Half of humankind now lives in cities and, to nearly one in ten city-dwellers, a megacity is home. thirty years ago, there were just three cities with a population of 10 million or more, the definition of a megacity: Mexico city, new York city and tokyo. today, a further 17 cities have joined their ranks and others hover just below the threshold.
Megacities as far apart as Jakarta, Lagos, Manila, Mumbai, Bangkok, New York, Osaka-Kobe, Rio de Janeiro, São Paulo and Shanghai all have at least one thing in common: they are concentrated on narrow coastal strips. other megacities are finding their plans for expansion constrained by natural obstacles like mountain ranges, volcanoes or earthquake fault lines, or by the development of necessary peri-urban agriculture and green belts.
Megacities are running out of space and the price of land is sky-high. They will have no choice in future but to make a more rational use of the space available to them. More and more, architects will wish to build not only high but also deep. This is more expensive in the short term but much more sustainable in the long term. Designing the megacity of the future – one of ten themes within the International Year of Planet earth – will take a lot of planning and foresight. The expertise of geoscientists and geographers will be indispensable in ensuring that life in tomorrow’s megacities is comfortable, sustainable and safe.
The United Nations predicts in its medium scenario that 9.2 billion people will live on our planet by 2050. From then onwards, the population is expected to remain more or less constant until at least 2300. Virtually all population growth between 2010 and 2030 will be concentrated in cities.
Even now, mega-urbanization is generating more competition for space, particularly in the sought-after central city where skyscrapers sprout. Extending outwards is not always easy, as urban sprawl is often restricted by physical bound- aries like the sea or mountains. Cities can tunnel through mountains, of course, but this necessitates good engineering.
...
Ler artigo completo:
http://unesdoc.unesco.org/images/0016/001630/163080e.pdf
In:
A World of SCIENCE, Vol. 6, no. 4, October–December 2008
22 de dezembro de 2013
20 de dezembro de 2013
The Bike Share Planning Guide
Download:
http://www.itdp.org/documents/ITDP_Bike_Share_Planning_Guide.pdf
Ver mais:
https://go.itdp.org/display/live/Home
The Institute for Transportation and Development Policy works with cities worldwide to bring about sustainable transport solutions that cut greenhouse gas emissions, reduce poverty, and improve the quality of urban life.
19 de dezembro de 2013
Os Dez Anos do Regime Jurídico da Urbanização e da Edificação. A evolução do licenciamento municipal de operações urbanísticas, 1999-2009

Actas do Encontro Ad Urbem 2009: Os Dez anos do RJUE
O livro das actas integra cerca de 30 textos incluindo as intervenções dos conferencistas Jeroen van der Heijden (Delft University of Technology) e Pedro Siza Vieira (Linklakers), bem como dos vários oradores convidados e dos diversos comunicantes.
Índice geral:
Prefácio
Primeira sessão: Articulação entre o RJIGT e o RJUE
- Planeamento e/ou Gestão Urbanística: A que se deve a disjunção e o que falta para a conjunção
Luís Grave
- A urbanização do campo e o regime jurídico da urbanização e da edificação
João Carlos C. Antunes
- Algumas reflexões sobre a figura do reparcelamento
Eduardo Gonçalves Rodrigues
Segunda sessão: Regime Jurídico da Reabilitação Urbana
- Reabilitação de edifícios vs Reabilitação urbana: As contradições persistentes em Portugal
Ana Pinho
- Das boas intenções às dificuldades da prática: Relato de uma iniciativa de reabilitação de um fogo num centro urbano histórico
Joana Mourão & Miguel Nuno Silva
Terceira sessão: Proposta de Regime Jurídico da Edificação (substituição do RGEU)
- Proposta de Regime Geral da Edificação
Vasco Massapina
- Regulamentos e Normas para Edifícios Baseados no Desempenho
Nuno Almeida, Fernando Branco, L. Alves Dias & Vitor Sousa
- Segurança das crianças nos ambientes construídos: Responsabilidade e boas práticas
Helena Cardoso de Menezes & Sara Eloy
Quarta sessão: Regulamentação Municipal da Urbanização e da Edificação
- A Regulamentação Municipal da Edificação e Urbanização: Análise crítica a partir do exemplo do código regulamentar do Município do Porto
Manuela Gomes, Cristina Guimarães, Anabela Monteiro & Ana Leite
- Obras de conservação em área de protecção de imóveis classificados ou em área sujeita a servidão administrativa ou restrição de utilidade pública
Carla Justo Louro
Quinta sessão: Sistemas de Regulamentação da Construção na União Europeia
- Sistemas de controlo da qualidade da construção na União Europeia: A intervenção de actores públicos e privados
João Branco Pedro Frits Meijer Henk Visscher
- Evolução da integração do princípio do direito dos administrados à informação no regime jurídico da urbanização e edificação
Helena Oliveira Sécio
Sexta sessão: Tutela da Legalidade Urbanística
- O novo regime das nulidades dos actos de gestão urbanística: Adequado às exigências que se lhe impõem?
Fernanda Paula Oliveira
- Legalização de operações urbanísticas: Três questões incómodas na aplicação prática do RJUE
Inês Calor
Sétima sessão: Controlo Contencioso das Operações Urbanísticas
- A acção pública administrativa no âmbito do RJUE: Alguns aspectos do (novo) regime de intervenção processual do Ministério Público
Fernando Gomes & José Gomes
- Intimação judicial para a prática de acto legalmente devido (ou para cumprimento do dever legal de decisão?) no âmbito do RJUE
Marisa Mirador
Oitava sessão: Qualificação do Solo e Controlo das Operações Urbanísticas
- Qualificação do Solo e Controlo das Operações Urbanísticas
Alberto Manuel Botelho de Miranda
- Edificação dispersa: Diluições e contradições na regulação da edificação em solo rural
Elisa Vilares
Nona sessão: Responsabilidade e Qualidade da Construção
- Responsabilidade e Qualidade do Projecto de Arquitectura
João Pitschieller
- O Pedido de Informação Prévia Favorável e a Alteração do Quadro Normativo
João Maricato
- A apreciação dos projectos de arquitectura: Tradições, contradições e condições
Leonor Cintra Gomes
Décima sessão: Codificação das Normas Técnicas da Construção
- ProNIC: Sistema de Geração e Gestão de Informação Técnica para Cadernos de Encargos
Paula Couto
Décima primeira sessão: Qualificação dos Técnicos Intervenientes na Construção
- Projecto, Fiscalização e Direcção de Obra
Eduardo Jorge Simões Ganilho
- A Propriedade Horizontal no RJUE: Sistematização de tabela para a sua constituição
Francisco José Ferreira
Décima segunda sessão: Qualidade da Arquitectura e da Paisagem
- Evolução do Licenciamento Municipal de Operações Urbanísticas: Qualidade da Arquitectura e da Paisagem
João Rodeia
- Os municípios na génese da futura política nacional de arquitectura
Fernando Gonçalves
Conferências
- Génese do RJUE
Pedro Siza Vieira
- Building regulatory enforcement: On the impacts of private sector involvement in the enforcement of building codes
Jeroen van der Heijden
Anexo
- Editorial respeitante ao Encontro sobre «Os dez anos do Regime Jurídico da Urbanização e da Edificação»
Editorial AD URBEM, Lisboa, Maio de 2009
Comprar:
http://www.lulu.com/shop/ad-urbem-ad-urbem/actas-ad-urbem-2009/paperback/product-21309342.html
Ver mais:
http://www.adurbem.pt/images/stories/ficheiros/actas_adurbem2009_extracto.pdf
18 de dezembro de 2013
AD URBEM - Encontro 2013 - Comunicações

Os Textos ou Resumos das comunicações podem ser consultados em:
16 de dezembro de 2013
Conferência "A Proposta de Lei de Bases da Política Pública do Solo, do Ordenamento do Território e do Urbanismo"
Quando:16 de Dezembro de 2013
Onde:
Faculdade de Direito da Universidade de Lisboa
Programa (resumo)
1.ª Mesa Redonda: Propriedade e política de solos (10h45-12h15)
Moderador – Vasco Pereira da Silva (FDUL)
Relator – Jorge Pação (FDUL)
Henrique Sousa Antunes (UCP); Claudio Monteiro (FDUL); André Salgado Matos (UCP); Isabel Moraes Cardoso (Advogada); Gonçalo Reino Pires (Advogado)
Debate (12h15 – 12h45)
2.ª Mesa Redonda: Programação e planeamento territorial (14h – 15h30)
Moderador – Fernanda Maçãs (STA e Presidente da AMJAFP)
Relator – Tiago Serrão (FDUL)
Paulo Pereira Gouveia (TCA Sul); João Miranda (FDUL); Jaime Valle (FDUL); Sofia Galvão (Advogada); Isabel Abalada Matos (Advogada)
Debate (15h30-16h)
3.ª Mesa Redonda: Gestão urbanística e regime económico-financeiro (16h15-17h45)
Moderador – Paulo Correia (Diretor-Geral do Território)
Relator – Jorge Silva Sampaio (FDUL)
Fernanda Paula Oliveira (FDUC); Jorge Carvalho (Universidade de Aveiro); Carlos Lobo (FDUL); André Folque (Provedoria de Justiça); António Duarte de Almeida (Advogado)
Debate (17h45 – 18h15)
Sessão de encerramento: (18h15-19h15)
Ver mais:
http://www.icjp.pt/conferencias/4332/programa
15 de dezembro de 2013
14 de dezembro de 2013
11 de dezembro de 2013
URBICENTROS#4
URBICENTROS#4
Onde:
João Pessoa
Quando:
11 a 14 de dezembro de 2013
a lógica de abandono, fragmentação, descontinuidade e exploração especulativa que se associam às invisibilidades e contradições do urbano, podem constituir objeto de reflexão para a compreensão e construção de um projeto democrático de cidade.
