[PNUM 2013]
“Forma Urbana nos Territórios de Influência Portuguesa: Análise, Desenho, Quantificação”
Quando:
Junho 27-28, 2013
Onde:
Portugal, Universidade de Coimbra
No seguimento dos encontros que ocorreram na Faculdade de Letras da Universidade do Porto em 2011 e no Instituto Universitário de Lisboa ISCTE-IUL em 2012, o encontro de 2013 focará os temas da análise, do desenho e da quantificação da forma urbana em geral, sendo dada particular atenção ao estudo da forma urbana nos territórios onde existe património urbano português.
O encontro tem por finalidade reunir os diversos especialistas nacionais e estrangeiros que investigam a forma urbana em geral, e a vasta e rica herança urbana que a expansão portuguesa deixou em todos os continentes durante mais de cinco séculos.
O PNUM 2013 é organizado pelo Departamento de Engenharia Civil da Universidade de Coimbra, em colaboração com o Centro de Investigação do Território, Transportes e Ambiente da Faculdade de Engenharia da Universidade do Porto, com a participação da ACIV, Associação para o Desenvolvimento da Engenharia Civil.
Informações actualizadas:
www.pnum2013.dec.uc.pt
Enviado por:
Nuno Norte Pinto e Vitor Oliveira
27 de junho de 2013
Lisboa Um projeto urbano em tempo de crise
Atelier Projet Urbain
Quando:
27 e 28 de Junho 2013
Onde:
Lisboa
O Atelier Projet Urbain, que decorre em Lisboa nos dias 27 e 28 de junho, propõe visitar as obras contemporâneas em desenvolvimento na cidade. Autores e responsáveis pela intervenção no território estarão em debate sobre as políticas, os instrumentos e os projetos, em prol de uma cidade renovada que aprende a fazer muito com pouco.
Mais informação:
http://www.projeturbain44lisbonne.com
Quando:
27 e 28 de Junho 2013
Onde:
Lisboa
O Atelier Projet Urbain, que decorre em Lisboa nos dias 27 e 28 de junho, propõe visitar as obras contemporâneas em desenvolvimento na cidade. Autores e responsáveis pela intervenção no território estarão em debate sobre as políticas, os instrumentos e os projetos, em prol de uma cidade renovada que aprende a fazer muito com pouco.
Mais informação:
http://www.projeturbain44lisbonne.com
23 de junho de 2013
Premio Europeo del Espacio Público Urbano
El Premio Europeo del Espacio Público Urbano es una iniciativa del Centro de Cultura Contemporánea de Barcelona (CCCB) que, a raíz de su exposición “La Reconquista de Europa” (1999), decidió ser testigo del proceso de rehabilitación de los espacios públicos que tiene lugar en muchas ciudades europeas.
El Premio nació con el fin de reconocer y promover el carácter público de los espacios urbanos así como su capacidad de cohesión social. Asumiendo las ambigüedades inherentes a la noción de espacio público, el Premio es el único en Europa que reconoce y promueve un espacio a la vez público (abierto y de acceso universal) y urbano. El Premio se distingue así de otras iniciativas centradas en la figura del arquitecto y de los premios consagrados al paisaje, para poner de relieve el carácter relacional y cívico del espacio típicamente urbano.
Con el tiempo, varias instituciones europeas se han unido al proyecto, que actualmente ya es co-organizado por The Architecture Foundation (Londres), el Architekturzentrum Wien (Viena), la Cité de l’Architecture et du Patrimoine (París), el Nederlands Architectuurinstituut (Rotterdam) el Museum of Finnish Architecture (Helsinki) y el Deutsches Architekturmuseum (Frankfurt). A lo largo de las cinco ediciones anteriores, pues, el Premio se ha consolidado institucionalmente, factor que ha permitido también ampliar su alcance geográfico. En efecto, en la edición del 2010, el Premio recibió 303 proyectos de 32 países europeos (frente a los 81 de 14 países en el 2000), constituyéndose así en una ventana de la transformación de los espacios públicos en Europa y en un termómetro de las principales preocupaciones de las ciudades europeas.
El Premio tiene muchas singularidades. La primera es que se concede a la vez al arquitecto y a la administración pública (Ayuntamiento o representante político) que ha tomado la decisión política de realizar la intervención y a menudo también garantiza su financiación. El carácter honorífico del Premio es su segunda singularidad. La tercera es que el Premio no apunta, o, en todo caso no únicamente ni de manera prioritaria, a las grandes actuaciones urbanísticas, sino a las intervenciones de cirugía urbana –grandes o pequeñas-- que pretenden ante todo mejorar las condiciones de vida de los ciudadanos. La prioridad se asigna pues a la arquitectura con vocación social antes que a las intervenciones con un acento estético o espectacular. La cuarta singularidad del Premio es su vocación claramente europea. En efecto, aunque preserva las particularidades locales, el Premio procura exaltar los rasgos comunes de las intervenciones urbanísticas a lo largo de la geografía europea, intentando así promover y difundir una cierta identidad europea en el ámbito de la arquitectura.
Una selección de los proyectos presentados históricamente al Premio se conservan en el Archivo Europeo del Espacio Público Urbano y se complementan con la Biblioteca Urbana, que publica los textos de les conferencias de temática urbana más significativas que se han pronunciado en el CCCB. El Premio se inscribe en el marco de la reflexión multidisciplinar y permanente del CCCB sobre ciudad y espacio público.
Ver mais: http://www.publicspace.org/es
22 de junho de 2013
Reabilitação Urbana, tem que ser e que seja agora
CRÓNICA
blogue do Mestrado em Planeamento Regional e Urbano da Universidade de Aveiro
Segunda-feira, 17.06.13
artigo de opinião de Jorge Carvalho, docente do DCSPT
Quando confrontado com uma qualquer perspetiva coletiva de desenvolvimento, o crescimento edificatório ocorrido nos últimos 30 anos em Portugal revela-se absurdo.
O número de alojamentos cresceu 2,5 milhões, enquanto o aumento do número de famílias pouco ultrapassou 1 milhão. Investiu-se quase apenas em edifícios novos, enquanto na média europeia o investimento em reabilitação e renovação representou 60%.
Desbaratou-se uma enorme fatia das nossas poupanças em bens que geraram emprego, mas não riqueza, e que agora se revelam excessivos e até, em parte, inúteis. Entretanto, deixou-se ao abandono património localizado em áreas bem servidas por infraestruturas e equipamentos, numa exibição de enorme desperdício, prejudicando fortemente a qualidade do ambiente urbano de vizinhança.
Tudo isto demonstra a falta de racionalidade do mercado imobiliário, mas também a falta de eficácia da Administração Pública, a quem cabe o dever de ordenamento do território. Este caminho não poderia continuar indefinidamente. Já quase todos vão compreendendo que o futuro tem que passar pela reabilitação urbana.
A atual crise económica e financeira põe essa necessidade ainda mais em evidência mas, por outro lado, cria dificuldades à sua concretização. Hoje os recursos são muito escassos, pelo que a reabilitação só irá acontecer se forem desenvolvidas políticas públicas que mobilizem e articulem capitais privados e públicos, na lógica do “muitos poucos fazem muito”. Para tal há que adotar políticas convergentes e complementares, de âmbitos nacional e local, mobilizando um leque de instrumentos de incentivo e de pressão sobre proprietários, promotores e utilizadores. Não basta “pregar” a reabilitação, é necessário que a reabilitação se torne de facto vantajosa para todos, ao contrário do que aconteceu nas últimas décadas.
Esperamos ter a oportunidade de divulgar, em breve, uma proposta concreta neste sentido, que elaborámos para a Avenida Lourenço Peixinho e que poderá ser estendida a toda a Área Central de Aveiro. É conhecido, tendo sido amplamente discutido, o projeto base que elaborámos para o espaço público da Avenida, visando sobretudo o reforço da sua função pedonal. Em seu complemento, apresentámos recentemente uma proposta com vista à reabilitação dos edifícios, que passa pela delimitação de uma “Área de Reabilitação Urbana” e pela consequente utilização de todos os instrumentos para tal previstos no quadro legalem vigor. Dedestacar, entre as propostas apresentadas, uma fiscalidade sobre o imobiliário que incentive a reabilitação e penalize a degradação e o abandono e a adoção de mecanismos perequativos (edifícios que possam crescer a compensar e subsidiar a reabilitação dos que deverão ser conservados). Esperamos, então, voltar a este assunto num futuro próximo, no quadro da discussão púbica de uma proposta de intervenção municipal de Reabilitação Urbana, neste caso com incidência em Aveiro, mas cuja filosofia pode ser aplicada em muitos outros locais.
In:
Planeamento Regional e Urbano
blogue do Mestrado em Planeamento Regional e Urbano da Universidade de Aveiro
blogue do Mestrado em Planeamento Regional e Urbano da Universidade de Aveiro
Segunda-feira, 17.06.13
artigo de opinião de Jorge Carvalho, docente do DCSPT
Quando confrontado com uma qualquer perspetiva coletiva de desenvolvimento, o crescimento edificatório ocorrido nos últimos 30 anos em Portugal revela-se absurdo.
O número de alojamentos cresceu 2,5 milhões, enquanto o aumento do número de famílias pouco ultrapassou 1 milhão. Investiu-se quase apenas em edifícios novos, enquanto na média europeia o investimento em reabilitação e renovação representou 60%.
Desbaratou-se uma enorme fatia das nossas poupanças em bens que geraram emprego, mas não riqueza, e que agora se revelam excessivos e até, em parte, inúteis. Entretanto, deixou-se ao abandono património localizado em áreas bem servidas por infraestruturas e equipamentos, numa exibição de enorme desperdício, prejudicando fortemente a qualidade do ambiente urbano de vizinhança.
Tudo isto demonstra a falta de racionalidade do mercado imobiliário, mas também a falta de eficácia da Administração Pública, a quem cabe o dever de ordenamento do território. Este caminho não poderia continuar indefinidamente. Já quase todos vão compreendendo que o futuro tem que passar pela reabilitação urbana.
A atual crise económica e financeira põe essa necessidade ainda mais em evidência mas, por outro lado, cria dificuldades à sua concretização. Hoje os recursos são muito escassos, pelo que a reabilitação só irá acontecer se forem desenvolvidas políticas públicas que mobilizem e articulem capitais privados e públicos, na lógica do “muitos poucos fazem muito”. Para tal há que adotar políticas convergentes e complementares, de âmbitos nacional e local, mobilizando um leque de instrumentos de incentivo e de pressão sobre proprietários, promotores e utilizadores. Não basta “pregar” a reabilitação, é necessário que a reabilitação se torne de facto vantajosa para todos, ao contrário do que aconteceu nas últimas décadas.
Esperamos ter a oportunidade de divulgar, em breve, uma proposta concreta neste sentido, que elaborámos para a Avenida Lourenço Peixinho e que poderá ser estendida a toda a Área Central de Aveiro. É conhecido, tendo sido amplamente discutido, o projeto base que elaborámos para o espaço público da Avenida, visando sobretudo o reforço da sua função pedonal. Em seu complemento, apresentámos recentemente uma proposta com vista à reabilitação dos edifícios, que passa pela delimitação de uma “Área de Reabilitação Urbana” e pela consequente utilização de todos os instrumentos para tal previstos no quadro legalem vigor. Dedestacar, entre as propostas apresentadas, uma fiscalidade sobre o imobiliário que incentive a reabilitação e penalize a degradação e o abandono e a adoção de mecanismos perequativos (edifícios que possam crescer a compensar e subsidiar a reabilitação dos que deverão ser conservados). Esperamos, então, voltar a este assunto num futuro próximo, no quadro da discussão púbica de uma proposta de intervenção municipal de Reabilitação Urbana, neste caso com incidência em Aveiro, mas cuja filosofia pode ser aplicada em muitos outros locais.
