11 de maio de 2015

The Metropolitan Century | Understanding Urbanisation and its Consequences

Published on February 18, 2015

The report provides an outline of recent and likely future urbanisation trends and discusses the consequences. The world is in the middle of an urbanisation process that will cause urbanisation rates to rise from low double digit rates to more than 80% by the end of the century. It argues that this is both a great opportunity and a great challenge, as decisions taken today will affect the lifes of people for a long time to come. The report aims at explaining why cities exist, and what can make them prosperous and function well. It also discusses whether cities are good for residents, for the countries they are located in and for the global environment. The report argues that cities exist and grow because they are a source of economic prosperity and offer amenities that benefit their residents. It concludes that urbanisation is a process that needs to be shaped by policy makers to ensure that all benefit from it.

Ler mais:
http://www.oecd.org/publications/the-metropolitan-century-9789264228733-en.htm

What's the perfect size for a city?

Aaron M Renn
Thursday 23 April 2015

The world’s cities are sprawling over their boundaries, fragmenting into smaller parts run by competing regional governments. But amalgamating them brings other problems ...
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Welcome to the wonderful world of governing urban regions, where between fragmentation and amalgamation no one actually knows what the right-sized box for local government is or how to change it – but everyone can see the problems of most of the existing governance models.

Municipal fragmentation has been criticised for decades. In Cities Without Suburbs, his influential 1993 book, former Albuquerque mayor David Rusk argued that Rust Belt cities in the US failed to succeed in part because they were unable to expand, and found themselves hemmed in by a jigsaw puzzle of independent suburbs.

But with cities having become central to national governance in the 21st century, institutions like the Organisation for Economic Cooperation and Development (OECD) and the World Bank are weighing in, too. Both recently sounded the alarm about the risks of urban fragmentation on a global level, for the developed and the developing world.

“Often, administrative boundaries between municipalities are based on centuries-old borders that do not correspond to contemporary patterns of human settlement and economic activity,” the OECD observed in a recent report. The thinktank argued that governance structures failed to reflect modern realities of metropolitan life into account.

Behind the report’s dry prose lies a real problem. Fragmentation affects a whole range of things, including the economy. The OECD estimates that for regions of equal population, doubling the number of governments reduces productivity by 6%. It recommends reducing this effect with a regional coordinating body, which can also reduce sprawl, increase public transport satisfaction (by 14 percentage points, apparently) and improve air quality.

The World Bank, meanwhile, is worried about the way rapid growth in developing cities has created fragmentation there, too. Metropolises often sprawl well beyond government boundaries: Jakarta, for example, has spread into three separate provinces. The World Bank calls fragmentation “a significant challenge in the East Asia region”.
...

Planners love efficiency, but even on a piece of paper it can be hard to know what size box to draw. As the OECD put it: “Even if policymakers try to reorganise local governments according to functional relations within urban agglomerations, it is often difficult to identify boundaries between functionally integrated areas.” In plain English: nobody really knows where to draw the lines.
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As cities mushroom and fragmentation increases, that consensus is becoming more crucial – and harder to achieve – than ever.

Ler artigo completo:
http://www.theguardian.com/cities/2015/apr/23/sane-way-run-megalopolis-urban-governance

9 de maio de 2015

EL LLOBREGAT. Las orillas del suelo urbano

Itinerario en bicicleta

Quando:
9 mayo 2015 - 10.00h

Onde:
Barcelona - CCCB

Organiza:
Bici Cultura BCN, especialistas en arquitectura y urbanismo

Programa:
¿Cómo resolver el encuentro de la ciudad con la naturaleza?
En el último tramo del Llobregat se plantea la cuestión crucial de cómo resolver el encuentro de la ciudad con la naturaleza. En este territorio ambiguo donde conviven las grandes infraestructuras con espacios verdes de gran calidad, se adivina una creciente sensibilidad hacia las orillas del suelo urbano. Facilitar que la gente lo conozca, lo ame y lo defienda es quizá la mejor forma de preservarlo.

