25 de maio de 2013

ÍNDIA - Why small towns are lagging behind?

BY NEHA VERMA
MARCH 31, 2013
POSTED IN: ARCHITECTURE & PLANNING

There are 4,378 urban centres that have the 285 million urban citizens of the country. Of these there are 35 cities that have more than 1 million people and together account for 107.88 million people. That means the remaining 177.12 million or more than half of the total urban population of the country lives in small-sized towns or urban agglomerations. Even half of the population lives in small-sized town, the bigger cities become the magnet for populations that emerge from impoverished and infrastructure deficient rural and urban areas.

The reason for the skewed population distribution and its consequent burden on existing urban infrastructures is caused by lack of investment in the smaller towns. As we know that there is considerably large population living in rural areas, the development of smaller towns that are closer to these habitats would allow for a more balanced economic growth. Generally, there has been a bias within urban studies against small towns, where the idea of the ‘urban’ has always been seen to be ideally manifested in the big city. Large investments in big cities have often been justified as they are perceived to be ‘engines’ of development and growth. Even in cultural terms, the big city has always been glorified, as a space where conditions of modernity come together to develop art and a more sophisticated form of living. Yet, many scholars of cities still glamorize big cities and tend to influence the shape of imaging urban futures. While in reality, not only are smaller towns more manageable, they also have a more intimate relationship with their surrounding regions and more often than not, these contiguities are what sustains their economies. A country such as India with a significantly high rural population would do well to shift the focus of urban investments to these smaller townships. With new communication and transport technologies, there is no reason to believe that those spaces cannot also become important centres of art, culture and commerce and help us transform our notions of emerging India.

link para o artigo:
http://www.theurbanvision.com/blogs/?p=1094

23 de maio de 2013

Iº Encontro de Urbanismo | Eixo da Av. da Liberdade

Iº Encontro de Urbanismo, Regenerar, Reabilitar, Requalificar























Quando:
23 de Maio | 18h

Onde:
CIUL | Centro de Informação Urbana de Lisboa | Picoas Plaza

Gestão do Território: Da visão à operacionalização

8as Jornadas de Gestão do Território


Quando:
23 Maio


Onde:
Campus do Instituto Politécnico de Tomar | Auditório Dr. Júlio das Neves


Mais informação:
http://portal.ipt.pt/portal/portal/jornadasGT/apresentacao

22 de maio de 2013

Ciclo de Conferências e de Conversas Públicas, 'A Cidade Resgatada'

Próxima conversa:

- Geógrafo Álvaro Domingues
- Arquitecto Alexandre Alves Costa

moderação do Jornalista Manuel Carvalho

Quando:
22 de Maio, 4ª feira, às 18h00

Onde:
Biblioteca da Fundação de Serralves

Quem promove:
Ordem dos Arquitectos - Secção Regional Norte, OASRN

O Ciclo de Conferências e de Conversas Públicas 'A Cidade Resgatada' aprofunda o debate, iniciado em 2012, sobre os processos de Regeneração Urbana, à escala nacional e internacional. Com este debate não se pretende apenas “resgatar” o protagonismo dos centros consolidados; deseja-se abarcar a cidade mais alargada, sobretudo as franjas e os vazios pós-industriais, procurando perceber o seu papel estratégico nessa regeneração. Deseja-se, enfim, que esses processos sejam participados e debatidos interdisciplinarmente, englobando os contributos do Urbanismo, da Arquitectura, do Paisagismo, da Geografia, da Sociologia e da Antropologia.

Este ciclo acompanhará outras iniciativas concretas, como a realização de um Concurso Público e de um Seminário Internacional, os quais concentrarão o debate em áreas urbanas concretas, tendo o tecido do Porto como caso-de-estudo.

Ver mais:
http://www.oasrn.org/comunicacao.php?pag=mensageiro&idmen=147&idnot=2849

Arte E Transformação Urbana: Novas Perspectivas De Intervenção Na Cidade

Seminários Cidades e Territórios


Quando:
22 De Maio | 14h30


Onde:
ISCTE-IUL | Sala C301






Programa
- A Arte, a Cidade e o Urbano: Introdução às relações entre a Arte e o Urbano 
CLÁUDIA ANTUNES
- Contextos urbanos informais: Análise fotográfica de cinco “bairros criativos”: Bairro Alto e Cais do Sodré, Gràcia, Vila Madalena, Brick Lane e Kreuzberg SO36
RICARDO LOPES
- Movimentos Urbanos: O Graffiti como Arte de Rua na Cidade do Rio de Janeiro
RAQUEL MONTEIRO
- Entre Usos: O caso de Berlim
MARIANNA MONTE
Moderador | Comentador:
Pedro Costa

16 de maio de 2013

Conferência "Unfinished Projects"

Ciclo de Conferências C.F.M. + D.T.W.

Quando:
16 de Maio de 2013, das 18:30 às 20h

Onde:
Faculdade de Arquitectura da Universidade do Porto

Quem organiza:
O CCRE – Centro de Comunicação e Representação Espacial da Faculdade de Arquitectura da Universidade do Porto, em parceria com o grupo de investigação Espaço F-FAUP e CITYSCOPIO Associação Cultural

Participantes:
Helder Sousa, Álvaro Domingues e Pedro Bandeira.
Moderador:
Pedro Neto

Helder Sousa apresentará o projecto fotográfico "Unfinished Projects".

"Valongo é um concelho periférico da Área Metropolitana do Porto. O seu rápido desenvolvimento ocorrido nos últimos 20 anos deu origem a um fenómeno que se encontra um pouco por todo o concelho. Assim como em tantos outros concelhos periféricos foram construídos edifícios de habitação que visavam acolher novos moradores e os trabalhadores da grande cidade. Publicitava-se uma melhor qualidade de vida, com espaços verdes e maior tranquilidade a preços convidativos e com boas acessibilidades. Tinha-se construído uma autoestrada e modernizado a linha de caminho-de-ferro. Neste clima de expectativas positivas, a planificação urbana do concelho correspondeu com a classificação de elevadas quantidades de solo a urbanizar.
O ciclo imobiliário rapidamente se inverteu, deixando sem procura a “sobre construção” do período da euforia. Em várias freguesias do Concelho encontram-se diferentes edifícios de habitação que nunca foram acabados. Neste contexto, Unfinished Projects é um projeto de fotografia documental que pretende documentar esta realidade que faz parte da paisagem urbana deste concelho há mais de 10 anos. Existem e coabitam no mesmo espaço, edifícios habitados e inacabados, compondo uma paisagem entre a disfunção e a “predação”; uma espécie de ecossistema do abandono onde a natureza rapidamente se insinua com espécies infestantes na linha da frente. Unfinished Projects opera como uma metáfora da crise económica contemporânea."

enviado por:
Helder Sousa

15 de maio de 2013

Boas Práticas Autárquicas

Ciclo de Conferências Temáticas no âmbito das comemorações dos 25 anos da Associação "In Loco"

Quando:
15 de Maio, entre as 14h30 e as 17h30

Onde:
Auditório da Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional do Algarve

Com quem:
Paula Cabral (Câmara Municipal de Cascais)
Amândio Pinto (Presidente da JF Linhares, Paredes de Coura)

Organiza:
Associação "In Loco" | CCDR Algarve

Ver mais:
http://www.in-loco.pt/

Espacio Público: Discurso, Arquitectura y Acción

14 de maio de 2013

"Cidades em Miniaturas - a Revitalização Urbana do Meatpacking District, em Nova York, e da Região da Luz, em São Paulo"

Lançamento do livro


Quando:
14 de Maio | 19:00 até 21:00


Onde:
S. Paulo | UTC-03



Lançamento do livro da designer e cientista social Janaina Maquiaveli, seguido de debate da autora e membros do Coletivo BijaRi, com mediação do designer Gustavo Santos para discussão e tentativa de entender as transformações urbanas que as grandes cidades estão sofrendo e como isso afeta a vida das pessoas e a imagem dessas regiões.

