14 de novembro de 2013

"Topografias a Norte" - exposição de Fotografia

Quando:
14 de Novembro

Onde:
Braga - GNRation

A exposição de Fotografia integra três projectos de alunos finalistas do Mestrado em Fotografia e Cinema Documental da ESMAE:
- Unfinished Projects de Helder Sousa
- EN12 de Marta Ferreira
- Planalto Barrosão de Sérgio Rolando

Com a exposição, será lançada a revista Scopio Projects.

Estes projetos inserem-se na programação 10º edição do Ciclo de Cinema e Fotografia Documental, Imagens do Real Imaginado (IRI).

Ver mais:
https://www.ipp.pt/personnel/News.aspx?id=6294&back=%2fpersonnel%2fnewsevent.aspx

Enviado por:
Marta Ferreira

13 de novembro de 2013

JIIDE 2013 - IV Jornadas Ibéricas de Infra-estruturas de Dados Espaciais

Quando:
13 - 15 de Novembro de 2013

Onde:
Évora, Portugal

Mais do que a simples representação cartográfica do território (por natureza, estática), importa a informação que sobre ele se consegue coligir, organizar, aceder e explorar, numa perspectiva pragmática e dinâmica. Igualmente, mais do que simples repositórios de dados isolados, é imprescindível partilhar e fazer uso da informação existente, através das infra-estruturas da Sociedade da Informação e do Conhecimento.

Compreende-se assim o porquê da grande e crescente relevância e dinâmica das Infra-estruturas de Dados Espaciais (IDE), as quais têm hoje uma dimensão europeia suportada pela Directiva INSPIRE, que estabelece a Infra-Estrutura de Informação Geográfica na União Europeia e veio lançar novos desafios para todos, mas sobretudo para os organismos públicos relacionados com conjuntos e serviços de dados geográficos, topográficos ou temáticos.

Portugal foi um país pioneiro neste domínio, pois o Sistema Nacional de Informação Geográfica (SNIG) já tem mais de vinte anos, e Espanha é hoje internacionalmente reconhecida pela dinâmica dos seus projectos, muitos deles de base regional.

Assim as Jornadas Ibéricas de Infra-estruturas de Dados Espaciais (JIIDE), cuja primeira edição ocorreu em 2010, são um palco de oportunidade para aprofundar um diálogo profícuo entre organizações e técnicos da Península Ibérica, fomentando a convergência das respectivas IDE e potenciando as suas sinergias.

O programa destas IV Jornadas desenvolve-se ao longo de três dias, e conta com a realização de workshops, apresentações e um espaço de exposição. As sessões técnicas serão constituídas por apresentações propostas, dando-se preferência aos seguintes tópicos:

DIRECTIVA INSPIRE
 * Monitorização e reporte
* Coordenação e estado da arte
* Disposições de Execução
* Harmonização de dados e Serviços de Rede
* Aspectos legais e jurídicos

INFRA-ESTRUTURAS DE DADOS ESPACIAIS
* Projectos temáticos
* Iniciativas transfronteiriças
* Arquitecturas, normas e padrões
* Aspectos tecnológicos
* Tecnologias opensource
* Papel dos municípios

CAPACITAÇÃO
* Formação e Sensibilização
* Aspectos organizacionais e de colaboração
* Planeamento Estratégico
* Análise custo/benefício e Financiamento

Mais informação:
http://www.usig.pt/

LANÇAMENTO DO LIVRO 'A CIDADE NA ENCRUZILHADA'


De JOÃO SEIXAS


Quando:
13 Novembro, 15-17h


Onde:
Aveiro - Auditório da Livraria da UA


“A cidade encontra-se numa encruzilhada. É palco, cenário e actor de grande parte dos nossos actuais dilemas e possibilidades. A maioria das cidades são hoje meta ou mesmo hipercidades, estendidas as suas influências por vastos territórios relacionais e pelas mais variadas escalas de quotidianos, de sofrimentos e de expressões cívicas. Em formas muito mais complexas – mas também muito mais fascinantes – de as compreender e governar; muito para além de velhas muralhas ou divisões administrativas; de estruturas políticas e socioprofissionais corporativas; de lógicas de governação baseadas em simples determinismos, sectorialismos ou relações directas de causa-efeito. Por entre os vieses da democracia e as dúvidas do progresso, novas e magníficas oportunidades – de desenvolvimento, de justiça e de inclusão, de qualidade de vida, de realização cívica – se irão formar e expandir. Como as apoiar e consolidar? Com inteligência, estratégia e compromisso. Defendendo princípios sólidos, como o direito à cidade, ao habitat, à mobilidade; à inclusão social, ao consumo sustentável, ao empreendedorismo local; à participação. E a uma cidadania activa, responsável e atenta. Inteligência global, decerto, mas muita inteligência local. Inteligência urbana, portanto. Como escreveu Jorge Luís Borges, «a cidade impõe-nos o terrível dever da esperança”.
(João Seixas)

Do prefácio da professora Isabel Guerra

Este livro de João Seixas estrutura uma ampla reflexão em torno da cidade contemporânea e das suas formas de governança e de cidadania. O autor é um pesquisador na capital do país e ao escrever tem presente os desafios que emergem nas metrópoles dos países desenvolvidos, e muito particularmente as formas de governança destes espaços. Na sequência desta reflexão, João Seixas estrutura o texto a partir de quatro grandes dimensões: i) o que está a acontecer às cidades e que problemas e desafios/encruzilhadas se colocam (capítulos 1, 2); ii) quais os atores que fazem a cidade e como interagem (capítulos 3 e 4); iii) como modernizar a política da cidade (capítulos 5 e 6); e finaliza com iv) uma análise crítica e propositiva dos sistemas e ambientes de governança de Lisboa e propostas para uma mais eficaz e estratégica regeneração urbana suportada em princípios e dinâmicas democráticas (capítulos 7 e 8).

Sendo um texto de grande erudição, apoiado numa vastíssima e atual bibliografia, é um trabalho sobretudo de índole programática, estando bem alicerçado quer no conhecimento da realidade nacional quer na realidade internacional. A tese central assenta na defesa de que uma cidade moderna, local de desenvolvimento, de expressão democrática e socialmente coesa, é o objetivo último da governança urbana. Esta tese emerge articulada com alguns pressupostos epistemológicos que estruturam todo o livro. Primeiro, o entendimento da cidade, antes de tudo, como “relação” ou como “construção social”, ou seja, como resultado dinâmico de um conjunto de atores e da negociação de interesses diversos. Em segundo lugar, um entendimento da cidade como processo espacial, dando um peso claro à análise empírica real das configurações urbanísticas e arquitectônicas que dão especificidade ao discurso sobre o espaço urbano. E, finalmente, a defesa da conjugação da teoria com a empiria na edificação de novas políticas públicas.

Defendendo a cidade como uma estrutura humana e espacial, essencial ao desenvolvimento socioeconômico e cultural de uma sociedade, considera-se que está numa encruzilhada, ou seja, estão em larga medida por conhecer as suas dinâmicas contradições e paradoxos e falta a capacidade para traduzir esse conhecimento em programas urbanos concretos e viáveis. Sendo a cidade um sistema complexo, o aprofundamento das suas dinâmicas mais significativas e estruturantes – nomeadamente as que referenciam a relação entre competitividade, coesão e sustentabilidade – merecem um aprofundamento à luz da situação atual.

In:
http://web.observatoriodasmetropoles.net/index.php?option=com_k2&view=item&id=610%3Aa-cidade-encruzilhada-repensar-a-cidade-e-sua-pol%C3%ADtica&Itemid=167&lang=pt

Ver também:
https://repositorio.iscte.pt/handle/10071/3427

11 de novembro de 2013

DE LA SMART CITY A LOS SMARTCITIZENS



30-10-2013
Paisaje Transversal


La smart city, esa gran promesa contemporánea para dar solución a las problemáticas de la ciudad, arrastra una trayectoria de contradicciones, que desemboca en un nuevo término heredero de conceptos arraigados en la sociedad del conocimiento: smartcitizens. Precisamente el reconocimiento de esta expresión hace patente la necesidad de revisar los impactos derivados de soluciones urbanas exclusivamente tecnológicas que dieron forma a las propuestas iniciales de las smart cities. Así, el concepto smartcitizens representa a las iniciativas fruto de la inteligencia colectiva que proyectan el camino hacia el cambio de la estructura socioeconómica de nuestras ciudades, basado en la capacidad de estar conectados, compartir información y ser proactivos con nuestro entorno.

