Organização:
Gérard Baudin
Domingos M. Vaz
Edições Húmus
2015
A relação entre as cidades e as áreas rurais envolventes estimula a reflexão teórica e analítica, em busca de caminhos propiciadores de novas abordagens às transformações das cidades, vilas e aldeias. Os textos apresentados neste livro são contributos para a compreensão e a intervenção na dinâmica territorial dos “territórios de transação” e para a própria conceptualização das relações entre a cidade e o campo. No seu conjunto, eles procuram ir além das simples dualidades de oposição entre o rural e o urbano e realçam que a sustentabilidade dos territórios de baixa densidade está muito dependente da sua capacidade para gerir fluxos num quadro de mundialização, sendo a criatividade o seu recurso fundamental.
Tem por objectivo fomentar o diálogo disciplinar em torno da relação entre as cidades e as áreas rurais envolventes, em busca de caminhos propiciadores de novas abordagens às transformações das cidades, vilas e aldeias nas últimas décadas.
Ver mais:
https://www.ubi.pt/Ficheiros/Entidades/Universidade/TransacaoTerritoria_K_23_Out.pdf
20 de junho de 2015
19 de junho de 2015
23 rd Annual Coloquium: “Sustainable Rural Systems: Smart Answers for a Smiling Future”
“Respostas inteligentes para um futuro risonho”
Quando:
27th July – 2nd August 2015
Onde:
Lisboa / Porto
Num mundo globalizado, uma miríade de potencialidades e constrangimentos desafiam a nossa capacidade de encontrar uma estratégia com o objetivo de desenvolver o território com inspiração e criatividade.
Os espaços rurais são geralmente territórios sensíveis, que exigem abordagens específicas.
Na União Europeia, no âmbito da Estratégia Europa 2020, são apresentadas três prioridades:
- Crescimento Inteligente, baseado no conhecimento e na inovação;
- Crescimento Sustentável, com vista a uma economia mais verde e competitiva, que utiliza os recursos de forma mais eficiente;
- Crescimento Inclusivo, para estimular o emprego e alcançar a coesão social e territorial.
- Paisagem, Património e Turismo Sustentável
- Ambiente, Sustentabilidade e Alterações Climáticas
- Respostas inovadoras e inteligentes para o Horizonte 2020
- Interações entre o Rural e o Urbano numa sociedade em mudança
- Desafios Sociais para um futuro risonho
- Interações entre o rural e o urbano numa sociedade em mudança
Esta sessão temática acolhe comunicações que lidem com as novas tendências: da permacultura e economia de proximidade, aos modelos inovadores de produção e fornecimento de alimentos, de projectos de baixo carbono a "proconsumidores" de energias alternativas.
O nosso lema será trazer o campo à cidade, sem levar a cidade ao campo, como foi sugerido por Ribeiro Telles.
Ver mais:
http://www.igu-csrs.fcsh.unl.pt/portuguecircs1.html
18 de junho de 2015
Exposición "Piso Piloto"
Quando:Barcelona - del 4 junio 2015 al 25 octubre
Medellín - del 24 de junio al 24 de octubre
Onde:
Barcelona | Espanha - CCCB
Medellín, Colombia - Museo de Antioquia
En las últimas décadas, tanto Medellín como Barcelona se han distinguido ante el mundo por haber impulsado un urbanismo inclusivo que ha puesto muchos espacios públicos al servicio de la redistribución social. Aun así, como tantas otras ciudades del mundo, ambas tienen todavía pendiente la asignatura urgente de garantizar el derecho a la vivienda.
Más que una exposición, Piso Piloto es una convocatoria coral de Barcelona y Medellín para hacer surgir el debate y presentar un conjunto de propuestas que respondan a las problemáticas o a los retos más importantes que tienen que afrontar estas dos ciudades en torno al tema de la vivienda.
La exposición se estructura en tres partes:
- La primera, El problema de la vivienda,muestra las problemáticas actuales en torno a esta cuestión: desde el fenómeno de los pisos vacíos hasta las paradojas de la gentrificación, y despliega los datos más significativos en cada caso.
- El siguiente apartado, La vivienda como solución, recoge una multitud de propuestas elaboradas por parte de diferentes agentes –grupos de investigación universitaria, administraciones, organizaciones sociales, etc.– para responder a los problemas planteados.
- El tercer y último espacio es conclusivo y, en forma de tres conceptos básicos –Reformar, Cohabitar y Cooperar–,sintetiza las posibles soluciones (retos), argumentadas por especialistas de distintos ámbitos.
Ver mais:http://cccb.org/es/exposicio-piso_piloto-128989
Eixos urbanos e revitalização da cidade: intervenções transformadoras
3º Encontro de Urbanismo - reinventar a cidade, transformar LisboaQuando:
18 Junho - 18h-20h
Onde:
Auditório do Centro de Informação Urbana de Lisboa (CIUL) | Lisboa
Com:
José Sarmento de Matos
Álvaro Domingues
Nuno Mateus
A terceira edição do ciclo de conferências “Encontro de Urbanismo” aborda este ano o tema “Reinventar a Cidade, Transformar Lisboa”.
Pretende-se debater a forma como a criatividade e a inovação estão a causar transformações nas estruturas, formas e usos urbanos.
Ver mais:
http://www.cm-lisboa.pt/viver/urbanismo/ciul/3o-encontro-de-urbanismo
17 de junho de 2015
Seminário "O caso de Abrantes - Plano de Urbanização no quadro da nova Lei de Bases"
Quando:17 de Junho
Onde:
Abrantes, Edifício Pirâmide
Promove:
Câmara Municipal de Abrantes
Programa:
- 09:30
Sessão de Abertura
Presidente da Câmara Municipal de Abrantes
Representante da DGT (a confirmar)
- 10:00
Estruturação da Cidade Alargada
Desafios atuais e estruturação da Cidade
Fernando Nunes da Silva
Estrutura/Modelo do PU Abrantes
Jorge Carvalho
A colmatação necessária no PU Abrantes
Carina Pais
Debate
- 11:45
Classes e categorias de solo
Classes e categorias de solo na Lei de Bases
António José Lameiras
Infraestruturas versus edificabilidade
Frederico Sá
- 14:15
Classes e categorias de solo (continuação)
Estrutura ecológica e áreas agrícolas e florestais da Cidade
Ana Blanco
Categorias de solo e ocupação dispersa no PU Abrantes
Jorge Carvalho
Debate
- 15:30
Orientações executóriase perequativas no quadro de planos Orientações executóriase perequativas na Lei de Bases
João Miranda
Orientações executórias e programaçãono PU Abrantes
Ricardo Brás
Perequação e avaliaçãodo solo urbano no PU Abrantes
Jorge Carvalho
Debate
- 17:30
Ver Abrantes do Castelo
Degustação de produtos locais
Ver mais:
http://cm-abrantes.pt/index.php/pt/agenda/145-o-caso-de-abrantes-plano-de-urbanizacao-no-quadro-da-nova-lei-de-bases
9 de junho de 2015
Ordenar a Cidade - Newsletter 15
http://www.ordenaracidade.pt/
Newsletter 15 | 9 de Junho de 2015
PLANO DE URBANIZAÇÃO NO QUADRO DA NOVA LEI DE BASES (o caso PU de Abrantes)
SEMINÁRIO 17 JUNHO, EM ABRANTES
O Seminário incidirá em 3 temas:
- Estruturação da Cidade Alargada
- Classes e categorias de solo
- Orientações executórias e perequativas
O Plano de Urbanização de Abrantes tem conteúdo conforme o novo quadro legal.