Mais informação:
https://www.facebook.com/events/158623387647626/?ref=3

13 de maio de 2013

Cidadania, Paisagem Urbana e Espaço Público

Workshop



Quando:
13 de Maio | 10h00 às 16h30

Onde:
FCSH/NOVA | Edifício I&D, Piso 4 |Sala Multiusos 3

Organização no âmbito da Pós-Graduação em Jardins e Paisagem

12 de maio de 2013

La Sagrera – Sant Andreu – Sant Martí. Tres barrios en transformación

Itinerario La Sagrera

Quando:
12 de mayo, a las 10 h

Onde:
Barcelona - CCCB

Programa:
El entorno de la Sagrera es el lugar en el que se está ejecutando la transformación urbanística de mayores dimensiones de la ciudad de Barcelona, con la construcción de la nueva gran estación ferroviaria de Barcelona para el tren de alta velocidad y la incorporación de un gran parque lineal desde el puente de Bac de Roda hasta el nudo de la Trinitat. El recorrido rodea el sector primero por encima y después por debajo. Se inicia en el barrio del Clot para ir hacia la Sagrera y Sant Andreu. Al llegar al barrio de Sant Andreu visitaremos dos operaciones destacables: la Casa Bloc, pensada como modelo de la vivienda obrera de la Generalitat Republicana, y el nuevo barrio en construcción, donde estaban los cuarteles militares de Sant Andreu. Al llegar al paseo de Santa Coloma y al nudo de la Trinitat, se regresa al punto de origen por el Bon Pastor, la Verneda y Sant Martí.

Para participar en el itinerario hay que llevar la bicicleta.
Distancia aproximada: 12 km

Mais informação:
http://www.cccb.org/es/itinerari-la_sagrera_sant_andreu_sant_mart_tres_barrios_en_transformacin-40364

9 de maio de 2013

EUROGEO Conference 2013: Geography: linking tradition and future

The 2013 European Association of Geographers conference

Quando:
from 9-11 May 2013

Onde:
Belgium, Bruges, at Sint-Lodewijkscollege, in collaboration with Ghent University.

Temas:
Geography and internationalisation: Geography (geo earth) deals with places, people and cultures. It explores international issues ranging from physical, urban and rural environments, and their evolution, to climate, pollution, development and political-economy.
Key issues are how these features are interconnected, forming patterns and processes impacting on present and future generations. By its nature Geography continues to connect the physical, human and technological sciences.
Mais informação:
http://www.eurogeography.eu/conference/2013-bruges/bruges2013.html

8 de maio de 2013

Oeiras Internacional Conferência das Paisagens Urbanas: Paradigmas e Utopias

Integrada na 9.ª UrbaVerde – Fórum das Cidades Sustentáveis, Oeiras Internacional, a Conferência das Paisagens Urbanas: Paradigmas e Utopias, vem trazer a debate a Paisagem Urbana e o Património Paisagístico.

Quando:
8 de Maio de 2013

Onde:
Lagoas Park Hotel - Oeiras

A iniciativa acompanha a Europa na actual discussão sobre a Paisagem, que se enquadra na Convenção Europeia da Paisagem, pelo despertar da atenção para o mundo paisagístico que nos rodeia, o espelho construído de todas as nossas atitudes sociais económicas e políticas.

Programa
9h30
Sessão de Abertura

10h15
Inspirational Speech: Urban Landscapes Towards a New Quality of Life
Norman Foster

10h45
Keynote Speech: Paradigmas e Utopias na Transformação da Paisagem Urbana
José Pacheco Pereira

11h30
1.º Painel – Paisagens Paradigmáticas
Moderador: Paulo Correia
- A Arquitectura na Paisagem Urbana
Nuno Mateus
- A Paisagem como Veículo de Planeamento Estratégico
Ana Palha e Nuno David
- A intervenção e a Gestão em Paisagens Notáveis
Luís Paulo Ribeiro
- Paisagens e Infra-Estruturas da Contemporaneidade
Álvaro Domingues
Debate

14h30
2.º Painel – da Utopia à Realidade das Paisagens Urbanas
Moderador: Sidónio Pardal
- A Cidade Habitada
Gonçalo M. Tavares
- A Paisagem Protegida e a Vivência Urbana
António José Correia
- Water as an instrument of urban Landscape and architectonic design
Clemens Steenbergen
- Os equipamentos Coletivos na Construção da Paisagem Urbana
Tomás Taveira
Debate

16h25
Mesa Redonda Internacional – Tendências e Realidades da Paisagem do séc. XXI
Moderador: João M. Teixeira
Margarida Caldeira, Clemens Steenbergen, Cecilia Gorsky, Katharina Erne, Miguel Braula Reis, António Magalhães
Debate

Ver mais:
http://www.jornalarquitecturas.com/UrbaVerde/9ªUrbaverde2013/Apresentação.aspx

7 de maio de 2013

Debate "O interior está em risco de desaparecer?"

Debate incluído no ciclo Presente no Futuro - "Os portugueses em 2030"

Quando:
7 Maio - 17h00

Onde:
Universidade de Évora, Grande Auditório da Reitoria

Portugal é um país muito diverso. O povoamento do território é uma dessas marcas. Os últimos anos mantiveram a tendência de despovoamento do país rural a favor das áreas urbanas e do litoral. Em contraste com esta tendência antiga, registam-se novos movimentos de população. Enquanto as Áreas Metropolitanas de Lisboa e Porto continuam a acolher jovens em busca de um futuro diferente, há muitos citadinos que tomam a iniciativa de regressar a uma vida diferente, eventualmente mais calma e em contacto com a natureza, mas com a nova tecnologia e os acessos fáceis a esbater distâncias.

Será que o interior está em risco de ficar totalmente despovoado? E será que o despovoamento significa necessariamente abandono? Haverá um interior diverso do que nos mostram as reportagens de rostos envelhecidos e de aldeias vazias? As cidades de pequena e de média dimensão têm futuro? No futuro, a vida nas cidades será diferente? E nos campos?

Ver mais:
http://www.presentenofuturo.pt/encontros/home

O mundo novo: Dinâmicas urbanas na metrópole de São Paulo

Arq. Jorge Bassani

Aula Aberta

Quando:
7 de Maio | 18h00

Onde:
ISCTE-IUL | Aud B203

2 de maio de 2013

Planning and Complexity

Thematic Group of AESOP, 11th meeting

Quando:
2nd & 3rd of May


Onde:
University of Aveiro - Department of Social, Political and Territorial Sciences
- Senate Room / Sala do Senado


Program (programa resumido)

Thursday, the 2nd of May:

14.30 h 1st set of papers
- Incorporating Informal Patterns: New Computational Approaches aimed at Integration of Socio-Spatial and Temporal Aspects of Self Organisation in Mumbai, within Future Co-ordinated Planning Strategies
Ulysses Sengupta, Eric Cheung
- Empirical Indicators for Self-Organisation
Jenni Partanen
- Intelligent cities and intelligent plans: how to foster self-organisation?
Jorge Batista e Silva, José Antunes Ferreira

16.30 h 2nd set of papers
- Co-housing as self-organisation in spatial development: mapping the trajectories of becoming of four Danish co-housing initiatives
Beitske Boonstra
- Cohousing, self-organization in Dutch urban planning practice?
Ward Rauws, Gert de Roo
- The added value of city civic movements in local spatial planning policies: Discussing the case of Aveiro, Portugal
José Carlos Mota
- Towards a culture of urban improvisation – reconstructions of the interplay of private and public initiatives in spatial transformation processes
Oswald Devisch, Oscar Rommens, Joris Van Reusel

