6 de outubro de 2014

OPEN DAYS 2014 'Growing together – Smart investment for people'










Quando:
6-9 October 2014

Onde:
Brussels - 5th and 6th floor of the Committee of the Regions

THEMES

The Context

The policy cycle of cohesion policy suggests that due to the launch of the 320+ national, regional and territorial cooperation programmes in 2014, first experiences with their implementation may be at the forefront of debates during the 12th European Week of Regions and Cities. Moreover, the event will be held a few months after closing the public consultation on the European Commission's 'Sixth Report on Economic, Social and Territorial Cohesion' and the related 'Sixth Cohesion Forum' (May 2014).

The thematic priorities

The OPEN DAYS 2014 will be held under the slogan 'Growing together – Smart investment for people', with workshops addressing one of the following themes:
* Connecting regional strategies: smart specialisation, digital agenda, SME support, low-carbon economy (supported by the ERDF), training and social inclusion (supported by the ESF); urban dimension.
* Building capacity: new features and instruments in programme management (financial engineering, performance framework evaluation, partnership arrangements).
* Territorial cooperation: the new generation of pan-European programmes (INTERREG, URBACT, ESPON, INTERACT); international cooperation.

The OPEN DAYS could foster exchange about those thematic priorities that are compulsory for each region between 2014-2020. There would also be the opportunity to look into new instruments such as Integrated Territorial Investments and Community-led Local Development, financial instruments, the new European Territorial Cooperation programmes and the Adriatic-Ionian Macro-regional Strategy to be adopted during the Italian Presidency of the Council of the EU.

What are the OPEN DAYS?
European Week of Regions and Cities is an annual four-day event during which cities and regions showcase their capacity to create growth and jobs, implement European Union cohesion policy, and prove the importance of the local and regional level for good European governance.
...

Ver mais:
http://ec.europa.eu/regional_policy/conferences/od2014/index.cfm

4 de outubro de 2014

Habitat III - Third United Nations Conference on Housing and Sustainable Urban Development

Habitat III is the United Nations Conference on Housing and Sustainable Urban Development to take place in 2016. In resolution 66/207 and in line with the bi-decennial cycle (1976, 1996 and 2016), the United Nations General Assembly decided to convene, the Habitat III Conference to reinvigorate the global commitment to sustainable urbanization, to focus on the implementation of a “New Urban Agenda”, building on the Habitat Agenda of Istanbul in 1996.

Member States of the GA, in resolution 67/216, decided that the objective of the Conference are to secure renewed political commitment for sustainable urban development, assess accomplishments to date, address poverty and identify and address new and emerging challenges. The conference will result in a concise, focused, forward-looking and action-oriented outcome document.

The Conference welcomes the participation and contributions of all Member States and relevant stakeholders, including parliamentarians, civil society organizations, regional and local government and municipality representatives, professionals and researchers, academia, foundations, women and youth groups, trade unions, and the private sector, as well as organizations of the United Nations system and intergovernmental organizations.

Habitat III will be the first UN global summit after the adoption of the Post-2015 Sustainable Development Agenda and, hopefully, a new climate change agreement. It offers a unique opportunity to discuss the important challenge of how cities, towns and villages are planned and managed, in order to fulfill their role as drivers of sustainable development, and hence shape the implementation of new global development and climate change goals.

Ver mais:
http://unhabitat.org/habitat-iii/

AESOP Discussion on the New Urban Agenda

Habitat III, the Third United Nations Conference on Housing and Sustainable Urban Development, will take place in 2016, and UN-Habitat is in the process of asking local authorities and other Habitat Agenda Partners for their assistance in structuring the Habitat III meetings and formulating a New Urban Agenda.

... To start the debate, we open the following points for discussion.

- The New Urban Agenda must stress the importance of well-trained planners who are equipped with the necessary knowledge and competencies for the attainment of sustainable urbanization, resilient regions, smart cities, accessible urban spaces and just societies.

- Strengthening the link between practice and research(ers)/academia that deal with the built environment is crucial and should be addressed as a priority.

- The rapidly emerging debate around the 'right to the city' movement should be addressed in the New Urban Agenda. The right to have a place to stay and to be connected through accessible means of transport, and the right for citizens to meet in spaces and places (squares) as collectives are issues of great importance.

- The New Urban Agenda should stress the importance of ‘good governance’ as well as allowing discursive practices in support of transparent decision making

- Urban dynamics beg for approaches which not only focus on a means-end relationship or which are not solely process and consensus driven, but incorporate adaptive attitudes as well as conditional structures which do not just constrain but are also meant to enable.

- The New Urban Agenda should above be a social agenda, stressing issues as well-being, liveability, affordability, access and health, and supports identity building of communities and urban collectives.

- The New Urban Agenda should consider (discontinuous) change being the only constant factor to the urban. This idea affects both institutional and spatial design fundamentally. It also means a break with the idea of linear growth which has proven to be invalid.

Ver mais:
http://www.aesop-planning.eu/news/en_GB/2014/06/19/readabout/discussion-on-new-urban-agenda

3 de outubro de 2014

CONFERÊNCIA SOBRE A REVISÃO DO REGIME JURÍDICO DA URBANIZAÇÃO E DA EDIFICAÇÃO

Quando:
3 DE OUTUBRO DE 2014

Onde:
AUDITÓRIO DA FACULDADE DE DIREITO DA UNIVERSIDADE DE LISBOA

PROGRAMA
10h00-10h45
- Sessão de Abertura: Apresentação das principais alterações previstas no novo Regime Jurídico da Urbanização e da Edificação
Prof. Doutor Miguel de Castro Neto
Prof. Doutor Jorge Miranda


10h45-12h30
- 1.o Painel: Instrumentos de simplificação administrativa e novas responsabilidades dos municípios e dos particulares
Moderador – Prof. Doutor Jaime Valle (FDUL)
Prof. Doutor Luís Fábrica (UCP)
Dr. Luciano Marcos (Advogado)
Mestre João Tiago Silveira (FDUL)
Mestre Gonçalo Reino Pires (Advogado)
12h15 – 12h30
- Debate

14h-15h45
- 2.o Painel: O “novo” procedimento de comunicação prévia
Moderador – Prof. Doutor João Miranda (FDUL)
Prof. Doutora Fernanda Paula Oliveira (FDUC)
Prof. Doutora Ana Gouveia Martins (FDUL)
Mestre Jorge Silva Sampaio (FDUL)
Dra. Isabel Abalada Matos (Advogada)
15h30-15h45h
- Debate

16h15-18h00
- 3.o Painel: Medidas de tutela da legalidade urbanística e regularização de operações urbanísticas
Moderador – Prof. Doutor Claudio Monteiro (FDUL)
Prof. Doutora Raquel Carvalho (UCP)
Mestre André Folque (Provedoria de Justiça)
Mestre António Duarte de Almeida (Advogado)
Mestre Pedro Moniz Lopes (FDUL)
17h45 – 18h00
- Debate

18h00-18h30
- Sessão de encerramento: Apresentação das conclusões pelos moderadores dos painéis

Ver mais:
http://www.icjp.pt/conferencias/4757/programa

1 de outubro de 2014

XVI Congresso Iberoamericano de Urbanismo

Quando:
1 - 4 Outubro 2014

Onde:
Sintra - Centro Cultural Olga Cadaval


TEMA
Sociedade e Território: novos desafios

SUB-TEMAS
1. Ordenamento do Litoral
2. Valorização dos Espaços Agrícolas e Florestais
3. Paisagem e Património
4. Conceitos Inovadores para o Urbanismo

O urbanismo contemporâneo utiliza o território como suporte para a criação de riqueza e o desenvolvimento da sociedade. Mas o ordenamento do espaço do litoral, a economia dos espaços agrícolas e florestais e a gestão da paisagem e do património cultural são matérias que nem sempre têm focado a atenção dos urbanistas. Reconhecidamente, é uma agenda urbana que ocupa a nossa atenção dedicada e contínua.

Ora, o território como recurso económico apresenta novos desafios que não se esgotam na cidade. A competitividade global, as problemáticas alimentar e ambiental, a exploração de materiais-suporte do modo de produção urbana, a importância crescente do interface do litoral, o lazer e a economia de montanha e a pressão sobre os solos agrícolas e florestais, na amplitude dos espaços rústicos, obrigam ao ordenamento do território além da cidade, à valorização de ativos estratégicos e à consideração da biodiversidade, da paisagem e do património cultural. Em exercício de bem-fazer.

