30 de junho de 2015

Diferentes Abordagens no Estudo da Forma Urbana

1º Workshop de Morfologia Urbana / PNUM

Quando:
30 de Junho a 4 de Julho de 2015


Onde:
Universidade do Porto - Faculdade de Engenharia - Secção de Planeamento do Território e Ambiente - DEC

O workshop, com a duração de uma semana, destina-se a estudantes, académicos, investigadores e profissionais nas áreas da arquitetura, geografia, planeamento e história.
O objetivo do workshopé dar a conhecer aos participantes um conjunto de teorias, conceitos e métodos de análise da forma física das cidades.

No primeiro dia, serão apresentadas, aos participantes, o caso de estudo, a cidade do Porto, e as diferentes abordagens morfológicas:
- Abordagem Histórico-Geográfica (Escola Conzeniana)
- Abordagem Tipológica Processual (Escola Muratoriana)
- Space Syntax
- Gramáticas da Forma

Ao final do dia, cada participante deverá escolher uma abordagem morfológica. Os participantes serão então divididos em diferentes grupos de acordo com a abordagem escolhida.
Nos dias seguintes, cada grupo, orientado por um professor, deverá trabalhar no caso de estudo utilizando a abordagem escolhida.
No último dia, realizar-se-á um exercício comparativo entre as diversas abordagens no sentido de evidenciar as potencialidades, e as eventuais fragilidades, de cada uma delas, bem como as complementaridades fundamentais tendo em vista uma utilização integrada.

Ver mais:
http://pnum.fe.up.pt/pt/index.php/workshop-2015/

28 de junho de 2015

The ENHR2015 Conference


Housing and Cities in a time of change: are we focusing on People?
(European Network for Housing Research)

Quando:
28th June – 1st July

Onde:
Lisboa - ISCTE

This conference will get together in the same place people from all over the world. We will meet to discuss new and better places to live focused on persons

Plenary Sessions

- Housing and welfare state in a time of change

- Urban regeneration and territorial development - the need for new approaches

How does the territorial approach to urban challenges matter in a time of change?
Urban marketing and competition between cities and regions often hide the decline of both central areas and suburbia, dwarfing severe cases of social, economic and cultural crisis. Our cities are becoming increasingly unbalanced regarding access to housing and services of general interest, commodities, jobs and welfare.
The need for integrated urban policies aimed at regenerating these declining areas, providing growth, houses and jobs, is increasingly consensual. Urban regeneration involving an intervention in time and space to achieve the qualification of both the physical structures, the social fabric, the economic dynamics and the quality of built environment, is encouraged by the European Union specific programs.
Success of urban regeneration is very much dependant of the ability to mobilize hidden resources and address the different dimensions of the urban problems it is meant to tackle.
Giving the concerned populations and other stakeholders a relevant role in the design and implementation of appropriate solutions for each local context, in the framework of a democratic participatory multi-level governance system, is a major factor of success.
But, cities are not isolated. In a time of globalisation, cities and regions are increasingly interdependent and local problems are often determined by factors arising well beyond the cities’ boundaries. A territorial development approach, with a strong strategic mind set and innovative methodologies and tools, is necessary to tackle the new challenges our cities are facing and project them into the future.

- Housing market and territory - (new) tools for a better integration

- Social and associative involvement - Social dimension of space

Ver mais:
http://www.enhr2015.com




NEW HOUSING RESEARCHERS COLLOQUIUM

Quando:
28th June

Onde:
ISCTE-IUL (the same venue as the ENHR2015 Conference)

Offers PhD students and early career delegates a supportive environment to present full papers, outline methods or work in progress and receive constructive feedback.
...


Ver mais:
- http://www.enhr2015.com/index.php/newresearch/4-venue
- http://www.enhr.net/newhousing_researchers_colloquium.php

25 de junho de 2015

'A equidade e eficiência no processo de urbanização. Proposta para um novo modelo'

Conferência sobre modelos de perequação

Quando:
25 de Junho

Onde:
Lisboa - Centro de Congressos do Instituto Superior Técnico

Organiza:
Projeto PERCOM

A conferência final do projecto PERCOM no IST tem como objectivo apresentar ao público as 'propostas do projeto no que concerne aos modelos de gestão e financiamento para a execução de operações urbanísticas com vários proprietários, a um novo modelo de avaliação imobiliária (aplicável a estas operações), e às alterações legislativas necessárias para permitir a operacionalização desta proposta de modelo.'

Programa:
10:00
   Experiences & conditions for success in land readjustment
   Rachelle Alterman
10:40
   A equidade e eficiência no processo de urbanização: a perspetiva do PERCOM
   Beatriz Condessa
11:30
   Propostas de modelos de gestão e financiamento
   José Antunes Ferreira, Joana Castro e Almeida, Ana Morais de Sá
   Comentário
   Paulo V. D. Correia
12:20
   Debate
   Moderador
   Fernando Nunes da Silva
14:30
   Proposta para um novo modelo de avaliação imobiliária
   José Antunes Ferreira
   Comentário
   Fernando Santo
15:15
   Alterações legislativas necessárias
   Beatriz Condessa
   Comentário
   Carlos Lobo
16:00
   Debate
   Moderador
   Jorge Carvalho
16:45
   Conclusões
   Beatriz Condessa

Ver mais:
http://www.fcsh.unl.pt/e-geo/sites/default/files/NL_CICS.NOVA/newsletter_07.pdf

'Configuração urbana e os desafios da urbanidade'

PNUM2015 - 4ª Conferência da Rede Lusófona de Morfologia Urbana

Quando:
25-26 Junho 2015

Onde:
Brasilia

PNUM - REDE LUSÓFONA DE MORFOLOGIA URBANA

A Rede Lusófona de Morfologia Urbana é um grupo regional do International Seminar on Urban Form. Os objectivos do grupo são:

i) promover e desenvolver o estudo da forma urbana nos países lusófonos;

ii) estabelecer e desenvolver uma rede de investigação no domínio da forma urbana nos países lusófonos através da organização de reuniões e conferências e da publicação da Revista de Morfologia Urbana;

iii) estabelecer uma relação privilegiada com o International Seminar on Urban Form, através da colaboração com iniciativas de debate e divulgação do ISUF.

Ver mais:
http://pnum.fe.up.pt/pt/

22 de junho de 2015

"Cities, Technologies and Planning" CTP 15

Tenth International Conference on "Geographical Analysis, Urban Modeling, Spatial Statistics" GEOG-AND-MOD 15

Quando:
June 22th - June 25th, 2015

Onde:
Banff, Canada



Description

During the past decades the main problem in geographical analysis was the lack of spatial data availability. Nowadays the wide diffusion of electronic devices containing geo-referenced information generates a great production of spatial data. Volunteered geographic information activities (e.g. OpenStreetMap, Wikimapia), public initiatives (e.g. Open data, Spatial Data Infrastructures, Geo-portals) and private projects (e.g. Google Earth, Bing Maps, etc.) produced an overabundance of spatial data, which, in many cases, does not help the efficiency of decision processes. The increase of geographical data availability has not been fully coupled by an increase of knowledge to support spatial decisions. The inclusion of spatial simulation techniques in recent GIS software favoured the diffusion of these methods, but in several cases led to the mechanism based on which buttons have to pressed without having geography or processes in mind. Spatial modelling, analytical techniques and geographical analyses are therefore required in order to analyse data and to facilitate the decision process at all levels, with a clear identification of the geographical information needed and reference scale to adopt. Old geographical issues can find an answer thanks to new methods and instruments, while new issues are developing, challenging the researchers for new solutions.
This Conference aims at contributing to the development of new techniques and methods to improve the process of knowledge acquisition.

Conference Themes:

- Geostatistics and spatial simulation;
- Agent-based spatial modelling;
- Cellular automata spatial modelling;
- Spatial statistical models;
- GeoComputation,
- Space-temporal modelling;
- Environmental Modelling;
- Geovisual analytics, geovisualisation, visual exploratory data analysis;
- Visualisation and modelling of track data;
- Spatial Optimization;
- Interaction Simulation Models;
- Data mining, spatial data mining;
- Spatial Data Warehouse and Spatial OLAP;
- Integration of Spatial OLAP and Spatial data mining;
- Spatial Decision Support Systems;
- Spatial Multicriteria Decision Analysis;
- Spatial Rough Set;
- Spatial extension of Fuzzy Set theory;
- Ontologies for Spatial Analysis;
- Urban modeling;
- Applied geography;
- Spatial data analysis;
- Dynamic modelling;
- Simulation, space-time dynamics, visualization and virtual reality.