Esta é a ideia fundamental do URBICENTROS#4, que parte do entendimento de que tais invisibilidades e contradições presentes nas ocupações, espaços públicos e estruturas arquitetônicas das áreas centrais tradicionais são conflitantes – e por isso mesmo invisíveis e contraditórias –, na medida em que fogem à norma culta, aos padrões urbanísticos preestabelecidos ou por entoarem vozes dissonantes que, portanto, não interessam serem escutadas. Para ouvi-las é necessário, como sugere Benjamim:
“perder-se numa cidade,
como alguém se perde numa floresta,
nesse caso,
o nome das ruas deve soar
para aquele que se perde
como o estalar do graveto seco
ao ser pisado,
e as vielas do centro da cidade
devem refletir as horas do dia nitidamente
quanto um desfiladeiro”.
Pensar as áreas centrais das cidades a partir das suas invisibilidades e contradições requer pensá-la a partir: das ocupações espontâneas dos seus espaços, públicos ou privados, convertidos em moradia; dos seus espaços públicos enquanto lugares privilegiados de uma alteridade radical; e das suas estruturas arquitetônicas museificadas, portanto mortas, ou precárias, porém vivas.
Pensar as áreas centrais tradicionais da cidade não é uma forma de pensar uma parte da cidade como algo específico e isolado; pensar estas áreas é uma maneira de pensar a cidade.
...
URBICENTROS#4 procura dar espaço às pesquisas acadêmicas, produções artísticas e culturais que utilizam, sobretudo, novas e diversas ferramentas de abordagem da cidade, percebendo e evidenciando as INVISIBILIDADES E CONTRADIÇÕES que se manifestam nas [I] OCUPAÇÕES, nos [II] ESPAÇOS PÚBLICOS e nas [III] ESTRUTURAS ARQUITETÔNICAS. Será dada ênfase às experiências de participação, como fundamentos imprescindíveis aos projetos urbanísticos na cidade contemporânea, e às articulações estabelecidas entre o campo da arquitetura e do urbanismo com áreas correlatas, como antropologia, sociologia, geografia, história e artes.
Procurando aproximar iniciativas com interesses temáticos próximos, o URBICENTROS#4 irá estabelecer articulações com os principais atores envolvidos nas ações atualmente em andamento no centro histórico de João Pessoa. Para esse fim serão expressamente convidados a compor as mesas redondas e a participar de todas as atividades propostas, representantes do poder público (órgãos municipais, estaduais e federais – SEMHAB, SEPLAN, IPHAEP, IPHAN, SPU), assim como representantes dos movimentos sociais, das associações de moradores e das comunidades locais. Essas iniciativas têm o intuito de tornar o evento um momento de encontro entre diferentes pontos de vista, além de constituir um estímulo às discussões conceituais e teóricas, que possam ter desdobramentos no âmbito das políticas públicas para a área.
Ver mais:
http://www.ppgau.ufba.br/urbicentros/2013/?page_id=2
10 de dezembro de 2013
“Ocupação Dispersa: custos e benefícios à escala local”
Caros Amigos,
Amigos e Inimigos da Dispersão
Lembram-se, penso eu, que a criação do nosso Clube surgiu associada a uma investigação financiada pela FCT e desenvolvida pelas Universidades de Aveiro e de Évora, a qual reuniu uma equipa vasta e interdisciplinar coordenada por mim e pelo Alexandre Cancela de Abreu.
Finalmente, após diversas vicissitudes, acaba de ser editado o livro “Ocupação Dispersa: custos e benefícios, a uma escala local”, resultado dessa investigação,
A edição foi encargo da DGT, instituição que desde o início se associou à investigação.
A apresentação do livro irá ocorrer no próximo dia 10 de Dezembro, pelas 16h00, nas instalações da Direção-Geral do Território, Rua Artilharia Um, n.º 107, em Lisboa.
Muito gostaria de por lá vos encontrar.
De qualquer forma, pretendemos que esta publicação e a sua divulgação sejam pretexto e oportunidade para o aprofundamento da discussão do tema da Ocupação Dispersa e para a consequente procura de soluções.
Perspetivamos mesmo, para tal, a organização de seminários descentralizados por regiões, afirmando desde já a nossa disponibilidade para neles participar.
E pensamos, sobretudo, que é um excelente pretexto para dar um novo impulso ao CAID.
Jorge Carvalho
Lançamento do livro “Ocupação Dispersa: custos e benefícios à escala local”
Assunto:
Cerimónia de lançamento do livro “Ocupação Dispersa: custos e benefícios à escala local”
Onde:
Lisboa, Direção Geral do Território
Quando:
dia 10 de dezembro de 2013, 16h00
Considerando que as dinâmicas de fragmentação e dispersão edificatória constituem um enorme desafio para o qual há que encontrar respostas no domínio do Ordenamento do Território, a Direção-Geral do Território decidiu associar-se a investigação sobre a “Ocupação Dispersa”, financiada pela FCT, desenvolvida pelas Universidades de Aveiro e de Évora e coordenada pelos professores Jorge Carvalho e Alexandre Cancela de Abreu.
Nesse sentido, acabámos de editar o livro “Ocupação Dispersa: custos e benefícios à escala local”, com os resultados dessa investigação, o qual será apresentado no próximo dia 10 de dezembro de 2013, pelas 16h00, nas instalações da Direção-Geral do Território, Rua Artilharia Um, n.º 107, em Lisboa.
Pensamos que a publicação e divulgação do Livro são oportunidade para o aprofundamento da discussão sobre este tema e para a procura de soluções. Perspetivamos, mesmo, que possa constituir pretexto para a organização de seminários descentralizados sobre a Ocupação Dispersa, com a colaboração dos autores.
Convicto da utilidade da iniciativa, muito nos honraria poder contar com a presença de V.Ex.ª nesta cerimónia.
O Diretor-Geral do Território
Paulo V.D. Correia
Confirmação de presença para:
info_dgt@dgterritorio.pt
Contacto:
Divisão de Planeamento, Comunicação e Apoio (DPCA) +351.21.381.96.87 - 89
Cerimónia de lançamento do livro “Ocupação Dispersa: custos e benefícios à escala local”
Onde:
Lisboa, Direção Geral do Território
Quando:
dia 10 de dezembro de 2013, 16h00
Considerando que as dinâmicas de fragmentação e dispersão edificatória constituem um enorme desafio para o qual há que encontrar respostas no domínio do Ordenamento do Território, a Direção-Geral do Território decidiu associar-se a investigação sobre a “Ocupação Dispersa”, financiada pela FCT, desenvolvida pelas Universidades de Aveiro e de Évora e coordenada pelos professores Jorge Carvalho e Alexandre Cancela de Abreu.
Nesse sentido, acabámos de editar o livro “Ocupação Dispersa: custos e benefícios à escala local”, com os resultados dessa investigação, o qual será apresentado no próximo dia 10 de dezembro de 2013, pelas 16h00, nas instalações da Direção-Geral do Território, Rua Artilharia Um, n.º 107, em Lisboa.
Pensamos que a publicação e divulgação do Livro são oportunidade para o aprofundamento da discussão sobre este tema e para a procura de soluções. Perspetivamos, mesmo, que possa constituir pretexto para a organização de seminários descentralizados sobre a Ocupação Dispersa, com a colaboração dos autores.
Convicto da utilidade da iniciativa, muito nos honraria poder contar com a presença de V.Ex.ª nesta cerimónia.
O Diretor-Geral do Território
Paulo V.D. Correia
Confirmação de presença para:
info_dgt@dgterritorio.pt
Contacto:
Divisão de Planeamento, Comunicação e Apoio (DPCA) +351.21.381.96.87 - 89
Conferência Internacional & Workshop: PLANEAR O SISTEMA ALIMENTAR URBANO DA ÁREA METROPOLITANA DE LISBOA
Quando:
10, 11 e 12 Dezembro
Onde:
Lisboa - FCSH-UNL
A actual crise global e o reconhecimento de que, nas próximas décadas, a população mundial será predominantemente urbana, geram novas necessidades e a procura de novas abordagens ao planeamento do sistema alimentar.
Torna-se premente a identificação de formas mais eficientes e consistentes para lidar com estes novos desafios que dizem respeito à eficiência económica e energética, qualidade ambiental, segurança alimentar, criação de emprego e desenvolvimento urbano.
Nos últimos anos, de acordo com as agendas políticas nacionais e internacionais, as estratégias definidas para a segurança alimentar em áreas metropolitanas, tanto na Europa como fora, realçam a necessidade de re-localizar os sistemas de produção-consumo, através de circuitos de comercialização mais curtos e mais eficientes, como um meio para a promoção do desenvolvimento urbano sustentável através de abordagens com base no “lugar”.
É ao nível local e regional que se devem encontrar respostas eficientes a preocupações ambientais, económicas e sociais, num contexto de mudança global.
Para o fazer, torna-se imperativa a identificação de linhas de orientação para o planeamento estratégico e para a gestão do uso do solo, capazes de promover a relocalização do Sistema Alimentar da Área Metropolitana de Lisboa (AML) de forma sustentável.
Programa - 10 DEZEMBRO 2013 Auditório 1, Torre B
11:00 – 13:00
O Planeamento do Sistema Alimentar Urbano e a Economia de Proximidade no contexto internacional
14:30 – 17:30
O Planeamento do Sistema Alimentar Urbano e a Economia de proximidade no contexto nacional.
