9 de novembro de 2012
Coimbra C – "estado de sítio, Estados sem sítio"
Quando:
9 e 10 de Novembro de 2012
Onde:
Coimbra - Faculdade de Economia
Programa de algumas sessões:
9 de novembro - 16:30h
- Sessão 3.3
Complexidades nas Cidades Atuais
- Reabilitação e Identidade. O Bairro Alto em Discussão
Fabiana Pavel
- Os Espaços da Desigualdade na Cidade
Inês Guedes
- Projetos urbanos em áreas ribeirinhas inundáveis: constrangimentos e oportunidades ligados às inundações
Liliane Hobeica
10 novembro - 10:00h
- Sessão 4.3
Reabilitação Urbana
- Bases para um Plano Acção de Salvaguarda dos Revestimentos e Acabamentos Tradicionais para o CH de Coimbra – Plano de Cor
Pedro Providência
- Dos saberes-fazer ao design thinking: transformações recentes no campo do design
Pedro Quintela
- Habitação unifamiliar, a incubadora do fazer moderno
Rogério Azevedo Gomes e Vicenzo Riso
Mais informação:
http://www.ces.uc.pt/coimbrac/pages/pt/programa-do-coloquio.php
8 de novembro de 2012
CAMUSS INTERNATIONAL SYMPOSIUM ON CELLULAR AUTOMATA MODELING FOR URBAN AND SPATIAL SYSTEMS

Quando? 8 a 10 de Novembro de 2012
Onde? Portugal - Porto - Fundação de Serralves
CAMUSS, the International Symposium on Cellular Automata Modeling for Urban and Spatial Systems,
After more than three decades of intensive research on the development and application of cellular automata (CA) models to simulate urban and spatial systems, it is the time to gather all the researchers that have participated in this area of research. This Symposium is expected to be a reunion of the CA community across the world, bringing together all the generations of researchers who have gave to CA modeling the complex scientific structure that it currently has.
CAMUSS aims to make a deep reflection on the scientific history of CA in Geography and Urban Studies through the presentation of the state-of-the-art research on CA, and to devise a new research agenda for the next decades in this topic.
CAMUSS LIVE STREAMING
CAMUSS will have a live web broadcast of the keynote lectures and of the closing session in which the research on cellular automata (CA) will be discussed, available at the CAMUSS Live Streaming Channel page
Colleagues who could not come to CAMUSS are invited to comment and participate in the discussion over the research on CA, using the chat available in the page.
CAMUSS is organized by the Department of Civil Engineering of the University of Coimbra (DEC-UC), and by CITTA, the Research Centre in Territory, Transports and Environment, Faculty of Engineering of the University of Porto, Portugal, with the participation of ACIV – Association for the Development of Civil Engineering.
3º Congresso da Habitação Social
Repensar a Habitação Social – Necessidade ou Oportunidade?
Quando:
8 e 9 de Novembro de 2012
Onde:
ISCTE – Instituto Universitário de Lisboa
Este congresso vai permitir não só debater as questões gerais do enquadramento e estratégias da habitação social (nas sessões plenárias) mas também questões técnicas mais específicas (nas sessões paralelas).
Objetivos:
Património e Urbanismo
Gestão e Administração
Mais informação:
http://www.cecodhasp.org/index.php/tema
Quando:
8 e 9 de Novembro de 2012
Onde:
ISCTE – Instituto Universitário de Lisboa
Este congresso vai permitir não só debater as questões gerais do enquadramento e estratégias da habitação social (nas sessões plenárias) mas também questões técnicas mais específicas (nas sessões paralelas).
Objetivos:
- Promover momentos de reflexão e debate entre os vários actores no Sector da Habitação Social;
- Enriquecer o debate sobre esta matéria, num momento em que se verificam significativas alterações legislativas;
- Proporcionar encontros entre os diversos actores, nomeadamente entre os decisores políticos e os técnicos;
- Proporcionar a apresentação de boas práticas e de projectos feitos pelas várias entidades gestoras de Habitação Social;
- Potenciar a criação de laços entre os investigadores/academia e as instituições, de forma a promover a realização de estudos e proporcionar oportunidades de investigação às Universidades;
- Dois dias de Congresso
- Sessões plenárias de abertura e encerramento dos dias com temas generalistas
- Sessões temáticas concorrentes nas seguintes áreas:
Património e Urbanismo
Gestão e Administração
Mais informação:
http://www.cecodhasp.org/index.php/tema
“PROJETOS URBANOS NO BRASIL: desafios para a mobilidade e a habitaçãosocial”
Aula Aberta - Mestrado em Urbanismo e Ordenamento do Território
Quando:
8 Novembro 2012 - 15:00h
Onde:
Lisboa - IST - Pavilhão de Engenharia Civil - Sala V 1.03
Com quem:
Prof. Dr. Angélica Alvim
Entrada Livre
Mais informação:
http://www.ist.utl.pt/en/events/2012/11/Aula_aberta__Projetos_Urbanos_no_Brasildesafios_para_a_mobilidade_e_a_habitacao_social_
Quando:
8 Novembro 2012 - 15:00h
Onde:
Lisboa - IST - Pavilhão de Engenharia Civil - Sala V 1.03
Com quem:
Prof. Dr. Angélica Alvim
Entrada Livre
Mais informação:
http://www.ist.utl.pt/en/events/2012/11/Aula_aberta__Projetos_Urbanos_no_Brasildesafios_para_a_mobilidade_e_a_habitacao_social_
6 de novembro de 2012
World Town Planning Day Online Conference
Quando:
6-7 November 2012
Professional planning associations from around the world will celebrate World Town Planning Day 2012 with an international online conference. This online conference will bring together ideas from around the world about how advances in technology shape our environment. We hope to offer insights to help improve the built environment - our cities, towns, rural communities – and the natural environment.
Change is an opportunity in spatial planning. Technological developments have a huge spatial impact - think of the changes brought about by the industrial revolution, railways and canals, then the popularization of the motor car and air travel. The equivalent today is information and communication technology - our ability to connect with people through mobile phones, the internet and other systems and networks.
These advances are both a challenge and an opportunity to the planning and design professions. We need to keep up with the advances, meet the challenges, and ensure that the spaces and places we design make the most of the opportunities.
Mais informação:
http://www.planningtheworld.net/World_Town_Planning_Day_Online_Conference/Home.html
6-7 November 2012
Professional planning associations from around the world will celebrate World Town Planning Day 2012 with an international online conference. This online conference will bring together ideas from around the world about how advances in technology shape our environment. We hope to offer insights to help improve the built environment - our cities, towns, rural communities – and the natural environment.
Change is an opportunity in spatial planning. Technological developments have a huge spatial impact - think of the changes brought about by the industrial revolution, railways and canals, then the popularization of the motor car and air travel. The equivalent today is information and communication technology - our ability to connect with people through mobile phones, the internet and other systems and networks.
These advances are both a challenge and an opportunity to the planning and design professions. We need to keep up with the advances, meet the challenges, and ensure that the spaces and places we design make the most of the opportunities.
Mais informação:
http://www.planningtheworld.net/World_Town_Planning_Day_Online_Conference/Home.html
4 de novembro de 2012
Curitiba Ciudad de los Sueños
Publicado el marzo 1, 2012
Curitiba es en la actualidad el paradigma de la sostenibilidad urbana. Jaime Lerner, uno de sus precursores, ha sabido materializar a la perfección un enfoque integral (social, medioambiental y económico) de la sostenibilidad hasta conseguir, tras varias décadas de trabajo, que Curitiba se convierta en la Ciudad de los Sueños.
Jaime Lerner primero se convirtió en el alcalde de Curitiba a principios de los 70 (ha sido alcalde tres veces). Su liderazgo fue crucial para los cambios. Curitiba ha conseguido una serie de cosas, mejor descritas a continuación:
1. Parques en vez de canales para reducir las inundaciones, así como para hacer la ciudad más habitable. Hay tantos que se sirve de ovejas para cortar el césped, ya que resulta mucho más barato que máquinas.
2. Peatonalización del centro.
3. Inventar y construir la red de Transporte Rápido de Bus – un sistema de autobús que funciona como un tren ligero pero 10 veces más barato.
4. Dar a la gente bonos de autobús a cambio de basura.
5. Comenzar un sistema de reciclaje masivo – todo iniciado por niños.
Los residentes de Curitiba, Brasil, piensan que viven en la mejor ciudad del mundo; muchos foráneos están de acuerdo. Curitiba tiene 17 parques nuevos, 90 millas de carril bici, árboles por todas partes, y sistemas de tráfico y recogida de basuras que son estudiados por otras ciudades. El alcalde de Curitiba durante 12 años, Jaime Lerner, tiene un índice de aceptación del 92%.
No hay nada de especial en la historia de Curitiba, ni en su localización o población. Como todas las ciudades latinoamericanas, la ciudad ha crecido enormemente –de 150000 personas en los 50 a 1,6 millones en la actualidad. Tiene su parte de asentamientos marginales, donde algo más de la mitad es analfabetos. El secreto de Curitiba, en el caso de tener alguno, parece ser simplemente la buena voluntad de los que están arriba por disfrutar resolviendo problemas.
Esta gente comenzó en los 60 con un grupo de jóvenes arquitectos que no estaban impresionados por la moda urbana de tomar dinero prestado para grandes autovías, edificios masivos, centros comerciales y otros proyectos vistosos. Estaban pensando en el entorno y las necesidades humanas. Se acercaron al alcalde de Curitiba, destacaron el rápido crecimiento de la ciudad e hicieron causa para un mejor planeamiento.
El alcalde auspició un concurso para el plan general de Curitiba. Difundió las mejores propuestas, las debatió con los ciudadanos y las devolvió, entonces, a los arquitectos, pidiéndoles desarrollar e implementar un plan definitivo.
Jaime Lerner era uno de estos arquitectos. En 1971 fue declarado alcalde por el entonces Gobierno Militar de Brasil.
Dada la situación económica de Brasil, Lerner tuvo que pensar de manera controlada, barata y participativa –lo cual era como ya pensaba de todas maneras. Repartió 1,5 millones de semilleros entre los vecinos para plantar árboles y cuidarlos posteriormente. (‘Pocas pocas en la arquitectura de una ciudad son más bellas que un árbol,’ dice Lerner)
Solucionó los problemas de inundación desviando el agua de las tierras bajas hacia los nuevos parques. Alquiló a jóvenes para mantener los parques limpios.
Se topó con la resistencia de los comerciantes cuando propuso convertir el distrito comercial del centro en área peatonal, así que propuso un periodo de prueba de 30 días. Tuvo tanta popularidad que comerciantes de otras calles solicitaron ser incluidos. En la actualidad una de las calles peatonales, Rua das Flores, está flanqueada por jardines atendidos por niños de la calle.
Los niños abandonados o huérfanos son un problema en todo Brasil. Lerner consiguió que cada industria, tienda e institución adoptase algunos niños, dándoles una comida diaria y un pequeño salario, a cambio del simple mantenimiento de jardines o tareas corrientes.
Otra de las innovaciones de Lerner fue la de organizar a los comerciantes en una feria itinerante al aire libre que recorre todos los barrios de la ciudad.
Los círculos concéntricos de la red local de autobuses conectan cinco líneas que irradian del centro de la ciudad a modo de tela de araña. En las radiales, autobuses triarticulados pueden transportar a lo largo de carriles propios 300 pasajeros cada uno. Van tan rápido como el metro, pero supone 1/8 del gasto de ejecución.
Los autobuses paran en estaciones de Plexiglas diseñadas por Lerner. Los pasajeros pagan sus tarifas, entran por un lado del tubo y salen por el otro. Este sistema elimina pagar a bordo, y permite una mayor carga y descarga, menos contaminación y un refugio para esperar – aunque el sistema es tan eficiente que apenas hay tiempo para esperar. Tampoco hay mucha basura generada. No hay tiempo.
Los ciudadanos de Curitiba separan su basura en sólo dos categorías, orgánico e inorgánico, para ser recogida por dos tipos de camión. Las familias pobres en barrios marginales, inaccesibles para los camiones, traen su basura a otros centros vecinales, donde pueden intercambiarla por billetes de bus, huevos, leche, naranjas y patatas, todo comprado de granjas de la periferia.
La basura va a una planta (autoconstruida con materiales reciclados) que emplea a gente para separar botellas, latas y plásticos. Los trabajadores son incapacitados, inmigrantes recién llegados, alcohólicos.