O Seminário, sendo sobre o plano, é também sobre o novo quadro legal (Lei de Bases e novo RJIGT), constituindo oportunidade para sobre ele refletir.
Programa e inscrição gratuita aqui.
7 de junho de 2015
“Man-City-Nature” - Integrated development of cities and regions: local and regional perspective.
X International Conference “Man-City-Nature”Quando:
October 12-13, 2015
Onde:
Toruń
The X International Conference “Man-City-Nature”, has a long tradition and a solid group of loyal participants.
This time the leading topic, which we hope will become an impulse for a fruitful exchange of thoughts, is: “Man-City-Nature” - Integrated development of cities and regions: local and regional perspective.
The scope for the Conference leading topic will include the following modules:
- theoretical-methodological,
- socio-demographic,
- economic,
- innovative regions and creative cities – challenges of the 21st c.,
- environmental,
- integrated and sustainable development of regions and urban ecosystems, intelligent and passive cities,
- planning-legal,
- urban-architectural,
- methodical (with a stress on GIS solutions).
https://man-city-nature.umk.pl/pages/Overview/
https://www.facebook.com/ManCityNature
5 de junho de 2015
Seminário Internacional InLUT - Integration of land use and transport in medium-sized cities
Quando:5 de Junho
Onde:
Biblioteca Nacional | Lisboa
A interação entre usos do solo e transportes, as influências que esta interação produz nas deslocações e nos padrões de mobilidade e a procura de melhoria da integração destes aspetos no quadro da promoção de uma política de mobilidade urbana mais sustentável tem sido objeto de diversos estudos e projetos de investigação ao nível europeu, sobretudo ao nível de grandes áreas urbanas e em de países do norte e centro da europa.
Projetos desenvolvidos no quadro da rede temática PLUME com o apoio da EU, revelam que aquelas interações são complexas e que os impactes nos comportamentos de deslocação e nos padrões de mobilidade são diversos, nem sempre no mesmo sentido e com a mesma intensidade, e estão longe de ser conhecidos.
O projeto ILUT tem como tema central o estudo das interações entre usos do solo e transportes e as influências que esta interação produz nas deslocações e nos padrões de mobilidade em 4 cidades médias portuguesas (Vila Real, Castelo Branco, Santarém e Faro).
O projeto aporta cinco inovações:
(i) em termos conceptuais; os estudos desenvolvidos a nível internacional incidem sobretudo sobre grandes áreas urbanas;
(ii) em Portugal, praticamente não existem estudos sobre esta temática;
(iii) as metodologias desenvolvidas são inovadoras nos planos nacional e internacional; e
(iv) a comparação a nível internacional com outras realidades territoriais distintas é agora possível.
Programa:
10h00
Painel de discussão
Moderador:
Robert Stussi
“Land use and transport: from co-evolution to co-ordination ”
Stephen Marshall
“Accessibility, complex travel needs and the planning system”
Helena Titheridge
11h30
Painel de discussão
Moderador:
David Vale
“Cidades médias: uma reflexão prospetiva”
Teresa Maria Vieira de Sá Marques
“Mobilidade nas cidades médias: potencialidades mas também dificuldades”
Fernando Nunes da Silva
“Políticas de transporte/mobilidade em cidades”
Álvaro Costa
14h00
Projeto de Investigação InLUT
Apresentação / Objetivos do projeto
Metodologia / Divulgação dos resultados / Conclusões do projeto
Oradores:
Rui Alves; David Vale; Maria Manuela Rosa; Ricardo Bento
Ver mais:
http://inlut.fa.ulisboa.pt
17è Rencontres internationales en urbanisme APERAU
Association pour la Promotion de l'Enseignement et de la Recherche en Aménagement et Urbanisme
Ces Rencontres, intitulées «La Fabrique de la ville», sont consacrées «aux modes de penser et de faire la ville».
Thème du colloque principal:
«Concevoir et fabriquer la ville»
Quando:
du 1er au 5 juin 2015
Onde:
Rennes
Le colloque scientifique s'articule autour de six figures interagissantes, déclinées en autant de thèmes.
Ces thèmes serve de guide à la réflexion scientifique.
http://www.aperau.org/programme-des-journees-2014.html
Ces Rencontres, intitulées «La Fabrique de la ville», sont consacrées «aux modes de penser et de faire la ville».
Thème du colloque principal:
«Concevoir et fabriquer la ville»
Quando:
du 1er au 5 juin 2015
Onde:
Rennes
Le colloque scientifique s'articule autour de six figures interagissantes, déclinées en autant de thèmes.
Ces thèmes serve de guide à la réflexion scientifique.
- Objets et espaces de la ville contemporaine
- Le projet et ses méthodes : conception, aménagement, construction
- Aménager et urbaniser : à quel prix ?
- Acteurs, métiers et formations
- Les référentiels de la fabrique urbaine
- Pouvoirs, mobilisations et régulations dans la fabrique urbaine
http://www.aperau.org/programme-des-journees-2014.html
4 de junho de 2015
Velo-City 2015
Comunicações apresentadas na Velo-City 2015Quando:
JUNE 4, 2015
Onde:
Nantes
SESSION - THE BICYCLE WITHIN AN INTERMODAL TRANSPORT SYSTEM
This session will demonstrate how the bike can be efficiently integrated into sustainable transportation systems. Nowadays, cycling is getting placed into the mobility chain at all levels, with more and more connections made to other means of transport including carsharing. Speakers and delegates will emphasize the necessary factors for a successful integration of bicycle within an intermodal system of transport.
Comunicação:
”The bicycle within an intermodal system transport”
Gil Ribeiro e Frederico Moura e Sá
SESSION - PICK YOUR PARTNERS: YOU’LL NEVER BIKE ALONE!
Cooperation between cycling stakeholders is the key to success to develop the use of the bike. Speakers will present on the collaborative approach they implemented to motivate and engage stakeholders, and make durable partnerships in the name of cycling.
Comunicação:
“The relationship between university, local authorities and bicycle industry: the role of the Bicycle Technological Platform in Portugal”
José Carlos Mota, Frederico Moura e Sá, Gil Ribeiro e Paulo Rodrigues
Ver a apresentação:
http://www.slideshare.net/zemota/the-relationship-between-university-local-authorities-and-49503151
Ver mais:- http://www.velo-city2015.com/en/wp-content/uploads/sites/2/2015/05/PROGRAMME-COMPLET-EN-LIGHT.pdf
- http://www.velo-city2015.com/en/event/bicycle-within-intermodal-transport-system/
- http://www.velo-city2015.com/en/event/pick-partners-youll-never-bike-alone/
Workshop sobre Planos de Mobilidade Urbana Sustentável
Quando:
Junho 4, 2015 - 12:30 a 16:30
Onde:
Lisboa - auditório da Biblioteca Orlando Ribeiro
Organizam:
A Plataforma Europeia para os Planos de Mobilidade Urbana Sustentável, com o apoio do Instituto da Mobilidade e dos Transportes, da Rede Ibérica CIVINET e do projeto europeu Endurance.
O evento destina-se aos intervenientes nacionais, regionais e locais (cidades) interessados e/ou envolvidos no transporte urbano e no planeamento da mobilidade.