Ver mais:
http://oldwww.unibas.it/utenti/murgante/Geog_An_Mod_15/index.html

“Planning and Designing resilient cities under economic and environmental uncertainty”

The 2nd International Conference on “Changing Cities: Spatial, Design, Landscape & Socio-economic Dimensions”

Quando
22-26 June 2015



Onde:
Porto Heli, Peloponnese, Greece

Organiza:
Department of Planning and Regional Development, University of Thessaly

In the last decades, we have all witnessed a series of universal changes and developments affecting cities:

  • The formation of urban networks and city-hierarchies under the conditions of economic globalization and European integration.
  • The rise of post-industrial urban economies, mainly involving ICTs and leisure activities Emerging new patterns of urban space morphology and landscape
  • Climate change, deteriorating conditions of environment and new challenges involving green urban design and sustainable urban planning
  • Informational societies, multi-ethic and multi-cultural urban societies.

In this milieu, cities change willfully and ad hoc while scholars and practitioners in design and planning analyse, design and plan cities in order to adapt them to the new conditions.

Conference thematic fields:

  • Urban Design in Planning,
  • Sustainable Urban Planning & Development,
  • Urban Landscapes, Landscape Planning & Design,
  • Architectural Design & New Technologies,
  • Urban Cultures & Public Open Spaces,
  • Historical Centers & Built Heritage Management,
  • Environmental Urban Planning,
  • Green Architecture & Urban Design,
  • Transportation Planning and Policy in cities,
  • Urban Planning Laws, Real Estate & Property Rights,
  • Urban Economies & spatial impacts,
  • Place Marketing & City Branding,
  • Shrinking cities,
  • Divided cities,
  • Resilient cities
  • Migration, multinational and multicultural societies & Urban Planning.

The conference aspires to bring together urban planners and designers, architects, landscape designers, urban geographers, urban economists, urban sociologists, and demographers, and investigate all together new challenges concerning cities and their future. The conference aims at becoming an international forum of transaction of ideas on changing cities.

Ver mais:
http://changingcities.prd.uth.gr

Fórum BEYOND 2020

FORUM BEYOND 2020 • Construir cidades humanas e inteligentes

Quando:
22, 23 e 24 de Junho 2015

Onde:
Lisboa - LISPÓLIS – Associação para o Pólo Tecnológico de Lisboa

Este evento vai trazer à capital portuguesa um grupo de pensadores, activistas, governantes, empreendedores e gestores de excepção nas respectivas áreas de trabalho, públicas e privadas.

Move-os a visão de contribuir para que as cidades se tornem cada vez mais inteligentes e humanas – em que o foco dos ecossistemas de inovação urbana visam garantir que a tecnologia funciona como ferramenta de apoio e de suporte aos cidadãos.

"No actual contexto de mobilidade, de investimento, de inovação e de empreendedorismo, em que as cidades funcionam como 'seres vivos', dotados de sua própria energia e com uma inteligência que lhes permite reinventarem-se ano após ano, queremos destacar e reforçar o papel do ser humano como o núcleo da transformação da cidade e melhorar a sua intervenção neste novo estágio de evolução do nosso planeta", explica a comissão organizadora.

Neste contexto, exige-se o envolvimento e a participação activa da administração pública central e local e de todas as partes interessadas nas diferentes áreas de intervenção e de vivência das cidades, em especial das cidades que se querem Inteligentes e Humanas.

As políticas públicas, a agenda urbana, a gestão das cidades e o envolvimento dos cidadãos são as áreas de trabalho do primeiro dia do BEYOND 2020, a 22 de Junho.

No dia 23 de Junho, o destaque vai para os temas da inovação e do empreendedorismo no planeamento e desenvolvimento regional e local. A app "Mapa do Cidadão", que visa facilitar a vida ao cidadão através da indicação da localização dos serviços públicos mais próximos (ou em qualquer ponto do país), vai ser um dos temas a abordar.
Seguem-se os vários módulos do projeto BIG Smart Cities.

Arquitectura e urbanismo, tecnologia e economia, e criatividade e aprendizagem são os temas dos três primeiros painéis do dia 24. A ideia é ir mais além da necessidade de pensar a edificação e gestão dos tecidos urbanos. Há que construir e vivenciar a concretização dos novos paradigmas de intervenção nas cidades. Os últimos temas correspondem à apresentação do Projeto www.My-Neighbourhood.eu em Lisboa, em curso na Mouraria e em Marvila, e da rede de Human Smart Cities espalhada pelo globo.

Ver mais:
http://www.arquitectos.pt/?no=2020495614,153

21 de junho de 2015

Avaliação do solo urbano no quadro da nova Lei de Bases

Jorge Carvalho
maio/2015

Partindo do facto do mercado fundiário ser por natureza muito imperfeito, afirma a necessidade de uma política pública fundiária que torne o valor do solo mais transparente e menos dependente da discricionariedade da Administração e dos Tribunais.
Afirma que da política praticada em Portugal resulta exatamente o contrário.
E afirma, explicitando, que a recente Lei de Bases da Política Pública de Solos, Ordenamento e Urbanismo (Lei 31/2014) poderia, se cumprida de forma coerente e eficaz, ser ponto de partida para alterar significativamente esta realidade

AVALIAÇÃO DO SOLO URBANO NO QUADRO DA NOVA LEI DE BASES
(publicado no âmbito da investigação PERCON, newsletter 7, CESUR)

É sabido que o mercado fundiário é por natureza especulativo, porque objeto de entesouramento, por ser muito pouco transparente e por o seu uso potencial, nomeadamente o edificatório, estar inevitavelmente dependente de decisões da Administração.

Assim sendo, a melhoria do funcionamento mercado fundiário exige uma política pública forte, clara e eficaz, que consiga tornar o valor do solo mais estável, justo e transparente.

O que tem acontecido em Portugal relativamente ao solo urbano é exatamente o contrário:
- A avaliação oficial dos imóveis é diferente para efeitos fiscais e para efeitos de expropriação.
- Os planos não se têm preocupado com o cálculo e distribuição das mais-valias que criam, deixando que sejam apropriadas na totalidade e de forma desigual pelos proprietários.
- Os valores praticados em expropriações são, para situações similares, muito variáveis.

A recente Lei de Bases da Política Pública de Solos, Ordenamento e Urbanismo (Lei 31/2014), se devidamente cumprida, pode alterar significativamente esta realidade.

Desde logo, no seu art.º 67.º 2, refere uma mesma avaliação pública para todas as finalidades legais, para a “execução dos planos”, para “expropriação por utilidade pública” e para “efeitos fiscais”.

O Art.º 71.º, relativo à “avaliação do solo urbano”, confunde a exceção (existência de edificabilidade concreta, o que só acontece em caso de direito adquirido, ou perante plano de pormenor com efeitos registais) com a situação que de acordo com a Lei se deverá tornar corrente (solo enquadrado em plano zonamento com regras perequativas).
Mas, para esta situação corrente, o Art.º é claro: estabelece que a avaliação deve ser feita com base na “edificabilidade média definida no plano”, deduzidos os valores de cedências perequativas e os custos necessários à “realização da edificabilidade concreta”.

Para uma leitura mais precisa desta norma há que considerar:
- O princípio da equidade, estabelecido no Art.º 3.º 1.f), o de uma “justa repartição dos benefícios e encargos decorrentes da aplicação” dos planos e da política de solos.
- As orientações relativas às “mais-valias originadas pela edificabilidade”, as quais devem ser “calculadas e distribuídas entre os proprietários e o Fundo Municipal de Sustentabilidade Ambiental e Urbanística” (Art.º 68.º 2).

Estamos, pois, perante orientações claras para a avaliação do solo urbano:
1.ª - Elaboração de planos municipais que, para cada unidade operativa para o efeito delimitada: calcule e fixe a edificabilidade média; estabeleça a distribuição dessa edificabilidade média ente proprietários e Fundo Municipal.
2.ª – Avaliação do solo urbano de acordo com a seguinte fórmula:
Valor do Solo/ m2 = % de Edificabilidade média afeta à propriedade × Valor unitário do m2 de edificabilidade − Encargos Urbanísticos correspondentes.

A adoção de mecanismos perequativos das mais-valias e dos encargos urbanísticos - entre a propriedade e a função social do solo (Fundo Municipal) e para os proprietários entre si - é elemento fundamental para tornar o valor do solo mais transparente e menos dependente da discricionariedade da Administração e dos Tribunais.

As orientações da Lei de Bases (já em parte constantes no quadro legal anterior) necessitam agora, para se concretizarem, de muitas outras alterações:
- Novos planos e, sobretudo, novas práticas de administração urbanística municipal, havendo que contar com muitas resistências à indispensável inovação.
- Legislação complementar, nomeadamente Código de Expropriações, compaginada com esta Lei.

Seria óbvio que tal deveria acontecer; mas, do que se conhece, ....
Veremos o que o futuro nos reserva. Mas o que há a fazer, desde já, é realçar e prosseguir o caminho apontado.