Ver mais:
http://www.cccb.org/es/itinerari-el_llobregat_las_orillas_del_suelo_urbano-44613

7 de maio de 2015

Lançamento do livro «Tactical Urbanism»

Do urbanista americano Mike Lydon

Quando:
7 de Maio, entre as 21:15 e 22:30

Onde:
Aveiro - Auditório do Edifício Távora - apresentação via web desde Nova York

Organizam:
Laboratório de Planeamento do Território (DCSPT-UA)
CORDA-Comércio da Rua Direita e Adjacentes de Aveiro

In the twenty-first century, cities worldwide must respond to a growing and diverse population, ever-shifting economic conditions, new technologies, and a changing climate. Short-term, community-based projects—from pop-up parks to open streets initiatives—have become a powerful and adaptable new tool of urban activists, planners, and policy-makers seeking to drive lasting improvements in their cities and beyond. These quick, often low-cost, and creative projects are the essence of the Tactical Urbanism movement. Whether creating vibrant plazas seemingly overnight or re-imagining parking spaces as neighborhood gathering places, they offer a way to gain public and government support for investing in permanent projects, inspiring residents and civic leaders to experience and shape urban spaces in a new way.

Tactical Urbanism, written by Mike Lydon and Anthony Garcia, two founders of the movement, promises to be the foundational guide for urban transformation. The authors begin with an in-depth history of the Tactical Urbanism movement and its place among other social, political, and urban planning trends. A detailed set of case studies, from guerilla wayfinding signs in Raleigh, to pavement transformed into parks in San Francisco, to a street art campaign leading to a new streetcar line in El Paso, demonstrate the breadth and scalability of tactical urbanism interventions. Finally, the book provides a detailed toolkit for conceiving, planning, and carrying out projects, including how to adapt them based on local needs and challenges.

Tactical Urbanism will inspire and empower a new generation of engaged citizens, urban designers, land use planners, architects, and policymakers to become key actors in the transformation of their communities.

Ver mais:
http://www.amazon.com/Tactical-Urbanism-Short-term-Action-Long-term/dp/1610915267

27 de abril de 2015

III CIMDEPE (Cidades Médias: Dinâmica econômica e produção do espaço urbano)

Quando:
27 a 30 de Abril de 2015

Onde:
Rio de Janeiro

A realização do III CIMDEPE busca propiciar a continuidade do debate acerca da relação entre o desenvolvimento econômico e os novos/velhos problemas da urbanização mundial. O processo da urbanização tem demonstrado novas nuances que atribuem novos papéis às cidades médias em todo o mundo, de tal maneira, que elas passaram a apresentar, por um lado, novos problemas urbanos e, por outro, novas perspectivas de desenvolvimento econômico, por meio de investimentos de grandes empresas (indústrias, redes e franquias comerciais e de serviços) que ampliam suas escalas de ação via cidades médias, como nós de articulação da nova economia mundial.

Assim, as novas estratégias do desenvolvimento econômico passaram a incluir estas cidades como alternativas locacionais às escolhas anteriores que recaíam de modo quase exclusivo sobre as metrópoles, ampliando os limites geográficos da expansão capitalista, o que cria oportunidades de acesso ao consumo e à desconcentração de atividades econômicas, mas também, produz novos problemas urbanos, o que coloca como premente o debate sobre uma urbanização não planejada e o rompimento dos mitos da qualidade de vidas em cidades médias, tidas como “redutos de classe média”, pois se constatam processos de favelização, segregação espacial, degradação de áreas centrais, congestionamentos, elevação dos preços imobiliários e consequente expulsão de populações mais pobres.

Os seis eixos principais

Rede urbana – história, tendências e perspectivas

A discussão sobre a constituição da rede urbana brasileira encontra-se desde os estudos clássicos da Geografia Urbana. De rede de cidades à rede urbana, a interligação entre centralidades (cidades de diversos tamanhos, vilas e aglomerados rurais) vai se dando desde os caminhos de passagem, caminhos de gado, ferrovias, percursos fluviais e marítimos, rodovias, e linhas aéreas. Desta forma, as transformações da rede urbana brasileira são representativas do aumento da complexidade da divisão técnica e territorial do trabalho no campo, nas florestas e nas cidades e das permanências presentes na trama de relações entre os centros urbanos e outras centralidades. O espaço, cada vez mais fruto do movimento relacional entre instituições e agentes que atuam em múltiplas escalas, é melhor compreendido a partir desta relação – a coexistência entre as permanências e as transformações contemporâneas. Nesta relação é que se observa a (re) definição dos papéis e das funções das cidades na rede urbana. Esta (re) definição de papéis e de funções ganha relevância nos estudos urbanos sob as perspectivas elaboradas a partir dos centros urbanos, que por um conjunto de variáveis e metodologias convenciona-se chamá-los como cidades médias. Embora estas cidades não componham os níveis mais elevados da hierarquia urbana, ganham importância por exercerem papel cada vez mais importante tanto no que diz respeito à mediação entre campo e cidade; cidades locais e/ou cidades pequenas e metrópoles, etc., bem como porque participam da reprodução do capital e das condições materiais de reprodução da vida conforme são inseridas no âmbito das lógicas da globalização, reunindo lógicas de diferentes escalas, e articulando-as no processo de consolidação de sua centralidade, primeiro regional, e em outros momentos para além desta escala. Neste jogo de escala entende-se um contexto analítico para o debate da reconfiguração da rede urbana que adquiriu conteúdos particulares em sua relação com as cidades médias.