Os objetivos do workshop são:
http://www.tice.pt/pt-pt/noticias-e-eventos/workshop-sobre-planos-de-mobilidade-urbana-sustentavel-lisboa-4-de-junho-de-2015Gerais
Junho 4, 2015 - 12:30 a 16:30
Onde:
Lisboa - auditório da Biblioteca Orlando Ribeiro
Organizam:
A Plataforma Europeia para os Planos de Mobilidade Urbana Sustentável, com o apoio do Instituto da Mobilidade e dos Transportes, da Rede Ibérica CIVINET e do projeto europeu Endurance.
O evento destina-se aos intervenientes nacionais, regionais e locais (cidades) interessados e/ou envolvidos no transporte urbano e no planeamento da mobilidade.
Os objetivos do workshop são:
- Atualizar o ponto de situação da política de planeamento da mobilidade urbana e transportes, em Portugal.
- Informar sobre o apoio europeu que as cidades podem obter na preparação, desenvolvimento e implementação de um Sustainable Urban Mobility Plan (SUMP), em Portugal designado por "Plano de Mobilidade e Transportes" (PMT) e em Espanha por "Planes de Movilidad Urbana Sostenible” (PMUS).
- Familiarizar os participantes com o conceito PMT/SUMP, principais passos e benefícios.
- Discutir os obstáculos à aplicação do plano na região/cidade e a forma de os superar.
http://www.tice.pt/pt-pt/noticias-e-eventos/workshop-sobre-planos-de-mobilidade-urbana-sustentavel-lisboa-4-de-junho-de-2015Gerais
2 de junho de 2015
COLLOQUE «Concevoir et fabriquer la ville »
17e Rencontres internationales en urbanisme
Quando:
2-4 juin 2015
Onde:
Rennes
Les 17e Rencontres internationales en urbanisme de l’Association pour la Promotion de l'Enseignement et de la Recherche en Aménagement et Urbanisme (APERAU), organisées par l’Institut d’aménagement et urbanisme de Rennes (IAUR) et les laboratoires de recherche rennais associés (ESO, CIAHPS, CRAPE, LGCGM), feront porter la réflexion scientifique sur la conception et la fabrication de la ville. L’objectif sera de faire à nouveau dialoguer les différents acteurs de la ville contemporaine : universitaires, urbanistes, techniciens, élus, entreprises, habitants et grand public.
Pour nous guider, six figures interagissantes – déclinées en autant de thèmes – seront convoquées : les lieux, les méthodes, les coûts, les métiers, les référentiels et les pouvoirs.
Il s’agit d’abord (thème 1) d’identifier les espaces abordés préférentiellement par la fabrique urbaine –les centres sont-ils par exemple privilégiés au détriment des quartiers périphériques ?– et les objets privilégiés par la fabrication de l’urbain contemporain : équipements, écoquartiers, friches ?
Il convient ensuite d’interroger les façons de faire la ville, à commencer par la démarche de projet dans ses enjeux de sa réalisation : c’est la question centrale des méthodes qui renvoie aussi bien aux techniques et outils qu’aux modes de production, en termes de gouvernance, de temporalité, d’échelle ou de périmètre (thème 2).
Plus que jamais, logiques économiques et contraintes financières semblent guider la construction de l’urbain : urbaniser, soit, mais à quel prix (thème 3) ?
Les transformations des façons de faire la ville obligent aussi à interpeller ses acteurs et à réinterroger les métiers de l’urbain, en mettant en perspective la formation des urbanistes de demain (thème 4).
Ce réexamen concerne également les référentiels véhiculés par l’urbanisme actuel, qu’il s’agisse des objectifs poursuivis ou des normes qui leur donnent corps, avec leurs logiques de circulation (thème 5).
Enfin, le politique a évidemment droit de cité mais chacun ne participe pas avec la même force ni de la même manière : c’est tout l’enjeu des pouvoirs sur l’urbain et des formes de régulation des conflits surgissant dans l’espace public (thème 6).
1. Objets et espaces de la ville contemporaine
La fabrique de la ville se focalise aujourd’hui sur certains objets dominants : pôles d’échange, écoquartiers, espaces publics... L’art et la culture, vecteurs d’identité et de distinction symbolique, sont aussi de plus en plus mobilisés.
Les objets urbanistiques de demain seront-ils pour autant ceux d’aujourd’hui ?
Les tendances interrogent le devenir de mégaprojets et des grandes infrastructures. Elles questionnent le futur de l’urbanisme de signature, les gestes architecturaux, la grande hauteur. Le mimétisme observé n’exclut nullement des variations, les objets urbanistiques pouvant différer d’une ville à l’autre, notamment entre les pays développés et les pays émergents.
Quels sont en outre les territoires concernés ?
Les espaces investis par l’urbain se focalisent habituellement sur les centres mais de plus en plus en renouvellement urbain, sur les friches et des sols pollués. Il n’empêche que les périphéries soulèvent d’autres enjeux, questionnant la façon dont sont désormais traitées les (dernières) opérations en extension.
2. Le projet et ses méthodes : conception, aménagement, construction
Selon quelles méthodes conçoit-on aujourd’hui des projets ouverts et partenariaux ?
La montée en puissance d’une démocratie environnementale (convention d’Aarhus), les processus de collaborative planning, de planification ouverte et d’expérimentation remanient la pratique du projet et ses contours. Les changements concernent d’abord la conception :
Quels sont les processus émergents ?
Quels sont les changements introduits par la technique et l’image (systèmes d’information, modélisations, images 3D, modèles urbains techniques) ?
Plus largement, quelle place accorder aux études externes et à l’expertise ?
Les méthodes d’aménagement se transforment aussi avec les maîtrises d’ouvrage, qu’elles soient partenariales, directes ou dédiées.
Quelles relations public/privé ?
Quelle articulation entre planification et stratégies urbaines, quel lien avec les politiques sectorielles (environnement, habitat...) ?
Quel rapport entre court terme et temps long ?
Entre échelle métropolitaine et logique opérationnelle des périmètres ?
Enfin la construction elle-même se trouve bouleversée par de nouveaux impératifs économiques et écologiques invitant à la durabilité :
Quel cycle de vie pour le bâtiment ?
Quels matériaux favoriser ?
Une économie circulaire est- elle envisageable à grande échelle ?
3. Aménager et urbaniser : à quel prix ?
Fabriquer la ville « coûte ». On distingue les coûts directs (pour l’habitant) des coûts indirects (pour la collectivité). Ainsi les formes urbaines impactent aussi bien les coûts de déplacement des habitants et des entreprises que les coûts externes (pollution, CO2, disparition de terres agricoles, perte de biodiversité, dégradation des paysages). Les coûts directs concernent d’abord la construction.
L’habitat individuel est-il moins cher au m2 que le collectif, le développement en extension plus économique que le renouvellement urbain ?
Quel est l’impact de la densification ?
Les nouvelles méthodes de production et les normes techniques sont-elles inflationnistes ? L’économie circulaire, le recyclage sont-ils moins coûteux ?
Quelles filières immobilières, quels matériaux encourager ?
Les coûts collectifs, encore appelés coûts d’urbanisation, renvoient notamment aux effets de l’urbanisation sur les budgets des collectivités locales. Comment évaluer les charges de centralité ?
Peut-on comparer des coûts publics à gamme comparable de services publics ?
Les coûts publics sont-ils uniquement des coûts d’investissement ?