O ordenamento das frentes de mar e do litoral - onde se inicia e esgota 90% do comércio mundial - que convocam o lazer da cidade, a classificação dos solos e a economia em meio rústico, onde se acolhem e estimulam inúmeras utilizações compatíveis e desejáveis com as funções dominantes, o avanço sobre a paisagem e o património cultural, de atividades dirigidas à satisfação de procuras de todo o tipo, determinam o dever dos urbanistas, em refletir e propor quadros de intervenção e critérios compatíveis com equilíbrios múltiplos. É no cumprimento desse dever que se convoca o XVI CONGRESSO IBERO AMERICANO DE URBANISMO, à reflexão e proposição, centrada no Ordenamento do Litoral, na Valorização dos Espaços Agrícolas e Florestais e na Gestão da Paisagem e do Património, garantindo-se elevação de competência ampla e matriz coordenada, valor do Urbanista. Relacionado com estes subtemas, acrescenta-se um quarto, relativo a conceitos inovadores no nosso âmbito profissional.

Ver mais:
http://www.ciu2014.com

30 de setembro de 2014

Seminário "Que Código das Expropriações?"

Quando:
2014-09-30

Onde:
Porto - Auditório da Fundação EDP


Quem promove:
IGAP

Público alvo:
Eleitos Locais, Dirigentes e Técnicos dos Municípios, Dirigentes e Técnicos de Serviços da Administração Central e Desconcentrada, Avaliadores Oficiais e Magistrados e Outros interessados no tema.

Objectivos:
Considerando a iminente revisão do Código das Expropriações, o reforço da atribuição aos Tribunais Administrativos da competência para conhecer dos processos de expropriação litigiosa, a problemática Direito de Propriedade/Função Social do Solo e a recente publicação da Lei de Bases da Política de Solos, do Ordenamento do Território e do Urbanismo, o IGAP promove a divulgação do presente Seminário.

Programa:
I - Linhas Gerais do Projeto de Revisão do Código de Expropriações
- José Miguel Sardinha, Coordenador da Comissão de Revisão do Código das Expropriações, Advogado

II - O Instrumento "Expropriação por Utilidade Pública” no quadro do Ordenamento do Território
- Licínio Lopes, Universidade de Coimbra, Jurista
- Fernanda Paula Oliveira, Universidade de Coimbra, Jurista

III - A "Justa Indemnização” no Projeto de Revisão do Código e as mais e menos valias originadas pelo Ordenamento do Território
- Jorge Carvalho, Universidade de Aveiro, Urbanista
- A. Guedes Marques, CCDRNorte, Avaliador Oficial
- João Pacheco de Amorim, membro da Comissão de Revisão do Código, Universidade do Porto, Jurista

DEBATE

Ver mais:
https://www.igap.pt/pt/formacao-cursos/que-codigo-das-expropriacoes-seminario-porto/
http://ordenaracidade.pt

Sessão Pública "PNPOT - Programa de Ação, Presente e Futuro"



Quando:
30 setembro 2014


Onde:
Lisboa


Programa
15:00
- Abertura
16:00
- Visita à exposição

16:15
- Mesa redonda | PNPOT - Programa de Ação, Presente e Futuro
João Ferrão
Miguel de Castro Neto
Eduardo Brito Henriques
16:45
- Debate

O Programa Nacional da Política de Ordenamento do Território (PNPOT), aprovado pela Lei n.º 58/2007, de 4 de setembro, é «o instrumento de desenvolvimento territorial de natureza estratégica que estabelece as grandes opções com relevância para a organização do território nacional, consubstancia o quadro de referência a considerar na elaboração dos demais instrumentos de gestão territorial e constitui um instrumento de cooperação com os demais Estados membros para a organização do território da União Europeia».

Terminado o período de vigência do Programa de Ação 2007-2013 do PNPOT e assinado o Acordo de Parceria - Portugal 2020, o Governo determina agora o início dos trabalhos para a preparação de um novo Programa de Ação 2014-2020. Este permitirá consubstanciar a definição e programação de uma Estratégia de Desenvolvimento Territorial para a aplicação dos fundos comunitários e nacionais, numa ótica de integração e territorialização das políticas públicas, constituindo o suporte estratégico e institucional para a implementação das novas Abordagens Integradas de Desenvolvimento Territorial previstas no Portugal 2020.

A decisão do Governo tem por base os resultados de um processo de avaliação levado a cabo pela Direção-Geral do Território que envolveu uma rede de pontos focais de cerca de 60 organismos da Administração Pública. Esta avaliação, compilada num relatório agora tornado público, faz o balanço da execução e dos resultados alcançados pelo programa de políticas do PNPOT entre os anos 2007 e 2013, avançando com um conjunto de conclusões e recomendações que têm como objetivo sustentar as novas opções de política, garantindo as condições necessárias a uma efetiva implementação do PNPOT no próximo ciclo de programação.

O novo Programa de Ação quer-se mais operativo, com uma identificação clara do modelo de governança e da estrutura de acompanhamento e monitorização, assegurando a adequada cooperação institucional entre os atores responsáveis pela implementação das medidas de política e dando resposta às fragilidades e constrangimentos identificados que, no passado, se traduziram em claros obstáculos a uma plena execução do instrumento que é a cúpula do sistema de gestão territorial português.





Ver:
http://www.dgterritorio.pt/noticias/sessao_publica__pnpot___programa_de_acao_presente_e_futuro_/

26 de setembro de 2014

Design for Crisis: An architectural tactic for the expansion of architectural possibilities

Artigo presente no Jornal Homeland - News from Portugal
Bienal de Arquitetura de Veneza 2014.

Design for Crisis: An architectural tactic for the expansion of architectural possibilities
ADOC

The 2007 collapse of the western financial system, triggered by the United States subprime mortgage meltdown and the resultant burst of the real estate bubble had a profound influence in the Portuguese Urban landscape. The current crisis, inextricably fuelled by speculative rise in property value, lenient planning laws and easy access to housing loan credit sets the stage for a propositional reflection regarding the concept of the Collective. The visible dimension of the financial rupture, demonstrated by the numerous unfinished constructions and real estate developments that symbolise open wounds in the urbanity, will be the object under scrutiny. They are a part of a bigger and more invisible issue, the massive amount of vacant buildings and unused properties owned by banks and real-estate funds.

The key objective of project Architecture and Crisis: Summoning the Collective is to achieve the completion of an architectonic structure whose construction was interrupted by financial issues. However, it is an exercise that proposes a change in architecture’s current role within the urban production processes, intervening directly in its business model and redistributing the actions of its agents in order to address a specific social and urban problem. It will instigate Architectural practice to become the platform of consensus between stakeholders by intensifying its engagement with pre-established processes and plans of action, in order to achieve a social and urban gain. The project does not rely on an expectation of economic recovery, so it is not driven by a vision of future prosperity. Its core dynamic will be placed in the pre-design stage, therefore concentrating efforts on a more political dimension in the development of strategies in the Housing domain.

The architectural device of the design proposal entails both a volumetric mapping of the dwellings, maximizing spatial flexibility and increasing the responsiveness to the public space, and a radical differentiation of domestic space configuration. The idea is to challenge the virtually absolute homogeny of housing typologies available in the market, that are codified by a banal and rigid spatial setting, and in which the great differentiator is the number of bedrooms. Each house can be sold bare, with minimum facilities (one kitchen and one bathroom) and the partitions will be made by extrapolating specific needs and preferences of future owners. This architectural strategy will lead to a substantial decrease in the required material investment, leading to a well below average housing pricing and to an increase of its affordability. On the other hand, it gives the owners the opportunity either to work alongside architects to personalize/tailor the domestic environment or to simply live in a bare space whose configuration can evolve in time. Hence, from a marketing point of view, the ‘architectural product’ is not a closeend, entirely realized and already complete typology, but cubic meters of fully configurable private space.

The successful implementation of this architectural strategy requires a convergence of attitudes from the all the stakeholders. It needs an easing of the bureaucracy from the city hall, a relaxation of the modus operandi from the financial agents, a willingness by real-estate developers to accept out-of-the-box proposals, the capacity to adapt from the point of view of management from the building contractors, and an openness from architecture to continuously update its proposals. Therefore, each unfinished building proposes a different challenge, calls for distinctive actions, and will produce singular design approaches, so there is no way of neatly framing the project. On the other hand, as it also does not want to contribute to the expansion of the building environment, the eligibility of an adequate unfinished structure will be dependent on its urban sitting, its physical characteristics.

It is important to underline that the project does not aspire to become a universal solution. It is precisely the opposite, as it proposes a discreet, case-bycase, exercise, that expands potentials and mutual and symbiotical benefits. For the owners of the half-finished building, it is a plan to escape financial ruin and escalating maintenance costs. For the real-estate developers, it is a plan to reduce both in the construction cost and the investment risk. For the city council it is an opportunity to solve an urban problem. The project is responsive to the contemporary demand for increasing flexibility regarding industry, market and lifestyles; it creates a product that currently does not exist in the market while addressing a blind spot in the housing system.

In the current context of crisis and inertia of the building and real estate sectors, the project has the merit of placing architecture face-to-face with its responsibilities regarding the Collective realm, by setting architecture as the place of convergence of the agents involved in urban planning and management.

