28 de janeiro de 2014

Modelos de Financiamento de Operações Urbanísticas: Desafios e Oportunidades



Quando:
28 de Janeiro de 2014

Onde:
Instituto Superior Técnico

































Ver mais:
http://projectopercom.tecnico.ulisboa.pt/novo/workshop.html

Enviado por:
Ricardo Tomé

27 de janeiro de 2014

Ciudad abierta (I). Democracia, tecnología y ciudad

Ciudad abierta (I).
Conferencia de Evgeny Morozov

Conferencia inaugural del ciclo "Ciudad abierta", en el que también participarán Josep Maria Benet i Jornet, Marta Segarra, Manuel Forcano, Bruce Bégout, Rafael Chirbes, Erri de Luca, Richard Sennett y Kamila Shamsie.

Toda ciudad es, por definición, abierta, lugar de acogida y de intercambio, de fricción y mezcla. Sin embargo, esta apertura provoca inevitablemente disonancias y contradicciones, y a menudo proliferan en la ciudad mecanismos para disciplinar y atenuar las diferencias. El Debate de Barcelona de este año reflexionará acerca de la condición utópica de la ciudad abierta, sus potencialidades y sus conflictos.

Evgeny Morozov, uno de los críticos más lúcidos de la tecnoutopía, defiende que la implantación de las nuevas tecnologías en todas las áreas de nuestras vidas acarrea profundas consecuencias políticas, culturales y sociales a menudo ignoradas.

Quando:
27 enero 2014 - 19.30h

Onde:
Barcelona - CCCB

Participante:
Presentador: Joan Subirats
Ponente/s: Evgeny Morozov

Organiza
:
CCCB


Programa:
Las tecnologías inteligentes están transformando nuestro mundo, haciendo nuestras vidas, en algunos aspectos, más eficientes, más cómodas y divertidas. A menudo, sin embargo, las consecuencias políticas y sociales de estos cambios pasan desapercibidas. La perspectiva de Evgeny Morozov, investigador experto en las implicaciones de la tecnología, es bien distinta. Según él, estamos delegando en la ingeniería técnica nuestra responsabilidad en la gestión de áreas fundamentales de nuestra vida privada y pública, de la sociedad y la política, y aceptando acríticamente estas transformaciones y sus consecuencias.

¿Qué desafíos y qué amenazas surgen cuando los espacios públicos se hacen “inteligentes” y pasan a integrar sensores, cámaras y diversos medios de regulación algorítmica?
Las compañías tecnológicas, después de haber optimizado la esfera pública, se ofrecen ahora con insistencia para mejorar nuestras ciudades. Pero los términos de esta optimización permanecen ambiguos y opacos, y las agendas de negocio de los vendedores de tecnología se imponen a menudo como una condición inevitable de la digitalización. En plena transición a la era post-Snowden, el coste de dejar la computación ubicua en manos de compañías privadas se ha vuelto doloramente claro.
¿Cómo podrían las ciudades beneficiarse de las tecnologías digitales sin sucumbir a los excesos optimizadores de la “smart city”?


Ver mais:
http://www.cccb.org/es/curs_o_conferencia-ciudad_abierta_i_conferencia_inaugural_de_evgeny_morozov-45283

Vídeo da Conferência:
http://www.publicspace.org/es/post/democracia-tecnologia-y-ciudad

24 de janeiro de 2014

Newsletter 02


http://www.ordenaracidade.pt/


Newsletter 02 | 24 de Janeiro de 2014

Gostaríamos de agradecer todas as reacções de apoio e encorajamento ao ordenaracidade.pt e aproveitar para anunciar o lançamento de duas novas publicações:

- “Ordenar a Cidade”, de Jorge Carvalho, reedição de obra há muito esgotada, a que apenas é acrescentado um novo prefácio.

- “Planeamento de Equipamentos Locais”, da autoria de Jorge Carvalho e Rita Marinho.


Recebeu este email porque está registado na newsletter do grupo http://www.ordenaracidade.pt/
Se pretender dialogar connosco, reforçar pontos de vista, contestar as nossas opiniões, poderá usar o contacto de email geral@ordenaracidade.pt

21 de janeiro de 2014

Manifestações Espaciais Diferenciadas de Segregação Sócioespacial Induzidas pelo Planejamento Urbano

Infohabitar, Ano IX, n.º 462 (Novembro 25, 2013) a n.º 464 (Dezembro 09, 2013)

Manifestações Espaciais Diferenciadas de Segregação Sócioespacial Induzidas pelo Planejamento Urbano: Um estudo de caso - Aracaju-Brasil e Braga-Portugal

Anselmo Belém Machado

01-INTRODUÇÃO
Este artigo aborda a questão da segregação socioespacial e do planejamento urbano. Nele fizemos uma pesquisa e uma análise teórica inicial objetivando esclarecer as causas e as consequências dos vários problemas urbanos. De maneira geral o processo de urbanização acelerada e do aumento populacional vem historicamente reforçando a intensidade dos problemas do habitar e da gestão das cidades. Neste processo a segregação socioespacial os problemas nas cidades foram sendo intensificados provocando o caos no habitar e na qualidade de vida, portanto na saúde de seus habitantes, fazendo com que a necessidade de um planejamento urbano periódico seja obrigatória. Muitos são os problemas gerados na cidade e os reflexos negativos sobre as populações são maiores ainda, assim tentando propor soluções para estes problemas procuramos analisar o processo de evolução desta segregação sócio espacial a nível mundial. Neste artigo enfocamos o estudo numa análise comparativa inicial realizada em duas cidades selecionadas, Aracaju no Brasil e Braga em Portugal. Dentro do contexto do processo de crescimento urbano os problemas de segregação sócio espacial vêm se acumulando com níveis de intensidades especificamente diferenciadas no mundo. Estes níveis diferenciados de intensidade da segregação urbana, e posteriormente sócio espacial, são cada vez mais crescentes e foram com o tempo revelando como cada país ou região mundial interpretam e enfrentam estes problemas.

SUMÁRIO:
- Resumo
- 01 INTRODUÇÃO
- 02 O PLANEJAMENTO URBANO E O PLANO DIRETOR COMO RESPONSÁVEL PELA SOLUÇÃO DO PROBLEMA DA SEGREGAÇÃO SÓCIOESPACIAL
- 03 SEGREGAÇÃO SÓCIOESPACIAL COMO CONSEQUÊNCIA DOS DIVERSOS PLANEJAMENTOS URBANOS REALIZADOS NO PASSADO
- 04 MANIFESTAÇÕES ESPACIAIS DIFERENCIADAS DE SEGREGAÇÃO SÓCIOESPACIAL INDUZIDAS PELO PLANEJAMENTO URBANO - O ESTUDO DE CASO: ARACAJU-BRASIL E BRAGA-PORTUGAL
- 05 CONSIDERAÇÕES FINAIS
- 06 REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS

Ler artigo:
http://infohabitar.blogspot.pt/search?updated-max=2013-12-01T12:18:00Z&max-results=30&start=2&by-date=false

Enviado por:
António Baptista Coelho

20 de janeiro de 2014

site - ordenaracidade.pt

Companheiros do CAID
Um grupo de profissionais de urbanismo e planeamento do território, alguns deles integrantes da investigação sobre Ocupação Dispersa que esteve na origem do nosso blogue, inauguram hoje um novo site, o ordenaracidade.pt
Visamos a divulgação de muito trabalho já realizado, em conjunto ou separadamente, e do que continuaremos a realizarLiga-nos, sobretudo, a vontade de continuar a trabalhar em conjunto, a nível cívico e a nível profissional.
Como sabem:
- Fazemos uma leitura muito crítica sobre as transformações que têm vindo a ocorrer no território e sobre o sistema de ordenamento que tem vindo a ser praticado.
Temos vindo a conceber, praticar e defender um modelo em grande parte alternativo, que pensamos coerente e eficaz.
Este site é mais uma peça da nossa militância para um melhor Território.
Queremos prosseguir, em conjunto, convosco.
Abraço
Jorge Carvalho.

