12 de novembro de 2014

Regeneração Urbana - Um novo impulso

























Neste evento será apresentado o projeto liderado pela CIP subordinado às políticas de regeneração urbana no país e debatido o papel social, cultural e económico deste desígnio na cidade-região de Viseu.

A especialista em políticas urbanas Ana Pinho fará neste evento uma comunicação subordinada à questão “Há cultura ou ciência de reabilitação?”, tendo por referência o caso do projeto do “Viseu Estaleiro-Escola”.

Ver mais:
http://www.cm-viseu.pt/index.php/using-joomla/extensions/components/content-component/article-categories/78-demo/slides/1963-regeneracao2014

11 de novembro de 2014

XIV Colóquio Ibérico de Geografia

"A JANGADA DE PEDRA"
GEOGRAFIAS IBERO-AFRO-AMERICANAS

Quando:
11 a 14 de Novembro 2014



Onde:
Guimarães - departamento de Geografia da Universidade do Minho

O Colóquio Ibérico de Geografia tem-se constituído, ao longo das últimas 13 edições, como um fórum privilegiado para a discussão de problemáticas geográficas entre investigadores portugueses e espanhóis.
Num contexto de contínua globalização e de incremento das relações científicas entre investigadores no espaço transatlântico, é indispensável alargar as iniciativas de cariz científico, por forma a promover a integração de um número cada vez mais alargado de intervenientes, com o objetivo final de desenvolver o conhecimento geográfico nas suas diversas vertentes, projetando-o na sociedade, através de uma intervenção cada vez mais eficaz.
Assim, pretende-se com este evento reunir “à mesma mesa” geógrafos não só da Península Ibérica, mas também oriundos de países da África e América latina, com especial destaque para os lusófonos e hispânicos.
As temáticas propostas para este XIV Colóquio Ibérico de Geografia refletem, precisamente, a abrangência necessária para a discussão ampla e aberta dos diversos problemas que afetam a sociedade no espaço ibérico e mundial.

Eixos Temáticos:

- Pensamento Geográfico e o Ensino da Geografia
- Mobilidade Populacional e Cooperação
- Cartografia, Cultura Visual e Representações do Mundo
- Dinâmicas Sociodemográficas, Saúde e Qualidade de Vida
- Planeamento e Gestão do Território
- Paisagem, Património e Memória
- Turismo, Consumo e Lazer
- Análise Espacial e Modelação em Tecnologias de Informação Geográfica
- Clima e Mudanças Ambientais
- Riscos: Processos, Vulnerabilidades e Gestão de Crises
- Recursos Naturais e Sustentabilidade - Dinâmicas Geomorfológicas

Ver mais:
http://xivcig.weebly.com

8 de novembro de 2014

ÁLVARO SIZA CONVERSA COM A ASSOCIAÇÃO DE MORADORES DA BOUÇA

Programa "Ambulatório: Conversas abertas nos bairros do SAAL-Norte"

Quando:
08 NOV 2014

Onde:
Associação de Moradores da Bouça, Rua Burgães, nº 345, Porto

Moderação:
Nuno Grande

A génese do Bairro da Bouça é anterior à Revolução de 25 de Abril de 1974, e desenvolve-se no âmbito do Fundo de Fomento da Habitação (FFH). Após a formação da Associação de Moradores da Bouça (1974), e com o apoio da Brigada SAAL, o projeto de Álvaro Siza é reconvertido e integrado naquela operação (1975). A conversa decorrerá no local onde se encetaram as primeiras reuniões entre os arquitetos e a Associação de Moradores, procurando relembrar a evolução do bairro, do seu inico à sua interrupção; mas também o processo que conduziu à sua retoma e conclusão recente (2006), e que o torna num dos casos de "gentrificação” social e cultural atualmente mais debatidos no Porto.

Ver mais:
http://www.serralves.pt/pt/actividades/alvaro-siza-conversa-com-a-associacao-de-moradores-da-bouca/#sthash.rt5471fU.dpuf

AMBULATÓRIO: CONVERSAS ABERTAS NOS BAIRROS DO SAAL-NORTE

DE 08 NOV 2014 A 17 JAN 2015

Esta iniciativa cultural e didática – organizada no âmbito da Exposição "O Processo SAAL: Arquitetura e Participação, 1974-1976 do Museu de Arte Contemporânea de Serralves –, visa envolver cidadãos, de várias gerações, em torno do legado material e imaterial decorrente do Serviço de Apoio Ambulatório Local (SAAL), lançado durante o período revolucionário pós-25 de Abril de 1974, nomeadamente no Porto.
Concebido pelo Arq. Nuno Grande, este evento estabelece um conjunto de encontros, de cariz "ambulatório”, em quatro bairros construídos no âmbito do SAAL-Norte – Bouça, Leal, Antas e São Vítor –, envolvendo os técnicos do SAAL, os membros dos movimentos de moradores de então, os seus descendentes que ainda habitem ou que ainda visitem os bairros, e outros moradores mais recentes, mesmo aqueles que não tenham vivido esses mesmos processos.
O propósito é confrontar os diferentes "imaginários” desenvolvidos sobre os bairros, partindo do ponto de vista de quem os concebeu, de quem os viveu, e de quem os vive contemporaneamente. Este ciclo de encontros decorrerá em locais informais, no seio das próprias comunidades – salas de convívio, associações recreativas, cafés do bairro ou outros espaços significativos para a sua história.

Curador:
Arq. Nuno Grande 

Ver mais:
http://www.serralves.pt/pt/actividades/ambulatorio-conversas-abertas-nos-bairros-do-saal-norte/

7 de novembro de 2014

IV Conferência CIDAADS


Quando:
7 a 9 de novembro de 2014

Onde:
Pavilhão do Conhecimento, Lisboa

Organizam:
A Associação CIDAADS e o Pavilhão do Conhecimentos/Ciência Viva

O programa da IV Conferência CIDAADS salienta os 10 anos de trabalho no âmbito da Década das Nações Unidas para o Desenvolvimento Sustentável (2005 – 2014), revisitando boas práticas, mas acima de tudo projetando o futuro:
O que há para fazer?
Que legado nos deixa a Década EDS?

Durante três dias será possível assistir e participar em palestras, workshops, exposições e num percurso sobre arte urbana, pelas ruas de Lisboa.

Ver mais:
http://www.cidaads.org/index.php?option=com_content&view=article&id=87%3Aiv-conferencia-cidaads&catid=2%3Anoticias&Itemid=0&lang=pt

Ordenar a Cidade - Newsletter 12


http://www.ordenaracidade.pt/


Newsletter 12 | 07 de Novembro de 2014

Caríssimos,

Temos o prazer de vos convidar para dois seminários que coorganizamos com a APPLA e o Mestrado PRU-UA no presente mês de Novembro na Universidade de Aveiro:

Dia 20 pelas 14h, Luís Jorge Bruno Soares apresentará o projeto de remodelação do Terreiro do Paço e do Cais do Sodré, assim como o Plano Geral de Espaço Público da Frente Tejo;

Dia 22 pelas 10h, Fernanda Paula Oliveira e Jorge Carvalho discutirão a nova legislação urbanística.

Anunciamos também um novo artigo no nosso repositório, onde Jorge Carvalho analisa as causas para a ineficácia do Planeamento Municipal e propõe possíveis soluções para o futuro.

6 de novembro de 2014

EXPOSIÇÃO "PORTO URBAN LAB"

Quando:
06 NOV 2014 a 18 NOV 2014

Onde:
Edifício AXA, Av. Aliados

Esta exposição pública apresenta os protótipos desenvolvidos, testados e validados dos projetos criativos do Porto Urban Lab, projeto promovido pela Fundação de Serralves em parceria com a Porto Lazer e com a ADDICT. O Porto Urban Lab é um projeto piloto de inovação urbana, que visa capacitar pessoas criativas para gerarem soluções, projetos e negócios criativos e inovadores, que contribuam para transformar e potenciar a cidade do Porto e os seus ativos (pessoas, comunidades, espaços, equipamentos, ...), gerando vitalidade económica e dinâmica cultural.