A quelle hauteur et comment les couvrir (tarification, endettement, sectorisation de la taxe d’aménagement, versement pour sous densité...) ?
La place croissante des opérateurs privés conduit-elle à une « financiarisation » de la ville et sous quelle forme ?
4. Acteurs, métiers et formations
Les trois grands acteurs de la fabrique des projets urbains – maîtres d’ouvrage, maîtres d’œuvre et maîtres d’usage : les destinataires – coopèrent davantage avec des méthodes renouvelées exigeant des compétences multiples : savoirs techniques spécialisés sanctionnés par des diplômes spécifiques d’architecte, d’ingénieur ou de géomaticien ; mais aussi aptitudes plus transversales de coordinateur ou d’ « ensemblier » sachant manier les outils (SIG...) et capables d’assurer l’interface entre les acteurs, notamment dans le cadre de la médiation avec les habitants qui exige une professionnalisation. Le design thinking est ainsi un enjeu de premier ordre.
Comment les formations universitaires seront-elles capables d’offrir des dispositifs pédagogiques propices à ces différents apprentissages, mixant principes théoriques disciplinaires, exercices pratiques et mises en situation ?
Comment pourront-elles articuler formations initiale et continuée ?
Comment et selon quels critères les employeurs sauront-ils repérer le potentiel des personnes formées dans les établissements mais aussi qualifiées par leur expérience professionnelle ?
5. Les référentiels de la fabrique urbaine
A différentes époques, ingénieurs et édiles ont développé des référentiels relatifs à la forme urbaine, à la qualité des espaces et aux fonctions attendues tels que l’hygiénisme ou la fluidité. Pour l’époque actuelle, on peut identifier des entrées récurrentes comme la densité, la végétalisation, la connexion, mais aussi la cohésion, la mixité, la centralité, la mutabilité. Portés par des lois et par des innovations technologiques, ces référentiels tendent à édicter des normes relativement consensuelles promues par l’ensemble des acteurs. Ces visions dominantes méritent d’être interrogées pour en démêler les processus de construction et de validation.
Comment se créent ces référentiels ?
Sont-ils partagés ?
Donnent-ils lieu à des prescriptions d’aménagement ?
De quelle latitude disposent les acteurs pour l’innovation et l’expérimentation ?
Quelles contradictions éventuelles entre référentiels, en fonction des exigences propres à chaque échelle ?
La mondialisation accélère la circulation des référentiels mais sans empêcher l’émergence et la diffusion de manières de « faire et penser la ville » propres à certaines aires culturelles, au Nord comme au Sud.
6. Pouvoirs, mobilisations et régulations dans la fabrique urbaine
Concevoir et fabriquer le cadre urbain dépasse les seules considérations techniques et architecturales. Il s’agit avant tout d’une opération politique relevant de la vie de la Cité et qui va imprimer sa marque sur les pratiques sociales. Les acteurs ne sont pas tous à égalité devant le projet urbain du fait des multiples asymétries d’information et différentiels de compétences : au sein des acteurs publics, entre acteurs publics et économique), entre les décideurs, les associations et les citoyens.
Quels sont les rapports de pouvoir et les modes de régulation de la fabrique urbaine ?
Quelles sont les mutations introduites par les dispositifs de partenariat, de contractualisation et de concertation?
La multiplication des acteurs conduit-elle à une démocratisation réelle ?
Quelle est la place des savoirs et des actions des citoyens dans la production des villes, entre exclusion et participation ?
L’irruption citoyenne et/ou artistique ouvre-t-elle sur de nouvelles manières de penser l’urbain ?
Si la contingence des rapports sociaux ne préside pas seule à la fabrique de l’urbain, quelles formes d’action collective et d’institutionnalisation peut-on discerner?
A quelles conditions au fond peuvent émerger des processus de co-création, de co-fabrication ou de fabrication parallèle de la ville ?
Ver mais:
http://www.aperau.org/images/rennes2015/Appel_a_communications_colloque_ouvert_concevoiretfabriquerlaville_APERAU-Rennes2015.pdf
Quando:
2-4 juin 2015
Onde:
Rennes
Les 17e Rencontres internationales en urbanisme de l’Association pour la Promotion de l'Enseignement et de la Recherche en Aménagement et Urbanisme (APERAU), organisées par l’Institut d’aménagement et urbanisme de Rennes (IAUR) et les laboratoires de recherche rennais associés (ESO, CIAHPS, CRAPE, LGCGM), feront porter la réflexion scientifique sur la conception et la fabrication de la ville. L’objectif sera de faire à nouveau dialoguer les différents acteurs de la ville contemporaine : universitaires, urbanistes, techniciens, élus, entreprises, habitants et grand public.
Pour nous guider, six figures interagissantes – déclinées en autant de thèmes – seront convoquées : les lieux, les méthodes, les coûts, les métiers, les référentiels et les pouvoirs.
Il s’agit d’abord (thème 1) d’identifier les espaces abordés préférentiellement par la fabrique urbaine –les centres sont-ils par exemple privilégiés au détriment des quartiers périphériques ?– et les objets privilégiés par la fabrication de l’urbain contemporain : équipements, écoquartiers, friches ?
Il convient ensuite d’interroger les façons de faire la ville, à commencer par la démarche de projet dans ses enjeux de sa réalisation : c’est la question centrale des méthodes qui renvoie aussi bien aux techniques et outils qu’aux modes de production, en termes de gouvernance, de temporalité, d’échelle ou de périmètre (thème 2).
Plus que jamais, logiques économiques et contraintes financières semblent guider la construction de l’urbain : urbaniser, soit, mais à quel prix (thème 3) ?
Les transformations des façons de faire la ville obligent aussi à interpeller ses acteurs et à réinterroger les métiers de l’urbain, en mettant en perspective la formation des urbanistes de demain (thème 4).
Ce réexamen concerne également les référentiels véhiculés par l’urbanisme actuel, qu’il s’agisse des objectifs poursuivis ou des normes qui leur donnent corps, avec leurs logiques de circulation (thème 5).
Enfin, le politique a évidemment droit de cité mais chacun ne participe pas avec la même force ni de la même manière : c’est tout l’enjeu des pouvoirs sur l’urbain et des formes de régulation des conflits surgissant dans l’espace public (thème 6).
1. Objets et espaces de la ville contemporaine
La fabrique de la ville se focalise aujourd’hui sur certains objets dominants : pôles d’échange, écoquartiers, espaces publics... L’art et la culture, vecteurs d’identité et de distinction symbolique, sont aussi de plus en plus mobilisés.
Les objets urbanistiques de demain seront-ils pour autant ceux d’aujourd’hui ?
Les tendances interrogent le devenir de mégaprojets et des grandes infrastructures. Elles questionnent le futur de l’urbanisme de signature, les gestes architecturaux, la grande hauteur. Le mimétisme observé n’exclut nullement des variations, les objets urbanistiques pouvant différer d’une ville à l’autre, notamment entre les pays développés et les pays émergents.
Quels sont en outre les territoires concernés ?
Les espaces investis par l’urbain se focalisent habituellement sur les centres mais de plus en plus en renouvellement urbain, sur les friches et des sols pollués. Il n’empêche que les périphéries soulèvent d’autres enjeux, questionnant la façon dont sont désormais traitées les (dernières) opérations en extension.
2. Le projet et ses méthodes : conception, aménagement, construction
Selon quelles méthodes conçoit-on aujourd’hui des projets ouverts et partenariaux ?