Reestruturação produtiva, indústria e cidades médias

As mudanças nas formas de organização da produção industrial, no momento de um regime de acumulação chamado flexível, tem importância não apenas em termos gerais, mas rebatimento importante sobre as cidades médias e seu papel na rede urbana. A maneira como as empresas se organizam (em redes, principalmente), como suas atividades se articulam em diferentes escalas, como tomam decisões e definem padrões de localização e ações que visam ampliar sua competitividade em nível global, são alguns dos aspectos que iremos estudar nesta seção do Workshop.

Dinâmicas e lógicas do comércio e dos serviços em cidades médias

O setor de atividades comerciais e de serviços passou por significativo processo de crescimento nas três últimas décadas, em decorrência, inclusive, das dinâmicas relativas à reestruturação produtiva, o que significou maiores articulações com a produção agropecuária e industrial. Tal crescimento foi acompanhado de significativa concentração econômica das empresas, alcançando a escala internacional. Este processo redundou em enorme expansão espacial das redes comerciais e de serviços, com destaque para alguns ramos, como: o de super e hipermercados, o bancário e o de eletrodomésticos. Paralelamente e como parte do mesmo conjunto de mudanças, capitais de diferentes escalas, do internacional ao local, passaram a operar no setor comercial e de serviços, de modo associado, por meio do sistema de franquias, o que também teve como resultado enorme expansão espacial de produtos, serviços e, sobretudo, marcas que se difundiram por diferentes países.

Tais dinâmicas trouxeram rebatimentos diretos sobre a organização das redes urbanas, em função da redefinição na divisão interurbana e regional do trabalho e também dos processos e formas de produção das cidades.

Se, no período anterior, os grandes capitais do setor terciário atuavam predominantemente nas metrópoles e grandes cidades, a concentração econômica e difusão espacial das redes promoveu uma procura por outros estratos das redes urbanas, o que ampliou os mercados consumidores.

Todos estes movimentos podem ser analisados por meio de novas relações entre processos, conteúdos e formas urbanas. O estudo de centralidade em suas múltiplas escalas impõe-se, então, como um desafio.

Tendo em vista este quadro geral, que particularidades podem ser notadas nas cidades médias quando analisamos as mudanças do setor comercial e de serviços? De que modo se estruturam seus espaços e se redefinem suas centralidades face às transformações recentes? Em que medida as novas estruturas espaciais refletem velhas e/ou novas formas de segmentação socioespacial? A situação geográfica das cidades médias é fator importante nas escolhas espaciais das empresas? O aumento das possibilidades de transportes e comunicações reforça interações espaciais e isso tem consequências para estas cidades? Como se articulam produção, circulação e consumo nas redes urbanas sob os novos arranjos espaciais?

Agronegócio e urbanização

O GT objetiva aprofundar os debates sobre os processos e formas inerentes à urbanização da sociedade e do território oriundos da difusão da agricultura capitalista globalizada no Brasil e no mundo, no âmbito das discussões teóricas e metodológicas. Serão aceitos trabalhos que versem sobre os seguintes temas: as novas relações entre o agronegócio, as cidades e a reestruturação regional; a especialização funcional das cidades inerente à difusão do agronegócio; o crescimento do terciário (comércio e serviços) alicerçado no consumo produtivo agrícola; incremento da urbanização, das relações interurbanas e novas regionalizações considerando a organização das redes agroindustriais; as novas relações campo-cidade resultantes dos fluxos de capital, mão de obra, mercadorias, informação, tecnologia etc. inerentes às diferentes atividades industriais, agrícolas, comerciais e de serviços que integram as redes agroindustriais; urbanização corporativa associada ao agronegócio e às redes agroindustriais; reestruturação do centro e formação de novas centralidades nas ‘cidades do agronegócio’; aprofundamento das desigualdades socioespaciais nas ‘cidades do agronegócio’.