Ver mais:
http://www.apgeo.pt/files/docs/Newsletter/PUFS_Programmefinal_version.pdf
10, 11 e 12 Dezembro
Onde:
Lisboa - FCSH-UNL
A actual crise global e o reconhecimento de que, nas próximas décadas, a população mundial será predominantemente urbana, geram novas necessidades e a procura de novas abordagens ao planeamento do sistema alimentar.
Torna-se premente a identificação de formas mais eficientes e consistentes para lidar com estes novos desafios que dizem respeito à eficiência económica e energética, qualidade ambiental, segurança alimentar, criação de emprego e desenvolvimento urbano.
Nos últimos anos, de acordo com as agendas políticas nacionais e internacionais, as estratégias definidas para a segurança alimentar em áreas metropolitanas, tanto na Europa como fora, realçam a necessidade de re-localizar os sistemas de produção-consumo, através de circuitos de comercialização mais curtos e mais eficientes, como um meio para a promoção do desenvolvimento urbano sustentável através de abordagens com base no “lugar”.
É ao nível local e regional que se devem encontrar respostas eficientes a preocupações ambientais, económicas e sociais, num contexto de mudança global.
Para o fazer, torna-se imperativa a identificação de linhas de orientação para o planeamento estratégico e para a gestão do uso do solo, capazes de promover a relocalização do Sistema Alimentar da Área Metropolitana de Lisboa (AML) de forma sustentável.
Programa - 10 DEZEMBRO 2013 Auditório 1, Torre B
11:00 – 13:00
O Planeamento do Sistema Alimentar Urbano e a Economia de Proximidade no contexto internacional
14:30 – 17:30
O Planeamento do Sistema Alimentar Urbano e a Economia de proximidade no contexto nacional.
Ver mais:
http://www.apgeo.pt/files/docs/Newsletter/PUFS_Programmefinal_version.pdf
6 de dezembro de 2013
Conferência “Metamorfoses do Campo e da Cidade”
Quando:6 dezembro
Onde:
Faro - Auditório Verde do Campus de Gambelas
Quem organiza:
Faculdade de Ciências e Tecnologia (FCT) em conjunto com a Seção Regional do Algarve da Associação Portuguesa dos Arquitetos Paisagistas (APAP-SRA)
A Conferência é composta por 3 painéis:
Painel 1 - “A vida no Campo “
orador: Prof. Álvaro Domingues (Faculdade de Arquitetura da Universidade do Porto)
Painel 2 - “O Campo na cidade”
orador: Prof. Paulo Farinha Marques (Faculdade de Ciências da Universidade do Porto)
Painel 3 - “O Algarve rur-urbano”
orador: Prof. João Soares (Universidade de Évora)
Resumo:
O campo e a cidade continuam a ser vistos na legislação portuguesa como entidades distintas, apesar dos modelos de urbanismo e de organização das atividades económicas na paisagem constituírem uma evidência de que esta separação é cada vez mais controversa. Perceber que culturas urbana e rural temos hoje, mostrar expressões da hibridação das duas paisagens e averiguar o sentido de as planear e projetar em separado são os objetivos da conferência.
Ver mais:
http://fct.ualg.pt/home/pt/content/conferencia-metamorfoses-do-campo-da-cidade#sthash.jYvTlKys.dpuf
5 de dezembro de 2013
CONFERÊNCIA O Peão e a Cidade
Quando:Dia 5 de Dezembro
Onde:
Auditório Teatro Aveirense
A Conferência “O Peão e a Cidade” integra o programa Todos Cá Fora no âmbito do projeto RAMPA – Aveiro é Teu, iniciativa do Município de Aveiro.
Pretende contribuir para o conhecimento em torno da mobilidade pedonal e do Peão enquanto peça chave à qualificação do ambiente urbano, focando-se na situação e na realidade das cidades portuguesas.
Coordenação científica:
Frederico Moura e Sá (Universidade de Aveiro) com o apoio de Mário Alves (International Federation of Pedestrians), Gil Ribeiro (UA), José Carlos Mota (UA) e Gonçalo Gomes (UA).
PROGRAMA CONFERÊNCIA
9:00 – 9:30 Receção dos participantes
9:30 – 10:00 Sessão de Abertura
9:50 – 10:00 Lançamento da Conferência
- Frederico Moura e Sá (Coordenadação da conferência)
10:00 – 11:00 Programas Europeus centrados no Peão
Keynote-Speakers:
- Pablo Barco (Rede das Ciudades que Caminan)
- Mário Alves (International Federation of Pedestrians) – COST 358 – Pedestrian Quality Needs
Moderador:
Frederico Moura e Sá (UA)
11:30 – 12:30 Projetos Europeus centrados no Peão: Casos de referência
Keynote-Speakers:
- Ole Thorson (Associação Catalunya Camina)
- Miguel Anxo Fernández Lores, Alcaide de Pontevedra
Moderador:
Gil Ribeiro (UA)
14:00 – 15:30 Projetos Nacionais centrados no Peão
Keynote-Speakers:
- António Babo (gng.apb): O Peão e a Qualificação do Espaço Público
- Luís Jorge Bruno Soares (BSArquitectos): O Peão e o Reforço dos Centros
- Pedro Gouveia (CML): Plano de acessibilidade pedonal de Lisboa*
Moderador:
José Carlos Mota
16:00 – 17:30 O Peão e a Cidade (perspetiva e desafios)
- Jorge Carvalho(UA) Território e Planeamento da Mobilidade Pedonal (visão global)
- Rafael Montes (ProAsolutions) – Plano de Ação para promoção de acessibilidades de Aveiro
- Bernardo Campos (CCDR-C): Peão no Quadro Comunitário de Apoio 14-20 *
Moderador:
Jorge Mengo Ratola, vereador responsável pelo pelouro da mobilidade
PÚBLICO- ALVO:
Professores de Vários níveis de ensino; Alunos do ensino superior; Técnicos Superiores das Autarquias; Arquitetos, Engenheiros, Planeadores do Território, Geógrafos, Consultores
Ver mais:
http://aveiroeteu.pt/destaques/conferencia-o-peao-e-a-cidade#sthash.OrordBwq.dpuf
Colloque international "L'invention du Grand Paris"
Relectures du rapport et du concours de la Commission d’extension 1911-1919.Quando:
Jeudi 05 décembre 2013 - Vendredi 06 décembre 2013 [9h30 - 18h00]
Onde:
Paris - Auditorium de la Cité de l’architecture & du patrimoine
Le centenaire de la publication du rapport de la Commission d’extension de Paris, dû à Louis Bonnier et Marcel Poëte, est l’occasion d’interroger la genèse du Grand Paris. Ce rapport inaugure la formulation d’un projet d’ensemble pour un «Grand Paris» et est à l’origine du concours international pour «l’extension de Paris et l’aménagement de la région parisienne»(1919).
Le colloque a pour objectif de réévaluer cette première tentative de planification en retraçant le contexte politique et communal de l’époque et en accordant une large place à la comparaison avec les autres grandes métropoles. Il s’inscrit dans un programme pluriannuel qui vise à reconsidérer les plans et études entreprises sur le Grand Paris. Deux tables rondes seront l’occasion de débats sollicitant chercheurs et acteurs contemporains du Grand Paris.
Ce colloque est conçu par le collectif de chercheurs en architecture, urbanisme et sciences sociales.
Comité d’organisation :
- Frédéric Bertrand et Corinne Jaquand, laboratoire IPRAUS, École nationale supérieure d’architecture de Paris-Belleville,
- Nathalie Roseau, laboratoire LATTS, École nationale des Ponts et chaussées,
- Viviane Claude, Lab’Urba, Université Paris-Est Créteil Val de Marne.
Il est organisé avec le soutien de la Cité de l’architecture & du patrimoine et notamment la contribution du Centre d’archives d’architecture du XXe siècle
Ver mais:
http://www.citechaillot.fr/fr/auditorium/colloques/25352-linvention_du_grand_paris.html
3 de dezembro de 2013
8th International Conference on Urban Regeneration and Sustainability
Sustainable City 2013
Quando:
3 - 5 December, 2013
Onde:
Putrajaya, Malaysia
Introduction
The Conference aims to address the many inter-related aspects of the urban environment from transport and mobility to social exclusion and crime prevention. The meeting will build on the contributions made in previous conferences, which successfully managed to provide an international view of the problems facing modern cities and their solutions.
...
The variety of topics and experiences is one of the main reasons behind the success of the series. This series of conferences addresses the multidisciplinary aspects of urban planning, a result of the increasing size of the cities, the amount of resources and services requested and the complexity of modern society.
Urban areas produce a series of environmental challenges arising from the consumption of natural resources and the subsequent generation of waste and pollution, contributing to the development of social and economic imbalances. All these problems, which continue to grow in our society, require the development of new solutions.
The challenge of planning sustainable contemporary cities lies in considering the dynamics of urban systems, exchange of energy and matter, and the function and maintenance of ordered structures directly or indirectly supplied and maintained by natural systems. The task of researchers, aware of the complexity of the contemporary city, is to improve the capacity to manage human activities, pursuing welfare and prosperity in sustainable cities.