Los materiales recuperados son vendidos a industrias locales. El poliestireno es cortado en tiras para material de edredón/colchón para los pobres. El programa de reciclaje cuesta no más que el antiguo vertedero, mientras la ciudad está más limpia, hay más trabajos, los agricultores tienen apoyo y los pobres obtienen comida y transporte. Curitiba recicla dos tercios de su basura – uno de los ratios más elevados de cualquier ciudad, norte o sur.
Los promotores de Curitiba obtienen excepciones fiscales si sus proyectos incluyen áreas verdes.
Jaime Lerner dice, ‘No hay comportamiento más noble que el intento de conseguir un sueño colectivo. Cuando una ciudad acepta como un deber su calidad de vida; cuando respeta a la gente que vive en ella; cuando respeta el entorno; cuando se prepara para generaciones futuras, la gente comparte la responsabilidad de ese deber y esta causa compartida es la única manera de conseguir ese sueño colectivo.
Vídeo e mais informação:
http://www.morethangreen.es/curitiba-city-of-dreams-curitiba-ciudad-de-los-suenos/
Curitiba es en la actualidad el paradigma de la sostenibilidad urbana. Jaime Lerner, uno de sus precursores, ha sabido materializar a la perfección un enfoque integral (social, medioambiental y económico) de la sostenibilidad hasta conseguir, tras varias décadas de trabajo, que Curitiba se convierta en la Ciudad de los Sueños.
Jaime Lerner primero se convirtió en el alcalde de Curitiba a principios de los 70 (ha sido alcalde tres veces). Su liderazgo fue crucial para los cambios. Curitiba ha conseguido una serie de cosas, mejor descritas a continuación:
1. Parques en vez de canales para reducir las inundaciones, así como para hacer la ciudad más habitable. Hay tantos que se sirve de ovejas para cortar el césped, ya que resulta mucho más barato que máquinas.
2. Peatonalización del centro.
3. Inventar y construir la red de Transporte Rápido de Bus – un sistema de autobús que funciona como un tren ligero pero 10 veces más barato.
4. Dar a la gente bonos de autobús a cambio de basura.
5. Comenzar un sistema de reciclaje masivo – todo iniciado por niños.
Los residentes de Curitiba, Brasil, piensan que viven en la mejor ciudad del mundo; muchos foráneos están de acuerdo. Curitiba tiene 17 parques nuevos, 90 millas de carril bici, árboles por todas partes, y sistemas de tráfico y recogida de basuras que son estudiados por otras ciudades. El alcalde de Curitiba durante 12 años, Jaime Lerner, tiene un índice de aceptación del 92%.
No hay nada de especial en la historia de Curitiba, ni en su localización o población. Como todas las ciudades latinoamericanas, la ciudad ha crecido enormemente –de 150000 personas en los 50 a 1,6 millones en la actualidad. Tiene su parte de asentamientos marginales, donde algo más de la mitad es analfabetos. El secreto de Curitiba, en el caso de tener alguno, parece ser simplemente la buena voluntad de los que están arriba por disfrutar resolviendo problemas.
Esta gente comenzó en los 60 con un grupo de jóvenes arquitectos que no estaban impresionados por la moda urbana de tomar dinero prestado para grandes autovías, edificios masivos, centros comerciales y otros proyectos vistosos. Estaban pensando en el entorno y las necesidades humanas. Se acercaron al alcalde de Curitiba, destacaron el rápido crecimiento de la ciudad e hicieron causa para un mejor planeamiento.
El alcalde auspició un concurso para el plan general de Curitiba. Difundió las mejores propuestas, las debatió con los ciudadanos y las devolvió, entonces, a los arquitectos, pidiéndoles desarrollar e implementar un plan definitivo.
Jaime Lerner era uno de estos arquitectos. En 1971 fue declarado alcalde por el entonces Gobierno Militar de Brasil.
Dada la situación económica de Brasil, Lerner tuvo que pensar de manera controlada, barata y participativa –lo cual era como ya pensaba de todas maneras. Repartió 1,5 millones de semilleros entre los vecinos para plantar árboles y cuidarlos posteriormente. (‘Pocas pocas en la arquitectura de una ciudad son más bellas que un árbol,’ dice Lerner)
Solucionó los problemas de inundación desviando el agua de las tierras bajas hacia los nuevos parques. Alquiló a jóvenes para mantener los parques limpios.
Se topó con la resistencia de los comerciantes cuando propuso convertir el distrito comercial del centro en área peatonal, así que propuso un periodo de prueba de 30 días. Tuvo tanta popularidad que comerciantes de otras calles solicitaron ser incluidos. En la actualidad una de las calles peatonales, Rua das Flores, está flanqueada por jardines atendidos por niños de la calle.
Los niños abandonados o huérfanos son un problema en todo Brasil. Lerner consiguió que cada industria, tienda e institución adoptase algunos niños, dándoles una comida diaria y un pequeño salario, a cambio del simple mantenimiento de jardines o tareas corrientes.
Otra de las innovaciones de Lerner fue la de organizar a los comerciantes en una feria itinerante al aire libre que recorre todos los barrios de la ciudad.
Los círculos concéntricos de la red local de autobuses conectan cinco líneas que irradian del centro de la ciudad a modo de tela de araña. En las radiales, autobuses triarticulados pueden transportar a lo largo de carriles propios 300 pasajeros cada uno. Van tan rápido como el metro, pero supone 1/8 del gasto de ejecución.
Los autobuses paran en estaciones de Plexiglas diseñadas por Lerner. Los pasajeros pagan sus tarifas, entran por un lado del tubo y salen por el otro. Este sistema elimina pagar a bordo, y permite una mayor carga y descarga, menos contaminación y un refugio para esperar – aunque el sistema es tan eficiente que apenas hay tiempo para esperar. Tampoco hay mucha basura generada. No hay tiempo.
Los ciudadanos de Curitiba separan su basura en sólo dos categorías, orgánico e inorgánico, para ser recogida por dos tipos de camión. Las familias pobres en barrios marginales, inaccesibles para los camiones, traen su basura a otros centros vecinales, donde pueden intercambiarla por billetes de bus, huevos, leche, naranjas y patatas, todo comprado de granjas de la periferia.
La basura va a una planta (autoconstruida con materiales reciclados) que emplea a gente para separar botellas, latas y plásticos. Los trabajadores son incapacitados, inmigrantes recién llegados, alcohólicos.
Los materiales recuperados son vendidos a industrias locales. El poliestireno es cortado en tiras para material de edredón/colchón para los pobres. El programa de reciclaje cuesta no más que el antiguo vertedero, mientras la ciudad está más limpia, hay más trabajos, los agricultores tienen apoyo y los pobres obtienen comida y transporte. Curitiba recicla dos tercios de su basura – uno de los ratios más elevados de cualquier ciudad, norte o sur.
Los promotores de Curitiba obtienen excepciones fiscales si sus proyectos incluyen áreas verdes.
Jaime Lerner dice, ‘No hay comportamiento más noble que el intento de conseguir un sueño colectivo. Cuando una ciudad acepta como un deber su calidad de vida; cuando respeta a la gente que vive en ella; cuando respeta el entorno; cuando se prepara para generaciones futuras, la gente comparte la responsabilidad de ese deber y esta causa compartida es la única manera de conseguir ese sueño colectivo.
Vídeo e mais informação:
http://www.morethangreen.es/curitiba-city-of-dreams-curitiba-ciudad-de-los-suenos/
3 de novembro de 2012
Ecumenopolis: Ciudad Sin Límites
Publicado el junio 28, 2012
Ecumenopolis es una palabra inventada en 1967 por el urbanista griego Constantinos Doxiadis para representar la idea que, en el futuro, las áreas urbanas y las megalópolis se fundirían eventualmente an una ciudad única de extensión ilimitada y escala mundial como consecuencia del progreso de las tendencias de crecimiento de la población y necesidad consecuente de urbanización.
La transformación neoliberal que se extendió por toda la economía mundial durante los años 80, y junto a ella el proceso de globalización, han traido consigo una profunda transformación de las ciudades de todo el mundo. Para esta nueva estructura económica basada en las finanzas, el terreno urbano se convirtió en una herramienta para la acumulación del capital, lo cual ha tenido efectos profundos en las principales ciudades de países en desarrollo. En Estanbul, que ya tenía carecía de tradición en el planeamiento regulado, los políticos locales adoptaron ciegamente la aproximación neoliberal que antepuso el beneficio económico a las necesidades de las personas; todos lucharon por un trozo del pastel; y el resultado es un megasuburbio de 15 millones de personas luchando contra un conjunto de problemas potencialmente mortales.
Los límites ecológicos se han sobrepasado. Los límites económicos se han sobrepasado. Los límites de población se han sobrepasado. La cohesión social se ha perdido. Aquí tenemos una estampa del urbanismo neoliberal: Ecumenopolis.
Ecumenopolis tiene como objetivo una aproximación holística a Estanbul, cuestionando no sólo la transformación sino también las dinámicas tras esta. Desde barriadas demolidas hasta la cumbre de rascacielos, desde las profundidades del Marmaray hasta las carreteras alternativas del tercer puente, desde inversores inmobiliarios hasta la oposición urbana, la película nos llevará a través de un largo viaje en esta ciudad sin límites. Contará con intervenciones de expertos, académicos, escritores, inversores y líderes locales.
Sin duda, es un documental que pone nombres y apellidos a los grandes agentes que transforman nuestras ciudades mostrando, en paralelo, los efectos devastadores que estas decisiones tienen sobre el medio ambiente, social y cultural de nuestros entornos. No nos sorprende que el futuro que plantea sea completamente insostenible.
Vídeo e mais informação:
http://www.morethangreen.es/ecumenopolis-ciudad-sin-limites/
Ecumenopolis es una palabra inventada en 1967 por el urbanista griego Constantinos Doxiadis para representar la idea que, en el futuro, las áreas urbanas y las megalópolis se fundirían eventualmente an una ciudad única de extensión ilimitada y escala mundial como consecuencia del progreso de las tendencias de crecimiento de la población y necesidad consecuente de urbanización.
La transformación neoliberal que se extendió por toda la economía mundial durante los años 80, y junto a ella el proceso de globalización, han traido consigo una profunda transformación de las ciudades de todo el mundo. Para esta nueva estructura económica basada en las finanzas, el terreno urbano se convirtió en una herramienta para la acumulación del capital, lo cual ha tenido efectos profundos en las principales ciudades de países en desarrollo. En Estanbul, que ya tenía carecía de tradición en el planeamiento regulado, los políticos locales adoptaron ciegamente la aproximación neoliberal que antepuso el beneficio económico a las necesidades de las personas; todos lucharon por un trozo del pastel; y el resultado es un megasuburbio de 15 millones de personas luchando contra un conjunto de problemas potencialmente mortales.
Los límites ecológicos se han sobrepasado. Los límites económicos se han sobrepasado. Los límites de población se han sobrepasado. La cohesión social se ha perdido. Aquí tenemos una estampa del urbanismo neoliberal: Ecumenopolis.
Ecumenopolis tiene como objetivo una aproximación holística a Estanbul, cuestionando no sólo la transformación sino también las dinámicas tras esta. Desde barriadas demolidas hasta la cumbre de rascacielos, desde las profundidades del Marmaray hasta las carreteras alternativas del tercer puente, desde inversores inmobiliarios hasta la oposición urbana, la película nos llevará a través de un largo viaje en esta ciudad sin límites. Contará con intervenciones de expertos, académicos, escritores, inversores y líderes locales.
Sin duda, es un documental que pone nombres y apellidos a los grandes agentes que transforman nuestras ciudades mostrando, en paralelo, los efectos devastadores que estas decisiones tienen sobre el medio ambiente, social y cultural de nuestros entornos. No nos sorprende que el futuro que plantea sea completamente insostenible.
Vídeo e mais informação:
http://www.morethangreen.es/ecumenopolis-ciudad-sin-limites/
2 de novembro de 2012
Desmontando la ciudad genérica
Ciudad genérica y ciudad queer
José Juan Barba. Dr. Arquitecto
...
La escala de la mirada
Como hemos analizado, la identificación de un lugar depende de las relaciones entre individuos, y es evidente que los individuos tienen una determinada escala. Esto significa que la no puesta en consideración de este importante elemento a la hora de proyectar una ciudad o simplemente su olvido por una cuestión de escala, está haciendo que desde su inicio el diseño de nuevos crecimientos olvide los lugares. La gran escala con que se trabaja genera homogeneidad. No se controla la pequeña escala de los individuos, o al menos se produce una fractura en la continuidad de acción y proyecto.
