersão pelos territórios onde estas se estruturam; na funcionalidade da cidade, e nos dilemas entre complexidade e especialização; na coesão social, e nas escolhas entre integração ou segregação social; no seu reconhecimento e identidade, e no aprofundamento da nossa cumplicidade com ela, ou numa fragmentação cognitiva.

A CIDADE, HOJE E AMANHÃ. A condição urbana é hoje metáfora viva dos nossos paradoxos, dilemas e possibilidades. A maioria das cidades de hoje são meta-cidades ou mesmo hiper-cidades, estendidas as suas influências por vastas escalas e territórios espacio-relacionais e pelas mais diversas percepções de quotidianos, de sofrimentos e de oportunidades.
Nesta época fascinante, novas e magníficas oportunidades – de desenvolvimento, de inclusão e de justiça, de qualidade de vida – se podem formar e expandir. Em Faro, em Copenhaga ou em Nairobi. Como as consolidar? Com inteligência, estratégia e compromisso colectivo. Inteligência global, decerto, mas muita inteligência local, desde logo. O sucesso de cada polis dependerá, cada vez mais, de si própria, e em si própria. Re-identificando o indivíduo e a sociedade, com a cidade e tudo o que ela significa. Como escreveu Jorge Luís Borges, “a cidade impõe-nos o terrível dever da esperança”. E sobre o papel e o lugar de cada cidade para o nosso amanhã, diria como Galileu, quando observava as estrelas no seu telescópio, e foi questionado sobre qual a estrela central do universo: “Toda, e qualquer estrela, pode ser o centro”.

João Seixas, Geógrafo

em:
MOVIMENTO 'CIDADES PELA RETOMA'
http://noeconomicrecoverywithoutcities.blogs.sapo.pt/

24 de setembro de 2011

Mundo rural: o regresso ao futuro?


Debate em torno do livro 'Entre as Cidades e a Serra'

14 de Outubro a partir 18h30

Comentários
- Armando Sevinate Pinto (AGRO.GES, Sociedade de Estudos e Projectos)
- João Ferrão (Instituto de Ciências Sociais da Universidade de Lisboa)
- José Reis (Faculdade de Economia da Universidade de Coimbra)

Moderação
- João Seixas (Instituto de Ciências Sociais da Universidade de Lisboa)

Depois de largos anos ausente das agendas mais mediáticas, e também dos interesses de investigação da comunidade científica, parece que, nos últimos meses, o rural regressou como tema de debate nacional. Este facto deve-se, em grande medida, aos impactos da crise financeira que tem abalado profundamente as estruturas e a sustentabilidade da economia e da sociedade portuguesa. Representará, o regresso ao mundo rural, uma das possíveis respostas em relação ao presente modelo de desenvolvimento que não nos consegue tirar da situação de permanente crise? Será correcto perspectivar o mundo rural como se este fosse fundamentalmente constituído pela actividade agrícola? Bastará atribuir mais apoios ao povoamento de certas áreas periféricas para que estas se desenvolvam e se tornem mais dinâmicas? É a partir destas e de outras perguntas que se tentará reflectir o futuro do mundo rural. Para o debate ter-se-á como ponto de partida as diferentes leituras em torno do livro “Entre as Cidades e a Serra”, publicado recentemente pela chancela da Editora Mundos Sociais.

3 de agosto de 2011

Viagem a um futuro mais verde

Viagem a um futuro mais verde

Se durante as suas férias está a pensar em passar por uma das 18 cidades mais atractivas da Europa, como Marselha, Bruxelas, Copenhaga e Barcelona, aproveite a oportunidade para entrar numa viagem de ideias verdes com o “Train of Ideas”.
O “Train of Ideas” consiste numa exibição interactiva de urbanismo sustentável, deslocada através de um comboio que percorre as principais cidades Europeias.
Intitulada com o tema “Visions for future cities”, integrada no “2011 European Green Capital”, em Hamburgo, esta exibição apresenta mais de 100 projectos exemplares, proporcionando aos visitantes um olhar atento sobre a sustentabilidade urbana.