Desigualdades socioespaciais. Produção de moradia, dinâmica imobiliária e segregação residencial

Esta sessão de trabalho dedica-se a analisar os processos gerais, os particulares e os singulares das cidades médias considerando os diferentes agentes da produção da habitação e suas articulações com a política urbana: Estado, mercado imobiliário, movimentos sociais, dentre outros. A dinâmica imobiliária e a produção da moradia são dois eixos analíticos que se complementam e que devem ser tomados em suas dimensões espaciais e que remetem à permanente produção e reprodução de desigualdades socioespaciais.

Políticas públicas, governança e desenvolvimento regional – políticas públicas / escalas local e regional

O eixo temático volta-se para a discussão das cidades médias, relacionando o atual perfil e dinamismo das mesmas às políticas públicas implementadas pelos diversos níveis de governo – federal, estadual e municipal. Busca-se, dessa forma, enfatizar a dimensão política dessas cidades, considerando o papel das mesmas para o desenvolvimento regional, assim como problematizar elementos relacionados às diversas formas e experiências de governança no contexto geográfico imediato no qual se inserem.

Ver mais:
http://www.cimdepe.com.br/o-evento/

The Inaugural International Geographic Conference on Sustainable Development in the Arab World

Quando:
27-29 April 2015

Onde:
Faculty of Arts, Helwan University, Cairo, Egypt

Ver mais:
http://igu-online.org/the-inaugural-international-geographic-conference-on-sustainable-development-in-the-arab-world/

24 de abril de 2015

Ciclo de Conferências “Os centros históricos e as oportunidades da reabilitação urbana”

Quando:
24 de abril

Onde:
Montijo - Câmara Municipal - auditório da Galeria Municipal

No âmbito do Dia Nacional dos Centros Históricos, a Câmara Municipal do Montijo promove um Ciclo de Conferências com o objetivo de sensibilizar para a importância e para as oportunidades da Reabilitação Urbana.
As conferências abordarão temas de caracter multidisciplinar enriquecidos pelas diferentes visões dos seus oradores.

Conferências no dia 24 de abril

18h00 - "Baixa Pombalina: reforço da sua centralidade"
João Pedro Falcão de Campos

18h45 - "Centros Históricos em Portugal – o Passado, o Presente e ... o(s) Futuro(s)!"
João Barreta

Ver mais:
- http://www.mun-montijo.pt/NR/rdonlyres/7608110F-FD0E-4814-A23D-446EFC0FB81C/0/Conferências_Programa_2.pdf
- http://www.metronews.com.pt/2015/04/07/ciclo-de-conferencias-sobre-centros-historicos-no-montijo/

21 de abril de 2015

2015 AAG Annual Meeting

AAG 2015

Quando:
April 21-25 2015

Onde:
Chicago, Illinois, EUA



Topics:
● Sustainable Urban Geographies
● GeoHumanities
● Physical Geography
● GIS&T and Privacy
● Online Geography Education
● International Geospatial Health Research
● Geography's Radical Intra-Disciplinarity
● Human Geography
● Mobilities

Ver mais:
http://www.aag.org/cs/annualmeeting

18 de abril de 2015

Revitalização urbana da área ribeirinha oriental entre a Baixa e o Parque das Nações



Evento na agenda da Semana da Reabilitação Urbana de Lisboa

Quando:
18 de Abril - 10h00

Onde:
LISBOA - Ponto de encontro: Sede da Ordem dos Arquitectos

Orientadores da Visita:
• Arquitecto Eduardo Campelo
• Arquitecto Jorge Bonito

Sinopse:
Atendendo às preocupações que a Câmara Municipal de Lisboa tem demonstrado na requalificação da áreas ribeirinhas situadas entre a Baixa da Cidade e o Parque das Nações será do maior interesse poder analisar e debater a articulação das diversas operações urbanísticas em curso nesta áreas, nomeadamente o Plano de Pormenor da Matinha, o loteamento Jardins Braço de Prata; bem como o recente concurso público promovido pelo múnicipio para o projeto de requalificação da área ribeirinha da Matinha para uso público, denominado Parque Ribeirinho Oriente.
Nesse sentido propõe-se uma visita aos diferentes locais desta zona, que será precedida de um breve explicação dos arquitectos responsáveis pelo planeamento e gestão municipal destas áreas, tendo como preocupação o seu envolvimento num quadro de desenvolvimento global que será necessariamente concretizada, pelas diversas entidades envolvidas neste processo, mormente, pelos promotores das diferentes operações urbanísticas.