In:
Planeamento Regional e Urbano
blogue do Mestrado em Planeamento Regional e Urbano da Universidade de Aveiro
20 de junho de 2013
Workshop "Equidade e uso do solo: a perequação nos Planos de Pormenor"
Quando:20 Junho 2013
Onde:
Lisboa | IST | Complexo Interdisciplinar
No âmbito do projecto de investigação PERCOM - A equidade e eficiência no processo de urbanização: modelo de execução perequativa, o Centro de Sistemas Urbanos e Regionais (CESUR) do Instituto Superior Técnico (IST) está a organizar o workshop Equidade e uso do solo: a perequação nos Planos de Pormenor.
link do projecto:
http://projectopercom.ist.utl.pt/novo/inquerito.html
Exhibition - IN FAVOUR OF PUBLIC SPACE - EUROPEAN PRIZE FOR URBAN PUBLIC SPACE 2012
Quando:
20/06/13 - 01/09/13
Onde:
Praga - Jaroslav Fragner Gallery
The European Prize for Urban Public Space was established with the objective of highlighting the importance of architecture and urban planning in the creation of more accessible and democratic cities. At the present time, it is the only European award which seeks, protects and supports essentially public urban areas which can revitalise a city’s collective lifestyle. The Award is an initiative of the CCCB – Centre for Contemporary Culture of Barcelona – with the collaboration of The Architecture Foundation (London), the Architekturzentrum Wien (Vienna), the Cité de l’Architecture et du Patrimoine (Paris), the Nederlands Architectuurinstituut (Rotterdam), The Museum of Finnish Architecture (Helsinki) and the Deutsches Architekturmuseum (Frankfurt).
Mais informação:
http://www.gjf.cz/aktualne/evropska-cena-za-mestsky-verejny-prostor-2012/
"Volta a Portugal” - Álvaro Domingues - Quintas de Leitura
Quando:20 de Junho
Onde:
Porto - Teatro do Campo Alegre
Este ano, mais cedo do que é habitual, chega até nós a “Volta a Portugal”, pela mão das “Quintas de Leitura”, ciclo poético organizado pelo Teatro do Campo Alegre/Câmara Municipal do Porto. O espetáculo, que junta no mesmo palco o geógrafo Álvaro Domingues e o poeta Rui Lage, realiza-se no dia 20 de Junho, às 22h00, no Auditório do Teatro do Campo Alegre.
Álvaro Domingues faz a sua quinta aparição neste ciclo poético e desafia-nos com mais uma das suas inclassificáveis conferências esquisitas, desta feita, intitulada “Volta a Portugal”. Explica assim o teor da sua intervenção:
“Entre lírios, campos e toxicidade, Volta a Portugal será um manual para viajar pelos lugares comuns do chão da pátria lusa. Agora que a Volta a Portugal em Bicicleta já não tem o mesmo poder de revisitar e produzir as mitologias heroicas que culminavam na subida à Serra da Estrela, e que o Guia de Portugal saltou para o GPS ou para a superabundância da propaganda turística que povoa a internet…, vamos percorrer outros caminhos e encruzilhadas em busca de um Portugal entalado entre a crise, a Europa, a globalização, o passado mítico e o presente contingente.”
Ver mais:
http://www.gazetadosartistas.pt/?p=22684
http://quintasdeleitura.blogspot.pt/
19 de junho de 2013
A Cidade Resgatada
Ciclo de Conferências e Conversas Públicas sobre Regeneração Urbana
Quando:
19 de Junho - 18h
Onde:
Porto - Fundação de Serralves - Biblioteca
Com quem:
Francisco Barata
Teresa Andersen
David Pontes (moderador)
Ver mais:
http://www.oasrn.org/comunicacao.php?pag=noticias&id=2942&ano=2013
19 de Junho - 18h
Onde:
Porto - Fundação de Serralves - Biblioteca
Com quem:
Francisco Barata
Teresa Andersen
David Pontes (moderador)
Ver mais:
http://www.oasrn.org/comunicacao.php?pag=noticias&id=2942&ano=2013
17 de junho de 2013
Conferência Internacional: “Human Mobility and Urban Growth in CoastalAreas: conflict mitigation and spatial resilience”
Quando:
17 e 18 de Junho
Onde:
Reitoria da Universidade de Lisboa
Organização:
Project SECOA – “Solutions for Environmental Contrasts in Coastal Areas“
Ver mais:
http://secoameetinglisbon.wix.com/mobilityurbangrowth
17 e 18 de Junho
Onde:
Reitoria da Universidade de Lisboa
Organização:
Project SECOA – “Solutions for Environmental Contrasts in Coastal Areas“
Ver mais:
http://secoameetinglisbon.wix.com/mobilityurbangrowth
10 de junho de 2013
PROJETO URBANO E NOVAS TERRITORIALIDADES: O caso de Itá - Santa Catarina - Brasil
Autores:
Niara Clara Palma
Graziela Dal'Lago Hendges
Publicado em:
Infohabitar, Ano IX, n.º 440 e 441
Sumário
PROJETO URBANO E NOVAS TERRITORIALIDADES: O caso de Itá - Santa Catarina - Brasil
1 Introdução
2 Abordagem
3 Caracterização dos marcos históricos utilizados como base de pesquisa
5 Referências
...
NOTA EXPLICATIVA
Esse trabalho é a primeira parte da pesquisa desenvolvida sobre a cidade de Itá Santa Catarina/ Brasil e traz inicialmente, indicadores socioeconômicos como a mudança de padrão salarial e de idade dos moradores, bem como a transformação radical da sua base socioeconômica ocorrida após implantação da Hidroelétrica de Itá e o deslocamento da cidade inteira para um sítio mais alto fora da área alagada onde ficava a cidade original.
Nessa primeira parte também será apresentado a base teórica um dos indicadores espaciais a serem utilizados para a análise da estrutura urbana nos três marcos históricos avaliados, sendo essa a teoria de redes complexas.
A teoria sobre redes complexas será aplicada nos casos reais na segunda parte do artigo que trata mais objetivamente das propriedades espaciais relacionadas ao caso. Por isso será apresentados à evolução do comportamento da forma urbana através da Geometria Fractal e Estatística Espacial.
RESUMO
O desenvolvimento da cidade de Itá constitui um processo inusitado, pois 16 mil pessoas foram deslocadas de onde viviam e relocadas em outra área definida por um projeto urbano desenvolvido pela equipe da Hidroelétrica de Itá que teve sua construção iniciada em 1967 e gerou um lago artificial inundando a cidade original em 2000.
Essa pesquisa foca a antiga cidade Itá, o projeto implementado em 1989 e sua configuração urbana atual. Indicadores já existentes e testados em diversos casos reais serão utilizados para obter um quadro seguro dos dados levantados e permitirão comparar as três fases do sistema urbano elencadas para o estudo. Além da questão da evolução da configuração espacial e forma urbana, também serão estudados quais os impactos socioeconômicos causados pela implementação da hidrelétrica sobre a população da cidade de Itá e Região, e o desenvolvimento urbano posterior.
...
4. COMENTÁRIOS FINAIS
Um processo urbano dinâmico pode ser descrito como o crescimento do número de firmas e residências localizadas em uma cidade. Em qualquer período as firmas localizadas em uma cidade são “seguidas” por novas residências em resposta ao aumento de demanda por trabalhadores.
O território, nesse caso, tem efeito sobre as diferentes redes onde as atividades urbanas participam e também é afetado por esse processo. Esse conceito é apropriado nesta pesquisa para que seja possível a construção de uma nova representação do processo de transformação espacial e de uso do solo urbano levando-se em conta as relações espaciais, estruturais, demográficas e socioeconômicas.
O perfil de uma cidade, ainda mais no caso de Itá, onde essa transformação se deu de forma tão contundente, dificilmente pode ser avaliado com apenas um método de estudo. A avaliação nesse caso é construída por um conjunto de instrumentos de análises onde cada uma pratica diferentes abordagens sobre o objeto a ser medido e testado. Esse processo leva a uma compreensão mais completa sobre as variáveis que estão sendo avaliadas já que procura explicitar as propriedades urbanas através de diferentes conteúdos.
A organização de um sistema urbano evolui de acordo com as necessidades da sociedade. Essas modificações são identificadas em suas características físicas como intensidade de ocupação urbana e desenvolvimento de seu tecido. Cada decisão de alocação de atividades é tomada considerando a estrutura urbana existente que limita a capacidade de decisão de outras atividades pelo uso do espaço ou das relações estabelecidas assumindo um comportamento sistêmico.
Em um Sistema Urbano ocorre uma relação funcional entre os agentes gerando propriedades coletivas complexas. Dessa forma foram aplicadas técnicas de avaliação diferenciadas que pudessem trazer à tona elementos considerados fundamentais para identificação das propriedades urbanas como sua organização e formação de estruturas.
Através das técnicas de análise aqui utilizadas, foram captadas características como, por exemplo, formação de comunidades, geração de centralidades relacionadas à proximidade, grau de intermediação e detecção de centros. Identificou-se a fragmentação das formas nas três fases analisadas, em função disso os valores de Geometria Fractal acabaram crescendo à medida que os sistemas foram de desenvolvendo e as interações internas e externas (crescimento econômico) se tornaram mais contundentes. Por outro lado, em função da necessidade de adaptação ao sítio o crescimento trouxe consigo a reduzida dependência espacial que aparece também no baixo índice de Moran, quando aplicada estatística espacial nos dados primários do Censo IBGE 2010.
As análises aqui utilizadas se mostraram complementares trazendo à tona características variadas como a organização interna, dependência espacial, comportamento dos sistemas, estrutura espacial, agrupamento e forma, abrindo especulações sobre futuras aplicações em diferentes estudos, principalmente aqueles que considerarem a estrutura urbana como parte de um processo evolutivo com características emergentes ao longo do tempo.
...
link para o artigo completo:
http://infohabitar.blogspot.pt
Niara Clara Palma
Graziela Dal'Lago Hendges
Publicado em:
Infohabitar, Ano IX, n.º 440 e 441
Sumário
PROJETO URBANO E NOVAS TERRITORIALIDADES: O caso de Itá - Santa Catarina - Brasil
1 Introdução
2 Abordagem
3 Caracterização dos marcos históricos utilizados como base de pesquisa
- 3.1 Caracterização do Projeto Original
- 3.2 Identificação Geral da Cidade de Itá Atualmente
- 3.3 Análise socioeconômica
- 3.4 Análise Configuracional: Análise de Redes Complexas
- 3.4.1 Teoria dos Grafos
- 3.4.2 Centralidade por Proximidade
- 3.4.3 Grau de Intermediação
- 3.4.4 Detecção de Centros
- 3.4.5 Vértices com Vizinhança Máxima
- 3.4.6 Cidade Original
- 3.4.7 Projeto Original
- 3.4.8 Cidade Atual
- 3.5 Análise Morfológica: Geometria Fractal
- 3.6 Densidade Populacional
5 Referências
...
NOTA EXPLICATIVA
Esse trabalho é a primeira parte da pesquisa desenvolvida sobre a cidade de Itá Santa Catarina/ Brasil e traz inicialmente, indicadores socioeconômicos como a mudança de padrão salarial e de idade dos moradores, bem como a transformação radical da sua base socioeconômica ocorrida após implantação da Hidroelétrica de Itá e o deslocamento da cidade inteira para um sítio mais alto fora da área alagada onde ficava a cidade original.
Nessa primeira parte também será apresentado a base teórica um dos indicadores espaciais a serem utilizados para a análise da estrutura urbana nos três marcos históricos avaliados, sendo essa a teoria de redes complexas.
A teoria sobre redes complexas será aplicada nos casos reais na segunda parte do artigo que trata mais objetivamente das propriedades espaciais relacionadas ao caso. Por isso será apresentados à evolução do comportamento da forma urbana através da Geometria Fractal e Estatística Espacial.