Conference Topics
- Planning, development and management
- The community and the city
- Urban strategies
- Landscape planning and design
- Urbanization of rural areas
- Architectural issues
- Cultural heritage issues
- Waste management
- Case studies
- Environmental management
- Sustainable energy and the city
- Transportation
- Intelligent environments and emerging technologies
- Urban metabolism
- Waterfront developments
- Planning for risk
- Quality of life
- Infrastructures and social services
- Sustainable urban tourism
- Vernacular architecture
- Planning for risk and natural hazards
Mais informação:
http://www.wessex.ac.uk/13-conferences/sustainable-city-2013.html
http://www.wessex.ac.uk/images/stories/pdf_cfps/2013/sustainablecity2013cfp.pdf
Quando:
3 - 5 December, 2013
Onde:
Putrajaya, Malaysia
Introduction
The Conference aims to address the many inter-related aspects of the urban environment from transport and mobility to social exclusion and crime prevention. The meeting will build on the contributions made in previous conferences, which successfully managed to provide an international view of the problems facing modern cities and their solutions.
...
The variety of topics and experiences is one of the main reasons behind the success of the series. This series of conferences addresses the multidisciplinary aspects of urban planning, a result of the increasing size of the cities, the amount of resources and services requested and the complexity of modern society.
Urban areas produce a series of environmental challenges arising from the consumption of natural resources and the subsequent generation of waste and pollution, contributing to the development of social and economic imbalances. All these problems, which continue to grow in our society, require the development of new solutions.
The challenge of planning sustainable contemporary cities lies in considering the dynamics of urban systems, exchange of energy and matter, and the function and maintenance of ordered structures directly or indirectly supplied and maintained by natural systems. The task of researchers, aware of the complexity of the contemporary city, is to improve the capacity to manage human activities, pursuing welfare and prosperity in sustainable cities.
Conference Topics
- Planning, development and management
- The community and the city
- Urban strategies
- Landscape planning and design
- Urbanization of rural areas
- Architectural issues
- Cultural heritage issues
- Waste management
- Case studies
- Environmental management
- Sustainable energy and the city
- Transportation
- Intelligent environments and emerging technologies
- Urban metabolism
- Waterfront developments
- Planning for risk
- Quality of life
- Infrastructures and social services
- Sustainable urban tourism
- Vernacular architecture
- Planning for risk and natural hazards
Mais informação:
http://www.wessex.ac.uk/13-conferences/sustainable-city-2013.html
http://www.wessex.ac.uk/images/stories/pdf_cfps/2013/sustainablecity2013cfp.pdf
1 de dezembro de 2013
LLOBREGAT. Nuevo eje metropolitano
Itinerario en autobúsQuando:
1 diciembre 2013 - 10:00h
Onde:
Barcelona - CCCB
Programa
El Llobregat sigue siendo un río esencial para todo el territorio que atraviesa: por la trama urbana que lo rodea, por el delta que genera, por la economía que se mueve a su alrededor. Muestra de ello es que gran parte del agua que utiliza Barcelona y su entorno metropolitano para la alimentación e higiene personal proviene todavía del Llobregat. Pero nuestra visita al río -desde Sant Joan Despí hasta su llegada al Prat- tiene una visión más amplia: quiere analizar su papel como eje fundamental de la organización territorial y económica de este sector de la ciudad metropolitana.
Ver mais:
http://www.cccb.org/es/itinerari-llobregat_nuevo_eje_metropolitano-44613
EIXAMPLE. La forma de la ciudad
Itinerario a pieQuando:
1 diciembre 2013 - 10:00h
Onde:
Barcelona - CCCB
Programa
La celebración del Año Cerdà nos permitió redescubrir el Eixample y poner en valor el acierto del proyecto de Ildefons Cerdà. Los resultados de los trabajos de investigación más recientes nos han acercado con rigor a la complejidad del desarrollo del plan original, pero también nos han ayudado a ser plenamente conscientes de la gran flexibilidad del proyecto urbanístico de Cerdà y su extraordinaria capacidad para adaptarse a los cambios sociales, económicos, tecnológicos y de movilidad que ha vivido la ciudad en los últimos 150 años. El Eixample es, pues, actualidad viva orientada hacia un futuro que pide nuevas actuaciones.
http://www.cccb.org/es/itinerari-eixample_la_forma_de_la_ciudad-44612
30 de novembro de 2013
Transformar el sprawl

Transformar el sprawl
DOMINGO, 24 DE NOVIEMBRE DE 2013
... ante la imposibilidad de dinamitarlo directamente, lo mejor que podemos hacer con el sprawl es transformarlo.
...
... una vez de acuerdo en lo que hay que hacer con el sprawl que no es otra cosa que transformarlo, la dificultad está en cómo hacerlo. De qué manera volver eficiente una de las formas más ineficientes que hemos inventado de urbanizar el territorio. Y cómo hacer para que sea ciudad y no urbanización.
...
Ler o artigo completo em:
http://elblogdefarina.blogspot.com.es/2013/11/transformar-el-sprawl.html#more
29 de novembro de 2013
Áreas de margen: de-lirios urbanos de la ciudad contemporânea
Autor: Giuseppe ParitàÍndice
1. Presentación por Roberta Amirante
2. Premisas
3. Áreas de margen y la ciudad contemporánea
3.1 “De-lirios” urbanos: ideas de ciudad y nuevos tipos de espacialidad
3.2 La identificación de las áreas de margen en la ciudad contemporánea: pequeño vocabulario del margen
3.3 El “marginal” de la ciudad de Oporto: escala y medida del margen
4. Especies de márgenes: especificidades de posibles espacios urbanos
4.1 En los márgenes de los paisajes urbanos: un zoom de las áreas entre la ciudad y el mar
4.2 Marsella: de frente costero a franja urbano-portuaria
5. Paisajes de margen: metodologías de lectura y reescritura
5.1 Metodología, instrumentos y técnicas para una lectura de proyecto
5.2 Nápoles: una historia del margen
6. Conclusiones
7. Referencias bibliográficas
Resumen
Distintas formas de organización espacial han dado forma, en el curso del tiempo, a las ciudades que habitamos. De aquellas formae urbis, sabemos hoy nombrar las distintas partes, reconocer las lógicas que han estado en la base de su transformación, identificar las relaciones que dan forma a sus figuras. De la ciudad del tiempo contemporáneo, a menudo sólo logramos hablar en términos negativos, o a definirla por différance: ya no es una ciudad histórica, ya no es una metrópolis, ya no está (para esta tesis) basada en las tradicionales lógicas de oposición centro/periferia, ambiente natural/construido, ya no es (a veces) una ciudad “sólida”, ya no es (para algunos) ni siquiera ciudad. Partiendo de la consideración de que, por contra, la ciudad es todavía, y es, sobre todo, un hecho físico, se ha afrontado la cuestión de la existencia de una tercera especie, de aquellos territorios que actualmente “de-liran”, saliéndose de los límites de sus partes ya consolidadas, en espera de ser devueltos al interior de un atlas de formas de ciudades como lugares de nuestro tiempo. A través de los casos de Oporto, Marsella y Nápoles, el presente trabajo se concentra en las áreas aledañas al puerto, dotadas de un especial carácter recursivo en distintas condiciones urbanas.
Ver mais:
http://www2.aq.upm.es/Departamentos/Urbanismo/institucional/numeros-ciur/ciur-89/
Texto completo:
http://polired.upm.es/index.php/ciur/article/download/2044/2092
28 de novembro de 2013
IX Congresso da Geografia Portuguesa

Quando:
28 e 30 de novembro de 2013
Onde:
Évora, Colégio do Espírito Santo
Quem organiza:
Associação Portuguesa de Geógrafos (APG) e Universidade de Évora
TEMA DO CONGRESSO:
Geografia: Espaço, Natureza, Sociedade e Ciência
A Geografia encontra-se hoje em dia confrontada com uma responsabilidade crescente, tendo em conta as expectativas que a sociedade tem em relação à ciência: face a desafios cada vez mais complexos, exige-se de forma mais fundamentada que a ciência assuma um papel inequívoco na produção de conhecimento que apoie a resolução desses mesmos desafios. O Horizonte 2020, que estabelece as orientações para o futuro da actividade científica na Europa até 2020, reforça esta necessidade da ciência contemplar e ajudar a solucionar os desafios societais e que o faça através de abordagens inovadoras, procurando ao mesmo tempo a excelência na produção científica. Mais do que muitas outras ciências, a Geografia trata de questões que nascem na sociedade, no seu funcionamento, na sua relação com a natureza, e na expressão espacial das mesmas. Através de abordagens híbridas, já estabelece pontes entre diferentes sistemas e diferentes perspectivas de análise. Encontra-se assim particularmente vocacionada para analisar e encontrar respostas aos processos complexos com que nos deparamos hoje em dia. O tema do IX Congresso da Geografia Portuguesa pretende justamente reforçar as ligações que a Geografia, enquanto Ciência, estabelece entre o Espaço, a Natureza e a Sociedade, assim como salientar o modo como a Ciência Geográfica evolui tendo em conta estas ligações. Os sub-temas abrangem as várias perspectivas dentro da Geografia, para que se reforcem e explorem estas ligações, respondendo ao mesmo tempo às questões mais prementes que a sociedade nos coloca.