Ver mais:
http://homeland.pt/tackling-big-empty-spaces/

Enviado por:
Hélder Sousa

25 de setembro de 2014

3.º SEMINÁRIO TERRITÓRIO E CIDADES DO NORTE ATLÂNTICO IBÉRICO


O âmbito temático enquadra-se na noção que a viabilidade e reabilitação dos territórios dependem do seu potencial de gerar valor e emprego, através da capacidade de atrair e fixar atividades económicas e habitantes.

Tem como objetivo aprofundar o debate sobre a reabilitação de territórios, a economia urbana, as atividades económicas e os usos do solo enquanto constituintes basilares de processos sistémicos de desenvolvimento e transformadores das paisagens, das formas urbanas e de estruturas socio físicas no contexto geográfico do Norte de Portugal e a Galiza.



Quando:
25 e 26 de setembro de 2014 - 09.30/ 12.30 | 14.00/ 20.30

Onde:
Biblioteca Municipal de Viana do Castelo | Sala Couto Viana

Organiza:
ESG / Escola Superior Gallaecia | CIESG / Centro de Investigação da ESG CMVC / Câmara Municipal de Viana do Castelo

Programa:
26 de setembro - 09.30/ 20.30

- 09.30/ 12.30 | 2.ª SESSÃO TEMÁTICA – TIPOS, PROCESSOS E GESTÃO FÍSICA DE TERRITÓRIOS
Moderação: Isabel Rodrigues (CMVC)
09.30/ 10.15 | Jorge Carvalho, Frederico Moura e Sá, Carina Pais (UA); 10.15/ 11.00 | Henrique Seoane Prado (UDC);
11.00/ 11.45 | David Leite Viana (ESG)
11.45/ 12.30 | Debate

- 14.00/ 18.30 | 3.ª SESSÃO TEMÁTICA – TERRITÓRIOS PRODUTIVOS, ATIVIDADES E INFRAESTRUTURAS
Moderação: Mónica Alcindor (ESG)
14.00/ 14.45 | Francisco Laranjeira (ENERCON);14.45/ 15.00 | João Figueira (UNL); 15.00/ 15.45 | Paulo Vieira (CMVC)
15.45/ 16.30 | Debate

- 16.45/ 19.45 | 4.ª SESSÃO TEMÁTICA – PROJETO E FORMA URBANA
Moderação: Rui Florentino (ESG)
16.45/ 17.30 | Manuel Teixeira (FAUTL); 17.30/ 18.15 | Maria Manuel Oliveira (EAUM); 18.15/ 19.00 | Álvaro Domingues (FAUP)
19.00/ 19.45 | Debate

- 19.45/ 20.30 | SESSÃO DE ENCERRAMENTO DO SEMINÁRIO

Ver mais:
http://www.esg.pt/images/pdfs/3sem_tcnai_programa.pdf
http://ordenaracidade.pt

24 de setembro de 2014

PLURIS 2014 (RE)INVENTAR A CIDADE EM TEMPOS DE MUDANÇA

6º CONGRESSO LUSO BRASILEIRO PARA O PLANEJAMENTO URBANO, REGIONAL, INTEGRADO E SUSTENTÁVEL
6th LUSO-BRAZILIAN CONFERENCE ON URBAN, REGIONAL, INTEGRATED, AND SUSTAINABLE PLANNING

Quando:
24 a 26 de setembro de 2014

Onde:
Lisboa - Fundação Calouste Gulbenkian

Coordenação Geral:
Francisco M. Camarinhas Serdoura, Faculdade de Arquitectura da Universidade de Lisboa

APRESENTAÇÃO
Um mundo em mudança requer cidades e territórios que acomodem essa alteração e que se ofereçam aos seus habitantes e visitantes, utilizadores e construtores da sua dinâmica, em contexto de segurança, e que sejam ainda indutores de bem-estar e de iniciativa.

(Re)inventar é assim, refazer ligações conhecidas com nova matéria-prima, projectar conexões e vivências com a memória do que se conhece e se respeita, mas com a criatividade e o engenho ao serviço do futuro. Mudança, por outro lado, é reconhecer limitações e potencialidades, e preferencialmente ter controlo sobre as acções e decisões a tomar para que não haja rupturas tanto na esfera pessoal como na colectiva.

O século XXI oferece aos actores (técnicos, promotores, população e políticos) desafios únicos que se prendem essencialmente com duas condições: as dinâmicas demográficas e o dever da sustentabilidade. O modelo do urbanismo liberal que tem regulado a maioria das intervenções urbanas nos últimos 40 anos encontra-se desgastado, inoperante e incapaz de se auto-regular ou regenerar, tendo posto a descoberto uma crise de valores que dificulta em muito a evolução das sociedades para um novo paradigma que responda eficazmente aos desafios atrás apontados. Avizinha-se o término de um ciclo, e invariavelmente, a mudança faz-se a diferentes velocidades e de múltiplas maneiras. Perceber e reflectir sobre esta mudança que se anuncia, mas que tarda em se materializar, é o objectivo deste congresso.

TEMAS DO CONGRESSO
- Ambiente & Energia
- Cidades Inovadoras & Inteligentes
- Mobilidade & Transportes
- Planejamento Regional & Urbano

TÓPICOS
01 Acessibilidade e mobilidade urbanas;
02 Algoritmos genéticos;
03 Ambiente do espaço construído;
04 Análise espacial;
05 Aspectos ambientais do transporte;
06 Autómatos celulares;
07 Cidades e regiões digitais;
08 Clima e planeamento urbanos;
09 Conforto ambiental em espaços urbanos;
10 Ecologia urbana;
11 Educação e transferência de tecnologia;
12 Energia e planeamento urbano;
13 Ergodesign e usabilidade nos espaços urbanos;
14 Estatística espacial;
15 Geomática aplicada à gestão do território;
16 Gestão ambiental;
17 Gestão de infra-estruturas;
18 Inclusividade dos espaços urbanos;
19 Integração entre uso do solo e transportes;
20 Planeamento auxiliado por computador;
21 Planeamento e gestão do uso do solo;
22 Planeamento, organização e sustentabilidade em eventos
23 Planeamento sustentável;
24 Qualidade de vida urbana;
25 Questões sócio-económicas;
26 Redes neuronais artificiais;
27 Reabilitação ambiental urbana;
28 Simulações ambientais;
29 Sistemas de apoio à decisão;
30 Sistemas de apoio ao planeamento;
31 Sistemas de emergência e segurança em meio urbano;
32 Sistemas de informação;
33 Sistemas de informação geográfica;
34 Sistemas de posicionamento global;
35 Sustentabilidade em transportes

Ver mais:
http://pluris2014.fa.ulisboa.pt/

23 de setembro de 2014

Decreto-Lei n.º 141/2014 - produção cartográfica no território nacional

Foi publicado o Decreto-Lei n.º 141/2014, de 19 de Setembro (sexta alteração ao Decreto-Lei n.º 193/95, de 28 de Julho) que vem estabelecer “os princípios e normas a que deve obedecer a produção cartográfica no território nacional”.

Eighth International Conference on Geographic Information Science

GIScience 2014

Quando:
September 23, 2014 is dedicated to Workshops and Tutorial.
The main conference takes place from September 24 to 26, 2014.

Onde:
Vienna University of Technology, Austria

GIScience 2014 continues a highly successful series of conferences started in 2000 that regularly brings together more than 200 international participants from academia, industry, and government organizations to discuss and advance the state-of-the-art in Geographic Information Science.

GIScience conference series has always had a focus on fundamental research themes and questions.

GIScience 2014 strongly welcomes articles and proposals covering emerging topics and fundamental research findings across all sectors of Geographic Information Science.

Ver mais:
http://www.giscience.org/index.html

21 de setembro de 2014

Jorge Carvalho no JORNAL 2 da RTP



















Ver gravação em:
http://www.rtp.pt/play/p1515/e166269/jornal-2

Jorge Carvalho no JORNAL 2 da RTP

Jorge Carvalho no JORNAL 2 da RTP

Quando:
21/09/2014 - 21h












O Jornal 2 contém as principais notícias da atualidade nacional e internacional.

A equipa do Jornal 2 (João Fernando Ramos, Daniel Catalão e Fátima Araújo) tem os factos, a investigação de cada um dos assuntos, a leitura do país e da sua realidade política e social feita por alguns dos protagonistas do momento e comentada por um alargado grupo de notáveis da sociedade civil com opinião feita de uma forte experiência de vida.