...
Ciudades del Poder, Quinta Avenida, Nueva York, 2005, Metalocus, nº 19
El sueño de una ciudad en equilibrio con su entorno, natural o artificial, ha generado un amplio debate frente a la realidad construida, un debate que cada vez es más intenso, un debate que debe entenderse inmerso en la crisis de identidad de la ciudad como elemento urbano. Los problemas urbanos no los resuelve la arquitectura, los proyectos de los arquitectos tan sólo proponen situaciones más o menos inéditas que condicionan y generan nuevas problemáticas, las hacen variar y evolucionar en una especie de situación de asistencia política continuada. La ciudad genérica es en gran parte el resultado de ser pensada mediante llenos y vacíos unidos supuestamente mediante “sinergias”. ¿Qué ocurre si pensamos la ciudad a través de lugares? y ¿qué ocurre si a esos lugares, por una cuestión de escala, se le une el concepto de paisaje?
Lugares y paisaje
Cuando los lugares se generan en el exterior de los edificios son considerados a menudo como vacíos, como espacios no construidos. Las ordenanzas, las leyes urbanísticas no nos hablan de ellos de manera directa sino sólo indirectamente por oposición a lo lleno o construido. Aunque la idea de paisaje es una idea desarrollada en nuestra cultura desde el mundo clásico, que ha ido mutando y cambiado a lo largo de la historia, su unión al concepto de lugar es mucho más reciente. Transcurridas casi tres décadas, desde su concreción, el acercamiento del concepto de lugar al de territorio es más cercano y por ende el entendimiento del paisaje a través de la visión ontológica del lugar comienza a ser una realidad. El paisaje es entendido como el lugar donde es más estrecha la relación individuo-espacio. El lugar-paisaje y el hombre se funden mutuamente, el paisaje participa de la identidad de quienes están en él o con él, es decir, se considera el paisaje no sólo como generador de identidad. El paisaje deja de ser un escenario contemplado por el hombre para pasar a ser un elemento en relación con él.
...
... Las ciudades se reconstruían por otros mediante la acumulación de geografías y paisajes formados por la acumulación de “lugares”. La ciudad reconstruida no es una ciudad virtual generada a partir de los movimientos físicos de individuos, sino una ciudad real formada por individuos y no sólo por estructuras físicas vacías.
Frente a la ciudad de lo genérico está la ciudad de lo diferente, la ciudad queer. Resulta que sí es posible una construcción queer de la ciudad, si entendemos que mirar lo que hoy nos parece “raro” recompone nuestra forma de ver y rompe con la dinámica aceptada como salvadora, planteada por el desarrollismo. La supuesta generación de riqueza a costa de cualquier precio puede no ser la salvación de nada. La necesidad compulsiva de lanzarse hacia adelante en la construcción de masa urbana, masa difusa, sectorizada y sin identidad, sin entender qué ciudad queremos, con la única excusa de que este desarrollismo soporta nuestra economía actual, nuestra forma de vida, nuestros trabajos, nuestra movilidad, puede ser simplemente el final de nuestra economía. El autismo en las propuestas hace que en nuestra cotidianeidad el urbanismo y la arquitectura se estén convirtiendo en algo perteneciente al estricto ámbito legal, cada vez son más los abogados que desplazan a los arquitectos o urbanistas de sus campos de batalla, esto es especialmente evidente en el ámbito del planeamiento.
Las vías para los vehículos no unen territorios generan brechas amuralladas
Imagen de la ciudad de Caracas, CCCB, Barcelona
La necesidad de reintroducir en la normativa, en los planeamientos urbanos y en las ordenanzas, la idea de lugar, de paisaje, desde una visión ontológica-queer y no sólo geométrica, parece cada vez más una necesidad. Más cualificación frente a un exceso de cuantificación, más identidad frente al mar de la vacuidad, más “polis” en las “urbes”, más ciudadanos frente a un sobre-musculado desarrollo de estructuras e infraestructuras, más cuerpos relacionándose socialmente. Si lo queer supone no tener miedo a lo que hoy nos parece raro, podremos afrontar soluciones sin miedo a que nuestras estructuras actuales tiemblen y se reconfiguren.
...
Texto integral e comentários em:
EL BLOG DE JOSÉ FARIÑA
URBANISMO, TERRITORIO, PAISAJE, SOSTENIBILIDAD
VIERNES, 30 DE MARZO DE 2012
link:
http://elblogdefarina.blogspot.com.es/2012/03/desmontando-la-ciudad-generica.html
José Juan Barba. Dr. Arquitecto
...
La escala de la mirada
Como hemos analizado, la identificación de un lugar depende de las relaciones entre individuos, y es evidente que los individuos tienen una determinada escala. Esto significa que la no puesta en consideración de este importante elemento a la hora de proyectar una ciudad o simplemente su olvido por una cuestión de escala, está haciendo que desde su inicio el diseño de nuevos crecimientos olvide los lugares. La gran escala con que se trabaja genera homogeneidad. No se controla la pequeña escala de los individuos, o al menos se produce una fractura en la continuidad de acción y proyecto.
...
Ciudades del Poder, Quinta Avenida, Nueva York, 2005, Metalocus, nº 19
El sueño de una ciudad en equilibrio con su entorno, natural o artificial, ha generado un amplio debate frente a la realidad construida, un debate que cada vez es más intenso, un debate que debe entenderse inmerso en la crisis de identidad de la ciudad como elemento urbano. Los problemas urbanos no los resuelve la arquitectura, los proyectos de los arquitectos tan sólo proponen situaciones más o menos inéditas que condicionan y generan nuevas problemáticas, las hacen variar y evolucionar en una especie de situación de asistencia política continuada. La ciudad genérica es en gran parte el resultado de ser pensada mediante llenos y vacíos unidos supuestamente mediante “sinergias”. ¿Qué ocurre si pensamos la ciudad a través de lugares? y ¿qué ocurre si a esos lugares, por una cuestión de escala, se le une el concepto de paisaje?
Lugares y paisaje
Cuando los lugares se generan en el exterior de los edificios son considerados a menudo como vacíos, como espacios no construidos. Las ordenanzas, las leyes urbanísticas no nos hablan de ellos de manera directa sino sólo indirectamente por oposición a lo lleno o construido. Aunque la idea de paisaje es una idea desarrollada en nuestra cultura desde el mundo clásico, que ha ido mutando y cambiado a lo largo de la historia, su unión al concepto de lugar es mucho más reciente. Transcurridas casi tres décadas, desde su concreción, el acercamiento del concepto de lugar al de territorio es más cercano y por ende el entendimiento del paisaje a través de la visión ontológica del lugar comienza a ser una realidad. El paisaje es entendido como el lugar donde es más estrecha la relación individuo-espacio. El lugar-paisaje y el hombre se funden mutuamente, el paisaje participa de la identidad de quienes están en él o con él, es decir, se considera el paisaje no sólo como generador de identidad. El paisaje deja de ser un escenario contemplado por el hombre para pasar a ser un elemento en relación con él.
...
La Gran Vía de Madrid, Reto Halme, 1995.
... Las ciudades se reconstruían por otros mediante la acumulación de geografías y paisajes formados por la acumulación de “lugares”. La ciudad reconstruida no es una ciudad virtual generada a partir de los movimientos físicos de individuos, sino una ciudad real formada por individuos y no sólo por estructuras físicas vacías.
Frente a la ciudad de lo genérico está la ciudad de lo diferente, la ciudad queer. Resulta que sí es posible una construcción queer de la ciudad, si entendemos que mirar lo que hoy nos parece “raro” recompone nuestra forma de ver y rompe con la dinámica aceptada como salvadora, planteada por el desarrollismo. La supuesta generación de riqueza a costa de cualquier precio puede no ser la salvación de nada. La necesidad compulsiva de lanzarse hacia adelante en la construcción de masa urbana, masa difusa, sectorizada y sin identidad, sin entender qué ciudad queremos, con la única excusa de que este desarrollismo soporta nuestra economía actual, nuestra forma de vida, nuestros trabajos, nuestra movilidad, puede ser simplemente el final de nuestra economía. El autismo en las propuestas hace que en nuestra cotidianeidad el urbanismo y la arquitectura se estén convirtiendo en algo perteneciente al estricto ámbito legal, cada vez son más los abogados que desplazan a los arquitectos o urbanistas de sus campos de batalla, esto es especialmente evidente en el ámbito del planeamiento.
Las vías para los vehículos no unen territorios generan brechas amuralladas
Imagen de la ciudad de Caracas, CCCB, Barcelona
La necesidad de reintroducir en la normativa, en los planeamientos urbanos y en las ordenanzas, la idea de lugar, de paisaje, desde una visión ontológica-queer y no sólo geométrica, parece cada vez más una necesidad. Más cualificación frente a un exceso de cuantificación, más identidad frente al mar de la vacuidad, más “polis” en las “urbes”, más ciudadanos frente a un sobre-musculado desarrollo de estructuras e infraestructuras, más cuerpos relacionándose socialmente. Si lo queer supone no tener miedo a lo que hoy nos parece raro, podremos afrontar soluciones sin miedo a que nuestras estructuras actuales tiemblen y se reconfiguren.
...
Texto integral e comentários em:
EL BLOG DE JOSÉ FARIÑA
URBANISMO, TERRITORIO, PAISAJE, SOSTENIBILIDAD
VIERNES, 30 DE MARZO DE 2012
link:
http://elblogdefarina.blogspot.com.es/2012/03/desmontando-la-ciudad-generica.html
31 de outubro de 2012
A paisagem era verde, veio uma cabra e comeu-a!
A paisagem & crítica de arquitectura em Portugal
Conferência em São Paulo
Com:
- Álvaro Domingues
seguido de debate com:
- Guilherme Wisnik
Quando:
31 de Outubro - 18h00-20h00
Onde:
São Paulo - Escola da Cidade
Aliança Francesa
Organização:
Dafne Editora
Parceria:
Escola da Cidade
Em Portugal, depois de uma política de gestão de paisagem que foi quase inexistente até à década de 1980, os especialistas denunciam, hoje, uma gestão demasiado burocrática e pouco transparente. A urbanização processa-se a um ritmo alucinante, o mundo urbano invade as áreas rurais graças às infra-estruturas que asseguram a acessibilidade do território, e as estradas que atravessam as aglomerações são a imagem perfeita de um fluxo descontrolado e em perpétua reconstrução. Os livros A Rua da Estrada e Vida no Campo lançam um olhar sobre a difícil tarefa, ou impossível, de encontrar continuidades entre as memórias mais ou menos ficcionadas do passado e o que lhes está a acontecer. É difícil entender a simultaneidade e a contradição dos acontecimentos e o modo como se sucedem. É difícil, sobretudo, controlar as emoções acerca do que acontece. Estamos a um passo de uma crise total de sentido. Esta conjuntura produz-se numa hiper-abundância de imagens e elas organizam-se em múltiplas narrativas. Serão listas infinitas de imagens, sensações e emoções, isto é, uma vida que tende a conter uma infinidade de coisas e relações entre coisas.
Mais informação:
http://www.dafne.com.pt/noticias.php?menu=3
http://vitruvius.com.br/jornal/agenda/read/3635
Conferência em São Paulo
Com:
- Álvaro Domingues
seguido de debate com:
- Guilherme Wisnik
Quando:
31 de Outubro - 18h00-20h00
Onde:
São Paulo - Escola da Cidade
Aliança Francesa
Organização:
Dafne Editora
Parceria:
Escola da Cidade
Em Portugal, depois de uma política de gestão de paisagem que foi quase inexistente até à década de 1980, os especialistas denunciam, hoje, uma gestão demasiado burocrática e pouco transparente. A urbanização processa-se a um ritmo alucinante, o mundo urbano invade as áreas rurais graças às infra-estruturas que asseguram a acessibilidade do território, e as estradas que atravessam as aglomerações são a imagem perfeita de um fluxo descontrolado e em perpétua reconstrução. Os livros A Rua da Estrada e Vida no Campo lançam um olhar sobre a difícil tarefa, ou impossível, de encontrar continuidades entre as memórias mais ou menos ficcionadas do passado e o que lhes está a acontecer. É difícil entender a simultaneidade e a contradição dos acontecimentos e o modo como se sucedem. É difícil, sobretudo, controlar as emoções acerca do que acontece. Estamos a um passo de uma crise total de sentido. Esta conjuntura produz-se numa hiper-abundância de imagens e elas organizam-se em múltiplas narrativas. Serão listas infinitas de imagens, sensações e emoções, isto é, uma vida que tende a conter uma infinidade de coisas e relações entre coisas.