SUB-TEMAS:
1. A paisagem revisitada: sistemas socio-ecológicos e resiliência
2. Modelação geográfica e análise espacial
3. Recursos culturais e turismo
4. Sociedade do conhecimento, criatividade, tecnologia e inovação
5. Alterações climáticas e sustentabilidade
6. Cidade: Diversidade e Adversidade
7. Novos desafios para o território desenvolvimento, ordenamento e gestão territorial
8. Processos geomorfológicos, riscos e evolução da paisagem
9. Epistemologias e Histórias da Geografia
10. Oportunidades, novos desafios profissionais e formação
Site do Congresso:
http://www.cgp2013.uevora.pt
27 de novembro de 2013
ICEUBI2013 - International Conference on Engineering UBI 2013
Quando:
27 a 29 de Novembro
Onde:
Covilhã
As várias áreas de saber desenvolvidas na UBI e que estão sob a tutela da Faculdade de Engenharia, vão estar em destaque nesta conferência científica que junta investigadores, empresários, docentes e alunos de vários países. Serão três dias inteiramente dedicados a todas as áreas de Engenharia, incluindo, por exemplo, aeronáutica, civil, eletromecânica, informática e têxtil. Debater os mais recentes avanços nesta área científica e promover o encontro entre profissionais, investigadores e empresas ligadas à área são algumas das metas do evento, que pretende também servir de divulgação ao trabalho que é realizado no seio desta instituição universitária.
Uma Conferência concebida como um fórum de discussão tem por objetivos principais: - Divulgar a contribuição da Engenharia para o desenvolvimento económico, - Fomentar o contacto entre investigadores e profissionais de diferentes áreas de Engenharia e - Possibilitar a divulgação das atividades de investigação, de inovação e desenvolvimento, junto dos vários sectores de atividade económica
Programa (resumo)
27 Novembro
10-45h
- “Funding opportunities and challenges under HORIZON2020 and other cooperation initiatives”
Cristiana Leandro
- “New trends in Civil Engineering. Teaching, Research and Profession”
Carlos Matias Ramos
14.00h
- ”Funding opportunities and challenges for Energy and Transports sector under HORIZON 2020”
Ana Raposo
28 Novembro
11.00h
- “Contributos da investigação e inovação para o futuro da Região Centro de Portugal”
Pedro Saraiva
Ver mais:
https://www.ubi.pt/Noticia.aspx?id=3561
25 de novembro de 2013
A PROMOÇÃO DA ACESSIBILIDADE UNIVERSAL EM TECIDOS URBANOS: TÉCNICAS,NORMAS E PRÁTICAS
25 e 26 de Novembro de 2013 - 10h00 /18h00
Onde:
Instituto Superior Técnico - DECivil
Coordenação:
Prof. Jorge Gonçalves (IST)
DESTINATÁRIOS
Técnicos da administração central, regional e local e decisores autárquicos.
Profissionais/agentes do sector: projectistas, gestores urbanos, promotores imobiliários.
OBJECTIVOS
A Acessibilidade Universal constitui um princípio estruturante e orientador de políticas e acções que visam a melhoria do quadro de vida dos utilizadores de um território e, em particular, a concretização dos direitos de cidadania dos indivíduos com necessidades especiais. As barreiras físicas que comprometem a acessibilidade universal contribui para a exclusão social, expõem estigmas e favorecem práticas discriminatórias, prejudicando, nomeadamente, as pessoas com deficiência e os mais idosos. Assim, esta acção de formação pretende contribuir para tornar a acessibilidade universal numa componente inquestionável da cidadania e da “cidade democrática” e proporcionar ferramentas que contribuam para aplicar, numa lógica global e sistemática, a acessibilidade universal em áreas urbanas.
Ver mais:
http://forumcivil.ist.utl.pt/post.php?id=468
23 de novembro de 2013
O desafio da promoção da acessibilidade urbana em espaços públicos consolidados: Reflexões a partir do caso da cidade de Niterói - RJ
BEATRIZ CUNHA DE VASCONCELLOSPATRÍCIA QUADROS BARROS
The challenge of promoting urban accessibility in consolidated public spaces: reflections from the case of the city of Niterói-RJ
Resumo
O espaço materializado da cidade apresenta-se como resultado do que se consolidou no ambiente ao longo de diferentes épocas. Este trabalho versa sobre o desafio de estabelecer conexões entre traçados urbanos de diferentes temporalidades na busca da promoção de espaços mais acessíveis. Aplicar os padrões normativos de acessibilidade voltados à inclusão espacial de pessoas com diferentes características e habilidades no ambiente urbano consolidado requer do planejador a habilidade de solucionar conflitos que surgem quando se trata da adequação das situações existentes aos atuais padrões técnicos estabelecidos para o dimensionamento de espaços acessíveis. Neste contexto, apresenta-se o caso da cidade de Niterói, no Estado do Rio de Janeiro, que estabelece diretrizes para a adequação das calçadas. Busca-se contribuir com a construção do direito universal à cidade, trazendo a discussão dos conflitos que se apresentam para o tratamento da mobilidade de pedestres nas calçadas da cidade. Esta discussão começa a mapear questões inerentes à aplicação de padrões normativos e a regulamentação do uso do solo urbano no sentido de promover a cidade para todos e melhoria da ambiência urbana.
...
Considerações Finais
Sobre o caso Niterói
São várias as condicionantes que interagem no planejamento urbano, especificamente no que diz respeito à promoção de calçadas acessíveis: a temporalidade das intervenções, os planos de alinhamento, a falta de consonância com as concessionárias de serviços com a preservação das vias de pedestres, a integração das escalas de planejamento urbano com as intervenções locais, as questões de cunho ambiental e social.
Na análise de cada projeto de intervenção ocorre o exercício e aplicação das diretrizes propostas quanto as melhores práticas e soluções adotadas.
Existem questionamentos e preocupação frente à costura e integração do tecido urbano durante o processo de análise pontual, cabendo a avaliação e a reflexão constante sobre todo o processo. Os aspectos positivos e negativos das intervenções e os ganhos urbanísticos e sociais devem ser reavaliados para que se evolua enquanto procedimentos de adequação urbana que fazem parte de um processo amplo e sistemático.
...
Sobre o caso brasileiro
Para a construção da cidade mais acessível é fundamental estabelecerem-se rotas acessíveis nas vias de pedestres para obterem-se fluxos contínuos e boas condições de mobilidade de pedestres. Para isto faz-se necessário considerar o ambiente em seu contexto urbano local e suas conexões em âmbito geral.
Há a necessidade de adequação dos espaços para o atendimento aos padrões técnicos considerando-se as especificidades locais. Na cidade consolidada nem sempre se encontram condições idealizadas para o projeto e, neste caso, cabe ao projetista aplicar as situações compatíveis a situação local visando o benefício de todos.
Com o crescente aumento da população urbana neste século, tem-se grande parte da população vivendo nas cidades. Segundo as projeções da ONU para 2050 a população urbana (taxa de urbanização no mundo) chegará a 6 bilhões, 65%. Diante deste quadro pode-se constatar a relevância de se construir espaços universais para o atendimento a todas as pessoas. Assim, o projeto para todos é fundamental para a boa ambiência urbana. Inclusive para atender ao aumento da população idosa crescente em âmbito mundial.
Cabe ao poder público estabelecer o envolvimento e a coesão dos setores envolvidos da municipalidade e atuar com fiscalização, o que é imprescindível para a garantia de boas condições de mobilidade nas vias de pedestres. A sociedade de forma geral também deve estar mobilizada no sentido da garantia do seu direito de ir e vir.
Tornar a cidade acessível aplicando-se os padrões normativos de acessibilidade da Norma Brasileira NBR 9050 /2004 ou norma técnica oficial superveniente que a substitua, constitui-se no início de um processo de se pensar o espaço urbano como um lugar importante para a interação de todos os cidadãos.
A construção da cidade para todos é uma responsabilidade de todos.
Link para o artigo completo:
http://www.proarq.fau.ufrj.br/revista/public/docs/Proarq19_ODesafiaPromocao_VasconcellosBarros.pdf
LA SAGRERA - SANT ANDREU – SANT MARTÍ. Tres barrios en transformación
Itinerario en bicicletaQuando:
23 noviembre 2013 - 10:00h
Onde:
Barcelona - CCCB
Programa:
El entorno de la Sagrera es el lugar en el que se está ejecutando la transformación urbanística de mayores dimensiones de la ciudad de Barcelona, con la construcción de la nueva gran estación ferroviaria de Barcelona para el tren de alta velocidad y la incorporación de un gran parque lineal desde el puente de Bac de Roda hasta el nudo de la Trinitat. El recorrido rodea el sector primero por encima y después por debajo. Se inicia en el barrio del Clot para ir hacia la Sagrera y Sant Andreu. Al llegar al barrio de Sant Andreu visitaremos dos operaciones destacables: la Casa Bloc, pensada como modelo de la vivienda obrera de la Generalitat Republicana, y el nuevo barrio en construcción, donde estaban los cuarteles militares de Sant Andreu. Al llegar al paseo de Santa Coloma y al nudo de la Trinitat, se regresa al punto de origen por el Bon Pastor, la Verneda y Sant Martí.
Ver mais:
http://www.cccb.org/es/itinerari-la_sagrera_sant_andreu_sant_mart_tres_barrios_en_transformacin-44614
22 de novembro de 2013
O plano ainda vale a pena? Incerteza e flexibilidade na gestão territorial
Encontro Ad Urbem 2013
Quando:
22 de novembro
Onde:
Coimbra
O plano apresentou-se, durante anos, como o instituto fundamental do direito do urbanismo português.
A sua importância decorre da própria Constituição da República Portuguesa que, no n.º 4 do seu artigo 65º determina que é aos instrumentos de planeamento que cabe a definição das regras de ocupação, uso e transformação do território.
Mas foi com a reforma legislativa de 1998-1999 (Lei de Bases da Politica de Ordenamento do Território e de Urbanismo e Regime Jurídico dos Instrumentos de Gestão Territorial) que adquiriu particular relevo, tendo passado a ser considerado como o mais importante instrumento de gestão do território.