Smart cities aquí, smart cities allí, smart cities everywhere. Desde hace unos años, estamos siendo testigos del boom de lassmart cities («ciudades inteligentes»), hasta el punto de que parece que de la noche a la mañana todas las ciudades son smart.[1] De esta manera, la popularidad del término ha experimentado un crecimiento exponencial, eclipsando otras conceptualizaciones previas más integrales como la «ciudad sostenible»,[2] o aquellas otras que respondían de una manera más adecuada a la era en red y a las nuevas relaciones socioeconómicas derivadas de ella, como la «ciudad del conocimiento».[3] Si bien esta sobreexposición terminológica, para bien o para mal, ha calado profundamente en los foros profesionales e institucionales, en lo que a la ciudadanía respecta, no ha generado sino un «enorme desapego»,
...

Para entender esta disruptiva realidad, deberíamos preguntarnos por las causas y consecuencias del fenómeno de las ciudades inteligentes y, a partir de ahí, comenzar a construir (o recuperar) un marco conceptual urbano que realmente responda a las necesidades de la ciudadanía y esté dirigido hacia una mejora efectiva e integral del hábitat urbano.

Mucho ruido y pocas nueces
...

Abrir la smart city a la ciudadanía
...

Ciudades inteligentes de código abierto

Desde luego, hoy en día los medios de los que disponemos para compartir información valiosa entre los distintos agentes y sectores de nuestra sociedad —y con ello transformarnos en ciudadanía inteligente, activa y partícipe— conforman el sustrato para el desarrollo de un modelo urbano más democrático, equitativo, sostenible e integral. Sin embargo, el esfuerzo que requiere la traducción de esta oportunidad en un hecho es todavía incipiente, y generalmente no existe un interés de llevarla a cabo por parte de las esferas de poder, cuando no directamente es coartado por ellas. Esto no significa que la inteligencia ciudadana y una redefinición de las smart cities no puedan ser promovidas desde otros ámbitos.

Siguiendo la estela de las posibilidades que plantea Internet, la inteligencia ciudadana está brotando a través de iniciativas promovidas por innovadores tecnológicos que están facilitando al ciudadano acceder a información, tomar decisiones y organizarse colectivamente. De hecho, el software libre es una infalible fuente de herramientas, apps y soluciones tecnológicas que permiten este empoderamiento ciudadano. Tanto es así, que ya es posible hallar todo tipo de tecnología de código abierto en toda la cadena de valor de las smart cities:[6] desde el Internet de las cosas (sensores, hardware, software, tecnología RFID, etc.), hasta el Big Data (almacenamiento y proceso de datos complejos a gran escala), pasando por todo tipo de aplicaciones.[7]

Pero, más allá de esta visión altamente tecnificada de las smart cities y de la ciudadanía inteligente ultraconectada, lo que desde el concepto smartcitizens también se reivindica es la necesaria revisión de la conceptualización que hacemos de tecnología dirigida a construir ciudad. Y aquí la inteligencia de la tecnología no se mide en la sofisticación de la técnica que la genera, sino por su capacidad para generar comunidad, tejer red y establecer canales de transferencia de saberes que promuevan la autonomía social. De nuevo, se produce un quiebro en el discurso dominante, ya que desde esta óptica un huerto urbano es tan inteligente o más que un smartphone.

En definitiva, lo que la figura smartcitizens reivindica es que la tecnología urbana más eficiente es aquella que nace desde la inteligencia colectiva, ayuda a generar comunidad, establece cauces de apropiación ciudadana, es replicable, es eficiente y tiene como objeto resolver las necesidades reales de la sociedad civil. Las y los smartcitizens revelan que el futuro de las ciudades está en nuestras manos, en las de la ciudadanía inteligente y colaborativa.

Ver artigo completo:
http://blogs.cccb.org/lab/es/article_de-la-smart-city-a-les-smartcitizens/#_ftn1

10 de novembro de 2013

... urban sprawl is dead...

Demographer tells retail real estate pros that urban sprawl is dead


John Vomhof Jr.,
Staff Writer

Minneapolis/St. Paul Business Journal
April, 2011

Urban sprawl is dead, a victim of the recession and shifting population trends.

That was the news State Demographer Tom Gillaspy brought to Minnesota retail real estate professionals at an International Council of Shopping Centers (ICSC) event earlier this week at the Mall of America.

“That outward movement — what was more than a half-century trend — just stopped,” Gillaspy said, citing the most recent U.S. Census data. “Urban sprawl may have some brief resurgences, but for the most part it’s over with. Does that mean we’ll all move to Minneapolis and St. Paul? Probably not, but I’d say the beltway and interior.”

That’s one of several new demographic trends that could dramatically affect retail development and leasing in the years ahead. Also making a big impact will be a rapidly aging population and altered consumer behavior following the recession...

The end, or at least sharp decline, of urban sprawl is largely due to shifting population-growth rates. In recent years, the suburbs and exurbs, which were growing at an average rate of 2 to 5 percent at the start of the 2000s, now are growing at more modest rates of roughly 1 percent.
...

Growing older

Minnesota will see unprecedented increases in its population of people 65 years or older in the years ahead. Nearly 275,000 people will join those ranks this decade, more than in the past four decades combined. Another 350,000 people will turn 65 in the 2020s. That’s significant because older consumers spend their money differently than younger consumers. Gillaspy pointed to a 2006 consumer-spending survey which showed that households where the head of household is between 55 and 64 years old spend significantly more on prescription drugs, home repair and reading materials than do households where the head of the household is between the ages of 35 and 44. Meanwhile, the older consumers spend significantly less on household services like cable and Internet, footwear, entertainment and eating out. “If people have to spend more money on health insurance, they have less money to spend on shoes. It starts to impact retail sales,” Gillaspy said. The tenant mix at local shopping centers — and the products and services offered by existing retailers — will start to shift as a result,
...

Slow recovery

The local economy may take longer than normal to bounce back from this recession, in part because of the aging population, ... Normally, “frugality fatigue” kicks in at the start of a recovery as people grow anxious to start spending again after a long period of cutting back expenses to save money, but that’s not the case this time around. “They haven’t come back as they normally would because they’re still trying to recover their retirement balances,” ... “That’s much more of an issue now because we’re getting older.” Personal wealth also declined during the recession, largely the result of falling home prices. That’s another factor that is holding back spending,  ...

“Most of what people spend comes out of income. You work, you get paid, you spend money,” ... “But part of it also comes from wealth. Americans spend about 5 percent of the their wealth each year.”

What’s ahead

At an International Council of Shopping Centers meeting earlier this week, state demographer Tom Gillaspy told retail executives that changing demographics and lingering effects of the recession will have an impact on their industry.
• Urban sprawl is dead: Population growth in the suburbs and exurbs has slowed, while growth in urban counties has accelerated, and Gillaspy expects that trend to continue.
• Growing older: Minnesota’s population is aging rapidly, and that will affect retail trends. Older people spend more on things like prescription drugs and home repair, but less on cable and Internet services, footwear, entertainment and restaurants.
• Slow recovery: While there’s pent up demand for consumer goods following the recession, aging consumers will rebuild their retirement savings before they boost spending again.