RESUMO
O desenvolvimento da cidade de Itá constitui um processo inusitado, pois 16 mil pessoas foram deslocadas de onde viviam e relocadas em outra área definida por um projeto urbano desenvolvido pela equipe da Hidroelétrica de Itá que teve sua construção iniciada em 1967 e gerou um lago artificial inundando a cidade original em 2000.
Essa pesquisa foca a antiga cidade Itá, o projeto implementado em 1989 e sua configuração urbana atual. Indicadores já existentes e testados em diversos casos reais serão utilizados para obter um quadro seguro dos dados levantados e permitirão comparar as três fases do sistema urbano elencadas para o estudo. Além da questão da evolução da configuração espacial e forma urbana, também serão estudados quais os impactos socioeconômicos causados pela implementação da hidrelétrica sobre a população da cidade de Itá e Região, e o desenvolvimento urbano posterior.
...
4. COMENTÁRIOS FINAIS
Um processo urbano dinâmico pode ser descrito como o crescimento do número de firmas e residências localizadas em uma cidade. Em qualquer período as firmas localizadas em uma cidade são “seguidas” por novas residências em resposta ao aumento de demanda por trabalhadores.
O território, nesse caso, tem efeito sobre as diferentes redes onde as atividades urbanas participam e também é afetado por esse processo. Esse conceito é apropriado nesta pesquisa para que seja possível a construção de uma nova representação do processo de transformação espacial e de uso do solo urbano levando-se em conta as relações espaciais, estruturais, demográficas e socioeconômicas.
O perfil de uma cidade, ainda mais no caso de Itá, onde essa transformação se deu de forma tão contundente, dificilmente pode ser avaliado com apenas um método de estudo. A avaliação nesse caso é construída por um conjunto de instrumentos de análises onde cada uma pratica diferentes abordagens sobre o objeto a ser medido e testado. Esse processo leva a uma compreensão mais completa sobre as variáveis que estão sendo avaliadas já que procura explicitar as propriedades urbanas através de diferentes conteúdos.
A organização de um sistema urbano evolui de acordo com as necessidades da sociedade. Essas modificações são identificadas em suas características físicas como intensidade de ocupação urbana e desenvolvimento de seu tecido. Cada decisão de alocação de atividades é tomada considerando a estrutura urbana existente que limita a capacidade de decisão de outras atividades pelo uso do espaço ou das relações estabelecidas assumindo um comportamento sistêmico.
Em um Sistema Urbano ocorre uma relação funcional entre os agentes gerando propriedades coletivas complexas. Dessa forma foram aplicadas técnicas de avaliação diferenciadas que pudessem trazer à tona elementos considerados fundamentais para identificação das propriedades urbanas como sua organização e formação de estruturas.
Através das técnicas de análise aqui utilizadas, foram captadas características como, por exemplo, formação de comunidades, geração de centralidades relacionadas à proximidade, grau de intermediação e detecção de centros. Identificou-se a fragmentação das formas nas três fases analisadas, em função disso os valores de Geometria Fractal acabaram crescendo à medida que os sistemas foram de desenvolvendo e as interações internas e externas (crescimento econômico) se tornaram mais contundentes. Por outro lado, em função da necessidade de adaptação ao sítio o crescimento trouxe consigo a reduzida dependência espacial que aparece também no baixo índice de Moran, quando aplicada estatística espacial nos dados primários do Censo IBGE 2010.
As análises aqui utilizadas se mostraram complementares trazendo à tona características variadas como a organização interna, dependência espacial, comportamento dos sistemas, estrutura espacial, agrupamento e forma, abrindo especulações sobre futuras aplicações em diferentes estudos, principalmente aqueles que considerarem a estrutura urbana como parte de um processo evolutivo com características emergentes ao longo do tempo.
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link para o artigo completo:
http://infohabitar.blogspot.pt
6 de junho de 2013
O Urbanismo e as Novas Territorialidades
XIV Jornadas da AUPQuando:
06 e 07 de junho de 2013
Onde:
Montijo
Os quatro temas propostos para reflexão e debate cobrem um amplo espetro de desafios na relação da sociedade com o território.
A diversidade dos temas é intencional atendendo à necessidade que o urbanista enfrenta na sua prática quotidiana de tratar em simultâneo, e de forma integrada, questões locais e globais, preocupações estéticas e financeiras, problemas de coesão social e de composição urbana, estratégias de conservação e de renovação, harmonizar o crescimento com o desenvolvimento, fazer respeitar princípios e cultivar a procura de consensos, proceder a análises informadas e elaborar propostas com ousadia visionária e criativa, mas tendo consciência dos limites.
Programa (resumido):
06 de junho
10h00
Conferência de Abertura “A Cidade vista pelo olhar do historiador”
Professor Doutor Rui Ramos
11h15
Primeira Sessão - Economia do território face à qualidade e conforto dos centros urbanos.
Os planos devem recuperar a sua razão de ser económica e financeira, observando os seus efeitos no mercado fundiário e imobiliário numa perspetiva construtiva do ordenamento do território.
Moderador:
Arq.º João Carlos Antunes
Apresentação de comunicações e debate aberto aos participantes
15h00
Segunda Sessão - O ordenamento do meio rústico em contraponto com o meio urbano.
A salvaguarda das áreas classificadas e a correta condução dos usos silvestre e agrí- cola requerem uma clara demarcação entre o meio rústico e o meio urbano.
Moderadora:
Arq.ª Paisagista Fátima Bacharel
Apresentação de comunicações e debate aberto aos participantes.
17h30
Terceira Sessão - Portugal face às novas territorialidades e desterritorializações.
A perspetivação da economia do território na era da globalização. A diluição das fronteiras, a livre circulação de pessoas, de bens, de informação e os crescentes poderes associados às redes de infraestruturas públicas, sujeitam as famílias e as empresas a um novo quadro de dependências e de ló- gicas territoriais.
Moderador:
Dr. José Almeida Henriques
Apresentação de comunicações e debate aberto aos participantes.
07 de junho
10h00
Quarta Sessão - O processo de planeamento. A falta do Plano Geral de Urbanização como instrumento para a boa gestão urbanística.
A prática do urbanismo não prescinde do plano geral do aglomerado como instrumen- to de análise, de conceção e da gestão urbanística corrente.
Moderador:
Mestre Arq.º Luís Pedro Cerqueira
Apresentação de comunicações e debate aberto aos participantes.
11h45
Apresentação de conclusões pelo Professor Manuel da Costa Lobo
Interpelações e debate com os membros da comissão de ambiente, ordenamento do território e poder local da Assembleia da República e Parceiros Económico e Sociais.
Moderador:
Eng.º Nuno Canta, Vice-Presidente da C. M. Montijo
Mais informação:
http://jornadas-aup-montijo.weebly.com/uploads/1/8/7/6/18768074/xiv_jornadas_da_aup.pdf
31 de maio de 2013
VIII Jornadas Internacionais "Grandes Problemáticas do Espaço Europeu"
Quando:
31 de Maio e 1 de Junho
Onde:
Porto - Faculdade de Letras - Anfiteatro Nobre
Num espaço europeu muito heterogéneo, mas também polifacetado e cheio de potencialidades, tem-se assistido ao acentuar das desigualdades e ao agravar dos problemas, institucionalizando-se uma crise generalizada, transversal a todos os setores. Para a dinamização do território europeu, num quadro onde a mudança construtiva esteja presente, urge analisar as dinâmicas propiciadoras dessa revitalização, implementando estratégias estruturantes, conjunturais, inovadoras e sustentáveis, que mitiguem os problemas e valorizem este espaço.
Neste evento internacional em que as pluralidades territoriais e culturais estão patentes, privilegia-se uma abordagem multidisciplinar e interuniversitária, apostando-se em territórios bem diferenciados, mas, sobretudo, em estratégias de desenvolvimento em que a inovação, o empreendedorismo, a complementaridade e a sustentabilidade estão patentes. Assim se potenciam os recursos endógenos e o património distintivo, repensando as políticas territoriais numa perspetiva em que se conjugam as sinergias tendentes à preservação do ambiente, ao ordenamento do território, à coesão social e à recuperação económica.
Temas:
1 - Sociedade e desenvolvimento
2 - Territórios da ruralidade: potencialidades e novas oportunidades
3 - Periferias e dinâmicas territoriais
4 - Turismo, cultura e património - uma estratégia inclusiva
5 - O reordenamento territorial em contexto urbano
6 - Ambiente e sustentabilidade(s)
7 - Ensino e multidisciplinaridade
Ver mais:
http://sigarra.up.pt/flup/pt/noticias_geral.ver_noticia?p_nr=10884
http://www.cegot.pt/pt/Menu/Atividades/Atividades-Futuras.aspx?idevent=43
31 de Maio e 1 de Junho
Onde:
Porto - Faculdade de Letras - Anfiteatro Nobre
Num espaço europeu muito heterogéneo, mas também polifacetado e cheio de potencialidades, tem-se assistido ao acentuar das desigualdades e ao agravar dos problemas, institucionalizando-se uma crise generalizada, transversal a todos os setores. Para a dinamização do território europeu, num quadro onde a mudança construtiva esteja presente, urge analisar as dinâmicas propiciadoras dessa revitalização, implementando estratégias estruturantes, conjunturais, inovadoras e sustentáveis, que mitiguem os problemas e valorizem este espaço.
Neste evento internacional em que as pluralidades territoriais e culturais estão patentes, privilegia-se uma abordagem multidisciplinar e interuniversitária, apostando-se em territórios bem diferenciados, mas, sobretudo, em estratégias de desenvolvimento em que a inovação, o empreendedorismo, a complementaridade e a sustentabilidade estão patentes. Assim se potenciam os recursos endógenos e o património distintivo, repensando as políticas territoriais numa perspetiva em que se conjugam as sinergias tendentes à preservação do ambiente, ao ordenamento do território, à coesão social e à recuperação económica.
Temas:
1 - Sociedade e desenvolvimento
2 - Territórios da ruralidade: potencialidades e novas oportunidades
3 - Periferias e dinâmicas territoriais
4 - Turismo, cultura e património - uma estratégia inclusiva
5 - O reordenamento territorial em contexto urbano
6 - Ambiente e sustentabilidade(s)
7 - Ensino e multidisciplinaridade
Ver mais:
http://sigarra.up.pt/flup/pt/noticias_geral.ver_noticia?p_nr=10884
http://www.cegot.pt/pt/Menu/Atividades/Atividades-Futuras.aspx?idevent=43
27 de maio de 2013
Sustainable Development and Planning 2013
6th International Conference on Sustainable Development and Planning
Quando:
27 - 29 May, 2013
Onde:
Kos, Greece
Sustainable Development and Planning 2013 aims to bring together scientists and other stakeholders from across the globe to discuss the latest scientific advances in the field, as well as to seek and highlight developments in managerial strategies and assessment tools for policy and decision makers.
The conference addresses the subjects of regional development in an integrated way as well as in accordance with the principles of sustainability. It has become apparent that planners, environmentalists, architects, engineers, policy makers and economists have to work together in order to ensure that planning and development can meet our present needs without compromising the ability of future generations.
In many countries there has been an increase in spatial problems that has lead to planning crises. Planning problems are often connected with uneven development, deterioration of the quality of urban life and destruction of the environment. The increasing urbanisation of the world coupled with the global issues of environmental pollution, resources shortage and economic restructuring are leading to major crises.
Problems of environmental management and planning are not restricted to urban areas. Environments such as rural areas, forests, coastal regions and mountains face their own problems that require urgent solutions in order to avoid irreversible damage. The use of modern technologies in planning gives us new potential to monitor and prevent environmental degradation.
Conference Topics
- Regional planning
- City planning
- Sustainability and the built environment
- Cultural heritage
- Environmental management
- Resources management
- Social and political issues
- Rural developments
- Sustainable solutions in developing countries
- Transportation
- Energy resources
- Environmental economics
Mais informação:
http://www.wessex.ac.uk/13-conferences/sustainable-development-and-planning-2013.html
http://www.wessex.ac.uk/images/stories/pdf_cfps/2013/sustainabledevelopmentandplanning2013cfp.pdf
Quando:
27 - 29 May, 2013
Onde:
Kos, Greece
Sustainable Development and Planning 2013 aims to bring together scientists and other stakeholders from across the globe to discuss the latest scientific advances in the field, as well as to seek and highlight developments in managerial strategies and assessment tools for policy and decision makers.