CIDADES, Comunidades e Territórios | nº 28





Já se encontra disponível o nº 28 (2014) da revista CIDADES, Comunidades e Território

Todos os conteúdos disponíveis para descarregamento em:
http://cidades.dinamiacet.iscte-iul.pt/index.php/CCT/issue/view/27/showToc






Table of Contents

Editorial
Walter Rodrigues
Articles
- Residential Trajectories in Lisbon Metropolitan Area: An Exploratory Approach
Sandra Marques Pereira, Arnaud Bringé, Ana Cristina Ferreira
- Bonjour Tristesse. Types of residential dissatisfaction in Portugal in relation to territories, policies and instruments
Jorge Goncalves, Sofia Ezequiel, Susana Marreiros
- Valoración del Paisaje como Potencial Recurso de Desarrollo Sustentable. Estudio de Caso en el sur de Chile.
Carolina G Ojeda
- Água dá, água leva
Teresa Marat-Mendes, Joana Mourão, Patrícia Bento d'Almeida, Samuel Niza, Daniela Ferreira
- SESC – o livre acesso à cultura na cidade de São Paulo
Rodrigo Mairink
Book Reviews
- Recensão de "A Cidade Incerta. Barómetro do Observatório de Luta Contra a pobreza na cidade de Lisboa"
Alda Teixeira Gonçalves

Ver mais:
http://cidades.dinamiacet.iscte-iul.pt/index.php/CCT/issue/view/27/showToc

20 de setembro de 2014

¿QUÉ NOS PLANTEA HOY LA CIUDAD CONTEMPORÁNEA?


17 de septiembre de 2014




¿De qué tiene que vivir la ciudad?
¿Cómo favorecer la convivencia de culturas en un territorio de llegada?
¿Cómo conseguir una vivienda digna para todos?
¿Cómo deben abrirse las ciudades al mar?
¿Cómo convertir en sutura integradora ul río que puede provocar una barrera marginal entre dos zonas?
¿Cómo resolver el encuentro de la ciudad con la naturaleza?

El pensamiento y la reflexión acerca de la ciudad contemporánea, sus transformaciones y sus retos, han vertebrado la programación del CCCB desde sus inicios a partir de cursos, conferencias, exposiciones y el Premi Europeu de l’Espai Públic.

Esta mirada a la ciudad ha permitido desarrollar también un programa permanente sobre el tema, los Itinerarios, que recorren las zonas de la ciudad para aprender a mirarla y descubrir su complejidad de forma directa y vivencial, a partir de las cuestiones que, en el momento presente, nos plantea la ciudad contemporánea. Y lo hacemos también teniendo en cuenta los últimos 150 años en los cuales se configura la ciudad moderna y se crean las bases de la ciudad actual.

Desde 1994 hasta la actualidad, hemos acompañado a más de 100.000 personas en este descubrimiento reflexivo. Esta evolución a lo largo de 20 años de programa de itinerarios ha traído consigo el diseño de varias rutas de las que cada año se priorizan aquéllas que parecen plantear los temas más candentes.

Itinerarios para todos los públicos

Para el público general, en el curso 2014-15 ofrecemos como novedad la reflexión que nos brinda el barrio de la Barceloneta, interrogandonos cómo se abre una ciudad contemporánea al mar, y nos desplazamos también hasta el Llobregat para descubrir cómo se relaciona la ciudad con la naturaleza. Siguen siendo de actualidad los recorridos por el Raval para cuestionarnos cómo favorecer la mezcla de culturas en un territorio de acogida; por Poblenou, para analizar cómo conseguir que la ciudad siga siendo un lugar donde ganarse la vida; y por el Carmel y Nou Barris para mostrar que la necesidad de tener un techo es más imperiosa que cualquier normativa urbanística. Tampoco nos olvidamos de los retos en el ámbito de las infraestructuras ferroviarias que podemos visitar en la Sagrera, Sant Andreu y Sant Martí, o de la escala Metropolitana de Barcelona con el río Besòs comunicando la Barcelona central con los municipios de la orilla izquierda.
...

... el contenido que desarrollamos tiene muchos vínculos curriculares con aspectos estrechamente ligados a la geografía, la historia, los temas medioambientales, las ciencias sociales y el urbanismo...
Algunos de ellos son:

La dimensión social de la ciudad, los barrios y la gente
La historia de las transformaciones urbanas, sus causas y consecuencias
El crecimiento urbano y los retos medioambientales, modelos urbanos y conflictos sociales
El papel de las ciudades en el mundo contemporáneo, los modelos urbanos y los conflictos sociales
La evolución de Barcelona en los últimos 150 años

¿Cómo lo hacemos?
...

Es necesario comprender la historia para poder entender el presente, por ello, todos los itinerarios se inician con una pequeña introducción histórica que después veremos reflejada en los espacios que transitamos. Cada espacio de la ciudad nos descrubrirá las transformaciones urbanísticas y sociales que ha vivido. Vemos el presente en directo y vemos qué había sido este espacio con la ayuda de material visual de apoyo como mapas, gráficas y fotografías de época. Es necesario también trabajar con los participantes con un glosario de palabras que conforman estta historia del barrio y del espacio público de la ciudad, como movilidad, PERI, gentrificación, ciudad dispersa, ciudad compacta, sostenibilidad… Y un mapa que los acompañará en el recorrido que están realizando presencialmente.

Ler artigo completo:
http://blogs.cccb.org/veus/?lang=es

The European Territory : from historical roots to global challenges -Jacques Robert

Originally published in French as Le territoire européen: des racines aux enjeux globaux, this book reflects the enormous changes that Europe has seen in the past half century. In a period of immense upheaval, the continent has experienced increased integration, largely through the development of the European Union, heightened urbanization and a changing rural landscape, while economic and commercial activities have impressed their stamp on the whole scene.

In this book, Jacques Robert deploys the experience amassed throughout his 35 years’ experience as adviser to European institutions in the field of territorial and regional development. The chapter on cities explains the emergence of the European urban hierarchy and the driving forces and inertia behind its evolution, while a following chapter looks at the changing role of rural areas. This material provides a historic overview of relevant policies and a discussion of future challenges. The third chapter discusses evolving paradigms of regional economic development and their impact on European regions. Next, there is a chapter on the historical roots and current processes within territorial integration. The book concludes with an examination of Europe’s place in the world at large, focussing particularly on globalization effects, climate change and new energy paradigms, which will present real challenges for decades to come.

http://www.routledge.com/books/details/9781138021143/

Enviado por:
Céline ROZENBLAT
UNIVERSITY OF LAUSANNE

CIDADES, Comunidades e Territórios | nº 27




Já se encontra disponível o nº 27 da revista CIDADES, com artigos da autoria de Teresa Costa Pinto e Isabel Guerra, Luz Cáceres, Nuno Dias, Bruno Meneses, Maria José Vale, Rui Reis e Raquel Saraiva, e João Aldeia.

Todos os conteúdos disponíveis para descarregamento em:
http://cidades.dinamiacet.iscte-iul.pt

18 de setembro de 2014

Conferência "Lei de Bases do Solo, Ordenamento do Território e Urbanismo

Ciclo de Conferências «As Novas Bases Jurídicas do Solo, Ordenamento do Território e Urbanismo, do Ambiente e do Espaço Marítimo»

Quando:
18 de setembro

Onde:
Coimbra - Auditório da CCDRC

Participam:
- Fernanda Paula Oliveira
- Jorge Carvalho

Quem organiza:
Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional do Centro (CCDRC) e Faculdade de Direito da Universidade de Coimbra

Ver mais:
- https://www.ccdrc.pt/index.php?option=com_content&view=article&id=2677%3Aconferencia-las-novas-bases-juridicas-do-solo-ordenamento-do-territorio-e-urbanismo-do-ambiente-e-do-espaco-maritimor&Itemid=377&lang=pt
- https://www.ccdrc.pt/index.php?option=com_docman&task=doc_download&gid=3285&Itemid=91&lang=pt

24th Biennial of Design, Ljubljana

24th Biennial of Design Ljubljana

Quando:
18. 9.—7. 12. 2014

Onde:
Ljubljana, Slovenia

Since its founding in 1964, the Biennial of Design (BIO) in Ljubljana has surveyed the state of contemporary design from the heart of Central Europe. Witnessing the many shifts and changes the discipline has undergone in the last 50 years, BIO has seen design transition from its birth at the crossroads of industrialization and modernism towards a discipline that permeates all layers of everyday life.

Ultimately, the many steps in this transition have illustrated the fragility of the discipline’s initial framework. The contemporary world is no longer a place of and for mass production and distribution; instead, design has migrated through the multi-layered networks of today towards local, specific, customizable scenarios where the designer is no longer an all-powerful creator, but an element in a network of collaboration and influence. Similarly, in a world over-saturated with products and projects, the fundamental goal of design ceases to become the production of yet another chair.

Today, design has become a form of enquiry, of power, and of agency. With it, the role of any event that seeks to represent and disseminate design has also fundamentally changed. On its 50th anniversary, BIO embraces this opportunity to build upon its own tradition and history, advancing into an experimental, collaborative territory where design is employed and implemented as a tool to question and transform ideas about industrial production, public and private space, and pre-established systems and networks.

Engaging designers and multidisciplinary agents from Slovenia and abroad, BIO 50 will create twelve teams to work on a wide and comprehensive range of topics that resonate with local and global demands. Team mentors will elaborate a brief for each category, guiding participants in the creation of one or more projects to be developed and implemented during the Biennial.

BIO 50 will be a complex, transformative effort that seeks to strengthen local and international design networks, search for alternatives to implemented systems where design can play a role, and create bases for resilient structures that can develop through time, beyond the duration of the Biennial.