Ver em:
http://ordenaracidade.pt/site-jcarvalho/assets/files/2576/2015_av_solo.pdf

Comparer la prise en compte des usages dans le projet d’espace public, entre régularités et constructions ad hoc des problèmes et des solutions

Comparer la prise en compte des usages dans le projet d’espace public, entre régularités et constructions ad hoc des problèmes et des solutions : une réflexion à partir de Lyon12

Pedro Gomes
doctorant, Lab’Urba
- Université Paris-Est, France

ATELIER DOCTORAL
Recherche en urbanisme : Moyen Orient – Europe

Cet atelier a le double objectif de mettre au premier plan des questions qui intéressent particulièrement les villes et l’urbanisme du Moyen-Orient et de constituer un atelier international entre jeunes chercheurs et chercheurs confirmés pour aider à la préparation des thèses liées à l’urbanisme dans différents pays.

Lors de cet atelier, trois thèmes de recherche sont privilégiés:
  • Le planning stratégique et ses acteurs : il s’agit de réfléchir sur les définitions actuelles de la planification stratégique, ses outils et ses acteurs ;
  • Les usages de la ville : il s’agit de privilégier les approches qui interrogent les usages, qui posent de nouvelles questions à l’urbanisme ou qui sont induites par les caractéristiques de la production urbaine contemporaine;
  • Les centralités métropolitaines : Il s’agit d’identifier les différentes approches permettant de réfléchir sur l’évolution des centralités.
Quando:
21-22-23 mai 2015

Onde:
Beyrouth

Ver mais:
http://alba.edu.lb/french/iua-atelier-doctoral http://alba.edu.lb/Library/Files/IUA/Programme%20Atelier%20Doctoral%202.pdf

”Prendre en compte les usages sans prendre en compte les usagers : la mise en œuvre de la trame verte de Lisbonne (2007-2013)”

Comunicação apresentada por:
Pedro Gomes

Rencontres APERAU 2015 - Journée des doctorants 2015
Atelier 5 : La ville en vert et l’envers de la ville


Quando:
3 juin

Onde:
Rennes




Ver mais:
http://www.aperau.org/images/rennes2015/Programme_Rencontres_Doctorales_Rennes2015.pdf

20 de junho de 2015

Modelo para Ordenar a atual Cidade Alargada

Jorge Carvalho
2015

Apresentação

Esta comunicação, organizada em tópicos, dá nota de um Modelo para Ordenar a Cidade Alargada, em aplicação (em planos e processos executórios a decorrer em vários municípios), mas ainda em desenvolvimento (nomeadamente em várias investigações/ doutoramentos em curso).

Tal Modelo integra um quadro conceptual:
- Adotando um referencial que articula um conceito de Matriz Estruturante (que inclui rede de mobilidade, rede ecológica, unidades territoriais e polos vivenciais) com o assumir de todos os Espaços Constitutivos que integram a cidade atual (urbano; urbano-rural e agro-florestal).
- Formulando os grandes desafios atuais, no essencial o de substituir o paradigma do crescimento pelo de Aproveitamento e Qualificação do Existente (aposta na reabilitação urbana e identificação da “colmatação admissível”) e o de Estruturar a Cidade Alargada (conforme Modelo atrás referido, que nos conduz ao conceito de “colmatação necessária”).

O Modelo integra também um consequente quadro operativo:
- Distinguindo Rotinas (para enquadramento de operações urbanísticas assistemáticas, exigindo uma Administração transparente, rigorosa, eficaz e eficiente) de Intervenções Estratégicas e Estruturantes (que exigem iniciativa publica programada e dinamização de parcerias).
- Identificando os diversos Instrumentos Urbanísticos disponíveis e a forma como cada um pode/deve ser utlizado, em articulação com os demais, para uma resposta eficaz aos desafios de ordenamento que se colocam à atual Cidade Alargada.

Ver a apresentação:
http://ordenaracidade.pt/site-jcarvalho/assets/files/2584/2015ord_cidade_4fev2015.pdf
Jorge Carvalho | Ana Blanco | Carina Pais | Frederico Moura e Sá

Transação Territorial: novas relações cidade-campo

Organização:
Gérard Baudin
Domingos M. Vaz
Edições Húmus
2015

A relação entre as cidades e as áreas rurais envolventes estimula a reflexão teórica e analítica, em busca de caminhos propiciadores de novas abordagens às transformações das cidades, vilas e aldeias. Os textos apresentados neste livro são contributos para a compreensão e a intervenção na dinâmica territorial dos “territórios de transação” e para a própria conceptualização das relações entre a cidade e o campo. No seu conjunto, eles procuram ir além das simples dualidades de oposição entre o rural e o urbano e realçam que a sustentabilidade dos territórios de baixa densidade está muito dependente da sua capacidade para gerir fluxos num quadro de mundialização, sendo a criatividade o seu recurso fundamental.

Tem por objectivo fomentar o diálogo disciplinar em torno da relação entre as cidades e as áreas rurais envolventes, em busca de caminhos propiciadores de novas abordagens às transformações das cidades, vilas e aldeias nas últimas décadas.

Ver mais:
https://www.ubi.pt/Ficheiros/Entidades/Universidade/TransacaoTerritoria_K_23_Out.pdf

19 de junho de 2015

23 rd Annual Coloquium: “Sustainable Rural Systems: Smart Answers for a Smiling Future”

Colóquio Internacional da União Geográfica Internacional
“Respostas inteligentes para um futuro risonho”

Quando:
27th July – 2nd August 2015

Onde:
Lisboa / Porto

Num mundo globalizado, uma miríade de potencialidades e constrangimentos desafiam a nossa capacidade de encontrar uma estratégia com o objetivo de desenvolver o território com inspiração e criatividade.
Os espaços rurais são geralmente territórios sensíveis, que exigem abordagens específicas.
Na União Europeia, no âmbito da Estratégia Europa 2020, são apresentadas três prioridades:

  • Crescimento Inteligente, baseado no conhecimento e na inovação;
  • Crescimento Sustentável, com vista a uma economia mais verde e competitiva, que utiliza os recursos de forma mais eficiente;
  • Crescimento Inclusivo, para estimular o emprego e alcançar a coesão social e territorial.
Sessões Temáticas:
  • Paisagem, Património e Turismo Sustentável
  • Ambiente, Sustentabilidade e Alterações Climáticas
  • Respostas inovadoras e inteligentes para o Horizonte 2020
  • Interações entre o Rural e o Urbano numa sociedade em mudança
  • Desafios Sociais para um futuro risonho
  • Interações entre o rural e o urbano numa sociedade em mudança
As interações entre o Rural e o Urbano são um tema pertinente numa sociedade em transição para um modelo sustentável. Na verdade, na Natureza, tudo está conectado como nós hoje reconhecemos de acordo com uma abordagem holística e o surgimento de novos valores e expectativas.
Esta sessão temática acolhe comunicações que lidem com as novas tendências: da permacultura e economia de proximidade, aos modelos inovadores de produção e fornecimento de alimentos, de projectos de baixo carbono a "proconsumidores" de energias alternativas.
O nosso lema será trazer o campo à cidade, sem levar a cidade ao campo, como foi sugerido por Ribeiro Telles.

Ver mais:
http://www.igu-csrs.fcsh.unl.pt/portuguecircs1.html

18 de junho de 2015

Exposición "Piso Piloto"

Quando:
Barcelona - del 4 junio 2015 al 25 octubre
Medellín - del 24 de junio al 24 de octubre

Onde:
Barcelona | Espanha - CCCB
Medellín, Colombia - Museo de Antioquia

En las últimas décadas, tanto Medellín como Barcelona se han distinguido ante el mundo por haber impulsado un urbanismo inclusivo que ha puesto muchos espacios públicos al servicio de la redistribución social. Aun así, como tantas otras ciudades del mundo, ambas tienen todavía pendiente la asignatura urgente de garantizar el derecho a la vivienda.
Más que una exposición, Piso Piloto es una convocatoria coral de Barcelona y Medellín para hacer surgir el debate y presentar un conjunto de propuestas que respondan a las problemáticas o a los retos más importantes que tienen que afrontar estas dos ciudades en torno al tema de la vivienda.

La exposición se estructura en tres partes:
- La primera, El problema de la vivienda,muestra las problemáticas actuales en torno a esta cuestión: desde el fenómeno de los pisos vacíos hasta las paradojas de la gentrificación, y despliega los datos más significativos en cada caso.
- El siguiente apartado, La vivienda como solución, recoge una multitud de propuestas elaboradas por parte de diferentes agentes –grupos de investigación universitaria, administraciones, organizaciones sociales, etc.– para responder a los problemas planteados.
- El tercer y último espacio es conclusivo y, en forma de tres conceptos básicos –Reformar, Cohabitar y Cooperar–,sintetiza las posibles soluciones (retos), argumentadas por especialistas de distintos ámbitos.