Ver Mais:
http://www.arquitectos.pt/documentos/1428491574Z4zRQ3es6Jf15ZI3.pdf

LA BARCELONETA. Ciudad marítima

Itinerario a pie

Quando:
18 abril 2015 - 10.00h

Onde:
Barcelona - CCCB

 LA BARCELONETA LA CIUDAD MARÍTIMA
¿Cómo deben abrirse las ciudades al mar?

La acción municipal convirtió un puerto reservado a actividades mercantiles y unas playas llenas de chabolas en los espacios públicos más celebrados de la ciudad. La apertura de la ciudad al mar, sin embargo, puso en juego poderosos intereses que hacen peligrar los efectos democratizadores de esta transformación.

En cualquier ciudad del mundo, un sector situado entre la playa y el puerto histórico sería de los más caros y exclusivos. La Barceloneta, sin embargo, conserva aún el carácter popular de un barrio de clase trabajadora. Esta frágil excepcionalidad es fruto de una doble paradoja. Por un lado, la Barceloneta sufre unas presiones inmobiliarias y del turismo masivo que son fruto de la apuesta de la administración para convertir el espacio público en una herramienta democratizadora capaz de «abrir la ciudad al mar». Por el otro, lo que más ha frenado los procesos de gentrificación es la precariedad del espacio doméstico, ya que buena parte de las viviendas del barrio son cuartos de casa pequeños y sin ascensor.

En el lado de la playa, la intervención municipal retiró las barracas insalubres del Somorrostro para abrir uno de los espacios lúdicos más celebrados de la ciudad. La mejora que esta transformación ha traído a la calidad de vida del barrio se hace patente en el Hospital del Mar o en la Escuela Mediterránea, equipamientos públicos que gozan de una posición privilegiada en este frente marítimo regenerado. Sin embargo, promociones como el Hotel W —rascacielos de lujo edificado como infraestructura portuaria en suelo público ganado al mar— o la previsión de incrementar la edificabilidad de la primera línea de mar, hacen peligrar el efecto democratizador de la apertura.

En el lado del Port Vell, la administración promovió una transición en la que los muelles dejarían de estar reservados a actividades como la pesca o el tráfico de mercancías para constituir un espacio cívico abierto a todos. Pero esta operación, que alejaría el trabajo de los estibadores y pescadores de la Barceloneta, atraería también a grandes operadores comerciales e inmobiliarios que pondrían en entredicho el carácter público y abierto del puerto. Hoy todavía más, cuando la creación de una marina cerrada para grandes yates de lujo hace temer la pérdida definitiva del lugar. Al fin y al cabo, la apertura de una ciudad al mar pone en juego intereses muy poderosos. Por ello, no basta con proponerse abrirla si no nos preguntamos quién saldrá beneficiado.

Ver mais:
- http://www.cccb.org/es/itinerari-la_barceloneta_ciudad_martima-46828
- http://www.cccb.org/rcs_gene/dossier_itinerari_barceloneta.pdf

17 de abril de 2015

A política de ordenamento do território em Portugal: um exemplo de europeização de políticas públicas nacionais

Ciclo de Conferências Experiências de Governança

Por João Ferrão

Quando:
17 de Abril | 18h00-20h00

Onde:
Auditório Afonso de Barros | ISCTE-IUL | Lisboa

Ver mais:
http://us7.campaign-archive2.com/?u=7261b82607989aaa8b3f09feb&id=899ac7fdaf&e=

Conferência "Práticas de Reabilitação de Centros Históricos: recomendam-se?"