La montée en puissance d’une démocratie environnementale (convention d’Aarhus), les processus de collaborative planning, de planification ouverte et d’expérimentation remanient la pratique du projet et ses contours. Les changements concernent d’abord la conception :
Quels sont les processus émergents ?
Quels sont les changements introduits par la technique et l’image (systèmes d’information, modélisations, images 3D, modèles urbains techniques) ?
Plus largement, quelle place accorder aux études externes et à l’expertise ?
Les méthodes d’aménagement se transforment aussi avec les maîtrises d’ouvrage, qu’elles soient partenariales, directes ou dédiées.
Quelles relations public/privé ?
Quelle articulation entre planification et stratégies urbaines, quel lien avec les politiques sectorielles (environnement, habitat...) ?
Quel rapport entre court terme et temps long ?
Entre échelle métropolitaine et logique opérationnelle des périmètres ?
Enfin la construction elle-même se trouve bouleversée par de nouveaux impératifs économiques et écologiques invitant à la durabilité :
Quel cycle de vie pour le bâtiment ?
Quels matériaux favoriser ?
Une économie circulaire est- elle envisageable à grande échelle ?
3. Aménager et urbaniser : à quel prix ?
Fabriquer la ville « coûte ». On distingue les coûts directs (pour l’habitant) des coûts indirects (pour la collectivité). Ainsi les formes urbaines impactent aussi bien les coûts de déplacement des habitants et des entreprises que les coûts externes (pollution, CO2, disparition de terres agricoles, perte de biodiversité, dégradation des paysages). Les coûts directs concernent d’abord la construction.
L’habitat individuel est-il moins cher au m2 que le collectif, le développement en extension plus économique que le renouvellement urbain ?
Quel est l’impact de la densification ?
Les nouvelles méthodes de production et les normes techniques sont-elles inflationnistes ? L’économie circulaire, le recyclage sont-ils moins coûteux ?
Quelles filières immobilières, quels matériaux encourager ?
Les coûts collectifs, encore appelés coûts d’urbanisation, renvoient notamment aux effets de l’urbanisation sur les budgets des collectivités locales. Comment évaluer les charges de centralité ?
Peut-on comparer des coûts publics à gamme comparable de services publics ?
Les coûts publics sont-ils uniquement des coûts d’investissement ?
A quelle hauteur et comment les couvrir (tarification, endettement, sectorisation de la taxe d’aménagement, versement pour sous densité...) ?
La place croissante des opérateurs privés conduit-elle à une « financiarisation » de la ville et sous quelle forme ?
4. Acteurs, métiers et formations
Les trois grands acteurs de la fabrique des projets urbains – maîtres d’ouvrage, maîtres d’œuvre et maîtres d’usage : les destinataires – coopèrent davantage avec des méthodes renouvelées exigeant des compétences multiples : savoirs techniques spécialisés sanctionnés par des diplômes spécifiques d’architecte, d’ingénieur ou de géomaticien ; mais aussi aptitudes plus transversales de coordinateur ou d’ « ensemblier » sachant manier les outils (SIG...) et capables d’assurer l’interface entre les acteurs, notamment dans le cadre de la médiation avec les habitants qui exige une professionnalisation. Le design thinking est ainsi un enjeu de premier ordre.
Comment les formations universitaires seront-elles capables d’offrir des dispositifs pédagogiques propices à ces différents apprentissages, mixant principes théoriques disciplinaires, exercices pratiques et mises en situation ?
Comment pourront-elles articuler formations initiale et continuée ?
Comment et selon quels critères les employeurs sauront-ils repérer le potentiel des personnes formées dans les établissements mais aussi qualifiées par leur expérience professionnelle ?
5. Les référentiels de la fabrique urbaine
A différentes époques, ingénieurs et édiles ont développé des référentiels relatifs à la forme urbaine, à la qualité des espaces et aux fonctions attendues tels que l’hygiénisme ou la fluidité. Pour l’époque actuelle, on peut identifier des entrées récurrentes comme la densité, la végétalisation, la connexion, mais aussi la cohésion, la mixité, la centralité, la mutabilité. Portés par des lois et par des innovations technologiques, ces référentiels tendent à édicter des normes relativement consensuelles promues par l’ensemble des acteurs. Ces visions dominantes méritent d’être interrogées pour en démêler les processus de construction et de validation.
Comment se créent ces référentiels ?
Sont-ils partagés ?
Donnent-ils lieu à des prescriptions d’aménagement ?
De quelle latitude disposent les acteurs pour l’innovation et l’expérimentation ?
Quelles contradictions éventuelles entre référentiels, en fonction des exigences propres à chaque échelle ?
La mondialisation accélère la circulation des référentiels mais sans empêcher l’émergence et la diffusion de manières de « faire et penser la ville » propres à certaines aires culturelles, au Nord comme au Sud.
6. Pouvoirs, mobilisations et régulations dans la fabrique urbaine
Concevoir et fabriquer le cadre urbain dépasse les seules considérations techniques et architecturales. Il s’agit avant tout d’une opération politique relevant de la vie de la Cité et qui va imprimer sa marque sur les pratiques sociales. Les acteurs ne sont pas tous à égalité devant le projet urbain du fait des multiples asymétries d’information et différentiels de compétences : au sein des acteurs publics, entre acteurs publics et économique), entre les décideurs, les associations et les citoyens.
Quels sont les rapports de pouvoir et les modes de régulation de la fabrique urbaine ?
Quelles sont les mutations introduites par les dispositifs de partenariat, de contractualisation et de concertation?
La multiplication des acteurs conduit-elle à une démocratisation réelle ?
Quelle est la place des savoirs et des actions des citoyens dans la production des villes, entre exclusion et participation ?
L’irruption citoyenne et/ou artistique ouvre-t-elle sur de nouvelles manières de penser l’urbain ?
Si la contingence des rapports sociaux ne préside pas seule à la fabrique de l’urbain, quelles formes d’action collective et d’institutionnalisation peut-on discerner?
A quelles conditions au fond peuvent émerger des processus de co-création, de co-fabrication ou de fabrication parallèle de la ville ?
Ver mais:
http://www.aperau.org/images/rennes2015/Appel_a_communications_colloque_ouvert_concevoiretfabriquerlaville_APERAU-Rennes2015.pdf
Projecto «Community Participation in Planning»
É uma iniciativa colaborativa que irá decorrer nos próximos dois anos envolvendo a Ulster University (Belfast - UK), a Community Places (UK), o Politecnico di Milano (Itália) e a Universidade de Aveiro (Portugal).Trata-se de um projecto financiado pelo Programa Erasmus+ (2014-2020) que visa estimular e capacitar a participação das comunidades locais no planeamento do território.
A cidade de Aveiro será com Milão e Belfast um dos territórios de trabalho!
Ver mais:
https://www.facebook.com/CommunityParticipationinPlanning
1 de junho de 2015
Urban challenges in a complex world – Resilience, governance and changing urban systems
2015 Annual Meeting of the IGU Urban Commission
Quando:
9-16 August 2015
Onde:
University College Dublin, Ireland
A special thematic focus for the Dublin meeting will be Urban resilience and Environment.
Dublin is an ideal urban laboratory to explore these and many other topics given its long urban history and recent dramatic physical, social and environmental transformations as a result of government policy, economic development and the global recession.