Ver mais:
http://www.serralves.pt/pt/actividades/exposicao-porto-urban-lab/#sthash.PrWixUD0.dpuf

Mais-valias originadas pelo Ordenamento do Território e “justa indemnização” por Expropriação

Jorge Carvalho
IGAP, Porto, 9/2014

Apresentação em formação promovida pela IGAP sobre o tema “Que Código de Expropriações?”, em momento onde é conhecido projecto para a sua revisão.

A apresentação segue o seguinte percurso:

- Equaciona a problemática e os desafios com que se confronta o ordenamento do território no que respeita à formação e distribuição de mais-valias fundiárias.

- Identifica e avalia, numa perspetiva de ordenamento do território, toda a normativa da recente Lei de Bases que se relaciona com esta problemática:
Classificação do solo;
Afetação de mais-valias;
Avaliação (pública) do solo;
Deveres de utilização do solo;
Fiscalidade imobiliária.

- Demonstra que a orientação da Lei de Bases elege a Expropriação (e o valor da respetiva indemnização) como peça chave do processo de execução urbanística.

- Analisa o Projeto de Código de Expropriações, concluindo que: é totalmente desconforme com a Lei de Bases; a ser assim publicado impossibilitaria um eficaz ordenamento do território.


Ver apresentação:
http://ordenaracidade.pt/site-jcarvalho/assets/files/2432/2014_cexp_maisvalias.pdf

Le téléphérique, une bonne alternative à la voiture

URBANISME

Après Dubaï et Londres, les métropoles du Sud s’équipent de téléphériques. Sur fond d’urbanisation galopante, le transport câblé présente de multiples avantages.

NEW STATESMAN
JESSICA HATCHER
5 NOVEMBRE 2014

De Nairobi.

Ici, les automobilistes passent plusieurs heures par jour dans leur voiture. Un simple trajet de 10 kilomètres pour aller au travail peut prendre jusqu’à deux heures. Je connais quelqu’un qui, lorsqu’il est bloqué dans les embouteillages, en profite pour se couper les ongles des pieds. Le vice-gouverneur de la capitale kényane estime que les embouteillages coûtent presque 600 000 dollars [473 000 euros] par jour au pays.

Le même phénomène se retrouve dans presque toutes les villes en expansion des pays en voie de développement : la construction est en plein boom, la population augmente, mais les réseaux de transport ont du mal à suivre. Nous connaissons actuellement la croissance urbaine la plus rapide de l’Histoire. Plus de la moitié de la population mondiale vit dans des villes, et cette proportion ne cesse d’augmenter. Selon les estimations du Fonds des Nations unies pour la population, la plus forte hausse aura lieu en Asie et en Afrique, principalement dans les petites villes et les agglomérations qui ont peu de ressources pour s’adapter aux changements.

Elles n’auront pas de place pour un réseau routier et ferroviaire terrestre de grande taille, et pas d’argent pour construire des voies ferrées souterraines. Considérez maintenant les téléphériques, ces symboles de l’opulence alpine, et imaginez-les s’élevant au-dessus d’une ville comme Nairobi ou Johannesburg. Ils pourraient servir non seulement aux touristes, mais à tout le monde, des banquiers aux femmes de ménage, en passant par les jardiniers et les chômeurs des taudis qui s’aventurent dans les quartiers riches.

Dix fois moins cher que le métro

Le plus grand constructeur de ces engins au monde, l’entreprise autrichienne Doppelmayr, pourrait bientôt révolutionner le transport dans les villes des pays en développement. Selon son directeur du marketing, Ekkehard Assmann, l’idée des téléphériques urbains a fait beaucoup de chemin au cours des sept dernières années. “Beaucoup de grandes métropoles pensent sérieusement à les utiliser pour résoudre leurs problèmes de circulation”, affirme-t-il. Après le succès du transport par câble à Caracas, Rio de Janeiro et Medellín, presque toutes les grandes métropoles d’Amérique du Sud ont ainsi exprimé leur intérêt pour ce système, poursuit-il. En Afrique subsaharienne, l’installation d’un téléphérique à Lagos, au Nigeria, est presque terminée.

Une étude de faisabilité est en cours à Kampala, en Ouganda, et la Banque mondiale a approuvé un emprunt de 175 millions de dollars [138 millions d’euros] pour financer le projet. Caracas, la capitale du Venezuela, a construit son premier téléphérique en 1952. Quatre ans plus tard, Alger, la capitale de l’Algérie, en faisait autant. L’Algérie est aujourd’hui considérée comme un leader mondial dans le domaine du transport urbain par câble : quatre grandes villes du pays sont équipées de ce système, et le réseau d’Alger compte déjà quatre lignes. Les arguments économiques en faveur des téléphériques urbains sont incontestables. Ils peuvent transporter 5 000 passagers à l’heure dans chaque sens, moins que les rames de métro, qui peuvent prendre en charge plus de 20 000 passagers à l’heure, mais qui coûtent dix fois plus cher.

15 centimes d'euros par trajet

S’ils sont correctement utilisés, ils consomment moins d’énergie que la plupart des systèmes de transport, parce que les moteurs tournent à une vitesse constante. Les coûts d’installation sont également plus bas. Ce moyen de transport peut être bon marché pour les usagers, et les dépenses d’investissement peuvent être rapidement remboursées. A Constantine, en Algérie, un téléphérique a transporté 4,5 millions de passagers la première année [en 2008], pour 15 centimes d’euro par trajet. Même à ce tarif, les frais de fonctionnement et de maintenance étaient couverts.

Cerise sur le gâteau, les téléphériques sont un mode de déplacement attrayant. Faith Kangai Njeru est vendeuse de vêtements d’occasion, femme de ménage et mère de deux enfants. Elle vit à Nairobi et passe au minimum deux heures par jour dans les transports. A cause de cela, elle a elle-même dû engager une femme de ménage et une nounou, alors qu’elle ne gagne que 5,40 euros par jour. Je lui ai montré une vidéo sur les téléphériques dans les Alpes.

Faith, qui n’a jamais vu de neige ailleurs qu’à la télévision, a regardé attentivement les images. Puis je lui ai montré une autre vidéo sur Tlemcen, en Algérie, où les téléphériques pendent comme des décorations en verre bleu au-dessus des rues. Elle s’est calée dans son fauteuil en souriant. Je lui ai demandé combien elle payait pour ses trajets en autobus et lui ai exposé les arguments en faveur des téléphériques, mais les questions d’argent étaient visiblement passées au second plan. “Ça a l’air amusant !” s’est-elle exclamée, mettant fin à la discussion.

Ler artigo completo:
http://www.courrierinternational.com/article/2014/10/30/transport-la-ville-ne-tient-qu-a-un-fil?page=all

4 de novembro de 2014

SERÁ QUE PRECISAMOS DA PARTICIPAÇÃO DOS ACTORES NO PLANEAMENTO DO TERRITÓRIO?








Encontro Anual da AD URBEM 2014

“A política de ordenamento do território e urbanismo e a nova arquitectura da nossa administração territorial”

PAINEL 1 | A POLÍTICA DE ORDENAMENTO DO TERRITÓRIO E URBANISMO

Resumo da comunicação de:
José Carlos Mota
Departamento de Ciências Sociais, Políticas e do Território, Universidade de Aveiro