Ciclo de Encontros: "Para que serve um sítio Património da Humanidade"

Quando:
17 Abril


Onde:
Viseu | Museu Grão Vasco


14H45 
- Desafios & práticas de reabilitação de centros históricos Património, turismo e intervenção em centros históricos
Vítor Mestre/ Sofia Aleixo 
- Desafios da construção sustentável na reabilitação de centros urbanos antigos
Raimundo Mendes da Silva 
- Reabilitação de centros urbanos antigos e qualidade de vida
Carlos Fortuna 
- A evolução das estratégias de reabilitação urbana: o caso do Porto
Rui Loza 
- Planeamento e reabilitação urbana em Lisboa
Teresa Duarte

16H30 
- Mesa Redonda “Há futuro para a reabilitação de centros históricos?”
Ana Abrunhosa/ Celeste Amaro/ Álvaro Santos/ Almeida Henriques/ Miguel Castro Neto
Moderação: David Pontes

Ver mais:
http://www.cm-viseu.pt/index.php/using-joomla/extensions/components/content-component/article-categories/78-demo/slides/2363-conferencia-para-que-serve-um-sitio-patrimonio-da-humanidade-volta-a-viseu-para-debater-praticas-de-reabilitacao-a-17-de-abril

IV Forum CIALP - Perspectivas para a Cidade e a Habitação nos países e territórios de língua portuguesa

No Caminho para o Rio 2020 “Todos os Mundos. Um Só Mundo”

Quando:
17 e 18 Abril

Onde:
Goa (União Indiana)

O tema será desdobrado em duas sessões, com cerca de 5 oradores cada.
A primeira sessão versará os “Desafios da Cidade” e, a segunda, os “Desafios da Habitação”.

Com este Forum, o CIALP procurará reflectir sobre os desafios da cidade e da habitação no espaço da lusofonia, na perspectiva de iniciar o caminho para o 27º Congresso da União Internacional dos Arquitectos (UIA) que irá acontecer no Rio de Janeiro (Brasil) em 2020.

O IV Forum CIALP é organizado pela Secção de Goa do Instituto Indiano de Arquitectos (IIA)

Ver mais:
http://www.arquitectos.pt/?no=2020495467,153

16 de abril de 2015

'Cidades e poderes: polis, civitas e urbis'

Ciclo 'Tertúlias territoriais: conversas sobre território, cidadania e (in)disciplinaridade'

Quando:
16 de Abril, 18:00

Onde:
Porto - FAUP - Piso superior do bar

A 2ª sessão do ciclo 'Tertúlias territoriais: conversas sobre território, cidadania e (in)disciplinaridade' é dedicada ao tema 'Cidades e poderes: polis, civitas e urbis'.

Esta sessão, onde se discutirão as ideias de polis, urbis e civitas, em torno das esferas, poderes e conflitos no espaço urbano, contará com a presença de José António Pinto, Nuno Grande e Virgílio Borges Pereira, moderados por Pedro Bismarck.

Este Ciclo de Tertúlias é organizado pelo Grupo de investigação Morfologias e Dinâmicas do Território do CEAU-FAUP, a AEFAUP e o Perfil C do Programa de Doutoramento em Arquitectura.






Ver mais:
http://sigarra.up.pt/faup/pt/noticias_geral.ver_noticia?P_NR=13917

15 de abril de 2015

Conferência "Solos, reabilitação e periferias"


Evento na agenda da Semana da Reabilitação Urbana de Lisboa


Quando:
15 de Abril - 14h30 às 18h00

Onde:
Lisboa - Sociedade de Geografia

Sinopse:
A política de solos é um dos temas chave na compreensão do caminho percorrido no passado e da forma como o rústico e o urbano se fundiram num modelo de cidade dispersa e incaracterística, desligada dos centros e da reabilitação urbana. Em 2014 foi publicada uma nova Lei dos Solos, num puzzle ainda com peças por completar. Até que ponto a nova lei rompe com o passado? Até que ponto é amiga do investimento e de que forma concilia os interesses aparentemente antagónicos dos centros e das periferias?

Programa (resumo):
- Desafios da nova lei dos solos
- A gestão territorial ao serviço da regeneração urbana
- O desenvolvimento urbano em territórios periféricos
- Painel: Cidades para Portugal do século XXI

Ver mais:
http://www.arquitectos.pt/documentos/1428491574C2eXJ7jx5Nv67EL4.pdf

13 de abril de 2015

Montijo debate reabilitação urbana

13-04-2015 14:45

A Câmara Municipal do Montijo está a debater os centros históricos e a reabilitação urbana. As primeiras conferências decorreram no dia 11 de abril, na Galeria Municipal, e tiveram como convidados dois especialistas em ordenamento do território: Jorge Carvalho e João Ferrão.

Previamente às conferências foi inaugurada a Exposição “Duas visões do Montijo: o contributo da iconografia para o conhecimento da evolução do centro histórico da cidade”
...