Mais informação:
http://www.dafne.com.pt/noticias.php?menu=3
http://vitruvius.com.br/jornal/agenda/read/3635
30 de outubro de 2012
Ruinas modernas, una topografía de lucro | Quaderns
Julia Schulz-Dornburg
La ruina, como concepto, tiene indudablemente un relieve melancólico, pero no del pasado, vestido de orden; más bien del futuro, de un futuro de “déjà-vu” que ya tenemos aquí y que aún no sabemos organizar. La ruina: el arte en la era de su congelación, Jorge Luis Marzo. 1991
Ruinas modernas, una topografía de lucro
“Ruinas modernas, una topografía de lucro” es un inventario fotográfico de la construcción especulativa abandonada en España. Se retratan parajes ocupados por conjuntos de edificaciones no completadas dentro del territorio nacional. La reciente implantación masiva de enclaves de ocio, de complejos turísticos y residenciales de todo tipo, ha transformado vastas regiones de la costa y ha llegado incluso a las provincias interiores. El ocaso prematuro de algunos de estos asentamientos a causa del estallido de la burbuja se nos presenta con imágenes de inquietante belleza, la incongruencia entre la vida corta de la especulación inmobiliaria – abortada por causas técnicas- y sus perdurables secuelas físicas.
El fenómeno de ladrillo español y su funesto desenlace ha engendrado la proliferación de un nuevo tipo de paisaje a medio construir, que se podría denominar paisaje de lucro. Peculiaridades como la topografía, el clima y las circunstancias locales no suelen tenerse en cuenta en la creación de este tipo de enclave. Las promociones están más bien enfocadas hacia el consumo mediático y visual. Su significado se confecciona – similar a la televisión - por medio de la extracción, la reducción y la mezcla, con el fin de crear parajes que pueden ser reproducidos, clonados y vendidos independientemente del lugar. El resultado es una especie de paradigma de paisaje definido por su a-territorialidad que, en su estado de abandono, desprende una sensación de extravagante singularidad. El contraste entre la pretensión del producto y la realidad construida está latente.
Hay muchas clases de ruinas y sus significados son múltiples. Un edificio en decadencia con vegetación en auge no suele dejar el espectador impasible. Su estado incompleto es sumamente sugerente y se reconstruye en el imaginario como objeto que marca el paso de tiempo, como elemento trágico, como monumento melancólico o como simbiosis romántica entre la naturaleza y el hombre. Las edificaciones a medio construir que forman parte de esta investigación son ruinas algo diferentes de lo habitual. Esta crónica trata de construcciones que nunca se terminaron y por lo tanto nunca cumplieron su función de cobijar a nadie. ¿Significa que la carencia de su historia – jamás albergaron inquilinos y nada transcurrió entre sus muros – las convierte en residuos obsoletos sin posibilidades de transformación, o acabarán representando algo que puede tener sentido o valor?
Fecha:
proyecto en curso, 2010-2011
Autor y fotógrafa:
Julia Schulz-Dornburg
Colaboradores:
viajes Javier Ventosa
investigación Eugenia Troncoso
In:
Quaderns #262
código: 26220
Julia Schulz-Dornburg: Ruinas modernas, una topografía de lucro | Quaderns
La ruina, como concepto, tiene indudablemente un relieve melancólico, pero no del pasado, vestido de orden; más bien del futuro, de un futuro de “déjà-vu” que ya tenemos aquí y que aún no sabemos organizar. La ruina: el arte en la era de su congelación, Jorge Luis Marzo. 1991
Ruinas modernas, una topografía de lucro
“Ruinas modernas, una topografía de lucro” es un inventario fotográfico de la construcción especulativa abandonada en España. Se retratan parajes ocupados por conjuntos de edificaciones no completadas dentro del territorio nacional. La reciente implantación masiva de enclaves de ocio, de complejos turísticos y residenciales de todo tipo, ha transformado vastas regiones de la costa y ha llegado incluso a las provincias interiores. El ocaso prematuro de algunos de estos asentamientos a causa del estallido de la burbuja se nos presenta con imágenes de inquietante belleza, la incongruencia entre la vida corta de la especulación inmobiliaria – abortada por causas técnicas- y sus perdurables secuelas físicas.
El fenómeno de ladrillo español y su funesto desenlace ha engendrado la proliferación de un nuevo tipo de paisaje a medio construir, que se podría denominar paisaje de lucro. Peculiaridades como la topografía, el clima y las circunstancias locales no suelen tenerse en cuenta en la creación de este tipo de enclave. Las promociones están más bien enfocadas hacia el consumo mediático y visual. Su significado se confecciona – similar a la televisión - por medio de la extracción, la reducción y la mezcla, con el fin de crear parajes que pueden ser reproducidos, clonados y vendidos independientemente del lugar. El resultado es una especie de paradigma de paisaje definido por su a-territorialidad que, en su estado de abandono, desprende una sensación de extravagante singularidad. El contraste entre la pretensión del producto y la realidad construida está latente.
Hay muchas clases de ruinas y sus significados son múltiples. Un edificio en decadencia con vegetación en auge no suele dejar el espectador impasible. Su estado incompleto es sumamente sugerente y se reconstruye en el imaginario como objeto que marca el paso de tiempo, como elemento trágico, como monumento melancólico o como simbiosis romántica entre la naturaleza y el hombre. Las edificaciones a medio construir que forman parte de esta investigación son ruinas algo diferentes de lo habitual. Esta crónica trata de construcciones que nunca se terminaron y por lo tanto nunca cumplieron su función de cobijar a nadie. ¿Significa que la carencia de su historia – jamás albergaron inquilinos y nada transcurrió entre sus muros – las convierte en residuos obsoletos sin posibilidades de transformación, o acabarán representando algo que puede tener sentido o valor?
Fecha:
proyecto en curso, 2010-2011
Autor y fotógrafa:
Julia Schulz-Dornburg
Colaboradores:
viajes Javier Ventosa
investigación Eugenia Troncoso
In:
Quaderns #262
código: 26220
Julia Schulz-Dornburg: Ruinas modernas, una topografía de lucro | Quaderns
Ruinas modernas. Una topografía del lucro - EL PAÍS
Se hace difícil elegir entre tantos fósiles del paraíso. Carreteras que no conducen a ninguna parte, playas en medio de las montañas, pistas de esquí alpino en estepas resecas, vías para trenes invisibles, desolados aeródromos que albergan el vuelo de los cuervos. Cualquiera de los rastros es la materia prima de un sueño y la tumba de una pesadilla. Si ustedes quieren disponer de una guía para viajar al jardín de las delicias les recomiendo fervientemente el libro Ruinas modernas. Una topografía del lucro (editorial Ambit). Creo que ni siquiera Las cárceles imaginarias de Giovanni Battista Piranesi contienen tantas fantasías.
Su autora es la arquitecta alemana Julia Schulz-Dornburg, y el tema no puede ser más idóneo en nuestros días: la exhibición de las ruinas en que se han convertido decenas de proyectos urbanísticos en los años de la rapacidad, la megalomanía y la estudipez. Schulz-Dornburg ha hecho un concienzudo trabajo de arqueólogo. Estamos acostumbrados a que los arqueólogos se lancen sobre vestigios muy antiguos en el tiempo; sin embargo, la voracidad constructiva y destructiva de nuestra época permite crear una "antigüedad reciente" donde las ruinas se solapan con los cimientos. De hecho, el ciclo estudiado en el libro se extiende sólo a lo largo de dos décadas (aproximadamente de 1992 a 2012)...
...
link para texto integral:
http://elpais.com/elpais/2012/07/10/opinion/1341938258_244779.html
29 de outubro de 2012
PROJECÇÕES 2030 e o FUTURO
Encontro "Presente no Futuro" - Os portugueses em 2030
PENSAR O FUTURO PARA AGIR NO PRESENTE
... os diferentes cenários demográficos para 2030 e o que pensam alguns especialistas das suas consequências.
link:
http://www.presentenofuturo.pt/pdf/CenariosDemograficos2030.pdf
PENSAR O FUTURO PARA AGIR NO PRESENTE
... os diferentes cenários demográficos para 2030 e o que pensam alguns especialistas das suas consequências.
link:
http://www.presentenofuturo.pt/pdf/CenariosDemograficos2030.pdf
Encontro "Presente no Futuro" - Os portugueses em 2030
O ENCONTRO DE REFLEXÃO SOBRE OS PORTUGUESES QUE QUEREMOS SER EM 2030.
Como chegámos aqui? O que queremos ser amanhã?
DISPONÍVEIS OS VÍDEOS RELATIVOS AO TEMA:
CIÊNCIA TRADUZIDA
Interpretar, conhecer e compreender as recentes trajectórias demográficas de Portugal e os cenários sobre o futuro da sua população.
- Projecções para 2030 - O futuro: certezas e margens de liberdade
Oradores:
Maria Filomena Mendes, Mário Centeno, Carlos Farinha Rodrigues
Moderador:
Paulo Chitas
link:
http://www.presentenofuturo.pt/sessoes/4
- O que é o envelhecimento demográfico?
Orador:
Maria Luis Rocha Pinto
Moderador:
Paulo Chitas
link:
http://www.presentenofuturo.pt/sessoes/8
- Como nascemos e morremos hoje?
Orador:
Cláudia Pina
Moderador:
Paulo Chitas
link:
http://www.presentenofuturo.pt/sessoes/12
- O que esperar no futuro? (tendências)
Oradores:
Maria Filomena Mendes, Paulo Machado
Moderador:
Paulo Chitas
link:
http://www.presentenofuturo.pt/sessoes/18
- O que está a mudar nas migrações externas e internas (emigração e imigração)?
Oradores:
João Peixoto, Eduarda Marques Costa, Gilberta Rocha
Moderador:
Paulo Chitas
link:
http://www.presentenofuturo.pt/sessoes/23
- Portugal segundo o Censos 2011
Oradores:
Fernando Casimiro, Maria José Carrilho
Moderador:
Paulo Chitas
link:
http://www.presentenofuturo.pt/sessoes/27
Como chegámos aqui? O que queremos ser amanhã?
DISPONÍVEIS OS VÍDEOS RELATIVOS AO TEMA:
CIÊNCIA TRADUZIDA
Interpretar, conhecer e compreender as recentes trajectórias demográficas de Portugal e os cenários sobre o futuro da sua população.
- Projecções para 2030 - O futuro: certezas e margens de liberdade
Oradores:
Maria Filomena Mendes, Mário Centeno, Carlos Farinha Rodrigues
Moderador:
Paulo Chitas
link:
http://www.presentenofuturo.pt/sessoes/4
- O que é o envelhecimento demográfico?
Orador:
Maria Luis Rocha Pinto
Moderador:
Paulo Chitas
link:
http://www.presentenofuturo.pt/sessoes/8
- Como nascemos e morremos hoje?
Orador:
Cláudia Pina
Moderador:
Paulo Chitas
link:
http://www.presentenofuturo.pt/sessoes/12
- O que esperar no futuro? (tendências)
Oradores:
Maria Filomena Mendes, Paulo Machado
Moderador:
Paulo Chitas
link:
http://www.presentenofuturo.pt/sessoes/18
- O que está a mudar nas migrações externas e internas (emigração e imigração)?
Oradores:
João Peixoto, Eduarda Marques Costa, Gilberta Rocha
Moderador:
Paulo Chitas
link:
http://www.presentenofuturo.pt/sessoes/23
- Portugal segundo o Censos 2011
Oradores:
Fernando Casimiro, Maria José Carrilho
Moderador:
Paulo Chitas
link:
http://www.presentenofuturo.pt/sessoes/27
28 de outubro de 2012
Master in Regenerating Intermediate Landscapes
The Master in Regenerating Intermediate Landscapes at ESARQ-UIC in Barcelona provides a unique methodology for regenerating complex contemporary landscapes that encompasses practices from urban design to landscape architecture at a scale between neighborhood and region. It focuses on the regeneration of urban sprawl, informal settlements and the preservation of cultural landscapes in order to build a more efficient and sustainable metropolis.
Intermediate Landscapes are consistent, functional and environmentally coherent areas made possible with specific tools and knowledge at the local to regional level. Developed and developing nations currently face an important challenge in urban design and planning: the management of intermediate landscapes triggered by the increased mobility and unprecedented urban growth. Standard planning cannot guarantee the efficiency and environmental quality of these new urban systems and open spaces. These landscapes, by their size, morphology and use, question the very notion of the compact city, as well as our common urban practices.