A temática da participação em questões de interesse colectivo e relacionada com o planeamento do território tem sido uma matéria com crescente interesse na agenda política, cívica e mediática, sobretudo pelo contexto de crescente descontentamento e desencanto com o exercício da democracia.
Acontece que a prática revela que, em processos de participação, muitos dos objectivos bondosos não são tidos em conta ou não são convenientemente considerados, gerando situações de ampla crítica. A revisão da literatura e análise de um conjunto de casos de estudo permitiu identificar um conjunto de críticas à participação dos actores em planeamento do território, estes entendidos como conjuntos de indivíduos com um número significativo de características comuns (interesses/motivações e meios), que desempenham um qualquer papel num determinado palco, influenciando ou sendo influenciado por outros actores e que podem possuir um projecto colectivo.
A primeira tem a ver com a natureza complexa dos problemas - os “wicked problems” referidos por Rittel (1973) - a que o planeamento do território tem de responder, o que gera, normalmente, situações de conflito, distanciamento dos actores menos habilitados e dificuldades de entendimento e implementação.
Para além disso, as críticas centram-se também na importância concedida ao aparato participativo, fortemente mediatizado, criando muitas vezes uma ilusão de elevada democraticidade, frequentemente sem o adequado apetrechamento de conhecimento técnico e científico sobre o objecto em discussão.
A forma como os diferentes actores controlam o palco da participação e os seus resultados pode conduzir a processos pouco transparentes que induzam a manipulação dos interesses dos actores mais fracos e a legitimação dos interesses dominantes, muitas vezes apresentados em nome do «interesse colectivo». Esta circunstância ocorre não só pelo desempenho dos actores com mais meios e motivações, mas também pela incapacidade do promotor do planeamento do território em coordenador o processo participativo, em atender aos actores em presença, em preparar e adequar os conteúdos em discussão ao contexto onde se insere e em apoiar os actores com mais dificuldades de acesso aos diferentes palcos participativos (Day, 1997).
O momento e o método usados para promover a participação também têm levantado muitas dúvidas, pelo facto de ocorrerem, muitas vezes, de forma burocrática, pontual e fragmentada, ou por serem desenvolvidos em formato top-down, com enfoque temporal nas fases finais dos processos, quando as principais decisões e seu quadro de suporte estão já definidos, por isso com limitado impacto potencial nas decisões.
Por último, são referenciados os elevados custos do processo (tempo, dinheiro e políticos), muitas vezes associados a processos mal conduzidos (Day, 1997 e Irvin & Strasburry, 2004), e a falta de avaliação dos resultados da participação (Agger, 2008: 154) e dos impactos que geram no exercício de planeamento.
Perante este conjunto de críticas, coloca-se a questão da pertinência e necessidade de considerar a participação em planeamento do território, sobretudo no quadro dos desafios que se colocam hoje à sociedade contemporânea. O presente artigo, realizado com base em investigação produzida recentemente no âmbito da tese doutoral «Planeamento do Território: Método, Actores e Participação» (Mota, 2014), irá defender a necessidade de equacionar a participação numa diferente abordagem metodológica de planeamento, num novo conjunto objectivos e de actores a envolver.
A participação deverá assim procurar contribuir para aumentar a democraticidade do planeamento do território induzindo um aumento de transparência, uma maior abertura à participação de todos os actores interessados e o acesso público aos seus conteúdos, metodologia e resultados. Esta abertura pode promover uma maior responsabilização de todos os actores envolvidos pela condução e produtos obtidos, tornando o exercício mais justo e menos vulnerável aos actores mais poderosos. Com esta prática, o promotor é incentivado a prestar contas pelas opções tomadas, reforçando com isso a sua legitimidade.
Para além disso, a participação poderá, também, contribuir para aumentar a capacitação dos actores, ao procurar organizar-se um conjunto de iniciativas que os dote com mais conhecimento sobre o objecto de planeamento, o seu contexto, a realidade dos restantes actores na sua diversidade de motivações e meios. Poderá, assim, ser mais fácil gerar uma melhor percepção das questões que determinam o interesse colectivo, conseguindo minimizar a relevância e destaque dos interesses particulares e perceber melhor a necessidade de equilibrar os vários interesses em presença. Esta melhor partilha e compreensão poderá ajudar a criar um contexto de maior resiliência face às dificuldades que favoreça, potencie e mobilize a acção colectiva.
Por último, a participação tenderá a contribuir para aumentar a eficácia do planeamento do território, se isso se traduzir numa maior valorização, mobilização e alinhamento dos meios e motivações dos actores em torno dos objectivos colectivos, assegurando um melhor conhecimento pelos actores do objecto de planeamento, conseguindo identificar-se recursos e actores que até à data não eram conhecidos ou devidamente valorizados, permitindo perspectivar a sua utilização e criar compromissos que viabilizem a acção em torno do interesse colectivo.

(*) abstract resulta da investigação produzida na tese de 
     doutoramento
     «Planeamento do Território: Método, Actores e Participação»
     orientada pelo Prof. Doutor Jorge Carvalho

Ver:
http://www.adurbem.pt/images/stories/ficheiros/Encontro_2014/resumos_encontro_2014_ad_urbem.pdf

29 de outubro de 2014

CONFERENCIA - SMART TICKETING: Inteligência na Mobilidade + BUGA

Quando:
29 de Outubro

Onde:
Aveiro - (Edifício Antiga Capitania) Assembleia Municipal

Aproveitando o encontro de trabalho final do projeto europeu SITE que se realiza em Aveiro, esta sessão aberta à participação pública, pretende discutir o papel da bilhética inteligente como forma de ligar os vários modos de mobilidade e transportes, integrando-os e dando-lhes continuidade. No âmbito do projeto de regeneração da BUGA, pretendemos ainda avaliar como um sistema de bicicletas públicas partilhadas pode integrar o Transporte Público, preenchendo hiatos na continuidade das viagens. Apresentamos os cenários em que a regeneração da BUGA poderá ser efetivada, bem como os outros parceiros do SITE apresentarão os resultados nas cidades de Gijón e San Sebastian, em Espanha, de Nantes, em França, de Liverpool, em Inglaterra e de Dublin, na Irlanda.































EXPOSIÇÃO Bicicletas & Sistemas de Bicicletas Partilhadas

Simultaneamente realiza-se uma exposição  organizada pela Plataforma Tecnológica da Bicicleta e Mobilidade Suave da Universidade de Aveiro, centrada no universo da Bicicleta, com enfoque particular em Sistemas de Bicicletas Partilhadas.

Ver mais:
http://files.cm-aveiro.pt/XPQ5FaAXX44607aGdb9zMjjeZKU.pdf
http://www.cm-aveiro.pt/www/Templates/TONewDetail.aspx?id_object=43008&indexnew=1
http://www.ua.pt/ptbicicleta/

Conferência "Intervenções Urbanas - Estratégias, Operações"

Por:
Nelson Brissac Peixoto


Quando:
29 de Outubro | 18h00


Onde:
Lisboa | ISCTE-IUL | Aud. B204


Como actuar na complexidade e grandes escalas da metrópole contemporânea?
Como se localizar e apreender os processos urbanos que afetam o nosso lugar, a vida quotidiana?
Como a arte e a arquitectura se relacionam com a infra-estrutura, o meio ambiente e as ocupações informais do espaço urbano?
Um balanço de projectos de intervenção urbana realizados em São Paulo, Brasil.
Foco no processo de investigação de situações urbanas críticas em áreas periféricas da cidade, em parceria com as agências públicas que actuam na região.

Ver mais:
http://dinamiacet.iscte-iul.pt/noticias/conferencia-24/

25 de outubro de 2014

A operatividade dos instrumentos de reabilitação urbana


“Viver a Reabilitação”


Quem participa:
Dulce Lopes


Quando:
25 de Outubro

Onde:
Braga

Quem promove:
Vida Imobiliária, CM de Braga, em parceria com a CIM – Cávado

Ver mais:
http://www.vidaimobiliaria.com/cidades/noticia/viver-reabilitação-leva-debate-braga

24 de outubro de 2014

7th CITTA conference "Bridging the implementation gap of Accessibility Instruments and Planning Support Systems"

7th CITTA conference (Centro de Investigação do Território, Transportes e Ambiente )

Quando:
24 de Outubro de 2014

Onde:
Faculdade de Engenharia da Universidade do Porto

Apesar da investigação na área do planeamento evidenciar uma proliferação dos instrumentos de apoio ao planeamento, poucos têm sido usados na prática profissional. Esta conferência pretende debater as razões por detrás desta falha na implementação, comum a um grande número de PSS.

Esta conferência anual do CITTA será realizada em conjunto com o segundo dia da conferência final da ação COST TU1002 sobre ‘Instrumentos de Acessibilidade para a Prática do Planeamento na Europa’ (realizada nos dias 23 e 24 de Outubro).
Enquanto a conferência final da ação COST TU1002 pretende discutir os principais resultados e conclusões da sua investigação focada nos instrumentos de acessibilidade na prática do planeamento, a conferência do CITTA irá abrir o debate para outros instrumentos de apoio ao planeamento não baseados na acessibilidade, nomeadamente instrumentos de apoio ao planeamento ambiental, urbano e de transportes.
A discussão será estimulada por oradores como Marco te Brömmelstroet (Universidade de Amesterdão), Paulo Pinho (Universidade do Porto) e Stan Geertman (Universidade de Utrecht) (a confirmar).