As Conferências propriamente ditas iniciaram com a intervenção do presidente da câmara, Nuno Canta, que sublinhou o papel central das políticas públicas na resposta aos problemas urbanos, relembrando o esforço da autarquia no incentivo à regeneração urbana através da delimitação da Área de Reabilitação Urbana da cidade e do “investimento municipal centrado na recuperação de espaços públicos que pretende valorizar o centro histórico, o património imobiliário privado e incentivar à reabilitação urbana”.
Nuno Canta afirmou, ainda, que “a cidade do Montijo cresceu até aos limites do seu PDM. Hoje estamos perante um novo paradigma de desenvolvimento urbanístico: intervir no centro histórico da cidade e consolidar os novos bairros”.

O primeiro orador foi Jorge Carvalho, professor de urbanismo da Universidade de Aveiro, que realizou uma interessante intervenção sobre a cidade alargada, afirmando que “a fase de crescimento das cidades acabou e agora é necessário aproveitar e qualificar o espaço existente, assim como estruturar a cidade alargada”.
Cidade alargada que, na perspetiva deste urbanista, é constituída por “espaços urbanos, espaços rurais e espaços agro-florestais que coexistem simultaneamente, sendo necessário aceitar esta realidade e começar a cerzir a malha urbana”.

João Ferrão, geógrafo e investigador da Universidade de Lisboa, abordou detalhadamente a questão da reabilitação e da regeneração urbana, esclareceu as diferenças entre os dois conceitos e afirmou que a “reabilitação é o meio para a regeneração e que só regeneramos as nossas cidades quando a reabilitação convergir para a valorização do património existente, para a modernização das infraestruturas, para a qualificação e animação do espaço público e para a criação de emprego”.
O geógrafo salientou, ainda, que nos processos de regeneração urbana as autarquias devem atribuir um papel especial ao desenvolvimento de parcerias e ao envolvimento dos diversos stakeholders que compõe a cidade.





Ver mais:
http://www.mun-montijo.pt/pt/conteudos/noticias+e+eventos/noticias/montijo+debate+reabilitação+urbana.htm

Semana da Reabilitação Urbana de Lisboa

Quando:
13 - 19 Abril

Onde:
Sociedade de Geografia de Lisboa

A Reabilitação Urbana constitui um desígnio nacional na revitalização da actividade económica e da sustentação da fileira da indústria da construção. Eixo essencial para manter o equilíbrio económico e social, preservando a memória do centro histórico das cidades, que se assumem como locais de animação e atracção turística.

No espírito e desígnio de promoção e sensibilização da sociedade, surge a iniciativa da Semana da Reabilitação Urbana de Lisboa. A Vida Imobiliária e a Promevi, com o apoio da Câmara Municipal de Lisboa, propõem uma semana plena de eventos que procura dinamizar a discussão no seio da fileira da construção, mas ao mesmo tempo promover um amplo debate de ideias com a sociedade em geral, num evento aberto a todos os públicos.

Uma Semana da Reabilitação Urbana de Lisboa na agenda mediática do país, com uma forte comunicação e uma imagem unificada e marcante, que sensibiliza a população e atrai investidores à cidade.

A Semana da Reabilitação Urbana integra o esforço de reabilitação urbana da autarquia, com uma estratégia de longo prazo que apresenta sinais da renovação urbana e social.

O investimento na reabilitação urbana é uma das prioridades do executivo para Lisboa. Alguns programas e ações municipais têm incentivado a reabilitação urbana na cidade, designadamente o RE9 e Uma Praça em Cada Bairro. Nos últimos anos, 90 por cento das obras foram efetuadas em reabilitação e apenas cinco em novo edificado.

O objetivo é apostar numa reabilitação urbana que possa tornar Lisboa numa cidade com novas prioridades, como a mobilidade suave, mais sustentável e com melhor qualidade de vida para os seus habitantes.

Ver mais:
http://www.arquitectos.pt/?no=2020495424,153
http://www.cm-lisboa.pt/noticias/detalhe/article/semana-da-reabilitacao-urbana-em-abril

12 de abril de 2015

Rua da Estrada de tudo que aparece

Rua da Estrada
12 Abril 2015

Por Álvaro Domingues autor de A Rua da Estrada

“TEM-se empregado a photographia para representar tudo o que existe sob o sol que nos ilumina (…): ela é maravilhosa na traducção dos aspectos da terra, do mar e do ceu; ella propaga as obras do genio, ou sejam em marmore ou em pintura ou sejam esses maravilhosos monumentos edificados pelos ousados architectos de remotas eras. Ella é o auxilio do commerciante que anuncia os seus produtos; vem em socorro do astronomo para a representação dos astros; fórça a electricidade a escrever, e isto tudo de tal modo que até agora nada se lhe pôde comparar.”[1]