Jan Boelen/Z33 

Thema 4: Walking the City

Walking in an urban environment is an essential component of contemporary life. From the mundane – the stroll of the flâneur or a functional shopping walk – to the ritual – a religious procession or a political protest march – the pedestrian has rights and agency, and yet seems to neglect or have forgotten them. Returning to a pedestrian scale, this team will devise new ways of urban action and reclaim public space as a privileged platform for walking.

Ver mais:
http://bio.si/en/

Conferências "Reabilitação Sustentável, Casos de estudo em Lisboa"

2º Encontro de Urbanismo | Ciclo de Conferências "Planear e Intervir - Cidade Sustentável"

Quando:
18 Setembro 2014 - 18h

Onde:
CIUL - Centro de Informação Urbana de Lisboa

Quem organiza:
Centro de Informação Urbana de Lisboa (CIUL), da Câmara Municipal de Lisboa

Ver mais:
http://www.cm-lisboa.pt/noticias/detalhe/article/2o-encontro-do-urbanismo-volta-ao-ciul

17 de setembro de 2014

Seminário "Os Novos Desafios dos Transportes e Mobilidade e a Mobilidade Suave



Quando:
17 de Setembro


Onde:
Águeda - Auditório ESTGA



Seminário organizado pela Câmara Municipal de Águeda no dia 17 de setembro e que conta com a colaboração e participação do IMT.

Enquadrado na Semana Europeia da Mobilidade e Dia Europeu sem Carros, este seminário constitui uma oportunidade de dar a conhecer boas práticas e experiências no campo da mobilidade, levadas a cabo em toda a região centro.

Além disso, é também uma ocasião para divulgar o projeto europeu Endurance (cujo objetivo é apoiar cidades e regiões no desenvolvimento de Planos de Mobilidade Urbana Sustentável/Planos de Mobilidade e Transportes) e estimular a adesão de mais municípios a esta iniciativa.

Do programa de trabalhos do seminário destacam-se os seguintes tópicos:

- Política de Mobilidade: Panorâmica Europeia e Nacional
- Uma estratégia de investimento para o próximo Quadro Comunitário de Apoio
- Projeto "Endurance"
- Plano Intermunicipal de Transportes da Região de Aveiro e Estratégia de Mobilidade Sustentável para o concelho de Águeda
- Projeto "Vou a Águeda"
- Boas práticas sobre implementação de Mobilidade Pedonal e Ciclável
- Cidades e Regiões Bike-friendly

A Agência para a Sustentabilidade e a Competitividade é um projeto para a Região de Aveiro, integrado na Rede Urbana para a Competitividade e a Inovação (RUCI) e que se encontra a ser promovido pelo Município de Águeda, em parceria com os demais municípios que integram a Comunidade Intermunicipal da Região de Aveiro (CIRA). Com o cofinanciamento do Programa Mais Centro decorre, neste âmbito, um alargado programa de intervenções nos 11 municípios que integram a CIRA e das quais se destacam ainda um conjunto de seminários e workshops temáticos.

Este seminário será dedicado aos transportes e mobilidade, e reúne em Águeda diversas entidades e especialistas que promoverão o debate em torno de políticas de mobilidade, estratégias de investimento, projetos e boas práticas regionais e locais, bem como os novos desafios nestes temas.

Programa

09h30
- Política de Mobilidade: Panorâmica Europeia e Nacional – Isabel Seabra (IMT)
09h50
- Uma estratégia de investimento para o próximo quadro comunitário de Apoio – Alexandra Rodrigues (CCDRC)
10h10
- Projeto “Endurance” - Catarina Marcelino (IMT)
10h25
- Plano Intermunicipal de Transportes da Região de Aveiro e Estratégia de Mobilidade Sustentável para o Concelho de Águeda - Susana Castelo e Olinda Pereira (TIS)
10h45
- Projeto “I&DT Be4Schools” - Elisabete Arsénio (LNEC)
11h30
- A Nova Governação do Serviço Público de Transportes de Passageiros - Principais Mudanças - Margarida Roxo (IMT)
11h45
- Futuras autoridades de transportes – municípios e CIM – atribuições e competências Isabel Seabra (IMT)
12h00
- Projeto “Vou a Águeda” - Jorge Almeida (Câmara Municipal de Águeda)
12h15
- Boas práticas sobre implementação de Mobilidade Pedonal e Ciclável - Pedro Ribeiro da Silva e Paula Teles (ICVM)
12h30
- Cidades e Regiões Bike-friendly – desafios no período de programação 2014-2020 - José Mota (Membro da equipa de coordenação da Plataforma Tecnológica da Bicicleta e Mobilidade)

12h45
- Debate e Encerramento

Ver mais:
https://www.facebook.com/Cycling2017GreenEconomy

16 de setembro de 2014

UPE 11 - Conducir las transformaciones urbanas










11º Simposio de la Associación Internacional de Planificación Urbana y Ambiente - IUPEA

Quando:
16 a 19 Setembro 2014

Onde:
Argentina- La Plata

UPE 11 es el primer Simposio de IUPEA que se llevará a cabo en América Latina. Está concebido como una plataforma para compartir y debatir diferentes expresiones locales y regionales de problemáticas socio-territoriales y ambientales contemporáneas; para explicitar distintos abordajes conceptuales y metodológicos, para contrastar diversas opciones, instrumentos y políticas y para evaluar críticamente resultados obtenidos en procesos de urbanización en los diferentes entornos sociopolíticos y culturales de nuestros países.

... facilitando e integrando el diálogo entre investigadores, funcionarios públicos, planificadores, educadores y organizaciones de la sociedad civil, involucrados en el estudio, la planificación y la gestión de la ciudad y el ambiente en contextos nacionales específicos, dentro y fuera de América Latina.

UPE 11 procura discernir qué respuestas - similares y divergentes - damos a las preguntas que compartimos y - no menos importante - qué problemáticas y qué preguntas nos diferencian y distinguen.

Ejes temáticos:

1-Dilemas del desarrollo socio-territorial y la planificación urbano-regional frente a los retos de la sustentabilidad
...
3-Derecho a la ciudad: mutaciones, recomposiciones, adaptaciones, reformulaciones
4-Construcción de las nuevas agendas socio-ambientales. Orientar y gestionar las transiciones y transformaciones urbanas.

2. Forma y estructura urbana, organización del territorio, orientación del crecimiento

Las cambiantes morfologías y estructuras territoriales que se entrelazan o se superponen en nuestras ciudades son la expresión espacial y ambiental de tendencias y procesos de crecimiento contradictorios que son impulsados por distintos actores sociales. Las relaciones entre ellos - armónicas o conflictivas - van dando al espacio urbano sus formas y sus conexiones, van imprimiendo sus discontinuidades y fragmentaciones, van señalizando y significando los lugares del encuentro o del conflicto social, del aislamiento o de la secesión voluntaria o forzada. A través de procesos y modalidades de ocupación y apropiación y resignificación social de los territorios urbanos, muchos movimientos sociales vienen levantando desde largo tiempo atrás otras demandas que no son cabalmente registradas en las agendas públicas ni atendidas por las políticas estatales ni por los mercados formales. Estas contradicciones irresueltas sugieren la conveniencia de analizar (y planificar y regular) las implicancias ambientales y políticas de la forma, la estructura y la conectividad urbana, así como los de sus fronteras y de las modalidades de su expansión territorial.

* ¿Qué criterios y qué estrategias desplegar para orientar el crecimiento urbano frente a escenarios de incertidumbre climática, económica y social?
* ¿Cómo equilibrar - en términos sociales y ambientales - los significados, los costos y las implicancias de diversas alternativas de estructuración socio-territorial: compacidad / difusión; metropolización/ (redes de) ciudades intermedias u otras?
* Tendencias, velocidades y tensiones socio-territoriales y ambientales en la producción del espacio urbano. Rostros urbanos de la diversidad, la diferencia, la desigualdad y el conflicto social. Expresiones territoriales y ambientales de las brechas económicas, los desplazamientos, las migraciones, la precariedad habitacional, la precariedad ambiental. ¿Qué espacios físicos ocupan y cómo son producidos los circuitos de la fragmentación, la segregación y la marginalización? ¿De qué manera la forma, la estructura y la distribución social del espacio expresan diferentes brechas y distancias económicas, tecnológicas y ambientales?
* La ciudad y la naturaleza como valores de uso y como valores de cambio en el mercado de suelos. ¿De qué manera las dinámicas inmobiliarias, la ciudad autoconstruida y la gestión estatal del hábitat priorizan y/o combinan uno u otro valor en la producción del espacio urbano?
* Refuncionalización y renovación urbana: ¿Cuáles son los perfiles sociales y ambientales predominantes en procesos de este tipo? ¿cómo se combinan las centralidades, las distancias, la diversidad social y la re-significación de los espacios públicos en las estrategias de renovación?
* ¿Qué nuevas concepciones sobre el medio ambiente, los usos del suelo, la movilidad y la energía se están plasmando en los planes urbanos, en las prácticas sociales y en las legislaciones más recientes?
* ¿Cuáles son los Instrumentos de gestión pública para orientar las transformaciones y el desarrollo urbano y ambiental y cómo se vinculan con la regulación e intervención en los mercados de suelos?