Sessões paralelas:
Sessão B1. Urban and Environmental Planning Support Systems Sessão
B2. Transport Planning Support Systems

Sessões do evento conjunto:
Sessão A1. Accessibility Instruments in Planning Practice
Sessão A2. Measuring Accessibility (Special Session of NECTAR C6)
Sessão A3. Accessibility Planning

Ver mais:
http://citta-conference.fe.up.pt

22 de outubro de 2014

Ordenar a Cidade - Newsletter 11


http://www.ordenaracidade.pt/


Newsletter 11 | 22 de Outubro de 2014

Caríssimos,

Temos o prazer de vos anunciar a organização de:

- seminário final do projeto europeu SITE (Smart Integrated Ticketing for Europe) no próximo dia 29 de Outubro. José Carlos Mota, Frederico Moura e Sá e Gil Ribeiro participam no encontro, que terá lugar em Aveiro;
- paralelamente, nos dias 28 e 29, poderão visitar uma exposição sobre Sistemas de Bicicletas Partilhadas, também em Aveiro. A iniciativa é da Plataforma Tecnológica da Bicicleta e Mobilidade Suave da Universidade de Aveiro.


Registam-se ainda as seguintes apresentações públicas recentes ou a ter lugar proximamente:
- José Carlos Mota falou sobre Cidades, participação e futuro em Mangualde em Setembro passado e em Viseu no passado dia 17, para tentar responder à pergunta como planear cidades saudáveis que não sejam só no papel ou no discurso?;
- Dulce Lopes participou no passado dia 7 no ciclo de conferências da RSA/Coimbra Editores, com uma apresentação sobre A operatividade dos instrumentos de reabilitação urbana. Este será igualmente o tema da sua participação num evento promovido pela Vida Imobiliária e a CM de Braga no próximo dia 25, em Braga.


E, enfim, a introdução de quatro novos textos no nosso repositório sobre:
unidades de execução;
o ordenamento da ocupação dispersa;
a Lei de Bases;
mais-valias e indemnizações por expropriação.

21 de outubro de 2014

Island Cities and Urban Archipelagos

Quando:
21-25 October 2014

Onde:
Copenhagen | Denmark

A diversity of island cities
Islands are often associated with peripherality, yet over the course of human history, they have also been important sites of urban development. Many important regional cities and global cities have developed wholly or partially on small islands or archipelagos. Physical separation from the mainland and spatial limitations along with a maritime tradition can encourage the transport of products and ideas, improved defence infrastructure, construction of social capital, consolidation of political power, formation of vibrant cultures, and concentration of population. Some such island-based cities were located on inland river islands and have since expanded far beyond their original borders (for example, Paris and Strasbourg) while others are still strongly associated with their island cores (for example, Hong Kong and New York City).

Major population centres located on larger, primarily rural islands and archipelagos represent another type of island city. Each of these cities is affected not just by the dynamics at work in urban areas in general but also by the special functions it gains from acting as a metropolis that provides goods and services to rural island hinterlands.

Ver mais:
http://www.islanddynamics.org/islandcities.html
http://www.islanddynamics.org/ICUA%202014%20Programme%20and%20Abstracts.pdf

17 de outubro de 2014

Cidades, Participação e Futuro

Quando:
17 de Outubro


Onde:
Viseu


Com quem:
José Carlos Mota


Quem organiza:
Núcleo de Arquitectos da Região de Viseu


Como planear cidades saudáveis que não sejam só no papel ou no discurso?

A necessidade de uma abordagem mais holística e preventiva à questão da saúde e bem-estar das comunidades que vivem aglomerações urbanas fez com que a OMS criasse em 1986 o conceito de «cidades saudáveis». Apesar do impacto mediático da iniciativa, e do seu desenvolvimento à escala global, os resultados têm ficado um pouco aquém do desejado. Isto aconteceu em grande medida pela dificuldade da passagem da teoria à prática, seja pela exigência dos requisitos - ambiente físico de qualidade, necessidades básicas da população asseguradas, serviços públicos de saúde acessíveis a todos – seja pela ambição metodológica necessária à sua concretização- compromisso político, liderança, mudança institucional e parcerias entre actores.
A partir da análise da realidade em Portugal e dos problemas que as nossas cidades hoje enfrentam,  pensar de que forma nos podemos organizar colectivamente para planear e conceber «cidades (verdadeiramente) saudáveis».

Guião da conversa:

http://pt.slideshare.net/zemota/cidades-participao-e-futuro-noites-na-plis-mangualde-20-setembrovf

Ver mais:
http://estadosocial.blogs.sapo.pt/como-podemos-planear-cidades-saudaveis-86205
http://pt.slideshare.net/zemota/cidades-participao-e-futuro-noites-na-plis-mangualde-20-setembrovf

16 de outubro de 2014

Planeamento e Gestão Sustentável do Espaço Público

2º Encontro de Urbanismo
PLANEAR E INTERVIR PARA UMA CIDADE SUSTENTÁVEL

Quando:
16 de Outubro - 18h

Onde:
CIUL

Ver mais:
http://www.cm-lisboa.pt/viver/urbanismo/ciul/2o-encontro-de-urbanismo

15 de outubro de 2014

SYMPOSIUM “TOWARD INTEGRATED MODELLING OF URBAN SYSTEMS”

Quando:
15-17 Outubro 2014

Onde:
France - Lyon

The 2014 symposium of the French Scientific Network “Urban Modelling” will be organized in Lyon by the Transport Economics Laboratory (LET, CNRS, ENTPE and University of Lyon).

Contributions are expected in the scope of the urban modelling. This includes, without claiming to the exhaustiveness, the built environment and the physical phenomena, the urban morphologies and the spatial and temporal dynamics, the nature and the living in town. This scope mobilizes the human and social sciences, the sciences of the environment and the engineering sciences.

Theme development : “Toward integrated modelling of urban systems”

The scientific committee of the symposium wishes to favour research papers tackling urban issues from the point of view of the integrated modelling and the removing of barriers between urban dimensions and between disciplines.

Contributions are expected in the following fields (non exhaustive):

- Urban metabolism
- Urban mobility
- City logistics
- Digital city
- Urban climate
- Natural and anthropogenic physical phenomena
- Social, legal and economic phenomena
- Urban biodiversity
- Energy, water and other resources

The French Scientific Network “Urban Modelling”, on the initiative of this symposium, includes stakeholders of the sustainable city, from upstream research to practitioners, with an objective of removing barriers between disciplines and between stakeholders.

The majority of the world population live now in urban areas which are quickly extending. This phenomenon raises questions in several dimensions : the economic one (efficiency of the city and costs for its stakeholders), the social one (cohesion, segregation and disparities of access to the amenities) and the environmental one (energy consumption, greenhouse gas emissions, loss of biodiversity, land artificialisation). The simultaneity of problems calls for an integrated approach into urban policies, their evaluation and consequently the modelling of urban processes.

These processes involve spatial and temporal dynamics on various scales, whether short-term (less than an hour in transport networks) or long-term ones (several decades), unpredictable breaks or smooth urban transitions during one or two decades, the transformations of single districts or whole urban areas. A first issue thus relates to the characterization of the relevant spatial and temporal scales to handle urban phenomena.

A second issue relates to the linking of various spatial and temporal scales between models (aggregate / disaggregate, micro / macro, static / dynamic). It is now a commonplace to say that the city is a complex system and the sciences of the complexity contribute today to the modelling of parts of this system by a bottom-up approach. However, how to reconcile the bottom-up models (which make emerge collective behaviour as in the case of multi-agents models) with the top-down models which are relevant to represent certain macroscopic processes ? Besides, the architectures of models become more and more complex by combining an important number of components. How to ensure a consistent calibration of the whole ?

The third issue follows from the emergence of “big data”, as for example GPS data allowing to locate mobile items (vehicles or human beings equipped with smartphones), and more generally various data of consumption susceptible to be made available in the near future (for instance the intelligent meters of electricity, e-ticketing and e-money). How does this phenomenon contribute to renew the problem of the urban data collection ? How can these data complete the richer data traditionally collected during heavy cross-section surveys ?

Finally, these new data may be available real time, modifying the mode of management of the city and challenging the traditional models of planning. Besides, with this injunction to real time, the models also have to lose their black box aspect and improve their legibility in order to present the results in a way which can be communicated to the decision-makers, even to the citizens, and, why not, turning them out into tools of interactive exploration placed at the heart of the public debate.