Ver mais:
http://cccb.org/es/exposicio-piso_piloto-128989

Eixos urbanos e revitalização da cidade: intervenções transformadoras

3º Encontro de Urbanismo - reinventar a cidade, transformar Lisboa


Quando:
18 Junho - 18h-20h

Onde:
Auditório do Centro de Informação Urbana de Lisboa (CIUL) | Lisboa


Com:
José Sarmento de Matos
Álvaro Domingues
Nuno Mateus

A terceira edição do ciclo de conferências “Encontro de Urbanismo” aborda este ano o tema “Reinventar a Cidade, Transformar Lisboa”.
Pretende-se debater a forma como a criatividade e a inovação estão a causar transformações nas estruturas, formas e usos urbanos.

Ver mais:
http://www.cm-lisboa.pt/viver/urbanismo/ciul/3o-encontro-de-urbanismo

17 de junho de 2015

Seminário "O caso de Abrantes - Plano de Urbanização no quadro da nova Lei de Bases"

Quando:
17 de Junho

Onde:
Abrantes, Edifício Pirâmide

Promove:
Câmara Municipal de Abrantes



Programa:

- 09:30
Sessão de Abertura
Presidente da Câmara Municipal de Abrantes
Representante da DGT (a confirmar)

- 10:00
Estruturação da Cidade Alargada

Desafios atuais e estruturação da Cidade
Fernando Nunes da Silva
Estrutura/Modelo do PU Abrantes
Jorge Carvalho
A colmatação necessária no PU Abrantes
Carina Pais

Debate

- 11:45
Classes e categorias de solo

Classes e categorias de solo na Lei de Bases
António José Lameiras
Infraestruturas versus edificabilidade
Frederico Sá

- 14:15
Classes e categorias de solo (continuação)

Estrutura ecológica e áreas agrícolas e florestais da Cidade
Ana Blanco
Categorias de solo e ocupação dispersa no PU Abrantes
Jorge Carvalho

Debate

- 15:30
Orientações executóriase perequativas no quadro de planos Orientações executóriase perequativas na Lei de Bases
João Miranda

Orientações executórias e programaçãono PU Abrantes
Ricardo Brás
Perequação e avaliaçãodo solo urbano no PU Abrantes
Jorge Carvalho

Debate

- 17:30
Ver Abrantes do Castelo
Degustação de produtos locais
Ver mais:
http://cm-abrantes.pt/index.php/pt/agenda/145-o-caso-de-abrantes-plano-de-urbanizacao-no-quadro-da-nova-lei-de-bases

9 de junho de 2015

Ordenar a Cidade - Newsletter 15


http://www.ordenaracidade.pt/


Newsletter 15 | 9 de Junho de 2015

PLANO DE URBANIZAÇÃO NO QUADRO DA NOVA LEI DE BASES (o caso PU de Abrantes)

SEMINÁRIO 17 JUNHO, EM ABRANTES


O Seminário incidirá em 3 temas:
  • Estruturação da Cidade Alargada
  • Classes e categorias de solo
  • Orientações executórias e perequativas

O Plano de Urbanização de Abrantes tem conteúdo conforme o novo quadro legal.

O Seminário, sendo sobre o plano, é também sobre o novo quadro legal (Lei de Bases e novo RJIGT), constituindo oportunidade para sobre ele refletir.

Programa e inscrição gratuita aqui.

7 de junho de 2015

“Man-City-Nature” - Integrated development of cities and regions: local and regional perspective.

X International Conference “Man-City-Nature”

Quando:
October 12-13, 2015

Onde:
Toruń

The X International Conference “Man-City-Nature”, has a long tradition and a solid group of loyal participants.

This time the leading topic, which we hope will become an impulse for a fruitful exchange of thoughts, is: “Man-City-Nature” - Integrated development of cities and regions: local and regional perspective.

The scope for the Conference leading topic will include the following modules:
  • theoretical-methodological,
  • socio-demographic,
  • economic,
  • innovative regions and creative cities – challenges of the 21st c.,
  • environmental,
  • integrated and sustainable development of regions and urban ecosystems, intelligent and passive cities,
  • planning-legal,
  • urban-architectural,
  • methodical (with a stress on GIS solutions).
Ver mais:
https://man-city-nature.umk.pl/pages/Overview/
https://www.facebook.com/ManCityNature

5 de junho de 2015

Seminário Internacional InLUT - Integration of land use and transport in medium-sized cities

Quando:
5 de Junho

Onde:
Biblioteca Nacional | Lisboa

A interação entre usos do solo e transportes, as influências que esta interação produz nas deslocações e nos padrões de mobilidade e a procura de melhoria da integração destes aspetos no quadro da promoção de uma política de mobilidade urbana mais sustentável tem sido objeto de diversos estudos e projetos de investigação ao nível europeu, sobretudo ao nível de grandes áreas urbanas e em de países do norte e centro da europa.
Projetos desenvolvidos no quadro da rede temática PLUME com o apoio da EU, revelam que aquelas interações são complexas e que os impactes nos comportamentos de deslocação e nos padrões de mobilidade são diversos, nem sempre no mesmo sentido e com a mesma intensidade, e estão longe de ser conhecidos.
O projeto ILUT tem como tema central o estudo das interações entre usos do solo e transportes e as influências que esta interação produz nas deslocações e nos padrões de mobilidade em 4 cidades médias portuguesas (Vila Real, Castelo Branco, Santarém e Faro).
O projeto aporta cinco inovações:
(i) em termos conceptuais; os estudos desenvolvidos a nível internacional incidem sobretudo sobre grandes áreas urbanas;
(ii) em Portugal, praticamente não existem estudos sobre esta temática;
(iii) as metodologias desenvolvidas são inovadoras nos planos nacional e internacional; e
(iv) a comparação a nível internacional com outras realidades territoriais distintas é agora possível.

Programa:

10h00
Painel de discussão
Moderador:
Robert Stussi
“Land use and transport: from co-evolution to co-ordination ”
Stephen Marshall
“Accessibility, complex travel needs and the planning system”
Helena Titheridge

11h30
Painel de discussão
Moderador:
David Vale
“Cidades médias: uma reflexão prospetiva”
Teresa Maria Vieira de Sá Marques
“Mobilidade nas cidades médias: potencialidades mas também dificuldades”
Fernando Nunes da Silva
“Políticas de transporte/mobilidade em cidades”
Álvaro Costa

14h00
Projeto de Investigação InLUT
Apresentação / Objetivos do projeto
Metodologia / Divulgação dos resultados / Conclusões do projeto
Oradores:
Rui AlvesDavid ValeMaria Manuela RosaRicardo Bento

Ver mais:
http://inlut.fa.ulisboa.pt

17è Rencontres internationales en urbanisme APERAU

Association pour la Promotion de l'Enseignement et de la Recherche en Aménagement et Urbanisme

Ces Rencontres, intitulées «La Fabrique de la ville», sont consacrées «aux modes de penser et de faire la ville».
Thème du colloque principal:
«Concevoir et fabriquer la ville»

Quando:
du 1er au 5 juin 2015

Onde:
Rennes

Le colloque scientifique s'articule autour de six figures interagissantes, déclinées en autant de thèmes.
Ces thèmes serve de guide à la réflexion scientifique.
  • Objets et espaces de la ville contemporaine
  • Le projet et ses méthodes : conception, aménagement, construction
  • Aménager et urbaniser : à quel prix ?
  • Acteurs, métiers et formations
  • Les référentiels de la fabrique urbaine
  • Pouvoirs, mobilisations et régulations dans la fabrique urbaine
Ver mais:
http://www.aperau.org/programme-des-journees-2014.html

4 de junho de 2015

Velo-City 2015

Comunicações apresentadas na Velo-City 2015

Quando:
JUNE 4, 2015

Onde:
Nantes

SESSION - THE BICYCLE WITHIN AN INTERMODAL TRANSPORT SYSTEM
This session will demonstrate how the bike can be efficiently integrated into sustainable transportation systems. Nowadays, cycling is getting placed into the mobility chain at all levels, with more and more connections made to other means of transport including carsharing. Speakers and delegates will emphasize the necessary factors for a successful integration of bicycle within an intermodal system of transport.

Comunicação:
”The bicycle within an intermodal system transport”
Gil Ribeiro e Frederico Moura e Sá

SESSION - PICK YOUR PARTNERS: YOU’LL NEVER BIKE ALONE!
Cooperation between cycling stakeholders is the key to success to develop the use of the bike. Speakers will present on the collaborative approach they implemented to motivate and engage stakeholders, and make durable partnerships in the name of cycling.