Friday, the 3rd of May:

09.00 h 3rd set of papers
- Networks, Markets and Hierarchies: how different governance modes organize urban development
Sara Levy, Karel Martens, Rob van der Heijden
- On emergence and power of strategies: exploring the relations between strategic planning and urban development in Switzerland
Matthias Loepfe, Christina Zweifel, Lineo Devechi
- Planning for Urban Panarchy or Panarchy in Urban Planning?
Helena Farrall, Lia Vasconcelos

11.00 h Keynote
Keynote speaker prof. Francis Heylighen

13.30 h 4th set of presentations
- Applying principles from Complex Adaptive Systems theory towards urban planning strategies: A test case that replaces the design of urban objects with the choreography of urban processes.
Sharon Ackerman
- Spatial planning systems: emergence and co-evolution involving illegal settlers, institutional, planning and spatial design
Paulo Silva
- Just a little patience: an agent-based model of the effect of a planning institution on residential patterns
Sara Levy, Karel Martens, Rob van der Heijden
- Urban Design as a multi-actors involved incremental process: a complex theories (self-organisation) perspective
Kyunghyun Baek

Ver mais:
http://planeamentoregionaleurbano.blogs.sapo.pt/19141.html

25 de abril de 2013

Benefits of Urban Density

The Great FSI Debate

by SAMEERCHADHA
April 4, 2013
Posted in: ARCHITECTURE & PLANNING

Mumbai is one of the most populated cities in the world living on a tiny footprint, as compared to its international peers. The statistics and unique and shocking- a FSI or living space/household of 2.8 sqm and public open-space/ person less than 1sqm. Mumbai’s current socio-economic importance will ensure that it remains a leading Indian city for some time- but in terms of livability, it consistently ranks in the bottom 20th percentile of cities worldwide. This is posing to be a drag on its ability to attract skill and capital.

The solutions need to address the average resident and not only the richest. This is not a compromise as successful cities around the world also are the lowest in economic disparity- it takes a cross-section of society from the service-class to investors to make a city successful and attractive. The solutions are clear and they need to considered in an integrated manner:

a. Increase FSI: Low FSI is artificially pumping real-estate cost and increasing density. Mumbai lacks quality space and this is exacerbated by its shabby state of buildings. As a result, Mumbai commands one of the highest prices in the world, marginalizing most residents. Low FSI is artificially increasing density and simultaneously forcing the city to sprawl outwards- draining investment, talent, life, culture, diversity and affordability out of the city.

b. Create more public space, including streets: Streets and open spaces- the public realm- is where city life plays out, where commerce happens, and where the personality of a city is established. Public space is a matter of quality of life, livability and commerce. Streets are not only arteries of movement but places to live, work and play. All this can be created in collaboration with private sector with the help of incentives.

c. Increase land area: Satellite cities and towns should be strategically added (what happened to Navi-Mumbai?), which are connected by transit and designed as self-sufficient centers with mixed-uses.

d. Move those Masses: The benefits of large cities are lost if people cannot move easily from one part to another- such large cities can end up as insulated small towns stuck to each other (even now you almost need a visa to go to Town). A connected city will allow movement of skill and capital, energizing its various neighbourhoods and centers. Transportation solutions need to be efficient, comprehensive, and affordable. Land limitation in Mumbai dictates that a major component of the transportation equation will be an expanded train/ subway network. Roads are important as they carry a cross-section of modes including pedestrians, cyclists, autos, taxis, trucks and buses (cars are not an important part of the solution). Bottle necks should be minimized (its amazing how Khar subway bottleneck holds Bandra at ransom) and east-west connectivity improved.

e. House those Masses: 60% of Mumbai lives in informal housing- also carelessly branded as slums. Most times these houses are made with as much love, effort and taste- and house residents who hard-earn a living with as much a zest for life. The residents include domestic workers, auto-rickshaw and taxi drivers, shopkeepers, policemen and school kids and these areas host commercial activities from recycling to retail to light-industry. This informal housing is responsible for supporting Mumbai’s quality of life. It is a failure on the state’s part to not be able to house this resident majority. Legalizing settlements will reduce squatting and take pressure off the public realm. Living in one-story houses, however small, is a luxury in Mumbai and puts pressure on land. Slum redevelopment is a move in the right direction. Rather than treated as ghettos, new settlements/ redevelopments should be integrated into the community. Many current initiatives are oversimplified as providing 220 sf in the sky. Housing needs to be designed and provided in a manner that responds to the current advanced living patterns in these settlements- like shared kitchens, mothers overseeing kids playing on the streets while working, optimally sized streets and open spaces which are “watched” by houses, and flexible commercial spaces.

This post is part of the “Great FSI Debate “. What’s your view? Submit your opinion to info@theurbanvision.com along with a bio & pic.
Ver mais: http://www.theurbanvision.com/blogs/?p=1103

24 de abril de 2013

A Geografia da Crise em Portugal e no Algarve

Ciclo de Conferências Temáticas no âmbito das comemorações dos 25 anos da Associação "In Loco"
Quando:
24 de Abril, entre as 14h30 e as 17h30

Onde:
Auditório da Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional do Algarve

Com quem:
João Ferrão (Instituto de Ciências Sociais, Universidade de Lisboa)
António Ramos (CCDR Algarve)

Organiza:
Associação "In Loco" | CCDR Algarve

Ver mais:
http://www.in-loco.pt/

19 de abril de 2013

The Great FSI Debate

The Great FSI Debate: FSI versus Quality of Life

by NIDHI BATRA – APRIL 3, 2013
Posted in: ARCHITECTURE & PLANNING


Floor Space Index is a tool for optimum ‘land consumption’ and ‘building density’. There is an on-going discussion about vertical cities and increasing FSI three or four times in India cities, which are primarily cities ‘ground level cities’ till now. To do judicious and optimum use of land in the present day ‘constraint’ situations is understandable, but to view it in isolation and thereby just one and only solution for solving the urban problems of our cities is problematic.
photo credit: ana_ge

The FSI debate fails to address some core issues such as density of people versus the density of built. By increasing FSI, for certain there is increase in the density of people, extra pressure on the infrastructure that now has to accommodate this new density, resultant loss of ‘greens’ – if the high densification is not managed properly and to add to the pool of issues- comes the very poor urban governance and management in Indian cities as of now.

Greater FSI is a point of discussion not just in Mumbai, but also in Delhi and Gurgaon. Delhi with its new Transit Oriented Development (TOD) is at least in its plan first addressing the issue of infrastructure and thereby based on a good quality infrastructure that has the ability to absorb or soak more ‘density of people’ is debating the idea of increased FSI. But in case of cities like Gurgaon, which have failed in providing basic infrastructure, utilities, necessary lung spaces etc. to talk about FSI as a quick fix solution is neither feasible nor sustainable. Increasing FSI without addressing the issues of infrastructure and urban management will only result in a very poor ‘Quality of life’.

Discussion therefore should be around ‘Quality of life’ rather than jumping at one solution of FSI that can never ever work in isolation with its other urban players- so to speak – namely infrastructure, public and green spaces and a very good urban governance and management system.

This post is part of the “Great FSI Debate “. What’s your view? Submit your opinion to info@theurbanvision.com along with a bio & pic.

Ver mais:
http://www.theurbanvision.com/blogs/?p=1097

18 de abril de 2013

"A Reabilitação e os Riscos"

Conferência: Metropolização, Trajetórias Residenciais e Modos de Vida:tendências nas metrópoles da Europa do Sul

Quando:
18 de Abril

Onde:
Lisboa - ISCTE-IUL, Auditório B203

Organização:
DINÂMIA’CET-IUL.