Ver mais:
http://urbanmodelling.sciencesconf.org

13 de outubro de 2014

BIAU - Bienal Iberoamericana de Arquitectura y Urbanismo

Quando:
13 a 18 de Outubro 2014

Onde:
Cidade Rosário | Argentina

La Bienal Iberoamericana de Arquitectura y Urbanismo (BIAU) es una iniciativa del Gobierno de España, consolidada tras la realización de ocho ediciones anteriores, como una de las referencias fundamentales para conocer la situación actual y prospectiva de la arquitectura y del urbanismo en la comunidad iberoamericana.

Las actividades básicas de la Bienal giran en torno al reconocimiento de trayectorias profesionales y de obras significativas de arquitectura; a resaltar las mejores publicaciones del sector; a premiar los trabajos de investigación más sobresalientes o las mejores ideas de arquitectos y estudiantes de arquitectura a través de concursos en la red.

La IX BIAU ROSARIO 2014 espera contribuir a la construcción de una línea de pensamiento crítica y de una política cultural integradora, en el marco de la arquitectura y el urbanismo, difundiendo las obras/experiencias más destacadas de dicha comunidad iberoamericana. Pretende además coordinar un área permanente de diálogo y reflexión, estimulando la participación y el interés de segmentos sociales diferentes para, por ejemplo, la construcción de la ciudad o la defensa de un territorio.

Ver mais:
http://www.bienalesdearquitectura.es/index.php/es/inicio-biau/

10 de outubro de 2014

Conferência Nacional "0 25 DE ABRIL E O PODER LOCAL DEMOCRÁTICO"

Quando:
10 de Outubro de 2014


Onde:
Évora - Palácio de D. Manuel


Quem promove:
CIMAC, Comunidade Intermunicipal do Alentejo Central

O Tema
Pretende analisar as quatro décadas de poder local em Portugal, promovendo a reflexão e discussão sobre as estratégias e caminhos de interesse no atual contexto social e económico para autarquias e cidadãos.

A quem se destina
Dada a natureza dos temas a abordar consideramos ser de especial interesse para todos os membros de órgãos do poder local, funcionários de autarquias, juntas de freguesias, associações de municípios, professores, estudantes, membros de associações, coletividades entre outros profissionais de setores de atividade variados.

Participa:
Jorge Carvalho
- 15h15 - Os Municípios e o Planeamento

Ver mais:
http://www.cimac.pt/convida/
http://ordenaracidade.pt

Conference "Urban Futures-Squaring Circles: Europe, China and the World in 2050"


Quando:
10-11 Outubro 2014


Onde:
Lisboa


Organização:
Institute of Social Sciences of the University of Lisbon (ICS-UL), for URBACHINA
Institute of Studies for the Integration of Systems (ISIS), for URBACHINA
Institute of Future Cities of The Chinese University of Hong Kong (IfC-CUHK)

Cities play a prominent role at the local level but also, increasingly, at global level. Issues such as climate change, and inequality, call for the capacity to envision alternative development directions for their future. On the other hand, the growing complexity of urban systems requires new planning approaches, which traditional planning methods, usually short-term oriented and lacking an integrated approach, have been unable to deliver. In response to this complexity and the rising uncertainty and risks brought in by globalization and technological progress, futures studies and scenario-based policy and planning frameworks, are seen by some as a sustainable alternative to traditional planning and increasingly used as creative and collaborative bases for decision-making.

Under the theme Urban Futures-Squaring Circles: Europe, China and the World in 2050 this conference will explore advances in long-term thinking and foresight studies related to the urban question. The Conference builds on an on-going project (URBACHINA), partly funded by the 7th Framework Programme of Research and Innovation of the European Commission, which entails the definition of a scenario space for urbanization to 2050, and the development of alternative scenarios for European and Chinese cities.

This comprehensive theme allows for a wide range of topics concerning the future of cities, which were organized based on two core themes and four thematic threads:

Core Theme I.
Scenarios for Cities of the Future
- “Urban Concept” 2050 .
- Sustainable Urban Visions 2050 .
- Planning for cities and regions

Core Theme II.
People and Societies in Future Cities
- Daily life and lifestyles .
- Liveability and sustainability .
- Geography and place versus virtuality .
- Individual versus collective .
- Values and worldviews

Thematic thread A:
Forward Thinking Methods
- Innovative forward looking techniques: quantitative or qualitative?
- The normative versus exploratory debate
- Foresight and strategic planning

Thematic thread B:
Governance in Future Cities
- E-governance and activism
- Participatory governance
- Collaboration and responsibility
- Solving tensions

Thematic thread C:
Future of Resources
- Scarcity and “enough”
- Urban metabolism
- Urban ecological footprint
- Self-sufficiency

Thematic thread D:
Future of Urban Systems
- Emerging technologies for urban systems
- Intelligent environments
- Internet of things

The two core themes reflect the main concern of this first conference.* We are interested in the sustainable future of cities – for the people who will live there. Each thematic threadcontributes directly or indirectly to this concern, and can cover several debates and topics, as fully described under THEMES. We seek to discuss current urbanization trends and resulting challenges for Cities with respect to these six interrelated topics, and to identify research priorities and collaborative opportunities between the EU and China. From a policy perspective, we aim to identify ways to strengthen the effectiveness and impact of foresight mechanisms in the framing and delivering of urban sustainable and liveable futures.
...

The conference is therefore designed to provide a necessarily interdisciplinary forum for researchers and practitioners from the social sciences and the humanities, as well as the natural science fields of knowledge and practice. Besides the research community, we wish to engage companies, policy makers and representatives of civil society in debating the future of cities.
...

Ver mais:
http://www.ufsc2050.ics.ul.pt

Enviado por:
Luis Balula

7 de outubro de 2014

"Reabilitação Urbana - Regime, Desafios e Oportunidades"

A Operatividade dos Instrumentos de Reabilitação Urbana

Com quem:
Dulce Lopes

Quando:
07 de Outubro, 2014

Onde:
Auditório da Livraria Jurídica, Rua Ferreira Borges, nº 77-79, Coimbra




Ver mais:
http://www.rsa-advogados.com/Backoffice/UserFiles/Conferências/Reabilitação%20Urbana%20-%20OUT14_Coimbra/Operatividade%20dos%20instrumentos%20de%20reabilitação%20urbana%20-%20DL.pdf

6 de outubro de 2014

Afirmar o Futuro - Políticas Públicas para Portugal

Quando:
6 e 7 out 2014 | 09h00

Onde:
Lisboa - Fundação Calouste Gulbenkian - Auditório 2

Programa
Tema IV | Território, ordenamento e ambiente
Presidente de Mesa: Teresa Gouveia | Administradora da Fundação Calouste Gulbenkian
15:30-15:50 | Energia e ambiente
Eduardo Oliveira Fernandes | Faculdade de Engenharia da Universidade do Porto
15:50-16:10 | Território e cidades
João Seixas | ICS – Universidade de Lisboa
16:10-16:30 | Territorialização de políticas sectoriais: cultura e educação
António Figueiredo | Administrador da Quaternaire Portugal
16:30-17:00 | Debate com o público
17:20-18:20 | Painel de Discussão 
Moderador:
João Ferrão | ICS – Universidade de Lisboa
Convidados:
Helena de Freitas | Vice-Reitora da Universidade de Coimbra
Jorge Vasconcelos | Presidente da Comissão para a Reforma da Fiscalidade Verde
Luísa Schmidt | ICS – Universidade de Lisboa
Armando Sevinate Pinto | Coordenador técnico da AGROGES e Ministro da Agricultura, 2002-04







Ver mais:
http://www.gulbenkian.pt/Institucional/pt/Agenda/Eventos/Evento?a=4928

OPEN DAYS 2014 'Growing together – Smart investment for people'










Quando:
6-9 October 2014

Onde:
Brussels - 5th and 6th floor of the Committee of the Regions

THEMES

The Context

The policy cycle of cohesion policy suggests that due to the launch of the 320+ national, regional and territorial cooperation programmes in 2014, first experiences with their implementation may be at the forefront of debates during the 12th European Week of Regions and Cities. Moreover, the event will be held a few months after closing the public consultation on the European Commission's 'Sixth Report on Economic, Social and Territorial Cohesion' and the related 'Sixth Cohesion Forum' (May 2014).