The conference addresses the subjects of regional development in an integrated way as well as in accordance with the principles of sustainability. It has become apparent that planners, environmentalists, architects, engineers, policy makers and economists have to work together in order to ensure that planning and development can meet our present needs without compromising the ability of future generations.
In many countries there has been an increase in spatial problems that has lead to planning crises. Planning problems are often connected with uneven development, deterioration of the quality of urban life and destruction of the environment. The increasing urbanisation of the world coupled with the global issues of environmental pollution, resources shortage and economic restructuring are leading to major crises.
Problems of environmental management and planning are not restricted to urban areas. Environments such as rural areas, forests, coastal regions and mountains face their own problems that require urgent solutions in order to avoid irreversible damage. The use of modern technologies in planning gives us new potential to monitor and prevent environmental degradation.
Conference Topics
- Regional planning
- City planning
- Sustainability and the built environment
- Cultural heritage
- Environmental management
- Resources management
- Social and political issues
- Rural developments
- Sustainable solutions in developing countries
- Transportation
- Energy resources
- Environmental economics
Mais informação:
http://www.wessex.ac.uk/13-conferences/sustainable-development-and-planning-2013.html
http://www.wessex.ac.uk/images/stories/pdf_cfps/2013/sustainabledevelopmentandplanning2013cfp.pdf
26 de maio de 2013
De Montgat a la Barceloneta. Frentes marítimos diversos
Quando:
26 mayo 2013
Onde:
Barcelona - CCCB
Programa
El paseo se inicia con el traslado al punto de salida desde el centro de Barcelona con el tren de cercanías RENFE hasta bajar en la estación de Montgat (barrio de Les Mallorquines).
Desde Montgat hasta el río Besòs es muy relevante la alternancia entre frentes urbanos consolidados y sectores industriales situados en primera línea de mar. De los primeros, destaca la rambla de Badalona, que es la calle de la fachada marítima del casco antiguo de la ciudad. Y de los segundos, el complejo de generación eléctrica en Sant Adrià de Besòs con las tres chimeneas. Una vez cruzado el Besòs, dos operaciones urbanísticas sirven para fechar la transformación urbanística del frente urbano barcelonés: el Fòrum (2004) y la Vila Olímpica (1992). El Poble Nou, situado en medio de los dos anteriores, se ha ido acercando también hacia el mar. El recorrido finaliza en el barrio de la Barceloneta. Este ha sido desde su fundación, en el siglo XVIII, el barrio marinero y portuario de la ciudad. En la actualidad se está adaptando al nuevo reto que supone la llegada del ocio y del turismo masivos.
Distancia aproximada recorrida en bicicleta: 12 km.
Ver mais:
http://www.cccb.org/es/itinerari-de_montgat_a_la_barceloneta_frentes_martimos_diversos-40363
26 mayo 2013
Onde:
Barcelona - CCCB
Programa
El paseo se inicia con el traslado al punto de salida desde el centro de Barcelona con el tren de cercanías RENFE hasta bajar en la estación de Montgat (barrio de Les Mallorquines).
Desde Montgat hasta el río Besòs es muy relevante la alternancia entre frentes urbanos consolidados y sectores industriales situados en primera línea de mar. De los primeros, destaca la rambla de Badalona, que es la calle de la fachada marítima del casco antiguo de la ciudad. Y de los segundos, el complejo de generación eléctrica en Sant Adrià de Besòs con las tres chimeneas. Una vez cruzado el Besòs, dos operaciones urbanísticas sirven para fechar la transformación urbanística del frente urbano barcelonés: el Fòrum (2004) y la Vila Olímpica (1992). El Poble Nou, situado en medio de los dos anteriores, se ha ido acercando también hacia el mar. El recorrido finaliza en el barrio de la Barceloneta. Este ha sido desde su fundación, en el siglo XVIII, el barrio marinero y portuario de la ciudad. En la actualidad se está adaptando al nuevo reto que supone la llegada del ocio y del turismo masivos.
Distancia aproximada recorrida en bicicleta: 12 km.
Ver mais:
http://www.cccb.org/es/itinerari-de_montgat_a_la_barceloneta_frentes_martimos_diversos-40363
25 de maio de 2013
Cities and the economic recession since 2008
Lessons from previous crisis - Case studies from Barcelona, Munich, Turin and policy lessons from EU and Asien cities
The combination of the 1970s oil crisis and the opening up of regional markets to global trade in the 1980s and 1990s led to a profound restructuring of local production systems that had previously driven European industrial and economic expansion for almost a century. As a result, cities that were once the economic and political hubs of their respective regions and the drivers of their nation’s development faced a period of steep economic and social decline. These cities were faced with a new set of challenges. The legacy of cities ‘old economy’, the economic niche they occupied within the global division of labour and the unfolding of the ‘new economy’ were challenged by rapid technological change, globalisation and the emergence of high-tech, service and knowledge industries.
It is within this context that in 2010 LSE Cities carried out research to examine comparative patterns of decline, adaptation and recovery of a range of EU Metropolitan Regions that have successfully managed to transform their economies during the last major economic crisis to befall Europe since the 1970s and 1980s.
Conducted in collaboration with the Brookings Institution, the main objective of the research project is to illustrate successful examples of economic transformation that can be used by city leaders, policy makers and practitioners to stimulate debate about the transfer of innovative ideas and approaches needed to rebalance post-recession economies.
Three cities have been identified for the study as exemplar models of transformation. These include Munich (Germany), Torino (Italy) and Barcelona (Spain). The findings of our research will be presented in the forthcoming publication entitled ‘Transforming Urban Economies. Policy lessons from European and Asian cities’ to be published by Routledge in 2013.
Munich, Torino and Barcelona each tell a distinct story about the next urban economy; none have been perfectly successful, but each has made decisive progress, out-performed their peers and created opportunities for future growth, trade and job creation. The experience of many metropolitan areas underpins and reinforces what US cities and many other cities elsewhere already know and have taken a lead on: economic growth stems from primary importance being placed on a good business climate and environment for investment; the need for connectivity and productive infrastructure; an essential entrepreneurial spirit and corporate presence that provides the backbone of a dynamic economy; and a depth and range of anchor institutions.
In addition to these lessons, now we have key insight into what makes EU cities economically dynamic that, in turn, builds on our prior knowledge of the policy platform that allowed EU cities to overcome previous periods of crisis. These are:
Active, aligned and intentional partnership with government, private sector and institutions; Internationalisation, global positioning and trade; Knowledge economy, innovation-based entrepreneurship and modernisation of manufacturing; Strong link between human capital and attractive, distinctive cities; and Green economy, resource efficiency and decarbonisation. An in-depth analysis coupled with empirical examples of these policy lessons from previous crisis, which was presented at the 2010 Global Metro Summit in Chicago can be downloaded here.
Ver mais:
http://labs.lsecities.net/eumm/home/
The combination of the 1970s oil crisis and the opening up of regional markets to global trade in the 1980s and 1990s led to a profound restructuring of local production systems that had previously driven European industrial and economic expansion for almost a century. As a result, cities that were once the economic and political hubs of their respective regions and the drivers of their nation’s development faced a period of steep economic and social decline. These cities were faced with a new set of challenges. The legacy of cities ‘old economy’, the economic niche they occupied within the global division of labour and the unfolding of the ‘new economy’ were challenged by rapid technological change, globalisation and the emergence of high-tech, service and knowledge industries.
It is within this context that in 2010 LSE Cities carried out research to examine comparative patterns of decline, adaptation and recovery of a range of EU Metropolitan Regions that have successfully managed to transform their economies during the last major economic crisis to befall Europe since the 1970s and 1980s.
Conducted in collaboration with the Brookings Institution, the main objective of the research project is to illustrate successful examples of economic transformation that can be used by city leaders, policy makers and practitioners to stimulate debate about the transfer of innovative ideas and approaches needed to rebalance post-recession economies.
Three cities have been identified for the study as exemplar models of transformation. These include Munich (Germany), Torino (Italy) and Barcelona (Spain). The findings of our research will be presented in the forthcoming publication entitled ‘Transforming Urban Economies. Policy lessons from European and Asian cities’ to be published by Routledge in 2013.
Munich, Torino and Barcelona each tell a distinct story about the next urban economy; none have been perfectly successful, but each has made decisive progress, out-performed their peers and created opportunities for future growth, trade and job creation. The experience of many metropolitan areas underpins and reinforces what US cities and many other cities elsewhere already know and have taken a lead on: economic growth stems from primary importance being placed on a good business climate and environment for investment; the need for connectivity and productive infrastructure; an essential entrepreneurial spirit and corporate presence that provides the backbone of a dynamic economy; and a depth and range of anchor institutions.
In addition to these lessons, now we have key insight into what makes EU cities economically dynamic that, in turn, builds on our prior knowledge of the policy platform that allowed EU cities to overcome previous periods of crisis. These are:
Active, aligned and intentional partnership with government, private sector and institutions; Internationalisation, global positioning and trade; Knowledge economy, innovation-based entrepreneurship and modernisation of manufacturing; Strong link between human capital and attractive, distinctive cities; and Green economy, resource efficiency and decarbonisation. An in-depth analysis coupled with empirical examples of these policy lessons from previous crisis, which was presented at the 2010 Global Metro Summit in Chicago can be downloaded here.
Ver mais:
http://labs.lsecities.net/eumm/home/
European Metromonitor
The European Metromonitor project draws on LSE Cities' current research on the economic resilience of European Cities in order to establish an interactive exchange platform for the dissemination of key findings and case studies relating to metro-level responses to the economic crisis.
The platform aims to engage EU city leaders, policy makers, practitioners, researchers, the third sector and the public through an interactive dialogue that synergistically explores best responses and adaptation strategies of cities to the crisis.
Ver mais:
http://labs.lsecities.net/eumm/home/
The platform aims to engage EU city leaders, policy makers, practitioners, researchers, the third sector and the public through an interactive dialogue that synergistically explores best responses and adaptation strategies of cities to the crisis.
Ver mais:
http://labs.lsecities.net/eumm/home/
ÍNDIA - Why small towns are lagging behind?
BY NEHA VERMA
MARCH 31, 2013
POSTED IN: ARCHITECTURE & PLANNING
There are 4,378 urban centres that have the 285 million urban citizens of the country. Of these there are 35 cities that have more than 1 million people and together account for 107.88 million people. That means the remaining 177.12 million or more than half of the total urban population of the country lives in small-sized towns or urban agglomerations. Even half of the population lives in small-sized town, the bigger cities become the magnet for populations that emerge from impoverished and infrastructure deficient rural and urban areas.
The reason for the skewed population distribution and its consequent burden on existing urban infrastructures is caused by lack of investment in the smaller towns. As we know that there is considerably large population living in rural areas, the development of smaller towns that are closer to these habitats would allow for a more balanced economic growth. Generally, there has been a bias within urban studies against small towns, where the idea of the ‘urban’ has always been seen to be ideally manifested in the big city. Large investments in big cities have often been justified as they are perceived to be ‘engines’ of development and growth. Even in cultural terms, the big city has always been glorified, as a space where conditions of modernity come together to develop art and a more sophisticated form of living. Yet, many scholars of cities still glamorize big cities and tend to influence the shape of imaging urban futures. While in reality, not only are smaller towns more manageable, they also have a more intimate relationship with their surrounding regions and more often than not, these contiguities are what sustains their economies. A country such as India with a significantly high rural population would do well to shift the focus of urban investments to these smaller townships. With new communication and transport technologies, there is no reason to believe that those spaces cannot also become important centres of art, culture and commerce and help us transform our notions of emerging India.
link para o artigo:
http://www.theurbanvision.com/blogs/?p=1094
MARCH 31, 2013
POSTED IN: ARCHITECTURE & PLANNING
There are 4,378 urban centres that have the 285 million urban citizens of the country. Of these there are 35 cities that have more than 1 million people and together account for 107.88 million people. That means the remaining 177.12 million or more than half of the total urban population of the country lives in small-sized towns or urban agglomerations. Even half of the population lives in small-sized town, the bigger cities become the magnet for populations that emerge from impoverished and infrastructure deficient rural and urban areas.