Projecto, financiado pela FCT, sobre trajectórias residenciais na Área Metropolitana de Lisboa (AML).
Pretende-se aprofundar o conhecimento sobre as mudanças de casa da população actualmente residente na AML, e de todos os que já aqui residiram, independentemente da sua geração, nacionalidade ou naturalidade. Trata-se de um estudo pioneiro em Portugal e um contributo indispensável para se perceber as dinâmicas evolutivas da AML e da cidade de Lisboa.

Ver mais:
http://www.trajectorias-residenciais.com/

16 de abril de 2013

PORTO21 WORLD FORUM

Quando:
16 e 17 de Abril de 2013

Onde:
Porto - Fundação Serralves

No seguimento da Conferencia Río+20, Portugal propõe uma Estratégia Post Rio20 +1 com a realização do Fórum Mundial Porto 21 sobre Cidades e Desenvolvimento Sustentável...

As cidades representam já mais de 50% da população mundial e o Fórum Mundial Porto 21 pretende debater esta problemática e as possíveis soluções que se podem adoptar no futuro, em linha com o Plano de Acção para a Sustentabilidade proposto em Rio+20.?
O Fórum Mundial Porto 21 representa um ponto de encontro entre o Brasil, a América Latina, a Europa e a Lusofonia para um debate prático.
...

PROGRAMA (resumo)
16 de Abril
9:30 - Sessão Inaugural
10:15 - 1ª Mesa Redonda “OS GRANDES DESAFIOS DA CIDADE NO SÉCULO XXI
12:15 - 2ª Mesa Redonda “EFICIÊNCIA ENERGÉTICA NAS GRANDES CIDADES”
15:00 - 3ª Mesa Redonda “INOVAÇÃO E NOVAS TECNOLOGIAS PARA AS CIDADES”
16:30 - Conferência “POPULAÇÃO E MOVIMENTOS MIGRATÓRIOS”
17:00 - 4ª Mesa Redonda “OS DESAFIOS DA ÁGUA NO SÉCULO XXI”

17 de Abril
09:30 - 5ª Mesa Redonda “MOBILIDADE SUSTENTÁVEL”

11:15 - 6ª Mesa Redonda “NOVA ARQUITETURA, URBANISMO E INFRAESTRUTURAS PARA UM DESENVOLVIMENTO INTELIGENTE
Moderador: José Maria Costa.
- António Mota.
- Eduardo Oliveira Fernandes.
- Frederico Rauter.
- Álvaro Domingues.
- Henry Johansson de Terry.
- José António Lameiras.
- José Fernando Gonçalves.

12:45 - 7ª Mesa Redonda “A SAÚDE E O BEM-ESTAR NA CIDADE”
15:00 - 8ª Mesa Redonda “CULTURA, EDUCACÃO E TURISMO COMO FACTOR DE DESENVOLVIMENTO DAS CIDADES”
16:30 - 9ª Mesa Redonda “MEIO RURAL, PAISAGEM E PATRIMÓNIO COMO FACTOR DE SUSTENTABILBIDADE PARA O AMBIENTE URBANO”
18:00 - 10ª Mesa Redonda “O PAPEL DOS MEIOS DE COMUNICAÇÃO NA SUSTENTABILBIDADE”
19:00 Encerramento e Declaração Final

Ver mais:
http://www.serralves.pt/pt/actividades/porto21-world-forum/
http://www.serralves.pt/documentos/PT_Programa_Porto_21_World_Forum.pdf

13 de abril de 2013

Melhor Fotografia Original: "Vida no Campo: Equações de Arquitectura", de Álvaro Domingues

Vencedor dos Prémios de Edição LER/Booktailors 2012



No âmbito da 14.ª edição do festival literário Correntes d’Escritas, foram entregues, a 23 de Fevereiro de 2013, no Auditório Municipal da Póvoa de Varzim, os Prémios de Edição LER/Booktailors 2012.

Ver mais:
http://premiosdeedicao.blogs.sapo.pt

11 de abril de 2013

Infohabitar - Artigos da Série habitar e viver melhor


- RUAS E QUARTEIRÕES

- SÍTIOS DE PASSAGEM, LIMIAR, TRANSIÇÃO E VIVÊNCIA

Ver artigos completos:
http://infohabitar.blogspot.pt/

10 de abril de 2013

Complex Urban Systems

2013 AAG Los Angeles Special Session
Session supported by the IGU Urban commission 2012-2016








Quando:
10th April 2013

Onde:
Los Angeles

Description:
Urban systems have seen radical changes in recent decades and will continue to evolve. National, continental and global urban systems provide the frameworks for analyses of the role and function of twenty-first century cities. Features such as city size, economic specialization, migration and interaction all influence the place of cities within the hierarchy of urban places. Arguably, transport and communication technologies are particularly important to an understanding of the control functions of cities. Obvious questions emerge surrounding processes and differential development paths taken while the role of government and contribution of various actors is increasingly explored. The IGU Urban Commission proposes a session on ‘Complex Urban Systems’ where presentations, debates and international comparisons are identified and where the accelerated growth of a limited number of global command centres in the highly connected world of electronic communications, finance, trade, and rapid travel are discussed. While the main focus is upon places at the upper end of the hierarchy it is also important to consider the impacts of change on smaller, often declining, less well connected places throughout the remainder of the urban hierarchy.































Ver mais:
http://www.aag.org/cs/annualmeeting
http://www.unil.ch/igu-urban/page88063.html

9 de abril de 2013

Association of American Geographers' Annual Meeting

Quando:
from April 9 to April 13, 2013

Onde:
Los Angeles, California

You will be joined by fellow geographers, GIS specialists, environmental scientists, and other leaders for the latest in research and applications in geography, sustainablity, and GIScience.

The meeting will feature over 6,000 presentations, posters, workshops, and field trips by leading scholars, experts, and researcher.

Mais informação:
http://www.aag.org/cs/annualmeeting/schedule_and_program

4 de abril de 2013

Conferência "Future Traditions"

1º Workshop Regional Internacional da eCAADe







Quando:
4 e 5 de Abril de 2013

Onde:
Faculdade de Arquitectura da Universidade do Porto

Instituição Promotora
eCAADe
The Association for Education and Research in Computer Aided Architectural Design in Europe
www.ecaade.org

O debate sobre do impacto das tecnologias digitais em arquitectura é geralmente centrado na descoberta de novas possibilidades para a prática e a teoria da disciplina.
Contudo, o passado e as suas tradições podem desempenhar um importante papel no futuro da arquitectura.
Depois de 50 anos de assimilação tecnológica, os arquitectos têm hoje em dia a distância necessária para desenvolverem uma reflexão crítica sobre o modo como o computador pode suportar dinâmicas de continuidade ou ruptura na disciplina.

Compreender a forma como as tecnologias digitais podem contribuir para repensar as tradições da disciplina e antever como podem inspirar o futuro é o principal desafio do evento “Future Traditions”.

Ver mais:
http://futuretraditions.arq.up.pt/

3 de abril de 2013

Conferência - Reabilitação Urbana & Espaço Público

Quando: 3 de Abril

Onde: Porto - Teatro Rivoli

Quem apresenta: A Porto Vivo SRU

Um debate essencial que agrega os actores públicos e os investidores privados, porque a Reabilitação Urbana é um esforço de todos para que seja uma realidade.
As experiências e realidades de várias cidades, que conjuntamente com o Porto, estão empenhadas na Reabilitação Urbana - Lisboa, Coimbra e Viseu vão apresentar a sua visão e realidade.
O financiamento e as experiências internacionais de Reabilitação Urbana vão estar também no centro do debate, com os protagonistas que fazem acontecer a Reabilitação.