The thematic priorities

The OPEN DAYS 2014 will be held under the slogan 'Growing together – Smart investment for people', with workshops addressing one of the following themes:
* Connecting regional strategies: smart specialisation, digital agenda, SME support, low-carbon economy (supported by the ERDF), training and social inclusion (supported by the ESF); urban dimension.
* Building capacity: new features and instruments in programme management (financial engineering, performance framework evaluation, partnership arrangements).
* Territorial cooperation: the new generation of pan-European programmes (INTERREG, URBACT, ESPON, INTERACT); international cooperation.

The OPEN DAYS could foster exchange about those thematic priorities that are compulsory for each region between 2014-2020. There would also be the opportunity to look into new instruments such as Integrated Territorial Investments and Community-led Local Development, financial instruments, the new European Territorial Cooperation programmes and the Adriatic-Ionian Macro-regional Strategy to be adopted during the Italian Presidency of the Council of the EU.

What are the OPEN DAYS?
European Week of Regions and Cities is an annual four-day event during which cities and regions showcase their capacity to create growth and jobs, implement European Union cohesion policy, and prove the importance of the local and regional level for good European governance.
...

Ver mais:
http://ec.europa.eu/regional_policy/conferences/od2014/index.cfm

4 de outubro de 2014

Habitat III - Third United Nations Conference on Housing and Sustainable Urban Development

Habitat III is the United Nations Conference on Housing and Sustainable Urban Development to take place in 2016. In resolution 66/207 and in line with the bi-decennial cycle (1976, 1996 and 2016), the United Nations General Assembly decided to convene, the Habitat III Conference to reinvigorate the global commitment to sustainable urbanization, to focus on the implementation of a “New Urban Agenda”, building on the Habitat Agenda of Istanbul in 1996.

Member States of the GA, in resolution 67/216, decided that the objective of the Conference are to secure renewed political commitment for sustainable urban development, assess accomplishments to date, address poverty and identify and address new and emerging challenges. The conference will result in a concise, focused, forward-looking and action-oriented outcome document.

The Conference welcomes the participation and contributions of all Member States and relevant stakeholders, including parliamentarians, civil society organizations, regional and local government and municipality representatives, professionals and researchers, academia, foundations, women and youth groups, trade unions, and the private sector, as well as organizations of the United Nations system and intergovernmental organizations.

Habitat III will be the first UN global summit after the adoption of the Post-2015 Sustainable Development Agenda and, hopefully, a new climate change agreement. It offers a unique opportunity to discuss the important challenge of how cities, towns and villages are planned and managed, in order to fulfill their role as drivers of sustainable development, and hence shape the implementation of new global development and climate change goals.

Ver mais:
http://unhabitat.org/habitat-iii/

AESOP Discussion on the New Urban Agenda

Habitat III, the Third United Nations Conference on Housing and Sustainable Urban Development, will take place in 2016, and UN-Habitat is in the process of asking local authorities and other Habitat Agenda Partners for their assistance in structuring the Habitat III meetings and formulating a New Urban Agenda.

... To start the debate, we open the following points for discussion.

- The New Urban Agenda must stress the importance of well-trained planners who are equipped with the necessary knowledge and competencies for the attainment of sustainable urbanization, resilient regions, smart cities, accessible urban spaces and just societies.

- Strengthening the link between practice and research(ers)/academia that deal with the built environment is crucial and should be addressed as a priority.

- The rapidly emerging debate around the 'right to the city' movement should be addressed in the New Urban Agenda. The right to have a place to stay and to be connected through accessible means of transport, and the right for citizens to meet in spaces and places (squares) as collectives are issues of great importance.

- The New Urban Agenda should stress the importance of ‘good governance’ as well as allowing discursive practices in support of transparent decision making

- Urban dynamics beg for approaches which not only focus on a means-end relationship or which are not solely process and consensus driven, but incorporate adaptive attitudes as well as conditional structures which do not just constrain but are also meant to enable.

- The New Urban Agenda should above be a social agenda, stressing issues as well-being, liveability, affordability, access and health, and supports identity building of communities and urban collectives.

- The New Urban Agenda should consider (discontinuous) change being the only constant factor to the urban. This idea affects both institutional and spatial design fundamentally. It also means a break with the idea of linear growth which has proven to be invalid.

Ver mais:
http://www.aesop-planning.eu/news/en_GB/2014/06/19/readabout/discussion-on-new-urban-agenda

3 de outubro de 2014

CONFERÊNCIA SOBRE A REVISÃO DO REGIME JURÍDICO DA URBANIZAÇÃO E DA EDIFICAÇÃO

Quando:
3 DE OUTUBRO DE 2014

Onde:
AUDITÓRIO DA FACULDADE DE DIREITO DA UNIVERSIDADE DE LISBOA

PROGRAMA
10h00-10h45
- Sessão de Abertura: Apresentação das principais alterações previstas no novo Regime Jurídico da Urbanização e da Edificação
Prof. Doutor Miguel de Castro Neto
Prof. Doutor Jorge Miranda


10h45-12h30
- 1.o Painel: Instrumentos de simplificação administrativa e novas responsabilidades dos municípios e dos particulares
Moderador – Prof. Doutor Jaime Valle (FDUL)
Prof. Doutor Luís Fábrica (UCP)
Dr. Luciano Marcos (Advogado)
Mestre João Tiago Silveira (FDUL)
Mestre Gonçalo Reino Pires (Advogado)
12h15 – 12h30
- Debate

14h-15h45
- 2.o Painel: O “novo” procedimento de comunicação prévia
Moderador – Prof. Doutor João Miranda (FDUL)
Prof. Doutora Fernanda Paula Oliveira (FDUC)
Prof. Doutora Ana Gouveia Martins (FDUL)
Mestre Jorge Silva Sampaio (FDUL)
Dra. Isabel Abalada Matos (Advogada)
15h30-15h45h
- Debate

16h15-18h00
- 3.o Painel: Medidas de tutela da legalidade urbanística e regularização de operações urbanísticas
Moderador – Prof. Doutor Claudio Monteiro (FDUL)
Prof. Doutora Raquel Carvalho (UCP)
Mestre André Folque (Provedoria de Justiça)
Mestre António Duarte de Almeida (Advogado)
Mestre Pedro Moniz Lopes (FDUL)
17h45 – 18h00
- Debate

18h00-18h30
- Sessão de encerramento: Apresentação das conclusões pelos moderadores dos painéis

Ver mais:
http://www.icjp.pt/conferencias/4757/programa

1 de outubro de 2014

XVI Congresso Iberoamericano de Urbanismo

Quando:
1 - 4 Outubro 2014

Onde:
Sintra - Centro Cultural Olga Cadaval


TEMA
Sociedade e Território: novos desafios

SUB-TEMAS
1. Ordenamento do Litoral
2. Valorização dos Espaços Agrícolas e Florestais
3. Paisagem e Património
4. Conceitos Inovadores para o Urbanismo

O urbanismo contemporâneo utiliza o território como suporte para a criação de riqueza e o desenvolvimento da sociedade. Mas o ordenamento do espaço do litoral, a economia dos espaços agrícolas e florestais e a gestão da paisagem e do património cultural são matérias que nem sempre têm focado a atenção dos urbanistas. Reconhecidamente, é uma agenda urbana que ocupa a nossa atenção dedicada e contínua.

Ora, o território como recurso económico apresenta novos desafios que não se esgotam na cidade. A competitividade global, as problemáticas alimentar e ambiental, a exploração de materiais-suporte do modo de produção urbana, a importância crescente do interface do litoral, o lazer e a economia de montanha e a pressão sobre os solos agrícolas e florestais, na amplitude dos espaços rústicos, obrigam ao ordenamento do território além da cidade, à valorização de ativos estratégicos e à consideração da biodiversidade, da paisagem e do património cultural. Em exercício de bem-fazer.