Ordenar a Cidade - Newsletter 01


http://www.ordenaracidade.pt/

Newsletter 01 | 16 de Janeiro de 2014


Nasceu o ordenaracidade.pt

Somos um grupo de profissionais de urbanismo e ordenamento do território, unidos por trabalhos profissionais e académicos e pela mesma vontade de melhorar o mundo em que vivemos!

O nome adotado - “ordenar a cidade” - exprime essa vontade de intervir, é para nós uma palavra de ordem.

O site agora inaugurado disponibiliza muito do trabalho já realizado, dará notícia do que continuaremos a fazer.

Consulte o ordenaracidade.pt, temos esperança que lhe possa ser útil.

Pelo grupo,

Jorge Carvalho


Caso não queira receber esta newsletter, por favor envie um e-mail para geral@ordenaracidade.pt com o texto “Quero deixar de receber a newsletter do ordenaracidade.pt” no assunto.

por Ordenar a Cidade
http://www.ordenaracidade.pt/ Portugal, Portugal

18 de janeiro de 2014

Ciclo de Cinema - "Radiant City"

http://www.nfb.ca/film/radiant_city
De: Gary Burns and Jim Brown
Canadá, 2006 - 85 min
Documentário
Produção: Burns Film, National Film Board of Canada

Synopsis
by Nathan Southern
Radiant City, which represents the first collaboration between documentarist Gary Burns and journalist Jim Brown, takes as its springboard thesis the idea that suburban life is quickly becoming the norm for families across North America. It thus carries viewers inside of the "suburban mystique" via a protracted dissection of a clan that resides in a planned community, the Moss family. The film specifically examines how the suburban landscape, with its prefab houses, playgrounds, schools, strip malls, and community activities, continues to shape and define the lives and perceptions of these individuals -- from the father's involvement with a local theatrical troupe to the children's feelings of ennui and sense of removal from the neighbors in their subdivision. Burns offsets the picture's stark themes and undertones, however, with a sharp, wicked, and occasionally satirical sense of humor that never fails to catch the absurdities or ironies of this landscape. Musician Joey Santiago, from the band The Pixies, complements the images with a gritty rock soundtrack that draws out the sense of familial dislocation and desperation. The picture also traces the rise of suburbia historically, and features input by such suburban commentators as Mark Kingwell, from the University of Toronto, and writer James Howard Kunstler, who criticize the initial postwar model for suburban communities and suggest that it may not provide the optimal environment for living and raising a family.
In:
http://www.allmovie.com/movie/v358902

Ver também:
http://en.wikipedia.org/wiki/Radiant_City
http://www.imdb.com/title/tt0832937/plotsummary

Ver o filme:
http://www.nfb.ca/film/radiant_city

16 de janeiro de 2014

Debate Público Estratégia Nacional para a Habitação





















Quando:
16 de Janeiro de 2014, 14.00 horas

Onde:
Coimbra, Instituto Superior de Engenharia de Coimbra

10 de janeiro de 2014

The End of the Suburbs

The country is resettling along more urbanized lines, and the American Dream is moving with it

By Leigh Gallagher @leighgallagher
July 31, 2013


A major change is underway in where and how we are choosing to live. In 2011, for the first time in nearly a hundred years, the rate of urban population growth outpaced suburban growth, reversing a trend that held steady for every decade since the invention of the automobile. In several metropolitan areas, building activity that was once concentrated in the suburban fringe has now shifted to what planners call the “urban core,” while demand for large single-family homes that characterize our modern suburbs is dwindling. This isn’t just a result of the recession. Rather, the housing crisis of recent years has concealed something deeper and more profound happening to what we have come to know as American suburbia. Simply speaking, more and more Americans don’t want to live there anymore. The American suburb used to evoke a certain way of life, one of tranquil, tree-lined streets, soccer leagues and center hall colonials. Today’s suburb is more likely to evoke endless sprawl, a punishing commute, and McMansions. In the pre-automobile era, suburban residents had to walk once they disembarked from the train, so houses needed to be located within a reasonable distance to the station and homes were built close together. Shopkeepers set up storefronts around the station where pedestrian traffic was likely to be highest. The result was a village center with a grid shaped street pattern that emerged organically around the day-to-day needs and walking patterns of the people who lived there. Urban planners describe these neighborhoods, which you can still see in older suburbs, as having “vibrancy” or “experiential richness” because, without even trying, their design promoted activity, foot traffic, commerce and socializing. As sociologist Lewis Mumford wrote, “As long as the railroad stop and walking distances controlled suburban growth, the suburb had form.”

Then came World War Two, and the subsequent housing shortage. The Federal Housing Administration had already begun insuring long-term mortgage loans made by private lenders, and the GI Bill provided low-interest, zero-down-payment loans to millions of veterans. The widespread adoption of the car by the middle class untethered developers from the constraints of public transportation and they began to push further out geographically. Meanwhile, single-use zoning laws that carved land into buckets for residential, commercial and industrial use instead of having a single downtown core altered the look, feel and overall DNA of our modern suburbs. From then on, residential communities were built around a different model entirely, one that abandoned the urban grid pattern in favor of a circular, asymmetrical system made of curving subdivisions, looping streets and cul-de-sacs.

But in solving one problem—the severe postwar housing shortage—we unwittingly created some others: isolated, single-class communities. A lack of cultural amenities. Miles and miles of chain stores and Ruby Tuesdays. These are the negative qualities so often highlighted in popular culture, in TV shows like Desperate Housewives, Weeds and Suburgatory, to name just a few. In 2011, the indie rock band Arcade Fire took home a Grammy for The Suburbs, an entire album dedicated to teen angst and isolation inspired by band members’ Win and William Butler’s upbringing in Houston’s master-planned community The Woodlands. Although many still love and defend the suburbs, they have also become the constant target of angst by the likes of Kate Taylor, a stay-at-home mom who lives in a suburb of Charlotte and uses the Twitter name @culdesacked. “If the only invites I get from you are at-home direct sales ‘parties,’ please lose my number, then choke yourself. #suburbs.”

There is still a tremendous amount of appeal in suburban life: space, a yard of one’s own, less-crowded schools. I don’t have anything against the suburbs personally—although I currently live in Manhattan’s West Village, I had a pretty idyllic childhood growing up in Media, Pennsylvania, a suburb twelve miles west of Philadelphia. We are a nation that values privacy and individualism down to our very core, and the suburbs give us that. But somewhere between leafy neighborhoods built around lively railroad villages and the shiny new subdivisions in cornfields on the way to Iowa that bill themselves as suburbs of Chicago, we took our wish for privacy too far. The suburbs overshot their mandate.