Ver mais:
http://www.upe11.org/home_es

3 de setembro de 2014

Cities in Europe Cities in the World

12th International Conference on Urban History 


Quando:
3 September 2014 – 6 September 2014

Onde:
Lisbon, Portugal - Faculty of Social Sciences and Humanities - Universidade Nova de Lisboa


EAUH | European Association of Urban History
Lisbon City Hall
National Tile Museum


European Association of Urban History Established in 1989 with the support of the European Union. Conferences are organised every two years. These biannual conferences provide a multidisciplinary forum for historians, sociologists, geographers, anthropologists, art and architectural historians, economists, planners and all others working on different aspects of urban history. Up to now 11 conferences have been organised. The first one took place in Amsterdam in 1992.

Ver mais:
http://www.eauh2014.fcsh.unl.pt/index.php?conference=conference&schedConf=eauh2014

26 de agosto de 2014

ERSA 54th Congress



Regional development & globalization: Best practices



Quando:
26 -29 August 2014


Onde:
Russia - Saint Petersburg





Topics General Themes

- New frontiers in Regional science
- Regional economic growth and development
- Urban sprawl and shrinkage
- Regional and urban labor markets
- Regional and urban policy, planning and governance. Best practices
- Location of economic activity
- Entrepreneurship, small business and regional diversity
- Multinational corporations, social embeddedness/alienation
- Institutional factors in regional and urban development
- Migrations, diasporas, and aging in the regions
- Spatial econometrics and regional economic modelling
- Spatial agglomerations - economic clusters and metropolitan areas
- Innovations in space
- Tourism and regional experience economy
- Realty and housing markets
- Arctic and Northern frontier regions
- Natural environment, resources, and sustainable development
- Infrastructure, transport, communications for mobile regions
- Social segregation, poverty, and social policy in space
- Regional finances, investments and capital markets
- Transitional economies
- Regional cooperation and competition

Special Session Topics

- Academician Alexander Granberg and his legacy for Regional Science
- Gaps in Regional Science: challenge to fill (meeting of the chief editors of the journals in Regional Science)
- Russian and EU regional issues: comparing differences and similarities in themes, problems and approaches. Points of convergence
- Arctic as the last frontier in Regional Science
- Toolkit to measure immesuarable in Regional Development
- Commons in Regional and Urban Development
- Saint Petersburg as the global city?
- Urban and regional regeneration: best practices
- Regional policy of the global corporations: best practices
- Modernizing spatial planning. Road maps technique
- Project approach in contemporary regional and urban development: creative teams and industries
- Chief editors of flagship journals in Regional Science - for young scholars
- Networking structures in regional economic development
- Climate challenge to regional economic development
- Regional/urban electronic government and governance
- Urban Economics Association
- Urban Economics Association 2

Ver mais:
http://www.ersastpetersburg2014.org

22 de agosto de 2014

Radiografía (desde el cielo) de 15 años de urbanismo descontrolado

Daniel Sánchez Caballero
21/06/2014 - 20:15h
eldiario.es

  • Una web recoge la evolución urbanística de los municipios españoles a lo largo de 15 años
  • Pueblos que triplican su tamaño, barrios fantasma, autopistas a ninguna parte o extrañas rotondas han cambiado el paisaje de España
  • "Casi cada vez que sale un caso nuevo de corrupción en un pueblo nosotros ya lo teníamos en la web", asegura uno de los creadores de Nacionrotonda

En España, dentro de una rotonda cabe de todo. Cabe una iglesia de tamaño medio, cabe un bar de carretera con su aparcamiento para camiones o el objeto más inesperado a modo de escultura, desde excavadoras hasta paelleras gigantes. Y hay muchas rotondas por todo el país.

Estas y otras "perlas" se han encontrado los creadores de la web nacionrotonda.com durante horas y horas de rastreo por todo el territorio español en busca de los cientos –o miles– de actuaciones urbanísticas que han transformado el paisaje del país en las últimas dos décadas.

Pese al nombre de la web y las curiosidades encontradas en las omnipresentes rotondas, ese elemento común que aparece por toda la geografía y le hace sentir a uno que está siempre en el mismo barrio, el objetivo no es enseñar glorietas extrañas. Esto es la anécdota. Los impulsores de Nacionrotonda pretenden crear un " inventario visual del cambio de uso en el territorio durante los últimos 15 años", según explica Esteban García, uno de los tres amigos ingenieros de Caminos creadores del proyecto junto a Miguel Álvarez y Rafael Trapiello, a los que se unirían después el arquitecto Guillermo Trapiello, hermano del anterior, y la correctora Melina Grinberg. Los años del urbanismo desaforado, podría añadirse. "Antes todo esto era campo", reza la web. De momento han creado 480 entradas desde que empezaron hace aproximadamente un año, a mediados de 2013. Y sumando.

Ofrecen exactamente lo que prometen: un recorrido visual desde el cielo por España en el que se aprecia mediante una sencilla técnica de superposición de fotografías (el antes y después de un determinado lugar) cómo ha evolucionado el urbanismo de pueblos, polígonos industriales, puertos o autovías desde el año 2000. Una web sin mensaje –sólo hay fotografías– que sin embargo deja una idea muy evidente en el visitante. Si una imagen vale más que mil palabras, dos y combinadas multiplican su efecto.

El resultado de la burbuja de la construcción es impactante cuando se mira desde arriba. Barrios enteros urbanizados sin una sola casa construida, municipios que triplican su tamaño (o lo intentan), autopistas a ninguna parte, rotondas gigantes sin salidas o polígonos industriales descomunales que nunca llegaron a funcionar pintan un panorama "de Mad Max", describe Miguel Álvarez.

El mundo desde arriba

La web nace con idea de convertirse en un inventario "para consultar dentro de unos años y que se pueda ver qué hemos hecho", explica García. En una siguiente fase se podría "seleccionar de entre todos los ejemplos aquellos en los que de una manera realista se pueda pensar en acciones para recuperarlos" ante la perspectiva de que los terrenos queden sin uso "hasta la siguiente burbuja", tercia Álvarez. O como base de datos para periodistas, proponen.

Álvarez destaca que "existe una alta correlación entre los pueblos en los que se descubre un caso de corrupción, sea urbanística o no, y las entradas de Nacionrotonda. Casi cada vez que sale un caso nuevo en un pueblo nosotros ya lo teníamos en la web". Y no porque los busquen. La selección tiene mucho de aleatoria, basta con abrir Google Earth y ponerse a mirar, los grandes desarrollos saltan a la vista.

Para García y Álvarez el problema que subyace tras este urbanismo desaforado (y la corrupción que trajo con él, aunque no todo fuera corrupción) es la financiación de los ayuntamientos. "La única manera que tenían de financiarse era estos desarrollos", explica García. La capacidad de recaudar de las corporaciones municipales se limita a unos pocos impuestos (basuras, IBI, etc.). Sin embargo, por cada desarrollo urbanístico nuevo al Ayuntamiento de turno le corresponde, además de los terrenos considerados dotaciones públicas, el 10% de los terrenos con aprovechamiento lucrativo (aproximadamente, según la región), más los correspondientes impuestos, puestos de trabajo, etc. Una mina.

"Si además hay una legislación urbanística sobredesarrollada se abren las puertas a la corrupción", remata Álvarez. Cuántas más leyes hay más huecos se abren a la trampa, a la posibilidad de inflar partidas o desviar presupuestos. Si, según dice el refrán, "hecha la ley, hecha la trampa", con 50 leyes habrá 50 trampas.

Un ejemplo de esta práctica puede ser en la obra pública, explican Álvarez y García. Cuando se gana un contrato, el contratista tiene que dedicar el 1,5% a trabajos de conservación o enriquecimiento del Patrimonio Histórico Español o al fomento de la creatividad artística. Y cada administración decide a qué dedica ese 1,5%. "Puede ser restaurar una iglesia románica cercana. O puede ser levantar una escultura en medio de una rotonda, seguramente a cargo de un artista local. Y ahí está el problema, no puedes fiscalizar el valor de una escultura", ilustran.

Otro se da en el desarrollo urbano. Si se lo puede permitir, el contratista puede esperar a que se construya el siguiente desarrollo, más alejado de la ciudad. De esa manera cuando construyan sus viviendas ya estará rodeado de ciudad, no será el último barrio. Un ejemplo de esto puede verse en Telde, Gran Canaria.