O ordenamento das frentes de mar e do litoral - onde se inicia e esgota 90% do comércio mundial - que convocam o lazer da cidade, a classificação dos solos e a economia em meio rústico, onde se acolhem e estimulam inúmeras utilizações compatíveis e desejáveis com as funções dominantes, o avanço sobre a paisagem e o património cultural, de atividades dirigidas à satisfação de procuras de todo o tipo, determinam o dever dos urbanistas, em refletir e propor quadros de intervenção e critérios compatíveis com equilíbrios múltiplos. É no cumprimento desse dever que se convoca o XVI CONGRESSO IBERO AMERICANO DE URBANISMO, à reflexão e proposição, centrada no Ordenamento do Litoral, na Valorização dos Espaços Agrícolas e Florestais e na Gestão da Paisagem e do Património, garantindo-se elevação de competência ampla e matriz coordenada, valor do Urbanista. Relacionado com estes subtemas, acrescenta-se um quarto, relativo a conceitos inovadores no nosso âmbito profissional.

Ver mais:
http://www.ciu2014.com

30 de setembro de 2014

Seminário "Que Código das Expropriações?"

Quando:
2014-09-30

Onde:
Porto - Auditório da Fundação EDP


Quem promove:
IGAP

Público alvo:
Eleitos Locais, Dirigentes e Técnicos dos Municípios, Dirigentes e Técnicos de Serviços da Administração Central e Desconcentrada, Avaliadores Oficiais e Magistrados e Outros interessados no tema.

Objectivos:
Considerando a iminente revisão do Código das Expropriações, o reforço da atribuição aos Tribunais Administrativos da competência para conhecer dos processos de expropriação litigiosa, a problemática Direito de Propriedade/Função Social do Solo e a recente publicação da Lei de Bases da Política de Solos, do Ordenamento do Território e do Urbanismo, o IGAP promove a divulgação do presente Seminário.

Programa:
I - Linhas Gerais do Projeto de Revisão do Código de Expropriações
- José Miguel Sardinha, Coordenador da Comissão de Revisão do Código das Expropriações, Advogado

II - O Instrumento "Expropriação por Utilidade Pública” no quadro do Ordenamento do Território
- Licínio Lopes, Universidade de Coimbra, Jurista
- Fernanda Paula Oliveira, Universidade de Coimbra, Jurista

III - A "Justa Indemnização” no Projeto de Revisão do Código e as mais e menos valias originadas pelo Ordenamento do Território
- Jorge Carvalho, Universidade de Aveiro, Urbanista
- A. Guedes Marques, CCDRNorte, Avaliador Oficial
- João Pacheco de Amorim, membro da Comissão de Revisão do Código, Universidade do Porto, Jurista

DEBATE

Ver mais:
https://www.igap.pt/pt/formacao-cursos/que-codigo-das-expropriacoes-seminario-porto/
http://ordenaracidade.pt

Sessão Pública "PNPOT - Programa de Ação, Presente e Futuro"



Quando:
30 setembro 2014


Onde:
Lisboa


Programa
15:00
- Abertura
16:00
- Visita à exposição

16:15
- Mesa redonda | PNPOT - Programa de Ação, Presente e Futuro
João Ferrão
Miguel de Castro Neto
Eduardo Brito Henriques
16:45
- Debate

O Programa Nacional da Política de Ordenamento do Território (PNPOT), aprovado pela Lei n.º 58/2007, de 4 de setembro, é «o instrumento de desenvolvimento territorial de natureza estratégica que estabelece as grandes opções com relevância para a organização do território nacional, consubstancia o quadro de referência a considerar na elaboração dos demais instrumentos de gestão territorial e constitui um instrumento de cooperação com os demais Estados membros para a organização do território da União Europeia».

Terminado o período de vigência do Programa de Ação 2007-2013 do PNPOT e assinado o Acordo de Parceria - Portugal 2020, o Governo determina agora o início dos trabalhos para a preparação de um novo Programa de Ação 2014-2020. Este permitirá consubstanciar a definição e programação de uma Estratégia de Desenvolvimento Territorial para a aplicação dos fundos comunitários e nacionais, numa ótica de integração e territorialização das políticas públicas, constituindo o suporte estratégico e institucional para a implementação das novas Abordagens Integradas de Desenvolvimento Territorial previstas no Portugal 2020.

A decisão do Governo tem por base os resultados de um processo de avaliação levado a cabo pela Direção-Geral do Território que envolveu uma rede de pontos focais de cerca de 60 organismos da Administração Pública. Esta avaliação, compilada num relatório agora tornado público, faz o balanço da execução e dos resultados alcançados pelo programa de políticas do PNPOT entre os anos 2007 e 2013, avançando com um conjunto de conclusões e recomendações que têm como objetivo sustentar as novas opções de política, garantindo as condições necessárias a uma efetiva implementação do PNPOT no próximo ciclo de programação.

O novo Programa de Ação quer-se mais operativo, com uma identificação clara do modelo de governança e da estrutura de acompanhamento e monitorização, assegurando a adequada cooperação institucional entre os atores responsáveis pela implementação das medidas de política e dando resposta às fragilidades e constrangimentos identificados que, no passado, se traduziram em claros obstáculos a uma plena execução do instrumento que é a cúpula do sistema de gestão territorial português.





Ver:
http://www.dgterritorio.pt/noticias/sessao_publica__pnpot___programa_de_acao_presente_e_futuro_/

26 de setembro de 2014

Design for Crisis: An architectural tactic for the expansion of architectural possibilities

Artigo presente no Jornal Homeland - News from Portugal
Bienal de Arquitetura de Veneza 2014.

Design for Crisis: An architectural tactic for the expansion of architectural possibilities
ADOC

The 2007 collapse of the western financial system, triggered by the United States subprime mortgage meltdown and the resultant burst of the real estate bubble had a profound influence in the Portuguese Urban landscape. The current crisis, inextricably fuelled by speculative rise in property value, lenient planning laws and easy access to housing loan credit sets the stage for a propositional reflection regarding the concept of the Collective. The visible dimension of the financial rupture, demonstrated by the numerous unfinished constructions and real estate developments that symbolise open wounds in the urbanity, will be the object under scrutiny. They are a part of a bigger and more invisible issue, the massive amount of vacant buildings and unused properties owned by banks and real-estate funds.

The key objective of project Architecture and Crisis: Summoning the Collective is to achieve the completion of an architectonic structure whose construction was interrupted by financial issues. However, it is an exercise that proposes a change in architecture’s current role within the urban production processes, intervening directly in its business model and redistributing the actions of its agents in order to address a specific social and urban problem. It will instigate Architectural practice to become the platform of consensus between stakeholders by intensifying its engagement with pre-established processes and plans of action, in order to achieve a social and urban gain. The project does not rely on an expectation of economic recovery, so it is not driven by a vision of future prosperity. Its core dynamic will be placed in the pre-design stage, therefore concentrating efforts on a more political dimension in the development of strategies in the Housing domain.

The architectural device of the design proposal entails both a volumetric mapping of the dwellings, maximizing spatial flexibility and increasing the responsiveness to the public space, and a radical differentiation of domestic space configuration. The idea is to challenge the virtually absolute homogeny of housing typologies available in the market, that are codified by a banal and rigid spatial setting, and in which the great differentiator is the number of bedrooms. Each house can be sold bare, with minimum facilities (one kitchen and one bathroom) and the partitions will be made by extrapolating specific needs and preferences of future owners. This architectural strategy will lead to a substantial decrease in the required material investment, leading to a well below average housing pricing and to an increase of its affordability. On the other hand, it gives the owners the opportunity either to work alongside architects to personalize/tailor the domestic environment or to simply live in a bare space whose configuration can evolve in time. Hence, from a marketing point of view, the ‘architectural product’ is not a closeend, entirely realized and already complete typology, but cubic meters of fully configurable private space.

The successful implementation of this architectural strategy requires a convergence of attitudes from the all the stakeholders. It needs an easing of the bureaucracy from the city hall, a relaxation of the modus operandi from the financial agents, a willingness by real-estate developers to accept out-of-the-box proposals, the capacity to adapt from the point of view of management from the building contractors, and an openness from architecture to continuously update its proposals. Therefore, each unfinished building proposes a different challenge, calls for distinctive actions, and will produce singular design approaches, so there is no way of neatly framing the project. On the other hand, as it also does not want to contribute to the expansion of the building environment, the eligibility of an adequate unfinished structure will be dependent on its urban sitting, its physical characteristics.