Comunicação:
“The relationship between university, local authorities and bicycle industry: the role of the Bicycle Technological Platform in Portugal”
José Carlos Mota, Frederico Moura e Sá, Gil Ribeiro e Paulo Rodrigues

Ver a apresentação:
http://www.slideshare.net/zemota/the-relationship-between-university-local-authorities-and-49503151


Ver mais:
- http://www.velo-city2015.com/en/wp-content/uploads/sites/2/2015/05/PROGRAMME-COMPLET-EN-LIGHT.pdf
- http://www.velo-city2015.com/en/event/bicycle-within-intermodal-transport-system/
- http://www.velo-city2015.com/en/event/pick-partners-youll-never-bike-alone/

Workshop sobre Planos de Mobilidade Urbana Sustentável

Quando:
Junho 4, 2015 - 12:30 a 16:30

Onde:
Lisboa - auditório da Biblioteca Orlando Ribeiro

Organizam:
A Plataforma Europeia para os Planos de Mobilidade Urbana Sustentável, com o apoio do Instituto da Mobilidade e dos Transportes, da Rede Ibérica CIVINET e do projeto europeu Endurance.

O evento destina-se aos intervenientes nacionais, regionais e locais (cidades) interessados e/ou envolvidos no transporte urbano e no planeamento da mobilidade.

Os objetivos do workshop são:
  • Atualizar o ponto de situação da política de planeamento da mobilidade urbana e transportes, em Portugal.
  • Informar sobre o apoio europeu que as cidades podem obter na preparação, desenvolvimento e implementação de um Sustainable Urban Mobility Plan (SUMP), em Portugal designado por "Plano de Mobilidade e Transportes" (PMT) e em Espanha por "Planes de Movilidad Urbana Sostenible” (PMUS).
  • Familiarizar os participantes com o conceito PMT/SUMP, principais passos e benefícios.
  • Discutir os obstáculos à aplicação do plano na região/cidade e a forma de os superar.
Ver mais:
http://www.tice.pt/pt-pt/noticias-e-eventos/workshop-sobre-planos-de-mobilidade-urbana-sustentavel-lisboa-4-de-junho-de-2015Gerais

2 de junho de 2015

COLLOQUE «Concevoir et fabriquer la ville »

17e Rencontres internationales en urbanisme


Quando:
2-4 juin 2015

Onde:
Rennes


Les 17e Rencontres internationales en urbanisme de l’Association pour la Promotion de l'Enseignement et de la Recherche en Aménagement et Urbanisme (APERAU), organisées par l’Institut d’aménagement et urbanisme de Rennes (IAUR) et les laboratoires de recherche rennais associés (ESO, CIAHPS, CRAPE, LGCGM), feront porter la réflexion scientifique sur la conception et la fabrication de la ville. L’objectif sera de faire à nouveau dialoguer les différents acteurs de la ville contemporaine : universitaires, urbanistes, techniciens, élus, entreprises, habitants et grand public.

Pour nous guider, six figures interagissantes – déclinées en autant de thèmes – seront convoquées : les lieux, les méthodes, les coûts, les métiers, les référentiels et les pouvoirs.

Il s’agit d’abord (thème 1) d’identifier les espaces abordés préférentiellement par la fabrique urbaine –les centres sont-ils par exemple privilégiés au détriment des quartiers périphériques ?– et les objets privilégiés par la fabrication de l’urbain contemporain : équipements, écoquartiers, friches ?

Il convient ensuite d’interroger les façons de faire la ville, à commencer par la démarche de projet dans ses enjeux de sa réalisation : c’est la question centrale des méthodes qui renvoie aussi bien aux techniques et outils qu’aux modes de production, en termes de gouvernance, de temporalité, d’échelle ou de périmètre (thème 2).

Plus que jamais, logiques économiques et contraintes financières semblent guider la construction de l’urbain : urbaniser, soit, mais à quel prix (thème 3) ?

Les transformations des façons de faire la ville obligent aussi à interpeller ses acteurs et à réinterroger les métiers de l’urbain, en mettant en perspective la formation des urbanistes de demain (thème 4).

Ce réexamen concerne également les référentiels véhiculés par l’urbanisme actuel, qu’il s’agisse des objectifs poursuivis ou des normes qui leur donnent corps, avec leurs logiques de circulation (thème 5).

Enfin, le politique a évidemment droit de cité mais chacun ne participe pas avec la même force ni de la même manière : c’est tout l’enjeu des pouvoirs sur l’urbain et des formes de régulation des conflits surgissant dans l’espace public (thème 6).

1. Objets et espaces de la ville contemporaine
La fabrique de la ville se focalise aujourd’hui sur certains objets dominants : pôles d’échange, écoquartiers, espaces publics... L’art et la culture, vecteurs d’identité et de distinction symbolique, sont aussi de plus en plus mobilisés.
Les objets urbanistiques de demain seront-ils pour autant ceux d’aujourd’hui ?
Les tendances interrogent le devenir de mégaprojets et des grandes infrastructures. Elles questionnent le futur de l’urbanisme de signature, les gestes architecturaux, la grande hauteur. Le mimétisme observé n’exclut nullement des variations, les objets urbanistiques pouvant différer d’une ville à l’autre, notamment entre les pays développés et les pays émergents.
Quels sont en outre les territoires concernés ?
Les espaces investis par l’urbain se focalisent habituellement sur les centres mais de plus en plus en renouvellement urbain, sur les friches et des sols pollués. Il n’empêche que les périphéries soulèvent d’autres enjeux, questionnant la façon dont sont désormais traitées les (dernières) opérations en extension.

2. Le projet et ses méthodes : conception, aménagement, construction
Selon quelles méthodes conçoit-on aujourd’hui des projets ouverts et partenariaux ?
La montée en puissance d’une démocratie environnementale (convention d’Aarhus), les processus de collaborative planning, de planification ouverte et d’expérimentation remanient la pratique du projet et ses contours. Les changements concernent d’abord la conception :
Quels sont les processus émergents ?
Quels sont les changements introduits par la technique et l’image (systèmes d’information, modélisations, images 3D, modèles urbains techniques) ?
Plus largement, quelle place accorder aux études externes et à l’expertise ?
Les méthodes d’aménagement se transforment aussi avec les maîtrises d’ouvrage, qu’elles soient partenariales, directes ou dédiées.
Quelles relations public/privé ?
Quelle articulation entre planification et stratégies urbaines, quel lien avec les politiques sectorielles (environnement, habitat...) ?
Quel rapport entre court terme et temps long ?
Entre échelle métropolitaine et logique opérationnelle des périmètres ?
Enfin la construction elle-même se trouve bouleversée par de nouveaux impératifs économiques et écologiques invitant à la durabilité :
Quel cycle de vie pour le bâtiment ?
Quels matériaux favoriser ?
Une économie circulaire est- elle envisageable à grande échelle ?

3. Aménager et urbaniser : à quel prix ?
Fabriquer la ville « coûte ». On distingue les coûts directs (pour l’habitant) des coûts indirects (pour la collectivité). Ainsi les formes urbaines impactent aussi bien les coûts de déplacement des habitants et des entreprises que les coûts externes (pollution, CO2, disparition de terres agricoles, perte de biodiversité, dégradation des paysages). Les coûts directs concernent d’abord la construction.
L’habitat individuel est-il moins cher au m2 que le collectif, le développement en extension plus économique que le renouvellement urbain ?
Quel est l’impact de la densification ?
Les nouvelles méthodes de production et les normes techniques sont-elles inflationnistes ? L’économie circulaire, le recyclage sont-ils moins coûteux ?
Quelles filières immobilières, quels matériaux encourager ?
Les coûts collectifs, encore appelés coûts d’urbanisation, renvoient notamment aux effets de l’urbanisation sur les budgets des collectivités locales. Comment évaluer les charges de centralité ?
Peut-on comparer des coûts publics à gamme comparable de services publics ?
Les coûts publics sont-ils uniquement des coûts d’investissement ?
A quelle hauteur et comment les couvrir (tarification, endettement, sectorisation de la taxe d’aménagement, versement pour sous densité...) ?
La place croissante des opérateurs privés conduit-elle à une « financiarisation » de la ville et sous quelle forme ?

4. Acteurs, métiers et formations
Les trois grands acteurs de la fabrique des projets urbains – maîtres d’ouvrage, maîtres d’œuvre et maîtres d’usage : les destinataires – coopèrent davantage avec des méthodes renouvelées exigeant des compétences multiples : savoirs techniques spécialisés sanctionnés par des diplômes spécifiques d’architecte, d’ingénieur ou de géomaticien ; mais aussi aptitudes plus transversales de coordinateur ou d’ « ensemblier » sachant manier les outils (SIG...) et capables d’assurer l’interface entre les acteurs, notamment dans le cadre de la médiation avec les habitants qui exige une professionnalisation. Le design thinking est ainsi un enjeu de premier ordre.
Comment les formations universitaires seront-elles capables d’offrir des dispositifs pédagogiques propices à ces différents apprentissages, mixant principes théoriques disciplinaires, exercices pratiques et mises en situation ?
Comment pourront-elles articuler formations initiale et continuée ?
Comment et selon quels critères les employeurs sauront-ils repérer le potentiel des personnes formées dans les établissements mais aussi qualifiées par leur expérience professionnelle ?