The need to regenerate the large suburban growths, the shopping centers and commercial strips; or to preserve agricultural land and river banks, strongly arises in our metropolitan regions. All these episodes no longer respond to local government boundaries, but to ad hoc constraints of functional, morphological or environmental character. For this reason, intermediate approaches, those between the local and regional level, are therefore needed to resolve conflicts and develop new opportunities.
The Master in Regenerating Intermediate Landscapes is devoted to providing the tools and methodology required to address these needs. This program is based on traditional core values of European planning, specifically: the concern and promotion of local identity and environmental values and the commitment to social equity. This program integrates current research by international experts into a comprehensive approach where economics and management combine with ecology and culture.
Through the training of skilled technicians this program seeks to answer some of the most challenging and urgent needs in urbanism. Among these are the regeneration of sprawl, the transformation of intercity roads into civic axes, and the preservation of cultural landscapes. Since the eighties, critical answers were being formulated in Europe and North America in response to environmental, economic, social and cultural challenges arising as a result of an unplanned and uncontrolled urban growth. We can confirm that at the present time there are sufficient theoretical and professional grounds to develop a coherent alternative model. In this context, the Master in Regenerating Intermediate Landscapes intends to contribute to the construction of more efficient and sustainable metropolis.
GOALS OF THE PROGRAM
The Master in Regenerating Intermediate Landscapes is of an academic nature and trains the students in an emergent field of urbanism and regional planning. This program is oriented to the specialization in an innovative disciplinary field where the contribution of international research and the direct knowledge of exemplary experiences are essential. According to this, the content of the program provides:
- Skilled methodological training in the regeneration of intermediate landscapes by means of their analysis, interventions, and integrated management.
- Scientific training based on the latest international research, which ranges from a global vision to a focused and specific knowledge.
- Opportunity to access, through field work knowledge of detailed model initiatives of local regeneration.
- A chance to gain a technical awareness of social balance, a rational use of resources, and the preservation of a local identity.
http://intermediatelandscapes.com
Going Public Architecture
Public Architecture, Urbanism and Interventions
The creative revival of public space.
Going Public showcases the creative revival of public space in our urban and rural landscapes. The book’s compelling selection of formal and informal interventions, reclamations, and architecture illustrates the current scope and interest in refashioning and repurposing our built environment for public use. The objectives of the featured examples are as diverse as the projects themselves and range from inspiring communication and community experience to devising new means of gathering in and connecting to nature.
Ranging from bold to subtle and from temporary to permanent, the architecture and urban design featured in Going Public offers inspiring and surprising interpretations of our public surroundings and natural landscapes.
The architecture of the last several decades was shaped by the need for individual representation and demarcation. Today, a growing counter-movement is focusing on the development of public space as a means to get people together in order to exchange ideas or share experiences. Going Public showcases this creative revival of public space in our urban and rural landscapes. The book’s compelling selection of formal and informal interventions, reclamations, and architecture illustrates the current scope and interest in refashioning and repurposing our built environment for public use. The objectives of the featured examples are as diverse as the projects themselves and range from inspiring communication and community experience to devising new means of gathering in and connecting to nature.
As the industrial age has evolved into the information age, our cities have developed new potential. In the past, churches and marketplaces were the focus of our social lives. Today, however, different types of community centers are being established. In addition to presenting the transformation of existing public squares, parks, and waterfronts that address this shift, Going Public includes original projects such as community gardens, outdoor movie theaters, temporary installations, and other cultural venues. It also features innovative solutions for ubiquitous features of urban life such as benches and pavilions.
In addition, Going Public presents work that leads us out of our cities and into the countryside. Contemporary versions of observation towers, viewing platforms, and self-guided trails use public space differently than their more traditional counterparts.
Ranging from bold to subtle and from temporary to permanent, the architecture and urban design featured in Going Public offers inspiring and surprising interpretations of our public surroundings and natural landscapes.
In:
http://www.publicspace.org/es
http://www.gestalten.com/news/going-public
The creative revival of public space.
Going Public showcases the creative revival of public space in our urban and rural landscapes. The book’s compelling selection of formal and informal interventions, reclamations, and architecture illustrates the current scope and interest in refashioning and repurposing our built environment for public use. The objectives of the featured examples are as diverse as the projects themselves and range from inspiring communication and community experience to devising new means of gathering in and connecting to nature.
Ranging from bold to subtle and from temporary to permanent, the architecture and urban design featured in Going Public offers inspiring and surprising interpretations of our public surroundings and natural landscapes.
The architecture of the last several decades was shaped by the need for individual representation and demarcation. Today, a growing counter-movement is focusing on the development of public space as a means to get people together in order to exchange ideas or share experiences. Going Public showcases this creative revival of public space in our urban and rural landscapes. The book’s compelling selection of formal and informal interventions, reclamations, and architecture illustrates the current scope and interest in refashioning and repurposing our built environment for public use. The objectives of the featured examples are as diverse as the projects themselves and range from inspiring communication and community experience to devising new means of gathering in and connecting to nature.
As the industrial age has evolved into the information age, our cities have developed new potential. In the past, churches and marketplaces were the focus of our social lives. Today, however, different types of community centers are being established. In addition to presenting the transformation of existing public squares, parks, and waterfronts that address this shift, Going Public includes original projects such as community gardens, outdoor movie theaters, temporary installations, and other cultural venues. It also features innovative solutions for ubiquitous features of urban life such as benches and pavilions.
In addition, Going Public presents work that leads us out of our cities and into the countryside. Contemporary versions of observation towers, viewing platforms, and self-guided trails use public space differently than their more traditional counterparts.
Ranging from bold to subtle and from temporary to permanent, the architecture and urban design featured in Going Public offers inspiring and surprising interpretations of our public surroundings and natural landscapes.
In:
http://www.publicspace.org/es
http://www.gestalten.com/news/going-public
27 de outubro de 2012
El Eixample la forma de la ciudad
Itinerario a pie.
Quando:
27 octubre 2012 - 10:00h - Duración aproximada: 3-4 h.
Onde:
Barcelona - CCCB
Programa
El Eixample central nos permite ver de cerca la compleja trama de usos y actividades que hacen posible el funcionamiento cotidiano de la ciudad. Para acercarnos y descubrir las particularidades de este entramado de espacios y funciones os proponemos un viaje en el tiempo desde los inicios del Plan Cerdà, hace más de cien años, hasta hoy. Conocer las bases urbanísticas y estructurales del Eixample, los cambios más importantes que ha vivido a lo largo de un siglo y medio, los problemas y los retos actuales..., todo ello nos ayudará a entender mejor las perspectivas de futuro de la ciudad central y el papel que desempeña y puede desempeñar en el contexto de una Barcelona metropolitana.
Mais informação:
http://www.cccb.org/es/itinerari-leixample_la_forma_de_la_ciutat-35267
Quando:
27 octubre 2012 - 10:00h - Duración aproximada: 3-4 h.
Onde:
Barcelona - CCCB
Programa
El Eixample central nos permite ver de cerca la compleja trama de usos y actividades que hacen posible el funcionamiento cotidiano de la ciudad. Para acercarnos y descubrir las particularidades de este entramado de espacios y funciones os proponemos un viaje en el tiempo desde los inicios del Plan Cerdà, hace más de cien años, hasta hoy. Conocer las bases urbanísticas y estructurales del Eixample, los cambios más importantes que ha vivido a lo largo de un siglo y medio, los problemas y los retos actuales..., todo ello nos ayudará a entender mejor las perspectivas de futuro de la ciudad central y el papel que desempeña y puede desempeñar en el contexto de una Barcelona metropolitana.
Mais informação:
http://www.cccb.org/es/itinerari-leixample_la_forma_de_la_ciutat-35267
26 de outubro de 2012
El Paralelo, 1894-1939 Barcelona y el espectáculo de la modernidad
Quando:
Del 26 octubre 2012 al 24 febrero 2013
Onde:
Barcelona - CCCB
Esta muestra explica cómo y por qué surge una nueva área de espectáculos en la ciudad de Barcelona y todo lo que acontece en ella durante más de 40 años. La avenida Paralelo acogió una oferta cultural genuina y única en Europa, por su magnitud y singularidad. Un conjunto de manifestaciones de la cultura popular y de masas fruto de unas circunstancias históricas que transforman el paisaje social, económico y político e instalan la ciudad de Barcelona en la modernidad con todas sus contradicciones.
Lo que acontece en el Paralelo desde finales del siglo XIX hasta el 22 de enero de 1939 –fecha en la que cierran todos los teatros de Barcelona, terminada la guerra– es similar al Montmartre de París o al Broadway de Nueva York, pero hay que remarcar que es un caso único en el mundo. A diferencia de estos y otros ejemplos internacionales, el Paralelo es un ámbito de hegemonía popular que desde su nacimiento se convirtió en una expresión cultural genuina del conflicto social y político que caracterizaba a la Barcelona de la primera mitad del siglo XX y generó unos espectáculos de contenidos y formatos perfectamente diferenciados, confeccionados por el público y por los artistas.
Una nueva avenida
El Paralelo es una de les avenidas de Barcelona que, como la Diagonal o la Gran Vía, surge del proyecto de ensanche de la ciudad de Barcelona ideado por Ildefons Cerdà. Desde su nacimiento, una serie de disposiciones urbanísticas contradictorias facilitaron la aparición de edificaciones efímeras y la conversión de esta calle en una densa área de ocio y espectáculos.
En 1894 se inaugura oficialmente como vía urbana de Barcelona. Desde entonces, en torno a la avenida, crece un barrio de ocio para las masas, perfectamente equiparable a los existentes en otras grandes aglomeraciones urbanas europeas de aquel momento.
Una oferta cultural genuina
Esta exposición explica por qué surge una nueva área de espectáculos en la ciudad, que hace que el peso del eje teatral se traslade desde la zona de Plaza Catalunya - Paseo de Gracia hasta el eje Nou de la Rambla - Paralelo.
También explica cómo se configuran las nuevas modalidades de expresión escénica a partir de dos elementos fundamentales: la representación de las formas de vida del Distrito V y de las transformaciones sociales y sus nuevos códigos de valores, y la penetración de géneros escénicos populares foráneos y su «nacionalización» a partir de la demanda del nuevo público.
El Paralelo se convierte en la manifestación más visible de un profundo cambio en la percepción social del sexo. Un cambio que afecta a la sociedad catalana de una forma muy transversal y que tiene que ver con los estándares de tolerancia hacia la ruptura de la moral tradicional.
El Paralelo es asimismo el lugar en el que se manifiestan las ideologías que mueven a las organizaciones políticas y sindicales de las clases populares. Republicanismo, socialismo y anarquismo se expanden por la ciudad y a menudo tienen un punto de encuentro en los teatros donde a veces se realizan mítines por la mañana y espectáculos por la tarde y por la noche.
Despliegue de recursos expositivos
Con un montaje escenográfico diseñado por emiliana design studio, la exposición muestra fotografías, materiales audiovisuales, documentos sonoros recuperados, libros, folletos, revistas, programas, carteles, partituras, atrezzo, vestuario y objetos diversos.
Las artes plásticas son parte fundamental de la exposición. Todo este mundo del Distrito V queda reflejado en la obra de Isidre Nonell y de Ricard Opisso, que son los primeros artistas que pintan el Paralelo y su área de influencia. Pero la lista de artistas plásticos que se inspiran en esta zona de la ciudad es amplia e incluye todo el periodo que abarca la exposición. Entre otros, encontramos a Pablo Picasso, Francesc Domingo, Ricard Canals, Ricard Urgell, Rafael Barradas, Emili Bosch, Ismael Smith, Jaume Passarell, y los fotógrafos Josep Brangulí y Gabriel Casas, entre otros.
Organizada y producida por el CCCB, la muestra ha sido comisariada por el director escénico Xavier Albertí y por el periodista Eduard Molner.
Mais informação:
http://www.cccb.org/es/exposicio-el_paralelo_1894_1939-41040
Del 26 octubre 2012 al 24 febrero 2013
Onde:
Barcelona - CCCB
Esta muestra explica cómo y por qué surge una nueva área de espectáculos en la ciudad de Barcelona y todo lo que acontece en ella durante más de 40 años. La avenida Paralelo acogió una oferta cultural genuina y única en Europa, por su magnitud y singularidad. Un conjunto de manifestaciones de la cultura popular y de masas fruto de unas circunstancias históricas que transforman el paisaje social, económico y político e instalan la ciudad de Barcelona en la modernidad con todas sus contradicciones.