The reason for the skewed population distribution and its consequent burden on existing urban infrastructures is caused by lack of investment in the smaller towns. As we know that there is considerably large population living in rural areas, the development of smaller towns that are closer to these habitats would allow for a more balanced economic growth. Generally, there has been a bias within urban studies against small towns, where the idea of the ‘urban’ has always been seen to be ideally manifested in the big city. Large investments in big cities have often been justified as they are perceived to be ‘engines’ of development and growth. Even in cultural terms, the big city has always been glorified, as a space where conditions of modernity come together to develop art and a more sophisticated form of living. Yet, many scholars of cities still glamorize big cities and tend to influence the shape of imaging urban futures. While in reality, not only are smaller towns more manageable, they also have a more intimate relationship with their surrounding regions and more often than not, these contiguities are what sustains their economies. A country such as India with a significantly high rural population would do well to shift the focus of urban investments to these smaller townships. With new communication and transport technologies, there is no reason to believe that those spaces cannot also become important centres of art, culture and commerce and help us transform our notions of emerging India.
link para o artigo:
http://www.theurbanvision.com/blogs/?p=1094
23 de maio de 2013
Iº Encontro de Urbanismo | Eixo da Av. da Liberdade
Iº Encontro de Urbanismo, Regenerar, Reabilitar, Requalificar
Quando:
23 de Maio | 18h
Onde:
CIUL | Centro de Informação Urbana de Lisboa | Picoas Plaza
Quando:
23 de Maio | 18h
Onde:
CIUL | Centro de Informação Urbana de Lisboa | Picoas Plaza
Gestão do Território: Da visão à operacionalização
8as Jornadas de Gestão do Território
Quando:
23 Maio
Onde:
Campus do Instituto Politécnico de Tomar | Auditório Dr. Júlio das Neves
Mais informação:
http://portal.ipt.pt/portal/portal/jornadasGT/apresentacao
Quando:
23 Maio
Onde:
Campus do Instituto Politécnico de Tomar | Auditório Dr. Júlio das Neves
Mais informação:
http://portal.ipt.pt/portal/portal/jornadasGT/apresentacao
22 de maio de 2013
Ciclo de Conferências e de Conversas Públicas, 'A Cidade Resgatada'
Próxima conversa:
- Geógrafo Álvaro Domingues
- Arquitecto Alexandre Alves Costa
moderação do Jornalista Manuel Carvalho
Quando:
22 de Maio, 4ª feira, às 18h00
Onde:
Biblioteca da Fundação de Serralves
Quem promove:
Ordem dos Arquitectos - Secção Regional Norte, OASRN
O Ciclo de Conferências e de Conversas Públicas 'A Cidade Resgatada' aprofunda o debate, iniciado em 2012, sobre os processos de Regeneração Urbana, à escala nacional e internacional. Com este debate não se pretende apenas “resgatar” o protagonismo dos centros consolidados; deseja-se abarcar a cidade mais alargada, sobretudo as franjas e os vazios pós-industriais, procurando perceber o seu papel estratégico nessa regeneração. Deseja-se, enfim, que esses processos sejam participados e debatidos interdisciplinarmente, englobando os contributos do Urbanismo, da Arquitectura, do Paisagismo, da Geografia, da Sociologia e da Antropologia.
Este ciclo acompanhará outras iniciativas concretas, como a realização de um Concurso Público e de um Seminário Internacional, os quais concentrarão o debate em áreas urbanas concretas, tendo o tecido do Porto como caso-de-estudo.
Ver mais:
http://www.oasrn.org/comunicacao.php?pag=mensageiro&idmen=147&idnot=2849
- Geógrafo Álvaro Domingues
- Arquitecto Alexandre Alves Costa
moderação do Jornalista Manuel Carvalho
Quando:
22 de Maio, 4ª feira, às 18h00
Onde:
Biblioteca da Fundação de Serralves
Quem promove:
Ordem dos Arquitectos - Secção Regional Norte, OASRN
O Ciclo de Conferências e de Conversas Públicas 'A Cidade Resgatada' aprofunda o debate, iniciado em 2012, sobre os processos de Regeneração Urbana, à escala nacional e internacional. Com este debate não se pretende apenas “resgatar” o protagonismo dos centros consolidados; deseja-se abarcar a cidade mais alargada, sobretudo as franjas e os vazios pós-industriais, procurando perceber o seu papel estratégico nessa regeneração. Deseja-se, enfim, que esses processos sejam participados e debatidos interdisciplinarmente, englobando os contributos do Urbanismo, da Arquitectura, do Paisagismo, da Geografia, da Sociologia e da Antropologia.
Este ciclo acompanhará outras iniciativas concretas, como a realização de um Concurso Público e de um Seminário Internacional, os quais concentrarão o debate em áreas urbanas concretas, tendo o tecido do Porto como caso-de-estudo.
Ver mais:
http://www.oasrn.org/comunicacao.php?pag=mensageiro&idmen=147&idnot=2849
Arte E Transformação Urbana: Novas Perspectivas De Intervenção Na Cidade
Seminários Cidades e Territórios
Quando:
22 De Maio | 14h30
Onde:
ISCTE-IUL | Sala C301
Programa
- A Arte, a Cidade e o Urbano: Introdução às relações entre a Arte e o Urbano
CLÁUDIA ANTUNES
- Contextos urbanos informais: Análise fotográfica de cinco “bairros criativos”: Bairro Alto e Cais do Sodré, Gràcia, Vila Madalena, Brick Lane e Kreuzberg SO36
RICARDO LOPES
- Movimentos Urbanos: O Graffiti como Arte de Rua na Cidade do Rio de Janeiro
RAQUEL MONTEIRO
- Entre Usos: O caso de Berlim
MARIANNA MONTE
Moderador | Comentador:
Pedro Costa
Quando:
22 De Maio | 14h30
Onde:
ISCTE-IUL | Sala C301
Programa
- A Arte, a Cidade e o Urbano: Introdução às relações entre a Arte e o Urbano
CLÁUDIA ANTUNES
- Contextos urbanos informais: Análise fotográfica de cinco “bairros criativos”: Bairro Alto e Cais do Sodré, Gràcia, Vila Madalena, Brick Lane e Kreuzberg SO36
RICARDO LOPES
- Movimentos Urbanos: O Graffiti como Arte de Rua na Cidade do Rio de Janeiro
RAQUEL MONTEIRO
- Entre Usos: O caso de Berlim
MARIANNA MONTE
Moderador | Comentador:
Pedro Costa
16 de maio de 2013
Conferência "Unfinished Projects"
Ciclo de Conferências C.F.M. + D.T.W.
Quando:
16 de Maio de 2013, das 18:30 às 20h
Onde:
Faculdade de Arquitectura da Universidade do Porto
Quem organiza:
O CCRE – Centro de Comunicação e Representação Espacial da Faculdade de Arquitectura da Universidade do Porto, em parceria com o grupo de investigação Espaço F-FAUP e CITYSCOPIO Associação Cultural
Participantes:
Helder Sousa, Álvaro Domingues e Pedro Bandeira.
Moderador:
Pedro Neto
Helder Sousa apresentará o projecto fotográfico "Unfinished Projects".
"Valongo é um concelho periférico da Área Metropolitana do Porto. O seu rápido desenvolvimento ocorrido nos últimos 20 anos deu origem a um fenómeno que se encontra um pouco por todo o concelho. Assim como em tantos outros concelhos periféricos foram construídos edifícios de habitação que visavam acolher novos moradores e os trabalhadores da grande cidade. Publicitava-se uma melhor qualidade de vida, com espaços verdes e maior tranquilidade a preços convidativos e com boas acessibilidades. Tinha-se construído uma autoestrada e modernizado a linha de caminho-de-ferro. Neste clima de expectativas positivas, a planificação urbana do concelho correspondeu com a classificação de elevadas quantidades de solo a urbanizar.
O ciclo imobiliário rapidamente se inverteu, deixando sem procura a “sobre construção” do período da euforia. Em várias freguesias do Concelho encontram-se diferentes edifícios de habitação que nunca foram acabados. Neste contexto, Unfinished Projects é um projeto de fotografia documental que pretende documentar esta realidade que faz parte da paisagem urbana deste concelho há mais de 10 anos. Existem e coabitam no mesmo espaço, edifícios habitados e inacabados, compondo uma paisagem entre a disfunção e a “predação”; uma espécie de ecossistema do abandono onde a natureza rapidamente se insinua com espécies infestantes na linha da frente. Unfinished Projects opera como uma metáfora da crise económica contemporânea."
enviado por:
Helder Sousa
Quando:
16 de Maio de 2013, das 18:30 às 20h
Onde:
Faculdade de Arquitectura da Universidade do Porto
Quem organiza:
O CCRE – Centro de Comunicação e Representação Espacial da Faculdade de Arquitectura da Universidade do Porto, em parceria com o grupo de investigação Espaço F-FAUP e CITYSCOPIO Associação Cultural
Participantes:
Helder Sousa, Álvaro Domingues e Pedro Bandeira.
Moderador:
Pedro Neto
Helder Sousa apresentará o projecto fotográfico "Unfinished Projects".
"Valongo é um concelho periférico da Área Metropolitana do Porto. O seu rápido desenvolvimento ocorrido nos últimos 20 anos deu origem a um fenómeno que se encontra um pouco por todo o concelho. Assim como em tantos outros concelhos periféricos foram construídos edifícios de habitação que visavam acolher novos moradores e os trabalhadores da grande cidade. Publicitava-se uma melhor qualidade de vida, com espaços verdes e maior tranquilidade a preços convidativos e com boas acessibilidades. Tinha-se construído uma autoestrada e modernizado a linha de caminho-de-ferro. Neste clima de expectativas positivas, a planificação urbana do concelho correspondeu com a classificação de elevadas quantidades de solo a urbanizar.
O ciclo imobiliário rapidamente se inverteu, deixando sem procura a “sobre construção” do período da euforia. Em várias freguesias do Concelho encontram-se diferentes edifícios de habitação que nunca foram acabados. Neste contexto, Unfinished Projects é um projeto de fotografia documental que pretende documentar esta realidade que faz parte da paisagem urbana deste concelho há mais de 10 anos. Existem e coabitam no mesmo espaço, edifícios habitados e inacabados, compondo uma paisagem entre a disfunção e a “predação”; uma espécie de ecossistema do abandono onde a natureza rapidamente se insinua com espécies infestantes na linha da frente. Unfinished Projects opera como uma metáfora da crise económica contemporânea."
enviado por:
Helder Sousa
15 de maio de 2013
Boas Práticas Autárquicas
Ciclo de Conferências Temáticas no âmbito das comemorações dos 25 anos da Associação "In Loco"
Quando:
15 de Maio, entre as 14h30 e as 17h30
Onde:
Auditório da Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional do Algarve
Com quem:
Paula Cabral (Câmara Municipal de Cascais)
Amândio Pinto (Presidente da JF Linhares, Paredes de Coura)
Organiza:
Associação "In Loco" | CCDR Algarve
Ver mais:
http://www.in-loco.pt/
Quando:
15 de Maio, entre as 14h30 e as 17h30
Onde:
Auditório da Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional do Algarve
Com quem:
Paula Cabral (Câmara Municipal de Cascais)
Amândio Pinto (Presidente da JF Linhares, Paredes de Coura)
Organiza:
Associação "In Loco" | CCDR Algarve
Ver mais:
http://www.in-loco.pt/
14 de maio de 2013
"Cidades em Miniaturas - a Revitalização Urbana do Meatpacking District, em Nova York, e da Região da Luz, em São Paulo"
Lançamento do livro

Quando:
14 de Maio | 19:00 até 21:00
Onde:
S. Paulo | UTC-03
Lançamento do livro da designer e cientista social Janaina Maquiaveli, seguido de debate da autora e membros do Coletivo BijaRi, com mediação do designer Gustavo Santos para discussão e tentativa de entender as transformações urbanas que as grandes cidades estão sofrendo e como isso afeta a vida das pessoas e a imagem dessas regiões.