Programa (síntese):
9h30 - Investimento em espaço público na Reabilitação Urbana
A requalificação do espaço público no âmbito do Programa de Ação do Eixo Mouzinho/Flores
O espaço público no novo PDM de Lisboa – o caso do eixo Av. Liberdade / Marquês do Pombal
10h10 - Painel de debate
11h00 - O papel dos Fundos de Desenvolvimento Urbano na Reabilitação
O modelo anglo-saxónico – O Caso “North West EverGreen Fund” – Manchester, Reino Unido
Linhas de Crédito FDU JESSICA – CGD
12h00 - Painel de debate
14h30 - O contributo do investimento privado na requalificação do espaço público
O papel dos fundos Imobiliários – o Caso Coimbra Viva
Promoção privada de interesse público - Devolver a Praça de Lisboa à cidade: o Passeio dos Clérigos
15h10 - Painel de debate
16h00 - Reabilitação urbana sustentável
A Reabilitação Urbana e a Energia na legislação nacional e na gestão municipal (SIM Porto e outros)
A Reabilitação Urbana: o caso de Viseu
A Reabilitação Urbana: o caso de Coimbra
17h00 - Painel de debate
17h30 - Intervenção de Encerramento
Porto: 12 anos de um novo fôlego na reabilitação urbana
18h30 - Abertura do Espaço da Reabilitação Urbana na Praça D. João I

Mais informação:
http://www.gecorpa.pt/upload/Agenda/Reabilitacao%20Espaco.pdf

Semana da Reabilitação Urbana – Porto 2013

Entre os dias 3 e 10 de abril, a cidade do Porto vai ser a anfitriã da Semana da Reabilitação Urbana, uma iniciativa que vai promover um programa intenso de eventos, incluindo conferências, seminários, workshops, exposições e a entrega do primeiro Prémio Nacional de Reabilitação Urbana.

São já várias as entidades que se associaram a esta celebração, uma ideia da Vida Imobiliária e da Promevi, em parceria com a Câmara Municipal do Porto e a Porto Vivo – SRU. Entre elas, a CCDR-Norte, a APEMIP, a AICCOPN, o INCI, a APRUPP, a Ordem dos Engenheiros, a Santa Casa da Misericórdia do Porto, a Faculdade de Engenharia da Universidade do Porto (FEUP) e o Instituto Politécnico do Porto, que além do seu apoio institucional à iniciativa, estão também a preparar a dinamização de eventos próprios no âmbito da Semana da Reabilitação Urbana, incluindo iniciativas de natureza mais técnica.

Ao longo de uma semana e um pouco por toda a cidade, em áreas e edifícios recuperados, a reabilitação urbana estará em destaque, convidando quer profissionais da área imobiliária e complementares, quer o público em geral, incluindo residentes e turistas da cidade do Porto, para conhecerem o que de melhor se faz na reabilitação urbana em Portugal.
Entre as atividades previstas incluem-se a realização de conferências e seminários, mas o público interessado poderá também conhecer métodos e materiais para reabilitação, tirar dúvidas sobre os processos de reabilitação, visitar edifícios reabilitados ou em reabilitação, ver exposições de fotografia ou participar em workshops.

Um dos principais pontos de interesse da Semana da Reabilitação Urbana será o Espaço da Reabilitação Urbana, que entre os dias 3 e 6 de abril, estará presente na Praça D. João I e que pretende ser um ponto de encontro obrigatório entre a população e a comunidade de profissionais que se dedica à reabilitação urbana. Em cerca de 600 m2, um auditório com 60 lugares apoiará a apresentação de projetos, empreendimentos, workshops e contactos entre estes dois públicos; estando ainda patentes mostras de soluções e iniciativas na área da reabilitação urbana. Este espaço acolherá ainda a mostra dos projetos candidatos ao primeiro Prémio Nacional de Reabilitação Urbana, que será entregue a 3 de abril, num evento integrado na Semana da Reabilitação Urbana.

A agenda de Conferências e Seminários da Semana da Reabilitação Urbana é outro dos pontos fortes da iniciativa, com a realização de um conjunto diversificado de conferências durante a semana sobre a reabilitação nas suas diversas vertentes. A Conferência “Reabilitação Urbana e Espaço Público”, a 3 de abril, marca o arranque do programa de conferências, um evento da responsabilidade da Porto Vivo, SRU e que terá lugar no Teatro Rivoli. O Seminário Nacional da APEMIP, a 5 de abril, é outro dos momentos de dinamização deste programa.
Os encontros são realizados em parceria com entidades que, desde forma, se associam à iniciativa, incluindo a AICCOPN, o Impulso Positivo, a Santa Casa da Misericórdia do Porto, a APRUPP ou a Ordem dos Engenheiros. O Teatro Rivoli e o Auditório da Ordem dos Engenheiros serão os palcos privilegiados para a realização do programa de conferências e seminários
...

Fonte:
Revista Imobiliária/Casa Sapo
http://casa.sapo.pt/news/detalhe.aspx?id=20961

Link para todo o programa:
www.semanadareabilitacao.com

26 de março de 2013

Exposition - La ville tournée vers l'espace public

PRIX EUROPÉEN DE L'ESPACE PUBLIC URBAIN 2012
Exposition conçue et réalisée par le CCCB et présentée par la Cité de l’architecture & du patrimoine / Institut français d’architecture (Ifa)




1er prix Ex AEQUO : aménagement des berges de la Ljubljanica, Ljubljana, Slovénie, 2011 Credits_Jernej Valenčič



1er Prix EX AEQUO : Restauration du Turo de la Rovira, Barcelone, Espagne, 2011 Credits_Lourdes Jansana





Quando:
Mardi 26 mars 2013 - Lundi 29 avril 2013

Onde:
Cité de l’architecture & du patrimoine / Institut français d’architecture (Ifa)

Galeria de fotos:
https://www.facebook.com/media/set/?set=a.355094424609596.1073741826.102146926571015&type=1

L’espace public sous toutes ses formes dans la diversité des contextes des villes européennes, c’est l’enjeu du prix décerné tous les deux ans par le Centre de Cultura Contemporània de Barcelona (CCCB).

L’exposition des palmarès des meilleurs espaces publics donne la mesure de la tonicité de la création en la matière autant que celle de la teneur du débat que porte ce type de programme dédié par essence à la vie urbaine. Si les villes de Ljubljana et de Barcelone se partagent le prix, la première pour l’ensemble de ses aménagements en bordure de la Ljubljanica, la seconde pour la mutation douce d’une ancienne batterie anti-aérienne, la ville de Nantes se distingue par l’intégration de son mémorial de l’abolition de l’esclavage dans l’épaisseur des quais de la Loire.

1ers prix ex aequo
- Aménagement des berges de la Ljubljanica
   Ljubljana, Slovénie, 2011
- Restauration du Turó de la Rovira
   Barcelone, Espagne, 2011

Mentions spéciales
- Réaménagement d’Exhibition Road
   Londres, Royaume-Uni, 2011
- Mémorial de l’abolition de l’esclavage
   Nantes, France, 2011
- Ailleurs / Elsewhere / Annorstädes
   Malmö, Suède, 2010

Catégorie spéciale
- Campement de la Puerta del Sol
   Madrid, Espagne, 2011
   Manifestation citoyenne

Mais informação:
http://www.citechaillot.fr/fr/expositions/expositions_temporaires/24977-la_ville_tournee_vers_lespace_public.html

25 de março de 2013

Post+Capitalist City #4 Move

Collage Competitions is a cycle of competitions for prospective thinking in terms of urban planning, architecture, political, social and economical spaces in a global scale.

Students, architects, urban planners, designers, artists and all active thinkers are invited to submit their ideas and share their visions to the world.