É tal qual. Juntando a fotografia e a Rua da Estrada, aparece mesmo tudo o que existe sob o sol que nos ilumina. Basta imaginar e aparece. Nesta colisão dos mundos que aqui apareceu, a horta murada com a vinha de arredor faz-se acompanhar de um verdadeiro clássico com três potentes colunas em granito e remate em frontão triangular que formam uma espécie de pronaos ou vestíbulo com respectiva escadaria. É um edifício-montra, auxílio do comerciante que anuncia os seus produtos, nada se lhe pode comparar.

Se fosse a Casa Branca, estes adereços neo-clássicos estariam adequados a certas convenções sobre certos edifícios e respectivas funções. A não ser assim, a vigilância erudita dirá como quem sorri para os simples e falhos de razão: pós-modernices. Deixá-los, pensam que são ousados arquitectos de remotas eras. Em mármore, em pintura ou em maravilhosos monumentos, a regra de ouro na Rua da Estrada é não passar despercebido, nem que seja preciso forçar a electricidade a escrever. É isso.

____________________________________________
[1] Henry Peach ROBINSON 1869, citado em Antonio BARROCAS (2006), A arte da luz dita. Revistas e boletins. Teoria e prática da fotografia em Portugal (1880-1900), vol.I, Faculdade de Belas-Artes, Universidade de Lisboa, Lisboa, p. 104.

Ver mais:
http://www.correiodoporto.pt/rua-da-estrada/rua-da-estrada-de-tudo-que-aparece

11 de abril de 2015

Ciclo de Conferências “Os centros históricos e as oportunidades da reabilitação urbana”

Quando:
11 e 24 de abril

Onde:
Montijo - Câmara Municipal - auditório da Galeria Municipal

No âmbito do Dia Nacional dos Centros Históricos, a Câmara Municipal do Montijo promove um Ciclo de Conferências com o objetivo de sensibilizar para a importância e para as oportunidades da Reabilitação Urbana.
As conferências abordarão temas de caracter multidisciplinar enriquecidos pelas diferentes visões dos seus oradores.

Conferências no dia 11 de abril

16h00 - “Reabilitação Urbana nos Centros Históricos: Para quê e como”
João Ferrão

16h45 - “Reabilitação Urbana, chave para ordenar a atual cidade alargada”
Jorge Carvalho


Conferências no dia 24 de abril

18h00 - "Baixa Pombalina: reforço da sua centralidade"
João Pedro Falcão de Campos

18h45 - "Centros Históricos em Portugal – o Passado, o Presente e ... o(s) Futuro(s)!"
João Barreta

Ver mais:
http://www.mun-montijo.pt/NR/rdonlyres/7608110F-FD0E-4814-A23D-446EFC0FB81C/0/Conferências_Programa_2.pdf
http://www.metronews.com.pt/2015/04/07/ciclo-de-conferencias-sobre-centros-historicos-no-montijo/

Exposição “Duas visões do Montijo: o contributo da iconografia para o conhecimento da evolução do centro histórico da cidade”

Quando:
a partir de 11 de abril | 15h30

Onde:
Montijo - Galeria Municipal

Exposição no âmbito do ciclo de conferências “Os centros históricos e as oportunidades da reabilitação urbana”

A partir dos trabalhos de reabilitação que conduziram à recente delimitação de uma Área de Reabilitação Urbana (ARU) na cidade do Montijo, serão dados a conhecer dois documentos iconográficos fundamentais que retratam dois momentos da formação da urbe montijense:
a aguarela do pintor e arquiteto florentino Pier Maria Baldi de 1669;
. a planta topográfica da sede do Município, à escala de 1:1000, de 1938.

A apresentação destes documentos originais é complementada com fotos e outras ilustrações que contribuem para a compreensão da evolução urbana da localidade de Aldeia Gallega à atual cidade do Montijo.
 
Ver mais:
- http://www.mun-montijo.pt/NR/rdonlyres/7608110F-FD0E-4814-A23D-446EFC0FB81C/0/Conferências_Programa_2.pdf
http://www.metronews.com.pt/2015/04/07/ciclo-de-conferencias-sobre-centros-historicos-no-montijo/