Special focus for 2015
- Urban resilience and environment
Commission Themes
- Technological innovations and creative activities in cities
- Contested Social Spaces
- Creating Sustainability
- Dilemmas of Aging Cities
- Increasing Insecurity
-Urban Heritage and Conservation
- Urban Governance
- Complex Urban Systems
Mais informação:
http://www.igudublin2015.com
Quando:
9-16 August 2015
Onde:
University College Dublin, Ireland
A special thematic focus for the Dublin meeting will be Urban resilience and Environment.
Dublin is an ideal urban laboratory to explore these and many other topics given its long urban history and recent dramatic physical, social and environmental transformations as a result of government policy, economic development and the global recession.
Special focus for 2015
- Urban resilience and environment
Commission Themes
- Technological innovations and creative activities in cities
- Contested Social Spaces
- Creating Sustainability
- Dilemmas of Aging Cities
- Increasing Insecurity
-Urban Heritage and Conservation
- Urban Governance
- Complex Urban Systems
Mais informação:
http://www.igudublin2015.com
IGU Regional Conference - Population Geography
Quando:
16-21 August 2015
Onde:
Moscow
Organização:
IGU Commission on Population Geography
Sessions
Session 1: Human mobility and latest Census data: new evidences, new insights (JOINT SESSION Commission on Population Geography and Commission on Global Change and Human Mobility)
Session 2: Migrating out of Poverty in Asia (TBC)
Session 3: Interactions between human processes, population changes and the environment
Session 4: Population change and social impacts
Session 5: Geographies of International Student Mobility 1: The Roles of Gender, Class and Ethnicity
Session 6: Geographies of International Student Mobility II: The Roles of Immigration Policies, Universities and Recruitment Agencies
Session 7: Migration and Climate change an overview with a specific focus on Russia and neighboring countries
Ver mais:
- http://igu-online.org/population-geography-call-for-papers/
- http://www.igu2015.ru/#main-content
16-21 August 2015
Onde:
Moscow
Organização:
IGU Commission on Population Geography
Sessions
Session 1: Human mobility and latest Census data: new evidences, new insights (JOINT SESSION Commission on Population Geography and Commission on Global Change and Human Mobility)
Session 2: Migrating out of Poverty in Asia (TBC)
Session 3: Interactions between human processes, population changes and the environment
Session 4: Population change and social impacts
Session 5: Geographies of International Student Mobility 1: The Roles of Gender, Class and Ethnicity
Session 6: Geographies of International Student Mobility II: The Roles of Immigration Policies, Universities and Recruitment Agencies
Session 7: Migration and Climate change an overview with a specific focus on Russia and neighboring countries
Ver mais:
- http://igu-online.org/population-geography-call-for-papers/
- http://www.igu2015.ru/#main-content
Sustainable City 2015
10th International Conference on Urban Regeneration and SustainabilityQuando:
1 - 3 September, 2015
Onde:
Medellin, Colombia
The dynamic growth of Colombia and in particular the rapid development of Medellin, which has recently been designated the most innovative city in the world, led to its choice as the venue for the Sustainable City 2015 conference.
Urban areas result in a series of environmental challenges varying from the consumption of natural resources and the subsequent generation of waste and pollution, contributing to the development of social and economic imbalances. As cities continue to grow all over the world, these problems tend to become more acute and require the development of new solutions.
The challenge of planning sustainable contemporary cities lies in considering the dynamics of urban systems, exchange of energy and matter, and the function and maintenance of ordered structures directly or indirectly supplied and maintained by natural systems. The task of researchers, aware of the complexity of the contemporary city, is to improve the capacity to manage human activities, pursuing welfare and prosperity in the urban environment. Any investigation or planning on a city ought to consider the relationships between the parts and their connections with the living world. The dynamics of its networks (flows of energy matter, people, goods, information and other resources) are fundamental for an understanding of the evolving nature of today’s cities.
The Sustainable City Conference addresses the multidisciplinary components of urban planning, the challenges presented by the increasing size of the cities, the amount of resources and sources required and the complexity of modern society.
Conference Topics
- Planning, development and management
- The community and the city
- Urban strategies
- Architectural issues
- Cultural heritage issues
- Landscape planning and design
- Urbanization of rural areas
- Environmental management
- Sustainable energy and the city
- Transportation
- Waste management
- Intelligent environments
- Quality of life
- Infrastructures and social services
- Sustainable urban tourism
- Planning for risk and natural hazards
- Case studies
http://www.wessex.ac.uk/15-conferences/sustainable-city-2015.html?utm_source=wit&utm_medium=email&utm_campaign=city15rem2&uid=1552355
19th European Colloquium on Theoretical and Quantitative Geography - ECTQG2015
Quando:
3-7 September 2015
Onde:
Bari (Italy), at MAIB – Mediterranean Agronomic Institute of Bari
Organiza:
The Technical University of Bari, Department of Civil and Environmental Engineering (DICATECh)
Themes and Sessions
As usual since 1978, main themes and sessions of the Colloquium will emerge from the topics of presentations.
A few themes are listed below as a reminder of previous areas of interest and hot topics of the moment in geographical and spatial research:
• Epistemological issues and theory in geography
• Spatial interaction and networks
• Space-time processes, historical geography, geo-history, geo-archaeology
• Urban dynamics
• Economic geography, finance and globalization
• Environmental management and risk analysis
• Geographical issues in Energy and Green Economy
• Climate Change and geography
• Health geography and epidemiology
• Cellular automata, multi-agent systems and multi-level spatial modeling
• Fractals and scaling laws in complex spatial systems
• Network dynamics
• Exploratory methods for spatial big data analysis
• New Geovisualization tools
• Spatial data analysis and geostatistics in GIS
• Spatial decision support systems
• Spatially referenced heterogeneous data streams
• Innovative and inter-disciplinary methods for spatial data
• Object Tracking and RFIDs
• Volunteered Geographic Information
• Geosensor Networks
• Spatial cognition in environmental planning and management
Ver mais:
https://sites.google.com/site/ectqg2015/home
3-7 September 2015
Onde:
Bari (Italy), at MAIB – Mediterranean Agronomic Institute of Bari
Organiza:
The Technical University of Bari, Department of Civil and Environmental Engineering (DICATECh)
Themes and Sessions
As usual since 1978, main themes and sessions of the Colloquium will emerge from the topics of presentations.
A few themes are listed below as a reminder of previous areas of interest and hot topics of the moment in geographical and spatial research:
• Epistemological issues and theory in geography
• Spatial interaction and networks
• Space-time processes, historical geography, geo-history, geo-archaeology
• Urban dynamics
• Economic geography, finance and globalization
• Environmental management and risk analysis
• Geographical issues in Energy and Green Economy
• Climate Change and geography
• Health geography and epidemiology
• Cellular automata, multi-agent systems and multi-level spatial modeling
• Fractals and scaling laws in complex spatial systems
• Network dynamics
• Exploratory methods for spatial big data analysis
• New Geovisualization tools
• Spatial data analysis and geostatistics in GIS
• Spatial decision support systems
• Spatially referenced heterogeneous data streams
• Innovative and inter-disciplinary methods for spatial data
• Object Tracking and RFIDs
• Volunteered Geographic Information
• Geosensor Networks
• Spatial cognition in environmental planning and management
Ver mais:
https://sites.google.com/site/ectqg2015/home
3º CIHEL - “HABITAÇÃO: Urbanismo, Cultura e Ecologia dos Lugares”
Quando:
8 a 11 de setembro de 2015
Onde:
São Paulo
O 3.º CIHEL pretende desenvolver uma abordagem ampla e multifacetada da temática HABITAÇÃO: Urbanismo, Cultura e Ecologia dos Lugares, no momento em que se desenvolvem planos para produção habitacional em larga escala e para a reurbanização de extensas áreas em vários dos países da lusofonia, tendo presente a influência da construção/reabilitação habitacional e do crescimento urbano. Paralelamente, começam a se consolidar novas formas de intervenção urbanística em assentamentos precários, resultado da vontade social e política da aplicação de novos instrumentos urbanísticos.