Ler artigo completo:
http://www.bizjournals.com/twincities/print-edition/2011/04/08/urban-sprawl-is-over-mall-officials.html?page=all

9 de novembro de 2013

EL CARMEL Y NOU BARRIS. Del derecho a la vivienda al derecho a la ciudad

Itinerario a pie

Quando:
9 noviembre 2013 - 10:00h

Onde:
Barcelona - CCCB

Programa:
¿Cómo conseguir que la ciudad cobije a a todos?
La necesidad de un techo es más imperiosa que cualquier norma urbanística. Bién lo saben vencindarios como los del Carmelo y Nou Barris, surgidos de asentamientos de barracas y rellenos de bloques residenciales por el “barraquismo vertical”. Fuera del amparo del Estado y bajo la presión de la especulación inmobiliaria, estos barrios se hicieron a sí mismos, en una lucha constant contra la orografía, la intemperie y la pobreza. Su lucha por una vivienda digna está llena de lecciones para afrontar un reto todavía demasiado vigente:
¿cómo conseguir que la ciudad cobije a todos?


Ver mais:
http://www.cccb.org/es/itinerari-el_carmel_y_nou_barris_del_derecho_a_la_vivienda_al_derecho_a_la_ciudad-44610

8 de novembro de 2013

Urban design, public space and creative milieus...

Urban design, public space and creative milieus: an international comparative approach to informal dynamics in cultural districts


Pedro Costa,
Ricardo Lopes

Abstract

This paper explores the relation between urban design, publicspace appropriation and the informal dynamics verified on creative milieus,from an international comparative perspective. Based on an empirical approachto urban morphology, everyday life and symbolic public space appropriation onthose areas, ten cultural quarters around the world are studied: Bairro Alto(Lisbon); La Gracia (Barcelona); Vila Madalena (São Paulo); Beyoglu (Istanbul);Marais (Paris); Oltrarno (Florence); Akihabara (Tokyo); Kreuzberg SO36 (Berlin);Capitol Hill (Seattle); and Brick Lane (London). They represent very diversesituations in terms of their historical, cultural and economic backgrounds aswell as in what concerns to the spatial conditions that support creativeclusters and the vitality and sustainability of “creative milieus”. Drawing onliterature review and on the recollection and critical interpretation of visualinformation on these areas, a comparative approach to these cases is developed,considering multiple analytical dimensions, which enable us to map andcharacterize the diversity of urban cultural districts. This may provide acontribution towards the development of a new planning agenda for dealing withurban creative dynamics and cultural quarters.



Artigo integral no:
n.º26 da revista
CIDADES, Comunidades e Territórios
a revista de Estudos Urbanos do DINÂMIA’CET-IUL


Ver mais:
http://cidades.dinamiacet.iscte-iul.pt/index.php/CCT/article/view/300

6 de novembro de 2013

VIAGEM I
































Ver mais:
http://sigarra.up.pt/faup/pt/noticias_geral.ver_noticia?p_nr=6336

"Cidade Contemporânea: Utopias, Distopias, Heterotopias"

Quando:
dias 6, 7 e 8 de Novembro de 2013

Local:
Faculdade de Arquitetura da UFBA

Apresentação

Como parte da circunstância comemorativa do Dia Mundial do Urbanismo, o seminário Urbanismo na Bahia, o urbBA [13], em sua terceira edição, acontecerá nos dias 6 , 7 e 8 de Novembro de 2013, na Faculdade de Arquitetura da UFBa. O seminário pretende dar continuidade a uma discussão sistematizada, regular e ampla sobre o urbanismo contemporâneo, entendendo essa área de atuação enquanto uma das instâncias de constituição do mundo comum, da esfera pública e do espaço público propriamente dito.

O período contemporâneo tem sido caracterizado como de crise bastante acentuada das formas de materialização, representação e inteligibilidade das relações entretidas entre os diferentes atores sociais. Desempenham aí papel central transformações tecnológicas profundas aliadas a novas lógicas de produção e reprodução social, caracterizadas pela flexibilização da produção, pela sociedade de consumo de massas, pelo retraimento do Estado e pela constituição de um meio técnico-científico-informacional.

A essa conjuntura corresponde uma mutação acelerada dos espaços no âmbito mundial, cujas novas condicionantes demandaram e demandam uma rearticulação do território e uma re-produção do espaço construído. No Brasil e na Bahia, esse processo é nítido e está vinculado tanto às consequências das mudanças estruturais dos anos 1990 quanto a conjunturas e arranjos políticos dos anos 2000 que possibilitaram a retomada veloz do ritmo de investimentos, um ainda frágil processo de redistribuição de renda e a elaboração e implementação, também frágil, de uma política urbana no território nacional. Esses processos, como indicado na problematização do urbBA[12], cujo tema foi “A Produção da Cidade e a Captura do Público: que perspectivas?”, vêm sendo marcados pela voracidade da esfera privada, pela fragilidade da regulação pública e por racionalidades de justiça social que se situam basicamente entre o aumento da renda, o acesso a serviços e a ampliação do consumo.

No entanto, todo processo de mutação traz consigo – porque acelera, desestabiliza, recria necessidades e conflita o existente – possibilidades também ampliadas de descortínio e de formulação alternativa ao hegemônico, numa espécie de cultivo de fermento propositivo que busca equacionar o desdobrar do tempo futuro sob outras conjugações de interesse, valores e cooperação, enfrentando as mazelas da realidade histórico-social em curso. Ativa-se, portanto, o questionamento da realidade possível, entendida como tudo aquilo em que ainda não nos tornamos, ou seja, tudo aquilo que a nós mesmos nos projetamos como seres humanos, por intermédio dos mitos, das escolhas, das decisões e das lutas (Schmidt apud Santos, 2000). Ora, o futuro são muitos (Santos, 2000).

Essa aceleração traz ainda como horizonte a construção de possibilidades que reduzam a assimetria entre uma crítica potente e voraz e a elaboração conceitual de experiências alternativas de constituição de outras formas de tecer sociabilidades e gerar espaços. Trata-se de fazê-las também habitar o plano do discurso, sem por isso se reduzir à descrição de simples experimentos formais, esvaídos de complexidade social, ou abdicar da crítica.

Utopias (desde Morus), eutopias (Geddes), heterotopias (Foucault), princípios-esperança e ainda-não (Bloch), enclaves (Jameson), processos de subjetivação (Deleuze, Guattari), distopias (Orwell), enxames (Hardt/Negri) são conceitos que, pelo positivo ou pelo negativo e sob diferentes posicionamentos teóricos, buscam explorar alternativas existentes na sociedade e suas expressões, ainda que sob a forma de fogos de artifício ou de fogos-fátuos. Potência e latência criadoras e criativas e perspectivas ampliadas de vida social e coletiva nas cidades estão no âmago da questão.

Maiores informações:
FACULDADE DE ARQUITETURA DA UFBA - RUA CAETANO MOURA, 121, FEDERAÇÃO
tel: (71) 3283.5902 - email: urbba13@ufba.br

Ver mais: http://urbba13.blogspot.com.br/p/apresentacao.html

5 de novembro de 2013

Revista AP 10

Revista AP 10 está online

Está disponível o novo número da revista AP – AP10 – Futuro. Esperamos que este novo formato seja eficaz na divulgação da reflexão que lançámos e contamos com o vosso apoio na sua divulgação.

“O décimo número da Revista AP convoca uma reflexão sobre a produção de espaço público face ao contexto político, económico e social que se desenha nos últimos anos.

Foram convidadas sete equipas com trabalho na área do espaço publico. A escolha procurou ser múltipla relativamente aos territórios de intervenção: cidade rua, cidade parque urbano, cidade agrícola e parques naturais em situações geográficas diversas, como e o caso da faixa costeira atlântica de Portugal e da costa mediterrânea do norte de Espanha. As diferentes escalas de intervenção ilustram, também, diferentes metodologias de abordagem. Cada uma das propostas assenta em opções estruturantes que se poderiam reduzir a uma palavra: canal, linha, rede, chão, clareira, solo e olhar.

Uma linha comum atravessa, no nosso entender, os trabalhos escolhidos: intervir o mínimo. Os projectos escolhidos definem estratégias subtis (Diogo Teixeira); soluções de projecto que diversifiquem as funções (Luis Carvalho); estratégias de gestão que incorporam o projecto (Daniel Monteiro e Jorge Cancela); abrem possibilidade de evolução aos espaços que esperam (NPK); apagam o excesso (EMF); e configuram espaços onde os protagonistas são as pessoas (Jose Adrião).