Many older suburbs are still going strong, and real estate developers are beginning to build new suburban neighborhoods that are mixed-use and pedestrian-friendly, a movement loosely known as New Urbanism. Even though almost no one walks everywhere in these new communities, residents can drive a mile or two instead of ten or twenty, own one car instead of two. “We are moving from location, location, location in terms of the most important factor to access, access, access,” says Shyam Kannan, formerly a principal at real estate consultancy Robert Charles Lesser and now managing director of planning at the Washington Metropolitan Area Transit Authority (WMATA.) As the country resettles along more urbanized lines, some suggest the future may look more like a patchwork of nodes—mini urban areas all over the country connected to one another with a range of public transit options. It’s not unlike the dense settlements of the Northeast already, where city-suburbs like Stamford, Greenwich, West Hartford and others exist in relatively close proximity. “The differences between cities and suburbs are diminishing,” says Brookings’ Metropolitan Policy Program director Bruce Katz, noting that cities and suburbs are also becoming more alike racially, ethically, and socio-economically.

Whatever things look like in ten years—or twenty, or fifty, or more—there’s one thing everyone agrees on: there will be more options. The government in the past created one American Dream at the expense of almost all others: the dream of a house, a lawn, a picket fence, two or more children, and a car. But there is no single American Dream anymore; there are multiple American Dreams, and multiple American Dreamers. The good news is that the entrepreneurs, academics, planners, home builders and thinkers who plan and build the places we live in are hard at work trying to find space for all of them.


Ler artigo completo:
http://ideas.time.com/2013/07/31/the-end-of-the-suburbs/




Adapted from The End of the Suburbs: Where the American Dream is Moving by Leigh Gallagher, in agreement with Portfolio, an imprint of Penguin Random House. Copyright (c) Leigh Gallagher, 2013.

7 de janeiro de 2014

Antofagasta: Recuperación de Espacios Públicos y Calidad de Vida

Quando:
7 de enero - 17:00 horas

Onde:
Chile - Antofagasta - Auditorio de la Fundación Ruinas de Huanchaca 

Cuatro reconocidos arquitectos se darán cita para debatir en torno a la recuperación de los espacios públicos y el rol de los arquitectos para contribuir en la mejora de la calidad de vida de la ciudad. La jornada se enfocará especialmente en la situación actual y futura de Antofagasta relacionada a este tema. En la actividad participarán Gonzalo Arteaga, Director Ejecutivo de Elemental, Ramón Coz, Arquitecto de Museo Ruinas de Huanchaca, Claudio Galeno, Arquitecto y Jefe de la carrera de Arquitectura de la UCN y Alejandro Gutiérrez, Secretario Ejecutivo del Plan Creo Antofagasta.

El seminario es parte del programa de actividades relacionadas a la exposición “Blanca Montaña” presentada por Minera Escondida y producida por Puro Chile, creadores del libro con el mismo nombre que inspira la muestra.

Ver mais:
http://www.plataformaarquitectura.cl/2014/01/03/antofagasta-recuperacion-de-espacios-publicos-y-calidad-de-vida/?ad_source=internal&ad_medium=widget&ad_name=events&ad_content=322997

6 de janeiro de 2014

"Cine y Arquitectura: Las 10 películas más vistas del 2013"
















#10 Gran Horizonte / Martin Schwartz + Daniel Andersson
A través de un compilado de material recogido por Urban-Think Tank en el transcurso de tres años, este documental retrata la realidad de la informalidad urbana en todo el mundo -desde Nueva Dehli hasta Bogotá-, estructurado en un viaje irreal por el mundo en un solo día.

#9 74 Metros Cuadrados / Tiziana Panizza + Paola Castillo
Documental que retrata la travesía de las líderes de 150 familias en Valparaíso por conseguir la casa propia. El equipo acompañó a estas mujeres durante 7 años, abordando el tema de la integración social en el nuevo barrio, las divisiones en la comunidad y los desastres provocados por las lluvias en las nuevas viviendas. Una lucha por la casa propia que se repite a lo largo de todo Chile.

#8 Habana, El nuevo arte de hacer ruinas / Florian Borchmeyer + Matthias Hentschler
Un escritor, una pareja de ancianos cuya finca fue confiscada por el gobierno de Fidel Castro, el cuidador y único habitante-espectador de un teatro abandonado, el encargado de la mantención de un edificio de principios del siglo XX y su ex esposa y una joven que cada noche duerme con el miedo de que se desplome el techo de su casa, son las personas que cuentan en el documental sus vidas y sus sueños o conflictos desde el entorno en que viven, las ruinas mismas de la ciudad.

#7 Sobre mi tío y un pobre hombre rico / Jaques Tati
Una familia que desea por cualquier motivo representar el icono de la familia moderna (…) controlando absolutamente todo, incluso a ellos mismos, convirtiendo a la casa más bien en un mecanismo, una joya para ser admirada lejos de ser habitada, lo cual debiese ser su función principal.

#6 The Human Scale / Andreas Dalsgaard
Jan Gehl, arquitecto y profesor danés, ha estudiado el comportamiento humano en las ciudades durante 40 años. Ha documentado cómo las ciudades modernas repelen la interacción humana y asegura que podemos empezar a construir ciudades de una manera en que las necesidades humanas de la inclusión y la intimidad, sean tomadas en cuenta.

#5 Oblivion / Joseph Kosinski
Sobre las apocalípticas nubes de una Tierra devastada se levanta la casa “Sky Tower”, donde viven los protagonistas. La estructura -al parecer inspirada en la Casa Stahl (Case Study # 22) de Pierre Koenig-, se compone de finas líneas modernistas y grandes fachadas de vidrio sin marcos, incluyendo un helipuerto extendido sobre una impresionante piscina transparente. Artículo que revisa la influencia de la arquitectura en la película.

#4 Medianeras / Gustavo Taretto
Martín es un fóbico en vías de recuperación. De a poco va saliendo del encierro en su monoambiente y su adicción al mundo virtual. Mariana, recién separada, tiene tan desordenada la cabeza como el departamento en el que se refugia. ¿Deberían conocerse, no? ¿Cómo se pueden encontrar en una ciudad superpoblada y caótica como Buenos Aires? Medianeras. Lo mismo que los separa es lo que los une.

#3 César Pelli, un joven arquitecto / Miguel Rodríguez Arias
Su director pasó horas conversando con el arquitecto argentino en sus oficinas centrales en New Haven, Estados Unidos. Con 65 minutos de duración, el documental presenta un lado más humano del arquitecto y nos acerca a las dinámicas de trabajo de su equipo.

#2 Hierro 3 / Kim Ki-duk
El protagonista recorre la ciudad habitando casas vacías mientras sus habitantes no están en ellas, ocupa los espacios y artefactos, arregla algunos de ellos y deja todo intacto para luego partir en busca de una nueva casa.

#1 Archiculture / David Krantz + Ian Harris
Archiculture es un documental que analiza los puntos fuertes y los peligros de la enseñanza de la arquitectura. La película sigue a un grupo de jóvenes estudiantes a través de su último semestre en el Pratt Institute de Nueva York. Las interacciones y reacciones de los estudiantes ayudan a ilustrar los desafíos de ser un joven aspirante a arquitecto en el mundo actual.