5. Les référentiels de la fabrique urbaine
A différentes époques, ingénieurs et édiles ont développé des référentiels relatifs à la forme urbaine, à la qualité des espaces et aux fonctions attendues tels que l’hygiénisme ou la fluidité. Pour l’époque actuelle, on peut identifier des entrées récurrentes comme la densité, la végétalisation, la connexion, mais aussi la cohésion, la mixité, la centralité, la mutabilité. Portés par des lois et par des innovations technologiques, ces référentiels tendent à édicter des normes relativement consensuelles promues par l’ensemble des acteurs. Ces visions dominantes méritent d’être interrogées pour en démêler les processus de construction et de validation.
Comment se créent ces référentiels ?
Sont-ils partagés ?
Donnent-ils lieu à des prescriptions d’aménagement ?
De quelle latitude disposent les acteurs pour l’innovation et l’expérimentation ?
Quelles contradictions éventuelles entre référentiels, en fonction des exigences propres à chaque échelle ?
La mondialisation accélère la circulation des référentiels mais sans empêcher l’émergence et la diffusion de manières de « faire et penser la ville » propres à certaines aires culturelles, au Nord comme au Sud.

6. Pouvoirs, mobilisations et régulations dans la fabrique urbaine
Concevoir et fabriquer le cadre urbain dépasse les seules considérations techniques et architecturales. Il s’agit avant tout d’une opération politique relevant de la vie de la Cité et qui va imprimer sa marque sur les pratiques sociales. Les acteurs ne sont pas tous à égalité devant le projet urbain du fait des multiples asymétries d’information et différentiels de compétences : au sein des acteurs publics, entre acteurs publics et économique), entre les décideurs, les associations et les citoyens.
Quels sont les rapports de pouvoir et les modes de régulation de la fabrique urbaine ?
Quelles sont les mutations introduites par les dispositifs de partenariat, de contractualisation et de concertation?
La multiplication des acteurs conduit-elle à une démocratisation réelle ?
Quelle est la place des savoirs et des actions des citoyens dans la production des villes, entre exclusion et participation ?
L’irruption citoyenne et/ou artistique ouvre-t-elle sur de nouvelles manières de penser l’urbain ?
Si la contingence des rapports sociaux ne préside pas seule à la fabrique de l’urbain, quelles formes d’action collective et d’institutionnalisation peut-on discerner?
A quelles conditions au fond peuvent émerger des processus de co-création, de co-fabrication ou de fabrication parallèle de la ville ?

Ver mais:
http://www.aperau.org/images/rennes2015/Appel_a_communications_colloque_ouvert_concevoiretfabriquerlaville_APERAU-Rennes2015.pdf

Projecto «Community Participation in Planning»

É uma iniciativa colaborativa que irá decorrer nos próximos dois anos envolvendo a Ulster University​ (Belfast - UK), a Community Places​ (UK), o Politecnico di Milano​ (Itália) e a Universidade de Aveiro​ (Portugal).

Trata-se de um projecto financiado pelo Programa Erasmus+ (2014-2020) que visa estimular e capacitar a participação das comunidades locais no planeamento do território.

A cidade de Aveiro será com Milão e Belfast um dos territórios de trabalho!


Ver mais:
https://www.facebook.com/CommunityParticipationinPlanning

1 de junho de 2015

Urban challenges in a complex world – Resilience, governance and changing urban systems

2015 Annual Meeting of the IGU Urban Commission

Quando:
9-16 August 2015

Onde:
University College Dublin, Ireland

A special thematic focus for the Dublin meeting will be Urban resilience and Environment.
Dublin is an ideal urban laboratory to explore these and many other topics given its long urban history and recent dramatic physical, social and environmental transformations as a result of government policy, economic development and the global recession.

Special focus for 2015
- Urban resilience and environment

Commission Themes
- Technological innovations and creative activities in cities
- Contested Social Spaces
- Creating Sustainability
- Dilemmas of Aging Cities
- Increasing Insecurity
-Urban Heritage and Conservation
- Urban Governance
- Complex Urban Systems

Mais informação:
http://www.igudublin2015.com

IGU Regional Conference - Population Geography

Quando:
16-21 August 2015

Onde:
Moscow

Organização:
IGU Commission on Population Geography

Sessions

Session 1: Human mobility and latest Census data: new evidences, new insights (JOINT SESSION Commission on Population Geography and Commission on Global Change and Human Mobility)
Session 2: Migrating out of Poverty in Asia (TBC)
Session 3: Interactions between human processes, population changes and the environment
Session 4: Population change and social impacts
Session 5: Geographies of International Student Mobility 1: The Roles of Gender, Class and Ethnicity
Session 6: Geographies of International Student Mobility II: The Roles of Immigration Policies, Universities and Recruitment Agencies
Session 7: Migration and Climate change an overview with a specific focus on Russia and neighboring countries

Ver mais:
- http://igu-online.org/population-geography-call-for-papers/
- http://www.igu2015.ru/#main-content

Sustainable City 2015

10th International Conference on Urban Regeneration and Sustainability

Quando:
1 - 3 September, 2015

Onde:
Medellin, Colombia

The dynamic growth of Colombia and in particular the rapid development of Medellin, which has recently been designated the most innovative city in the world, led to its choice as the venue for the Sustainable City 2015 conference.
Urban areas result in a series of environmental challenges varying from the consumption of natural resources and the subsequent generation of waste and pollution, contributing to the development of social and economic imbalances. As cities continue to grow all over the world, these problems tend to become more acute and require the development of new solutions.
The challenge of planning sustainable contemporary cities lies in considering the dynamics of urban systems, exchange of energy and matter, and the function and maintenance of ordered structures directly or indirectly supplied and maintained by natural systems. The task of researchers, aware of the complexity of the contemporary city, is to improve the capacity to manage human activities, pursuing welfare and prosperity in the urban environment. Any investigation or planning on a city ought to consider the relationships between the parts and their connections with the living world. The dynamics of its networks (flows of energy matter, people, goods, information and other resources) are fundamental for an understanding of the evolving nature of today’s cities.
The Sustainable City Conference addresses the multidisciplinary components of urban planning, the challenges presented by the increasing size of the cities, the amount of resources and sources required and the complexity of modern society.

Conference Topics
  • Planning, development and management
  • The community and the city
  • Urban strategies
  • Architectural issues
  • Cultural heritage issues
  • Landscape planning and design
  • Urbanization of rural areas
  • Environmental management
  • Sustainable energy and the city
  • Transportation
  • Waste management
  • Intelligent environments
  • Quality of life
  • Infrastructures and social services
  • Sustainable urban tourism
  • Planning for risk and natural hazards
  • Case studies
Ver mais:
http://www.wessex.ac.uk/15-conferences/sustainable-city-2015.html?utm_source=wit&utm_medium=email&utm_campaign=city15rem2&uid=1552355

19th European Colloquium on Theoretical and Quantitative Geography - ECTQG2015

Quando:
3-7 September 2015

Onde:
Bari (Italy), at MAIB – Mediterranean Agronomic Institute of Bari

Organiza:
The Technical University of Bari, Department of Civil and Environmental Engineering (DICATECh) 

Themes and Sessions
As usual since 1978, main themes and sessions of the Colloquium will emerge from the topics of presentations.
A few themes are listed below as a reminder of previous areas of interest and hot topics of the moment in geographical and spatial research:
• Epistemological issues and theory in geography
• Spatial interaction and networks
• Space-time processes, historical geography, geo-history, geo-archaeology
• Urban dynamics
• Economic geography, finance and globalization
• Environmental management and risk analysis
• Geographical issues in Energy and Green Economy
• Climate Change and geography
• Health geography and epidemiology
• Cellular automata, multi-agent systems and multi-level spatial modeling
• Fractals and scaling laws in complex spatial systems
• Network dynamics
• Exploratory methods for spatial big data analysis
• New Geovisualization tools
• Spatial data analysis and geostatistics in GIS
• Spatial decision support systems
• Spatially referenced heterogeneous data streams
• Innovative and inter-disciplinary methods for spatial data
• Object Tracking and RFIDs
• Volunteered Geographic Information
• Geosensor Networks
• Spatial cognition in environmental planning and management

Ver mais:
https://sites.google.com/site/ectqg2015/home

3º CIHEL - “HABITAÇÃO: Urbanismo, Cultura e Ecologia dos Lugares”

3.º Congresso Internacional da Habitação no Espaço Lusófono


Quando:
8 a 11 de setembro de 2015

Onde:
São Paulo

O 3.º CIHEL pretende desenvolver uma abordagem ampla e multifacetada da temática HABITAÇÃO: Urbanismo, Cultura e Ecologia dos Lugares, no momento em que se desenvolvem planos para produção habitacional em larga escala e para a reurbanização de extensas áreas em vários dos países da lusofonia, tendo presente a influência da construção/reabilitação habitacional e do crescimento urbano. Paralelamente, começam a se consolidar novas formas de intervenção urbanística em assentamentos precários, resultado da vontade social e política da aplicação de novos instrumentos urbanísticos.