Esta exposição mostra claramente que o desenvolvimento urbano sustentável e o crescimento económico podem e devem estar em sinergia, levando a um pensamento inovador na procura de soluções.
Como parceiro oficial de infra-estruturas verdes, a Siemens também deu o seu apoio a esta iniciativa, tendo ajudado a tornar este comboio mais eficiente no gasto de energia durante as suas viagens, com o fornecimento de uma locomotiva amiga do ambiente.
A título de curiosidade, pode ver uma das últimas paragens desta jornada, Nantes:

in: LX Sustentável - Posted: 02 Aug 2011 11:04 AM PDT
http://www.lxsustentavel.com/2011/08/02/viagem-a-um-futuro-mais-verde/?utm_source=feedburner&utm_medium=email&utm_campaign=Feed%3A+LxSustentavel+%28LX+Sustent%C3%A1vel%29

enviado por: Maria Albina Martinho

I: a nova Bouça, no Porto, um conjunto projectado por Álvaro Siza Vieira e António Madureira

António Baptista Coelho

Fig. 01
72 fogos na Bouça (128 fogos na totalidade), Porto, promovidos pela cooperativa Águas Férreas, C.R.L., construídos pela empresa FDO – Construções, S.A., com o projecto e a coordenação do arquitecto Álvaro Siza Vieira e do arquitecto António Madureira.

“Trata-se de um notável conjunto habitacional, referência de um período muito significativo do nosso passado recente, de que se realça o facto de ter sido reabilitado e concluído com a colaboração dos moradores de origem, trinta anos após a sua concepção e execução parcial.

A forma como se articulam o edificado e o espaço aberto, através da forma e exposição das fachadas que delimitam espaços ajardinados que se abrem à envolvente urbana, potencia a diversidade de usos, e permite também uma regulação climática.

É de grande relevância o tratamento exemplar da luz, nesta obra de grande beleza formal e actualidade.”

...

Fig. 02
Um do aspectos que mais impressiona o visitante desta nova Bouça é a a sua presença como elemento de marcação e consistência urbana, definindo, com naturalidade, fins e inícios de percursos, e de percursos intensamente marcados pelo peão e/ou pelo peão transportado na excelente infraestrutura de acessibilidade e de “montra” urbana que é o Metro do Porto – que tem uma estação contígua/encostada à Bouça.
Nesta perspectiva acontece, neste conjunto renovado e finalmente completo, uma certa oferta à cidade de um “novo” conjunto residencial atraente e urbanisticamente marcante, enquanto a “nova” intervenção aproveita da cidade envolvente as relações urbanas estáveis e vitalizadas de uma malha consolidada.
Fig. 03
Naturalmente que nesta troca de benefícios há também que ter em conta a verdadeira valia cultural e histórica desta intervenção, que contribui, objectivamente, mais um pouco, para a importância desta cidade como sítio privilegiado da história da Arquitectura portuguesa e europeia (e este é um contributo que se deve fazer, assim, estrategicamente, pouco a pouco, mas sempre de uma forma activa); e, sem dúvida, para a sua caracterização como cidade-lugar específica e cidade de lugares específicos e com uma entidade/identidade positiva e estimulante.
Fig. 04
Um outro aspecto que importa considerar é a questão da humanização, uma humanização que se lê no desenho global, que se lê na escala global e apontada à própria escala humana, que está um pouco por todo o lado, e que se lê, afinal, nos caminhos de apropriação activa e passiva que marcam acessos comuns e entradas de habitações.
Fig. 05
Depois podemos focar a questão de estarmos em presença de uma pequena vizinhança alargada estimulantemente composta de diversas vizinhanças de proximidade com identidades específicas, bem associadas às diversas tipologias edificadas: temos acessos por galerias marcadas por canteiros alongados e floridos, mas também acessos privados directos entre espaço público e habitação em pequenos recessos agradavelmente domésticos, e ainda acessos directos por escadas privadas. E cada uma desta soluções se associa à sua própria vizinhança de proximidade, sempre total e agradavelmente aberta ao uso público.
Fig. 06
Falámos já das estratégica e afirmadas relações entre habitação e espaço público, ou mesmo entre habitação e cidade, mas convém referir aqui a inteligência de certas soluções de vãos de entrada nas habitações, onde se harmoniza a possibilidade de abertura de vista e de iluminação natural, com uma adequada previsão de encerramento e segurança.
Fig. 07
E finalmente, antes de se fazerem algumas notas sobre a operação de reabilitação, convém sublinhar a sabedoria da introdução de formas de organização domésticas talvez menos correntes, mas extremamente estimulantes no apoio a diversas formas de habitar a casa, num passo fundamental e que é urgente de diversificação da concepção residencial ao nível do multifamiliar; e assim temos, por exemplo, habitações, em dois níveis, sendo que no menos elevado se concentram espaços mais privados enquanto no superior as zonas mais sociais podem ser vividas de uma forma mais aberta e integrada, ou de formas mais destacadas e separadas, cabendo a escolha a quem habita.
Fig. 08
Não seria adequado passar sem referir, apenas como nota a lembrar numa visita que o leitor irá, sem dúvida, fazer à Bouça, a importância, a sobriedade urbana, a residencialidade e a escala humana que caracterizam a pormenorização deste conjunto.
Fig. 09
Tal como se referiu faz-se, agora, uma referência muito breve, mas fundamental, a tratar-se de uma iniciativa habitacional cooperativa associável ao incansável e meritório trabalho da Federação Nacional de Cooperativas de Habitação Económica (FENACHE), e designadamente ao seu Presidente Guilherme Vilaverde; sendo que aqui a cooperativa Águas Férreas, que foi expressamente criada para o efeito de levar a bom termo a reabilitação profunda e a conclusão do projecto inicial de Siza Viera – com a introdução de 72 novas habitações -, conseguiu realizar este objectivo em tempo útil, associando a resolução dos problemas de quem habitava no conjunto, com a introdução de novas valências funcionais (ex., estacionamento colectivo) e com a reabilitação profunda dos edifícios existentes (anulação de crítica patologia construtiva, melhorias importantes em termos de conforto térmico - com isolamento pelo exterior e harmonização da imagem arquitectónica, mediante anulação de intervenções individuais consideradas excessivas e dissonantes).
Fig. 10
A iniciativa cooperativa, associada à acção municipal, assegurou toda esta intervenção com os habitantes originais a habitarem os seus fogos e estruturando a respectiva gestão dos condomínios, o que é um elemento-chave da viabilidade habitacional e urbana deste conjunto por muitos e bons anos.
Fig. 11
Notas finais
Bibliografia