Este 3.º CIHEL visa incluir, também, as novas temáticas para o III ONU-HABITAT (Third United Nations conference on housing and sustainable urban development), definidas durante o 7º Fórum Urbano Mundial, em abril de 2014, que teve lugar em Medellín, Colômbia, proporcionando o melhor conhecimento da grande amplitude temática, e das problemáticas, potencialidades e especificidades das matérias tratadas.
SESSÕES TEMÁTICAS
I. Programas e Políticas Públicas em Habitação
Apresentar e discutir políticas públicas e programas na área habitacional e urbana, de escala nacional, regional ou local. Considerando-se também as experiências em áreas rurais. Serão bem vindos estudos de produção, urbanização e reabilitação do habitat. É desejável a análise de políticas e programas que incorporam mecanismos participativos em sua concepção.
II. Projetos Habitacionais
Apresentar e analisar projetos e intervenções habitacionais. Um dos focos desejados é a análise da influência dos novos arranjos familiares e das comunidades nas decisões de projeto. E também estudos relativos à provisão pública e privada, urbanização e reabilitação, inclusive com enfoque no desenho universal ena discussão sobre habitabilidade mínima. Estimula-se a análise de experiências que envolvam processos participativos.
III. Informalidade e Precariedade do Habitat
Análise da informalidade e da precariedade habitacional, urbana e rural, nos países lusófonos, com enfoque especial nas estratégias de enfrentamento dessas realidades.
IV. Tecnologia e Custos
Análise de aspectos tecnológicos e construtivos do habitat e sua adequação às especificidades regionais. Estimula-se trabalhos que estudem os custos da produção habitacional em seus vários aspectos e sua adequação à economia social.
V. Habitat, Paisagem e Ambiente
Aprofundar as relações entre a produção do Habitat, a paisagem e meio ambiente, à luz das discussões sobre sustentabilidade.
Ver mais:
http://labhab.fau.usp.br/3cihel/
Enviado por:
António Baptista Coelho
X CONGRESSO DA GEOGRAFIA PORTUGUESA: OS VALORES DA GEOGRAFIA
Quando:
9 a 12 de setembro de 2015
Onde:
FCSH | Lisboa
Eixos Temáticos
1. Cartografia e Cadastro
A área profissional e científica da Cartografia e Cadastro tem registado uma forte dinâmica nos últimos anos. Com efeito, emergiram novos conceitos (ex:geocolaboração), modelos (ex: Land Administration Domain Model), metodologias e tecnologias (ex: geoportais e UAV), bem como houve alterações em termos da sua organização institucional e legislação reguladora. Neste eixo temático procura-se debater estas questões (metodologias, aplicações e produtos), assim como o enquadramento profissional do Geógrafo.
2. Cidades: Desafios e Realidades
3. Ciências e Tecnologias de Informação Geográfica
4. Dinâmicas Demográficas e Saúde
As últimas décadas têm sido marcadas por alterações significativas na dinâmica e composição das populações, cujas repercussões se fazem sentir também na saúde. Neste eixo temático apela-se à apresentação de comunicações que contemplem a discussão de processos, metodologias e/ou estratégias que se enquadrem nos seguintes tópicos: i) dinâmicas populacionais; ii) migrações; iii) envelhecimento da população iv) desigualdades na saúde.
5. Educação, Cultura e Cidadania
Este subtema reunirá os contributos das investigações que procurem aprofundar as relações em/entre educação, cultura e cidadania, perspetivando os grandes desafios da próxima década e as tendências de transformação da sociedade contemporânea. Formar, educar para a cidadania, promover a interculturalidade, a igualdade de oportunidades e o desenvolvimento da economia e da sociedade são desafios incontornáveis na intervenção dos geógrafos.
6. Espaço Rural: Atores e Dinâmicas
O espaço rural está "na moda"! Quer como refúgio dos "novos rurais" ou como garante de serviços ecológicos, o smart rural aparece valorizado nas políticas territoriais que visam uma produção agro-alimentar de qualidade, baseada nos saberes tradicionais e nos recursos locais, permitindo uma aprendizagem social e empoderamento das populações e a diversificação das economias rurais, inclusivamente em termos energéticos e de inovação.
7. Mercados, Empreendedorismo e Inovação
Os Mercados são hoje a principal fonte de financiamento mundial, tanto no mundo desenvolvido como em desenvolvimento. A sua diversidade crescente coloca uma série de problemas sociais, de segurança, tecnológicos, para não falar do conflito com o crescimento económico. A compreensão da nova dinâmica financeira é determinante para a resiliência e sustentabilidade dos territórios. O Empreendedorismo e a Inovação oferecem soluções que pretendem responder aos novos desafios.
8. Mobilidade, Transportes e Sustentabilidade
9. Natureza, Conservação e Gestão de Recursos Naturais
A Natureza proporciona bens e serviços indispensáveis à humanidade. A Revolução Industrial potenciou a sua exploração/degradação, interferindo no funcionamento dos ecossistemas e na biodiversidade. A "consciência ambiental" e "finitude" destes recursos conduziu à implementação de medidas de proteção, conservação e gestão promovendo a sua valorização e resiliência e permitindo o seu usufruto pelas gerações atuais sem comprometer o das futuras.
10. Políticas Públicas e Ordenamento do Território
O Ordenamento do Território tem a responsabilidade de contribuir para um desenvolvimento consistente e duradouro, possibilitando um equilíbrio e uso sustentável do espaço. Porém, existe um sentimento generalizado de frustração com os resultados alcançados nas últimas décadas, que um quadro de novas Políticas Públicas aliadas ao Portugal 2020 poderá inverter, possibilitando um debate que conduza a uma estratégia territorial de coordenação, eficiência e resiliência.
11. Reforma do Estado e Governança Territorial
Num contexto marcado pelo neoliberalismo e alterações de base territorial, há novos desafios que se colocam ao Estado, exigindo outras formas de organização e de governabilidade. Tópicos: Neo-liberalismo e Reforma do Estado: descentralização, desregulação e concentração; Estado Social e reorganização dos serviços públicos; e-Governo e e-Administração; Soft spaces da governança multi-escalar; Redes de atores e abordagens colaborativas; Democracia participativa e governança.
12. Riscos, Adaptação e Mitigação
A sociedade atual tem sido confrontada com as consequências danosas (prejuízos materiais e perda de vidas humanas) da ocorrência de fenómenos extremos de origem natural e/ou antrópica, a diferentes escalas. Face a estas situações é crucial, compreender e avaliar os processos que estão na origem. O diagnóstico do risco, e a implementação de medidas e ações de mitigação e de adaptação, tornam-se cruciais para prevenir e minimizar os efeitos catastróficos.