Mais informação:
https://www.facebook.com/events/158623387647626/?ref=3

Quando:
14 de Maio | 19:00 até 21:00
Onde:
S. Paulo | UTC-03
Lançamento do livro da designer e cientista social Janaina Maquiaveli, seguido de debate da autora e membros do Coletivo BijaRi, com mediação do designer Gustavo Santos para discussão e tentativa de entender as transformações urbanas que as grandes cidades estão sofrendo e como isso afeta a vida das pessoas e a imagem dessas regiões.
Mais informação:
https://www.facebook.com/events/158623387647626/?ref=3
13 de maio de 2013
Cidadania, Paisagem Urbana e Espaço Público
Workshop
Quando:
13 de Maio | 10h00 às 16h30
Onde:
FCSH/NOVA | Edifício I&D, Piso 4 |Sala Multiusos 3
Organização no âmbito da Pós-Graduação em Jardins e Paisagem
Quando:
13 de Maio | 10h00 às 16h30
Onde:
FCSH/NOVA | Edifício I&D, Piso 4 |Sala Multiusos 3
Organização no âmbito da Pós-Graduação em Jardins e Paisagem
12 de maio de 2013
La Sagrera – Sant Andreu – Sant Martí. Tres barrios en transformación
Itinerario La Sagrera
Quando:
12 de mayo, a las 10 h
Onde:
Barcelona - CCCB
Programa:
El entorno de la Sagrera es el lugar en el que se está ejecutando la transformación urbanística de mayores dimensiones de la ciudad de Barcelona, con la construcción de la nueva gran estación ferroviaria de Barcelona para el tren de alta velocidad y la incorporación de un gran parque lineal desde el puente de Bac de Roda hasta el nudo de la Trinitat. El recorrido rodea el sector primero por encima y después por debajo. Se inicia en el barrio del Clot para ir hacia la Sagrera y Sant Andreu. Al llegar al barrio de Sant Andreu visitaremos dos operaciones destacables: la Casa Bloc, pensada como modelo de la vivienda obrera de la Generalitat Republicana, y el nuevo barrio en construcción, donde estaban los cuarteles militares de Sant Andreu. Al llegar al paseo de Santa Coloma y al nudo de la Trinitat, se regresa al punto de origen por el Bon Pastor, la Verneda y Sant Martí.
Para participar en el itinerario hay que llevar la bicicleta.
Distancia aproximada: 12 km
Mais informação:
http://www.cccb.org/es/itinerari-la_sagrera_sant_andreu_sant_mart_tres_barrios_en_transformacin-40364
Quando:12 de mayo, a las 10 h
Onde:
Barcelona - CCCB
Programa:
El entorno de la Sagrera es el lugar en el que se está ejecutando la transformación urbanística de mayores dimensiones de la ciudad de Barcelona, con la construcción de la nueva gran estación ferroviaria de Barcelona para el tren de alta velocidad y la incorporación de un gran parque lineal desde el puente de Bac de Roda hasta el nudo de la Trinitat. El recorrido rodea el sector primero por encima y después por debajo. Se inicia en el barrio del Clot para ir hacia la Sagrera y Sant Andreu. Al llegar al barrio de Sant Andreu visitaremos dos operaciones destacables: la Casa Bloc, pensada como modelo de la vivienda obrera de la Generalitat Republicana, y el nuevo barrio en construcción, donde estaban los cuarteles militares de Sant Andreu. Al llegar al paseo de Santa Coloma y al nudo de la Trinitat, se regresa al punto de origen por el Bon Pastor, la Verneda y Sant Martí.
Para participar en el itinerario hay que llevar la bicicleta.
Distancia aproximada: 12 km
Mais informação:
http://www.cccb.org/es/itinerari-la_sagrera_sant_andreu_sant_mart_tres_barrios_en_transformacin-40364
9 de maio de 2013
EUROGEO Conference 2013: Geography: linking tradition and future
The 2013 European Association of Geographers conference
Quando:
from 9-11 May 2013
Onde:
Belgium, Bruges, at Sint-Lodewijkscollege, in collaboration with Ghent University.
Temas:
Geography and internationalisation: Geography (geo earth) deals with places, people and cultures. It explores international issues ranging from physical, urban and rural environments, and their evolution, to climate, pollution, development and political-economy.
Key issues are how these features are interconnected, forming patterns and processes impacting on present and future generations. By its nature Geography continues to connect the physical, human and technological sciences.
Mais informação:
http://www.eurogeography.eu/conference/2013-bruges/bruges2013.html
Quando:
from 9-11 May 2013
Onde:
Belgium, Bruges, at Sint-Lodewijkscollege, in collaboration with Ghent University.
Temas:
Geography and internationalisation: Geography (geo earth) deals with places, people and cultures. It explores international issues ranging from physical, urban and rural environments, and their evolution, to climate, pollution, development and political-economy.
Key issues are how these features are interconnected, forming patterns and processes impacting on present and future generations. By its nature Geography continues to connect the physical, human and technological sciences.
Mais informação:
http://www.eurogeography.eu/conference/2013-bruges/bruges2013.html
8 de maio de 2013
Oeiras Internacional Conferência das Paisagens Urbanas: Paradigmas e Utopias
Integrada na 9.ª UrbaVerde – Fórum das Cidades Sustentáveis, Oeiras Internacional, a Conferência das Paisagens Urbanas: Paradigmas e Utopias, vem trazer a debate a Paisagem Urbana e o Património Paisagístico.
Quando:
8 de Maio de 2013
Onde:
Lagoas Park Hotel - Oeiras
A iniciativa acompanha a Europa na actual discussão sobre a Paisagem, que se enquadra na Convenção Europeia da Paisagem, pelo despertar da atenção para o mundo paisagístico que nos rodeia, o espelho construído de todas as nossas atitudes sociais económicas e políticas.
Programa
9h30
Sessão de Abertura
10h15
Inspirational Speech: Urban Landscapes Towards a New Quality of Life
Norman Foster
10h45
Keynote Speech: Paradigmas e Utopias na Transformação da Paisagem Urbana
José Pacheco Pereira
11h30
1.º Painel – Paisagens Paradigmáticas
Moderador: Paulo Correia
- A Arquitectura na Paisagem Urbana
Nuno Mateus
- A Paisagem como Veículo de Planeamento Estratégico
Ana Palha e Nuno David
- A intervenção e a Gestão em Paisagens Notáveis
Luís Paulo Ribeiro
- Paisagens e Infra-Estruturas da Contemporaneidade
Álvaro Domingues
Debate
14h30
2.º Painel – da Utopia à Realidade das Paisagens Urbanas
Moderador: Sidónio Pardal
- A Cidade Habitada
Gonçalo M. Tavares
- A Paisagem Protegida e a Vivência Urbana
António José Correia
- Water as an instrument of urban Landscape and architectonic design
Clemens Steenbergen
- Os equipamentos Coletivos na Construção da Paisagem Urbana
Tomás Taveira
Debate
16h25
Mesa Redonda Internacional – Tendências e Realidades da Paisagem do séc. XXI
Moderador: João M. Teixeira
Margarida Caldeira, Clemens Steenbergen, Cecilia Gorsky, Katharina Erne, Miguel Braula Reis, António Magalhães
Debate
Ver mais:
http://www.jornalarquitecturas.com/UrbaVerde/9ªUrbaverde2013/Apresentação.aspx
Quando:
8 de Maio de 2013
Onde:
Lagoas Park Hotel - Oeiras
A iniciativa acompanha a Europa na actual discussão sobre a Paisagem, que se enquadra na Convenção Europeia da Paisagem, pelo despertar da atenção para o mundo paisagístico que nos rodeia, o espelho construído de todas as nossas atitudes sociais económicas e políticas.
Programa
9h30
Sessão de Abertura
10h15
Inspirational Speech: Urban Landscapes Towards a New Quality of Life
Norman Foster
10h45
Keynote Speech: Paradigmas e Utopias na Transformação da Paisagem Urbana
José Pacheco Pereira
11h30
1.º Painel – Paisagens Paradigmáticas
Moderador: Paulo Correia
- A Arquitectura na Paisagem Urbana
Nuno Mateus
- A Paisagem como Veículo de Planeamento Estratégico
Ana Palha e Nuno David
- A intervenção e a Gestão em Paisagens Notáveis
Luís Paulo Ribeiro
- Paisagens e Infra-Estruturas da Contemporaneidade
Álvaro Domingues
Debate
14h30
2.º Painel – da Utopia à Realidade das Paisagens Urbanas
Moderador: Sidónio Pardal
- A Cidade Habitada
Gonçalo M. Tavares
- A Paisagem Protegida e a Vivência Urbana
António José Correia
- Water as an instrument of urban Landscape and architectonic design
Clemens Steenbergen
- Os equipamentos Coletivos na Construção da Paisagem Urbana
Tomás Taveira
Debate
16h25
Mesa Redonda Internacional – Tendências e Realidades da Paisagem do séc. XXI
Moderador: João M. Teixeira
Margarida Caldeira, Clemens Steenbergen, Cecilia Gorsky, Katharina Erne, Miguel Braula Reis, António Magalhães
Debate
Ver mais:
http://www.jornalarquitecturas.com/UrbaVerde/9ªUrbaverde2013/Apresentação.aspx
7 de maio de 2013
Debate "O interior está em risco de desaparecer?"
Debate incluído no ciclo Presente no Futuro - "Os portugueses em 2030"
Quando:
7 Maio - 17h00
Onde:
Universidade de Évora, Grande Auditório da Reitoria
Portugal é um país muito diverso. O povoamento do território é uma dessas marcas. Os últimos anos mantiveram a tendência de despovoamento do país rural a favor das áreas urbanas e do litoral. Em contraste com esta tendência antiga, registam-se novos movimentos de população. Enquanto as Áreas Metropolitanas de Lisboa e Porto continuam a acolher jovens em busca de um futuro diferente, há muitos citadinos que tomam a iniciativa de regressar a uma vida diferente, eventualmente mais calma e em contacto com a natureza, mas com a nova tecnologia e os acessos fáceis a esbater distâncias.
Será que o interior está em risco de ficar totalmente despovoado? E será que o despovoamento significa necessariamente abandono? Haverá um interior diverso do que nos mostram as reportagens de rostos envelhecidos e de aldeias vazias? As cidades de pequena e de média dimensão têm futuro? No futuro, a vida nas cidades será diferente? E nos campos?
Ver mais:
http://www.presentenofuturo.pt/encontros/home
Quando:
7 Maio - 17h00
Onde:
Universidade de Évora, Grande Auditório da Reitoria
Portugal é um país muito diverso. O povoamento do território é uma dessas marcas. Os últimos anos mantiveram a tendência de despovoamento do país rural a favor das áreas urbanas e do litoral. Em contraste com esta tendência antiga, registam-se novos movimentos de população. Enquanto as Áreas Metropolitanas de Lisboa e Porto continuam a acolher jovens em busca de um futuro diferente, há muitos citadinos que tomam a iniciativa de regressar a uma vida diferente, eventualmente mais calma e em contacto com a natureza, mas com a nova tecnologia e os acessos fáceis a esbater distâncias.