link para o texto integral:
http://infohabitar.blogspot.com/

Enviado por: António Baptista Coelho

Casos de Referência dos primeiros 5 anos do Prémio IHRU

Com o artigo Casos de Referência dos primeiros 5 anos do Prémio IHRU – I: a nova Bouça, no Porto inicia-se uma nova série editorial no Infohabitar...
numa iniciativa que irá divulgar imagens e comentários técnicos de descrição e análise sumária de alguns dos candidatos às primeiras cinco edições daquele Prémio e que se fundamenta no interesse que sempre teve, tem e terá a divulgação de boas práticas de habitat (num sentido lato e verdadeiro de habitat), neste caso associadas a quatro grandes linhas de actividade específicas e que são, em seguida, apontadas:

(i) Promoção de novos conjuntos de habitação de interesse social - numa faceta de actividade em que o Estado e os seus parceiros têm de continuar activos, embora numa perspectiva mais delimitada e provavelmente cada vez mais atenta à adequação das soluções específicas aplicadas e sua qualidade arquitectónica.

(ii) Reabilitação de velhos edifícios e de conjuntos edificados, também com o objectivo específico de disponibilização de habitação de interesse social – um objectivo cujo interesse aqui se sublinha de forma bem evidenciada – ou de outras categorias habitacionais; estas acções de reabilitação habitacional estão e devem estar estrategicamente integradas em centros históricos e em outras malhas urbanas carentes de vitalização e melhoria física, numa faceta de actuação que, hoje em dia, assume importância estratégica e multifacetada, seja para os respectivos habitantes, seja para a cidade que se quer urgentemente mais e melhor habitada.

(iii) Reabilitação de velhos edifícios não-habitacionais para melhoria das suas condições de uso e de conforto no uso, considerando a manutenção das suas funcionalidades básicas ou a respectiva reconversão, total ou parcial, a novos usos; uma faceta de actuação também vital numa perspectiva de melhoria consolidada e durável da globalidade do tecido urbano.

(iv) Reabilitação de espaços exteriores públicos ou de uso público, numa faceta de actuação com uma importância igualmente estratégica e ainda não devidamente considerada na sua urgência, no seu interesse e nas suas exigências específicas de projecto, obra e manutenção/gestão; afinal, será de uma adequada redinamização do uso dos nossos espaços públicos urbanos, em termos de frequência e intensidade de uso, que decorrerá boa parte da vitalização urbana dessas áreas e não bastam arranjos “de aspecto” para assegurar o êxito destas operações.

in: Infohabitar, Ano VII, n.º 357 - Nota editorial


I: a nova Bouça, no Porto, um conjunto projectado por Álvaro Siza Vieira e António Madureira
link para o texto integral do artigo:
http://infohabitar.blogspot.com/

2 de agosto de 2011

Encontro Ad Urbem "Politicas de solos no Direito do Urbanismo e da Construção- O papel de uma lei de solos nas politicas de ordenamento do território"

Encontro Ad Urbem 2011

O encontro anual da Ad Urbem de 2011, a ter lugar a 25 e 26 de Novembro, em Oeiras, propõe-se debater as questões suscitadas pela próxima revisão da Lei dos Solos (Decreto-Lei n.º 794/76, de 5 de Novembro), iniciada pelo anterior e retomada pelo actual Governo Constitucional, sendo subordinado ao tema Politicas de solos no Direito do Urbanismo e da Construção - O papel de uma lei de solos nas politicas de ordenamento do território e de urbanismo.