A palavra FUTURO, escolhida para este número, não coloca uma interrogação mas, antes, define um caminho, uma escolha: intervir o mínimo. Mínima intervenção, baixos custos, múltipla funcionalidade, gestão sustentável e inclusividade...

Futuro!”

Link para a revista:
http://www.apap.pt/ficheiros/text/26092013140905000000.pdf

3 de novembro de 2013

El sprawl es bello

Me refiero al "sprawl" urbano, claro. Denostado en tiempos de la guerra fría por las izquierdas para las que cualquier parecido con el american way of life era la perversión y la podredumbre, el sistema de extensión urbana que se miraba en la ciudad de Los Ángeles es ahora estigmatizado por todos los que entendemos que el problema del siglo XXI es la llamada “sostenibilidad”. Nos repetimos una y otra vez que la ciudad difusa, la ciudad fragmentada, es el origen de todos los males de la urbanización actual. Porque produce ineficiencia en las comunicaciones horizontales, es causa de la mayor segregación socio-espacial de la historia de la urbanización, impide la socialización y la educación en la urbanidad, no permite el funcionamiento del sistema de equipamientos… Podría seguir y seguir. La pregunta es: ¿por qué este éxito tan enorme? Si es tan diabólico ¿por qué en un momento histórico determinado una parte importante de la humanidad ha optado por vivir siguiendo este modelo y no el de la ciudad compacta? Voy a intentar ejercer de abogado del diablo y trataré de mirar con buenos ojos al maligno.



Tad Lauritzen Wright, "Beautiful Urban Sprawl" (fragmento)
Brusch marker on oak, 96x96 in., 2007
lauritzenwright





Y no voy a tener que esforzarme demasiado porque mi país es Galicia. Y el gallego, lo decía Castelao en Sempre en Galiza, “quiere una casa suya, independiente, con cuatro fachadas”. Lo que hay detrás son muchas cosas pero, en el fondo, subyace la necesidad de una relación directa con la naturaleza y un enfoque rural radicalmente opuesto al modo de vida urbano. La ciudad por antonomasia, es decir la ciudad compacta, es un invento (como tantos otros) derivado de las necesidades de la guerra. La ciudad tal y como hoy la entendemos aparece realmente cuando surgen las murallas. Y las murallas no se construyen para impedir que los ciudadanos se dispersen por el campo dedicándose a romper alegremente los ecosistemas. Se construyen para defenderse de otros ciudadanos y separarse del mundo rural. Y, además, para conseguir que desaparezca una forma de vivir que dificulta bastante el control del territorio por parte del conquistador. Por supuesto no pueden desaparecer los oficios digamos “rurales”. Siguen existiendo la agricultura, la ganadería o los aprovechamientos forestales. Pero no lo “folk”, que ha terminado por sucumbir ante las exigencias del modo de vida urbano.



Una casa con “cuatro fachadas”, Terra Chá lucense
foto del autor






Tampoco la extensión urbana de baja densidad es un invento de la ciudad jardín, como a veces se dice. Hay muchos territorios en todo el mundo que, tradicionalmente, han producido un sistema de asentamientos de este tipo. Básicamente territorios rurales. En España, toda la cornisa norte (Galicia, Asturias, Cantabria, Euskadi), pero también muchas áreas de huerta o alta productividad agrícola. Por tanto habría que empezar por diferenciar dos tipos de ocupación extensiva del territorio. Una derivada del sprawlproducido por la dispersión centrífuga de las grandes ciudades. Y otra, histórica, resultado de las necesidades rurales. El problema aparece porque a esta ocupación histórica se le sobrepone un modo de vida esencialmente urbano. El resultado es la ineficiencia de la organización territorial de un patrón espacial del asentamiento disperso, adecuado a una forma de vida rural, funcionando según las exigencias de un sistema de transporte de mercancías y personas propio de la era del automóvil. Igualmente ineficiente, como ya hemos visto en otros artículos del blog (pero por motivos distintos), es la extensión centrífuga urbana construida según un "monocultivo" de ocupación del territorio caracterizado por las bajas densidades y la fragmentación.
...

Ver artigo completo:
http://elblogdefarina.blogspot.com.es/2012/09/el-sprawl-es-bello.html

31 de outubro de 2013

Conferência - A CIDADE NA ENCRUZILHADA

Repensar a cidade e a sua política


Conferência do Prof. Doutor JOÃO SEIXAS

Quando:
31 Outubro 2013

Onde:
Lisboa - FCSH - Edifício ID - Sala Muliusos 3

Sobre o tema da Conferência o autor escreveu:
«A cidade encontra-se numa encruzilhada. É palco, cenário e actor de grande parte dos nossos actuais dilemas e possibilidades. A maioria das cidades são hoje meta ou mesmo hípercidades, estendidas as suas influências por vastos territórios relacionais e pelas mais variadas escalas de quotidianos, de sofrimentos e de expressões cívicas.
Defendendo princípios sólidos, como o direito à cidade, ao habitat, à mobilidade; à inclusão social, ao consumo sustentável, ao empreendedorismo local; à participação. E a uma cidadania activa, responsável e atenta. Inteligência global, decerto, mas muita inteligência local. Inteligência urbana, portanto. Como escreveu Jorge Luís Borges, «a cidade impõe-nos o terrível dever da esperança».

Ver mais:
http://www.fcsh.unl.pt/eventos/conferencia-a-cidade-na-encruzilhada-repensar-a-cidade-e-a-sua-politica

30 de outubro de 2013

Debate "Desenvolvimento da Cidade: da provocação à prática”

Integrado no seminário
“Arquitetura Portuguesa: Discrição é a Nova Visibilidade"



Quando:
30 de Outubro, às 18h


Onde:
S. Paulo - Museu da Casa Brasileira

29 de outubro de 2013

New initiative to support smart cities in the UK

The UK’s cities will be helped to get smart, thanks to the launch of the Department for Business, Innovation and Skills’s new Smart Cities initiative
...

A smart city uses intelligent technology to enhance our quality of life in urban environments. Cities can use the data in a variety of ways; to save money, minimise waste, measure domestic water usage and manage transport routes.

Allowing the public access to real time information enables people to make more informed choices, such as planning a journey by checking for available room on trains and buses or even identifying car parking spaces before leaving the house.
...

Ler mais:
http://www.geoconnexion.com/articles/new-initiative-to-support-40-billion-smart-cities-in-the-uk/

Documentário «Europa ciudad»



Ya está disponible la versión original subtitulada al inglés dlel documental «Europa ciudad».

Coproducido por el CCCB y RTVE, el film se pregunta si existe todavía una idea europea de ciudad. Tradicionalmente, Europa se había caracterizado por tener unas ciudades compactas, densas, y articuladas en la complejidad de usos y mezcla de poblaciones.


¿Qué queda del modelo europeo de ciudad?
¿Cómo afrontan las ciudades europeas la creciente diversidad cultural en sus barrios y plazas, y cómo se articula, hoy, el equilibrio entre espacios públicos y privados?
¿Siguen siendo nuestras calles un lugar de reivindicación y ejercicio de la democracia?

A partir de las obras ganadoras del Premio Europeo del Espacio Público Urbano ─ convocado por el CCCB junto a otras seis instituciones europeas ─, el programa responde a estas y otras cuestiones, recurriendo a voces destacadas como Richard Sennett,  Josep Llinàs, Oriol Bohigas, Manuel de Solà-Morales, Elías Torres o Javier Pérez Andújar.

Guión y dirección: David Bravo y Judit Carrera
Realitzador: Juan Carlos Rodriguez
Producción: CCCB y TVE
VOSEn, 30’

Ver filme:
http://www.publicspace.org/es/post/europa-ciudad-disponible-en-inglês

28 de outubro de 2013

“Arquitetura Portuguesa – Discrição é a Nova Visibilidade”

Quando:
de 28 a 30 de outubro, das 14h às 22h.

Onde:
São Paulo - Museu da Casa Brasileira.