Em face dos atuais problemas que se colocam na ocupação do território, fruto, quantas vezes, dos próprios planos – ao acolherem ou, pelo menos, não contrariarem as políticas expansionistas e de nova urbanização instaladas, potenciadoras de fenómenos de dispersão e de segregação territorial – exige-se, atualmente destes instrumentos novas funções e o cumprimento de novos objetivos: de contenção da expansão urbana; de colmatação de espaços livres e/ou expectantes dentro da cidade; de reabilitação e requalificação urbanas e de coesão social/territorial.
Em face destes novos desafios pergunta-se, desde logo, se pode o plano ser visto como instrumento de coesão territorial (numa ótica de equidade)
(i) nas suas distintas escalas de intervenção (nacional, regional, municipal),
(ii) da perspetiva das diferentes tutelas que os suportam e
(iii) do ponto de vista da sua distinta finalidade, desde planos de estrutura aos programas de atuação.
Cabe também questionar se o plano se posiciona como um instrumento de regulação e desenvolvimento tornando-se relevante avaliar e discutir:
(i) quais os tipos de plano e quais modelos de atuação urbanística mais eficientes?
(ii) se existem outros instrumentos de regulação e desenvolvimento (alternativas aos planos como instrumento de gestão do território) e quais?
(iii) Se os planos podem/devem adotar novas configurações que os dotem de flexibilidade e como?
Por fim, e partindo de uma visão do plano/planeamento como uma forma/procedimento de exercício do poder público, cabe determinar se o plano funciona como mecanismo de delimitação da ação pública, designadamente na perspetiva
(i) da sua articulação com os direitos fundiários,
(ii) da perequação de benefícios e encargos deles decorrentes,
(iii) dos limites à discricionariedade da administração pública.
site do Encontro:
http://www.adurbem.pt/content/view/1000/631/
Quando:
22 de novembro
Onde:
Coimbra
O plano apresentou-se, durante anos, como o instituto fundamental do direito do urbanismo português.
A sua importância decorre da própria Constituição da República Portuguesa que, no n.º 4 do seu artigo 65º determina que é aos instrumentos de planeamento que cabe a definição das regras de ocupação, uso e transformação do território.
Mas foi com a reforma legislativa de 1998-1999 (Lei de Bases da Politica de Ordenamento do Território e de Urbanismo e Regime Jurídico dos Instrumentos de Gestão Territorial) que adquiriu particular relevo, tendo passado a ser considerado como o mais importante instrumento de gestão do território.
Em face dos atuais problemas que se colocam na ocupação do território, fruto, quantas vezes, dos próprios planos – ao acolherem ou, pelo menos, não contrariarem as políticas expansionistas e de nova urbanização instaladas, potenciadoras de fenómenos de dispersão e de segregação territorial – exige-se, atualmente destes instrumentos novas funções e o cumprimento de novos objetivos: de contenção da expansão urbana; de colmatação de espaços livres e/ou expectantes dentro da cidade; de reabilitação e requalificação urbanas e de coesão social/territorial.
Em face destes novos desafios pergunta-se, desde logo, se pode o plano ser visto como instrumento de coesão territorial (numa ótica de equidade)
(i) nas suas distintas escalas de intervenção (nacional, regional, municipal),
(ii) da perspetiva das diferentes tutelas que os suportam e
(iii) do ponto de vista da sua distinta finalidade, desde planos de estrutura aos programas de atuação.
Cabe também questionar se o plano se posiciona como um instrumento de regulação e desenvolvimento tornando-se relevante avaliar e discutir:
(i) quais os tipos de plano e quais modelos de atuação urbanística mais eficientes?
(ii) se existem outros instrumentos de regulação e desenvolvimento (alternativas aos planos como instrumento de gestão do território) e quais?
(iii) Se os planos podem/devem adotar novas configurações que os dotem de flexibilidade e como?
Por fim, e partindo de uma visão do plano/planeamento como uma forma/procedimento de exercício do poder público, cabe determinar se o plano funciona como mecanismo de delimitação da ação pública, designadamente na perspetiva
(i) da sua articulação com os direitos fundiários,
(ii) da perequação de benefícios e encargos deles decorrentes,
(iii) dos limites à discricionariedade da administração pública.
site do Encontro:
http://www.adurbem.pt/content/view/1000/631/
20 de novembro de 2013
#bat_2013: Espacios híbridos para la innovación urbana
Quando:entre el 20 y 23 de noviembre
Onde:
Bilbao y Gernika
Com quem:
Domenico Di Siena,
LaCol Arquitectura,
Maria Arana.
Con el nombre de Espacios Híbridos para la innovación urbana, esta edición se centra en el incipiente uso de las nuevas tecnologías digitales de comunicación y su influencia en la forma en la que nos relacionamos con el espacio físico. A través de las actividades de su programación (workshops, conferencias, debates, cine-forum…), promueve una participación activa y espacios de comunicación y creación que transcurren simultáneamente en el entorno físico y en la red.
Hoy, no podemos entender la complejidad urbana sin el impacto de las nuevas tecnologías y las prácticas que producen en la construcción del territorio y en las formas de relación social. Las plataformas digitales, y especialmente las redes sociales, se han constituido como espacios para crear y compartir información, conocimiento, procesos y proyectos colaborativos capaces de ser trasladados de la esfera digital al espacio físico y viceversa.
Estas nuevas formas de comunicación han creado una especie de nuevos espacios públicos que están modificando la lógica del espacio urbano tradicional. Unos espacios híbridos, puntos de encuentro entre los planos digitales y físicos de la ciudad que pueden favorecer procesos de innovación de carácter tecnológico pero también social, y oportunidades asociadas al desarrollo de la creatividad y de una nueva economía urbana.
Ni la gestión urbana, ni las formas de producción y consumo cultural pueden permanecer al margen de estos cambios. Las herramientas digitales de comunicación social están favoreciendo en muchos casos que la creatividad ciudadana se ponga a trabajar a favor de la transformación y mejora de la ciudad, abriendo la posibilidad de que los ciudadanos volvamos a interesarnos por las características físicas y humanas y también por el cuidado de los lugares que habitamos.
Tal vez sea este un buen momento para preguntarnos cómo está afectando esta nueva realidad a los sistemas de planificación y transformación urbana. Si todas estas nuevas herramientas de comunicación digital provocarán el desarrollo de un nuevo urbanismo informal y participativo, si serán capaces de humanizar nuestra relación con el espacio público, si facilitarán la recuperación de los vínculos afectivos entre los vecinos y la ciudad, y cuál será el papel del arquitecto en este nuevo contexto.
Ver mais:
http://www.paisajetransversal.org/2013/11/bat2013-espacios-hibridos-para-la.html
https://www.facebook.com/hashtag/bat_2013
19 de novembro de 2013
Smart City Expo World Congress
Quando:19 al 21 de noviembre
Onde:
Barcelona
Preparando el escenario para un mundo más inteligente
Las ciudades tendrán un papel importante frente a los desafíos críticos del siglo XXI: el cambio climático y otras amenazas ambientales, el alto consumo de recursos no renovables, el desarrollo económico, el crecimiento de la población y el envejecimiento de las infraestructuras.
La tecnología está estableciendo un nuevo panorama de posibilidades para fomentar estas mejoras y hacer que las ciudades sean más accesibles, gestionables, comunicativas y enfocadas al ciudadano. El impacto que esto está teniendo es tan profundo que incluso está cambiando procesos que no se centran en la tecnología.
Smart City Expo World Congress reúne una visión de futuro sobre las ciudades y la ciudadanía y aporta soluciones listas para implementar que harán de nuestras ciudades mejores lugares para vivir y trabajar.
Sectores exposición:
Energía y Sostenibilidad
Movilidad y Transporte
Medioambiente y Reciclaje
TIC e investigación
Urbanismo
Ciudades
Geoinformación
Emergencias y Seguridad
Prensa técnica, servicios y otros
Áreas del congreso:
Tecnología e Innovación
Ciudad colaboradora y Sociedad inteligente
Energía
Medio construido sostenible
Movilidad
Gobernanza y Economía
Resiliencia y seguridad urbanas
Smart GEO
See more at:
http://www.smartcityexpo.com/es/event#sthash.FXMQmhvT.dpuf
18 de novembro de 2013
Smart Cities, los inventos del TBO
MARTES, 3 DE ENERO DE 2012
...
Después de las ciudades sostenibles, las ciudades resilientes, las ciudades habitables, las ciudades sanas, las ciudades seguras, las ciudades bioclimáticas, las ciudades verdes o las ciudades de los ciudadanos, los que de una u otra forma nos relacionamos con la organización, diseño y planificación de esas cosas que algunos llaman ciudades teníamos otra etiqueta más, smart cities. Pero, en realidad ¿dónde ponen el acento las ciudades inteligentes? Se supone que en la inteligencia (o la listura) ¿qué es eso aplicado a una ciudad? ¿una ciudad piensa? ¿tiene alma? ¿se condena para siempre en el infierno si se porta mal? ...