It is important to underline that the project does not aspire to become a universal solution. It is precisely the opposite, as it proposes a discreet, case-bycase, exercise, that expands potentials and mutual and symbiotical benefits. For the owners of the half-finished building, it is a plan to escape financial ruin and escalating maintenance costs. For the real-estate developers, it is a plan to reduce both in the construction cost and the investment risk. For the city council it is an opportunity to solve an urban problem. The project is responsive to the contemporary demand for increasing flexibility regarding industry, market and lifestyles; it creates a product that currently does not exist in the market while addressing a blind spot in the housing system.

In the current context of crisis and inertia of the building and real estate sectors, the project has the merit of placing architecture face-to-face with its responsibilities regarding the Collective realm, by setting architecture as the place of convergence of the agents involved in urban planning and management.

Ver mais:
http://homeland.pt/tackling-big-empty-spaces/

Enviado por:
Hélder Sousa

25 de setembro de 2014

3.º SEMINÁRIO TERRITÓRIO E CIDADES DO NORTE ATLÂNTICO IBÉRICO


O âmbito temático enquadra-se na noção que a viabilidade e reabilitação dos territórios dependem do seu potencial de gerar valor e emprego, através da capacidade de atrair e fixar atividades económicas e habitantes.

Tem como objetivo aprofundar o debate sobre a reabilitação de territórios, a economia urbana, as atividades económicas e os usos do solo enquanto constituintes basilares de processos sistémicos de desenvolvimento e transformadores das paisagens, das formas urbanas e de estruturas socio físicas no contexto geográfico do Norte de Portugal e a Galiza.



Quando:
25 e 26 de setembro de 2014 - 09.30/ 12.30 | 14.00/ 20.30

Onde:
Biblioteca Municipal de Viana do Castelo | Sala Couto Viana

Organiza:
ESG / Escola Superior Gallaecia | CIESG / Centro de Investigação da ESG CMVC / Câmara Municipal de Viana do Castelo

Programa:
26 de setembro - 09.30/ 20.30

- 09.30/ 12.30 | 2.ª SESSÃO TEMÁTICA – TIPOS, PROCESSOS E GESTÃO FÍSICA DE TERRITÓRIOS
Moderação: Isabel Rodrigues (CMVC)
09.30/ 10.15 | Jorge Carvalho, Frederico Moura e Sá, Carina Pais (UA); 10.15/ 11.00 | Henrique Seoane Prado (UDC);
11.00/ 11.45 | David Leite Viana (ESG)
11.45/ 12.30 | Debate

- 14.00/ 18.30 | 3.ª SESSÃO TEMÁTICA – TERRITÓRIOS PRODUTIVOS, ATIVIDADES E INFRAESTRUTURAS
Moderação: Mónica Alcindor (ESG)
14.00/ 14.45 | Francisco Laranjeira (ENERCON);14.45/ 15.00 | João Figueira (UNL); 15.00/ 15.45 | Paulo Vieira (CMVC)
15.45/ 16.30 | Debate

- 16.45/ 19.45 | 4.ª SESSÃO TEMÁTICA – PROJETO E FORMA URBANA
Moderação: Rui Florentino (ESG)
16.45/ 17.30 | Manuel Teixeira (FAUTL); 17.30/ 18.15 | Maria Manuel Oliveira (EAUM); 18.15/ 19.00 | Álvaro Domingues (FAUP)
19.00/ 19.45 | Debate

- 19.45/ 20.30 | SESSÃO DE ENCERRAMENTO DO SEMINÁRIO

Ver mais:
http://www.esg.pt/images/pdfs/3sem_tcnai_programa.pdf
http://ordenaracidade.pt

24 de setembro de 2014

PLURIS 2014 (RE)INVENTAR A CIDADE EM TEMPOS DE MUDANÇA

6º CONGRESSO LUSO BRASILEIRO PARA O PLANEJAMENTO URBANO, REGIONAL, INTEGRADO E SUSTENTÁVEL
6th LUSO-BRAZILIAN CONFERENCE ON URBAN, REGIONAL, INTEGRATED, AND SUSTAINABLE PLANNING

Quando:
24 a 26 de setembro de 2014

Onde:
Lisboa - Fundação Calouste Gulbenkian

Coordenação Geral:
Francisco M. Camarinhas Serdoura, Faculdade de Arquitectura da Universidade de Lisboa

APRESENTAÇÃO
Um mundo em mudança requer cidades e territórios que acomodem essa alteração e que se ofereçam aos seus habitantes e visitantes, utilizadores e construtores da sua dinâmica, em contexto de segurança, e que sejam ainda indutores de bem-estar e de iniciativa.

(Re)inventar é assim, refazer ligações conhecidas com nova matéria-prima, projectar conexões e vivências com a memória do que se conhece e se respeita, mas com a criatividade e o engenho ao serviço do futuro. Mudança, por outro lado, é reconhecer limitações e potencialidades, e preferencialmente ter controlo sobre as acções e decisões a tomar para que não haja rupturas tanto na esfera pessoal como na colectiva.

O século XXI oferece aos actores (técnicos, promotores, população e políticos) desafios únicos que se prendem essencialmente com duas condições: as dinâmicas demográficas e o dever da sustentabilidade. O modelo do urbanismo liberal que tem regulado a maioria das intervenções urbanas nos últimos 40 anos encontra-se desgastado, inoperante e incapaz de se auto-regular ou regenerar, tendo posto a descoberto uma crise de valores que dificulta em muito a evolução das sociedades para um novo paradigma que responda eficazmente aos desafios atrás apontados. Avizinha-se o término de um ciclo, e invariavelmente, a mudança faz-se a diferentes velocidades e de múltiplas maneiras. Perceber e reflectir sobre esta mudança que se anuncia, mas que tarda em se materializar, é o objectivo deste congresso.

TEMAS DO CONGRESSO
- Ambiente & Energia
- Cidades Inovadoras & Inteligentes
- Mobilidade & Transportes
- Planejamento Regional & Urbano

TÓPICOS
01 Acessibilidade e mobilidade urbanas;
02 Algoritmos genéticos;
03 Ambiente do espaço construído;
04 Análise espacial;
05 Aspectos ambientais do transporte;
06 Autómatos celulares;
07 Cidades e regiões digitais;
08 Clima e planeamento urbanos;
09 Conforto ambiental em espaços urbanos;
10 Ecologia urbana;
11 Educação e transferência de tecnologia;
12 Energia e planeamento urbano;
13 Ergodesign e usabilidade nos espaços urbanos;
14 Estatística espacial;
15 Geomática aplicada à gestão do território;
16 Gestão ambiental;
17 Gestão de infra-estruturas;
18 Inclusividade dos espaços urbanos;
19 Integração entre uso do solo e transportes;
20 Planeamento auxiliado por computador;
21 Planeamento e gestão do uso do solo;
22 Planeamento, organização e sustentabilidade em eventos
23 Planeamento sustentável;
24 Qualidade de vida urbana;
25 Questões sócio-económicas;
26 Redes neuronais artificiais;
27 Reabilitação ambiental urbana;
28 Simulações ambientais;
29 Sistemas de apoio à decisão;
30 Sistemas de apoio ao planeamento;
31 Sistemas de emergência e segurança em meio urbano;
32 Sistemas de informação;
33 Sistemas de informação geográfica;
34 Sistemas de posicionamento global;
35 Sustentabilidade em transportes

Ver mais:
http://pluris2014.fa.ulisboa.pt/

23 de setembro de 2014

Decreto-Lei n.º 141/2014 - produção cartográfica no território nacional

Foi publicado o Decreto-Lei n.º 141/2014, de 19 de Setembro (sexta alteração ao Decreto-Lei n.º 193/95, de 28 de Julho) que vem estabelecer “os princípios e normas a que deve obedecer a produção cartográfica no território nacional”.

Eighth International Conference on Geographic Information Science

GIScience 2014

Quando:
September 23, 2014 is dedicated to Workshops and Tutorial.
The main conference takes place from September 24 to 26, 2014.

Onde:
Vienna University of Technology, Austria

GIScience 2014 continues a highly successful series of conferences started in 2000 that regularly brings together more than 200 international participants from academia, industry, and government organizations to discuss and advance the state-of-the-art in Geographic Information Science.

GIScience conference series has always had a focus on fundamental research themes and questions.

GIScience 2014 strongly welcomes articles and proposals covering emerging topics and fundamental research findings across all sectors of Geographic Information Science.

Ver mais:
http://www.giscience.org/index.html