A escolha do tema advém da natureza estruturante para todo o sistema de gestão territorial das questões cuja integração na futura lei tem sido preconizada, onde assumem particular destaque a definição dos poderes e deveres públicos de intervenção no solo, o estatuto da propriedade do solo e a função social desta, a delimitação das actividades de urbanização e a edificação, bem como a classificação e regime de uso do solo e os modelos de financiamento da urbanização.

Com o seu encontro de 2011 a Ad Urbem pretende promover um debate pluridisciplinar e alargado sobre o desejável contributo de uma nova lei de solos para a dinamização das políticas de desenvolvimento sustentável do território.
Programa *
Políticas de solos no Direito do Urbanismo e da Construção
O papel de uma lei de solos nas políticas de ordenamento do território e de urbanismo
Carnaxide, Oeiras, 25 e 26 de Novembro de 2011

Programa *

25 NOVEMBRO, sexta-feira

9:00 Recepção dos participantes
09:30 Abertura
Luciano Parejo Afonso**, Professor Catedrático da Universidade Carlos III, Madrid
10:15 Debate
10:30 Pausa para café
10:45 PAINEL I - Objecto e conteúdo de uma nova lei de solos
Cláudio Monteiro, Faculdade de Direito da Universidade de Lisboa
11:15 Comunicações
Debate
13:00 Almoço
14:30 PAINEL II - O regime do uso do solo e a transformação do solo
Sidónio Costa Pardal, Instituto Superior de Agronomia da Universidade Técnica de Lisboa
15:00 Comunicações
Debate
15:30 Pausa para café
15:45 PAINEL III - Eocnomia do solo e instrumentos financeiros e fiscais de políticas de solos
Pedro Bingre do Amaral, Instituto Politécnico de Coimbra
16:15 Comunicações
Debate

26 NOVEMBRO, sábado

10:00 PAINEL IV - Instrumentos de execução de políticas de solos
Fernanda Paula Oliveira, Faculdade de Direito da Universidade de Coimbra
10:30 Comunicações
Debate
11:15 Encerramento
Demetrio Muñoz Gielen, Investigador da Universidade de Radbound Nijmegen
12:00 Debate
13:00 Conclusão dos trabalhos

* Programa preliminar
** A confirmar


Temas em debate
Em cada painel serão bem-vindas as análises críticas centradas na prática dos actuais instrumentos legislativos, ou orientadas para a sua redefinição e nas propostas avançadas pelo anterior Ministério do Ambiente e Ordenamento do Território com vista à preparação da Lei do Solo. O contributo dos trabalhos realizados nesse âmbito poderá naturalmente ser tido em conta.
O encontro servirá ainda para debater eventuais documentos preparatórios da nova lei, entretanto produzidos e divulgados pelo Ministério da Agricultura, do Mar, do Ambiente e do Ordenamento do Território.
Entre os temas que poderão ser objecto de comunicações a submeter ao Encontro incluem-se, a titulo exemplificativo:

Painel I - A lei dos solos numa nova politica de solos
- Concretização do dever de ordenamento do território
- Estatuto jurídico do solo
- Propriedade e sua função social
- Associação de proprietários entre si ou com a Administração

Painel II - O regime do uso do solo e a transformação do solo
- Ordenamento do mosaico de usos e segmentação dos usos do solo
- Delimitação de perímetros urbanos
- Salvaguarda de usos especiais
- Alterações do uso do solo
- Divisão da propriedade

Painel III - Economia do solo e instrumentos financeiros e fiscais de politicas de solos
- Mercado do solo e mercado imobiliário
- Dinâmicas do investimento imobiliário e sua repercussão
- Valor do solo, avaliação, valor de expropriação
- Instrumentos fiscais, tributação do património imobiliário
- Encargo de mais-valia e contribuições especiais
- Perequação compensatória

Painel IV - Instrumentos de execução de politicas de solos
- Direito de preferência
- Direito de superfície
- Programas de acção territorial
- Planos de pormenor, contratos para planeamento e projectos de loteamento
- Iniciativa da execução, programação, unidades de execução
- Perequação compensatória
- Regime especial da reabilitação urbana
- Simplificação procedimental dos licenciamentos

31 de julho de 2011

Comentário à mensagem "Seminário - Ocupação Dispersa, Custos e Benefícios..."

Vale a pena ver o estudo que mostra como seria se toda a população do mundo estivesse concentrada numa única cidade com diferentes formas de ocupação.

http://flowingdata.com/2011/07/27/if-the-world-lived-in-a-single-city/

enviado por: André Pinto