Será que o interior está em risco de ficar totalmente despovoado? E será que o despovoamento significa necessariamente abandono? Haverá um interior diverso do que nos mostram as reportagens de rostos envelhecidos e de aldeias vazias? As cidades de pequena e de média dimensão têm futuro? No futuro, a vida nas cidades será diferente? E nos campos?
Ver mais:
http://www.presentenofuturo.pt/encontros/home
2 de maio de 2013
Planning and Complexity
Thematic Group of AESOP, 11th meeting
Quando:
2nd & 3rd of May
Onde:
University of Aveiro - Department of Social, Political and Territorial Sciences
- Senate Room / Sala do Senado
Program (programa resumido)
Thursday, the 2nd of May:
14.30 h 1st set of papers
- Incorporating Informal Patterns: New Computational Approaches aimed at Integration of Socio-Spatial and Temporal Aspects of Self Organisation in Mumbai, within Future Co-ordinated Planning Strategies
Ulysses Sengupta, Eric Cheung
- Empirical Indicators for Self-Organisation
Jenni Partanen
- Intelligent cities and intelligent plans: how to foster self-organisation?
Jorge Batista e Silva, José Antunes Ferreira
16.30 h 2nd set of papers
- Co-housing as self-organisation in spatial development: mapping the trajectories of becoming of four Danish co-housing initiatives
Beitske Boonstra
- Cohousing, self-organization in Dutch urban planning practice?
Ward Rauws, Gert de Roo
- The added value of city civic movements in local spatial planning policies: Discussing the case of Aveiro, Portugal
José Carlos Mota
- Towards a culture of urban improvisation – reconstructions of the interplay of private and public initiatives in spatial transformation processes
Oswald Devisch, Oscar Rommens, Joris Van Reusel
Friday, the 3rd of May:
09.00 h 3rd set of papers
- Networks, Markets and Hierarchies: how different governance modes organize urban development
Sara Levy, Karel Martens, Rob van der Heijden
- On emergence and power of strategies: exploring the relations between strategic planning and urban development in Switzerland
Matthias Loepfe, Christina Zweifel, Lineo Devechi
- Planning for Urban Panarchy or Panarchy in Urban Planning?
Helena Farrall, Lia Vasconcelos
11.00 h Keynote
Keynote speaker prof. Francis Heylighen
13.30 h 4th set of presentations
- Applying principles from Complex Adaptive Systems theory towards urban planning strategies: A test case that replaces the design of urban objects with the choreography of urban processes.
Sharon Ackerman
- Spatial planning systems: emergence and co-evolution involving illegal settlers, institutional, planning and spatial design
Paulo Silva
- Just a little patience: an agent-based model of the effect of a planning institution on residential patterns
Sara Levy, Karel Martens, Rob van der Heijden
- Urban Design as a multi-actors involved incremental process: a complex theories (self-organisation) perspective
Kyunghyun Baek
Ver mais:
http://planeamentoregionaleurbano.blogs.sapo.pt/19141.html
Quando:
2nd & 3rd of May
Onde:
University of Aveiro - Department of Social, Political and Territorial Sciences
- Senate Room / Sala do Senado
Program (programa resumido)
Thursday, the 2nd of May:
14.30 h 1st set of papers
- Incorporating Informal Patterns: New Computational Approaches aimed at Integration of Socio-Spatial and Temporal Aspects of Self Organisation in Mumbai, within Future Co-ordinated Planning Strategies
Ulysses Sengupta, Eric Cheung
- Empirical Indicators for Self-Organisation
Jenni Partanen
- Intelligent cities and intelligent plans: how to foster self-organisation?
Jorge Batista e Silva, José Antunes Ferreira
16.30 h 2nd set of papers
- Co-housing as self-organisation in spatial development: mapping the trajectories of becoming of four Danish co-housing initiatives
Beitske Boonstra
- Cohousing, self-organization in Dutch urban planning practice?
Ward Rauws, Gert de Roo
- The added value of city civic movements in local spatial planning policies: Discussing the case of Aveiro, Portugal
José Carlos Mota
- Towards a culture of urban improvisation – reconstructions of the interplay of private and public initiatives in spatial transformation processes
Oswald Devisch, Oscar Rommens, Joris Van Reusel
Friday, the 3rd of May:
09.00 h 3rd set of papers
- Networks, Markets and Hierarchies: how different governance modes organize urban development
Sara Levy, Karel Martens, Rob van der Heijden
- On emergence and power of strategies: exploring the relations between strategic planning and urban development in Switzerland
Matthias Loepfe, Christina Zweifel, Lineo Devechi
- Planning for Urban Panarchy or Panarchy in Urban Planning?
Helena Farrall, Lia Vasconcelos
11.00 h Keynote
Keynote speaker prof. Francis Heylighen
13.30 h 4th set of presentations
- Applying principles from Complex Adaptive Systems theory towards urban planning strategies: A test case that replaces the design of urban objects with the choreography of urban processes.
Sharon Ackerman
- Spatial planning systems: emergence and co-evolution involving illegal settlers, institutional, planning and spatial design
Paulo Silva
- Just a little patience: an agent-based model of the effect of a planning institution on residential patterns
Sara Levy, Karel Martens, Rob van der Heijden
- Urban Design as a multi-actors involved incremental process: a complex theories (self-organisation) perspective
Kyunghyun Baek
Ver mais:
http://planeamentoregionaleurbano.blogs.sapo.pt/19141.html
25 de abril de 2013
Benefits of Urban Density
The Great FSI Debate
by SAMEERCHADHA
April 4, 2013
Posted in: ARCHITECTURE & PLANNING
Mumbai is one of the most populated cities in the world living on a tiny footprint, as compared to its international peers. The statistics and unique and shocking- a FSI or living space/household of 2.8 sqm and public open-space/ person less than 1sqm. Mumbai’s current socio-economic importance will ensure that it remains a leading Indian city for some time- but in terms of livability, it consistently ranks in the bottom 20th percentile of cities worldwide. This is posing to be a drag on its ability to attract skill and capital.
The solutions need to address the average resident and not only the richest. This is not a compromise as successful cities around the world also are the lowest in economic disparity- it takes a cross-section of society from the service-class to investors to make a city successful and attractive. The solutions are clear and they need to considered in an integrated manner:
a. Increase FSI: Low FSI is artificially pumping real-estate cost and increasing density. Mumbai lacks quality space and this is exacerbated by its shabby state of buildings. As a result, Mumbai commands one of the highest prices in the world, marginalizing most residents. Low FSI is artificially increasing density and simultaneously forcing the city to sprawl outwards- draining investment, talent, life, culture, diversity and affordability out of the city.
b. Create more public space, including streets: Streets and open spaces- the public realm- is where city life plays out, where commerce happens, and where the personality of a city is established. Public space is a matter of quality of life, livability and commerce. Streets are not only arteries of movement but places to live, work and play. All this can be created in collaboration with private sector with the help of incentives.
c. Increase land area: Satellite cities and towns should be strategically added (what happened to Navi-Mumbai?), which are connected by transit and designed as self-sufficient centers with mixed-uses.
d. Move those Masses: The benefits of large cities are lost if people cannot move easily from one part to another- such large cities can end up as insulated small towns stuck to each other (even now you almost need a visa to go to Town). A connected city will allow movement of skill and capital, energizing its various neighbourhoods and centers. Transportation solutions need to be efficient, comprehensive, and affordable. Land limitation in Mumbai dictates that a major component of the transportation equation will be an expanded train/ subway network. Roads are important as they carry a cross-section of modes including pedestrians, cyclists, autos, taxis, trucks and buses (cars are not an important part of the solution). Bottle necks should be minimized (its amazing how Khar subway bottleneck holds Bandra at ransom) and east-west connectivity improved.
e. House those Masses: 60% of Mumbai lives in informal housing- also carelessly branded as slums. Most times these houses are made with as much love, effort and taste- and house residents who hard-earn a living with as much a zest for life. The residents include domestic workers, auto-rickshaw and taxi drivers, shopkeepers, policemen and school kids and these areas host commercial activities from recycling to retail to light-industry. This informal housing is responsible for supporting Mumbai’s quality of life. It is a failure on the state’s part to not be able to house this resident majority. Legalizing settlements will reduce squatting and take pressure off the public realm. Living in one-story houses, however small, is a luxury in Mumbai and puts pressure on land. Slum redevelopment is a move in the right direction. Rather than treated as ghettos, new settlements/ redevelopments should be integrated into the community. Many current initiatives are oversimplified as providing 220 sf in the sky. Housing needs to be designed and provided in a manner that responds to the current advanced living patterns in these settlements- like shared kitchens, mothers overseeing kids playing on the streets while working, optimally sized streets and open spaces which are “watched” by houses, and flexible commercial spaces.
This post is part of the “Great FSI Debate “. What’s your view? Submit your opinion to info@theurbanvision.com along with a bio & pic.
Ver mais: http://www.theurbanvision.com/blogs/?p=1103
by SAMEERCHADHA
April 4, 2013
Posted in: ARCHITECTURE & PLANNING
Mumbai is one of the most populated cities in the world living on a tiny footprint, as compared to its international peers. The statistics and unique and shocking- a FSI or living space/household of 2.8 sqm and public open-space/ person less than 1sqm. Mumbai’s current socio-economic importance will ensure that it remains a leading Indian city for some time- but in terms of livability, it consistently ranks in the bottom 20th percentile of cities worldwide. This is posing to be a drag on its ability to attract skill and capital.
The solutions need to address the average resident and not only the richest. This is not a compromise as successful cities around the world also are the lowest in economic disparity- it takes a cross-section of society from the service-class to investors to make a city successful and attractive. The solutions are clear and they need to considered in an integrated manner:
a. Increase FSI: Low FSI is artificially pumping real-estate cost and increasing density. Mumbai lacks quality space and this is exacerbated by its shabby state of buildings. As a result, Mumbai commands one of the highest prices in the world, marginalizing most residents. Low FSI is artificially increasing density and simultaneously forcing the city to sprawl outwards- draining investment, talent, life, culture, diversity and affordability out of the city.
b. Create more public space, including streets: Streets and open spaces- the public realm- is where city life plays out, where commerce happens, and where the personality of a city is established. Public space is a matter of quality of life, livability and commerce. Streets are not only arteries of movement but places to live, work and play. All this can be created in collaboration with private sector with the help of incentives.
c. Increase land area: Satellite cities and towns should be strategically added (what happened to Navi-Mumbai?), which are connected by transit and designed as self-sufficient centers with mixed-uses.
d. Move those Masses: The benefits of large cities are lost if people cannot move easily from one part to another- such large cities can end up as insulated small towns stuck to each other (even now you almost need a visa to go to Town). A connected city will allow movement of skill and capital, energizing its various neighbourhoods and centers. Transportation solutions need to be efficient, comprehensive, and affordable. Land limitation in Mumbai dictates that a major component of the transportation equation will be an expanded train/ subway network. Roads are important as they carry a cross-section of modes including pedestrians, cyclists, autos, taxis, trucks and buses (cars are not an important part of the solution). Bottle necks should be minimized (its amazing how Khar subway bottleneck holds Bandra at ransom) and east-west connectivity improved.
e. House those Masses: 60% of Mumbai lives in informal housing- also carelessly branded as slums. Most times these houses are made with as much love, effort and taste- and house residents who hard-earn a living with as much a zest for life. The residents include domestic workers, auto-rickshaw and taxi drivers, shopkeepers, policemen and school kids and these areas host commercial activities from recycling to retail to light-industry. This informal housing is responsible for supporting Mumbai’s quality of life. It is a failure on the state’s part to not be able to house this resident majority. Legalizing settlements will reduce squatting and take pressure off the public realm. Living in one-story houses, however small, is a luxury in Mumbai and puts pressure on land. Slum redevelopment is a move in the right direction. Rather than treated as ghettos, new settlements/ redevelopments should be integrated into the community. Many current initiatives are oversimplified as providing 220 sf in the sky. Housing needs to be designed and provided in a manner that responds to the current advanced living patterns in these settlements- like shared kitchens, mothers overseeing kids playing on the streets while working, optimally sized streets and open spaces which are “watched” by houses, and flexible commercial spaces.