Planta de la smart city de Paredes (Portugal) inhabitat
Microsoft y Living PlanIT: Paredes (Oporto)
Sin embargo, no hay que ser tan negativos. Por supuesto que una empresa privada intenta vender sus productos y su objetivo es conseguir los mayores beneficios posibles para sus accionistas. Su comportamiento desinteresado sería perverso y pondría piedras en el engranaje del sistema. De forma que es comprensible que si alguna de ellas, bien sea Telefónica, IBM o Microsoft, ve un nicho de negocio intente explotarlo. Pero una ciudad es algo más que un nicho de negocio empresarial. Y el colectivo de sus habitantes sí que debería pensar inteligentemente. Claro que hay que aplicar las nuevas tecnologías en el siglo XXI. De hecho se están aplicando. No creo que vivamos en la edad de piedra ni que ningún planificador urbano piense que vamos a volver a la Edad Media con el “agua va” y cosas parecidas. Pero eso es una cosa y otra muy distinta es pensar que las nuevas tecnologías van a solucionar problemas que son, esencialmente, políticos y éticos. El "asuntillo" de los límites del planeta no se resuelve sólo mejorando la eficiencia de nuestros sistemas. Por supuesto que hay que mejorarla. Pero ese no es el objetivo principal. El objetivo principal no es construir “ciudades inteligentes”, sino construir ciudades habitables y adecuadas a las condiciones del siglo que nos ha tocado vivir que es el siglo XXI.
La situación extraordinaria en la que nos encontramos es que, por primera vez en la historia de la humanidad, para seguir creciendo tenemos que impedir que otros crezcan si por crecimiento se entiende seguir consumiendo planeta. Porque resulta que ya hemos llegado al límite de su biocapacidad. Así de sencillo. Esta situación nos obliga a repensar la mayor parte de los planteamientos con los que hemos funcionado hasta ahora. No es suficiente con mejorar la eficiencia de los sistemas. Por supuesto que hay que hacerlo. ... ... El problema de las smart cities no es el intento de mejora en la eficiencia del sistema urbano. Es que este intento oculte el problema básico que debemos afrontar. La tecnología no es más que un instrumento. Y además, un instrumento que hay que aplicar con sumo cuidado no sea que estemos propiciando inventos del TBO, y que las soluciones aportadas sean puras banalidades, resuelvan problemas inexistentes o compliquen más las cosas de lo que están.
...
Es realidad, más que hablar de smart cities habría que hablar de “ciudades estúpidas” (stupid cities) o “ciudades tontas” si empezamos a pensar que la solución de nuestros problemas es tecnológica. La tecnología puede ayudar pero el foco no hay que ponerlo ahí. La dificultad está en dotarnos de instrumentos de organización verdaderamente participativos que permitan que una sociedad con una cultura específica, anclada en un territorio, con relaciones no depredatorias sobre el mismo, se aglutine en torno a valores con los que la mayor parte esté de acuerdo.
...
Pero a veces la tecnología, esa hija no reconocida de la técnica, se comporta de una forma tan rastrera que casi dan ganas de repudiarla. Resumiendo este artículo tan largo: necesitamos soluciones tecnológicas para los cuidados paliativos de un enfermo que empieza a sufrir en muchos lugares del mundo, pero tenemos que saber que estos cuidados paliativos no lo van a curar y que, en algunos casos, pueden ser contraproducentes. Nuestras ciudades tienen que reorganizarse de nuevo como lo hicieron después de la Revolución Industrial. Pero esta reorganización va a venir de la mano de un cambio en la forma de pensar, en los valores y en los objetivos. Para terminar, por favor, dejemos de ponerle etiquetas a la pobre ciudad, ya no aguanta con el peso de más.
...
Ler o artigo completo:
http://elblogdefarina.blogspot.com.es/2012/01/smart-cities-los-inventos-del-tbo.html
17 de novembro de 2013
The New Science of Cities
By:
Michael BattyOverview
In The New Science of Cities, Michael Batty suggests that to understand cities we must view them not simply as places in space but as systems of networks and flows. To understand space, he argues, we must understand flows, and to understand flows, we must understand networks—the relations between objects that comprise the system of the city. Drawing on the complexity sciences, social physics, urban economics, transportation theory, regional science, and urban geography, and building on his own previous work, Batty introduces theories and methods that reveal the deep structure of how cities function.
Batty presents the foundations of a new science of cities, defining flows and their networks and introducing tools that can be applied to understanding different aspects of city structure. He examines the size of cities, their internal order, the transport routes that define them, and the locations that fix these networks. He introduces methods of simulation that range from simple stochastic models to bottom-up evolutionary models to aggregate land-use transportation models. Then, using largely the same tools, he presents design and decision-making models that predict interactions and flows in future cities. These networks emphasize a notion with relevance for future research and planning: that design of cities is collective action.
Contents
List of Figures
List of Tables
Preface
Acknowledgments
Preamble
I Foundations and Prerequisites
1 Building a Science of Cities
2 Ebb and Flow: Interaction, Gravity, and Potential 47
3 Connections and Correlations: The Science of Networks
II The Science of Cities
4 The Growth of Cities: Rank, Size, and Clocks
5 Hierarchies and Networks
6 Urban Structure as Space Syntax
7 Distance in Complex Networks
8 Fractal Growth and Form
9 Urban Simulation
III The Science of Design
10 Hierarchical Design
11 Markovian Design Machines
12 A Theory for Collective Action
13 Urban Development as Exchange
14 Plan Design as Committee Decision Making
Conclusions: A Future Science
References
Author Index
Subject Index
Endorsements
“A brilliant synthesis of how concepts from complexity science change our understanding of cities. Scaling, fractals, and simulation models are clearly explained and used to demonstrate how flows and networks shape cities and how they can be better predicted and managed for improving urban planning and design. A great book for an emerging urban science.” —Denise Pumain, Université Panthéon-Sorbonne, Institut Universitaire de France
“As Michael Batty reminds us with fascinating historical excursus, the idea of developing a ‘science of cities’ is not new. However, today’s explosion of measurements in the urban field—the so-called big data phenomenon—is opening up possibilities that were unthinkable just a few years ago. New research territories are looming, to which this book is a compelling and perfectly timed guide.” —Carlo Ratti, Director, SENSEable City Lab, MIT
“Michael Batty has followed a career that has made him the prime interpreter of urban modeling in all its forms. Now his remarkable work has become the foundation of a new science of urban flows and networks that uses big data and sharp theory as tools to dig deep into how and what cities are, and how they can be designed in better ways. This is the book that sets the benchmark that all others will have to follow.” —Nigel Thrift, Vice-Chancellor, University of Warwick
Ver mais:
http://www.complexcity.info
http://www.amazon.com/The-Science-Cities-Michael-Batty/dp/0262019523
http://mitpress.mit.edu/books/new-science-cities
Enviado por:
Céline ROZENBLAT
Professor
Chair of the Urban Geography Commission
of the International Geographical Union
16 de novembro de 2013
14 de novembro de 2013
Debate sobre "Fotografia e Território"
Quando:14 de Novembro - 17h00
Onde:
Braga - GNRation
Com quem:
- Álvaro Domingues,
- Olívia Marques da Silva,
- Paulo Catrica,
- Pedro Leão Neto.
Este projeto insere-se na programação 10º edição do Ciclo de Cinema e Fotografia Documental, Imagens do Real Imaginado (IRI).
Ver mais:
https://www.ipp.pt/fileserver/fckeditor/cartazete_iri_2013.pdf
Enviado por:
Marta Ferreira
"Topografias a Norte" - exposição de Fotografia
Quando:14 de Novembro
Onde:
Braga - GNRation
A exposição de Fotografia integra três projectos de alunos finalistas do Mestrado em Fotografia e Cinema Documental da ESMAE:
- Unfinished Projects de Helder Sousa
- EN12 de Marta Ferreira
- Planalto Barrosão de Sérgio Rolando
Com a exposição, será lançada a revista Scopio Projects.
Estes projetos inserem-se na programação 10º edição do Ciclo de Cinema e Fotografia Documental, Imagens do Real Imaginado (IRI).
Ver mais:
https://www.ipp.pt/personnel/News.aspx?id=6294&back=%2fpersonnel%2fnewsevent.aspx
Enviado por:
Marta Ferreira
13 de novembro de 2013
JIIDE 2013 - IV Jornadas Ibéricas de Infra-estruturas de Dados Espaciais
Quando:13 - 15 de Novembro de 2013
Onde:
Évora, Portugal
Mais do que a simples representação cartográfica do território (por natureza, estática), importa a informação que sobre ele se consegue coligir, organizar, aceder e explorar, numa perspectiva pragmática e dinâmica. Igualmente, mais do que simples repositórios de dados isolados, é imprescindível partilhar e fazer uso da informação existente, através das infra-estruturas da Sociedade da Informação e do Conhecimento.
Compreende-se assim o porquê da grande e crescente relevância e dinâmica das Infra-estruturas de Dados Espaciais (IDE), as quais têm hoje uma dimensão europeia suportada pela Directiva INSPIRE, que estabelece a Infra-Estrutura de Informação Geográfica na União Europeia e veio lançar novos desafios para todos, mas sobretudo para os organismos públicos relacionados com conjuntos e serviços de dados geográficos, topográficos ou temáticos.
Portugal foi um país pioneiro neste domínio, pois o Sistema Nacional de Informação Geográfica (SNIG) já tem mais de vinte anos, e Espanha é hoje internacionalmente reconhecida pela dinâmica dos seus projectos, muitos deles de base regional.
Assim as Jornadas Ibéricas de Infra-estruturas de Dados Espaciais (JIIDE), cuja primeira edição ocorreu em 2010, são um palco de oportunidade para aprofundar um diálogo profícuo entre organizações e técnicos da Península Ibérica, fomentando a convergência das respectivas IDE e potenciando as suas sinergias.