Cita:
Franco, José Tomás.
"Cine y Arquitectura: Las 10 películas más vistas del 2013"
31 Dec 2013.
Plataforma Arquitectura.

Ver mais:
http://www.plataformaarquitectura.cl/2013/12/31/cine-y-arquitectura-las-10-peliculas-mas-vistas-del-2013/

5 de janeiro de 2014

O CAID faz hoje 5 anos

O CAID, criado com o objectivo de dinamizar uma rede informal de pessoas interessadas na reflexão sobre a Ocupação Dispersa, tem agora quase 200 sócios oriundos de diversas áreas do conhecimento e de vários países.
Para todos os amigos, inimigos e seguidores do



                          



                      HAPPY NEW YEAR!






















Crédito: postais Care2

Conclusões do Projecto de Investigação "Custos e Benefícios, à escala local, de uma Ocupação Dispersa"



Apresentação utilizada no lançamento do livro:


"OCUPAÇÃO DISPERSA Custos e Benefícios, à escala local"


Coordenação de
Jorge Carvalho



Ver também:
http://www.dgterritorio.pt/noticias/nova_publicacao___ocupacao_dispersa_custos_e_beneficios_a_escala_local__

Comprar: http://www.dgterritorio.pt/produtos_e_servicos/publicacoes/outros_titulos/ocupacao_dispersa_custos_e_beneficios_a_escala_local__novo_/

4 de janeiro de 2014

Ocupaçao Dispersa: como Ordenar?




No Seminário "Ocupação Dispersa, Custos e Benefícios" que se realizou-se a 21 de Junho de 2011, foram apresentados os resultados do Projecto em quatro comunicações.




4ª Comunicação
Ocupaçao Dispersa: como Ordenar?



Ver também:
http://www.ua.pt/ii/ocupacao_dispersa/

Benefícios da ocupaçao dispersa




No Seminário "Ocupação Dispersa, Custos e Benefícios" que se realizou-se a 21 de Junho de 2011, foram apresentados os resultados do Projecto em quatro comunicações.




3ª Comunicação
Benefícios da ocupaçao dispersa



Ver também:
http://www.ua.pt/ii/ocupacao_dispersa/

3 de janeiro de 2014

Custos da ocupaçao dispersa




No Seminário "Ocupação Dispersa, Custos e Benefícios" que se realizou-se a 21 de Junho de 2011, foram apresentados os resultados do Projecto em quatro comunicações.




2ª Comunicação
Custos da ocupaçao dispersa



Ver também:
http://www.ua.pt/ii/ocupacao_dispersa/

Ocupaçao dispersa: delimitação e caracterização




No Seminário "Ocupação Dispersa, Custos e Benefícios" que se realizou-se a 21 de Junho de 2011, foram apresentados os resultados do Projecto em quatro comunicações.




1ª Comunicação
Ocupação dispersa: delimitação e caracterização



Ver também:
http://www.ua.pt/ii/ocupacao_dispersa/

27 de dezembro de 2013

“Planeta humano, planeta urbano. Habitantes, ciudadanos o cui-dadanos”








Los pasados días 9, 10 y 11 de octubre ... un encuentro ... tuvo lugar en Sevilla, propiciado por el Aula de Sostenibilidad Ambiental de la Universidad Internacional de Andalucía, con el objetivo de reflexionar sobre la situación en la que se encuentran las relaciones entre el planeta y unas ciudades que son, en el momento actual, la principal forma de asentamiento de una población que alcanza ya la cifra de siete mil millones de seres humanos.

... el resultado fue un manifiesto titulado “Planeta humano, planeta urbano. Habitantes, ciudadanos o cui-dadanos”.

1. El desafío de gestionar un planeta de seres urbanos

Si el siglo XIX fue el siglo de los imperios, el siglo XX el de las naciones el siglo XXI, desde sus inicios, es el siglo de las ciudades. Por primera vez en la historia de la humanidad, casi el 60% de los habitantes del planeta vivimos en ciudades grandes y sobre todo medianas. La ciudad se ha convertido en el “hábitat natural” de los seres humanos y el planeta no solo es Humano sino también Urbano. El proceso de urbanización es tan intenso que, a pesar de que las ciudades ocupan menos del 3% del planeta, condicionan su sostenibilidad socioecológica. Las ciudades consumen 2/3 de la energía mundial y emiten el 80% del CO2. Hoy día podemos hablar de un Cambio Global Urbano ya que las ciudades están sufriendo los efectos negativos del Cambio Global pero también son generadoras y exportadoras de sus consecuencias.




Construimos ciudades en cualquier sitio, de cualquier forma, sin importar los costes monetarios o ecológicos.
Dubai thisbigcity




El momento es crítico, aún más, si tenemos en cuenta que las situaciones de colapso no se producen de forma gradual, sino repentinamente al sobrepasar umbrales de cambio. Es urgente que los ciudadanos asumamos nuestra responsabilidad en el gobierno de las ciudades para iniciar la transición hacia una nueva sociedad urbana que nos permita vivir las ciudades de otra manera; no como meros habitantes consumidores sino como ciudadanos conscientes de los cuidados urbanos (cui-dadanos). Es necesario construir una visión compartida sobre un modelo de urbanismo sostenible, en un contexto de cambio, incertidumbre y crisis que nos permita gestionar las patologías urbanas que condicionan el bienestar de la población. Para esto se requiere una sociedad urbana que pueda acceder a una información transdisciplinaria, veraz y no manipulada.

2. Las señales de insostenibilidad de nuestras ciudades. Las grandes patologías urbanas

Las ciudades voraces

Los sistemas urbanos han de ser entendidos como socioecosistemas integrando elementos humanos y naturales (áreas verdes urbanas y ecosistemas de su territorio). Como los demás ecosistemas, se trata de sistemas disipativos, que reciben entradas de energía y materiales y emiten energía en formas degradadas y residuos gaseosos, líquidos y sólidos. Esto constituye su metabolismo, que afecta a territorios cada vez más lejanos, hasta globalizar su impacto. Pero a diferencia de los demás ecosistemas, las ciudades no mejoran su eficiencia con el tiempo, sino que tienden, sin cesar, a incrementar los consumos. Esto es consecuencia de su expansión superficial por la disponibilidad de energía barata y abundante proveniente de combustibles fósiles, y por las posibilidades de acceso que proporciona el automóvil.
Por esta razón lo urbano, con una proliferación en metástasis, se impone a lo ecológico por un consumo sin control. Este tipo de metabolismo es enormemente dependiente del flujo energético. Una interrupción en el suministro o un encarecimiento desmesurado de la energía puede constreñirlo, o incluso colapsarlo, con graves consecuencias sociales.

Pérdida de relación con el mundo natural y rural
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El territorio invisible para la ciudad
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Planeamiento obsoleto
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Una ciudad que no es para todos
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Urbanización insana
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Urbanización vs. Ciudad
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3. ¿Y ahora qué hacemos? Las ciudades pueden ayudarnos a construir un planeta humano sostenible

A través de una serie iniciativas, a diferentes escalas, podemos hacer que las ciudades, que son la causa esencial de la insostenibilidad del planeta, se conviertan en lugares de cambio individual y social para solucionar los problemas globales de la humanidad.