Intercâmbio de experiências luso-brasileiras, o evento “Arquitetura Portuguesa – Discrição é a Nova Visibilidade” integra a programação para a X Bienal de Arquitetura de São Paulo.
É realizado em parceria com a Associação Estratégia Urbana.
Conferências, debates e apresentações compõem a agenda do encontro, com a presença de renomados arquitetos, entre eles Paulo Mendes da Rocha e Carrilho da Graça.

“Arquitetura Portuguesa – Discrição é a Nova Visibilidade” visa criar diálogos e intensificar experiências multidisciplinares entre Portugal e Brasil, promovendo o encontro entre profissionais da arquitetura e a sociedade brasileira.
Haverá apresentação de projetos de escritórios brasileiros e de 100 obras selecionadas da arquitetura portuguesa dos últimos 20 anos, com a presença de representantes de ambos os países.
A iniciativa congrega ainda palestras e debates, além de um lançamento editorial.
Serão partilhadas, durante os três dias do evento, experiências portuguesas na gestão da cidade e recuperação do patrimônio arquitetônico, entre outros temas.

Durante o encontro, será oficialmente entregue à cidade de São Paulo o projeto do “Pavilhão Estratégia Urbana”, assinado pelos dois Pritzker portugueses Álvaro Siza e Eduardo Souto Moura, no âmbito do Ano de Portugal no Brasil.


Ver mais:
- http://www.archdaily.com.br/br/01-149059/seminarios-e-palestras-arquitetura-portuguesa-discricao-e-a-nova-visibilidade
- http://www.dn.pt/inicio/artes/interior.aspx?content_id=3501082&seccao=Arquitectura&page=-1
- http://www.arquitectos.pt/?no=2020494184,155

27 de outubro de 2013

O (des)ordenamento das cidades

artigo de João Marques
09.05.13

As cidades estão em permanente transformação, pela forma como estas se articulam num sistema urbano à macroescala, assim como pelo modo como as diversas partes da cidade se vão construindo e (des)articulando entre si. As transformações urbanas mais marcantes têm resultado num processo de descentralização territorial de diversas funções e actividades típicas dos centros urbanos (emprego, habitação, comércio etc.). Os padrões de mobilidade, causados pelo desenvolvimento de novos sistemas de transporte e comunicação, entre outros factores, têm transformado as relações sociais e territoriais; cidades caracterizadas por serem compactas e contínuas têm vindo a ser transformadas em áreas urbanas fragmentadas e dispersas, onde assentamentos urbanos emergentes interpenetram com áreas agrícolas e florestais, transformando solo rural em espaços para construção e expansão.
A noção de crescimento disperso tem associado a si um conjunto de contradições. Ainda que esteja implícito um controlo político insuficiente, não planeado, descontrolado e desordenado, tal pode não ser absolutamente verdade, uma vez que os municípios são responsáveis pela promoção de políticas de expansão urbana com o objectivo de atrair novos habitantes, feita através da disponibilização de solo urbanizável a um custo mais baixo quando comparado com áreas urbanas já consolidadas. Há, contudo, um consenso generalizado, de que a expansão urbana é reforçada por um crescente aumento da utilização do automóvel, sem o qual a ideia de viver na periferia não seria tão atraente. Esta dependência resulta de um círculo vicioso: o automóvel molda as morfologias urbanas de ocupação do território e faz estas depender do automóvel.
A dispersão territorial é dispendiosa e associada a si aspectos negativos, essencialmente: devido ao consumo excessivo de solo, impondo uma espiral interminável de custos para os municípios pela prestação de serviços e infra-estruturas que este têm que assegurar para novas áreas de expansão; devido ao congestionamento de tráfego resultante do aumento das deslocações e consequente aumento da poluição atmosférica, e outros riscos associados à mobilidade; e finalmente, devido a segmentação e segregação social e económica que resulta da procura de solo, por parte de famílias e actividades, longe do centro da cidade onde o preço do solo é mais baixo. Acresce que, os processos de terciarização fazem aumentar a renda fundiária nos centros da cidade levando a que as funções residenciais e as actividades mais tradicionais abandonem zonas centrais da cidade, intensificando o declínio urbano.
A baixa taxa de crescimento demográfico (que só não é mais acentuada porque tem sido compensada pelo balanço migratório, situação que está a alterar-se) e o número elevado de alojamentos por família, 1,45 (dos mais elevados da europa), não fazem antever, justificadamente, expansões desenfreadas de novas construções habitacionais, e desta forma, é preciso estar consciente de que o aumento da população em zonas periféricas acontece em detrimento de processos de desertificação dos centros urbanos. A manta é curta e vai ser cada vez mais curta…não se pode querer sol na eira e chuva no nabal, tapando de um lado destapa do outro.
Não é aceitável incentivar a dispersão ao mesmo tempo que se aposta em processos de reabilitação dos centros urbanos. Não é razoável existirem áreas permissíveis para construção que permitem albergar infinitas vezes a população existente ao mesmo tempo que se quer fixar e atrair residentes para os centros das cidades. Não é justificável que se permita a instalação de grandes equipamentos comerciais quanto se quer revitalizar o comércio tradicional. Não se percebe como é que se rasgam vias de comunicação de acesso às cidades sem se criar condições de acessibilidade (por ex.: estacionamentos e intermodalidade). Assim, uma política urbana eficaz e consequente tem de assentar em opções estratégicas claras: consolidar ou expandir; reabilitar ou favorecer o policentrismo; especializar ou diversificar, isto é,… ou sol ou chuva.

João José Lourenço Marques


In:




Link para o artigo completo:
http://planeamentoregionaleurbano.blogs.sapo.pt/19425.html

26 de outubro de 2013

POBLENOU. La ciudad productiva

Itinerario a pie

Quando:
26 octubre 2013 - 10:00h

Onde:
Barcelona - CCCB

¿De qué debe vivir la ciudad desdpués de la desindustrialización?

El socialism utópico de Cerdà vió la posibilidad de una Nueva Icaria. El plan 22@, un banco de pruebas para explorer la sociedad del conocimiento. La desindustrialización lo ha llenado de fábricas abandonadas y la memoria obrera y cooperativa lo ha llenado de sentidos.

El Poblenou es el territorio idóneo para plantearse una pregunta crucial:
¿cómo conseguir que la ciudad siga siendo un espacio dónde ganarse la vida?
¿De qué debemos vivir?


Ver mais:
http://www.cccb.org/es/itinerari-poblenou_la_ciudad_productiva-44609

25 de outubro de 2013

Lewis Mumford on the city



Três sessões em torno da visualização dos 6 filmes documentais de 1963 onde o urbanista e crítico americano Lewis Mumford aborda diversas problemáticas da cidade e da sociedade modernas.
Uma oportunidade para conhecer estes registos - raros e bastante desconhecidos do público português - e para melhor compreender a cidade contemporânea.



Datas:
25 Outubro, 15 Novembro e 13 de Dezembro de 2013

Hora 22h

Local:
Rua de Cedofeita, 112, Porto

Nota:
Cada sessão inclui a visualização de dois filmes com cerca de 30' cada.
Os filmes são em inglês, sem legendas.

Projecto Associado da Trienal de Arquitectura de Lisboa e inserido no evento ARQ OUT - Mês da Arquitectura.

Ver mais:
http://www.soleira.org/eventos.html

Seminário PORTO PATRIMÓNIO MUNDIAL Boas práticas em reabilitação urbana

Quando:
25 OUT - 9:00-18:30

Onde:
Cinema Passos Manuel

Organização:
ICOMOS Portugal

O Seminário destina-se a promover, de forma positiva, a discussão sobre a reabilitação que tem sido executada nos últimos anos na zona histórica do Porto – Património Mundial apresentando, simultaneamente, algumas ideias e projectos de pequena escala que respeitam as normas internacionais no campo da teoria da conservação, restauro e reabilitação das cidades históricas, mais integradores da diversidade, das tipologias e sobretudo das pessoas que dão sentido a todo este património.