Este 3.º CIHEL visa incluir, também, as novas temáticas para o III ONU-HABITAT (Third United Nations conference on housing and sustainable urban development), definidas durante o 7º Fórum Urbano Mundial, em abril de 2014, que teve lugar em Medellín, Colômbia, proporcionando o melhor conhecimento da grande amplitude temática, e das problemáticas, potencialidades e especificidades das matérias tratadas.

SESSÕES TEMÁTICAS

I. Programas e Políticas Públicas em Habitação
Apresentar e discutir políticas públicas e programas na área habitacional e urbana, de escala nacional, regional ou local. Considerando-se também as experiências em áreas rurais. Serão bem vindos estudos de produção, urbanização e reabilitação do habitat. É desejável a análise de políticas e programas que incorporam mecanismos participativos em sua concepção.

II. Projetos Habitacionais
Apresentar e analisar projetos e intervenções habitacionais. Um dos focos desejados é a análise da influência dos novos arranjos familiares e das comunidades nas decisões de projeto. E também estudos relativos à provisão pública e privada, urbanização e reabilitação, inclusive com enfoque no desenho universal ena discussão sobre habitabilidade mínima. Estimula-se a análise de experiências que envolvam processos participativos.

III. Informalidade e Precariedade do Habitat
Análise da informalidade e da precariedade habitacional, urbana e rural, nos países lusófonos, com enfoque especial nas estratégias de enfrentamento dessas realidades.

IV. Tecnologia e Custos
Análise de aspectos tecnológicos e construtivos do habitat e sua adequação às especificidades regionais. Estimula-se trabalhos que estudem os custos da produção habitacional em seus vários aspectos e sua adequação à economia social.

V. Habitat, Paisagem e Ambiente
Aprofundar as relações entre a produção do Habitat, a paisagem e meio ambiente, à luz das discussões sobre sustentabilidade.

Ver mais:
http://labhab.fau.usp.br/3cihel/

Enviado por:
António Baptista Coelho

X CONGRESSO DA GEOGRAFIA PORTUGUESA: OS VALORES DA GEOGRAFIA

Quando:
9 a 12 de setembro de 2015

Onde:
FCSH | Lisboa




Eixos Temáticos

1. Cartografia e Cadastro
A área profissional e científica da Cartografia e Cadastro tem registado uma forte dinâmica nos últimos anos. Com efeito, emergiram novos conceitos (ex:geocolaboração), modelos (ex: Land Administration Domain Model), metodologias e tecnologias (ex: geoportais e UAV), bem como houve alterações em termos da sua organização institucional e legislação reguladora. Neste eixo temático procura-se debater estas questões (metodologias, aplicações e produtos), assim como o enquadramento profissional do Geógrafo.

2. Cidades: Desafios e Realidades

3. Ciências e Tecnologias de Informação Geográfica

4. Dinâmicas Demográficas e Saúde
As últimas décadas têm sido marcadas por alterações significativas na dinâmica e composição das populações, cujas repercussões se fazem sentir também na saúde. Neste eixo temático apela-se à apresentação de comunicações que contemplem a discussão de processos, metodologias e/ou estratégias que se enquadrem nos seguintes tópicos: i) dinâmicas populacionais; ii) migrações; iii) envelhecimento da população iv) desigualdades na saúde.

5. Educação, Cultura e Cidadania
Este subtema reunirá os contributos das investigações que procurem aprofundar as relações em/entre educação, cultura e cidadania, perspetivando os grandes desafios da próxima década e as tendências de transformação da sociedade contemporânea. Formar, educar para a cidadania, promover a interculturalidade, a igualdade de oportunidades e o desenvolvimento da economia e da sociedade são desafios incontornáveis na intervenção dos geógrafos.

6. Espaço Rural: Atores e Dinâmicas
O espaço rural está "na moda"! Quer como refúgio dos "novos rurais" ou como garante de serviços ecológicos, o smart rural aparece valorizado nas políticas territoriais que visam uma produção agro-alimentar de qualidade, baseada nos saberes tradicionais e nos recursos locais, permitindo uma aprendizagem social e empoderamento das populações e a diversificação das economias rurais, inclusivamente em termos energéticos e de inovação.

7. Mercados, Empreendedorismo e Inovação
Os Mercados são hoje a principal fonte de financiamento mundial, tanto no mundo desenvolvido como em desenvolvimento. A sua diversidade crescente coloca uma série de problemas sociais, de segurança, tecnológicos, para não falar do conflito com o crescimento económico. A compreensão da nova dinâmica financeira é determinante para a resiliência e sustentabilidade dos territórios. O Empreendedorismo e a Inovação oferecem soluções que pretendem responder aos novos desafios.

8. Mobilidade, Transportes e Sustentabilidade

9. Natureza, Conservação e Gestão de Recursos Naturais
A Natureza proporciona bens e serviços indispensáveis à humanidade. A Revolução Industrial potenciou a sua exploração/degradação, interferindo no funcionamento dos ecossistemas e na biodiversidade. A "consciência ambiental" e "finitude" destes recursos conduziu à implementação de medidas de proteção, conservação e gestão promovendo a sua valorização e resiliência e permitindo o seu usufruto pelas gerações atuais sem comprometer o das futuras.

10. Políticas Públicas e Ordenamento do Território
O Ordenamento do Território tem a responsabilidade de contribuir para um desenvolvimento consistente e duradouro, possibilitando um equilíbrio e uso sustentável do espaço. Porém, existe um sentimento generalizado de frustração com os resultados alcançados nas últimas décadas, que um quadro de novas Políticas Públicas aliadas ao Portugal 2020 poderá inverter, possibilitando um debate que conduza a uma estratégia territorial de coordenação, eficiência e resiliência.

11. Reforma do Estado e Governança Territorial
Num contexto marcado pelo neoliberalismo e alterações de base territorial, há novos desafios que se colocam ao Estado, exigindo outras formas de organização e de governabilidade. Tópicos: Neo-liberalismo e Reforma do Estado: descentralização, desregulação e concentração; Estado Social e reorganização dos serviços públicos; e-Governo e e-Administração; Soft spaces da governança multi-escalar; Redes de atores e abordagens colaborativas; Democracia participativa e governança.

12. Riscos, Adaptação e Mitigação
A sociedade atual tem sido confrontada com as consequências danosas (prejuízos materiais e perda de vidas humanas) da ocorrência de fenómenos extremos de origem natural e/ou antrópica, a diferentes escalas. Face a estas situações é crucial, compreender e avaliar os processos que estão na origem. O diagnóstico do risco, e a implementação de medidas e ações de mitigação e de adaptação, tornam-se cruciais para prevenir e minimizar os efeitos catastróficos.

Ver mais:
http://cgp2015.weebly.com

EURA 2015 Annual Conference - Transforming cities, transformative cities

Quando:
17-20 September 2015

Onde:
Sibiu, Romania

Organização:
European Urban Research Association
Lucian Blaga University of Sibiu, Romania

Cities are dynamic places, where change is the result of both the innovation which inherently stems from the openness of cities and direct interventions. At the same time cities are involved in bringing about broader social, political, economic and environmental transformation. What happens in the cities has consequences in terms of global change. While cities themselves are constantly transforming, a debate over the contribution of urban areas to the transformation of societies, economies and political systems is on-going.

We approach cities focusing on the multiple dimensions of transformation within them and the transformations cities bring about in the wider society. The political, social, cultural, educational, economic, spatial, and environmental ramifications of transformation within and generated by cities, means that they are seen to hold a position within modern industrialised states of being the drivers of economic and social change; but is this vision of the role played by cities an accurate one? The conference will focus on the European city, but it will not neglect cities elsewhere in the world or different types of urban areas and encourages submissions beyond Europe. Special attention is given to the transformation of the post-socialist cities in the past two decades as they provide an important locus of transformation and an interesting case study on the transformative power of cities.