MOVE

[Traffic, transit, migration, nomadism]

«When traffic delays and confusion seem hopeless, remember that men of vision are working on the problem. Actually traffic engineers are planning city streets and country highways free from stop and go…
1. Sidewalks will be elevated – you’ll walk and shop ABOVE Main Street, actually cross OVER it.
2. Local traffic will use the FULL width of the streets below – no sidewalks, no parked cars. Loading and unloading will be done INSIDE the buildings.
3. High-speed, long-distance traffic will have its own elevated, one-way lanes, no stop lights or intersections.»
«Pedestrians -
Express Traffic -
Local Traffic -
- each will be given a clear path by 1960»
- predicts NORMAN BEL GEDDES, authority on future trends.
~ «This is the City of TOMORROW» Advertisement brochure for SHELL, before 1960.

Since Norman Bel Geddes predicted a bright future for transportation in our cities, our way to envision traffic today still deals with the same issues. Nevertheless, the way we approach them is orientated towards conscious and eco-responsible visions. Only 100 years after the beginning of mass-production of affordable cars, today the notion of traffic jam became of common knowledge. Whereas technologies and progress along the past century increased speed and reduced psychological distances, the super- abundance of motorized self-transportation tends to slow down exchanges and connections.

As most roads belong to the public space, this can be seen as a «tragedy of the commons», for which planers and engineers attempt to forecast traffic flows using empirical models. But despite all the attempts for fluid traffic, people all over the world – when asked what could change to make their city better – would answer in majority: the traffic. The seemingly limitations of transportation do not stop with the example of cars and roads. Transport systems, such as the Tokyo Metro suffer regularly from rush hours. The need to move has become an indisputable matter – even more with the urban growth and the dependency of the city for its flexible citizens.

Planes and high speed trains complete the image of the extension and almost unlimitedness of our extended possibilities of the radius of our movements. Though in fact, it became usual for urban citizens to spend up to 50% of the time they spend working simply «commuting». If urban centers keep being the place of work, the distance from the affordable house to work increases naturally with the raise of the estate market and the continuous movement of the populations to the outskirt of cities.

With the extension of the city, the possibilities for restructuring or adding new transport systems appears. Contemporary visions contain solutions for a human and eco-conscious flux management. Political initiatives as the phenomenal urban renewal of Bogota and the implementation of the bus rapid system Transmilenio are being copied in several highly congested cities around the world. Models of democratization of the public transportation come to become popular, such as the Netherlands, Denmarks and Germanys endeavor towards the «bike-able city» or the implementation of low consumption car-sharing systems, take-away bicycles or plugs for electric cars.

Traditionally the freedom of movement contains issues of gender and class as well. Still today patterns of mobility differ between social groups. These inequalities can be observed on a global scale. As transportation has always been the mirror of social conditions, today the movement of populations towards other economically more attractive countries create a new phenomenon of global economic migration and more particularly a new status: the economic refugee. The freedom of movement is therein contested, as the subsequent reinforcement of borders polices tend to question the meaning of freedom, identity and citizenship.

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Could we imagine an alternative society in which the free movement of people takes part of their human rights? If people could follow the path of the internet and the migration of information, what would happen to our society? Would our ability to move depend on money and how would it influence tourism? How can we deal with the freedom of movement and borders? How could we overcome the dilemmas of urban mobility? Would there be a changing urban aesthetic relating to urban space and technologies of transport and communication? What could be the future of the pedestrian? And how could our movements shape the urban landscapes and our daily lives in the cities?

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>>> Now it’s your turn! Show us your ideas to re-think how we move, how we migrate and a city with another system of moving culture and structure!

Ver mais:
http://www.collagelab.org/en/post-capitalist-city-move/
http://www.collagelab.org/pdf/poster_MOVE_EN.pdf

23 de março de 2013

Metapolis em construção – uma análise multi-temporal e multi-escalar

Teresa Sá MARQUES
Filipe Batista SILVA

Comunicação apresentada no
XII Colóquio Ibérico de Geografia

1. Enquadramento
A expansão da ocupação urbana tem sido objecto de um grande número de estudos na segunda metade do século XX e inícios do XXI, com enfoques muito variados1. Esta fase de evolução dos territórios urbanos associa-se a uma mancha urbana extensa, descontínua, heterogénea e multipolar. Os intensos processos de urbanização e expansão reticular das cidades, geralmente associados ao desenvolvimento das metrópoles2, criam periferias urbanas diferentes das que foram formadas desde a revolução industrial até à década de 1960. Como refere Dematteis (1998), as novas periferias reflectem as mudanças das estruturas territoriais urbanas (desurbanização, contraurbanização), das formas de comunicação e informação, e dos modos de organização e regulaçãoo social (posfordismo).
...

2. Uma reflexão multi-escalar e multi-temporal
Os processos de edificação e urbanização, assim como o ordenamento do território e o urbanismo, são de natureza multi-escalares (realizados a várias escalas) e inter-escalares (articulação entre escalas). A forma metropolitana actual não resulta de uma unidade de formas contínuas e regulares, mas é o resultado de um patchwork de formas, que se foram combinando em termos horizontais mas também sobrepondo, numa lógica de estratos. Assim, sobre um suporte geográfico natural foram-se justapondo e por vezes sobrepondo edificações e infraestruturas, criando uma cidade dilatada, dispersa, heterogénea, enfim uma grande mancha urbana descontínua. Uma análise aprofundada revela as lógicas subjacentes, que explicam as dinâmicas das regiões urbanas e as formas de articulação entre as diferentes componentes.
...




3. Fragmentação territorial





4. Policentrismo urbano








5. Conclusão reflexiva
Ao analisar as morfologias urbanas e as interacções entre as diferentes escalas, numa perspectiva temporal, é possível compreender melhor a complexidade da metapolis e caminhar para o reconhecimento de sínteses de morfo-tipologias urbanas. Interessava perceber de que forma os territórios se geram e se sustentam mutuamente, através de inter-relações dinâmicas e de relacionamentos entre funções urbanas.
O estudo das formas urbanas enquanto permanências em mutação sugere transformações e constitui uma importante matéria-prima para a reflexão urbanística. O peso dos núcleos antigos na nuclearização e organização do crescimento territorial confere uma heterogeneidade e uma complexidade morfo-tipológica específica à região metropolitana do Porto. O sistema metropolitano tem um carácter claramente polinuclear, constituído pelas cidades “tradicionais” e as novas polaridades (fruto dos processos de inovação ou desconcentração das actividades produtivas industriais ou terciárias). A intensa mistura de usos e actividades e os valores naturais em presença traduzem-se numa diversidade funcional e paisagística que torna esta metrópole singular.
O estudo das formas urbanas é essencial para compreender a cidade contemporânea e fulcral para reflectir os processos económicas. Este estudo vai para além das configurações exclusivamente físico-espaciais, pois aborda os processos funcionais. As cidades e metrópoles crescem numa variedade de formas complexas e dinâmicas (as formas urbanas por vezes trocam de posição nas regiões urbanas, veja-se a periferização de alguns centros e a centralização de algumas periferias).
Os ritmos dos processos (as alterações das condicionantes ambientais, o envelhecimento da população, a crise económico-financeira e a crise energética poderão ter grandes implicações no arranjo espacial das actividades e da escolha da residência) e as incertezas do mundo actual, transmite-nos uma grande insegurança analítica. Num posicionamento prospectivo, há uma grande incerteza em relação às futuras necessidades de espaço e às condições necessárias para sustentar uma variedade de necessidades de uma população urbana crescente. Tais condições incluem novas formas de viver, trabalhar e comprar, aprender e ocupar os tempos livres, bem como novas formas de produção e transporte, sem esquecer as condições básicas de vida, tais como um alojamento seguro e uma oferta de água potável e alimentos saudáveis. Neste contexto, o estudo das formas metropolitanas tem de ser um processo, sempre atento e sempre em curso.