Lo social, consciente de lo ecológico
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¡No puedo pagar la gasolina! La vuelta a lo local, una ciudad de las distancias cortas para la vida cotidiana

Ante la creciente demanda energética, el incremento del precio de los combustibles fósiles es inevitable; y el precio de la movilidad hará inviable el modelo territorial vigente. El transporte público no puede ni podrá funcionar de forma eficiente por el modelo de metástasis territorial generado. Hay que volver a la unidad territorial próxima como ámbito de trabajo, de equipamiento, de relación, de obtención de energía, alimentos, agua y de eliminación de residuos. Moverse a pie, en bicicleta o en transportes públicos que unan nuevos ámbitos de centralidad urbana de calidad, deben ser los modos dominantes en un territorio pensado para el interés general, la eficiencia productiva y el bienestar humano.




Ciudades para la vida cotidiana. Frutería y huevería en la calle Carranza de Madrid.
Año 1900 Urbanidade





Ciudades verdes
...

¡Yo gobierno mi barrio! Un barrio gobernado para y por sus ciudadanos
...

¡El zoning ha muerto!

Necesitamos áreas urbanas complejas que permitan compatibilizar diferentes usos y que acojan a personas de condiciones sociales y económicas diferentes. No se deberían crear “vacíos temporales urbanos” como ciudades de la cultura, de oficinas o universitarias, ocupadas sólo a determinadas horas del día o de la noche, y que quedan como esqueletos vacíos el resto del tiempo. La zonificación tuvo su razón de ser en un momento histórico determinado, como respuesta a los problemas creados por la ciudad surgida de la Revolución Industrial; pero las necesidades de la ciudad del siglo XXI son muy diferentes y reclaman recuperar una complejidad urbana perdida por una visión demasiado radical y esquemática de la planificación.

Ciudades más inter e intraconectadas
...

Ciudades para vivir. Economía para la vida cotidiana
...

Ciudades por la igualdad de género y generaciones
...

Ciudades para la creatividad, la innovación, el aprendizaje y la educación
...




Ciudades vivas y creativas
exdya






Ciudades resilientes ¡Todos juntos, más fuertes¡
...

Ler artigo completo:
http://elblogdefarina.blogspot.com.es/2013/12/planeta-humano-planeta-urbano.html

22 de dezembro de 2013

Megacities of tomorrow

Half of humankind now lives in cities and, to nearly one in ten city-dwellers, a megacity is home. thirty years ago, there were just three cities with a population of 10 million or more, the definition of a megacity: Mexico city, new York city and tokyo. today, a further 17 cities have joined their ranks and others hover just below the threshold.

Megacities as far apart as Jakarta, Lagos, Manila, Mumbai, Bangkok, New York, Osaka-Kobe, Rio de Janeiro, São Paulo and Shanghai all have at least one thing in common: they are concentrated on narrow coastal strips. other megacities are finding their plans for expansion constrained by natural obstacles like mountain ranges, volcanoes or earthquake fault lines, or by the development of necessary peri-urban agriculture and green belts.

Megacities are running out of space and the price of land is sky-high. They will have no choice in future but to make a more rational use of the space available to them. More and more, architects will wish to build not only high but also deep. This is more expensive in the short term but much more sustainable in the long term. Designing the megacity of the future – one of ten themes within the International Year of Planet earth – will take a lot of planning and foresight. The expertise of geoscientists and geographers will be indispensable in ensuring that life in tomorrow’s megacities is comfortable, sustainable and safe.

The United Nations predicts in its medium scenario that 9.2 billion people will live on our planet by 2050. From then onwards, the population is expected to remain more or less constant until at least 2300. Virtually all population growth between 2010 and 2030 will be concentrated in cities. Even now, mega-urbanization is generating more competition for space, particularly in the sought-after central city where skyscrapers sprout. Extending outwards is not always easy, as urban sprawl is often restricted by physical bound- aries like the sea or mountains. Cities can tunnel through mountains, of course, but this necessitates good engineering.
...

Ler artigo completo:
http://unesdoc.unesco.org/images/0016/001630/163080e.pdf

In:
A World of SCIENCE, Vol. 6, no. 4, October–December 2008

20 de dezembro de 2013

The Bike Share Planning Guide

















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http://www.itdp.org/documents/ITDP_Bike_Share_Planning_Guide.pdf

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https://go.itdp.org/display/live/Home

The Institute for Transportation and Development Policy works with cities worldwide to bring about sustainable transport solutions that cut greenhouse gas emissions, reduce poverty, and improve the quality of urban life.

19 de dezembro de 2013

Os Dez Anos do Regime Jurídico da Urbanização e da Edificação. A evolução do licenciamento municipal de operações urbanísticas, 1999-2009



Actas do Encontro Ad Urbem 2009: Os Dez anos do RJUE


O livro das actas integra cerca de 30 textos incluindo as intervenções dos conferencistas Jeroen van der Heijden (Delft University of Technology) e Pedro Siza Vieira (Linklakers), bem como dos vários oradores convidados e dos diversos comunicantes.



Índice geral:

Prefácio

Primeira sessão: Articulação entre o RJIGT e o RJUE
- Planeamento e/ou Gestão Urbanística: A que se deve a disjunção e o que falta para a conjunção
Luís Grave
- A urbanização do campo e o regime jurídico da urbanização e da edificação
João Carlos C. Antunes
- Algumas reflexões sobre a figura do reparcelamento
Eduardo Gonçalves Rodrigues

Segunda sessão: Regime Jurídico da Reabilitação Urbana
- Reabilitação de edifícios vs Reabilitação urbana: As contradições persistentes em Portugal
Ana Pinho
- Das boas intenções às dificuldades da prática: Relato de uma iniciativa de reabilitação de um fogo num centro urbano histórico
Joana Mourão & Miguel Nuno Silva

Terceira sessão: Proposta de Regime Jurídico da Edificação (substituição do RGEU)
- Proposta de Regime Geral da Edificação
Vasco Massapina
- Regulamentos e Normas para Edifícios Baseados no Desempenho
Nuno Almeida, Fernando Branco, L. Alves Dias & Vitor Sousa
- Segurança das crianças nos ambientes construídos: Responsabilidade e boas práticas
Helena Cardoso de Menezes & Sara Eloy

Quarta sessão: Regulamentação Municipal da Urbanização e da Edificação
- A Regulamentação Municipal da Edificação e Urbanização: Análise crítica a partir do exemplo do código regulamentar do Município do Porto
Manuela Gomes, Cristina Guimarães, Anabela Monteiro & Ana Leite
- Obras de conservação em área de protecção de imóveis classificados ou em área sujeita a servidão administrativa ou restrição de utilidade pública
Carla Justo Louro 

Quinta sessão: Sistemas de Regulamentação da Construção na União Europeia
- Sistemas de controlo da qualidade da construção na União Europeia: A intervenção de actores públicos e privados
João Branco Pedro Frits Meijer Henk Visscher
- Evolução da integração do princípio do direito dos administrados à informação no regime jurídico da urbanização e edificação
Helena Oliveira Sécio