Conference tracks

Track 1. The spatiality of the city as a basis of transformation
Track 2. The democratic city: institutional reforms and policy processes
Track 3. The just city: social and cultural transformation of the cities
Track 4. The growing city and the green city: transforming urban economies and the challenges of global warming
Track 5. The transformative city
- Workshop for young scholars

Ver mais:
www.eura2015.org

City as organism. New visions for urban life

22nd ISUF Conference




Quando:
September 22, 2015 – September 26, 2015

Onde:
Faculty of Architecture, Valle Giulia, Rome, ITALY

Organiza:
ISUF - International Seminar on Urban Form

ISUF is the international organization of urban form for researchers and practitioners. It was inaugurated in 1994, bringing together urban morphologists worldwide. It seeks to advance research and practice in fields concerned with the built environment. Members are drawn from several disciplines, including architecture, geography, history, sociology and town planning.

ISUF organizes conferences, publishes the journal Urban Morphology and provides an international framework for communication between members.

Conceptions of the city have changed significantly in recent years. The character of major infrastructural, residential, commercial and manufacturing developments suggests that current challenges may be a great deal more than a blip in the course of history. Some would argue that the dialectic between the desire to restore the organicity of urban form and the incoherent reality of the actual city is at the core of some of the finest projects and plans that have been developed. Is this a line of thought that is practicable in urban morphological research and practice? Or should we accept the incoherence of cities as amalgams of fragments? A central theme of the Conference is the ‘reading’ of existing cities in the light of a possible new organicity, comparing viewpoints from different disciplines; from architecture to history and from geography to urban planning. Discussions will deal with a variety of scales, from the territorial to the urban, and from the entire city and constellations of cities to the scale of the individual building.

Ver mais:
http://www.urbanform.org/index.html

CITTA 8th ANNUAL CONFERENCE ON PLANNING RESEARCH / AESOP TG Public Spaces & Urban Cultures

‘BECOMING LOCAL – Generative places, smart approaches, happy people’

Quando:
24th - 25th September 2015

Onde:
Faculty of Engineering, University of Porto

Organizado por:
CITTA - Research Center for Territory, Transport and Environment, held at the Faculty of Engineering, Porto University

Theme of the conference
Along the decades, planning has been evolving from expert-led or top-down approaches to more community-led, interactive and participatory approaches, valuing the social capital of local communities and putting citizens at the centre of planning processes. Research has been emphasizing the importance of local contexts to set goals and establish priorities through adaptive learning processes. Additionally, it is relevant to identify places here understood as ‘generative places’, where the emergence of local initiatives based on knowledge-based creativity and interactive learning occur. In other words, places should demonstrate the capacity to flourish and reinvent themselves - hopefully revealing their true genius loci, meaning the location’s unique character - most of the times through spontaneous processes based on community action and groups of individuals' initiatives.

BECOMING LOCAL means that the contemporary rationale should zoom in to ‘local’ spaces and places, policies and practices, and everyday life; this way, the human capital (citizens and their social and cultural background) play an important role as key agents of urban change and, in particular, of defining what is meaningful within the city. The understanding and the production of these meaningful places is, nowadays, increasingly confronted with diversified real (material) and virtual (immaterial) spheres of urban spaces, either private or public. Planning has to be prepared to embrace both these spheres of the city, as they both contribute to the construction of meaningful places.

Moreover, the idea that the use of technological or smart driven approaches in planning processes can, firstly, facilitate political discourse and participation by strengthening the link between citizens and governors, and secondly, better respond to people needs and improve the quality of life of citizens, has been around in different contexts and dimensions. Several projects, applications and approaches are making evident that we are forced to live and use technology in our daily activities and inevitably in the city arena. Technology affects our behaviours and the way we move and live in urban areas at various levels. However, regarding the access to (new) technologies (transports, communication/ICT networks, etc.), a certain asymmetry still exists due to the vulnerability of some communities and deprived families. Also, the operative structures of public institutions and private representative bodies of local people interests are often different. Additional, in some regions, physical distance is not yet counterbalanced with technological proximity. Thus, participatory planning processes may be less efficient and even threatened. Though, it is imperative to investigate and discuss how these technological tools can lead to the idea of what is usually designated as e-inclusion and most importantly how it can promote, ultimately, social cohesion and integration.

Intensifying the role of citizens by, either community-led, interactive, or participatory approaches, is consensually argued as responding more directly to people’s needs and aspirations. Nonetheless, the level of quality of life, and even the level of happiness, is far from being truly and completely achieved. Urban planning has been concerned in creating better places, but nowadays is also focusing in increasing the levels of happiness, following the wider trend in discussing what makes people happier.

In the Conference some raising questions are expected to be discussed: >
  • What are the processes that make some places flourish, and others not? What initiatives are at the bottom of the process?
  • What are the roles of planning and design in those spontaneous processes of urban transformation? How is the articulation and mediation of the different agents/stakeholders in the making and along the process?
  • How can the concept of ‘generative place’ be further defined and explored (based on the variety of real cases)?
  • Do these generative places contribute more to the meaningful of the city?
  • What are the emerging research methodologies and positions in the studies of generative places? What are the problems of being at the cutting edges?
  • What are the main technological tools that are being used in urban spaces (mainly, public open spaces, transports and mobility)?
  • Do they have been contributing to increase social equality, creativity, cohesion and integration? If not, what are the main problems? Is e-inclusion a determinant key in reaching more equitable and liveable places?
Ver mais:
http://citta-conference.fe.up.pt.

‘BECOMING LOCAL – Generative places, smart approaches, happy people’

CITTA 8th ANNUAL CONFERENCE ON PLANNING RESEARCH / AESOP TG Public Spaces & Urban Cultures



Quando:
24th - 25th September 2015

Onde:
Porto University - Faculty of Engineering

Theme of the conference

Along the decades, planning has been evolving from expert-led or top-down approaches to more community-led, interactive and participatory approaches, valuing the social capital of local communities and putting citizens at the centre of planning processes. Research has been emphasizing the importance of local contexts to set goals and establish priorities through adaptive learning processes. Additionally, it is relevant to identify places here understood as ‘generative places’, where the emergence of local initiatives based on knowledge-based creativity and interactive learning occur. In other words, places should demonstrate the capacity to flourish and reinvent themselves - hopefully revealing their true genius loci, meaning the location’s unique character - most of the times through spontaneous processes based on community action and groups of individuals' initiatives.

BECOMING LOCAL means that the contemporary rationale should zoom in to ‘local’ spaces and places, policies and practices, and everyday life; this way, the human capital (citizens and their social and cultural background) play an important role as key agents of urban change and, in particular, of defining what is meaningful within the city. The understanding and the production of these meaningful places is, nowadays, increasingly confronted with diversified real (material) and virtual (immaterial) spheres of urban spaces, either private or public. Planning has to be prepared to embrace both these spheres of the city, as they both contribute to the construction of meaningful places.

Moreover, the idea that the use of technological or smart driven approaches in planning processes can, firstly, facilitate political discourse and participation by strengthening the link between citizens and governors, and secondly, better respond to people needs and improve the quality of life of citizens, has been around in different contexts and dimensions. Several projects, applications and approaches are making evident that we are forced to live and use technology in our daily activities and inevitably in the city arena. Technology affects our behaviours and the way we move and live in urban areas at various levels. However, regarding the access to (new) technologies (transports, communication/ICT networks, etc.), a certain asymmetry still exists due to the vulnerability of some communities and deprived families. Also, the operative structures of public institutions and private representative bodies of local people interests are often different. Additional, in some regions, physical distance is not yet counterbalanced with technological proximity. Thus, participatory planning processes may be less efficient and even threatened. Though, it is imperative to investigate and discuss how these technological tools can lead to the idea of what is usually designated as e-inclusion and most importantly how it can promote, ultimately, social cohesion and integration.

Intensifying the role of citizens by, either community-led, interactive, or participatory approaches, is consensually argued as responding more directly to people’s needs and aspirations. Nonetheless, the level of quality of life, and even the level of happiness, is far from being truly and completely achieved. Urban planning has been concerned in creating better places, but nowadays is also focusing in increasing the levels of happiness, following the wider trend in discussing what makes people happier.

In the Conference some raising questions are expected to be discussed:
  • What are the processes that make some places flourish, and others not? What initiatives are at the bottom of the process?
  • What are the roles of planning and design in those spontaneous processes of urban transformation? How is the articulation and mediation of the different agents/stakeholders in the making and along the process?
  • How can the concept of ‘generative place’ be further defined and explored (based on the variety of real cases)?
  • Do these generative places contribute more to the meaningful of the city?
  • What are the emerging research methodologies and positions in the studies of generative places? What are the problems of being at the cutting edges?
  • What are the main technological tools that are being used in urban spaces (mainly, public open spaces, transports and mobility)?
  • Do they have been contributing to increase social equality, creativity, cohesion and integration? If not, what are the main problems? Is e-inclusion a determinant key in reaching more equitable and liveable places?
Ver mais:
http://citta-conference.fe.up.pt