Oradores:
Álvaro Domingues, Adriana Floret, Alexandra Gesta, Ana Paula Amendoeira, Anselmo Canha, Bernardo Amaral, Daniel Pires, Domingas Vasconcelos, Esmeralda Paupério, Fábio Veríssimo, Francisco Sousa Rio, Heitor Alvelos, João Queirós, José Aguiar, José Fernando Gonçalves, José Paixão, Maria Ramalho, Orlando Sousa, Pedro Bismarck, Rui Mascarenhas, Rui Póvoas, Teresa Ferreira, Tiago Ilharco, Walter Rossa, Xavier Romão.

Ver mais:
http://www.oasrn.org/pdf_upload/arqout2013_w.pdf

24 de outubro de 2013

Città come motore di sviluppo del paese

XXVIII Congresso dell’INU | Istituto Nazionale Urbanisti

Quando:
24 October 2013 – 26 October 2013

Onde:
Italy - Salerno - Palazzo di Città

L’appuntamento, che si terrà al Palazzo del Comune della città campana servirà a fare il punto sullo stato dell’arte della pratica del governo del territorio nel nostro Paese e a lanciare nuove proposte. L’Inu vuole portare l’attenzione sulla necessità di puntare sui centri urbani definendo forme di sostegno in grado di attivarne le risorse, economiche e sociali. E’ nelle città, infatti, che risiede gran parte della ricchezza e della vitalità del Paese, è nelle città che si può uscire dalla crisi attraverso un’adeguata programmazione delle risorse che consenta la ripartenza dell’economia.

TEMA DEL CONGRESSO
Pensare alle città come motore dello sviluppo del Paese significa pensare innanzitutto ancora in termini di sviluppo (o di crescita),seppure riferendosi a un diverso modello di sviluppo e ad una diversa crescita rispetto al passato: sono ancora troppi i bisogni non soddisfatti, di lavoro, abitazione mobilità e servizi, per pensare ad una prospettiva diversa, influenzata dalle trasformazioni dell’economia e della società che questi lunghi anni di crisi sembrano voler stabilizzare. Significa far riemergere dalle città la capacità di produzione di ricchezza, pubblica e privata, che esse posseggono, che oggi appare sopita e che può tuttavia essere liberata da un cambiamento radicale del modo di considerare le città e dei conseguenti strumenti d’intervento, mettendo in discussione gran parte delle certezze e dei paradigmi che abbiamo costruito nel passato, anche in quello più recente, sia analitici che progettuali. Ciò significa fare della rigenerazione urbana il punto centrale intorno al quale ridefinire la nuova strumentazione di intervento sulla quale fondare, sia nel medio che nel lungo periodo, un nuovo intervento pubblico e di programmazione delle risorse.
Se nei prossimi anni le strategie urbanistiche per le città dovranno mutare anche in modo sostanziale non deve dunque essere attenuata la rivendicazione di una nuova politica per le città a carico del Governo del Paese. Solo così, mettendo in campo le proprie energie, politiche e progetti e con il sostegno di una politica nazionale, le città potranno esprimere quella capacità competitiva e di coesione che alla base della loro vitalità e che dovrà essere giocata sulla valorizzazione e liberazione in primo luogo delle proprie risorse specifiche.

TEMI SPECIFICI
Il XXVIII Congresso dell’INU si articolerà nei tre temi

1. La rigenerazione urbana come resilienza”
A fronte dei grandi cambiamenti prima sinteticamente descritti, le politiche per le città, in particolare quelle urbanistiche e ambientali, devono anch’esse cambiare radicalmente, non essendo più validi i paradigmi che avevamo guidato, o cercato di guidare, l’espansione prima e la trasformazione urbana poi. L’approccio dovrà necessariamente partire dalle attuali condizioni insediative, economiche e ambientali della città, assumendo quindi una strategia di adattamento al contesto specifico che comporti per una dimensione complessiva di sostenibilità.

2. Quale forma di piano e i nuovi compiti della pianificazione”
Il processo di profondo cambiamento che coinvolge la città e il suo territorio, al contrario di quanto potrebbe apparire con un’interpretazione superficiale legata ai parametri dei trend di sviluppo, assegnano all’urbanistica e al suo strumento fondamentale d’intervento, il piano, un ruolo maggiore e più importante che nelle passate fasi di espansione e trasformazione urbana, perché richiedono una maggiore capacità sia d’interpretazione dei fenomeni in corso, sapendo “anticipare il futuro”, sia di ricerca delle soluzioni più adeguate per governare una situazione così difficile, caratterizzata da una generalizzata scarsità di risorse.

3. Le risorse per il governo del territorio, la città pubblica e il welfare urbano”
Questo tema è stato al centro del dibattito del precedente XXVII Congresso dell’INU di Livorno: tuttavia, nonostante si trattasse di temi e argomenti di notevole interesse, ad oggi non si sono registrati progressi né teorici nella nostra elaborazione o in quella di altri, né nelle pratiche di pianificazione, peraltro sempre più ridotte e condizionate dalla crisi, che si sono sviluppate da allora. Anche a causa dello scenario che la crisi ha determinato in questi ultimi anni, appare sempre più chiaro come in futuro ogni piano dovrà misurarsi con la presenza o meno di risorse disponibili e attivabili, evitando (o rinviando) ogni previsione la cui attuazione non sia garantita da un quadro certo delle risorse reali. Questo dovrà essere anche lo “stile” delle future azioni urbanistiche, all’insegna della sobrietà e, se si vuole, di una nuova austerità, che garantisca concretezza e condivisione alle scelte dei piani.

Ver mais:
http://www.planum.net/events-news/xxviii-congresso-dell-istituto-nazionale-urbanisti-br-citta-come-motore-di-sviluppo-del-paese

THE FLEXIBLE CITY International Symposium












Quando:
24-25 October 2013

Onde:
University of Oxford - St. Anne's College, 56 Woodstock Road, Oxford OX2 6HS

Cities over the world face complex and rapidly evolving challenges. Ranging from climate, to poverty, economic downturns and demographic shifts, cities now need to confront an unprecedented array of issues. Addressing them requires ingenuity and versatility, whether in policymaking, investment decisions or everyday livelihoods. At the Oxford Programme for the Future of Cities, we seek to re-think the city, in theory and practice to confront these challenges.

Responding to these pressing demands, the two-day international symposium on ‘the Flexible City’ aims at investigating the future of urbanisation and of urban theory towards rethinking the city as a dynamic space that better responds to evolving circumstances and contemporary global challenges. Held at the University of Oxford on 24-25 October 2013, the event provides scholars, policymakers, investors, and the public at large with an opportunity to discuss the challenges for research of contemporary and future urbanisation. Gathering 35 urban innovators across academia, policy and business, the symposium is organised around the four main research streams of the Oxford Programme for the Future of Cities: City-to-City Learning, Emergent Governance, Infrastructure and Technology, and Everyday Urban Life. Along with these research themes, the event will also include a session on Financing the Future of Cities, a policy-academia dialogue roundtable on the Future of Urban Research, and two keynote lectures by Neil Brenner (Harvard University) and Matthew Gandy (University College London).

The conference is also preceded by an Early Career Scholars Workshop on 23 October 2013, where scholars at postdoctoral and junior faculty level will engage in open discussions about cutting edge work on the future of cities and the flexible responses to the challenges faced by urban dwellers worldwide.


Mais informação:
http://www.futureofcities.ox.ac.uk/event/327

A Cidade Resgatada, Reabilitar a cidade (re)desenhando-a

Seminário Internacional sobre Regeneração e Reabilitação Urbana (2ª edição)

Quando:
24 de Outubro, 5ª feira, das 9h30 às 19h00

Onde:
Porto - Casa das Artes

Quem organiza:
Ordem dos Arquitectos - Secção Regional Norte, OASRN, no âmbito do projecto Norte 41º - Centro de Arquitectura, Criatividade e Sustentabilidade

O Seminário tem como objectivo promover uma reflexão alargada em torno da regeneração e revitalização dos centros das cidades, tomando o Porto como caso de estudo. Procurar-se-á entender como o (re)desenho da Infra-estrutura e Espaço Público no tecido das cidades históricas contribuem para definir mais eficazes e qualificadas estratégias para o povoamento e vida urbanas.