Referências bibliográficas

In:
Actas do XII Colóquio Ibérico de Geografia
6 a 9 de Outubro 2010, Porto: Faculdade de Letras (Universidade do Porto)

Link para artigo completo:
http://web.letras.up.pt/xiicig/comunicacoes/291.pdf

21 de março de 2013

Percursos Pedonais e a Requalificação do Espaço Público

CICLO ENCONTROS DE URBANISMO - "REGENERAR, REABILITAR, REQUALIFICAR"

O ciclo "Encontros de Urbanismo" pretende lançar um fórum anual de reflexão alargada sobre temas ligados ao Urbanismo.

A primeira edição do ciclo, a realizar entre novembro de 2012 e julho de 2013, é dedicada ao tema "Regenerar, Reabilitar, Requalificar" e terá como objetivo debater abordagens inovadoras sobre a requalificação das cidades e a sua importância na promoção da qualidade de vida em Lisboa.

Quando: 21 de Março, às 18h00.

Onde:
auditório do CIUL - Centro de Informação Urbana de Lisboa

CCB Cidade Aberta

Colóquio evocativo dos 20 anos do Centro Cultural de Belém



Quando:
21 de Março de 2013


Local:
CCB/ Pequeno Auditório


Coordenação de
Nuno Grande



Sessões de debate

14h30-16h
O CCB no contexto urbano e cultural de Lisboa
Apresentação e moderação por Simonetta Luz Afonso
Intervenções de António Lamas, Walter Rossa, António Guerreiro, Pedro Mexia
Tópicos
O CCB tornou-se numa das obras arquitectónicas mais emblemáticas da, então jovem, Democracia Portuguesa, e da sua, então também recente, vocação europeísta; tendo ficado decisivamente marcado pela sua condição de sede da primeira Presidência Portuguesa da CEE (em 1992) e, logo depois, de centro cultural polivalente e popularizado (inaugurado em 1993 e muito visitado durante Lisboa ’94 Capital Europeia da Cultura). Essa condição, tornou-o, irremediavelmente, num “espelho” das sucessivas políticas públicas para a Cultura em Portugal, palco de diferentes ciclos políticos de gestão – por vezes contraditórios entre si –, ao nível da programação nas diversas artes, mas também, das orgânicas museológicas ali ensaiadas, ao longo do tempo.
Neste debate, pretende-se situar o CCB e o seu lugar de implantação – a Belém monumental, mitificada pela História – no contexto da evolução de Lisboa e da sua frente ribeirinha. De igual modo, deseja-se perceber o processo que levou ao concurso e à polémica em torno da construção do edifício, com ênfase no programa que lhe deu suporte e no modo como este foi interpretado pelo projecto vencedor. Finalmente, procura-se entender como essas duas condições – a monumentalidade do lugar, face à do próprio edifício; e a sua reconhecível deriva programática – marcaram o imaginário cultural lisboeta durante as últimas duas décadas.

16h30-18h
O CCB no contexto da arquitectura portuguesa e europeia
Apresentação e moderação por Nuno Grande
Intervenções de Manuel Salgado, Gonçalo Byrne, Nuno Portas, Jorge Figueira
Tópicos
O concurso público que presidiu à escolha do projecto para o CCB foi um dos mais concorridos e coerentes processos de decisão institucional, de que há memória em Portugal. De facto, e seguindo os preceitos da União Internacional de Arquitectos (UIA), o concurso organizou-se em duas fases (sendo a primeira anónima), permitindo aos concorrentes finalistas defender e debater as suas soluções perante o júri. Estas, como muitas outras que não chegaram à final, documentariam a diversidade de tendências que, à época, ensaiavam uma nova condição, dita “pós-moderna”, para o desenho da arquitectura e da cidade.
Neste debate, pretende-se relembrar as principais opções presentes no concurso para o CCB, e as relações que estas estabeleciam com os traçados históricos da cidade (sob o efeito da “cidadela” ou da “cidade aberta”, lembrando Nuno Portas, membro do júri do concurso). De igual modo, deseja-se perceber a “inscrição” da solução vencedora na escolástica do denominado “neo-racionalismo” italiano – tão marcado na sua partição modular e na sua estrita estruturação interna –, oferecendo-se, apesar de ainda incompleta, como uma “arquitectura urbana” evocadora dos grandes palácios ribeirinhos lisboetas. Finalmente, procura-se debater o modo como esta obra se enquadrou no seio, ou se projectou para lá, dessa Lisboa pós-moderna da viragem para os anos 1990.

No mesmo dia inauguração da exposição GARAGEM SUL - EXPOSIÇÕES DE ARQUITECTURA | ARX arquivo/archive

Ver mais: http://www.arquitectos.pt/?no=2020494116,153

20 de março de 2013

Lançamento do livro "Urbanismo e Arquitectura em Angola"

de Maria Manuela da Fonte

Quando:
dia 20 de Março pelas 17h30

Onde:
sala CUBO da Faculdade de Arquitectura, Pólo Universitária / Alto da Ajuda, Rua Sá Nogueira.

Promovido por:
Faculdade de Arquitectura da UTL e a editora Caleidoscópio

O tema central deste livro consiste na análise das formas de ocupação do território em Angola, das suas estruturas e organização, bem como da Arquitectura aí produzida no período compreendido entre os anos 20 e 70 do século XX.
Foi nossa pretensão estudar a hipótese da existência de uma identidade própria no urbanismo e arquitectura praticados no meio século que precedeu a independência de Angola, e que consistiria na expressão portuguesa adaptada ao contexto colonial.
Aborda-se o reflexo espacial do discurso ideológico colonial no que se refere aos vários tipos de ocupação do território angolano, bem como as teorias urbanísticas europeias e portuguesas e a sua tradução na prática urbanística angolana, através da análise dos planos e projectos de arquitectura deste período.
Quer na arquitectura quer no urbanismo, encontram-se modelos de ocupação do território que, por um lado, têm directa relação com as políticas vigentes e, por outro, com modelos conceptuais emanados directamente de Portugal e que, por sua vez, se consolidavam nas referências internacionais. Estas referências adaptam-se ao espaço angolano de duas formas distintas, por justaposição, ou por mimetismo, em função do maior ou menor peso da relevância da interpretação do sítio na concretização das soluções.
A uma forma portuguesa de fazer arquitectura angolana correspondeu, em sentido inverso, uma forma angolana de fazer arquitectura portuguesa, quer se localizasse no campo da espontaneidade quer da racionalidade, quer tentasse ser vernacular ou moderna.
A emergência de novas cidades onde tudo estava por fazer, terreno fértil de aplicação da leveza da linguagem e do estar, da libertação do gesto na concepção urbanística e arquitectónica pela mão dos vários actores (onde os arquitectos tiveram papel determinante), traduziu-se numa arquitectura e urbanismo tropicais angolanos de expressão portuguesa.

in:
http://www.arquitectos.pt/?no=2020494148,153

16 de março de 2013

Dispersão urbana - As questões e a busca de seus equacionamentos

Resenha do livro:

Notas sobre urbanização dispersa e novas formas de tecido urbano
Nestor Goulart Reis
Via das Artes, São Paulo; 1ª edição, 2006

Por:
Maria de Lourdes Pinto Machado Costa
Publicada em:
Vitruvius - abril de 2011 - revista Resenhas Online

Trata-se de publicação que reúne estudos e análises sobre o processo de urbanização em sua versão mais recente – a Dispersão Urbana. A este material se somou o produzido pela investigação do autor sobre a temática nos últimos anos. Ela traz, em perspectiva histórica, o processo de urbanização desde as últimas décadas do século 20, e primeira do 21, com suas mudanças mais visíveis no pós 1980-1990. Foi considerado como base o sistema urbano do estado de São Paulo, mas analisa áreas metropolitanas e suas faixas envoltórias, tanto em relação a São Paulo quanto para as respectivas áreas de Campinas, Baixada Santista e Vale do Paraíba.