Lo que acontece en el Paralelo desde finales del siglo XIX hasta el 22 de enero de 1939 –fecha en la que cierran todos los teatros de Barcelona, terminada la guerra– es similar al Montmartre de París o al Broadway de Nueva York, pero hay que remarcar que es un caso único en el mundo. A diferencia de estos y otros ejemplos internacionales, el Paralelo es un ámbito de hegemonía popular que desde su nacimiento se convirtió en una expresión cultural genuina del conflicto social y político que caracterizaba a la Barcelona de la primera mitad del siglo XX y generó unos espectáculos de contenidos y formatos perfectamente diferenciados, confeccionados por el público y por los artistas.
Una nueva avenida
El Paralelo es una de les avenidas de Barcelona que, como la Diagonal o la Gran Vía, surge del proyecto de ensanche de la ciudad de Barcelona ideado por Ildefons Cerdà. Desde su nacimiento, una serie de disposiciones urbanísticas contradictorias facilitaron la aparición de edificaciones efímeras y la conversión de esta calle en una densa área de ocio y espectáculos.
En 1894 se inaugura oficialmente como vía urbana de Barcelona. Desde entonces, en torno a la avenida, crece un barrio de ocio para las masas, perfectamente equiparable a los existentes en otras grandes aglomeraciones urbanas europeas de aquel momento.
Una oferta cultural genuina
Esta exposición explica por qué surge una nueva área de espectáculos en la ciudad, que hace que el peso del eje teatral se traslade desde la zona de Plaza Catalunya - Paseo de Gracia hasta el eje Nou de la Rambla - Paralelo.
También explica cómo se configuran las nuevas modalidades de expresión escénica a partir de dos elementos fundamentales: la representación de las formas de vida del Distrito V y de las transformaciones sociales y sus nuevos códigos de valores, y la penetración de géneros escénicos populares foráneos y su «nacionalización» a partir de la demanda del nuevo público.
El Paralelo se convierte en la manifestación más visible de un profundo cambio en la percepción social del sexo. Un cambio que afecta a la sociedad catalana de una forma muy transversal y que tiene que ver con los estándares de tolerancia hacia la ruptura de la moral tradicional.
El Paralelo es asimismo el lugar en el que se manifiestan las ideologías que mueven a las organizaciones políticas y sindicales de las clases populares. Republicanismo, socialismo y anarquismo se expanden por la ciudad y a menudo tienen un punto de encuentro en los teatros donde a veces se realizan mítines por la mañana y espectáculos por la tarde y por la noche.
Despliegue de recursos expositivos
Con un montaje escenográfico diseñado por emiliana design studio, la exposición muestra fotografías, materiales audiovisuales, documentos sonoros recuperados, libros, folletos, revistas, programas, carteles, partituras, atrezzo, vestuario y objetos diversos.
Las artes plásticas son parte fundamental de la exposición. Todo este mundo del Distrito V queda reflejado en la obra de Isidre Nonell y de Ricard Opisso, que son los primeros artistas que pintan el Paralelo y su área de influencia. Pero la lista de artistas plásticos que se inspiran en esta zona de la ciudad es amplia e incluye todo el periodo que abarca la exposición. Entre otros, encontramos a Pablo Picasso, Francesc Domingo, Ricard Canals, Ricard Urgell, Rafael Barradas, Emili Bosch, Ismael Smith, Jaume Passarell, y los fotógrafos Josep Brangulí y Gabriel Casas, entre otros.
Organizada y producida por el CCCB, la muestra ha sido comisariada por el director escénico Xavier Albertí y por el periodista Eduard Molner.
Mais informação:
http://www.cccb.org/es/exposicio-el_paralelo_1894_1939-41040
25 de outubro de 2012
Seminário Internacional: Quarteirões Culturais - Experiências e Desafios
Quando:
25 a 27 de Outubro
Onde:
Santo Tirso - Fábrica de Santo Thyrso - Nave Cultural
A Câmara Municipal de Santo Tirso tem liderado um processo de regeneração, aproveitando os instrumentos de política urbana, disponíveis para a concretização de alguns projetos estruturantes e indutores de transformação e qualificação territorial.
A realização deste Seminário Internacional inscreve-se no quadro desta estratégia municipal que associa a operação de regeneração urbana na cidade de Santo Tirso – Revitalização e Qualificação das Frentes Ribeirinhas do rio Ave – à reabilitação da Fábrica de Santo Thyrso, antiga fábrica têxtil, assumindo-a como um Quarteirão Cultural.

Esta iniciativa integra o lançamento da incubadora de negócios criativos, iMOD – Inovação, Moda e Design, e será o primeiro ato público deste projeto.
O Programa deste Seminário é diversificado, incluindo a realização de conferências (com oradores nacionais e internacionais), apresentações e discussão de estudos de caso internacionais, workshops temáticos e visitas de estudo.
Mais informação:
http://seminarioquarteiroesculturais.pt/pt-pt
25 a 27 de Outubro
Onde:
Santo Tirso - Fábrica de Santo Thyrso - Nave Cultural
A Câmara Municipal de Santo Tirso tem liderado um processo de regeneração, aproveitando os instrumentos de política urbana, disponíveis para a concretização de alguns projetos estruturantes e indutores de transformação e qualificação territorial.
A realização deste Seminário Internacional inscreve-se no quadro desta estratégia municipal que associa a operação de regeneração urbana na cidade de Santo Tirso – Revitalização e Qualificação das Frentes Ribeirinhas do rio Ave – à reabilitação da Fábrica de Santo Thyrso, antiga fábrica têxtil, assumindo-a como um Quarteirão Cultural.
Esta iniciativa integra o lançamento da incubadora de negócios criativos, iMOD – Inovação, Moda e Design, e será o primeiro ato público deste projeto.
O Programa deste Seminário é diversificado, incluindo a realização de conferências (com oradores nacionais e internacionais), apresentações e discussão de estudos de caso internacionais, workshops temáticos e visitas de estudo.
Mais informação:
http://seminarioquarteiroesculturais.pt/pt-pt
24 de outubro de 2012
XIII Coloquio Ibérico de Geografía

Quando? 24 a 27 de octubre de 2012
Onde? Universidad de Santiago de Compostela
Mais informação:
http://www.apgeo.pt/files/docs/Newsletter/XIIIColoquioIbericoGeografia_1Circular.pdf
JORNADA INTERNACIONAL DE COBERTURAS AJARDINADAS LISBOA '12
Quando:
24 de Outubro 2012
Onde:
Faculdade de Ciências da Universidade de Lisboa - Edifício C8 - sala 8.2.30. (Campo Grande)
Quem organiza:
Landlab, Universidade de Lisboa (UL), Centro de Biologia Ambiental, Faculdade de Ciências da Universidade de Lisboa (FCUL)
Programa: http://www.landlab.pt/uploads/files/pdfs/Programa%20Jornada%20Internacional%20Coberturas%20Ajardinadas%20Lisboa12.pdf
Mais informação:
http://www.landlab.pt
22 de outubro de 2012
In Chicago, a pollution-clearing skyscraper
By:
Sarah Korones
October 7, 2012
Two architects in Chicago have designed a building so sustainable that it actually cleans the air around it.
Designed by architectural students Danny Mui and Benjamin Sahagun, the lopsided CO2ngress Gateway Towers would sit above the Eisenhower Expressway, a busy city highway that sees as many as 77,000 cars a day. The designers aim to cut down on carbon dioxide emissions from these passing vehicles by employing a filtration system on the skyscraper that would scrub the surrounding air clean.
The process would involve absorbing nearby carbon dioxide, which would then be fed to algae grown on the towers’ tops. This algae would subsequently be processed into bio-fuel and made available for the building residents’ own “eco-friendly” cars.
The architects explain:
Carbon scrubbers, which capture carbon dioxide and other pollutants from the air, crown the CO2ngress Gateway Towers. The scrubbers are the first step in a process that generates fuel for a fleet of eco-friendly cars for building residents. The system raises awareness of air pollution and its impact on the health of Chicagoans.
The skyscrapers would also feature a double-skin exterior that would help reduce traffic noise for residents.
The buildings were designed while Mui and Sahagun were students at the Illinois Institute of Technology.
In:
SmartPlanet
Ver mais:
http://www.ctbuh.org/TallBuildings/AcademicStudentWork/IllinoisInstituteofTech/2012_HiRiseLoCarbChicagoStudio/Co2ngressGateway/tabid/3311/language/en-US/Default.aspx
Sarah Korones
October 7, 2012
Two architects in Chicago have designed a building so sustainable that it actually cleans the air around it.
Designed by architectural students Danny Mui and Benjamin Sahagun, the lopsided CO2ngress Gateway Towers would sit above the Eisenhower Expressway, a busy city highway that sees as many as 77,000 cars a day. The designers aim to cut down on carbon dioxide emissions from these passing vehicles by employing a filtration system on the skyscraper that would scrub the surrounding air clean.
The process would involve absorbing nearby carbon dioxide, which would then be fed to algae grown on the towers’ tops. This algae would subsequently be processed into bio-fuel and made available for the building residents’ own “eco-friendly” cars.
The architects explain:
Carbon scrubbers, which capture carbon dioxide and other pollutants from the air, crown the CO2ngress Gateway Towers. The scrubbers are the first step in a process that generates fuel for a fleet of eco-friendly cars for building residents. The system raises awareness of air pollution and its impact on the health of Chicagoans.
The skyscrapers would also feature a double-skin exterior that would help reduce traffic noise for residents.
The buildings were designed while Mui and Sahagun were students at the Illinois Institute of Technology.
In:
SmartPlanet
Ver mais:
http://www.ctbuh.org/TallBuildings/AcademicStudentWork/IllinoisInstituteofTech/2012_HiRiseLoCarbChicagoStudio/Co2ngressGateway/tabid/3311/language/en-US/Default.aspx
Top 10 best and worst cities to live
By:
Tyler Falk
July 5, 2012
The Economist Intelligence Unit — the city rankings specialists — has a new list claiming the best cities to live. And they have an interesting new livability metrics to judge the world’s cities.
The rankings combined EIU’s popular “Liveability Index” with a new measure that focuses on spatial characteristics. The “Spatially Adjusted Livability Index” takes into account seven characteristics:
Sprawl: using the ”estimated relation between the metropolitan region’s surface and its total population, the overall coherence of the metropolitan form and an estimate of the extent of low density urban fabric.”
Green space: based on ”the distribution of green spaces within the metropolitan region, the number of local green spaces and the number of metropolitan scale green spaces.”
Natural assets: using “Google Earth satellite imagery and information from Open Street Map to assign points to cities based on the natural features” and the number of protected areas around a city center.
Cultural assets: counting the number of UNESCO World Heritage Sites in the vicinity of the cities.
Connectivity: calculating how many cities can be reached by plane from a city and the average number of flights from that city.
Isolation: based on the number of large cities near a city.
Pollution: using World Health Organisation (WHO)’s Air Pollution in Cities database to calculate air quality with a concentration of particulate matter of over 10 micrometres.
Using these criteria here are:
the 10 best cities to live in
Hong Kong; Amsterdam; Osaka; Paris; Sydney; Stockholm; Berlin; Toronto; Munich; Tokyo
And:
the 10 worst
Tehran; Nairobi; Lusaka; Phnom Penh; Karachi; Dakar; Abidjan; Dhaka; Lagos; Harare
In:
SmartPlanet
Ver mais:
http://www.smartplanet.com/blog/cities/top-10-best-and-worst-cities-to-live/3788?tag=content;siu-container
21 de outubro de 2012
NOW AND WHEN: AUSTRALIAN URBANISM
Quando:
13 – 21 October 2012 - Opening times: 10am – 8pm
Onde:
Exhibition Gallery 5, Hong Kong Central Library
Free entry
How well do you really know the city where you live? How do you imagine this city in the future? This innovative Australian 3D film exhibition focuses on ‘possible futures for urban spaces’. NOW and WHEN presents a visual feast of ground-breaking stereoscopic aerial views of Australian cities and landscapes today, juxtaposed with spectacular architectural visions of Australia’s potential urban future in 2050 and beyond.