O programa do Seminário Internacional encontra-se estruturado em três momentos:

1) Conferências de Abertura | Casos de Estudo
2) Painel 1 | desenhar o Espaço Público/ Serviços
3) Painel 2 | desenhar Infra-estruturas urbanas

Ver mais:
http://www.norte41.org/pt-pt/seminar/program

Lançamento e Apresentação Pública do Livro OS ELEMENTOS URBANOS

Quando:
24 de Outubro |12h30m

Onde:
Faculdade de Arquitectura da Universidade de Lisboa (Auditório do Cubo)

"OS ELEMENTOS URBANOS" é o primeiro livro de quatro volumes da colecção CADERNOS DE MORFOLOGIA URBANA - ESTUDOS DA CIDADE PORTUGUESA) que resulta do trabalho da equipa FORMAUBIS LAB no âmbito do CIAUD (Centro de Investigação de Arquitectura, Urbanismo e Design) da Faculdade de Arquitectura da Universidade de Lisboa.

O livro integra uma série de textos temáticos acerca do tecido urbano e da sua decomposição nas respectivas componentes pública e privada. Organiza-se em 9 partes: o tecido urbano, o traçado, a malha, a rua, a praça, o quarteirão, a parcela, o edifício público e o edifício privado.

Este trabalho desenvolveu-se com base no material recolhido e produzido para a construção do Atlas Morfológico da Cidade em Portugal.

O lançamento terá lugar logo após a Conferência “Savoir Distribuer l’appartement 1620-1880” de Jean Castex.

O livro será apresentado pela Professora Maria Calado, pelo Professor Carlos Dias Coelho e pelo professor Jean Castex da Escola de Arquitectura de Versailles.

23 de outubro de 2013

Conferência Wilfried Wang

SAAL  2.0
SAAEuropeu (Serviço Ambulatório de Apoio Europeu)

Quando :
23 Oct 13 - 16.30-17.30h

Onde:
IST. Auditório do Complexo Multidisciplinar

Wilfried Wang contribuiu grandemente para aprofundar o conhecimento da arquitectura contemporânea e dos autores portugueses, com destaque nos anos 80 para a escola do Porto e para as figuras de Álvaro Siza, mas também Eduardo Souto de Moura, arrastando consigo o interesse de outros autores pela especificidade da nossa produção arquitectónica.

Para além disso ou por isso mesmo, é ele próprio um autor de referência e uma figura da cultura arquitectónica do mundo. Wilfried Wang fundou com Barbara Hoidn em 2001 a HOIDN WANG PARTNER, em Berlim. Desde 2005 tem a cátedra O’Neil Ford Centennial Professor in Architecture na University of Texas at Austin.
...

Contrariamente à produção massificada, Wilfried Wang tem defendido a criação feita em continuidade cultural. Uma ideia de “Bom desenho” capaz de resgatar uma utilitas lida como responsabilidade ou como sustentabilidade.

Foi neste quadro que , a partir dos anos 80, i.e., nas últimas quatro décadas, Wilfried Wang conheceu, interessou-se, estudou e investigou a potência da produção arquitectónica portuguesa realizada num lugar periférico, habituado a uma certa invisibilidade em relação aos centros de produção da história formal.

Wang vai resgatar uma sofisticada experiência espacial, feita de luz e de matéria, feita da vontade de prolongar o lugar.
...

Ver mais:
http://www.arquitectos.pt/?no=2020494560,153

22 de outubro de 2013

Is Suburban Sprawl on Its Way Back?


By SHAILA DEWAN
Published: September 14, 2013

THIRTY miles from downtown Minneapolis is the small city of Otsego, defined by its proximity to two highways and its investment in two wastewater treatment plants. Its one grocery store is a SuperTarget. Its walkability score, on a scale of 1 to 100, is 3.


And yet, as soon as the housing market showed signs of resuscitation, building began again, workers started assembling swatches of sod into lawns and suburban pioneers were, once again, happy to colonize a cul-de-sac, confident that others would follow.

It was as if one of the most despised bad actors of the boom years — urban sprawl — had been hiding out in earnest Otsego, with its low crime rate and free Tuesday kiddie concerts. It was easy for a visitor, standing there amid the bulldozers, to imagine that sprawl had put a finger to the wind and decided it was high time for a comeback.

But the details of this miniboom tell a more complicated story.

All of the land under development in Otsego was already slated for housing when the bust arrived, and the developers buying these surplus lots today are getting a better bargain because some of the work of planning and grading had already been completed. The cost difference has sweetened the deal for buyers who are willing to take on a longer commute for more house. But when it comes to breaking ground on new projects, developers are still focused on land closer to the city.

Some experts say it is only a matter of time before they work their way back out. But others, like Leigh Gallagher, the author of “The End of the Suburbs: Where the American Dream Is Moving,” argue that the return of the housing market does not mean the return of sprawl. In her 272-page book, Ms. Gallagher marshals demographic, economic and anecdotal evidence.

Couples are marrying later and having smaller families — by 2025, she says, the majority of suburban households are expected to have no children. Teenagers are increasingly opting to go without driver’s licenses. Millennials, economically strapped and witness to the housing crisis, say they prefer to live in urban environments. Boomers are reconsidering their large houses and landscaped yards.

The price of sprawl has become increasingly undeniable. Moderate-income families have seen their transportation costs balloon to more than a quarter of their income. Cities have discovered that low-density developments fail to pay for their own infrastructure. More recently, a new study of economic mobility suggested that sprawl, and its accompanying lack of transportation options, prevented access to higher paying jobs.

Preferences do have a slow effect, Ms. Gallagher said. “We rebuild our environment every 50 years or so.”

But not completely. Single-family homes still define the American dream and prospective home buyers overwhelmingly prefer them.

“I think the death of sprawl was probably pronounced too soon,” said Taylor Anderson, an engineer in Atlanta, where at one point the 2010 census was expected to show that the metropolitan area had expanded into Alabama. Mr. Anderson used to work for a now-defunct company that extolled the virtues of the suburban lifestyle in a haiku-filled newsletter called Dirt. Mr. Anderson said that Atlanta was already too decentralized to be well served by public transportation but did not deny that habits would change. “The town center concept will ultimately be the answer,” he said. “Either people will choose to move closer to their job, or they’ll get a new job closer to where they live.”

Undoubtedly, cities have undergone a resurgence, bringing bike lanes and car-sharing, mixed-use rezoning and luxury rentals into vogue. But some question remains as to how sweeping the change has been. In 2011, the National Association of Home Builders’ members reported that they expected their customers’ ideal home size to shrink. But the median home size in the country has continued to rise, reaching a record high in 2012.

And reining in sprawl requires a delicate balancing act. In Minneapolis, the Metropolitan Council, which controls planning in a seven-county area, has set density goals for both new and already developed areas that some consider unrealistic. “It is politically not feasible and it is physically not feasible unless everybody is going to live in high-rise condominiums,” said Rick Packer, who acquires land for Centra Homes and has served on the council. Developers complain that limits on development drive up the cost of housing and encourage growth to leapfrog to far-flung suburbs like Otsego, which is outside the council’s jurisdiction.

Still, proponents of what is sometimes called “smart growth” point to market data as the ultimate proof that the mix of housing options is expanding.

Unlike in previous recessions, housing closer to the urban core retained more value in this bust than suburban homes. Large homebuilders like Toll Brothers have changed their product mix, building fewer large homes on large lots and more communities that promote walkability and efficiency as selling points. Cities like Dallas, Houston, Denver and Salt Lake have discovered that mass transit can spur high-end development. “The market isn’t all for smart growth, nor is it all for sprawl,” said Geoff Anderson, the president and chief executive of Smart Growth America. “The thing for the last 50, 60 years has been that we’ve done nothing but sprawl.”

Preferences for mass transit and smaller homes are not only a result of a poor economy. Some of the trends, like a decrease in driver’s licenses and commute times, began before the recession. When the American Farmland Trust looked at farmland lost during the boom, it found that the rate had slowed to 800,000 acres a year between 2002 and 2007, down almost a third from a decade earlier.