O programa destas IV Jornadas desenvolve-se ao longo de três dias, e conta com a realização de workshops, apresentações e um espaço de exposição. As sessões técnicas serão constituídas por apresentações propostas, dando-se preferência aos seguintes tópicos:
DIRECTIVA INSPIRE
* Monitorização e reporte
* Coordenação e estado da arte
* Disposições de Execução
* Harmonização de dados e Serviços de Rede
* Aspectos legais e jurídicos
INFRA-ESTRUTURAS DE DADOS ESPACIAIS
* Projectos temáticos
* Iniciativas transfronteiriças
* Arquitecturas, normas e padrões
* Aspectos tecnológicos
* Tecnologias opensource
* Papel dos municípios
CAPACITAÇÃO
* Formação e Sensibilização
* Aspectos organizacionais e de colaboração
* Planeamento Estratégico
* Análise custo/benefício e Financiamento
Mais informação:
http://www.usig.pt/
LANÇAMENTO DO LIVRO 'A CIDADE NA ENCRUZILHADA'

De JOÃO SEIXAS
Quando:
13 Novembro, 15-17h
Onde:
Aveiro - Auditório da Livraria da UA
“A cidade encontra-se numa encruzilhada. É palco, cenário e actor de grande parte dos nossos actuais dilemas e possibilidades. A maioria das cidades são hoje meta ou mesmo hipercidades, estendidas as suas influências por vastos territórios relacionais e pelas mais variadas escalas de quotidianos, de sofrimentos e de expressões cívicas. Em formas muito mais complexas – mas também muito mais fascinantes – de as compreender e governar; muito para além de velhas muralhas ou divisões administrativas; de estruturas políticas e socioprofissionais corporativas; de lógicas de governação baseadas em simples determinismos, sectorialismos ou relações directas de causa-efeito. Por entre os vieses da democracia e as dúvidas do progresso, novas e magníficas oportunidades – de desenvolvimento, de justiça e de inclusão, de qualidade de vida, de realização cívica – se irão formar e expandir. Como as apoiar e consolidar? Com inteligência, estratégia e compromisso. Defendendo princípios sólidos, como o direito à cidade, ao habitat, à mobilidade; à inclusão social, ao consumo sustentável, ao empreendedorismo local; à participação. E a uma cidadania activa, responsável e atenta. Inteligência global, decerto, mas muita inteligência local. Inteligência urbana, portanto. Como escreveu Jorge Luís Borges, «a cidade impõe-nos o terrível dever da esperança”.
(João Seixas)
Do prefácio da professora Isabel Guerra
Este livro de João Seixas estrutura uma ampla reflexão em torno da cidade contemporânea e das suas formas de governança e de cidadania. O autor é um pesquisador na capital do país e ao escrever tem presente os desafios que emergem nas metrópoles dos países desenvolvidos, e muito particularmente as formas de governança destes espaços. Na sequência desta reflexão, João Seixas estrutura o texto a partir de quatro grandes dimensões: i) o que está a acontecer às cidades e que problemas e desafios/encruzilhadas se colocam (capítulos 1, 2); ii) quais os atores que fazem a cidade e como interagem (capítulos 3 e 4); iii) como modernizar a política da cidade (capítulos 5 e 6); e finaliza com iv) uma análise crítica e propositiva dos sistemas e ambientes de governança de Lisboa e propostas para uma mais eficaz e estratégica regeneração urbana suportada em princípios e dinâmicas democráticas (capítulos 7 e 8).
Sendo um texto de grande erudição, apoiado numa vastíssima e atual bibliografia, é um trabalho sobretudo de índole programática, estando bem alicerçado quer no conhecimento da realidade nacional quer na realidade internacional. A tese central assenta na defesa de que uma cidade moderna, local de desenvolvimento, de expressão democrática e socialmente coesa, é o objetivo último da governança urbana. Esta tese emerge articulada com alguns pressupostos epistemológicos que estruturam todo o livro. Primeiro, o entendimento da cidade, antes de tudo, como “relação” ou como “construção social”, ou seja, como resultado dinâmico de um conjunto de atores e da negociação de interesses diversos. Em segundo lugar, um entendimento da cidade como processo espacial, dando um peso claro à análise empírica real das configurações urbanísticas e arquitectônicas que dão especificidade ao discurso sobre o espaço urbano. E, finalmente, a defesa da conjugação da teoria com a empiria na edificação de novas políticas públicas.
Defendendo a cidade como uma estrutura humana e espacial, essencial ao desenvolvimento socioeconômico e cultural de uma sociedade, considera-se que está numa encruzilhada, ou seja, estão em larga medida por conhecer as suas dinâmicas contradições e paradoxos e falta a capacidade para traduzir esse conhecimento em programas urbanos concretos e viáveis. Sendo a cidade um sistema complexo, o aprofundamento das suas dinâmicas mais significativas e estruturantes – nomeadamente as que referenciam a relação entre competitividade, coesão e sustentabilidade – merecem um aprofundamento à luz da situação atual.
In:
http://web.observatoriodasmetropoles.net/index.php?option=com_k2&view=item&id=610%3Aa-cidade-encruzilhada-repensar-a-cidade-e-sua-pol%C3%ADtica&Itemid=167&lang=pt
Ver também:
https://repositorio.iscte.pt/handle/10071/3427
11 de novembro de 2013
DE LA SMART CITY A LOS SMARTCITIZENS
30-10-2013
Paisaje Transversal
La smart city, esa gran promesa contemporánea para dar solución a las problemáticas de la ciudad, arrastra una trayectoria de contradicciones, que desemboca en un nuevo término heredero de conceptos arraigados en la sociedad del conocimiento: smartcitizens. Precisamente el reconocimiento de esta expresión hace patente la necesidad de revisar los impactos derivados de soluciones urbanas exclusivamente tecnológicas que dieron forma a las propuestas iniciales de las smart cities. Así, el concepto smartcitizens representa a las iniciativas fruto de la inteligencia colectiva que proyectan el camino hacia el cambio de la estructura socioeconómica de nuestras ciudades, basado en la capacidad de estar conectados, compartir información y ser proactivos con nuestro entorno.
Smart cities aquí, smart cities allí, smart cities everywhere. Desde hace unos años, estamos siendo testigos del boom de lassmart cities («ciudades inteligentes»), hasta el punto de que parece que de la noche a la mañana todas las ciudades son smart.[1] De esta manera, la popularidad del término ha experimentado un crecimiento exponencial, eclipsando otras conceptualizaciones previas más integrales como la «ciudad sostenible»,[2] o aquellas otras que respondían de una manera más adecuada a la era en red y a las nuevas relaciones socioeconómicas derivadas de ella, como la «ciudad del conocimiento».[3] Si bien esta sobreexposición terminológica, para bien o para mal, ha calado profundamente en los foros profesionales e institucionales, en lo que a la ciudadanía respecta, no ha generado sino un «enorme desapego»,
...
Para entender esta disruptiva realidad, deberíamos preguntarnos por las causas y consecuencias del fenómeno de las ciudades inteligentes y, a partir de ahí, comenzar a construir (o recuperar) un marco conceptual urbano que realmente responda a las necesidades de la ciudadanía y esté dirigido hacia una mejora efectiva e integral del hábitat urbano.
Mucho ruido y pocas nueces
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Abrir la smart city a la ciudadanía
...
Ciudades inteligentes de código abierto
Desde luego, hoy en día los medios de los que disponemos para compartir información valiosa entre los distintos agentes y sectores de nuestra sociedad —y con ello transformarnos en ciudadanía inteligente, activa y partícipe— conforman el sustrato para el desarrollo de un modelo urbano más democrático, equitativo, sostenible e integral. Sin embargo, el esfuerzo que requiere la traducción de esta oportunidad en un hecho es todavía incipiente, y generalmente no existe un interés de llevarla a cabo por parte de las esferas de poder, cuando no directamente es coartado por ellas. Esto no significa que la inteligencia ciudadana y una redefinición de las smart cities no puedan ser promovidas desde otros ámbitos.
Siguiendo la estela de las posibilidades que plantea Internet, la inteligencia ciudadana está brotando a través de iniciativas promovidas por innovadores tecnológicos que están facilitando al ciudadano acceder a información, tomar decisiones y organizarse colectivamente. De hecho, el software libre es una infalible fuente de herramientas, apps y soluciones tecnológicas que permiten este empoderamiento ciudadano. Tanto es así, que ya es posible hallar todo tipo de tecnología de código abierto en toda la cadena de valor de las smart cities:[6] desde el Internet de las cosas (sensores, hardware, software, tecnología RFID, etc.), hasta el Big Data (almacenamiento y proceso de datos complejos a gran escala), pasando por todo tipo de aplicaciones.[7]
Pero, más allá de esta visión altamente tecnificada de las smart cities y de la ciudadanía inteligente ultraconectada, lo que desde el concepto smartcitizens también se reivindica es la necesaria revisión de la conceptualización que hacemos de tecnología dirigida a construir ciudad. Y aquí la inteligencia de la tecnología no se mide en la sofisticación de la técnica que la genera, sino por su capacidad para generar comunidad, tejer red y establecer canales de transferencia de saberes que promuevan la autonomía social. De nuevo, se produce un quiebro en el discurso dominante, ya que desde esta óptica un huerto urbano es tan inteligente o más que un smartphone.
En definitiva, lo que la figura smartcitizens reivindica es que la tecnología urbana más eficiente es aquella que nace desde la inteligencia colectiva, ayuda a generar comunidad, establece cauces de apropiación ciudadana, es replicable, es eficiente y tiene como objeto resolver las necesidades reales de la sociedad civil. Las y los smartcitizens revelan que el futuro de las ciudades está en nuestras manos, en las de la ciudadanía inteligente y colaborativa.
Ver artigo completo:
http://blogs.cccb.org/lab/es/article_de-la-smart-city-a-les-smartcitizens/#_ftn1
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