- Presented by the Australian Institute of Architects and Australian Consulate-General Hong Kong
- Supported by the Australian Government through the Australia International Cultural Council, an initiative of the Department of Foreign Affairs and Trade, as well as the Leisure and Cultural Services Department, Hong Kong Government
NOW and WHEN: Australian Urbanism exhibition was the Australian Exhibition at the 12th International Architecture Exhibition, Venice Biennale 2010.
Multiplicity
© All rights reserved FloodSlicer 2011 Australia
Mais informação:
http://www.architecture.com.au/nowandwhen/
http://www.hongkong.china.embassy.gov.au/files/hkng/HOME_Now_and_When_flyer.pdf
Ver também:
http://www.youtube.com/watch?v=ArDYRUBI0LM
13 – 21 October 2012 - Opening times: 10am – 8pm
Onde:
Exhibition Gallery 5, Hong Kong Central Library
Free entry
How well do you really know the city where you live? How do you imagine this city in the future? This innovative Australian 3D film exhibition focuses on ‘possible futures for urban spaces’. NOW and WHEN presents a visual feast of ground-breaking stereoscopic aerial views of Australian cities and landscapes today, juxtaposed with spectacular architectural visions of Australia’s potential urban future in 2050 and beyond.
- Presented by the Australian Institute of Architects and Australian Consulate-General Hong Kong
- Supported by the Australian Government through the Australia International Cultural Council, an initiative of the Department of Foreign Affairs and Trade, as well as the Leisure and Cultural Services Department, Hong Kong Government
NOW and WHEN: Australian Urbanism exhibition was the Australian Exhibition at the 12th International Architecture Exhibition, Venice Biennale 2010.
Multiplicity
© All rights reserved FloodSlicer 2011 Australia
Mais informação:
http://www.architecture.com.au/nowandwhen/
http://www.hongkong.china.embassy.gov.au/files/hkng/HOME_Now_and_When_flyer.pdf
Ver também:
http://www.youtube.com/watch?v=ArDYRUBI0LM
20 de outubro de 2012
EL RAVAL. La ciudad cosmopolita
Barcelona - Itinerario a pie
Quando:
Del 20 octubre 2012 al 20 abril 2013
Datas:
20 octubre 2012, 20 enero 2013, 20 abril 2013
Horario:
10:00h
Onde:
Barcelona - CCCB - Itinerario a pie. Duración aproximada: 3-4 h
Programa:
Una aproximación a la realidad plural del barrio del Raval, en la Ciutat Vella de Barcelona, que intenta alejarse de los tópicos y los estereotipos que muy a menudo la han marcado negativamente. Hoy el barrio del Raval es una realidad compleja en la que seguimos encontrando viejos y nuevos museos, comercios tradicionales y de última generación, talleres y galerías, gente de todo el mundo, un concentrado de multilingüismo, propuestas arquitectónicas innovadoras y vestigios del pasado, espacios públicos de calidad... El Raval es un barrio en permanente transformación que refleja con intensidad las inquietudes y las contradicciones que sufren las sociedades urbanas contemporáneas, pero es también, a nivel local, un espejo del dinamismo, la heterogeneidad y la creatividad de nuestro presente. Pasear por sus calles es una lección práctica de convivencia, vitalidad y cosmopolitismo.
Mais informação:
http://www.cccb.org/es/itinerari-el_raval_la_ciudad_cosmopolita-35266
Quando:
Del 20 octubre 2012 al 20 abril 2013
Datas:
20 octubre 2012, 20 enero 2013, 20 abril 2013
Horario:
10:00h
Onde:
Barcelona - CCCB - Itinerario a pie. Duración aproximada: 3-4 h
Programa:
Una aproximación a la realidad plural del barrio del Raval, en la Ciutat Vella de Barcelona, que intenta alejarse de los tópicos y los estereotipos que muy a menudo la han marcado negativamente. Hoy el barrio del Raval es una realidad compleja en la que seguimos encontrando viejos y nuevos museos, comercios tradicionales y de última generación, talleres y galerías, gente de todo el mundo, un concentrado de multilingüismo, propuestas arquitectónicas innovadoras y vestigios del pasado, espacios públicos de calidad... El Raval es un barrio en permanente transformación que refleja con intensidad las inquietudes y las contradicciones que sufren las sociedades urbanas contemporáneas, pero es también, a nivel local, un espejo del dinamismo, la heterogeneidad y la creatividad de nuestro presente. Pasear por sus calles es una lección práctica de convivencia, vitalidad y cosmopolitismo.
Mais informação:
http://www.cccb.org/es/itinerari-el_raval_la_ciudad_cosmopolita-35266
19 de outubro de 2012
3.º Seminário de Reabilitação Urbana e Desenvolvimento Sustentável
Quando: 19 de Outubro (6ª feira) de 2012
Onde: Faro
Quem organiza: Faro 1540 - Associação de Defesa e Promoção do Património Ambiental e Cultural de Faro
Áreas Temáticas:
- Arquitectura Bioclimática e Construção Sustentável
- Mobilidade e Transportes Sustentáveis
- Reabilitação Urbana e Cidades Inteligentes
- Identidade e Marketing de Cidades
- Hortas Urbanas e Jardins Verticais
- Eficiência e Energias Alternativas
Mais informação:
http://www.faro1540.org/
Onde: Faro
Quem organiza: Faro 1540 - Associação de Defesa e Promoção do Património Ambiental e Cultural de Faro
Áreas Temáticas:
- Arquitectura Bioclimática e Construção Sustentável
- Mobilidade e Transportes Sustentáveis
- Reabilitação Urbana e Cidades Inteligentes
- Identidade e Marketing de Cidades
- Hortas Urbanas e Jardins Verticais
- Eficiência e Energias Alternativas
Mais informação:
http://www.faro1540.org/
"Ruinas modernas, una topografía de lucro"
Presentación de libro
de Julia Schulz-Dornburg Quando:
19 octubre 2012 - 19:30h
Onde:
Barcelona - CCCB - C/ Montalegre 5, 08001
Organiza:
Centre de Cultura Contemporània de Barcelona
Participantes Invitados:
Pedro Azara, Francesc Muñoz, Julia Schulz-Dornburg, Josep Maria Benach
Programa:
El CCCB y la editorial Àmbit presentan el libro de Júlia Schulz-Dornburg Ruinas modernas, una topografía de lucro, segunda publicación de la coleccióin «Paraula i Paisatge». La obra es el resultado de más de dos años de investigación y trabajo fotográfico acerca de la destrucción del paisaje causada por la urbanización abusiva del territorio. Prologado por Francesc Muñoz, el libro cuenta con la colaboración de autores como Pedro Azara, Rafael Argullol, Oriol Nel·lo y Jordi Puntí.
Ruinas modernas, una topografía de lucro es un inventario fotográfico de la construcción especulativa en España. En él se presentan paisajes ocupados por urbanizaciones abandonadas que muestran la herencia en el territorio del estallido de la burbuja inmobiliaria. La reciente implantación masiva de enclaves de ocio, complejos turísticos y residenciales de todo tipo ha transformado vastas regiones no solo en la costa, sino también en puntos del interior. El prematuro ocaso de estos asentamientos se nos presenta con imágenes de inquietante belleza, testigos de la incongruencia entre la breve vida de la especulación inmobiliaria y sus perdurables secuelas físicas.
El acto contarà con la presencia de la autora, Julia Schulz-Dornburg, el editor Josep Maria Benach, el arquitecte Pedro Azara y el geógrafo Francesc Muñoz.
Mais informação:
http://www.cccb.org/es/curs_o_conferencia-ruinas_modernas_una_topografia_del_lucro_de_julia_schulz_dornburg-41821
de Julia Schulz-Dornburg Quando:
19 octubre 2012 - 19:30h
Onde:
Barcelona - CCCB - C/ Montalegre 5, 08001
Organiza:
Centre de Cultura Contemporània de Barcelona
Participantes Invitados:
Pedro Azara, Francesc Muñoz, Julia Schulz-Dornburg, Josep Maria Benach
Programa:
El CCCB y la editorial Àmbit presentan el libro de Júlia Schulz-Dornburg Ruinas modernas, una topografía de lucro, segunda publicación de la coleccióin «Paraula i Paisatge». La obra es el resultado de más de dos años de investigación y trabajo fotográfico acerca de la destrucción del paisaje causada por la urbanización abusiva del territorio. Prologado por Francesc Muñoz, el libro cuenta con la colaboración de autores como Pedro Azara, Rafael Argullol, Oriol Nel·lo y Jordi Puntí.
Ruinas modernas, una topografía de lucro es un inventario fotográfico de la construcción especulativa en España. En él se presentan paisajes ocupados por urbanizaciones abandonadas que muestran la herencia en el territorio del estallido de la burbuja inmobiliaria. La reciente implantación masiva de enclaves de ocio, complejos turísticos y residenciales de todo tipo ha transformado vastas regiones no solo en la costa, sino también en puntos del interior. El prematuro ocaso de estos asentamientos se nos presenta con imágenes de inquietante belleza, testigos de la incongruencia entre la breve vida de la especulación inmobiliaria y sus perdurables secuelas físicas.
El acto contarà con la presencia de la autora, Julia Schulz-Dornburg, el editor Josep Maria Benach, el arquitecte Pedro Azara y el geógrafo Francesc Muñoz.
Mais informação:
http://www.cccb.org/es/curs_o_conferencia-ruinas_modernas_una_topografia_del_lucro_de_julia_schulz_dornburg-41821
18 de outubro de 2012
Reabilitação Urbana: Os centros históricos
Quando:
18, 19 e 20 de Outubro de 2012 - 09h00-19h00
Onde:
Coimbra - Mosteiro de Santa Clara-a-Velha; Museu da Ciência da UC
Enquadramento
Durante muito tempo parece ter caído em esquecimento que o núcleo histórico de uma cidade foi, num passado mais ou menos distante, o seu centro vital político-económico. Desse centro pulsou a vida que sustentou e fez crescer a cidade. O paradoxo reside no facto desse crescimento ter frequentemente levado ao quase abandono do centro, votando ao desprezo um valiosíssimo património urbano, não apenas económico, mas também estrutural, social, humano, cultural, artístico e arquitectónico. Ora, é justamente o atual reconhecimento desse valor que levou à recuperação do chamado Centro Histórico como símbolo da cidade, funcionando como o seu cartão-de-visita.
A conservação do núcleo urbano histórico da Cidade de Coimbra, como caso de estudo, é importante na medida em que, sendo esta uma cidade milenar - com vestígios arqueológicos de uma ocupação que remonta ao período romano e onde alguns dos edifícios existentes correspondem a habitações medievais -, não se encontra ainda excessivamente descaracterizada.
Contudo, a imagem urbana da Coimbra antiga, tal como a de muitos outros centros históricos, tem vindo a degradar-se acentuadamente nas últimas décadas, devido, entre outras razões, à ausência de manutenção, aos efeitos de atmosferas urbanas cada vez mais poluídas e, ainda, a uma crescente e preocupante perda de conhecimento das técnicas tradicionais de construção e acabamentos, favorecida pela inexistência de uma política de salvaguarda do património construído e da ocupação de solos.
...
PROGRAMA de algumas sessões
Sessão Plenária I: Imagem Urbana
Quando:
18 de Outubro - 9h30
Onde:
Museu da Ciência da Universidade de Coimbra
Moderador:
- Artur Corte-Real
Coimbra transfigurada
- Jorge Alarcão (FLUC)
A paisagem (urbana) enquanto valor patrimonial
- Álvaro Domingues (FAUP)
Ver artificialmente: como interpretar uma imagem?
- Hélder Araújo (FCTUC)
Discussão
A cor na reabilitação urbana
- João Pernão (FAUTL)
Conservação de revestimentos históricos
- Martha Tavares
Estudo de Caso: O projecto da baixinha de Coimbra
- Dryas Arqueologia, Lda.
Novas oportunidades nos cruzamentos interdisciplinares
- Paulo Pereira (FCT)
Discussão
...
Homem, Cidade e Ciência I: Politicas Urbanas
Quando:
18 de Outubro - 17h00
Onde:
Mosteiro de Santa Clara-a-Velha
Moderador:
- Carlota Simões (UC)
- Álvaro Domingues (FAUP)
- Walter Rossa (DARQ)
- Paulo Peixoto (UC)
- António José de Magalhães Cardoso (CMC)
Discussão
...
Homem, Cidade e Ciência II: Técnicas para a Reabilitação Urbana
Quando:
19 de Outubro - 17h00
Onde:
Mosteiro de Santa Clara-a-Velha
Moderador:
- António Tadeu (ITECONS)
- José António Bandeirinha (DARQ)
- Paulo Leitão (CMC)
- Rosário Veiga (LNEC)
- Santos Silva (LNEC)
Discussão
...