Ver mais:
http://cgp2015.weebly.com
9 a 12 de setembro de 2015
Onde:
FCSH | Lisboa
Eixos Temáticos
1. Cartografia e Cadastro
A área profissional e científica da Cartografia e Cadastro tem registado uma forte dinâmica nos últimos anos. Com efeito, emergiram novos conceitos (ex:geocolaboração), modelos (ex: Land Administration Domain Model), metodologias e tecnologias (ex: geoportais e UAV), bem como houve alterações em termos da sua organização institucional e legislação reguladora. Neste eixo temático procura-se debater estas questões (metodologias, aplicações e produtos), assim como o enquadramento profissional do Geógrafo.
2. Cidades: Desafios e Realidades
3. Ciências e Tecnologias de Informação Geográfica
4. Dinâmicas Demográficas e Saúde
As últimas décadas têm sido marcadas por alterações significativas na dinâmica e composição das populações, cujas repercussões se fazem sentir também na saúde. Neste eixo temático apela-se à apresentação de comunicações que contemplem a discussão de processos, metodologias e/ou estratégias que se enquadrem nos seguintes tópicos: i) dinâmicas populacionais; ii) migrações; iii) envelhecimento da população iv) desigualdades na saúde.
5. Educação, Cultura e Cidadania
Este subtema reunirá os contributos das investigações que procurem aprofundar as relações em/entre educação, cultura e cidadania, perspetivando os grandes desafios da próxima década e as tendências de transformação da sociedade contemporânea. Formar, educar para a cidadania, promover a interculturalidade, a igualdade de oportunidades e o desenvolvimento da economia e da sociedade são desafios incontornáveis na intervenção dos geógrafos.
6. Espaço Rural: Atores e Dinâmicas
O espaço rural está "na moda"! Quer como refúgio dos "novos rurais" ou como garante de serviços ecológicos, o smart rural aparece valorizado nas políticas territoriais que visam uma produção agro-alimentar de qualidade, baseada nos saberes tradicionais e nos recursos locais, permitindo uma aprendizagem social e empoderamento das populações e a diversificação das economias rurais, inclusivamente em termos energéticos e de inovação.
7. Mercados, Empreendedorismo e Inovação
Os Mercados são hoje a principal fonte de financiamento mundial, tanto no mundo desenvolvido como em desenvolvimento. A sua diversidade crescente coloca uma série de problemas sociais, de segurança, tecnológicos, para não falar do conflito com o crescimento económico. A compreensão da nova dinâmica financeira é determinante para a resiliência e sustentabilidade dos territórios. O Empreendedorismo e a Inovação oferecem soluções que pretendem responder aos novos desafios.
8. Mobilidade, Transportes e Sustentabilidade
9. Natureza, Conservação e Gestão de Recursos Naturais
A Natureza proporciona bens e serviços indispensáveis à humanidade. A Revolução Industrial potenciou a sua exploração/degradação, interferindo no funcionamento dos ecossistemas e na biodiversidade. A "consciência ambiental" e "finitude" destes recursos conduziu à implementação de medidas de proteção, conservação e gestão promovendo a sua valorização e resiliência e permitindo o seu usufruto pelas gerações atuais sem comprometer o das futuras.
10. Políticas Públicas e Ordenamento do Território
O Ordenamento do Território tem a responsabilidade de contribuir para um desenvolvimento consistente e duradouro, possibilitando um equilíbrio e uso sustentável do espaço. Porém, existe um sentimento generalizado de frustração com os resultados alcançados nas últimas décadas, que um quadro de novas Políticas Públicas aliadas ao Portugal 2020 poderá inverter, possibilitando um debate que conduza a uma estratégia territorial de coordenação, eficiência e resiliência.
11. Reforma do Estado e Governança Territorial
Num contexto marcado pelo neoliberalismo e alterações de base territorial, há novos desafios que se colocam ao Estado, exigindo outras formas de organização e de governabilidade. Tópicos: Neo-liberalismo e Reforma do Estado: descentralização, desregulação e concentração; Estado Social e reorganização dos serviços públicos; e-Governo e e-Administração; Soft spaces da governança multi-escalar; Redes de atores e abordagens colaborativas; Democracia participativa e governança.
12. Riscos, Adaptação e Mitigação
A sociedade atual tem sido confrontada com as consequências danosas (prejuízos materiais e perda de vidas humanas) da ocorrência de fenómenos extremos de origem natural e/ou antrópica, a diferentes escalas. Face a estas situações é crucial, compreender e avaliar os processos que estão na origem. O diagnóstico do risco, e a implementação de medidas e ações de mitigação e de adaptação, tornam-se cruciais para prevenir e minimizar os efeitos catastróficos.
Ver mais:
http://cgp2015.weebly.com
EURA 2015 Annual Conference - Transforming cities, transformative cities
Quando:
17-20 September 2015
Onde:
Sibiu, Romania
Organização:
European Urban Research Association
Lucian Blaga University of Sibiu, Romania
Cities are dynamic places, where change is the result of both the innovation which inherently stems from the openness of cities and direct interventions. At the same time cities are involved in bringing about broader social, political, economic and environmental transformation. What happens in the cities has consequences in terms of global change. While cities themselves are constantly transforming, a debate over the contribution of urban areas to the transformation of societies, economies and political systems is on-going.
We approach cities focusing on the multiple dimensions of transformation within them and the transformations cities bring about in the wider society. The political, social, cultural, educational, economic, spatial, and environmental ramifications of transformation within and generated by cities, means that they are seen to hold a position within modern industrialised states of being the drivers of economic and social change; but is this vision of the role played by cities an accurate one? The conference will focus on the European city, but it will not neglect cities elsewhere in the world or different types of urban areas and encourages submissions beyond Europe. Special attention is given to the transformation of the post-socialist cities in the past two decades as they provide an important locus of transformation and an interesting case study on the transformative power of cities.
Conference tracks
Track 1. The spatiality of the city as a basis of transformation
Track 2. The democratic city: institutional reforms and policy processes
Track 3. The just city: social and cultural transformation of the cities
Track 4. The growing city and the green city: transforming urban economies and the challenges of global warming
Track 5. The transformative city
- Workshop for young scholars
Ver mais:
www.eura2015.org
17-20 September 2015
Onde:
Sibiu, Romania
Organização:
European Urban Research Association
Lucian Blaga University of Sibiu, Romania
Cities are dynamic places, where change is the result of both the innovation which inherently stems from the openness of cities and direct interventions. At the same time cities are involved in bringing about broader social, political, economic and environmental transformation. What happens in the cities has consequences in terms of global change. While cities themselves are constantly transforming, a debate over the contribution of urban areas to the transformation of societies, economies and political systems is on-going.
We approach cities focusing on the multiple dimensions of transformation within them and the transformations cities bring about in the wider society. The political, social, cultural, educational, economic, spatial, and environmental ramifications of transformation within and generated by cities, means that they are seen to hold a position within modern industrialised states of being the drivers of economic and social change; but is this vision of the role played by cities an accurate one? The conference will focus on the European city, but it will not neglect cities elsewhere in the world or different types of urban areas and encourages submissions beyond Europe. Special attention is given to the transformation of the post-socialist cities in the past two decades as they provide an important locus of transformation and an interesting case study on the transformative power of cities.
Conference tracks
Track 1. The spatiality of the city as a basis of transformation
Track 2. The democratic city: institutional reforms and policy processes
Track 3. The just city: social and cultural transformation of the cities
Track 4. The growing city and the green city: transforming urban economies and the challenges of global warming
Track 5. The transformative city
- Workshop for young scholars
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