Quitar un camping para nada

Detrás de los grandes desarrollos los miembros de Nacionrotonda también se han encontrado dramas personales. Como el del desaparecido camping Sertorium de Villajoyosa que se vio devorado por el fenómeno de Terra Mítica. En el camping, en primera línea de playa, vivían unas 200 personas empadronas, según cuenta uno de los miembros de la familia que poseía el lugar. La fiebre de Terra Mítica llevó al Ayuntamiento a aprobar la construcción de viviendas la familia se vio obligada a vender el terreno en 2003 bajo al amenaza de la expropiación. Pero para cuando el promotor logró el último permiso que necesitaba ya era tarde para la vivienda. La empresa cerró por la crisis y dejó un barrio fantasma con aceras y calles pero no casas. Así sigue.

García destaca que a lo largo y ancho de todo el territorio ha proliferado el mismo tipo de desarrollo urbano, independientemente de las características de cada lugar. Barrios con manzanas grandes y edificios retranqueados se encuentran desde Murcia a Galicia. "Se proponen soluciones iguales para diferentes entornos. Supone una ruptura con el urbanismo, no se adaptan al desarrollo de la ciudad", lamenta.

Bajo estos grandes desarrollos los dos ingenieros observan una falta absoluta de coordinación por parte de las Comunidades Autónomas, a las que correspondía haber puesto un cierto orden pero no lo hicieron. Un desarrollo urbano no tiene por qué ser negativo per se, admiten. Los que han tenido éxito -a nivel de ocupación- como el de Paracuellos del Jarama (aunque cabría preguntarse en qué beneficia a los vecinos del casco antiguo el modelo de desarrollo elegido) y los hay que no.

Detrás de esta idea asoma otro de los proyectos, o una ampliación de este, que los miembros de Nacionrotonda realizarán cuando tengan tiempo: cruzar los datos de quién gobernaba en los municipios y las Comunidades cuando se realizaron los desarrollos urbanos para observar si existe alguna correlación en este sentido. Otro proyecto paralelo a Nacionrotonda, este ya en marcha, hace más justicia a su nombre. Un Tumblr que muestra, a través de Google Streetview, las rotondas más exóticas que han ido encontrando en sus búsquedas. "Las rotondas chorras gustan mucho", sonríe Álvarez.

Ler artigo completo:
http://www.eldiario.es/sociedad/Radiografia-anos-urbanismo-descontrolado_0_272973168.html

Ver também:
http://www.nacionrotonda.com
https://www.facebook.com/urbangea

18 de agosto de 2014

IGU Regional Conference in Krakow - Changes, Challenges, Responsibility

Quando:
August 18th to 22th 2014

Onde:
Krakow

The main theme of the conference is Changes, Challenges, Responsibility. Modern geography faces significant challenges focusing on the recognition of and response to contemporary changes in the environment, society and economy. All this calls for our responsibility. The conference aims to create a forum at which these issues can be addressed. It is open to all geographers across the spectrum who specialize in all fields of the discipline. The conference is going to be an event contributing to efforts undertaken, for example, by ICSU/ISSC Future Earth, and aimed at defining pathways towards sustainability and responding effectively to the risks and opportunities of global environmental change.

Urban commission sessions

1- Complex Urban Systems
Urban systems have seen radical changes in the last decades and will continue to do so. How are the various national, continental and global urban systems changing - in such features as city size, economic specialization, migration, interactions through social, economic, communication and transport networks and control functions? What processes and differential development paths are involved and how have different government policies affected these changes? Previous urban commissions have produced a large body of work on the urban systems of individual countries. This work will be extended to incorporate updated national and international comparisons and the accelerated growth of a limited number of global command centres in the highly connected world of electronic communications, finance, trade, and rapid travel. In addition, we must seek solutions for those cities that are left behind by these changes.

2- Technological innovations and creative activities in cities
Urban economies are evolving quickly, with the growth of the “service” sectors and new activities in science, technology, communication, media, design and art. How do these activities specialize within some cities and how do these new “clusters” integrate within urban economic, social and environmental development? Can we quantify “smart cities” or specific urban “creative activities”? Can one identify life cycles of cities in these economic trends? Does this growth benefit the entire city or does it increase polarisation and fragmentation in the development of urban areas? Does it alter the shape and structures of urban areas and does it lead to new forms of urban societies?

3- Contested Social Spaces
The increasingly multi-layered social and ethnic character of cities has led to more intricate life spaces within cities, and potential conflicts among the various groups. Since many multinational communities, either diasporas or cosmopolitans, combine transnational links and strong intra-community cohesion, they may threaten other communities. How can we measure these new patterns and changes and make effective international comparisons? Where and when do conflicts emerge? How can differences between the various actors in these spaces be reconciled, ensuring that local communities are themselves empowered, rather than simply passive recipients of change from forces beyond their control, and that all groups are able to live in tolerance with one another?

4- Creating Sustainability
Can sustainability be tackled at the urban scale? What progress is being made by cities around the world in the development of new programmes and policies to create more environmentally and socially sustainable areas? How can these solutions be evaluated at various spatial scales? What are the emerging best practices in cities, from smart growth to green solutions etc., and what are the problems that restrict progress in implementing these more effective policies?

5- Dilemmas of Aging Cities
A serious new problem has emerged in some cities of the developed world. The declining birth rate of industrialized countries is creating many settlements with increasingly aging populations. What are the effects of this trend upon the functions and character of these cities, especially their infrastructures and levels of social provision? What policies are emerging in cities around the world affected by this problem to cope with these changes? How can the so-called “shrinking cities” manage their future?

6- Increasing Insecurity
In the past, cities survived because of their ability to create secure environments for their citizens. In many contemporary cities crime rates, anti-social behaviour and ethnic conflict threaten to make them less liveable, despite higher levels of surveillance, and apparent solutions such as gated communities, which create more private spaces and segregation. Part of the explanation for these trends may be unequal income distributions in which the lower income groups struggle to survive or maintain their position and the wealthy create exclusive areas. Several key problems emerge from these changes. How we can best conceptualize and measure these new forms of insecurity and more compartmentalised spaces? How do we make international and national comparisons of the increasing inequalities within cities and the levels of insecurities? Can we apply the best practices of cities that have successfully overcome these problems to other cities and societies, as well as linking these problems to our understanding of the new forms of urban social spaces?

7- Urban Heritage and Conservation
The distinctive identity of many cities and societies depends upon their historical heritage, as expressed in their built fabric. How can these identities be understood and interpreted? What are the policies that support the preservation of these heritages, yet still provide liveable and affordable spaces in these areas, instead of allowing historic areas and city centres to be overwhelmed by homogenised tourism?

8- Urban Governance
It is an unfortunate, but undeniable, fact that most large urban agglomerations are not permitted to govern themselves. Control over revenues and investments is shared with other levels of government and/or fragmented among dozens of small municipal units within the metropolitan area. Inevitably these political arrangements affect the spatial structure of infrastructure and public services, including planning. We must explore the spatial issues that detract from urban governance, and investigate the utility of emerging administrative solutions seen in many countries, such as the ‘new regionalism’ that seeks to provide a new spatial solution to the provision of services.

Ver mais:
http://www.unil.ch/igu-urban/page99413.html?matrix=1385638924731

11 de agosto de 2014

URBAN CHALLENGES IN A COMPLEX WORLD

Annual Conference of the IGU Urban Commission
Poznan 2014








Quando:
August 11th to 14th 2014

Onde:
Poland - Poznan

Hosted by:
- Institute of Socio-Economic Geography and Spatial Management
- Adam Mickiewicz University, Poznań (Poland)

Venue
11-12.08 – Collegium Minus, Adam Mickiewicz University, Wieniawskiego Street 1
13-14.08 – Collegium Geographicum, Adam Mickiewicz University, Dzięgielowa Street 27

Call for papers
Deadline for abstracts 31 January 2014

The Annual Conference of the IGU Urban Commission will also be an excellent opportunity to discover the beauty and variety of the environment and culture of Central and Eastern Europe.
The main theme of the conference is Cities: Their Distinctive Processes and Problems. While the processes and problems of urban development differ in the various parts of the world, a special focus of this conference will be those that have to be tackled by cities in post-socialist countries, as reflected in its special topic, Restructuring Post-Communist Cities.

Topics

Special topic:
Restructuring Post-Communist Cities: Processes and Problems

– Technological Innovation and Creative Activities in Cities
– Contested Social Spaces
– Creating Sustainability
– Dilemmas of Ageing Cities
– Increasing Insecurity
– Urban Heritage and Conservation
– Urban Governance
– Complex Urban Systems

15-17.08
Post-conference excursion to Kraków

After the conference has closed, its participants are invited to go on a 3-day trip scheduled for 15-17 August 2014. It will give them an opportunity to get acquainted with the history, tradition and culture, but also with problems faced by cities in south-western Poland, and more specifically Wielkopolska as well as Upper and Lower Silesia.
...


Ver mais:
http://www.igu-urban.com
http://www.unil.ch/igu-urban/page99414.html

4 de julho de 2014

HOMELAND - NEWS FROM PORTUGAL na BIENAL DE VENEZA

A 14ª Exposição Internacional de Arquitetura - La Biennale di Venezia, decorre entre 7 de junho e 23 de novembro de 2014.