Homem, Cidade e Ciência III: Reabilitação Urbana - o Centro Histórico de Coimbra
Quando:
20 de Outubro - 17h00
Onde:
Mosteiro de Santa Clara-a-Velha
Moderador:
- José Fernando (Ordem dos Arquitectos)
- José Aguiar (ICOMOS)
- Alexandre Ramires
- Luís Ferreira Alves
- Adília Alarcão
Discussão
Mais informação:
http://www.ces.uc.pt/eventos/patrimonio/index.php?id=5950&id_lingua=1
18, 19 e 20 de Outubro de 2012 - 09h00-19h00
Onde:
Coimbra - Mosteiro de Santa Clara-a-Velha; Museu da Ciência da UC
Enquadramento
Durante muito tempo parece ter caído em esquecimento que o núcleo histórico de uma cidade foi, num passado mais ou menos distante, o seu centro vital político-económico. Desse centro pulsou a vida que sustentou e fez crescer a cidade. O paradoxo reside no facto desse crescimento ter frequentemente levado ao quase abandono do centro, votando ao desprezo um valiosíssimo património urbano, não apenas económico, mas também estrutural, social, humano, cultural, artístico e arquitectónico. Ora, é justamente o atual reconhecimento desse valor que levou à recuperação do chamado Centro Histórico como símbolo da cidade, funcionando como o seu cartão-de-visita.
A conservação do núcleo urbano histórico da Cidade de Coimbra, como caso de estudo, é importante na medida em que, sendo esta uma cidade milenar - com vestígios arqueológicos de uma ocupação que remonta ao período romano e onde alguns dos edifícios existentes correspondem a habitações medievais -, não se encontra ainda excessivamente descaracterizada.
Contudo, a imagem urbana da Coimbra antiga, tal como a de muitos outros centros históricos, tem vindo a degradar-se acentuadamente nas últimas décadas, devido, entre outras razões, à ausência de manutenção, aos efeitos de atmosferas urbanas cada vez mais poluídas e, ainda, a uma crescente e preocupante perda de conhecimento das técnicas tradicionais de construção e acabamentos, favorecida pela inexistência de uma política de salvaguarda do património construído e da ocupação de solos.
...
PROGRAMA de algumas sessões
Sessão Plenária I: Imagem Urbana
Quando:
18 de Outubro - 9h30
Onde:
Museu da Ciência da Universidade de Coimbra
Moderador:
- Artur Corte-Real
Coimbra transfigurada
- Jorge Alarcão (FLUC)
A paisagem (urbana) enquanto valor patrimonial
- Álvaro Domingues (FAUP)
Ver artificialmente: como interpretar uma imagem?
- Hélder Araújo (FCTUC)
Discussão
A cor na reabilitação urbana
- João Pernão (FAUTL)
Conservação de revestimentos históricos
- Martha Tavares
Estudo de Caso: O projecto da baixinha de Coimbra
- Dryas Arqueologia, Lda.
Novas oportunidades nos cruzamentos interdisciplinares
- Paulo Pereira (FCT)
Discussão
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Homem, Cidade e Ciência I: Politicas Urbanas
Quando:
18 de Outubro - 17h00
Onde:
Mosteiro de Santa Clara-a-Velha
Moderador:
- Carlota Simões (UC)
- Álvaro Domingues (FAUP)
- Walter Rossa (DARQ)
- Paulo Peixoto (UC)
- António José de Magalhães Cardoso (CMC)
Discussão
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Homem, Cidade e Ciência II: Técnicas para a Reabilitação Urbana
Quando:
19 de Outubro - 17h00
Onde:
Mosteiro de Santa Clara-a-Velha
Moderador:
- António Tadeu (ITECONS)
- José António Bandeirinha (DARQ)
- Paulo Leitão (CMC)
- Rosário Veiga (LNEC)
- Santos Silva (LNEC)
Discussão
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Homem, Cidade e Ciência III: Reabilitação Urbana - o Centro Histórico de Coimbra
Quando:
20 de Outubro - 17h00
Onde:
Mosteiro de Santa Clara-a-Velha
Moderador:
- José Fernando (Ordem dos Arquitectos)
- José Aguiar (ICOMOS)
- Alexandre Ramires
- Luís Ferreira Alves
- Adília Alarcão
Discussão
Mais informação:
http://www.ces.uc.pt/eventos/patrimonio/index.php?id=5950&id_lingua=1
17 de outubro de 2012
Conferência: Transformação urbana II
ARQ OUT 2012 | Mês da Arquitectura - 2ª Edição
Com quem:
Álvaro Domingues
Quando:
17 de Outubro de 2012 - 19:00/ 20:30
Onde:
Porto - OLGA SANTOS GALERIA
Mais informação:
http://www.facebook.com/olgasantos.galeria
http://www.oasrn.org/pdf_upload/ARQOUT.pdf
Com quem:
Álvaro Domingues
Quando:
17 de Outubro de 2012 - 19:00/ 20:30
Onde:
Porto - OLGA SANTOS GALERIA
Mais informação:
http://www.facebook.com/olgasantos.galeria
http://www.oasrn.org/pdf_upload/ARQOUT.pdf
13 de outubro de 2012
A Avenida da Boavista: Lugar Urbano, Cruzamento de Arquiteturas
PERCURSOS PELA ARQUITECTURA CONTEMPORÂNEA
Visita integrada na 2ª edição do ARQ OUT – Mês da Arquitetura 2012
O geógrafo Álvaro Domingues,
acompanhado pela
arquiteta Clara Vale,
ajudará à leitura e à compreensão do percurso.
Quando:
13 OUT (SÁB), 10H00-14H00
Onde:
Porto - Rotunda da Boavista
Organização: Casa da Arquitectura e CULTOUR
Visita guiada feita a partir de um percurso de bicicleta cujos conteúdos pretendem aproximar a arquitetura dos cidadãos comuns. A Avenida da Boavista (1854) cumpre o objetivo de ligação da cidade com o mar. Esta ligação é o suporte de algumas das mais singulares obras arquitetónicas do século XX: Arménio Losa, Álvaro Siza, Souto de Moura, Rem Koolhaas e Sidónio Pardal, são alguns dos arquitetos que iremos encontrar.
Através desta visita abre-se a possibilidade de: explorar o tema da regeneração urbana acentuando o papel da mobilidade sustentável na cidade; proporcionar ao cidadão comum uma aproximação do entendimento do organismo urbano; fomentar a utilização da bicicleta como modo de locomoção sustentável.
Programa:
Início do percurso em bicicleta na Rotunda da Boavista.
Referências e paragens na Casa da Música, nos edifícios projetados por Arménio Losa, Eduardo Souto de Moura, Álvaro Siza, João Pedro Guimarães e António Barbosa, e Sidónio Pardal pontuam a visita que terminará na frente de mar em Matosinhos.
Entrada paga; inscrição prévia.
Mais informação:
http://www.casadaarquitectura.pt/a-avenida-da-boavista-lugar-urbano-cruzamento-de-arquiteturas_visita-guiada_13-outubro-2012/
http://www.cultour.com.pt/index2.php?co=0&mop=40&tp=10&cop=0&it=evtprog_lst&LG=0&SID=cf7749a1db30629b53b2e3df9aea8878
http://www.oasrn.org/pdf_upload/ARQOUT.pdf
Visita integrada na 2ª edição do ARQ OUT – Mês da Arquitetura 2012
O geógrafo Álvaro Domingues,
acompanhado pela
arquiteta Clara Vale,
ajudará à leitura e à compreensão do percurso.
Quando:
13 OUT (SÁB), 10H00-14H00
Onde:
Porto - Rotunda da Boavista
Organização: Casa da Arquitectura e CULTOUR
Visita guiada feita a partir de um percurso de bicicleta cujos conteúdos pretendem aproximar a arquitetura dos cidadãos comuns. A Avenida da Boavista (1854) cumpre o objetivo de ligação da cidade com o mar. Esta ligação é o suporte de algumas das mais singulares obras arquitetónicas do século XX: Arménio Losa, Álvaro Siza, Souto de Moura, Rem Koolhaas e Sidónio Pardal, são alguns dos arquitetos que iremos encontrar.
Através desta visita abre-se a possibilidade de: explorar o tema da regeneração urbana acentuando o papel da mobilidade sustentável na cidade; proporcionar ao cidadão comum uma aproximação do entendimento do organismo urbano; fomentar a utilização da bicicleta como modo de locomoção sustentável.
Programa:
Início do percurso em bicicleta na Rotunda da Boavista.
Referências e paragens na Casa da Música, nos edifícios projetados por Arménio Losa, Eduardo Souto de Moura, Álvaro Siza, João Pedro Guimarães e António Barbosa, e Sidónio Pardal pontuam a visita que terminará na frente de mar em Matosinhos.
Entrada paga; inscrição prévia.
Mais informação:
http://www.casadaarquitectura.pt/a-avenida-da-boavista-lugar-urbano-cruzamento-de-arquiteturas_visita-guiada_13-outubro-2012/
http://www.cultour.com.pt/index2.php?co=0&mop=40&tp=10&cop=0&it=evtprog_lst&LG=0&SID=cf7749a1db30629b53b2e3df9aea8878
http://www.oasrn.org/pdf_upload/ARQOUT.pdf
10 de outubro de 2012
8º CONGRESSO INTERNACIONAL CIDADE VIRTUAL E TERRITORIO

PRODUZIR UMA NOVA UTOPIA URBANA
Virtualidades, possibilidades e experiências
Quando: 10 a 12 de outubro de 2012
Onde: Rio de Janeiro
As transformações que a sociedade vive atualmente abrem as portas para pensar e (re) inventar o futuro. A crise contemporânea desperta o sentido histórico da transformação e abre novos horizontes para a construção e representação das nossas cidades. Mundos virtuais, mundos utópicos, mundos-territorios que convidam a ousadia de refletir sobre a cidade que desejamos viver e legar ao futuro.
O despertar da historia rompe com os paradigmas do pensamento e representações únicas sobre as cidades e convida a discutir novas utopias urbanas, novas virtualidades e potencias territoriais.
O 8º Congresso Internacional Cidade Virtual e Território pretende ser um espaço de interlocução e debate sobre as novas leituras, representações e projetos de cidade onde as novas tecnologias de comunicação (NTC) tem um papel instrumental e funcional importante.
Serão 6 eixos temáticos:
1. (Re) definir a cidade virtual e utópica: novos horizontes críticos para pensar a ação e representação.
2. Direitos sociais, políticas publicas e participação no mundo das NTC.
3. A produção material das cidades: modelos de uso do solo e estrutura socio-espacial.
4. Meio ambiente e utopia urbana.
5. A produção popular da cidade e políticas públicas redistributivas.
6. Usos e possibilidades das NTC no planejamento e na participação popular.
O encontro visa a discussao e aprofundamento do debate entre Europa e latino-america, por isso um ano ele ocorre num pais eurupeu e no outro num latinoamericano. Este ano o evento ocorrera no Brasil, o pais da America Latina que mais apresenta trabalhos e sempre se destaca por causa da qualidade dos trabalhos e a presenca marcante nos foruns de discussão, por isso espera-se que este seja um dos maiores encontros CVTs ja apresentado. Nesta edicao estao previstas mesas redondas na parte da manha, apresentacao de trabalhos na parte da tarde e 2 cursos diarios sobre o tema das TIC e do territorio, Alem disso, teremos ao final do dia reunioes de trabalho e sessoes livres (propostas por diferentes grupos de pesquisa e pela municipalidade). Durante estes congressos foram apresentados varios trabalhos ineditos por parte de investigadores, estudantes, profissionais, empresas especializadas, administraçoes locais e instituiçoes de prestigio, que tem incidencia nas atualizacoes urbano-territoriais e que incorporam indicies qualitativos para encontrar soluções efetivas a problemas reais, fazendo uso e incorporando novas teconogias e recursos tecnologicos na realizacao de estudos, projetos e na busca de novas alternativas futuras para nossas cidades. Nesta ultima linha de questionamentos, voltamos para a importancia do territorio, mas nao como ponto de partida e sim avancando em novos conhecimentos, interaçao e desenvolvendo vinculos de trabalho e colaboracao entre as diversas esferas da sociedade.
Mais informação:
http://www.wix.com/8cvtrio/8cvtrio#!inicio|mainPage
enviado por:
Nuno Norte Pinto
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