This post is part of the “Great FSI Debate “. What’s your view? Submit your opinion to info@theurbanvision.com along with a bio & pic.
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24 de abril de 2013
A Geografia da Crise em Portugal e no Algarve
Ciclo de Conferências Temáticas no âmbito das comemorações dos 25 anos da Associação "In Loco"
Quando:
24 de Abril, entre as 14h30 e as 17h30
Onde:
Auditório da Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional do Algarve
Com quem:
João Ferrão (Instituto de Ciências Sociais, Universidade de Lisboa)
António Ramos (CCDR Algarve)
Organiza:
Associação "In Loco" | CCDR Algarve
Ver mais:
http://www.in-loco.pt/
Quando:
24 de Abril, entre as 14h30 e as 17h30
Onde:
Auditório da Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional do Algarve
Com quem:
João Ferrão (Instituto de Ciências Sociais, Universidade de Lisboa)
António Ramos (CCDR Algarve)
Organiza:
Associação "In Loco" | CCDR Algarve
Ver mais:
http://www.in-loco.pt/
19 de abril de 2013
The Great FSI Debate
The Great FSI Debate: FSI versus Quality of Life
by NIDHI BATRA – APRIL 3, 2013
Posted in: ARCHITECTURE & PLANNING
Floor Space Index is a tool for optimum ‘land consumption’ and ‘building density’. There is an on-going discussion about vertical cities and increasing FSI three or four times in India cities, which are primarily cities ‘ground level cities’ till now. To do judicious and optimum use of land in the present day ‘constraint’ situations is understandable, but to view it in isolation and thereby just one and only solution for solving the urban problems of our cities is problematic.
photo credit: ana_ge
The FSI debate fails to address some core issues such as density of people versus the density of built. By increasing FSI, for certain there is increase in the density of people, extra pressure on the infrastructure that now has to accommodate this new density, resultant loss of ‘greens’ – if the high densification is not managed properly and to add to the pool of issues- comes the very poor urban governance and management in Indian cities as of now.
Greater FSI is a point of discussion not just in Mumbai, but also in Delhi and Gurgaon. Delhi with its new Transit Oriented Development (TOD) is at least in its plan first addressing the issue of infrastructure and thereby based on a good quality infrastructure that has the ability to absorb or soak more ‘density of people’ is debating the idea of increased FSI. But in case of cities like Gurgaon, which have failed in providing basic infrastructure, utilities, necessary lung spaces etc. to talk about FSI as a quick fix solution is neither feasible nor sustainable. Increasing FSI without addressing the issues of infrastructure and urban management will only result in a very poor ‘Quality of life’.
Discussion therefore should be around ‘Quality of life’ rather than jumping at one solution of FSI that can never ever work in isolation with its other urban players- so to speak – namely infrastructure, public and green spaces and a very good urban governance and management system.
This post is part of the “Great FSI Debate “. What’s your view? Submit your opinion to info@theurbanvision.com along with a bio & pic.
Ver mais:
http://www.theurbanvision.com/blogs/?p=1097
by NIDHI BATRA – APRIL 3, 2013
Posted in: ARCHITECTURE & PLANNING
Floor Space Index is a tool for optimum ‘land consumption’ and ‘building density’. There is an on-going discussion about vertical cities and increasing FSI three or four times in India cities, which are primarily cities ‘ground level cities’ till now. To do judicious and optimum use of land in the present day ‘constraint’ situations is understandable, but to view it in isolation and thereby just one and only solution for solving the urban problems of our cities is problematic.
photo credit: ana_ge
The FSI debate fails to address some core issues such as density of people versus the density of built. By increasing FSI, for certain there is increase in the density of people, extra pressure on the infrastructure that now has to accommodate this new density, resultant loss of ‘greens’ – if the high densification is not managed properly and to add to the pool of issues- comes the very poor urban governance and management in Indian cities as of now.
Greater FSI is a point of discussion not just in Mumbai, but also in Delhi and Gurgaon. Delhi with its new Transit Oriented Development (TOD) is at least in its plan first addressing the issue of infrastructure and thereby based on a good quality infrastructure that has the ability to absorb or soak more ‘density of people’ is debating the idea of increased FSI. But in case of cities like Gurgaon, which have failed in providing basic infrastructure, utilities, necessary lung spaces etc. to talk about FSI as a quick fix solution is neither feasible nor sustainable. Increasing FSI without addressing the issues of infrastructure and urban management will only result in a very poor ‘Quality of life’.
Discussion therefore should be around ‘Quality of life’ rather than jumping at one solution of FSI that can never ever work in isolation with its other urban players- so to speak – namely infrastructure, public and green spaces and a very good urban governance and management system.
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Ver mais:
http://www.theurbanvision.com/blogs/?p=1097
18 de abril de 2013
Conferência: Metropolização, Trajetórias Residenciais e Modos de Vida:tendências nas metrópoles da Europa do Sul
Quando:
18 de Abril
Onde:
Lisboa - ISCTE-IUL, Auditório B203
Organização:
DINÂMIA’CET-IUL.
Projecto, financiado pela FCT, sobre trajectórias residenciais na Área Metropolitana de Lisboa (AML).
Pretende-se aprofundar o conhecimento sobre as mudanças de casa da população actualmente residente na AML, e de todos os que já aqui residiram, independentemente da sua geração, nacionalidade ou naturalidade. Trata-se de um estudo pioneiro em Portugal e um contributo indispensável para se perceber as dinâmicas evolutivas da AML e da cidade de Lisboa.
Ver mais:
http://www.trajectorias-residenciais.com/
18 de Abril
Onde:
Lisboa - ISCTE-IUL, Auditório B203
Organização:
DINÂMIA’CET-IUL.
Projecto, financiado pela FCT, sobre trajectórias residenciais na Área Metropolitana de Lisboa (AML).
Pretende-se aprofundar o conhecimento sobre as mudanças de casa da população actualmente residente na AML, e de todos os que já aqui residiram, independentemente da sua geração, nacionalidade ou naturalidade. Trata-se de um estudo pioneiro em Portugal e um contributo indispensável para se perceber as dinâmicas evolutivas da AML e da cidade de Lisboa.
Ver mais:
http://www.trajectorias-residenciais.com/
16 de abril de 2013
PORTO21 WORLD FORUM
Quando:
16 e 17 de Abril de 2013
Onde:
Porto - Fundação Serralves
No seguimento da Conferencia Río+20, Portugal propõe uma Estratégia Post Rio20 +1 com a realização do Fórum Mundial Porto 21 sobre Cidades e Desenvolvimento Sustentável...
As cidades representam já mais de 50% da população mundial e o Fórum Mundial Porto 21 pretende debater esta problemática e as possíveis soluções que se podem adoptar no futuro, em linha com o Plano de Acção para a Sustentabilidade proposto em Rio+20.?
O Fórum Mundial Porto 21 representa um ponto de encontro entre o Brasil, a América Latina, a Europa e a Lusofonia para um debate prático.
...
PROGRAMA (resumo)
16 de Abril
9:30 - Sessão Inaugural
10:15 - 1ª Mesa Redonda “OS GRANDES DESAFIOS DA CIDADE NO SÉCULO XXI
12:15 - 2ª Mesa Redonda “EFICIÊNCIA ENERGÉTICA NAS GRANDES CIDADES”
15:00 - 3ª Mesa Redonda “INOVAÇÃO E NOVAS TECNOLOGIAS PARA AS CIDADES”
16:30 - Conferência “POPULAÇÃO E MOVIMENTOS MIGRATÓRIOS”
17:00 - 4ª Mesa Redonda “OS DESAFIOS DA ÁGUA NO SÉCULO XXI”
17 de Abril
09:30 - 5ª Mesa Redonda “MOBILIDADE SUSTENTÁVEL”
11:15 - 6ª Mesa Redonda “NOVA ARQUITETURA, URBANISMO E INFRAESTRUTURAS PARA UM DESENVOLVIMENTO INTELIGENTE”
Moderador: José Maria Costa.
- António Mota.
- Eduardo Oliveira Fernandes.
- Frederico Rauter.
- Álvaro Domingues.
- Henry Johansson de Terry.
- José António Lameiras.
- José Fernando Gonçalves.
12:45 - 7ª Mesa Redonda “A SAÚDE E O BEM-ESTAR NA CIDADE”
15:00 - 8ª Mesa Redonda “CULTURA, EDUCACÃO E TURISMO COMO FACTOR DE DESENVOLVIMENTO DAS CIDADES”
16:30 - 9ª Mesa Redonda “MEIO RURAL, PAISAGEM E PATRIMÓNIO COMO FACTOR DE SUSTENTABILBIDADE PARA O AMBIENTE URBANO”
18:00 - 10ª Mesa Redonda “O PAPEL DOS MEIOS DE COMUNICAÇÃO NA SUSTENTABILBIDADE”
19:00 Encerramento e Declaração Final
Ver mais:
http://www.serralves.pt/pt/actividades/porto21-world-forum/
http://www.serralves.pt/documentos/PT_Programa_Porto_21_World_Forum.pdf
16 e 17 de Abril de 2013
Onde:
Porto - Fundação Serralves
No seguimento da Conferencia Río+20, Portugal propõe uma Estratégia Post Rio20 +1 com a realização do Fórum Mundial Porto 21 sobre Cidades e Desenvolvimento Sustentável...
As cidades representam já mais de 50% da população mundial e o Fórum Mundial Porto 21 pretende debater esta problemática e as possíveis soluções que se podem adoptar no futuro, em linha com o Plano de Acção para a Sustentabilidade proposto em Rio+20.?
O Fórum Mundial Porto 21 representa um ponto de encontro entre o Brasil, a América Latina, a Europa e a Lusofonia para um debate prático.
...
PROGRAMA (resumo)
16 de Abril
9:30 - Sessão Inaugural
10:15 - 1ª Mesa Redonda “OS GRANDES DESAFIOS DA CIDADE NO SÉCULO XXI
12:15 - 2ª Mesa Redonda “EFICIÊNCIA ENERGÉTICA NAS GRANDES CIDADES”
15:00 - 3ª Mesa Redonda “INOVAÇÃO E NOVAS TECNOLOGIAS PARA AS CIDADES”
16:30 - Conferência “POPULAÇÃO E MOVIMENTOS MIGRATÓRIOS”
17:00 - 4ª Mesa Redonda “OS DESAFIOS DA ÁGUA NO SÉCULO XXI”
17 de Abril
09:30 - 5ª Mesa Redonda “MOBILIDADE SUSTENTÁVEL”
11:15 - 6ª Mesa Redonda “NOVA ARQUITETURA, URBANISMO E INFRAESTRUTURAS PARA UM DESENVOLVIMENTO INTELIGENTE”
Moderador: José Maria Costa.
- António Mota.
- Eduardo Oliveira Fernandes.
- Frederico Rauter.
- Álvaro Domingues.
- Henry Johansson de Terry.
- José António Lameiras.
- José Fernando Gonçalves.
12:45 - 7ª Mesa Redonda “A SAÚDE E O BEM-ESTAR NA CIDADE”
15:00 - 8ª Mesa Redonda “CULTURA, EDUCACÃO E TURISMO COMO FACTOR DE DESENVOLVIMENTO DAS CIDADES”
16:30 - 9ª Mesa Redonda “MEIO RURAL, PAISAGEM E PATRIMÓNIO COMO FACTOR DE SUSTENTABILBIDADE PARA O AMBIENTE URBANO”
18:00 - 10ª Mesa Redonda “O PAPEL DOS MEIOS DE COMUNICAÇÃO NA SUSTENTABILBIDADE”
19:00 Encerramento e Declaração Final
Ver mais:
http://www.serralves.pt/pt/actividades/porto21-world-forum/
http://www.serralves.pt/documentos/PT_Programa_Porto_21_World_Forum.pdf
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