Sexta sessão: Tutela da Legalidade Urbanística
- O novo regime das nulidades dos actos de gestão urbanística: Adequado às exigências que se lhe impõem?
Fernanda Paula Oliveira
- Legalização de operações urbanísticas: Três questões incómodas na aplicação prática do RJUE
Inês Calor

Sétima sessão: Controlo Contencioso das Operações Urbanísticas
- A acção pública administrativa no âmbito do RJUE: Alguns aspectos do (novo) regime de intervenção processual do Ministério Público
Fernando Gomes & José Gomes
- Intimação judicial para a prática de acto legalmente devido (ou para cumprimento do dever legal de decisão?) no âmbito do RJUE
Marisa Mirador

Oitava sessão: Qualificação do Solo e Controlo das Operações Urbanísticas
- Qualificação do Solo e Controlo das Operações Urbanísticas
Alberto Manuel Botelho de Miranda
- Edificação dispersa: Diluições e contradições na regulação da edificação em solo rural
Elisa Vilares

Nona sessão: Responsabilidade e Qualidade da Construção
- Responsabilidade e Qualidade do Projecto de Arquitectura
João Pitschieller
- O Pedido de Informação Prévia Favorável e a Alteração do Quadro Normativo
João Maricato
- A apreciação dos projectos de arquitectura: Tradições, contradições e condições
Leonor Cintra Gomes

Décima sessão: Codificação das Normas Técnicas da Construção
- ProNIC: Sistema de Geração e Gestão de Informação Técnica para Cadernos de Encargos
Paula Couto

Décima primeira sessão: Qualificação dos Técnicos Intervenientes na Construção
- Projecto, Fiscalização e Direcção de Obra
Eduardo Jorge Simões Ganilho
- A Propriedade Horizontal no RJUE: Sistematização de tabela para a sua constituição
Francisco José Ferreira

Décima segunda sessão: Qualidade da Arquitectura e da Paisagem
- Evolução do Licenciamento Municipal de Operações Urbanísticas: Qualidade da Arquitectura e da Paisagem
João Rodeia
- Os municípios na génese da futura política nacional de arquitectura
Fernando Gonçalves

Conferências
- Génese do RJUE
Pedro Siza Vieira
- Building regulatory enforcement: On the impacts of private sector involvement in the enforcement of building codes
Jeroen van der Heijden

Anexo
- Editorial respeitante ao Encontro sobre «Os dez anos do Regime Jurídico da Urbanização e da Edificação»
Editorial AD URBEM, Lisboa, Maio de 2009

Comprar:
http://www.lulu.com/shop/ad-urbem-ad-urbem/actas-ad-urbem-2009/paperback/product-21309342.html

Ver mais:
http://www.adurbem.pt/images/stories/ficheiros/actas_adurbem2009_extracto.pdf

18 de dezembro de 2013

16 de dezembro de 2013

Conferência "A Proposta de Lei de Bases da Política Pública do Solo, do Ordenamento do Território e do Urbanismo"

Quando:
16 de Dezembro de 2013

Onde:
Faculdade de Direito da Universidade de Lisboa


Programa (resumo)

1.ª Mesa Redonda: Propriedade e política de solos (10h45-12h15)
Moderador – Vasco Pereira da Silva (FDUL)
Relator – Jorge Pação (FDUL)
Henrique Sousa Antunes (UCP); Claudio Monteiro (FDUL); André Salgado Matos (UCP); Isabel Moraes Cardoso (Advogada); Gonçalo Reino Pires (Advogado)
Debate (12h15 – 12h45)

2.ª Mesa Redonda: Programação e planeamento territorial (14h – 15h30)
Moderador – Fernanda Maçãs (STA e Presidente da AMJAFP)
Relator – Tiago Serrão (FDUL)
Paulo Pereira Gouveia (TCA Sul); João Miranda (FDUL); Jaime Valle (FDUL); Sofia Galvão (Advogada); Isabel Abalada Matos (Advogada)
Debate (15h30-16h)

3.ª Mesa Redonda: Gestão urbanística e regime económico-financeiro (16h15-17h45)
Moderador – Paulo Correia (Diretor-Geral do Território)
Relator – Jorge Silva Sampaio (FDUL)
Fernanda Paula Oliveira (FDUC); Jorge Carvalho (Universidade de Aveiro); Carlos Lobo (FDUL); André Folque (Provedoria de Justiça); António Duarte de Almeida (Advogado)
Debate (17h45 – 18h15)

Sessão de encerramento: (18h15-19h15)

Ver mais:
http://www.icjp.pt/conferencias/4332/programa

11 de dezembro de 2013

URBICENTROS#4


URBICENTROS#4

Onde:
João Pessoa

Quando:
11 a 14 de dezembro de 2013

a lógica de abandono, fragmentação, descontinuidade e exploração especulativa que se associam às invisibilidades e contradições do urbano, podem constituir objeto de reflexão para a compreensão e construção de um projeto democrático de cidade.


Esta é a ideia fundamental do URBICENTROS#4, que parte do entendimento de que tais invisibilidades e contradições presentes nas ocupações, espaços públicos e estruturas arquitetônicas das áreas centrais tradicionais são conflitantes – e por isso mesmo invisíveis e contraditórias –, na medida em que fogem à norma culta, aos padrões urbanísticos preestabelecidos ou por entoarem vozes dissonantes que, portanto, não interessam serem escutadas. Para ouvi-las é necessário, como sugere Benjamim:


“perder-se numa cidade,
como alguém se perde numa floresta,
nesse caso,
o nome das ruas deve soar
para aquele que se perde
como o estalar do graveto seco
ao ser pisado,
e as vielas do centro da cidade
devem refletir as horas do dia nitidamente
quanto um desfiladeiro”.

Pensar as áreas centrais das cidades a partir das suas invisibilidades e contradições requer pensá-la a partir: das ocupações espontâneas dos seus espaços, públicos ou privados, convertidos em moradia; dos seus espaços públicos enquanto lugares privilegiados de uma alteridade radical; e das suas estruturas arquitetônicas museificadas, portanto mortas, ou precárias, porém vivas.

Pensar as áreas centrais tradicionais da cidade não é uma forma de pensar uma parte da cidade como algo específico e isolado; pensar estas áreas é uma maneira de pensar a cidade.
...

URBICENTROS#4 procura dar espaço às pesquisas acadêmicas, produções artísticas e culturais que utilizam, sobretudo, novas e diversas ferramentas de abordagem da cidade, percebendo e evidenciando as INVISIBILIDADES E CONTRADIÇÕES que se manifestam nas [I] OCUPAÇÕES, nos [II] ESPAÇOS PÚBLICOS e nas [III] ESTRUTURAS ARQUITETÔNICAS. Será dada ênfase às experiências de participação, como fundamentos imprescindíveis aos projetos urbanísticos na cidade contemporânea, e às articulações estabelecidas entre o campo da arquitetura e do urbanismo com áreas correlatas, como antropologia, sociologia, geografia, história e artes.

Procurando aproximar iniciativas com interesses temáticos próximos, o URBICENTROS#4 irá estabelecer articulações com os principais atores envolvidos nas ações atualmente em andamento no centro histórico de João Pessoa. Para esse fim serão expressamente convidados a compor as mesas redondas e a participar de todas as atividades propostas, representantes do poder público (órgãos municipais, estaduais e federais – SEMHAB, SEPLAN, IPHAEP, IPHAN, SPU), assim como representantes dos movimentos sociais, das associações de moradores e das comunidades locais. Essas iniciativas têm o intuito de tornar o evento um momento de encontro entre diferentes pontos de vista, além de constituir um estímulo às discussões conceituais e teóricas, que possam ter desdobramentos no âmbito das políticas públicas para a área.