The only way to explain it, said Jennifer Dempsey, the director of the Farmland Information Center, is that at the height of the boom, sprawl had reached its limit. “We were," she said, “pleasantly surprised.”

Shaila Dewan is a national correspondent for The New York Times.

A version of this news analysis appears in print on September 15, 2013, on page SR7 of the New York edition with the headline: Is Suburban Sprawl On Its Way Back?.

Link para o texto completo:
http://www.nytimes.com/2013/09/15/sunday-review/is-suburban-sprawl-on-its-way-back.html?_r=0

21 de outubro de 2013

Infrastructure and Regional Growth for Inclusive Development

2nd Planocosmo International Conference
Quando:
21 – 22 October 2013

Onde:
INDONESIA, Institut Teknologi Bandung (ITB), Campus Center Gallery

Planocosmo International Conference is an academic event arranged by Regional and City Planning Department, School of Architecture, Planning, and Policy Development, Bandung Institute of Technology. The first Planocosmo Conference was held last year on October 8-9, 2012.

We have witnessed how cities and regions are expanding as logical consequence to rapid economic growth. On the other hand, inadequate or poorly performing infrastructure presents major economic and social challenges, reflected by widening regional disparity and exacerbating poverty. Furthermore, the role of infrastructure is no longer limited to addressing economic and social needs. Network-oriented infrastructure development and climate-friendly technology adoption have become an immediate necessity in providing the proper framework towards sustainable and inclusive development. Herein, the role of planning is challenged more than ever. The lack of funding and scarce resources, conflicting interests among various stakeholders, and other external factors including political, governmental, and societal system are among the key issues that hinder the acceleration of infrastructure provision. Accordingly, in this conference, we invite academicians, researchers, and practitioners to discuss the interface between infrastructure and regional planning and its implementation.

site da Conferência:
http://planocosmo.org

19 de outubro de 2013

Percurso de bicicleta e barco e visita à Exposição "Futuro Perfeito"

Trienal de Arquitectura de Lisboa


Quando:
19 Out, às 10h.


Quem organiza:
Trienal de Arquitectura de Lisboa em colaboração com a TURA-Turismo de Arquitectura.


Percurso de bicicleta e barco à Cova do Vapor e "Casa do Vapor" e regresso a Belém, para uma visita à Exposição "Futuro Perfeito" no Museu da Electricidade



Ver mais:
https://www.facebook.com/photo.php?fbid=587932767909414&set=a.109513572418005.5532.108489172520445&type=1&theater

EL RAVAL. Territorio cosmopolita



Itinerario a pie


Quando:
19 octubre 2013 - 10:00h

Onde:
Barcelona - CCCB


Programa

¿Cómo favorecer la mezcla de usos, culturas y clases sin excluir a nadie?
El que había sido el sector más desfavorecido de la Barcelona enmurallada, tapiz de huertas puntuado por hospitales y conventos, es hoy el barrio más densamente poblado de la ciudad.
En la evolución entre estos dos extremos, el Raval ha devenido un territorio cosmopolita a base de mezclas y contrastes, pero nunca ha conseguido librarse de los efectos de la marginalidad.

Ver mais:
http://www.cccb.org/es/itinerari-el_raval_territorio_cosmopolita-44608

18 de outubro de 2013

The city inside out

Quando:
18 (Inauguração) a 28 de Outubro

Onde:
Lisboa - Galeria Ler Devagar

Uma exposição que examina os bastidores de áreas residenciais de Lisboa e revela a relação dos habitantes com espaços como pátios, quintais, jardins ou simplesmente traseiras, espaços privados ou semi-públicos, representados ao longo das diferentes fases de planeamento urbano.


Projeto Associado Close, Close
Ver mais:
http://www.trienaldelisboa.com/pt/

CIDADES + VERDES

Conferência Internacional de Coberturas Verdes * 2013
A Natureza volta à Cidade

Quando:
18 de Outubro

Onde:
Fórum da Maia

Quem organiza:
LANDLAB e CM Maia

As coberturas vivas são já parte da estratégia ambiental de muitas cidades do Mundo e é um tema perfeitamente atual em Portugal. Desde os decisores políticos, grupos de investigação, industria, arquitetos e outros profissionais de construção; até ao público em geral e meios de comunicação social, todos aparecem como interessados nas grandes vantagens que as coberturas vivas apresentam.

Cidades como Londres, Buenos Aires ou Copenhaga, já incentivam, ou obrigam, a instalação de coberturas vivas, por estarem certas dos enormes benefícios que estas trazem à população, aos edifícios e ao ambiente. As coberturas vivas são o tema central desta conferência, que contará com a presença de alguns dos principais técnicos desta área, nacionais e estrangeiros.

Ver mais:
http://naturlink.sapo.pt/ResourcesUser/eventos5/Programa%20PT.pdf

17 de outubro de 2013

Actas do PNUM 2013 - PROCEEDINGS AVAILABLE


The Annual Conference of the Portuguese Network of Urban Morphology













Ver mais:
http://www.dec.uc.pt/~pnum2013/Proceedings_PNUM2013.pdf

14 de outubro de 2013

IX International Conference “Man-City-Nature” Integrated development ofcities and regions

Quando:
14-15.10.2013

Onde:
Polónia - Toruń

The scope for the Conference leading topic will include the following modules:
  • theoretical-methodological,
  • socio-demographic,
  • economic,
  • innovative regions and creative cities – challenges of the 21st c.,
  • environmental,
  • integrated and sustainable development of regions and urban ecosystems, intelligent and passive cities,
  • planning-legal,
  • urban-architectural,
  • methodical (with a stress on GIS solutions).
Mais informação:
http://www.man-city-nature.umk.pl/en/overview/

12 de outubro de 2013

A Rua da Estrada está na X Bienal de Arquitetura de S. Paulo























Álvaro Domingues é geógrafo e professor da Faculdade de Arquitetura da Universidade do Porto, em Portugal.
Um de seus trabalhos mais conhecidos é o livro "A Rua da Estrada" (Dafne Editora), que apresenta uma visão desconcertante das "paisagens transgênicas" geradas pela "dupla perda da 'cidade' e do 'campo'".
Uma versão deste trabalho, concebida especialmente para a Bienal, estará no CCSP.
Na troca de emails preparatórios para a exposição, Álvaro nos surpreende com esta foto, da Casa do Penedo, perto de Braga. "Quem foi que disse que a realidade é apenas a parte da ficção que se consegue provar que existe?", pergunta ele.

Não abras a porta,
se for o sublime diz que não estou,
já temos palavras de mais, sentimentos de mais.

A glicínia não floriu este ano,
Antes floria à volta de
tudo o que resta de azul à nossa volta,
envelheceu, anima-a só o desejo de voltar a casa, de ser uma casa

PINA, Manuel. "Como se desenha uma casa". Porto: Assírio & Alvim, 2011.

foto:
Álvaro Domingues



Ver também:
https://www.facebook.com/photo.phpfbid=205357019635469&set=a.152186104952561.1073741828.139785682859270&type=1&theater
https://www.facebook.com/xbienaldearquitetura

Exposição "Carrópolis"

X Bienal de Arquitetura

Se no início o automóvel surge como promessa de felicidade, moldando o novo imaginário urbano a partir das experiências de Los Angeles e Las Vegas, ele vai se tornando em seguida o grande vilão, criando cicatrizes viárias em meio ao tecido histórico das cidades, e puxando o seu crescimento horizontal em direção aos subúrbios.

Hoje, a consciência sobre o direito à mobilidade como garantia de cidadania pede a revisão urgente do modelo rodoviarista de crescimento urbano, francamente adotado pelas cidades brasileiras.

A exposição "Carrópolis", que estará no CCSP, trata das transformações sofridas pelas cidades – em especial São Paulo – a partir do momento em que o carro se tornou o seu protagonista.


Foto:
Cássio Vasconcellos
- série Pátios e Estacionamentos

Ver mais:
https://www.facebook.com/xbienaldearquitetura?ref=profile