Vista aérea de São Paulo
Foto Nelson Kon

Ao longo dos capítulos, revela-se a procura de um senso comum, respaldado em observações diretas, interpretações sobre os casos averiguados, bem como reflexões atinentes ao processo, mesmo que de cunho ainda exploratório.
...
A idéia se funda na busca de um alinhamento viável entre os problemas e as indagações constatadas e de seus respectivos equacionamentos. E pretende discernir os campos e complexidades inscritas nos muitos e diversificados tipos das materializações do processo de urbanização sobre o espaço, na atualidade. A dispersão urbana evidencia aspectos de seu estágio mais recente, expressos segundo novas formas de aglomeração da população e de formação de tecidos urbanos sobre o território.

A espacialização do fenômeno da dispersão urbana
Tendo como exemplo o estado de São Paulo, a espacialização do fenômeno foi observada segundo os usos do solo, da seguinte maneira:
a) esgarçamento crescente do tecido dos principais centros urbanos;
b) formação de constelações ou nebulosas de núcleos urbanos e bairros, de diferentes dimensões, integradas em uma área metropolitana ou em um conjunto ou sistema de áreas metropolitanas;
c) mudanças nos transportes diários intra-metropolitanos de passageiros;
d) difusão ampla de modos metropolitanos de vida e de consumo, tambémestes dispersos pela área metropolitana ou sistema de áreas metropolitanas.
O conhecimento sobre o processo de mudanças, assim como a construção de explicações consistentes em relação a sua prática atual, demanda a análise de suas características, a serem consideradas em duas escalas: a mais abrangente, representada pelas formas de dispersão urbana no âmbito regional, e num nível mais reduzido, o do tecido urbano, onde se evidenciam as relações em seu interior – na escala intra-urbana.
Este surpreendente estágio de rebatimento dos fenômenos sobre o território (urbano, mas extensivo ao rural e periferias metropolitanas) apresenta dinâmica radical na formação dessas novas formas de aglomeração de população e de gestão dos espaços regionais e locais, independentemente de suas respectivas jurisdições, divisões administrativas, políticas.

A consciência das mudanças
As mudanças podem ser identificadas em investigações e seminários efetivados, sob as óticas européia e norte americana, com ênfase em autores europeus (casos da Alemanha, Espanha, França, Itália e Portugal).
...
Ao tentar compatibilizar teoria e prática, faz emergir uma constatação: de que a teoria disponível não dá conta do que está sendo extensa e constantemente produzido sobre os territórios, em distintos níveis – regionais, meso e microrregionais, e locais.

Dispersão em áreas residenciais, industriais, de comércio e serviços
Nas áreas residenciais a dispersão também se faz segundo extratos – indo dos mais aos menos abastados – sendo os dos pobres, mais antiga, em ocupações periféricas, irregulares. Neste último caso, os assentamentos são precários em relação aos serviços, infra-estrutura e transportes. Recentemente, esses assentamentos tem crescido, contando em boa parte com transportes alternativos, nos deslocamentos de suas populações em direção à metrópole, onde se encontra o local de trabalho.
Também contribuem para os novos modos de vida a dispersão industrial, que inaugurou o processo em São Paulo, alojado em faixas lindeiras às estradas. Da mesma forma, há dispersão urbana a partir dos centros de comércio e serviços, ou capitaneada pela implantação de outros vultosos investimentos, shopping-centers, grandes equipamentos comerciais, centros empresariais, de escritórios e de telecomunicações, entre outros complexos de usos múltiplos. Na base dos novos modos de vida esteve presente a procura de realização do sonho da moradia, mais segura e integrada à natureza.

Dispersão: atores e agentes do setor imobiliário
De outra vertente, a dispersão urbana se dá a conhecer através das ações de atores sociais, como os do setor imobiliário. Este se traduz pela atuação e produção concreta, em que viabiliza o acesso a áreas afastadas, pouco densas, alimentado pelo grande capital financeiro, no vigente estágio do capitalismo mundial.
Os empreendimentos de grande porte, tidos como projetos de desenvolvimento urbano, geralmente provêem do capital privado e geram novas centralidades.
...
Vale, ainda, lembrar a crítica final feita pelo autor aos modelos adotados nos projetos arquitetônicos, de forte influência norte americana
...

Considerações finais
Sob perspectiva social, alguns modelos teóricos têm procurado visualizar e elucidar seus fundamentos. Estes se enquadram em duas linhas principais: a que se encontra voltada para os estudos quantitativos e demográficos, com tendência a justificar a distribuição de população e atividades sobre o território em função de mudanças tecnológicas e, a outra linha, de viés não consensual, significativamente mais politizada, que entende a recente organização territorial como componente da reorganização produtiva, da nova etapa de evolução do capitalismo, sobretudo ao se verificar a reorganização de setores mais dinâmicos do mercado imobiliário, que tenta impor sua lógica de desenvolvimento mais oportunista.
No plano internacional, chama a atenção para a necessária prudência a ser tomada nas análises, ao considerar situações e perspectivas sociais endógenas e exógenas aos processos, ao se avaliar tanto semelhanças quanto diferenças, em face das experiências e contextualizações plurais, próprias ou específicas das histórias dos países e regiões, sejam na América Latina, Europa ou Estados Unidos da América do Norte. Mas destaca algumas mudanças determinantes no grau da atratividade metropolitana, mesmo naqueles países com nível médio de industrialização. Ainda na escala metropolitana, confirma a formação de novos eixos de ocupação, não raro devido às conurbações, muitas vezes lineares, lindeiras às rodovias.
...
A leitura realizada conduz a reflexões sobre mais alguns pontos: as diferenciações entre as áreas dispersas pelo território que ainda guardam vínculos de um mesmo sistema urbano, o advento de novas regionalizações tanto em relação às regiões oficiais de governo, quanto à regionalização do cotidiano nas escalas intra e inter-metrópoles, com suas interrelações e assimilação de novos modos de vida da população. Entre estes encontram-se os maiores fluxos de mobilidade de pessoas, mercadorias, veículos, além de notícias e informações passadas pelos sistemas de comunicação, efetivados entre municípios contíguos ou distantes, e o que desemboca na adoção de outras formas de gestão dos espaços urbanos.
Vale pontuar outras chamadas no texto, como a necessidade de se considerar o quadro da crescente complexidade no momento atual, em especial no que reflete nas alterações das relações sociais e de trabalho. Por outro lado, atenta para uma necessária postura e consciência sobre essas mudanças, para que se possa lidar com a dispersão urbana, enquanto passagem de um estado para outro, em que as formas constituídas se expandem e se subdividem rapidamente sobre o território. Não é demais lembrar que essas mudanças não decorrem apenas de processos físicos, mas de processos sociais na organização do território. Pelo exposto, tudo indica que diferentes instâncias de governo, opinião pública e mídia não se deram conta, ainda, da intensidade, gravidade e urgência de se criar condições para se controlar esse processo.
...
A relevância do livro se baseia enormemente na tentativa de passar para o público especializado e a sociedade em geral, o entendimento de uma modalidade de urbanismo que altera visões, modos de vida; além de um difícil e imenso esforço de compreensão para registrar e levantar possibilidades de explicitação de um fenômeno mal percebido pelos cidadãos, com implicações e conseqüências sobre seus cotidianos, interferindo, segundo diferentes naturezas e dimensões, escalas de vivência, paisagens regionais e locais, e meio ambiente, na troca acelerada de valores consolidados, pari passo às compartimentações e segregações generalizadas, cada vez mais identificadas pela exclusividade de certos extratos sociais, praticadas numa lógica distante do discurso universal.

Link para a resenha completa:
http://www.vitruvius.com.br/revistas/read/resenhasonline/09.108/3833