Ver mais:
http://www.ppgau.ufba.br/urbicentros/2013/?page_id=2

10 de dezembro de 2013

OCUPAÇÃO DISPERSA - Custos e Benefícios à Escala Local


“Ocupação Dispersa: custos e benefícios à escala local”

Caros Amigos,
Amigos e Inimigos da Dispersão

Lembram-se, penso eu, que a criação do nosso Clube surgiu associada a uma investigação financiada pela FCT e desenvolvida pelas Universidades de Aveiro e de Évora, a qual reuniu uma equipa vasta e interdisciplinar coordenada por mim e pelo Alexandre Cancela de Abreu.
Finalmente, após diversas vicissitudes, acaba de ser editado o livro “Ocupação Dispersa: custos e benefícios, a uma escala local”, resultado dessa investigação,
A edição foi encargo da DGT, instituição que desde o início se associou à investigação.
A apresentação do livro irá ocorrer no próximo dia 10 de Dezembro, pelas 16h00, nas instalações da Direção-Geral do Território, Rua Artilharia Um, n.º 107, em Lisboa.
Muito gostaria de por lá vos encontrar.

De qualquer forma, pretendemos que esta publicação e a sua divulgação sejam pretexto e oportunidade para o aprofundamento da discussão do tema da Ocupação Dispersa e para a consequente procura de soluções.
Perspetivamos mesmo, para tal, a organização de seminários descentralizados por regiões, afirmando desde já a nossa disponibilidade para neles participar.
E pensamos, sobretudo, que é um excelente pretexto para dar um novo impulso ao CAID.

Saudações e abraço do
Jorge Carvalho

Lançamento do livro “Ocupação Dispersa: custos e benefícios à escala local”

Assunto:
Cerimónia de lançamento do livro “Ocupação Dispersa: custos e benefícios à escala local”

Onde:
Lisboa, Direção Geral do Território

Quando:
dia 10 de dezembro de 2013, 16h00

Considerando que as dinâmicas de fragmentação e dispersão edificatória constituem um enorme desafio para o qual há que encontrar respostas no domínio do Ordenamento do Território, a Direção-Geral do Território decidiu associar-se a investigação sobre a “Ocupação Dispersa”, financiada pela FCT, desenvolvida pelas Universidades de Aveiro e de Évora e coordenada pelos professores Jorge Carvalho e Alexandre Cancela de Abreu.

Nesse sentido, acabámos de editar o livro “Ocupação Dispersa: custos e benefícios à escala local”, com os resultados dessa investigação, o qual será apresentado no próximo dia 10 de dezembro de 2013, pelas 16h00, nas instalações da Direção-Geral do Território, Rua Artilharia Um, n.º 107, em Lisboa.

Pensamos que a publicação e divulgação do Livro são oportunidade para o aprofundamento da discussão sobre este tema e para a procura de soluções. Perspetivamos, mesmo, que possa constituir pretexto para a organização de seminários descentralizados sobre a Ocupação Dispersa, com a colaboração dos autores.

Convicto da utilidade da iniciativa, muito nos honraria poder contar com a presença de V.Ex.ª nesta cerimónia.

O Diretor-Geral do Território
Paulo V.D. Correia

Confirmação de presença para:
info_dgt@dgterritorio.pt

Contacto:
Divisão de Planeamento, Comunicação e Apoio (DPCA) +351.21.381.96.87 - 89

Conferência Internacional & Workshop: PLANEAR O SISTEMA ALIMENTAR URBANO DA ÁREA METROPOLITANA DE LISBOA

Quando:
10, 11 e 12 Dezembro

Onde:
Lisboa - FCSH-UNL

A actual crise global e o reconhecimento de que, nas próximas décadas, a população mundial será predominantemente urbana, geram novas necessidades e a procura de novas abordagens ao planeamento do sistema alimentar.

Torna-se premente a identificação de formas mais eficientes e consistentes para lidar com estes novos desafios que dizem respeito à eficiência económica e energética, qualidade ambiental, segurança alimentar, criação de emprego e desenvolvimento urbano.

Nos últimos anos, de acordo com as agendas políticas nacionais e internacionais, as estratégias definidas para a segurança alimentar em áreas metropolitanas, tanto na Europa como fora, realçam a necessidade de re-localizar os sistemas de produção-consumo, através de circuitos de comercialização mais curtos e mais eficientes, como um meio para a promoção do desenvolvimento urbano sustentável através de abordagens com base no “lugar”.
É ao nível local e regional que se devem encontrar respostas eficientes a preocupações ambientais, económicas e sociais, num contexto de mudança global.
Para o fazer, torna-se imperativa a identificação de linhas de orientação para o planeamento estratégico e para a gestão do uso do solo, capazes de promover a relocalização do Sistema Alimentar da Área Metropolitana de Lisboa (AML) de forma sustentável.

Programa - 10 DEZEMBRO 2013 Auditório 1, Torre B

11:00 – 13:00
O Planeamento do Sistema Alimentar Urbano e a Economia de Proximidade no contexto internacional

14:30 – 17:30
O Planeamento do Sistema Alimentar Urbano e a Economia de proximidade no contexto nacional.

Ver mais:
http://www.apgeo.pt/files/docs/Newsletter/PUFS_Programmefinal_version.pdf

6 de dezembro de 2013

Conferência “Metamorfoses do Campo e da Cidade”

Quando:
6 dezembro

Onde:
Faro - Auditório Verde do Campus de Gambelas

Quem organiza:
Faculdade de Ciências e Tecnologia (FCT) em conjunto com a Seção Regional do Algarve da Associação Portuguesa dos Arquitetos Paisagistas (APAP-SRA)

A Conferência é composta por 3 painéis:

Painel 1 - “A vida no Campo “
orador: Prof. Álvaro Domingues (Faculdade de Arquitetura da Universidade do Porto)

Painel 2 - “O Campo na cidade”
orador: Prof. Paulo Farinha Marques (Faculdade de Ciências da Universidade do Porto)

Painel 3 - “O Algarve rur-urbano”
orador: Prof. João Soares (Universidade de Évora)

Resumo:
O campo e a cidade continuam a ser vistos na legislação portuguesa como entidades distintas, apesar dos modelos de urbanismo e de organização das atividades económicas na paisagem constituírem uma evidência de que esta separação é cada vez mais controversa. Perceber que culturas urbana e rural temos hoje, mostrar expressões da hibridação das duas paisagens e averiguar o sentido de as planear e projetar em separado são os objetivos da conferência.

Ver mais:
http://fct.ualg.pt/home/pt/content/conferencia-metamorfoses-do-campo-da-cidade#sthash.jYvTlKys.dpuf

5 de dezembro de 2013

CONFERÊNCIA O Peão e a Cidade

Quando:
Dia 5 de Dezembro

Onde:
Auditório Teatro Aveirense

A Conferência “O Peão e a Cidade” integra o programa Todos Cá Fora no âmbito do projeto RAMPA – Aveiro é Teu, iniciativa do Município de Aveiro.
Pretende contribuir para o conhecimento em torno da mobilidade pedonal e do Peão enquanto peça chave à qualificação do ambiente urbano, focando-se na situação e na realidade das cidades portuguesas.