"HOMELAND | News from Portugal" é o título do projeto da Representação Oficial de Portugal.

"HOMELAND | News from Portugal" é um jornal. Um instrumento expositivo não convencional que será o veículo de informação de conteúdos originais, especificamente produzidos para o projeto da Representação Portuguesa, por uma equipa pluridisciplinar que reúne aproximadamente 90 profissionais das áreas da arquitetura, da economia, sociologia, geografia, história, antropologia, fotografia, do direito e do design.
Todos participam com a sua reflexão crítica sobre a habitação, sob diversas perspetivas, tendo como matéria-prima o campo de excelência da experimentação arquitetónica, elemento determinante e primário da construção urbana e territorial, e enquanto reflexo social e cultural de quem a habita.


O projeto irá reportar conteúdos noticiosos produzidos com base em duas áreas essenciais de reflexão:

1. Reflexão Cronológica onde se pretende avaliar a evolução da habitação em Portugal;

2. Reflexão Propositiva sobre 6 temáticas tipológicas, com 6 projetos urbanísticos que decorrerão ao longo dos 6 meses de duração da Bienal e que serão protagonizados por 6 grupos de arquitetos focados em 6 cidades portuguesas - Porto, Matosinhos, Loures, Lisboa, Setúbal e Évora - sobre 6 tipologias habitacionais - temporária, informal, unifamiliar, coletiva, rural e de reabilitação.
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A crise da habitação não reside diretamente na falta de alojamento. Este paradoxo é constituído por processos logísticos, migratórios, especulativos, económicos, políticos e, nesse contexto, a arquitetura foi "puxada" para trabalhar sobre si mesma, no limite do lote ou em especulações delirantes e académicas.
A habitação é o campo de excelência para a experimentação e laboratório da modernidade em vários momentos da história da arquitetura nacional em que a habitação foi a razão fundamental do debate da construção da sociedade.


..., impõe-se hoje, novamente, uma questão fundamental: refletir não só sobre as razões deste paradoxo mas também sobre a atuação e posicionamento da arquitetura perante uma realidade muito diversa e fragmentada no parque habitacional.


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HOMELAND | News from Portugal" terá três edições, cada uma com uma tiragem de 55.000 exemplares. A sua distribuição, a decorrer ao longo do período de duração da Bienal de Veneza, será gratuita.

SEIS PROJETOS PARA "HOMELAND | NEWS FROM PORTUGAL"

PORTO
O projeto irá explorar o conceito TEMPORÁRIO na perspetiva de imaginar modelos de ocupação estratégica de edifícios devolutos, numa ótica de dinâmica cultural. Os modos de habitar têm vindo a alterar-se ao longo dos anos em Portugal, devido às transformações sociológicas das famílias, da flexibilidade laboral e do encurtamento de distâncias. A transitoriedade é um sintoma da sociedade pós-moderna que requer um repensar dos lugares e da cidade a partir de uma perspetiva menos rígida: as tipologias arquitetónicas e a morfologia da cidade enquanto realidades em constante transformação. Deverá a cidade por onde fluem estes trânsitos oferecer novos léxicos de acolhimento? 

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Perseguir-se-á o desenho de um sistema que possibilite a implementação de uma estratégia de flexibilização de edifícios vazios, privilegiando a ocupação em vez do abandono, a dinâmica em vez da estagnação e a oportunidade em vez da dificuldade.




MATOSINHOS
O tema INFORMAL é explorado em duas vertentes: uma reflexão sobre a génese, as especificidades e a atualidade deste fenómeno urbano em Portugal, e uma proposta prática que questiona o campo de atuação do arquiteto. 


Após a euforia, nas últimas décadas, na indústria da construção e do imobiliário, que atraiu em massa, quase exclusivamente, a prática e o pensamento da arquitetura e do urbanismo mais mediatizado, o que ficou como herança nos vastos territórios que cresceram à margem dessas práticas?


A intervenção reafirma o papel do arquiteto como mediador e ator de um processo que parte do conhecimento do território, em prol das comunidades e do interesse público e coletivo. 

Pretende criar-se, em Monte Xisto (Matosinhos), um projeto-piloto participado e de investimento partilhado entre moradores, autoridades locais e uma rede de indústrias.



LOURES
Um dos mais visíveis e dramáticos efeitos do presente contexto de crise na paisagem urbana Portuguesa é a quantidade de construções inacabadas e abandonadas que a povoam. Estas estruturas monumentais e silenciosas são representativas não apenas a estagnação dos setores da construção e do imobiliário, mas também de uma inerente desagregação da sociedade, consequentemente, são sintomáticas da dificuldade da Arquitetura Contemporânea em veicular os interesses do âmbito Publico.


O projeto Convocar o COLECTIVO pretende oferecer uma resposta experimental e inovadora a esta problemática. O objetivo central é desencadear e coordenar procedimentos que viabilizem a conclusão de uma edificação incompleta cujas obras tenham sido suspensas e que não tenham nenhuma expectativa de virem a ser retomadas. Para tal propõe-se, por um lado, usar a "agência" arquitetónica para liderar uma plataforma negocial que procura consensos e entendimentos entre proprietários, agentes financeiros, empresas de construção, autarquia e futuros habitantes, e por outro, radicalizar o modo de conceber habitação plurifamiliar, sendo mais atento e generoso relativamente aos espaços comuns e mais flexível, diferenciável, configurável, personalizável em relação ao habitat. Em última análise, espera-se que este caminho contribua para reforçar o papel da Arquitetura na Sociedade e para traçar uma aproximação de dois domínios que nos tempos recentes têm estado em oposição direta: interesse social e interesse económico. 




LISBOA
O projeto a realizar irá refletir sobre o tema-base da REABILITAÇÃO com duas abordagens que pretendem construir modelos operativos, no sentido de implementar estratégias de regeneração urbana para a cidade de Lisboa.

 A intervenção Lisbon Skyline Operation é um projeto que tem como objetivo apresentar soluções pragmáticas para a reabilitação urbana de Lisboa. A partir da união de interesses entre moradores, proprietários, investidores e autoridades municipais é possível desenhar uma estratégia partilhada capaz de inverter o processo de degradação do centro histórico da cidade.

Aproveitando um recurso emblemático da cidade de Lisboa – a paisagem de coberturas desabitadas - a proposta pretende aferir as potencialidades escondidas nos últimos pisos dos prédios. As coberturas de Lisboa são um recurso físico capaz de permitir a reabilitação de muitos edifícios e a proposta concebe uma estratégia que poderá desencadear um processo viral, dinamizador da cidade e com a capacidade de ir desenhando um novo skyline habitado.


Lisbon Skyline Operation propõe o redesenho e o aproveitamento das muitas coberturas vazias e subaproveitadas de Lisboa, por forma a estimular uma reabilitação participada da cidade. A proposta descortina soluções para a regeneração da cidade acreditando na competência dos seus moradores e na força coletiva das ações individuais, edifício a edifício, cobertura a cobertura.



SETÚBAL
O projeto irá explorar o conceito UNIFAMILIAR, na procura de uma forma de pensar a intimidade em arquitetura e como isso pode influenciar o processo de habitar o território que escapa às atuais ferramentas de organização do território.

 Partindo deste tema desenvolveu-se uma "Carta para Lugares de Intimidade" composta por três elementos: um "Mapa de Lugares de Intimidade", o projeto de um "Espaço de Intimidade" e uma reflexão sobre a sua forma de pensar arquitetura. Esta Carta decorre de uma vontade de pensar a Intimidade em arquitetura como um tema intemporal, que atravessa os tempos, as paisagens e as próprias transformações culturais, sociais e económicas da sociedade, mas também como um tema que pode ser aplicado a qualquer escala do desenho arquitetónico, trazendo para o território o olhar atento e íntimo do desenho, normalmente associado à escala da casa. Um tema que pode, inclusivamente, caracterizar um modo de pensar arquitetura.

A identificação destes lugares parte, exatamente, dessa relação íntima que se estabelece entre a leitura de um território vasto e as suas singularidades, que escapam a olhares mais distantes e à macro-escala de planeamento urbano. A casa unifamiliar - pensada e desenhada a partir de cada um destes espaços - consegue, por conseguinte, criar, com estes lugares, uma relação íntima para a qual traz as características que os diferenciam entre si.



ÉVORA
A abordagem ao tema RURAL foi decomposta em duas perspetivas distintas, uma analítica e outra propositiva, mas inter-relacionadas. A perspetiva analítica é uma reflexão sobre o legado agrícola herdado (espaços, paisagem e estruturas), as alterações dos padrões de vida e de habitação das populações rurais e/ou urbanas no Alentejo, antigo celeiro de Portugal. A perspetiva propositiva consiste no projeto para a reabilitação e reconversão de uma destas antigas estruturas agrícolas, um Celeiro obsoleto e com problemas estruturais, no limite do centro histórico de Évora.

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