Coordenação científica:
Frederico Moura e Sá (Universidade de Aveiro) com o apoio de Mário Alves (International Federation of Pedestrians), Gil Ribeiro (UA), José Carlos Mota (UA) e Gonçalo Gomes (UA).

PROGRAMA CONFERÊNCIA

9:00 – 9:30 Receção dos participantes
9:30 – 10:00 Sessão de Abertura
9:50 – 10:00 Lançamento da Conferência
- Frederico Moura e Sá (Coordenadação da conferência)

10:00 – 11:00 Programas Europeus centrados no Peão
Keynote-Speakers:
- Pablo Barco (Rede das Ciudades que Caminan)
- Mário Alves (International Federation of Pedestrians) – COST 358 – Pedestrian Quality Needs
Moderador:
Frederico Moura e Sá (UA)

11:30 – 12:30 Projetos Europeus centrados no Peão: Casos de referência
Keynote-Speakers:
- Ole Thorson (Associação Catalunya Camina)
- Miguel Anxo Fernández Lores, Alcaide de Pontevedra
Moderador:
Gil Ribeiro (UA)

14:00 – 15:30 Projetos Nacionais centrados no Peão
Keynote-Speakers:
- António Babo (gng.apb): O Peão e a Qualificação do Espaço Público
- Luís Jorge Bruno Soares (BSArquitectos): O Peão e o Reforço dos Centros
- Pedro Gouveia (CML): Plano de acessibilidade pedonal de Lisboa*
Moderador:
José Carlos Mota

16:00 – 17:30 O Peão e a Cidade (perspetiva e desafios)
- Jorge Carvalho(UA) Território e Planeamento da Mobilidade Pedonal (visão global)
- Rafael Montes (ProAsolutions) – Plano de Ação para promoção de acessibilidades de Aveiro
- Bernardo Campos (CCDR-C): Peão no Quadro Comunitário de Apoio 14-20 *
Moderador:
Jorge Mengo Ratola, vereador responsável pelo pelouro da mobilidade

PÚBLICO- ALVO:
Professores de Vários níveis de ensino; Alunos do ensino superior; Técnicos Superiores das Autarquias; Arquitetos, Engenheiros, Planeadores do Território, Geógrafos, Consultores

Ver mais:
http://aveiroeteu.pt/destaques/conferencia-o-peao-e-a-cidade#sthash.OrordBwq.dpuf

Colloque international "L'invention du Grand Paris"

Relectures du rapport et du concours de la Commission d’extension 1911-1919.

Quando:
Jeudi 05 décembre 2013 - Vendredi 06 décembre 2013 [9h30 - 18h00]

Onde:
Paris - Auditorium de la Cité de l’architecture & du patrimoine

Le centenaire de la publication du rapport de la Commission d’extension de Paris, dû à Louis Bonnier et Marcel Poëte, est l’occasion d’interroger la genèse du Grand Paris. Ce rapport inaugure la formulation d’un projet d’ensemble pour un «Grand Paris» et est à l’origine du concours international pour «l’extension de Paris et l’aménagement de la région parisienne»(1919).

Le colloque a pour objectif de réévaluer cette première tentative de planification en retraçant le contexte politique et communal de l’époque et en accordant une large place à la comparaison avec les autres grandes métropoles. Il s’inscrit dans un programme pluriannuel qui vise à reconsidérer les plans et études entreprises sur le Grand Paris. Deux tables rondes seront l’occasion de débats sollicitant chercheurs et acteurs contemporains du Grand Paris.

Ce colloque est conçu par le collectif de chercheurs en architecture, urbanisme et sciences sociales.

Comité d’organisation :
- Frédéric Bertrand et Corinne Jaquand, laboratoire IPRAUS, École nationale supérieure d’architecture de Paris-Belleville,
- Nathalie Roseau, laboratoire LATTS, École nationale des Ponts et chaussées,
- Viviane Claude, Lab’Urba, Université Paris-Est Créteil Val de Marne.

Il est organisé avec le soutien de la Cité de l’architecture & du patrimoine et notamment la contribution du Centre d’archives d’architecture du XXe siècle

Ver mais:
http://www.citechaillot.fr/fr/auditorium/colloques/25352-linvention_du_grand_paris.html

3 de dezembro de 2013

8th International Conference on Urban Regeneration and Sustainability

Sustainable City 2013


Quando:
3 - 5 December, 2013

Onde:
Putrajaya, Malaysia

Introduction
The Conference aims to address the many inter-related aspects of the urban environment from transport and mobility to social exclusion and crime prevention. The meeting will build on the contributions made in previous conferences, which successfully managed to provide an international view of the problems facing modern cities and their solutions.
...
The variety of topics and experiences is one of the main reasons behind the success of the series. This series of conferences addresses the multidisciplinary aspects of urban planning, a result of the increasing size of the cities, the amount of resources and services requested and the complexity of modern society.
Urban areas produce a series of environmental challenges arising from the consumption of natural resources and the subsequent generation of waste and pollution, contributing to the development of social and economic imbalances. All these problems, which continue to grow in our society, require the development of new solutions.
The challenge of planning sustainable contemporary cities lies in considering the dynamics of urban systems, exchange of energy and matter, and the function and maintenance of ordered structures directly or indirectly supplied and maintained by natural systems. The task of researchers, aware of the complexity of the contemporary city, is to improve the capacity to manage human activities, pursuing welfare and prosperity in sustainable cities.

Conference Topics
- Planning, development and management
- The community and the city
- Urban strategies
- Landscape planning and design
- Urbanization of rural areas
- Architectural issues
- Cultural heritage issues
- Waste management
- Case studies
- Environmental management
- Sustainable energy and the city
- Transportation
- Intelligent environments and emerging technologies
- Urban metabolism
- Waterfront developments
- Planning for risk
- Quality of life
- Infrastructures and social services
- Sustainable urban tourism
- Vernacular architecture
- Planning for risk and natural hazards

Mais informação:
http://www.wessex.ac.uk/13-conferences/sustainable-city-2013.html
http://www.wessex.ac.uk/images/stories/pdf_cfps/2013/sustainablecity2013cfp.pdf

1 de dezembro de 2013

LLOBREGAT. Nuevo eje metropolitano

Itinerario en autobús

Quando:
1 diciembre 2013 - 10:00h

Onde:
Barcelona - CCCB

Programa
El Llobregat sigue siendo un río esencial para todo el territorio que atraviesa: por la trama urbana que lo rodea, por el delta que genera, por la economía que se mueve a su alrededor. Muestra de ello es que gran parte del agua que utiliza Barcelona y su entorno metropolitano para la alimentación e higiene personal proviene todavía del Llobregat. Pero nuestra visita al río -desde Sant Joan Despí hasta su llegada al Prat- tiene una visión más amplia: quiere analizar su papel como eje fundamental de la organización territorial y económica de este sector de la ciudad metropolitana.


Ver mais:
http://www.cccb.org/es/itinerari-llobregat_nuevo_eje_metropolitano-44613